Categoria: Cultura

  • Filme cearense Feito Pipa representa Brasil na disputa pelo Oscar

    Filme cearense Feito Pipa representa Brasil na disputa pelo Oscar

    Um menino de 11 anos que vive com a avó no interior do Ceará enfrenta a doença da cuidadora e o medo de ser obrigado a morar com o pai. Essa é a história de Feito Pipa, filme dirigido por Allan Deberton que vai representar o Brasil na disputa por uma indicação ao prêmio de Melhor Filme Internacional no Oscar de 2027.

    O longa é protagonizado por Yuri Gomes, que interpreta o menino Gugu, e Teca Pereira, que vive a avó Dilma. Nas redes sociais, Yuri comemorou a escolha do filme para representar o Brasil.

    “Estou imensamente feliz em saber que Feito Pipa foi o filme escolhido para representar o cinema brasileiro na disputa pelo Oscar 2027! É uma felicidade enorme fazer parte dessa história e ver o nosso filme chegando cada vez mais longe. Que Feito Pipa continue voando alto e levando a nossa história para o mundo.”

    Lázaro Ramos, que interpreta o pai de Gugu, se emocionou ao falar da produção.

    “O Feito Pipa eu acho que é um filme que o Brasil precisa e merece (conhecer), pela linguagem, um jeito de fazer cinema que só a gente aqui no Brasil sabe fazer, pelos temas que trata, pelas atuações, pela direção, pelo roteiro”, disse.

    Produtora do filme, Karen Castanho disse que a seleção é uma conquista maiúscula.

    “O que nos deixa muito orgulhosos nessa parceria é o fato de ser um filme genuinamente brasileiro, muito regional, mas, ao mesmo tempo, com sentimentos e dramaturgia universais”, disse.

    Prêmios

    Antes da seleção para representar o Brasil na disputa pelo Oscar, Feito Pipa foi reconhecido no Festival de Berlim, onde recebeu os prêmios Urso de Cristal de Melhor Filme, concedido pelo Júri Jovem, e o Grand Prix, do Júri Internacional.

    A obra também recebeu quatro Kikitos no 54º Festival de Cinema de Gramado: Melhor Filme pelo Júri Popular, Melhor Direção para Allan Deberton, melhor atriz para Teca Pereira e Melhor Ator Coadjuvante para Lázaro Ramos, além de uma menção honrosa pela atuação de Yuri Gomes.

    Temas sensíveis

    Feito Pipa aborda questões relacionadas a gênero e preconceito. Na história, Gugu é uma criança que gosta de futebol, mas também gosta de dançar e se maquiar. Ele vive uma infância livre e criativa com a avó, mas, quando percebe que ela começa a apresentar sinais de esquecimento, faz de tudo para esconder a doença e não ter que ir morar com o pai homofóbico.

    “É um filme que é sobre relação familiar, que também é sobre o lugar de ser criança, mas, ao mesmo tempo, de estar passando por muitos terrenos desconhecidos. E ele conta, o Gugu, com o apoio dos amigos para poder tentar escapar desses dilemas”, explica o roteirista do filme, Allan Deberton.

    O filme estreia nos cinemas brasileiros em 5 de novembro.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Produções com artistas negros ganham espaço, mas desigualdade resiste

    Produções com artistas negros ganham espaço, mas desigualdade resiste

    Além do filme Feito Pipa, do diretor Allan Deberton, escolhido para representar o Brasil na busca por uma indicação ao Oscar no ano que vem, outros dois longas de narrativas negras faziam parte da lista de seis obras pré-selecionadas. 

    Os outros dois filmes da lista eram Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins, e Nosso Segredo, de Grace Passô, ambos diretores negros. 

    “São histórias que emocionam, desafiam convenções e conquistam espaço nos maiores palcos do cinema mundial”, afirma a presidente da Associação de Profissionais do Audiovisual Negro no Brasil (Apan), Tatiana Carvalho.

    A par do reconhecimento, a representante da entidade destaca que o espaço para a produção de artistas não-brancos ainda está muito aquém do que deveria ser para um país de maioria negra. Tatiana Carvalho, que também é pesquisadora do tema, defende que é necessário que haja mais justiça no apoio para os realizadores. 

    Carta

    Nesta semana, a associação, que é apartidária, divulgou uma carta voltada para o setor e aos candidatos nas eleições deste ano na qual defende maior presença e permanência de profissionais de narrativas negras no mercado e no contexto da produção.

    Segundo a carta, continua desproporcional a participação de pessoas negras no acesso aos trabalhos no setor e, sobretudo, no acesso às maiores fatias do fomento público. Na TV aberta, são atualmente 65% de pessoas brancas e 32,6% de pessoas pretas e pardas com registros de emprego. 

    Na produção cinematográfica, são 69,6% de pessoas brancas e 29,3% de negras, sendo que as mulheres ganham menos. Um dos dados trazidos é que 94% dos filmes que receberam recursos federais foram dirigidos por pessoas brancas. 

    Salário menor

    A associação também argumenta que profissionais negros estão concentrados nas funções técnicas e mais sujeitos à menor remuneração, à informalidade e à menor proteção trabalhista. Por isso, a associação defende mecanismos de diminuição da desigualdade racial e de gênero nas equipes para a composição de equipes.

    “A carta propõe alterações e melhorias no que já existe de política pública. Cinema negro é cinema brasileiro. Defendemos políticas afirmativas do setor e uma perspectiva menos excludente”, argumenta. 

    Ela diz que houve avanços com a implementação da Lei Paulo Gustavo e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, ambas de financiamento para a arte brasileira. Levantamento da entidade aponta que 58% dos festivais com foco em obras dirigidas por profissionais negras e realizadores negros tiveram participação direta desses incentivos no ano passado.

    O documento, que defende a realização de festivais de filmes com esse recorte racial, aponta que 83% das obras audiovisuais dirigidas por pessoas negras no Brasil foram produzidas após 2010.

    Ela avalia que a organização da cultura no país melhorou com a reativação do Conselho Superior de Cinema e com o Comitê Gestor do Fundo Setorial Audiovisual Ampliação de público. Além disso, a maior exposição dos filmes brasileiros em eventos internacionais, com prêmios como o Oscar, tem ajudado a gerar formação de público. 

    Outra iniciativa que a pesquisadora valoriza é a criação do Tela Brasil, plataforma gratuita de filmes brasileiros. 

    Tatiana Carvalho explica que o Brasil não tem legislação de proteção do cinema local, como os Estados Unidos. “Quando a gente fala em defender 20% de cota de tela nos cinemas, há uma gritaria falando que é censura de cinema internacional”.

    Para ela, a legislação é “muito tímida” em relação à proteção do cinema brasileiro para o público. Ela acredita que Senado e Câmara precisam elaborar leis mais fortes para proteger o audiovisual. “São 200 filmes por ano e a população brasileira não tem acesso a isso”.

    Brancos na direção

    Dos filmes com mais de R$ 5 milhões de verba pública, mais de 90% deles são dirigidos por pessoas brancas, lamenta a presidente da associação. “Isso indica o que majoritariamente a população brasileira está assistindo”. 

    A carta da associação defende a ampliação das ações afirmativas. “A gente desenvolveu um conceito que chama empresa vocacionada para reparação histórica, que são as que têm metade ou mais do quadro societário de pessoas negras”.

    Atualmente, a cota de produção é de 25% de verbas com ação afirmativa no mínimo (sendo 15% para negros, 5% para indígenas e 5% para pessoas com deficiência).

    “A gente começou a receber cotidianamente reclamações de má aplicação da Lei Paulo Gustavo”, diz Tatiana Carvalho. 

    Ela explica que houve relatos de fraudes. Pessoas negras assinavam cartas de anuência e, quando o dinheiro chegava na produtora, elas eram descartadas do processo. Outra forma é de pessoas se declararam negros sem serem. 

    A entidade defende bancas de heteroidentificação, como ocorrem nas cotas estudantis universitárias. Ao mesmo tempo, Tatiana Carvalho defende que é fundamental que a legislação estimule mais produções cinematográficas negras em sala de aula. 

    “Isso é o que há de mais importante. Vai ao encontro de outra legislação que determina o ensino de cultura africana brasileira e história, além de cultura indígena no contexto da educação básica”.

    Exibir filmes em sala de aula pode ser importante para as ações de contraturno na escola integral e para a integração das escolas com as comunidades nos finais de semana. Formar uma nova geração de público de produções audiovisuais e que conheçam mais do próprio país equivale, segundo avalia a pesquisadora, a um prêmio de valor imensurável.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Caderno de Música lembra 120 anos de nascimento de Dmitri Shostakovich

    Caderno de Música lembra 120 anos de nascimento de Dmitri Shostakovich

    O Caderno de Música da Rádio MEC neste domingo (20), às 12h30, lembra os 120 anos de nascimento de Dmitri Shostakovich (1906 – 1975), um dos principais compositores do século XX.

    O programa destaca a história e obras que revelam diferentes aspectos da produção do músico, cuja trajetória esteve profundamente ligada às transformações políticas e culturais da União Soviética.

    Nascido em São Petersburgo, em 25 de setembro de 1906, Shostakovich viveu praticamente toda a sua vida sob o regime soviético. Sua música acompanhou, de maneira complexa e muitas vezes contraditória, as profundas transformações políticas e culturais de seu país.

    Ao longo do programa Caderno de Música, os ouvintes vão conferir trechos de obras de Dmitri Shostakovich: Sinfonia número 1, com a Orquestra Sinfônica de Cincinnati, sob a regência de Jesús López-Cobos; Sinfonia número 5, com a Orquestra Filarmônica de Leningrado, sob a regência de Yevgeny Mravinsky; e Suíte para Orquestra de Jazz nº 2, com a Orquestra Real do Concertgebouw, sob a regência de Riccardo Chailly. 

    Sobre o Caderno de Música

    O programa desvenda o universo musical, se propondo a explicar ao ouvinte o que é uma sonata, uma sinfonia, um concerto, spalla, allegro, moderato e os diversos termos da linguagem musical.

    Aborda os gêneros, formas e formatos do mundo da música clássica, através da audição de trechos musicais e da realização de entrevistas especiais.

    Sobre a Rádio MEC

    Conhecida de norte a sul do país como “A Rádio de Música Clássica do Brasil”, a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.

    A Rádio MEC oferece aos ouvintes a experiência de acompanhar repertórios segmentados, composições originais e produções qualificadas. Ainda há espaço também para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada a audiência cativa.

    A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz. O conteúdo ainda é veiculado no app Rádios EBC.

    Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação da Rádio MEC. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537.

    Serviço

    Caderno de Música – 130 anos de Dmitri Shostakovitch – domingo, dia 20/09, às 12h30, na Rádio MEC FM

    Rádio MEC na internet e nas redes sociais

    Site: https://radiomec.ebc.com.br 

    Instagram: https://www.instagram.com/radiomec

    Spotify: https://open.spotify.com/user/radiomec

    YouTube: https://www.youtube.com/radiomec

    Facebook: https://www.facebook.com/radiomec

    X: https://x.com/radiomec

    WhatsApp: (21) 99710-0537

    Como sintonizar a Rádio MEC

    Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz

    Belo Horizonte: FM 87,1 MHz

    Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz

    Parabólica – Star One C2 – 3748,00 MHz – Serviço 3

    Celular – App Rádios EBC para Android e iOS

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rádio MEC transmite domingo o concerto da Orquestra Filarmônica de MG

    Rádio MEC transmite domingo o concerto da Orquestra Filarmônica de MG

    A partir das 11h deste domingo (20), a Rádio MEC transmite ao vivo mais um concerto da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. A apresentação integra a série Concertos para a Juventude e será realizada diretamente da Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, sob regência do maestro José Soares.

    A edição número 5 da série tem como destaque a participação dos solistas Rafael Mendes, na tuba; e Isaac Carvalho, no trompete. A transmissão dá continuidade à temporada 2026 de concertos ao vivo da Rádio MEC, com apresentações de importantes formações sinfônicas do país.

    Entre as peças selecionadas no programa estão Fanfarra para um Homem Comum, de Copland; Concerto para Trompete em Mi Bemol Maior, de Haydn; Variações Sinfônicas – 1º movimento, de Curnow; Pompa e Circunstância, op. 39: marchas nº 4 e nº 1, de Elgar; Cavalaria Ligeira: Abertura, de Suppé; e A Força do Destino: Abertura, de Verdi.

    Natural de São Paulo, José Soares é regente associado da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2022, depois de ter atuado como regente assistente nas duas temporadas anteriores. Vencedor do 19º Concurso Internacional de Regência de Tóquio, em 2021, também recebeu o prêmio do público na competição.

    Rafael Mendes é natural de Nova Odessa, interior de São Paulo, e ingressou na Banda Sinfônica do Estado de São Paulo aos 15 anos, onde foi Eufonista Principal por dezessete anos. Na Alemanha, atuou como professor de low brass na Orchesterschule KlangWelt e eufonista solo da BlechKlang Brass Band.

    Conquistou o primeiro lugar no concurso nacional Prelúdio da TV Cultura e no Deutsches Musikfest, na Alemanha. Além disso, obteve o 3º lugar no concurso nacional Prêmio Weril, foi finalista do concurso nacional Furnas Geração Musical e semifinalista da International Tuba and Euphonium Competition, na Áustria. 

    Membro da Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca, Isaac Carvalho apresenta um trabalho contínuo de estudos, aperfeiçoando uma trajetória marcada por um talento de exceção. Aprovado no programa de verão da Juilliard School, de Nova York, Isaac amplia seus horizontes cada vez mais, despontando como um dos grandes nomes da atual geração na música de concerto brasileira.

    A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais é referência no Brasil e no exterior desde sua fundação, em 2008. A Filarmônica reúne 90 músicos de diferentes regiões do Brasil, da Europa, da Ásia e das Américas.

    A Orquestra recebeu numerosas menções e prêmios, possui 19 álbuns gravados e obteve uma indicação ao Grammy Latino em 2020. Possui ainda ações de formação profissional e realiza com recorrência transmissões ao vivo de suas apresentações.

    Serviço

    Rádio MEC transmite ao vivo concerto da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais neste domingo (20), às 11 horas.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Gabi Terra é destaque do reality Duelo de Guitarras na TV Brasil

    Gabi Terra é destaque do reality Duelo de Guitarras na TV Brasil

    A TV Brasil exibe neste sábado (19), às 13h30, episódio inédito do reality musical Duelo de Guitarras, que apresenta o perfil da guitarrista capixaba Gabi Terra e acompanha sua participação nas disputas do programa.

    Considerada um dos maiores nomes do indie psicodélico no país, a musicista revela criatividade e mostra seu talento ao misturar ritmos e efeitos para expressar o que sente em contato com o som. O projeto autoral My Magical Glowing Lens une psicodelia, rock progressivo e doses de pop-lisérgico.

    “É uma magia. As pessoas se entregam muito na performance. É uma catarse junto com a banda”, conta a guitarrista. Para desvendar o trabalho desenvolvido por ela, a produção exibida pelo canal público traz um pouco da trajetória de Gabi Terra, destaca sua obra e acompanha sua participação no reality.

    Gabi Terra toca guitarra há 20 anos. Segundo a artista, o interesse pelo instrumento surgiu após ouvir o álbum Nevermind, da banda Nirvana, lançado em 1991. Ela também cita como referências grupos como Charlie Brown Jr. e Red Hot Chili Peppers.

    Disputas

    No Duelo de Guitarras, Gabi Terra participou de disputas em dois ritmos. Na primeira prova, enfrentou André Sampaio em uma apresentação de blues. Depois, desafiou Lucas Moscardini em uma disputa de heavy metal, na última prova da fase classificatória.

    Durante o programa, a guitarrista também fala sobre a experiência de participar de um reality musical e sobre a exposição diante das câmeras.

    “O desafio não é só técnico nem criativo, mas, principalmente, conseguir ficar confortável na frente das câmeras”, afirma.

    Gabi Terra também comenta a relação com os demais participantes e a competição dentro do programa.

    “Sou competitiva, mas considero isso uma qualidade. Para acrescentar, crescer e me desafiar. A única competição é comigo mesma”, diz.

    Sobre o programa

    Com 16 episódios, o reality Duelo de Guitarras reúne seis artistas que tocam diferentes estilos musicais em disputas pela premiação na guitarra elétrica.

    O formato foi criado pelo produtor Julio Carvana, com direção e roteiro de Marcio Vianna. O programa é apresentado por Dimi, guitarrista e entusiasta do instrumento.

    Os jurados são Navalha Carrera e João Gaspar, que também atuam como mentores dos participantes. As apresentações são avaliadas pela técnica, precisão, emoção e criatividade.

    Concorrentes

    Pedro Hills – Roqueiro clássico, fã de grupos das décadas de 1960 e 1970, participa de uma banda com o irmão.

    Roger Oliveira – Carioca do subúrbio, começou a tocar na igreja e apresenta repertório variado de ritmos.

    Gabi Terra – Capixaba, desenvolve trabalho autoral com sonoridades experimentais.

    André Sampaio – Ex-guitarrista da banda Ponto de Equilíbrio, tem experiência com ritmos africanos e outros estilos.

    Lui Rabello – Baiana, integrou por 16 anos a banda Altas Horas, do programa homônimo.

    Lucas Moscardini – Guitarrista de heavy metal, participa das disputas da temporada.

    Dinâmica da atração

    Os seis participantes convivem em uma casa equipada com estúdio de gravação e espaços para ensaios, criação e convivência. Durante a temporada, também participam de workshops ministrados por profissionais da música.

    Os participantes eliminados permanecem na casa e continuam envolvidos nas atividades, apoiando os finalistas e participando de jams e ensaios.

    Durante as gravações, os competidores também participaram de atividades como a reforma de uma guitarra antiga que fazia parte do cenário. Em outro momento, cada participante tocou com o guitarrista Victor Biglione, que visitou o reality.

    A atração também promove desafios em que os participantes precisam improvisar em situações diferentes das habituais, como tocar sem palheta ou com parte das cordas da guitarra.

    Valorização do conteúdo independente

    O reality Duelo de Guitarras tem exibição semanal na programação da TV Brasil desde julho. O programa foi realizado por meio do Prodav.

    A TV Brasil exibe produções independentes nacionais e apoia iniciativas do mercado audiovisual brasileiro.

    Serviço

    Duelo de Guitarras – 12º programa
    Sábado (19), às 13h30, na TV Brasil.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Publicações históricas são devolvidas à Biblioteca Nacional 

    Publicações históricas são devolvidas à Biblioteca Nacional 

    A Biblioteca Nacional reintegrou ao acervo 164 publicações históricas que haviam sido furtadas. São 162 exemplares da publicação O Guri, de 1940 e 1950, um exemplar do Almanak Administrativo Mercantil e Industrial da Corte e Província do Rio de Janeiro para o ano bissexto de 1848, organizado e redigido por Eduardo Laemmert, além do Almanaque dos Heróis Comandado por Superman, de 1949. 

    As peças foram recuperadas pela Polícia Federal em 2020 e entregues à Biblioteca Nacional após análise técnica. 

    No total, a equipe da própria biblioteca examinou 217 itens, entre publicações seriadas e outros documentos, com o objetivo de determinar a procedência.

    Carimbos, registros patrimoniais, etiquetas, códigos de identificação e outras características das publicações foram consideradas a fim de vincular as obras ao acervo. 

    No caso de diversos fascículos de O Guri, também foram analisados procedimentos históricos usados pela instituição para a organização e identificação de volumes e fascículos.

    Na edição da revista do Superman foi identificado, inclusive, registro e carimbo da Biblioteca Nacional.

    Operação da PF

    A Operação Dom Pedro II foi deflagrada para localizar e recuperar obras bibliográficas relacionadas ao patrimônio público e cultural brasileiro. 

    A devolução ocorreu em cumprimento da decisão da 4ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Aos 82 anos, Leci Brandão é indicada ao Grammy Latino

    Aos 82 anos, Leci Brandão é indicada ao Grammy Latino

    Aos 82 anos, a sambista e ativista política Leci Brandão foi indicada ao Grammy Latino 2026 pelo álbum Leci Brandão – 50 Anos de Carreira. O disco concorre na categoria Melhor Álbum de Samba/Pagode.

    Em uma postagem no Instagram, a cantora comemorou a indicação e agradeceu o reconhecimento da Academia Latina da Gravação. 

    “Após todo esse tempo de caminhada, ver o nosso samba atravessar fronteiras é um presente que recebo com o coração cheio de gratidão.”

    Assista ao show completo aqui:

    O álbum marca o retorno da sambista à produção, já que a artista não lançava obras desde 2013.

    O disco reúne composições originais com novas interpretações de clássicos do samba e da música popular. 

    Surgem no álbum canções de Jorge Jargão, Grupo Revelação, Elis Regina, Grupo Fundo de Quintal e muitos outros.

    Trajetória 

    Com uma trajetória que começa nos anos 70, Leci se tornou um dos maiores nomes do samba na cultura popular. As composições da artista fazem referência a elementos do Candomblé e representam a cultura afro-brasileira, como o Olodum.

    O repertório da sambista inclui sucessos como “Sonho Meu”, “Zé do Caroço” e “Deixa para lá”.

    *Estagiário sob supervisão de Odair Braz.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Pesquisa mostra desafio de cineastas indígenas para financiar filmes

    Filmes indígenas estão nas salas de cinema, mostras, festivais e nas plataformas de streaming. Ganham prêmios e reconhecimento. Mas para acessar esses espaços é preciso superar barreiras. Uma delas é a do financiamento.

    Pesquisa da Rede Katahirine com 60 cineastas de 40 povos indígenas mostra que cineastas indígenas têm dificuldade de concorrer a editais de fomento.

    Enquanto 81,7% delas já apresentaram filmes em mostras ou festivais, o que demonstra o reconhecimento de suas obras, 71,7% delas relatam que já desistiram de concorrer a um edital. Os principais motivos são a burocracia (70%), o não atendimento aos requisitos de participação (43%) e a linguagem técnica dos concursos (41%).

    Mari Corrêa, idealizadora da rede Katahirine explica que os editais costumam exigir documentos que as cineastas têm dificuldade para fornecer, especialmente as que moram nos territórios.

    “Alguns editais exigem que o proponente tenha uma empresa, uma produtora, por exemplo. Não pode concorrer como pessoa física. Isso praticamente elimina a possibilidade de concorrerem ao financiamento”.

    É o caso de Larissa Tukano. Ela é cineasta e artista visual, mas diz que não procura editais porque acha a linguagem difícil. “Pedem também uma experiência que não podemos comprovar. E a gente sente que esses concursos não nos contemplam”, diz.

    Um outro olhar

    Larissa defende o modo de fazer cinema indígena. Ela diz que ao filmar a própria comunidade, esses cineastas têm um olhar diferente, um respeito pelo tempo das pessoas que estão sendo filmadas. “Podemos conversas na nossa própria lingua e isso torna a conversa mais íntima. Também sabemos o que pode e o que não pode ser filmado”, explica.

    Mari Corrêa também destaca que o cinema indígena segue a própria lógica de produção.

    “Os roteiros não são feitos da forma ocidental de entender um roteiro. A presença do coletivo é muito forte e as decisões são tomadas de modo menos hierarquizado, dentro da comunidade.”

    Serviço

    O livro Ler o vento, filmar o mundo: pesquisa-mapeamento do cinema das mulheres indígenas no Brasil , idealizado pela Rede Katahirine – Rede Audiovisual das Mulheres Indígenas – será lançado nesta quinta-feira, 17 de setembro, as 14h no Cine Brasília, em Brasília.

    A entrada é gratuita. No mesmo dia será lançado também o livro Diretrizes para um audiovisual ético com povos indígenas. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • TV Brasil estreia séries de natureza selvagem em horário nobre

    TV Brasil estreia séries de natureza selvagem em horário nobre

    TV Brasil estreia faixa com séries de natureza selvagem no horário nobre da programação. Emissora pública exibe novas produções documentais às terças e quintas, na faixa de 21h30.

    As primeiras atrações são os seriados África: Garras e Mandíbulas e Criaturas do Grande Azul que estreiam em setembro.

    Para os próximos meses estão previstas as exibições das obras Um Ano Selvagem na Terra e Batalha dos Alfas. Os programas dos novos seriados ambientais com espécies da fauna ficam disponíveis por dez dias no app TV Brasil Play após a exibição na telinha.

    Com quatro episódios de uma hora, a série África: Garras e Mandíbulas marca a reestreia da faixa temática da TV Brasil às quintas, às 21h30. Já Criaturas do Grande Azul é o destaque do canal público para as próximas semanas, a partir do dia 22, às terças, no mesmo horário.

    África: Garras e Mandíbulas

    A série documental África: Garras e Mandíbulas é uma das novidades da TV Brasil. O conteúdo inédito tem espaço na faixa de programação da emissora dedicada à natureza selvagem. A produção acompanha os hábitos de caça dos seres mais perigosos do continente africano.

    Desde os dentes afiados do grande tubarão branco, passando pela velocidade dos grandes felinos até o bote rápido como um raio da serpente negra, o seriado África: Garras e Mandíbulas investiga histórias de ataque e defesa no ambiente natural.

    No oceano, na terra ou no ar, alguns animais têm o instinto da caça em busca de presas com estratégias fatais de golpes. Para esses predadores, a missão de garantir a próxima refeição nunca termina. Essas espécies devem matar para sobreviver. Tubarões, felinos e aves de rapina ganham destaque.

    Nas águas geladas que rodeiam a ponta sul da África, no Cabo da Boa Esperança, o grande tubarão branco controla a maior cadeia alimentar da Terra. Ele é capaz de alcançar uma velocidade de 40 km/h enquanto caça.

    Maior peixe predador dos oceanos, o tubarão branco busca presas como o lobo-marinho australiano, mamífero aquático que têm gordura rica em energia e vive em abundantes colônias, na região da baía Falsa, próximo à Cidade do Cabo. Por sua vez, o lobo-marinho é predador de peixes menores.

    A série mostra, ainda, que a savana africana reúne alguns dos predadores mais impressionantes do planeta. O guepardo é o animal terrestre mais rápido do mundo. Esse felino consegue chegar a até 120 km/h, velocidade que requer um esforço enorme.

    Solitários, os guepardos podem se unir para proteger territórios e os defender de outros machos. Apesar disso, dificilmente têm chances contra intrusos formados por uma alcateia de leões, os felinos mais fortes de África. Eles abatem animais velhos, doentes e feridos.

    Audiência da estreia

    A apresentação na grade do canal de obras documentais com foco na natureza selvagem desperta o interesse do público. O programa África: Garras e Mandíbulas conquistou boa repercussão na janela do primeiro episódio exibido na última quinta-feira, dia 10 de setembro. Com média de 0,31 e audiência, a TV Brasil ficou em 5º lugar no consolidado de três praças – Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

    Na capital do país, com pico de 0,76, a emissora chegou a ficar em 4º lugar. O canal também figurou na 4ª posição no Rio de Janeiro e em São Paulo durante a exibição da série documental. Ao considerar as duas praças, o seriado alcançou 111.380 domicílios, o que representa 0,80% do total de domicílios dessas regiões.

    Ao vivo e on demand  

    Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.  

    Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.  

    Serviço

    África: Garras e Mandíbulas – quinta, dia 17/9, às 21h30, na TV Brasil
    África: Garras e Mandíbulas – quinta, dia 17/9, para sexta, dia 18/9, às 3h30, na TV Brasil 

    TV Brasil na internet e nas redes sociais  

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    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Pesquisadores debatem em Brasília o papel da comunicação pública

    Pesquisadores debatem em Brasília o papel da comunicação pública

    Como levar informação de qualidade à população? Como dialogar com o público e estimular a formação de cidadãos conscientes e engajados? Essas são algumas das perguntas que pesquisadores, estudantes e profissionais de comunicação pública vão debater até sexta-feira (18) durante o 4º Congresso Brasileiro de Comunicação Pública, em Brasília.

    Durante três dias, os pesquisadores vão participar de palestras, mesas redondas, minicursos, relatos de experiências e apresentação de pesquisas. Haverá também lançamento de livros e entrega de premiações.

    “A comunicação pública não se resume a divulgar realizações ou ocupar canais. A comunicação pública precisa ajudar as instituições a cumprir sua missão e permitir que políticas de serviços, de direitos, cheguem às pessoas. Quando isso falha, o cidadão paga o custo em tempo, dinheiro, segurança e perda de oportunidades”, disse o diretor de Relações Acadêmicas da Associação Brasileira de Comunicação Pública, Jorge Duarte. 

    Desafios

    Os participantes também lembraram dos desafios da Comunicação Pública, como a transformação tecnológica acelerada e Inteligência Artificial, a fragmentação das audiências e o combate à desinformação.

    “As instituições públicas não podem ficar inertes à desinformação e elas não podem responder a esse fenômeno só corrigindo informações falsas. Elas precisam construir relações permanentes de credibilidade, transparência e diálogo com a sociedade e também fazer ações de educação midiática”, destacou a diretora da Secretaria de Comunicação Social do Senado, Glauciene Lara.

    Serviço:

    O Congresso Brasileiro de Comunicação Pública vai até sexta-feira (18). Os debates ocorrem na Câmara dos Deputados, em Brasília, e podem ser acompanhados online.

    Confira a programação completa no site do evento.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original