Categoria: Cultura

  • Prazo para inscrições no Prêmio Rádio MEC termina neste domingo

    Prazo para inscrições no Prêmio Rádio MEC termina neste domingo

    Termina neste domingo (13) o prazo para as inscrições na 22ª edição do Prêmio Rádio MEC. O concurso vai receber obras musicais inéditas em três categorias: Música Clássica, Música Instrumental e Música para Infância. As inscrições são gratuitas e devem ser efetuadas pelo site radiomec.ebc.com.br, onde também é possível conferir o regulamento. A Rádio MEC é uma emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

    A iniciativa tem como objetivo revelar e divulgar gravações de obras musicais inéditas, abrindo espaço na programação da Rádio MEC para cantores, compositores e instrumentistas de todo o país. As músicas concorrentes devem ter identificação com o perfil musical da emissora. No caso das obras com letra, o idioma deve ser obrigatoriamente o português.

    “A Rádio MEC nasceu de uma tradição pioneira e inovadora no rádio brasileiro. Ao realizar mais uma edição do prêmio, a emissora reafirma essa vocação de ampliar o acesso à cultura e aproximar as pessoas de repertórios até então pouco conhecidos, além de valorizar artistas de todo o país que produzem música clássica, instrumental e para a infância. O Prêmio já faz parte do nosso calendário e combina memória, criação artística, diversidade cultural e compromisso com a formação de novos públicos”, afirma Antonia Pellegrino, presidente da EBC.

    Ao todo, serão concedidos nove prêmios em três categorias. Pelo júri, as premiações são para Melhor Música Clássica, Melhor Intérprete de Música Clássica, Melhor Música Instrumental, Melhor Intérprete de Música Instrumental, a Melhor Música para Infância e Melhor Intérprete de Música para Infância. Pelo voto popular, serão três prêmios: Melhor Música Clássica, a Melhor Música Instrumental e a Melhor Música para Infância.

    As músicas classificadas serão divulgadas em 25 de setembro e passarão a ser veiculadas nas programações das emissoras da Rádio MEC, de acordo com o perfil musical. A votação pela internet também começa em 25 de setembro e segue até 15 de novembro. As finalistas serão anunciadas em 18 de novembro, e as vencedoras serão divulgadas em 1º de dezembro. Além da transmissão na Rádio MEC, as músicas vencedoras serão premiadas com troféus.

    Serviço

    Prêmio Rádio MEC está com inscrições abertas até o domingo (13). Acesse radiomec.ebc.com.br, confira o regulamento e realize o seu cadastro.

    Sobre a Rádio MEC

    Conhecida de norte a sul do país como “A Rádio de Música Clássica do Brasil”, a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.

    A Rádio MEC oferece aos ouvintes a experiência de acompanhar repertórios segmentados, composições originais e produções qualificadas. Ainda há espaço também para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada a audiência cativa.

    A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz. O conteúdo ainda é veiculado no app Rádios EBC.

    Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação da Rádio MEC. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537. 

    Rádio MEC na internet e nas redes sociais

    Site: https://radiomec.ebc.com.br

    Instagram: https://www.instagram.com/radiomec

    Spotify: https://open.spotify.com/user/radiomec

    YouTube: https://www.youtube.com/radiomec

    Facebook: https://www.facebook.com/radiomec

    X: https://x.com/radiomec

    WhatsApp: (21) 99710-0537

    Como sintonizar a Rádio MEC

    Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz

    Belo Horizonte: FM 87,1 MHz

    Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz

    Parabólica – Star One C2 – 3748,00 MHz – Serviço 3

    Celular – App Rádios EBC para Android e iOS

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Padre impede Lavagem da Madeleine, celebração afro-brasileira em Paris

    Padre impede Lavagem da Madeleine, celebração afro-brasileira em Paris

    Marcado para domingo (13), a tradicional Lavagem de Madeleine, evento afro-brasileiro que reúne milhares de pessoas, em Paris, na sua 25ª edição, não obteve autorização da Igreja para ser realizado. A lavagem das escadarias da igreja de mesmo nome, no entanto, foi transferida para aérea pública em frente onde são esperadas 60 mil pessoas. 

    Além dos rituais religiosos, a celebração contará com apresentações de artistas e terá a cantora Mariene de Castro como a principal atração.

    De acordo com os organizadores, a mudança de local ocorreu após o pároco de La Madeline, o Monsenhor Patrick Chauvet, informar que não permitiria a lavagem da escadaria em 2026, como ocorreu nos últimos anos. Em nota, a 25ª edição da Lavagem lamenta a decisão e informa que permanece aberta ao diálogo.

    A lavagem é uma celebração ecumênica, que reúne referências do catolicismo e das religiões de matriz africana. Na última edição, em 2025, celebrou a cantora Preta Gil. Em anos anteriores, contou com artistas como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Daniela Mercury, Margareth Menezes, além de Carlinhos Brown e Olodum.

    Procurada pela reportagem, a Arquidiocese de Paris não explicou a negativa para à festa afro-brasileira. No site da instituição, há um chamado para os católicos demonstrarem “amizade” à comunidade judaica, que celebra nesta semana o Ano Novo (Rosh Hashaná) e o Dia do Perdão (Yom Kippur). O espaço permanece aberto para a manifestação da igreja e do pároco Patrick Chauvet.

    A Lavagem da Madeleine é inspirada na tradicional Lavagem da Igreja do Bonfim, em Salvador, na Bahia. Em Paris, é realizada há mais de duas décadas e, desde 2022, é reconhecida pelo Ministério da Cultura francês como patrimônio imaterial, parte do calendário cultural de Paris. A reportagem também procurou os órgãos oficiais daquele país, no Brasil, para comentar à negativa da igreja, mas não obteve retorno, por causa do fuso horário. 

    A festa integra ainda a Rota dos Escravizados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), parte de um roteiro cultural internacional que conecta locais relacionados à história da escravidão e preservar a memória do maior crime contra a humanidade até agora.

    Apesar da proibição, a 25ª edição do evento, espera uma centena de artistas em uma festa que se estenderá pelas ruas de Paris, após o ato religioso em frente à igreja.

    O mestre de cerimônias, o multiartista Robertinho Chaves, um dos organizadores, comandará a atração ao lado de Mariene de Castro, do alto de um trio elétrico. Segundo ele, a festa divulga a cultura brasileira na Europa e tem compromisso com a tolerância. Em nota, a organização conclama apoio:

    “Convocamos artistas, instituições culturais, líderes religiosos, movimentos sociais, brasileiros, franceses, imigrantes e todas as pessoas comprometidas com a liberdade religiosa, a diversidade e direitos a apoiarem a 25ª edição da Lavagem e a se unirem a esta demonstração de resistência cultural”, afirma, em nota  no seu site.

    No trio elétrico, também são esperados o cantor Jau, a artista franco-brasileira Gildaa e Lorena Pires, residente da Academia de Ópera Nacional de Paris, que interpretará a oração “Ave Maria”.

    A concentração será na Place de la République, de onde um cortejo sairá ao som de samba, maracatu, capoeira e de uma ala de baianas.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rádio Nacional celebra 90 anos neste sábado com programação especial

    Rádio Nacional celebra 90 anos neste sábado com programação especial

    A Rádio Nacional comemora, neste sábado (12), 90 anos de existência de uma forma inédita. Os estúdios de todas as praças (Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, São Luís, Amazônia e Alto Solimões) estarão interligados em tempo real com uma programação especial dedicada à história e à presença da emissora pública no país. 

    Das 13h às 17h, no horário de Brasília, o programa Somos Uma Só Nacional vai reunir, em rede, apresentadores, artistas, pesquisadores, profissionais da comunicação e personagens ligados à trajetória da rádio, hoje integrante da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).  A atração também será transmitida em vídeo pelo canal no YouTube.

    O especial será inédito por conectar, simultaneamente, representantes das emissoras que dão forma à Nacional hoje. A transmissão contará com a participação de mais de sete apresentadores de diferentes localidades, em um encontro que aproxima o público dos profissionais que, todos os dias, constroem vínculos de confiança, afeto e serviço com seus ouvintes.

    A presidente da EBC, Antonia Pellegrino, afirma que a Rádio Nacional chega aos seus 90 anos como um patrimônio do país e também como uma emissora alinhada às demandas e necessidades atuais de seu público. 

    “O rádio permanece vivo, forte e presente. Ele se reinventa e estamos atentos a essas transformações. Nesse cenário, a EBC tem investido na qualidade das transmissões, na produção de novos conteúdos, na modernização da presença digital e no fortalecimento das parcerias com a Rede Nacional de Comunicação Pública, por exemplo. Celebrar essa história é também reafirmar o  presente e o futuro da Nacional: uma rádio pública, sem fronteiras, conectada ao seu tempo e comprometida com a diversidade do país”, destaca Pellegrino.

    A transmissão parte da história iniciada no Rio de Janeiro, em 1936, para celebrar a rede construída ao longo dos últimos anos, marcada pela integração e pelo compromisso de levar comunicação pública a vários territórios do Brasil, em diálogo com a sua marca registrada de ser um veículo sem fronteiras.

    “O Somos Uma Só Nacional traduz o que a emissora se tornou ao longo de 90 anos. A Nacional nasceu no Rio de Janeiro, mas hoje é uma rede presente em diferentes regiões do país. Este especial é inédito porque coloca essas emissoras em diálogo, reforçando que somos uma mesma marca pública, unida pelo compromisso de informar, prestar serviço e valorizar a cultura brasileira”, comenta o diretor-geral da EBC, Thiago Regotto.

    A programação de sábado vai contar com âncoras da Rádio Nacional de Brasília (FM 96,1 MHz e AM 980 kHz), Rio de Janeiro (FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz), São Paulo (FM 87,1 MHz), Amazônia (11.780 kHz e 6.180 kHz OC), Alto Solimões (FM 96,1 MHz) e São Luís (FM 93,7 MHz). Os ouvintes de Recife também poderão acompanhar pela frequência FM 87,1 MHz.

    Programação

    O Somos Uma Só Nacional vai recuperar momentos marcantes da rádio e destaca iniciativas produzidas pela EBC para celebrar o aniversário. Entre elas está o documentário 90 anos em 90 histórias, série com episódios diários em contagem regressiva para a data, entrevistas e acervos raros.

    O programa recebe Guilherme Strozi, Raquel Júnia e Jailton Sodré, integrantes da equipe responsável pela produção. 

    O especial também recebe o jornalista Dylan Araújo, responsável pelo Rádio Memória, webcast exibido no YouTube e nas rádios da EBC. A produção ampliou o resgate dos 90 anos a partir de registros, depoimentos e conteúdos ligados à memória da Nacional. 

    A edição inclui ainda entrevista com representantes da Estácio de Sá, escola de samba que preparou uma nova versão do samba-enredo em homenagem à Rádio Nacional. A composição Alô! Alô! Brasil! foi apresentada em 1997, nas comemorações dos 40 anos da rádio, e volta à programação comemorativa. A letra foi atualizada com os nomes da equipe atual da Nacional e reforça a importância do veículo.

    Outro tema em pauta é o documentário PRK30 – O Rádio pelo Avesso, lançado nos cinemas nesta semana do aniversário da Nacional. O filme resgata o PRK-30, programa humorístico que marcou a Era de Ouro do rádio brasileiro e integrou a grade da emissora.

    A celebração também terá participações de artistas de diferentes gerações e regiões do país. Estão previstas entrevistas com Marcos Valle, Hamilton de Holanda, Márcia Kambeba, Carol Carneiro e Tom Zé,  Flávio Venturini, Claudio Nucci, Flávia Bittencourt, Da Gama, Manoel Cordeiro, Patrícia Bastos, Ellen Oléria e Roberto Menescal.

    Além das conversas, o especial terá quadros comemorativos. Um deles, Eu já fui Nacional, reúne depoimentos de empregados que passaram pela rádio. A edição também apresenta uma radionovela sobre a história da rede, organizada em uma linha do tempo que parte da inauguração da Nacional do Rio de Janeiro e percorre a chegada das demais emissoras da marca.

    Com 90 anos de existência, a Rádio Nacional se consolidou como uma das principais referências da comunicação brasileira. Ao longo da história, a emissora acompanhou transformações culturais, políticas e sociais do país, com programação marcada por jornalismo, prestação de serviço, música, dramaturgia, esporte, cultura e forte vínculo com o público.

    Sobre a Nacional

    A Rádio Nacional foi fundada no Rio de Janeiro (RJ) pelo grupo do Jornal A Noite em 12 de setembro de 1936 com o prefixo PRE-8. Começou a ganhar força em 1940, quando foi incorporada à União e se firmou como fenômeno de expressão da cultura popular brasileira.

    Teve papel fundamental na transmissão de notícias para todo o território brasileiro com o Repórter Esso, apresentado pelo jornalista Heron Domingues e que se tornou sucesso de audiência. Na época, a emissora chegava a receber milhares de cartas por dia enviadas por ouvintes de todo país.

    A música transformou-se em um capítulo à parte na história da Nacional. As apresentações eram realizadas por conjuntos diversos, incluindo orquestras da própria emissora. Em 1942, a Nacional inaugurou seu auditório, palco de atrações inesquecíveis sob o comando de estrelas do rádio como Paulo Gracindo e César de Alencar.

    A Nacional ainda foi protagonista de uma virada histórica na comunicação ao inaugurar, em 1941, a era das radionovelas no Brasil com Em busca da felicidade. O país parava para ouvir a produção e os brasileiros se reuniam em torno do rádio com os corações atentos a cada capítulo.

    Se antes os ouvintes já acompanhavam narrativas do radioteatro, foi com essa atração que o formato ganhou nova dimensão e roupagem. O texto original do cubano Leandro Blanco, adaptado por Gilberto Martins, não apenas conquistou audiência, mas ajudou a consolidar uma cultura de consumo de dramaturgia que atravessaria gerações e encontraria, mais tarde, sua consagração definitiva também na televisão brasileira.

    Em mais um marco de sua trajetória, a Rádio Nacional antecipou-se à própria história da nova capital federal. Quando Brasília ainda se erguia no cerrado, o rádio já fazia ecoar sua existência para todo o país.

    Em 31 de maio de 1958, o presidente Juscelino Kubitschek inaugurava a Rádio Nacional de Brasília. A emissora operava em ondas médias e ondas curtas, permitindo com que os candangos que trabalhavam na construção da cidade se comunicassem com suas famílias residentes em outras regiões. Esse potencial abriria caminho para a expansão da rede, em 1977, com a estreia da Rádio Nacional da Amazônia.

    A Rádio Nacional acumula uma galeria de troféus que evidencia a sua relevância no cenário jornalístico e cultural. O mais recente deles veio no ano passado. O programa Tarde Nacional SP foi escolhido pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como melhor programa cultural de rádio de 2025.

    Serviço

    Rádio Nacional celebra 90 anos neste sábado (12) com o especial Somos Uma Só Nacional. Das 13h às 17h, em toda a cadeia Nacional.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Festival de Brasília do Cinema Brasileiro começa nesta sexta-feira

    Festival de Brasília do Cinema Brasileiro começa nesta sexta-feira

    O mais longevo festival de cinema do país se viu protagonista do próprio drama, com pitadas de suspense e ação, mas com final feliz. A 59ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro começa nesta sexta-feira (11) após ser cancelado e em poucas horas novamente confirmado pelo governo do Distrito Federal. Um verdadeiro arco de redenção digno dos grandes roteiros do cinema.

    Foram quase 2 mil filmes inscritos, um recorde dentro do festival. Desses, mais de 70 filmes foram selecionados em várias mostras. Além das mostras competitivas de longas e curtas, o festival terá mostras paralelas e sessões especiais para celebração de artistas e temáticas relevantes para o audiovisual brasileiro.

    Entre as mostras, a sessão Vozes e Lutas, com filmes notabilizados pela retratação de movimentos políticos e culturais relevantes. Entre eles, Pontos de Partida, do cineasta Silvio Tendler, morto em setembro do ano passado.

    Nesta sexta-feira, a abertura do festival será a partir das 19h30, no Cine Brasília, com o filme A Pele Morta, de Denise Moraes e Bruno Fatumbi Torres.


    Brasília (DF), 10/09/2026 - O Cine Brasília recebe o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
    Brasília (DF), 10/09/2026 - O Cine Brasília recebe o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
    Cine Brasília recebe o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro – Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

    “As expectativas são as melhores possíveis. Um dos grandes destaques desta programação é a presença importante de filmes de Brasília, com vínculos fortes com o Distrito Federal”, disse a diretora-geral do festival, Sara Rocha, à Agência Brasil.

    Um desses exemplos é justamente A Pele Morta. O filme foi concebido pelo diretor Geraldo Moraes, radicado em Brasília e morto em 2017, e resgatado e dirigido pelos seus filhos.

    Outro destaque desta edição é levar episódios de uma série à tela do Cine Brasília. Três episódios de Delegado, série dirigida por Marcelo Lordello e Leonardo Lacca, serão apresentados em primeira mão no festival, no sábado (12), às 18h. A série é produzida por Kleber Mendonça Filho e Emilie Lesclaux, responsáveis pelo grande sucesso do cinema nacional no ano passado, com O Agente Secreto.

    Reviravolta

    Após receber 1.928 inscrições, selecionar a maior parte dos filmes e encaminhar toda a programação, a organização do festival de cinema recebeu a notícia do cancelamento do evento. O argumento do governo do Distrito Federal era de falta de verba.

    A notícia se espalhou rapidamente na cidade, mobilizando a classe artística. Horas depois, a governadora Celina Leão publicou em suas redes sociais a determinação para que a Secretaria de Economia providenciasse os recursos necessários para o festival. 

    Passada a tensão e a apreensão, o momento é de celebrar o cinema de Brasília e o cinema nacional em mais uma edição do festival. Essa é a expectativa de Sara Rocha.

    “A gente espera superar o número de espectadores e poder abraçar todas as pessoas que fazem parte do festival; o público, os realizadores e toda comunidade cultural, para que a gente possa celebrar o cinema brasileiro e fortalecer. A cada edição do festival que se realiza, amplia um pouco mais esse lastro”.

    O festival nasceu em 1965 e, ao longo das décadas, consolidou-se como um espaço de debate sobre o audiovisual brasileiro. Ele só não foi realizado em dois anos durante a ditadura militar. Durante a pandemia, foi realizado de forma virtual. 


    Brasília (DF), 10/09/2026 - O Cine Brasília recebe o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
    Brasília (DF), 10/09/2026 - O Cine Brasília recebe o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
    Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é realizado desde 1965 – Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

    Desde 2007, é considerado patrimônio imaterial do Distrito Federal.

    “Um patrimônio não é cancelável. O festival é um patrimônio tombado formalmente e afetivamente, não só por Brasília, mas por todo o Brasil. A gente está muito feliz e orgulhoso de poder entregar mais uma edição do festival. Que todo mundo possa aproveitar com a gente”, celebrou a diretora-geral.

    Confira a programação completa no site oficial do festival.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Sala de Concerto, da Rádio MEC, apresenta ópera Vênus e Adônis

    Sala de Concerto, da Rádio MEC, apresenta ópera Vênus e Adônis

    O programa Sala de Concerto que a Rádio MEC leva ao ar nesta sexta-feira (11), às 17h, apresenta a ópera Vênus e Adônis, interpretada pelo Conosco Coletivo de Criadores. O espetáculo foi gravado no Teatro Levino de Alcântara, na Escola de Música de Brasília. 

    Com mais de 300 anos, a ópera inglesa ganha uma leitura contemporânea em uma montagem que aproxima a obra histórica do olhar do século XXI. O elenco de solistas é composto por Joyce Moreira (soprano) como Vênus, Gustavo Freccia (barítono) como Adônis e Isabel Quintela (soprano) como Cupido.

    Completam a performance um corpo estável de 16 instrumentistas especializados em música antiga (com instrumentos como flautas doces, violas da gamba, cravo e teorba), e um coro de oito vozes.

    Idealizado por Cecília Aprigliano, André Vidal e Mônica Monteiro, o Conosco Coletivo de Criadores tem como missão fomentar a produção musical e cênica no Distrito Federal. O grupo promove o encontro entre a música de câmara e outras linguagens artísticas.

    Durante a atração da Rádio MEC, o apresentador Pedro Pontes conversa com Cecília Aprigliano e André Vida, que assinam a direção musical do espetáculo. No bate-papo, eles contam como decidiram o formato e a montagem da ópera, como foi o processo seletivo dos solistas e onde o público pode acompanhar o trabalho do grupo e saber das próximas apresentações. 

    Sobre o Sala de Concerto

    Transmitido às sextas-feiras, às 17h, o programa Sala de Concerto é um espaço para apresentações ao vivo de músicos da cena clássica brasileira. No ar desde o ano 2000, a atração da Rádio MEC promove o encontro entre instrumentistas, cantores e o público. 

    Sobre a Rádio MEC

    Conhecida de norte a sul do país como “A Rádio de Música Clássica do Brasil”, a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.

    A Rádio MEC oferece aos ouvintes a experiência de acompanhar repertórios segmentados, composições originais e produções qualificadas. Ainda há espaço também para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada a audiência cativa.

    A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz. O conteúdo ainda é veiculado no app Rádios EBC.

    Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação da Rádio MEC. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Mostra em SP exibe produção do indigenista Vincent Carelli

    Mostra em SP exibe produção do indigenista Vincent Carelli

    O CineSesc, na capital paulista, exibe nesta quinta-feira (10), às 20h, o documentário Arquivo Vivo, em que Vincent Carelli e Ana Carvalho dividem a direção. Parte da programação do festival Amor ao Cinema, a obra recupera como o projeto Vídeo nas Aldeias se firmou enquanto acervo dos povos originários brasileiros, com mais de 70 filmes rodados.

    Franco-brasileiro, Carelli começou a flertar com o indigenismo muito cedo, por influência de um missionário dominicano de seu colégio em São Paulo, e filósofo que já circulava em comunidades Mẽbengôkre Xikrin (ou Kayapó Xikrin), no Pará. 

    Das apresentações com slides que o religioso preparava e mostrava em aulas, nasceu a vontade de acompanhá-lo nas viagens. Aos 16 anos de idade, então, perguntou se poderia ir em uma das viagens e teve seu pedido atendido. 

    Era a primeira vez que subia em um avião, e a sequência de voar e horas depois descer na floresta e entrar na aldeia, o marcou para sempre. 

    “A sensação de ter adentrado em outro momento da humanidade foi muito forte. O cheiro, a emoção. A emoção deles [indígenas], que também estavam recebendo um [indígena] que estava se tratando em Marabá, e aquele choro kayapó diante do retorno, a saudade das irmãs”, lembra Carelli, filho parisiense do ceramista, desenhista e pintor Antônio Carelli e de mãe brasileira e irmão da atriz e diretora teatral Chica Carelli.

    “Para mim, foi uma experiência definitiva. Eu voltei lá dois anos consecutivos, fiz um ano de USP [Universidade de São Paulo] e disse, quer saber de uma coisa? eu vou morar lá.”

    Já reconhecido como um não indígena de confiança, Carelli foi convidado pelos xikrin para permanecer na aldeia, após concluir uma formação de indigenista em Brasília. 

    Contudo, como era no período da ditadura, houve um impedimento de militar, naquele momento e daquela forma, com o movimento indígena. O argumento, segundo Carelli, era que “não daria certo, por ele ser muito amigo dos indígenas”. 

    “Na época da ditadura, as ONGs foram demonizadas. E as associações indígenas, nem a Funai [então Fundação Nacional do Índio] queria ouvir falar disso!, lembra. 

    Nos anos 1970, o cineasta trabalhou na Funai e cofundou o Centro de Trabalho Indigenista (CTI), com um grupo de antropólogos. Foi também nessa década que ele e Andrea Tonacci se conheceram, para formatar um projeto para a Guggenheim, chamado Inter Povos. 

    Tonacci já idealizava usar o vídeo para encurtar distâncias entre os povos indígenas, e o VHS foi o ingrediente que faltava para a poção mágica que os transformaria em cineastas também. 

    Como qualquer outra pessoa que acredita em relações horizontais, sem ter a gana de exercer domínio sobre outras, Carelli se sentiria pleno quando visse indígenas filmando e não apenas sendo filmados.

    Em 1986, com essa proposta, começava oficialmente a história do Vídeo nas Aldeias, estruturado por Carelli com sua esposa, a antropóloga Virgínia Valadão. 

    O projeto não parou nem mesmo durante a pandemia da covid-19. Ao contrário, seria, pela negligência do governo de Jair Bolsonaro, segundo Carelli, ainda mais importante para se documentar o que foi, para muitos indígenas, seu ciclo derradeiro.

    “A questão da apropriação da imagem, afinal, tem várias dimensões. Uma é a que se tem consigo mesmo. Mas tem também a de memória de vidas que estão sofrendo um momento muito intenso de cotidiano, de novidades. Os velhos se vão”, pondera. 

    Além de realizador audiovisual e educador na área, Carelli foi jornalista e repórter fotográfico freelancer das revistas IstoÉ, Repórter Três e do jornal Movimento. Foi também editor fotográfico e pesquisador do Projeto Povos Indígenas no Brasil do Centro Ecumênico de Documentação e Informação (Cedi), que deu lugar ao Instituto Socioambiental (ISA). 

    Um questionamento mencionado pelo indigenista provoca melindres até hoje: “Existe instituição do Estado brasileiro comandada, com autonomia, por povos indígenas? Qual é a relação dos museus? É quase uma utopia. E eles não podem ser alienados das imagens, têm que ter acesso a elas.”

    Serviço

    Festival Amor ao Cinema | CineSesc

    Arquivo Vivo

    Direção: Vincent Carelli e Ana Carvalho

    País: Brasil

    Ano: 2026

    Duração: 2h17min. (137’)

    Classificação Indicativa: Livre

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rádio Nacional lança clipe para celebrar seus 90 anos

    Rádio Nacional lança clipe para celebrar seus 90 anos

    Para festejar as nove décadas da Rádio Nacional, a emissora pública lança, nesta quarta-feira (9), o clipe inédito da nova versão de um samba-enredo histórico da escola de samba Estácio de Sá em homenagem à rádio.

    Gravado em 1977, “Alô! Alô! Brasil!” comemorava os 40 anos da emissora. A letra foi atualizada para incluir os nomes da equipe de hoje da Nacional e para celebrar seus 90 anos.

    A parceria volta, agora, com novo fôlego. A regravação no estúdio da rádio e na quadra da agremiação reúne locutores, produtores, técnicos e demais profissionais da emissora. A ação teve a presença de ícones como o radialista Rubem Confete.

    A performance ainda conta com integrantes da vermelha e branca como a velha guarda, as baianas, os ritmistas da bateria, o casal de mestre-sala e porta-bandeira, os dirigentes da Estácio de Sá e o intérprete Merica, do carro de som da escola.

    O clássico samba-enredo destaca grandes marcos da emissora como os célebres programas de auditório com grandes plateias, as transmissões esportivas, as radionovelas e as produções de humor que marcaram época.

     

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    Os versos que embalam o início do samba são: “A Rádio Nacional está presente neste carnaval // E vem contar a sua história // Nove décadas de glória // Descritas de maneira genial“.

    Na semana de aniversário da Nacional, que completa 90 anos em 12 de setembro, o vídeo estreia na telinha durante o programa Sem Censura, apresentado por Cissa Guimarães na TV Brasil, nesta quarta (9), e também entra no ar no YouTube da Rádio Nacional onde fica disponível. O clipe tem direção de Ricardo Alexandria, diretor de fotografia do canal.

    A entrevista com Edvaldo Fonseca, diretor de Carnaval da agremiação, aborda a parceria da escola de samba com a Rádio Nacional. O convidado fala sobre os eventos comemorativos em homenagem aos 90 anos da emissora e outras ações previstas com a Nacional para festejar o centenário da Estácio de Sá.

    O veículo da EBC comemora a nova iniciativa com a agremiação no ano de aniversário da rádio. Em 2027, a Estácio de Sá comemora seu centenário com um enredo temático sobre a trajetória da escola conhecida como o “berço do samba”.

    Para reforçar o vínculo, uma ala vai homenagear a Rádio Nacional no desfile deste próximo ano. Além disso, a TV Brasil prepara um documentário original sobre os 100 anos da agremiação com estreia prevista no canal durante a folia de 2027.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Seis filmes seguem na disputa para representar o Brasil no Oscar

    Seis filmes seguem na disputa para representar o Brasil no Oscar

    A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta quarta-feira (9) os seis filmes brasileiros que continuam em disputa pela vaga de representante do Brasil no Oscar 2027.  A decisão sobre o longa que vai tentar uma vaga na categoria de melhor filme internacional será tomada em 16 de setembro.

    Os títulos que continuam em disputa são:

    • 100 Dias, de Carlos Saldanha;
    • A Fabulosa Máquina do Tempo, de Eliza Capai;
    • A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo;
    • Feito Pipa, de Allan Deberton;
    • Nosso Segredo, de Grace Passô;
    • Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins.

    A lista dos finalistas saiu de uma pré-lista de 15 filmes,  divulgada pela Academia Brasileira de Cinema no mês de agosto.

    Oscar

    Ter sido escolhido como o representante brasileiro ao Oscar não significa que o filme já terá garantida uma indicação ao prêmio. Cada país indica um filme como representante para a disputa. O Oscar analisa essas indicações e faz uma seleção dos filmes que, de fato, vão concorrer ao principal prêmio do cinema mundial.

    A cerimônia que premiará os melhores filmes do Oscar está marcada para 14 de março de 2027.

    Em 2025, o Brasil conquistou o primeiro Oscar com o filme Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, na categoria de melhor filme internacional. Neste ano, o Brasil voltou a ser indicado com o filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, que acabou perdendo o prêmio para o norueguês Valor Sentimental.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Sesc celebra 80 anos com programação gratuita em várias cidades

    Sesc celebra 80 anos com programação gratuita em várias cidades

    Em comemoração aos 80 anos de história, o Serviço Social do Comércio (Sesc) promove, nos dias 12 e 13 de setembro, programação especial e gratuita em diversas cidades. Shows, apresentações culturais e atividades de lazer serão realizados em unidades do Sesc e em espaços públicos destinados a grande concentração de público.

    No Amazonas, Péricles e Xande de Pilares se apresentam no Sambódromo de Manaus; Caetano Veloso faz show no Taguaparque, em Taguatinga (DF); em Campo Grande (MS), a festa é com o cantor Samuel Rosa, em uma apresentação no Parque das Nações Indígenas.

    Seu Jorge se apresenta na Orla da Pajuçara, em Maceió (AL); Recife (PE) recebe Conde Só Brega no Sítio Trindade; Oswaldo Montenegro canta seus sucessos na Lagoa da Jansen, em São Luís (MA).

    Também fazem parte da programação nacional Rashid, Silva e Rincon Sapiência (SP), Sandra Sá (PR), Renato Teixeira (SC), Paula Toller (TO), Marcelo Jeneci (BA), Banda Sayonara (AP) e Moacyr Luz (ES), entre artistas. 

    A programação inclui apresentações de música de concerto, com obras executadas por orquestras. A Orquestra Jovem Sesc Brasil, composta por 59 jovens músicos de 11 estados brasileiros, se apresenta no dia 13 no Centro Cultural Sesc Quitandinha, em Petrópolis (RJ).

    Também participam do evento de aniversário as orquestras Sesc do Piauí, da Paraíba, do Polo Socioambiental Sesc Pantanal, de Sergipe, a Orquestra Sesc Musicar do Maranhão e a Orquestra de Câmara Sesc de Minas Gerais.

    No Ceará, a Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Ceará apresentará o concerto “Homenagem a Ednardo”, sob regência do maestro Leandro L. Serafim. O espetáculo contará com a participação do próprio Ednardo, um dos mais importantes nomes da música cearense e brasileira.

    Um concerto inédito de Geraldo Azevedo e a Orquestra Filarmônica de Alagoas será realizado na Orla da Pajuçara, em Maceió (AL). O Teatro Sesc Casa do Comércio, em Salvador (BA), recebe o espetáculo “Um Concerto para Encontros”, com a Orquestra Afrosinfônica. No repertório, haverá homenagem a Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Sem Censura festeja 90 anos da Rádio Nacional com edições temáticas

    Sem Censura festeja 90 anos da Rádio Nacional com edições temáticas

    O programa Sem Censura faz um esquenta com atrações especiais durante esta semana na telinha da TV Brasil em comemoração aos 90 anos da Rádio Nacional, celebrados no próximo sábado, dia 12 de setembro.

    A cada dia, a roda de conversa recebe convidados para bate-papos temáticos que ajudam a contar diferentes capítulos dessa história e relembrar momentos épicos da emissora que revelou talentos, criou ídolos e faz parte da cultura popular do país.

    Nesta terça-feira (8), ao vivo, às 16h, a memória do rádio é lembrada por Thiago Regotto, diretor-geral da EBC, que faz a gestão da TV Brasil e da Rádio Nacional. O convidado da produção tem uma história profissional muito associada ao veículo e fala sobre a trajetória de nove décadas da emissora.

    Já na quarta-feira (9), no mesmo horário, o Sem Censura lança uma nova versão de um samba-enredo da escola de samba Estácio de Sá em homenagem à Rádio Nacional com clipe produzido pela TV Brasil para destacar a data. A apresentadora Cissa Guimarães entrevista Edivaldo Machado, diretor de carnaval da agremiação.

    O programa conta com a presença do renomado locutor esportivo José Carlos Araújo, o Garotinho, na quinta-feira (10), às 16h. Aos 86 anos, o veterano abre o coração para recordar grandes histórias e revelar bastidores das transmissões de futebol da Nacional. O consagrado narrador conta curiosidades sobre as suas seis décadas de carreira.

    Para fechar a semana, na sexta-feira (11), o Sem Censura é dedicado aos 90 anos da Rádio Nacional. A bancada reúne a jornalista Raquel Júnia, profissional da emissora; o cineasta Eduardo Albergaria, que dirige um filme sobre o programa PRK-30; e os atores Renato Borghi e Soraya Ravenle, que estão em cartaz com uma peça sobre Dalva de Oliveira, uma das estrelas da Nacional.

    Na última segunda-feira (7), a roda de conversa já tinha abordado a importância da emissora na vida artística do saudoso cantor Cauby Peixoto, um dos grandes ídolos do Brasil. Nos microfones da Rádio Nacional, então a maior vitrine da música brasileira, o astro se tornou popular no país inteiro.

    O especial está disponível na íntegra no app TV Brasil Play e no YouTube da emissora, com cortes nas redes sociais.

    Serviço

    Sem Censura – Segunda a sexta, às 16h, na TV Brasil
    Sem Censura (reprise) – Segunda a sexta, à meia-noite, na TV Brasil
    Sem Censura – Spotify – https://open.spotify.com/show/09O9CTA1nHctKJ2AdII0JZ

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original