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  • Prêmio Jabuti anuncia semifinalistas da 68ª edição

    Prêmio Jabuti anuncia semifinalistas da 68ª edição

    Os semifinalistas da 68ª edição do Prêmio Jabuti foram anunciados nesta terça-feira (29) pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). A cerimônia de entrega dos prêmios será em 27 de outubro, na Sala São Paulo, em evento para convidados na capital paulista. Haverá transmissão ao vivo pelo canal da CBL no YouTube. 

    Além do Livro do Ano, são 23 categorias, distribuídas em quatro eixos: Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação. 

    A edição deste ano conta com 4.675 obras e projetos inscritos. 

    A lista completa dos semifinalistas está disponível no site oficial da premiação. 

    No eixo Literatura, estão Conto, Crônica, Escritor Estreante – Poesia, Escritor Estreante – Romance, Histórias em Quadrinhos, Infantil, Juvenil, Poesia, Romance de Entretenimento e Romance Literário.

    No eixo Não Ficção, as categorias são Artes, Biografia e Reportagem, Economia Criativa, Educação, Negócios e Saúde e Bem-estar. 

    O eixo Produção Editorial reúne Capa, Ilustração, Projeto Gráfico e Tradução. 

    O eixo Inovação contempla Incentivo à Leitura – Cultura Digital, Incentivo à Leitura – Projeto e Livro Brasileiro Publicado no Exterior.

    A presidente da CBL, Sevani Matos, ressalta que “chegar à etapa dos semifinalistas é um momento importante do Prêmio Jabuti, porque dá visibilidade ao trabalho de autores, ilustradores, editores e demais profissionais envolvidos na criação e circulação dos livros”.

    Votação popular

    O público também poderá votar, a partir desta terça-feira, nos dez semifinalistas de Incentivo à Leitura – Cultura Digital, nova categoria voltada a criadores de conteúdo em plataformas digitais que contribuem para valorizar o livro e estimular a leitura. A votação segue até 9 de outubro, às 12h. Os cinco finalistas serão anunciados em 14 de outubro.

    O curador do Prêmio Jabuti, Hubert Alquéres, destaca que “a nova categoria reconhece uma transformação importante na relação entre livros e leitores”. 

    “As plataformas digitais se tornaram espaços de descoberta, recomendação e formação de comunidades de leitura”, avalia.

    Esta 68ª edição traz também uma mudança relevante na disputa pelo Livro do Ano, principal distinção da premiação. A partir deste ano, obras inscritas nas categorias Escritor Estreante – Poesia e Escritor Estreante – Romance passam a concorrer ao título.

    Além da estatueta e do prêmio de R$ 70 mil, o vencedor do Livro do Ano poderá escolher participar de uma das principais feiras internacionais do livro: Londres, Bolonha, Frankfurt ou Guadalajara, com despesas custeadas pela CBL e uma programação de palestras e encontros profissionais durante o evento.

    Os vencedores de cada uma das 23 categorias receberão a estatueta do Jabuti e um prêmio de R$ 5 mil.

    Confira a lista de semifinalistas abaixo:

    Eixo: Literatura

    Conto 

    Título: Anatomia de um nariz | Autor(a): Roberto Atihé Curan | Editora(s): Patuá 

    Título: Ao quase, com amor: cartas e contos | Autor(a): Eve Rojas | Editora(s): Patuá 

    Título: Caquinhos vermelhos | Autor(a): Mário Medeiros | Editora(s): Fósforo 

    Título: Corpo estranho: ferida fechada com a lâmina dentro | Autor(a): Marcos Vinicius de Paula | Editora(s): Viseu 

    Título: Maçã, mesa, moeda | Autor(a): Fernanda Caleffi Barbetta | Editora(s): Laranja Original 

    Título: Massaranduba | Autor(a): Abáz | Editora(s): Senac Rio 

    Título: Minha estranha loucura | Autor(a): Evandro Luiz da Conceição | Editora(s): Todavia 

    Título: Nego tudo: ficções súbitas | Autor(a): Andréa del Fuego | Editora(s): Companhia das Letras 

    Título: Os anos de vidro | Autor(a): Mateus Baldi | Editora(s): Nós 

    Título: Tranças de meninas: contos | Autor(a): João Anzanello Carrascoza | Editora(s): Alfaguara 

    Crônica

    Título: 200 crônicas escolhidas | Autor(a): Carlos Herculano Lopes | Editora(s): Autêntica 

    Título: A crônica não mata: notas do isolamento | Autor(a): Luís Henrique Pellanda | Editora(s): Arquipélago 

    Título: A nudez de Afrodite: lições do mundo antigo | Autor(a):Claúdio Moreno | Editora(s): Difel 

    Título: Aproveitar a vida e suas dores | Autor(a): Contardo Calligaris “em memória” | Editora(s): Planeta do Brasil 

    Título: A sangue quente: crônicas cariocas | Autor(a): Hermés Galvão | Editora(s): Labrador 

    Título: Então viver é isso | Autor(a): Cássio Zanatta | Editora(s): Maralto Edições 

    Título: Histórias miseráveis | Autor(a): José Castello | Editora(s): Maralto Edições 

    Título: Lugares para chorar no Recife e outros | Autor(a): DJ Dolores | Editora(s): Seja Breve Edições 

    Título: Memórias de menino | Autor(a): Odenildo Sena | Editora(s): Valer 

    Título: Viagem no país da crônica | Autor(a): Humberto Werneck | Editora(s): Tintada-China Brasil 

    Escritor Estreante – Poesia 

    Título: Baleia | Autor(a): Felipe Bier Nogueira | Editora(s): Urutau 

    Título: Borboleta Canhão | Autor(a): Mariana Castro | Editora(s): Selo do Burro 

    Título: História a que ninguém deu nome | Autor(a): Juliana Cajives | Editora(s): Mormaço Editorial     

    Título: Lavra mareia | Autor(a): Camila Paoletti | Editora(s): Patuá 

    Título: O silêncio é a música mais antiga do mundo | Autor(a): Kalu Coelho | Editora(s): Patuá 

    Título: Radiografia das árvores | Autor(a): Ivana Fontes | Editora(s): Cachalote 

    Título: Resto | Autor(a): George França | Editora(s): Urutau 

    Título: Tripas líquidas minha lírica: (poemas ensaísticos e outros híbridos desvarios) | Autor(a): Stella Prata | Editora(s): Urutau 

    Título: Tudo existe para desaparecer | Autor(a): Lucas Ortolan | Editora(s): Urutau 

    Título: Um oceano devorará meu esconderijo | Autor(a): Andressa Nunes | Editora(s): Litteralux 

    Escritor Estreante – Romance 

    Título: Antes do início | Autor(a): Ernesto Mané | Editora(s): Tinta-da-China Brasil 

    Título: Breu de maré | Autor(a): Diego Itabira | Editora(s): Obra Independente 

    Título: Cantagalo | Autor(a): Fernanda Teixeira Ribeiro | Editora(s): Todavia 

    Título: Cerapió | Autor(a): Flávia Bin | Editora(s): Urutau 

    Título: Descer um degrau | Autor(a): Plinio Meirelles | Editora(s): Appris  

    Título: Horas azuis | Autor(a): Bruna Dantas Lobato | Editora(s): Companhia das Letras 

    Título: Índigo | Autor(a): Juca Magalhães | Editora(s): Impressões de Minas 

    Título: Pitangas verdes | Autor(a): Mariana Lobato Botter | Editora(s): Labrador 

    Título: Remissão | Autor(a): Ildeu Filho | Editora(s): Viseu 

    Título: Sutura | Autor(a): Roberta Barbosa | Editora(s): Patuá 

    Histórias em Quadrinhos 

    Título: Como fazer amigos e enfrentar vampiros | Autor(a): Eric Peleias, Gustavo Borges | Editora(s): Japorama  

    Título: Daruma: identidade | Autor(a): Monge Han | Editora(s): Pitaya 

    Título: Dormindo entre cadáveres | Autor(a): Felipe Parucci, Luís Moreira Gonçalves | Editora(s): Comix Zone 

    Título: Fiodor | Autor(a): Koostella | Editora(s): Pé-de-Cabra, Crime da Mala Editions 

    Título: Kabuki: verão, outono, inverno, primavera | Autor(a): Guilherme Petreca, Tiago Minamisawa | Editora(s): Pipoca & Nanquim 

    Título: Ouroboros | Autor(a): Luckas Iohanathan | Editora(s): Comix Zone 

    Título: Petricor | Autor(a): Jack Azulita | Editora(s): Devir 

    Título: Reparações | Autor(a): Marcelo Lelis | Editora(s): Figura 

    Título: Segue o baile | Autor(a): Magô Pool | Editora(s): Veneta 

    Título: Você precisa saber de mim | Autor(a): Helena Cunha | Editora(s): nVersos  

    Infantil 

    Título: A baleia bailarina | Autor(a): Roberta Moysés | Editora(s): Mannú 

    Título: A letra | Autor(a): Leo Cunha, Raquel Matsushita | Editora(s): Maralto 

    Título: Alfabeto atrapalhado | Autor(a): Juliane Bortolucci | Editora(s): Asinha 

    Título: Artur e Isadora na cidade subterrânea | Autor(a): Braulio Tavares | Editora(s): Editora 34  

    Título: Baleia e o preá | Autor(a): Fernandoapires | Editora(s): Palavras 

    Título: Eletricista | Autor(a): Augusto Massi | Editora(s): Elo 

    Título: Fábulas de Leonardo da Vinci | Autor(a): Eraldo Miranda | Editora(s): Ciranda Cultural 

    Título: Infância roubada | Autor(a): Paula Anias | Editora(s): Casa de Bonecas 

    Título: Meu | Autor(a): Alexandre Rampazo | Editora(s): Planeta do Brasil 

    Título: Ximlóp | Autor(a): Gustavo Piqueira | Editora(s): Joaquina 

    Juvenil 

    Título: A descoberta que mudou minha vida | Autor(a): Ingrid Haas | Editora(s): InVerso 

    Título: A escola do fim do mundo | Autor(a): Júlio Emílio Braz | Editora(s): Arte Literária 

    Título: Ana & Artur desvendam a China | Autor(a): Silvana Salerno | Editora(s): Editora do Brasil 

    Título: As figuras do nosso prédio | Autor(a): José Roberto Torero, Leo Cunha | Editora(s): Moderna 

    Título: A única da sala | Autor(a): Tathyana Viana | Editora(s): FTD 

    Título: Beijo elétrico | Autor(a): Maria Amélia Elói | Editora(s): Ninho da Palavra 

    Título: Cartas de Cecília | Autor(a): Penélope Martins, Tiago de Melo Andrade | Editora(s): Elo 

    Título: Diário de Alice: memórias de uma menina autista | Autor(a): Roger Trimer | Editora(s): Casa da Lara 

    Título: Ocupado! | Autor(a): Paula Fábrio | Editora(s): FTD 

    Título: Uma Maria | Autor(a): Shirley Souza | Editora(s): Xica Editorial 

    Poesia 

    Título: A dança áspera das raízes | Autor(a): Bárbara Mançanares | Editora(s): Praga 

    Título: A intacta natureza dos dias | Autor(a): Thainá Carvalho | Editora(s): Macabéa 

    Título: Antes de dar nomes ao mundo | Autor(a): Adriana Lisboa | Editora(s): Relicário 

    Título: Boris e Marina | Autor(a): Alberto Martins | Editora(s): Companhia das Letras 

    Título: Diáspora não é lar | Autor(a): Nina Rizzi | Editora(s): Pallas 

    Título: Imagemas, graphoenigmas: poemas gráficos | Autor(a): Pedro Vicente | Editora(s) Laranja Original 

    Título: Noite devorada | Autor(a): Mar Becker | Editora(s): Círculo de Poemas 

    Título: O jardim das oliveiras | Autor(a): Adélia Prado | Editora(s): Record 

    Título: Porte Étoile | Autor(a): Edimilson de Almeida Pereira | Editora(s): Cobalto 

    Título: Satori na laje: orikais, poemínimos e outros cantos | Autor(a): Edson Cruz   | Editora(s): EditoRia 

    Romance de Entretenimento 

    Título: Ao meu redor | Autor(a): André Vianco | Editora(s): Citadel 

    Título: Aranha movediça | Autor(a): Moacir Fio | Editora(s): Moinhos 

    Título: A sombra da mentira | Autor(a): Rodrigo Sena Magalhães | Editora(s): Patuá 

    Título: Cartografia para caminhos incertos | Autor(a): Ian Fraser | Editora(s): Intrínseca 

    Título: Instruções para desaparecer devagar | Autor(a): Flávia Iriarte | Editora(s): Faria e Silva 

    Título: Moeda de troca | Autor(a): Lucas Mota | Editora(s): Rocco 

    Título: Na sombra do lagarto | Autor(a): Maria Filomena Lepecki | Editora(s): Oito e Meio 

    Título: O tesouro de Joaquim Nabuco | Autor(a): Fernando Lomardo | Editora(s): Obra Independente 

    Título: Para Elisa | Autor(a): Roberto Denser | Editora(s): O Grifo 

    Título: Quincas Borba e o Nosferatu: de como o resoluto filósofo e seu relutante assistente Brás Cubas enfrentam o diabólico conde Drácula para salvar a impulsiva Capitu | Autor(a): Edson Aran | Editora(s): Faria e Silva 

    Romance Literário 

    Título: Coração sem medo | Autor(a): Itamar Vieira Junior | Editora(s): Todavia 

    Título: Corsária | Autor(a): Marilene Felinto | Editora(s): Fósforo, Ubu 

    Título: Dança de enganos | Autor(a): Milton Hatoum | Editora(s): Companhia das Letras 

    Título: Deepirex | Autor(a): Paulo Eduardo Gonçalves | Editora(s): Arte & Letra 

    Título: Devastação: drama cósmico | Autor(a): José Castello | Editora(s): Arquipélago 

    Título: Jumentos na BR | Autor(a): Ricardo Rao | Editora(s): Kotter Editorial 

    Título: Meridiana | Autor(a): Eliana Alves Cruz | Editora(s): Companhia das Letras 

    Título: No rastro de Estela | Autor(a): Amanda Julieta | Editora(s): Boto-cor-de-rosa livros arte e café 

    Título: Uma delicada coleção de ausências | Autor(a): Aline Bei | Editora(s): Companhia das Letras 

    Título: Vez em quando, Billie Holiday | Autor(a): Evandro Affonso Ferreira | Editora(s): Record  

    Título: Visita ao pai | Autor(a): Cristovão Tezza | Editora(s): Companhia das Letras 

    Eixo: Não Ficção 

    Artes 

    Título: Abdias, intérprete do Brasil: textos sobre raça e cultura brasileira de 1940 a 1990 | Autor(a): Tulio Custódio (Organizador) | Editora(s): Todavia   

    Título: Alberto Pitta: Fúnfún Dúdú | Autor(a): Danillo Silva Barata | Editora(s): Anjo Negro 

    Título: Amazônia negra: as imagens da cor do (in)visível| Autor(a): Marcela Bonfim| Editora(s): Igrá Kniga 

    Título: Expediente | Autor(a): André Sanches | Editora(s): Voar 

    Título: Histórias da ecologia | Autor(a): Adriano Pedrosa, André Mesquita, Isabella Rjeille (Organizadores) | Editora(s): MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand) 

    Título: O devorador: Zé Celso, vida e arte | Autor(a): Claudio Leal (Organizador) | Editora(s): Edições Sesc São Paulo 

    Título: Teatro Experimental do Negro: histórias, críticas e outros dramas | Autor(a): Guilherme Diniz | Editora(s): Temporal 

    Título: Tupinicópolis é aqui? | Autor(a): Alayde Alves  | Editora(s): WMF Martins Fontes 

    Título: Vaqueiro de gibão | Autor(a): Pablo Pinheiro | Editora(s): Deu na Telha 

    Título: Zanele Muholi: beleza valente | Autor(a): Ana Paula Vitorio, Daniele Queiroz, Thyago Nogueira (Organizadores) | Editora(s): IMS (Instituto Moreira Salles) 

    Biografia e Reportagem 

    Título: A audácia dos invertidos: as estratégias de sobrevivência e visibilidade LGBTI+ no Rio de Janeiro e sua importância no Brasil (1950-1990) | Autor(a): Rodrigo Faour | Editora(s): Record 

    Título: Brasil no espelho: um guia para entender o Brasil e os brasileiros  | Autor(a): Felipe Nunes | Editora(s): Globo 

    Título: Coisa de rico: A vida dos endinheirados brasileiros | Autor(a): Michel Alcoforado | Editora(s): Todavia 

    Título: Crentes: pequeno manual sobre um grande fenômeno | Autor(a): Guilherme Damasceno, Juliano Spyer, Raphael Khalil | Editora(s): Record 

    Título: João Gilberto e a insurreição bossa nova: outros lados da história | Autor(a): Tárik de Souza | Editora(s): L&PM 

    Título: Oswald de Andrade: mau selvagem | Autor(a): Lira Neto | Editora(s): Companhia das Letras 

    Título: Quem é essa mulher?: uma biografia de Zuzu Angel | Autor(a): Virginia Siqueira Starling | Editora(s): Todavia 

    Título: Rei: o livro sobre o homem incomparável a quem tentam se comparar há 70 anos | Autor(a): Paulo Vinicius Coelho | Editora(s): Planeta do Brasil 

    Título: Roberto Marinho: a Globo na ditadura: dos festivais às bombas no Riocentro | Autor(a): Leonencio Nossa | Editora(s): Nova Fronteira 

    Título: Trincheira tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio | Autor(a): Ruy Castro | Editora(s): Companhia das Letras 

    Economia Criativa 

    Título: A (r)evolução das habilidades para o futuro do trabalho na era da inteligência artificial | Autor(a): Martha Gabriel | Editora(s): Senac São Paulo 

    Título: Caminhos para a transição do sistema agroalimentar: desafios para o Brasil | Autor(a): Arilson Favareto, Ricardo Abramovay | Editora(s): Senac São Paulo 

    Título: Contribuições a uma agenda de políticas públicas meso e microeconômicas no Brasil | Autor(a): Anita Kon (Organizadora) | Editora(s): CRV 

    Título: Economia azul e cidades: uma introdução | Autor(a): Rinaldo Gama, Tomas Alvim (Organizadores) | Editora(s): BEĨ 

    Título: Fazer cinema no Brasil: mercado, políticas públicas e ecossistema empreendedor cultural | Autor(a): Fernando Antonio Prado Gimenez | Editora(s): Caravana Grupo Editorial 

    Título: Gestão cultural baseada em evidências: por onde começar | Autor(a): Beth Ponte, Daniele Canedo | Editora(s): SESC São Paulo 

    Título: Inovação com propósito: negócios com impacto social | Autor(a): Caio Flavio Stettiner, Clayton Alves Cunha, Clayton Pedro Capellari (Organizadores) | Editora(s): Belas Artes 

    Título: Menos 1 lixo para uma vida mais sustentável | Autor(a): Fe Cortez, Wagner Andrade | Editora(s): Senac São Paulo 

    Título: Renda Básica Viável: Para o Governo e o Congresso reduzirem a alta desigualdade de renda no Brasil | Autor(a): Walter Barretto Jr. | Editora(s): Obra Independente 

    Título: Soluções climáticas: entenda como agir agora | Autor(a): Eduardo Carvalho | Editora(s): Inteligência Educacional 

    Educação 

    Título: A esperança a gente planta | Autor(a): Alexandre Coimbra | Editora(s): Planeta do Brasil 

    Título: A Faculdade de Educação e a Formação Docente na USP | Autor(a): Bruno Bontempi Júnior, Diana Gonçalves Vidal | Editora(s): Edusp (Editora da Universidade de São Paulo) 

    Título: Agora o meu chão são as nuvens: as famílias contemporâneas e os desafios na educação de crianças e adolescentes | Autor(a): Hugo Monteiro Ferreira | Editora(s): Autêntica 

    Título: Aprendizado incidental: o poder do lifewide learning: desperte para as oportunidades de aprendizado que já existem em sua vida e potencialize seu desenvolvimento | Autor(a): Conrado Schlochauer | Editora(s): Gente 

    Título: Atlas da Amazônia brasileira: um retrato abrangente e atual da Amazônia brasileira com mais de 300 mapas e ilustrações | Autor(a): Clovis Luciano Teixeira | Editora(s): Obra Independente 

    Título: Aula como conversa: transformando o jeito de ensinar e de aprender | Autor(a): Sergio Felipe Moraes | Editora(s): Obra Independente 

    Título: Como conversar com crianças sobre racismo e diversidade | Autor(a): Manuel Alves de Sousa Junior | Editora(s): Schreiben 

    Título: Contos de fadas – modos de ser e de usar: educação, arte, psicanálise | Autor(a): Katia Canton | Editora(s): Panda Educação 

    Título: Inspiração Griot: por uma educação antirracista | Autor(a): Sinara Rúbia | Editora(s): Malê Edições 

    Título: Saberes indígenas: considerações ancestrais para o futuro da educação infantil | Autor(a): Auritha Tabajara, Claudia Castilho, Kathia Castilho (Organizadores) | Editora(s): Estação das Letras e Cores 

    Negócios 

    Título: Brasil e Mundo Árabe: negócios, marketing e Diplomacia Econômica Ampliada | Autor(a): Rubens Hannun | Editora(s): Novo Século 

    Título: Como investir em criptos?: é possível ganhar nesse mercado? | Autor(a): Paulo Vitor Jordão da Gama Silva | Editora(s): Appris 

    Título: De galinha a gavião: como impulsionar o voo da economia brasileira | Autor(a): Juliana Rosa | Editora(s): Nova Fronteira 

    Título: De volta ao jogo: A história de sucesso, dramas e viradas do BTG Pactual | Autor(a): Ariane Abdallah | Editora(s): Portfolio-Penguin 

    Título: Estado, economia, desafios fiscais e reformas estruturais no Brasil: textos em homenagem a Eduardo Guardia | Autor(a): Ana Carla Abrão, Ana Paula Vescovi, Pedro S. Malan (Organizadores) | Editora(s): História Real 

    Título: Faça o teu melhor: aprimorar a competência recusar a mediocridade exuberar a vida | Autor(a): Mario Sergio Cortella | Editora(s): Planeta do Brasil 

    Título: Governança regenerativa: uma evolução do sistema de governança para enfrentar os desafios do mundo em transição | Autor(a): Gabriela Blanchet | Editora(s): Bambual  

    Título: Menos Forecast, Mais Foresight: A arte e a ciência de moldar o amanhã em tempos incertos | Autor(a): Glaucia Guarcello | Editora(s): Alínea 

    Título: Não se esqueça!: 50 memorandos sobre gestão e liderança com propósito, comprometimento e proatividade | Autor(a): Mario Sergio Cortella | Editora(s): Record 

    Título: O manual da empresa antirracista: como transformar a sua empresa em uma potência que luta por todos  | Autor(a): Adriana Alves | Editora(s): Planeta do Brasil 

    Saúde e Bem-Estar 

    Título: A paixão pela mentira: a família e as tiranias | Autor(a): Paulo Schiller | Editora(s): Todavia 

    Título: A revolução da longevidade: vivemos mais do que nunca. Mas estamos preparados para isso? | Autor(a): Alexandre Kalache | Editora(s): Vestígio  

    Título: As dores da adolescência: como atender, acolher e cuidar | Autor(a): Carolina Delboni | Editora(s): Summus Editorial 

    Título: Barros & Fonseca: medicina da dor: princípios e práticas | Autor(a): Carlos Marcelo de Barros, Paulo Renato da Fonseca | Editora(s): Atheneu 

    Título: Coisa de menino?: uma conversa sobre masculinidade, sexualidade, misoginia e paternidade | Autor(a): Contardo Calligaris “em memória”, Maria Homem | Editora(s): Papirus 7 Mares 

    Título: Eu só existo no olhar do outro?: um encontro entre psicanalistas para pensar o amor e a existência | Autor(a): Ana Suy, Christian Dunker | Editora(s): Planeta do Brasil 

    Título: Manual de cuidados paliativos na atenção primária e atenção domiciliar | Autor(a): Caroline Silveira, Kamila Vieira, Renata Meiga (Editoras) | Editora(s): Atheneu 

    Título: O dilema das galinhas felizes: diálogos sobre a ciência da felicidade | Autor(a): Gustavo Arns, Leandro Karnal | Editora(s): Record 

    Título: Por que a esquerda morreu?: e o que devemos fazer para ressuscitá-la | Autor(a): Jessé Souza | Editora(s): Civilização Brasileira 

    Título: Por que os seres humanos sofrem?: Uma teoria psicológica dos direitos fundamentais | Autor(a): Adilson José Moreira | Editora(s): Autêntica 

    Eixo: Produção Editorial

    Capa 

    Título: Abel Rodríguez (Mogaje Guihu): a árvore da vida e da abundância | Capista: Gabriela Marques de Castro, Gustavo Marchetti, Paulo André Rodilhano Chagas | Editora(s): MASP – (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand) 

    Título: Anônimos: móvel moderno brasileiro além dos ícones | Capista: Daniel Brito | Editora(s): Olhares 

    Título: Ficção completa de Edgar Allan Poe | Capista: Eduardo Lustosa Belga | Editora(s): Nova Fronteira 

    Título: Frans Krajcberg | Capista: Alles Blau | Editora(s): MASP – (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand) 

    Título: Histórias da diversidade LGBTQIA+ | Capista: Paula Tinoco, Roderico Souza | Editora(s): MASP – (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand) 

    Título: Mano a Mano | Capista: Alceu Chiesorin Nunes | Editora(s): Companhia das Letras 

    Título: O devorador: Zé Celso, vida e arte | Capista: Mateus Valadares | Editora(s): Sesc São Paulo 

    Título: O Idiota | Capista: Vicente Pessôa | Editora(s): Clube de Literatura Clássica 

    Título: Outros navios | Capista: Rafael Simões | Editora(s): Sesc São Paulo 

    Título: Vaqueiro de gibão | Capista: Beatriz Matuck | Editora(s): Deu na Telha 

    Ilustração 

    Título: A torre | Ilustrador(a): Marcelo Cipis | Editora(s): FTD 

    Título: Delivery | Ilustrador(a): Gustavo Nascimento, Natália Gregorini, Odilon Moraes | Editora(s): Baião 

    Título: Eletricista | Ilustrador(a): Daniel Kondo | Editora(s): Elo 

    Título: Gran Circo| Ilustrador(a): Nelson Cruz | Editora(s): ÔZé  

    Título: Guernica: a arte em busca da paz | Ilustrador(a): Vinicius Sabbato | Editora(s): Via Lúdica 

    Título: Pantaleão e Serapião | Ilustrador(a): Alexandre Camanho | Editora(s): Passarinho 

    Título: Pinóquio | Ilustrador(a): Gonzalo Ivar Cárcamo Luna | Editora(s): Figura  

    Título: Prisma | Ilustrador(a): Felipe Kehdi | Editora(s): Joaquina 

    Título: Samaumeira: a árvore da vida | Ilustrador(a): Cris Eich | Editora(s): PeraBook 

    Título: Sombras | Ilustrador(a): Fabio Brazil, Luise Weiss | Editora(s): ÔZé  

    Projeto Gráfico 

    Título: Dobra | Responsável: Raul Loureiro | Editora(s): Cosac 

    Título: Excelsior| Responsável: Luciana Facchini | Editora(s): Ubu  

    Título: Faz colher e borda o cabo | Responsável: Gabriel Gutierrez, Ubiratã Trindade | Editora(s): Centro Cultural Vale do Maranhão 

    Título: Leonilson: diários de uma voz: trechos transcritos | Responsável: Ana Lenice Dias Fonseca da Silva, Gabriel Dias Clemente, Herbert Frederico Ferrari Allucci, Leonardo Birche de Carvalho, Renata Rendelucci Allucci | Editora(s): Sociedade Amigos do Projeto Leonilson 

    Título: MMXXV: Klaus Mitteldorf | Responsável: Marcos Pereira de Almeida | Editora(s): Conjunto 31 design & branding, Terra Virgens Edições 

    Título: Moscou feliz | Responsável: Elaine Ramos | Editora(s): Ubu  

    Título: O capital | Responsável: Elaine Ramos | Editora(s): Ubu 

    Título: O Inventor de livros: Aldo Manuzio, Veneza e seu tempo | Responsável: Casa Rex | Editora(s): Ateliê Editorial, Mnema 

    Título: Teorema | Responsável: Raul Loureiro | Editora(s): Cosac 

    Título: Wendy Andrade: eu consigo te ver feliz | Responsável: Carlos Bocai, Julia B. Aguiar, Lucas D’Ascenção | Editora(s): Act.  

    Tradução 

    Título: Maha ̄bha ̄ rata: história de Sāvitrī | Tradutor(a): Adriano Aprigliano, João Marcos Duarte, Johnny Dotta | Editora(s): Mnēma 

    Título: Mumbo jumbo | Tradutor(a): João Vitor Schmidt | Editora(s): Zain 

    Título: O cantar de Roldão: chanson de Roland | Tradutor(a): Ronald Costa | Editora(s): Ateliê Editorial, EDUFU (Editora da Universidade Federal de Uberlândia) 

    Título: O cavaleiro de bronze e outros contos e versos | Tradutor(a): Rubens Figueiredo | Editora(s): Penguin-Companhia das Letras 

    Título: Odisseia: Homero | Tradutor(a): Leonardo Antunes | Editora(s): Mnēma 

    Título: O oposto da branquitude: reflexões sobre o problema branco | Tradutor(a): Carolina Selvatici | Editora(s): Pallas 

    Título: O retorno do Barão de Wenckheim | Tradutor(a): Zsuzsanna Spiry | Editora(s): Companhia das Letras 

    Título: Os irmãos Karamázov | Tradutor(a): Cecília Rosas, Lucas Simone | Editora(s): Penguin-Companhia das Letras 

    Título: Os itálicos são meus: autobiografia | Tradutor(a): Aurora Fornoni Bernardini, Irineu Franco Perpétuo, Moissei Mountian | Editora(s): Kalinka 

    Título: Plotino Enéadas | Tradutor(a): Juvino Alves Maia Junior | Editora(s): Nova Acrópole 

    Eixo: Inovação 

    Incentivo à Leitura – Projeto 

    Título: A cidade da gente | Responsável(eis): Otavio  

    Título: A feira do livro 2025 | Responsável(eis): Associação Quatro Cinco Um   

    Título: Cartovivências nas periferias da cidade | Responsável(eis): Ricardo Barbosa da Silva 

    Título: FLIPEBA: festa literária da ilha de Boipeba | Responsável(eis): Thales Felipe Moraes  

    Título: Leia Comigo! | Responsável(eis): Luis Norberto Pascoal 

    Título: Pajeú encantado | Responsável(eis): Jefferson Willian Moraes de Sousa 

    Título: Palavra que aproxima: narração artística como prática de formação de comunidades leitoras | Responsável(eis): Aline  

    Título: Programa de rádio Universo Literário | Responsável(eis): Fábia Pereira Lima 

    Título: Semana Literária Sesc e feira do livro | Responsável(eis): Mayara Elisa de Lima Cirico  

    Título: Sempre um papo | Responsável(eis): Afonso Augusto Borges Filho 

    Livro Brasileiro Publicado no Exterior 

    Título: Água turva | Editora(s): Companhia das Letras, Suhrkamp Verlag 

    Título: A obscena senhora D | Editora(s): Companhia das Letras, Pushkin Press

    Título: A terra dá, a terra quer | Editora(s): Ubu, Editions Wildproject 

    Título: Bambino a Roma | Editora(s): Companhia das Letras, Feltrinelli Editore 

    Título: Flor de gume | Editora(s): Moinhos, Fondo de cultura económica 

    Título: Marrom e amarelo | Editora(s): Companhia das Letras, Gallimard 

    Título: O crime do bom nazista | Editora(s): Todavia, Pushkin Press 

    Título: O som do rugido da onça | Editora(s): Companhia das Letras, Liveright/ Norton 

    Título: Os substitutos | Editora(s): Companhia das Letras, Métailié 

    Título: Via Ápia| Editora(s): Companhia das Letras, Farrar, Straus & Giroux

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Edital abre inscrição para unir saberes tradicionais e ensino superior

    Edital abre inscrição para unir saberes tradicionais e ensino superior

    As inscrições para o edital de Ciclos de Saberes de Mestras e Mestres das Culturas Tradicionais e Populares e das Artes do Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Cultura (MinC) têm início ao meio dia desta terça-feira (29), no horário de Brasília, e terminará às 23h59 do sábado (4 de outubro).

    A seleção tem o objetivo de promover e difundir os fazeres das culturas populares brasileiras articulados ao ensino, à pesquisa e à extensão universitária.

    A iniciativa federal reconhece os mestres das culturas tradicionais, populares e das artes como agentes de formação cultural porque são detentores de conhecimentos fundamentais para a preservação, transmissão e valorização da diversidade cultural brasileira.

    Por isso, os projetos deverão fortalecer os vínculos entre as comunidades regionais, as escolas públicas e o ensino superior para promover a circulação de saberes, o reconhecimento dos territórios culturais e a construção coletiva do conhecimento.

    Quem pode participar

    Podem participar dessa chamada pública exclusivamente as Instituições federais de Ensino Superior (Ifes). Cada uma delas poderá apresentar apenas uma proposta, que deve conter a parceria obrigatória mestras e mestres das culturas tradicionais e populares e das artes.

    A parceria entre as instituições federais e os e mestres das culturas tradicionais poderá ser firmada individualmente ou por meio de associações, coletivos, Pontos de Cultura, Escolas Livres ou organizações que os representem.

    As propostas enviadas também deverão contar com a participação de secretarias de Educação ou escolas públicas de educação básica.

    Linhas de atuação

    Os projetos deverão desenvolver ações integradas nas três linhas de atuação:

    ·         atividades realizadas nas Ifes, como oficinas, vivências, rodas de conversa, seminários, apresentações culturais, pesquisas participativas e outras atividades formativas conduzidas por mestres de cultura e a comunidade acadêmica.

    ·         atividades nos territórios das mestras e dos mestres, por meio de visitas orientadas, intercâmbios, imersões e atividades nos espaços de vida, criação e atuação dos mestres, como comunidades, terreiros, associações culturais. As atividades deverão promover a aproximação entre ensino superior, escola e comunidade para valorizar a produção e a transmissão dos conhecimentos tradicionais;

    ·         atividades nas escolas públicas, com a realização de oficinas, residências, vivências, rodas de conversa, apresentações culturais com o objetivo de estimular o diálogo entre gerações, a valorização das culturas populares e tradicionais e a formação de estudantes e professores.

    Categorias de investimentos  

    O investimento total previsto para a iniciativa é de R$ 5 milhões.

    No momento da inscrição, a Instituição Federal de Ensino Superior deverá optar por uma das categorias de apoio.

    1.      categoria A: propostas de grande porte com articulação regional, atingindo múltiplos territórios e diversas formas de saberes tradicionais. Aqui, o orçamento é de até R$ 500 mil por proposta, com limite total de até sete projetos selecionados. Entre as exigências, o projeto deve envolver no mínimo dez mestres das culturas tradicionais; atuar em pelo menos três municípios diferentes e levar ações a pelo menos cinco escolas públicas;

    2.      categoria B: propostas focadas no contexto local da instituição, voltadas para o fortalecimento direto de uma comunidade ou município específico. O orçamento é de até R$ 250 mil por proposta, com limite total de até seis projetos selecionados. O projeto deve envolver no mínimo cinco mestres; atuar em pelo menos um município e levar ações a pelo menos três escolas públicas.

    No mínimo 40% do valor total do projeto deverão ser destinado ao pagamento dos mestres de cultura participantes. O prazo de execução dos projetos é de até 12 meses.

    Critérios de seleção

    As propostas serão avaliadas por comitê técnico de avaliação e seleção.

    O edital garante uma vaga para a proposta mais bem classificada de cada uma das cinco macrorregiões brasileiras (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul), desde que obtenha a pontuação mínima exigida. A seleção dos projetos observará critérios de descentralização territorial e equilíbrio regional.

    A documentação necessária para a inscrição está disponível no edital.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Famílias preservam tradição de Cosme e Damião no Rio de Janeiro

    Famílias preservam tradição de Cosme e Damião no Rio de Janeiro

    Devota de São Cosme e São Damião desde criança, a professora Caroline Pinho de Araújo, de 40 anos, conta que começou a se apegar aos santos irmãos conforme foi crescendo. Primeiro, na Igreja Católica, e, depois, na umbanda.

    “Eu agradeço a eles meu emprego, minha saúde, a minha família, e, todo ano, além de vir à missa, a gente também distribui doce em agradecimento a tudo o que a gente tem. É importante manter essa tradição. Crianças e adultos ficam felizes. Ao mesmo tempo, a gente combate discursos de ódio e de intolerância. Pregamos o amor e a alegria de ser criança”, disse Caroline.

    A professora participou de uma das missas deste domingo (27) na Paróquia de São Cosme e São Damião, no Andaraí, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A data marca o dia em que a Igreja Católica celebra anualmente os irmãos santificados que caíram no gosto dos cariocas. 

     


    Rio de Janeiro (RJ), 27/09/2026 – Caroline Pinho de Araújo celebra o Dia de Cosme e Damião na Paróquia de São Cosme e São Damião, no Andaraí.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 27/09/2026 – Caroline Pinho de Araújo celebra o Dia de Cosme e Damião na Paróquia de São Cosme e São Damião, no Andaraí.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
    Caroline Pinho de Araújo celebra o Dia de Cosme e Damião na Paróquia de São Cosme e São Damião, no Andaraí. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    O padre Luiz Gustavo Menezes do Nascimento, vigário da Paróquia de São Cosme e São Damião, conta que é uma alegria receber peregrinos de todos os lugares com tantas histórias bonitas. Ele conta que também participa das festividades desde criança, quando pegava doces.

    “Mas o que me arrastou de verdade foi o testemunho desses homens que deram a vida por Cristo. Então, 1,7 mil anos depois, poder comemorar esses homens é motivo de graça. São Cosme e São Damião foram perseguidos pelo imperador romano Diocleciano, que é responsável por 70% da cultura popular dos cariocas. São Jorge, São Sebastião e São Cosme e São Damião foram martirizados a mando desse imperador”, disse o padre Luiz. 

     


    Rio de Janeiro (RJ), 27/09/2026 – Padre Luiz Gustavo Menezes do Nascimento celebra o Dia de Cosme e Damião na Paróquia de São Cosme e São Damião, no Andaraí.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 27/09/2026 – Padre Luiz Gustavo Menezes do Nascimento celebra o Dia de Cosme e Damião na Paróquia de São Cosme e São Damião, no Andaraí.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
    O Padre Luiz Gustavo Menezes do Nascimento também pegava doces de Cosme e Damião quando era criança. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    Sincretismo religioso

    Os santos são também celebrados por religiões de matrizes africanas. No Terreiro de Umbanda Cosme e Damião, em Vila Isabel, na zona norte, o domingo foi de distribuição de doces, bolo, cachorro-quente, algodão-doce, brinquedos e kits de higiene pessoal para adultos e crianças. 

    A mãe de santo Ana Carolina Oliveira explica que sua família segue a tradição de fazer Cosme e Damião há mais de 60 anos. E este foi o sexto ano no terreiro. 

     


    Rio de Janeiro (RJ), 27/09/2026 – A Mãe de Santo Ana Carolina Oliveira com seus filhos na distribuição de doces em celebração pelo Dia de Cosme e Damião no Terreiro de Umbanda São Cosme e São Damião, em Vila Isabel.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 27/09/2026 – A Mãe de Santo Ana Carolina Oliveira com seus filhos na distribuição de doces em celebração pelo Dia de Cosme e Damião no Terreiro de Umbanda São Cosme e São Damião, em Vila Isabel.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
    A Mãe de Santo Ana Carolina Oliveira com seus filhos na distribuição de doces em celebração pelo Dia de Cosme e Damião no Terreiro de Umbanda São Cosme e São Damião, em Vila Isabel. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    Ela conta que as religiões de matriz africana abraçaram Cosme e Damião porque os escravizados precisaram fazer o sincretismo religioso com a Igreja Católica para continuar a professar sua fé.

    “Cosme e Damião são simbolizados como os erês [entidades espirituais infantis nas religiões de matriz africana],” disse a mãe de santo.

    A massoterapeuta Vania Victorio Gonçalves da Silva veio com a filha Natasha e a amiga Mirele, ambas de 14 anos, para pegar os brindes no terreiro. Ela pertence à religião de matriz africana e lembra que a tradição remonta à avó e à mãe, que distribuíam doces.

    “Essa tradição é o resgate da nossa história, dos nossos ancestrais”.

     


    Rio de Janeiro (RJ), 27/09/2026 – A massoterapeuta Vânia Victorio Gonçalves da Silva na celebração pelo Dia de Cosme e Damião no Terreiro de Umbanda São Cosme e São Damião, em Vila Isabel.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 27/09/2026 – A massoterapeuta Vânia Victorio Gonçalves da Silva na celebração pelo Dia de Cosme e Damião no Terreiro de Umbanda São Cosme e São Damião, em Vila Isabel.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
    A massoterapeuta Vânia Victorio Gonçalves da Silva na celebração pelo Dia de Cosme e Damião no Terreiro de Umbanda São Cosme e São Damião, em Vila Isabel. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    A estudante Mirele Marinho da Silva conta que, desde criancinha, gosta de pegar os doces.

    “Acho importante que a gente celebre abertamente, porque é uma forma de mostrar que a gente não se importa com a intolerância religiosa”. 

    Em seu perfil no Instagram, o historiador e escritor Luiz Antonio Simas conta que Cosme e Damião foram cristãos e médicos que viveram no Século 3 depois de Cristo, na região que hoje corresponderia à Síria.

    “O que se conta é que eles eram médicos que tratavam das crianças sem cobrar nada pelas consultas e pelos tratamentos. Acabaram sendo martirizados no tempo em que o Império Romano perseguia os cristãos. O que se conta é que eles começaram a se materializar, apareciam materializados para crianças doentes. A tradição fala que eles costumavam ofertar doces para as crianças adoentadas porque dessa maneira elas ficavam mais felizes e a alegria era importante no processo de cura. É o que diz a tradição sobre São Cosme e São Damião.” 

     


    Rio de Janeiro (RJ), 27/09/2026 – As amigas Mirelle da Silva e Natasha, de 14 anos, na celebração pelo Dia de Cosme e Damião no Terreiro de Umbanda São Cosme e São Damião, em Vila Isabel.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 27/09/2026 – As amigas Mirelle da Silva e Natasha, de 14 anos, na celebração pelo Dia de Cosme e Damião no Terreiro de Umbanda São Cosme e São Damião, em Vila Isabel.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
    As amigas Mirelle da Silva e Natasha, de 14 anos, na celebração pelo Dia de Cosme e Damião no Terreiro de Umbanda São Cosme e São Damião, em Vila Isabel. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Caderno de Música aborda relação entre Beethoven e Napoleão

    Caderno de Música aborda relação entre Beethoven e Napoleão

    A Rádio MEC transmite neste domingo (27), às 12h30, uma nova edição da série Música e História, do programa Caderno de Música. A produção da emissora pública destaca a relação entre o compositor Ludwig van Beethoven e o líder francês Napoleão Bonaparte, marcada pela admiração, pela decepção e pelos conflitos das guerras napoleônicas.

    O objetivo da série Música e História é explorar as fascinantes conexões entre grandes obras da música erudita e os acontecimentos políticos, sociais e culturais que transformaram o mundo ao longo dos séculos. Neste domingo, os ouvintes vão entender como o contexto da época deixou marcas na vida e na obra de Beethoven. 

    Durante o programa, vão ao ar trechos de composições de Beethoven que ilustram a influência dos acontecimentos e da relação entre o músico e o estadista nas peças. São elas a Sinfonia número 3 em mi bemol maior, opus 55 “Eroica”, com a Orquestra Filarmônica de Berlim, sob a regência de Herbert von Karajan; a marcha fúnebre, segundo movimento da Sinfonia número 3 – Eroica, novamente com a Orquestra Filarmônica de Berlim, sob a regência de Herbert von Karajan; a Sonata número 26 em mi bemol maior “Les Adieux” (o adeus), com o pianista Gerhard Oppitz e a “A Vitória de Wellington”, Op. 91, com a Orquestra Filarmônica de Berlim, sob a regência de Herbert von Karajan.

    Sobre o Caderno de Música

    Programa que desvenda o universo musical, se propondo a explicar ao ouvinte o que é uma sonata, uma sinfonia, um concerto, spalla, allegro, moderato e os diversos termos da linguagem musical. Aborda os gêneros, formas e formatos do mundo da música clássica, através da audição de trechos musicais e da realização de entrevistas especiais.

    Sobre a Rádio MEC

    Conhecida de norte a sul do país como “A Rádio de Música Clássica do Brasil”, a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.

    A Rádio MEC oferece aos ouvintes a experiência de acompanhar repertórios segmentados, composições originais e produções qualificadas. Ainda há espaço também para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada a audiência cativa.

    A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz. O conteúdo ainda é veiculado no app Rádios EBC.

    Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação da Rádio MEC. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537.

    Rádio MEC na internet e nas redes sociais

    Site: https://radiomec.ebc.com.br 

    Instagram: https://www.instagram.com/radiomec

    Spotify: https://open.spotify.com/user/radiomec

    YouTube: https://www.youtube.com/radiomec

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    X: https://x.com/radiomec

    WhatsApp: (21) 99710-0537

    Como sintonizar a Rádio MEC

    Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz

    Belo Horizonte: FM 87,1 MHz

    Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz

    Parabólica – Star One C2 – 3748,00 MHz – Serviço 3

    Celular – App Rádios EBC para Android e iOS

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • TV Brasil: reality apresenta trajetória da guitarrista Lui Rabello

    TV Brasil: reality apresenta trajetória da guitarrista Lui Rabello

    A edição inédita do reality show musical Duelo de Guitarras, da TV Brasil, revela a história da baiana Lui Rabello e sua trajetória durante o programa neste sábado (26), às 13h30. Com a leveza do seu jeito manso, a experiente guitarrista conquistou a casa e fez amizades com os participantes da competição.

    Integrante por 16 anos da banda Altas Horas, do programa de televisão homônimo, a veterana apresenta suas ideias musicais e recebe o carinho dos concorrentes com quem conviveu no reality exibido pelo canal público.

    No decorrer da disputa, a guitarrista encarou Lucas Moscardini na bossa nova e jazz na primeira rodada. Também fez solo com Roger Oliveira no baião ainda na fase classificatória. Já na semifinal, Lui Rabello escolheu o xote para duelar de novo com Lucas Moscardini, que optou pelo blues.

    “É um desafio na minha vida estar aqui com vocês”, declara Lui Rabello que é econômica ao ponderar sobre sua impressão a respeito da disputa com tantos jovens. “Quero deixar a marquinha da minha participação”, afirma.

    Ela conta que ficou feliz em interagir com os jovens. “Quando eu entrei no reality, eu sabia que era um risco. Uma pessoa com uma trajetória tocando com gente muito mais nova. Estou aprendendo com eles. Me dão muita energia e me tiraram da zona de conforto”, afirma a baiana.

    Quanto à mentoria e aos ensaios, ela também se mostra comedida. “Não deu tempo de mudar muita coisa, mas eu tentei aprimorar. Eu fui me defender em algo que já conhecia e busquei melhorar”, argumenta ao explicar a escolha por ritmos com os quais tinha mais segurança.

    Lui Rabello explica sua ideia para a performance. “Pretendo utilizar uma melodia do Nordeste e jogar uma escala interessante”, destaca a veterana. “Não existe lugar de conforto. A gente apenas tenta se adequar imprimindo a nossa marca. Lembrei do recôncavo baiano e busquei incluir algo nessa onda. Tentei fazer uma guitarra dupla, com poucas notas, algo melódico que fique no ouvido e lembre o sertão”, explica.

    A guitarrista é enfática desde o início. “Tenho essa coisa de me jogar. Não sinto medo e espero conseguir mostrar minha melhor versão”, afirma a experiente guitarrista que celebra a acolhida dos concorrentes. “Esses meninos poderiam não me respeitar, mas foram muito carinhosos comigo e minha história”, diz.

    Sobre sua estratégia para o duelo, a participante avisa que gosta de inovar. “É um caminho estreito entre você aplicar e tocar com o coração. Gosto de ouvir para sentir a atmosfera e analisar para decidir qual escala utilizar. Não gosto de ser óbvia e busco chegar com elementos surpresa. A escrita é o mapa do tesouro. Sou da Bahia, tem que ter o suingue”, dispara.

    Sobre o programa

    Formado por 16 episódios, o reality show musical Duelo de Guitarras promove disputas entre seis artistas que tocam estilos diversos em busca da premiação na guitarra elétrica. O novo formato foi criado pelo produtor Julio Carvana com o diretor Marcio Vianna, que assina o roteiro. O programa inédito na telinha é conduzido pelo apresentador Dimi, guitarrista e entusiasta do instrumento.

    No papel dos jurados, a produção convidou duas figuras com grande destaque no cenário brasileiro, virtuoses na guitarra com grande domínio dos estilos musicais e muito conhecimento sobre a história de cada ritmo: Navalha Carrera e João Gaspar. Eles atuam como mentores dos seis participantes.

    O primeiro critério considerado pelos jurados é a técnica e a precisão, com valor de 5 e 10 pontos. Depois, eles também avaliam a emoção e a criatividade com a mesma pontuação. Durante o programa, os competidores comentam as apresentações dos colegas e manifestam suas impressões. Os próprios participantes também analisam seu desempenho no palco.

    Concorrentes

    Pedro Hills – Roqueiro clássico, fã dos grupos da década de 1960 e 1970, participa de uma banda com o irmão.
    Roger Oliveira – Carioca do subúrbio, começou tocando na Igreja e mostra versatilidade nos ritmos.
    Gabi Terra – Capixaba que tem um trabalho autoral forte, com sonoridades experimentais.
    André Sampaio – Ex-guitarrista da consagrada banda Ponto de Equilíbrio, experiente em ritmos africanos e não convencionais.
    Lui Rabello – Baiana foi integrante por 16 anos da Banda Altas Horas, do programa homônimo e, com isso, ganhou muita agilidade para improvisar e encontrar sua expressão em qualquer ritmo.
    Lucas Moscardini – Metaleiro moderno, capaz de executar centenas de notas precisas por segundo e de tirar muita emoção da guitarra.

    Dinâmica da atração

    O sexteto convive numa casa equipada com um estúdio de gravação e com áreas para conversar, ensaiar e criar. Os guitarristas participam de uma vivência artística com direito a workshops ministrados por experientes profissionais.

    Durante todo o processo, os guitarristas eliminados seguem na casa e no convívio diário de atividades para apoiar os finalistas, torcer pelos colegas e mostrar também o seu talento em jams e ensaios descontraídos.

    Muito mais que uma competição, Duelo de Guitarras é um reality inovador em que o aprendizado e a criação artística convidam o público a conhecer mais sobre os ritmos e sobre o instrumento, além de poder acompanhar os músicos cheios de personalidade e talento. De acordo com o apresentador Dimi, “essa é uma competição onde um guitarrista vence, mas ninguém sai perdendo”.

    Os artistas têm tempo livre durante as gravações e, entre outras convivências, decidiram reformar uma guitarra antiga que estava na casa apenas como objeto cenográfico, revelando também essa competência. As ações foram gravadas e entraram na edição do programa.

    Os competidores puderam, um de cada vez, tocar com o veterano Victor Biglione na sua visita ao reality. O resultado foi um dia de solos que passam por todos os ritmos abordados na temporada, com muita emoção compartilhada pelo sexteto.

    Para trazer mais diversão e transformar o reality num jogo lúdico, diversas dificuldades aleatórias são sorteadas pelos participantes, tirando cada um deles da sua zona de conforto e convidando-os a mergulhar no universo do improviso. Entre as surpresas do jogo estão desafios como executar o solo sem uma palheta ou apenas com parte das cordas da guitarra, por exemplo.

    O resultado é uma viagem musical com muito aprendizado para quem participa e também para quem assiste, porque são apresentadas, numa linguagem simples e popular, as nuances do instrumento e os caminhos da criação artística.

    Valorização do conteúdo independente

    O reality show Duelo de Guitarras ganha exibição semanal inédita na programação da TV Brasil desde o início de julho. O programa foi realizado por meio do Prodav. A emissora pública é um dos canais que mais apresenta produções independentes nacionais. Além de ser uma grande apoiadora das obras dessa natureza no mercado audiovisual do país, a TV Brasil ainda fomenta novos realizadores.

    Ao vivo e on demand  

    Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.  

    Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.  

    Serviço
    Duelo de Guitarras – 13º programa – sábado, dia 26/9, às 13h30, na TV Brasil 
    Duelo de Guitarras – reprise – sábado, dia 26/9, para domingo, dia 27/9, à meia-noite, na TV Brasil 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Festa Literária das Periferias (Flup) vai até domingo no centro do Rio

    Festa Literária das Periferias (Flup) vai até domingo no centro do Rio

    A 16ª edição da Festa Literária das Periferias vai até domingo (27) no centro do Rio de Janeiro. A programação é realizada na Praça Tiradentes e no Teatro Carlos Gomes.

    Este ano, o tema do festival é As Filhas das Filhas das Filhas, que dá destaque ao feminismo negro.

    A homenageada deste ano é Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras.

    Segundo os organizadores, o festival quer que o público reflita sobre as heranças que atravessam gerações, sobre as histórias que resistem ao apagamento e sobre as mulheres que, ao longo do tempo, deram à luz a muito mais do que filhos, produzindo comunidades, saberes, linguagens, territórios e futuros.

    O diretor da Flup, Julio Ludemir, afirma que o tema “nos remete à grande revolução em curso no Brasil, decorrente das ações afirmativas”.

    Ele destaca que grandes mulheres, como a escritora e filósofa Djamila Ribeiro, tiveram como antepassados trabalhadoras domésticas.

    “A Kehinde, grande personagem da Ana Maria Gonçalves [no livro Um Defeito de Cor], se libertou através de uma capacidade extraordinária de empreender muito própria das mulheres negras brasileiras. As Filhas das Filhas das Filhas é uma grande homenagem a essa revolução que o Brasil pôde assistir em uma geração de ações afirmativas”, disse Ludemir.

    Para o diretor da Flup, Ana Maria Gonçalves escreveu o livro mais importante da história da literatura brasileira.

    “Não à toa, ela foi a primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras. Desde 2018, a Flup tem sido cada vez mais ligada ao feminismo negro, que é a grande novidade política, cultural, artística, sociológica, que está mudando a sociedade a partir da sua base.”

    Saiba mais sobre a Flup no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

    Programação

    No sábado (26), o jornalista Chico Regueira entrevista o intelectual Nei Lopes no Teatro Carlos Gomes, no evento A cidade inventada pelo samba, das 14h às 15h30.

    Às 16h, Ana Maria Gonçalves e Jurema Werneck entrevistam Kimberlé Crenshaw, a criadora do conceito de interseccionalidade.

    No domingo (27), às 14h, haverá debate com Linn da Quebrada e Vita Pereira, com mediação de Artur Amaro, no evento Ninguém poderia me parir senão eu mesma.

    Às 16h, haverá o debate Quando existíamos apenas nós e Ubirajara Fidalgo: Precisamos celebrar o legado dos nossos, com Antonio Pitanga, Dom Filó e Helena Theodoro, com mediação de Sabrina Fidalgo.

    A programação completa pode ser conferida na página oficial da festa.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Coletivos de teatro terão programação gratuita em 18 cidades de SP

    Coletivos de teatro terão programação gratuita em 18 cidades de SP

    Pelo menos 20 grupos e coletivos de teatro de 18 cidades paulistas participam em outubro e novembro da Mostra Regional de 2026 do Programa de Qualificação em Artes – Teatro (PQT).

    Com apresentações gratuitas, os grupos exibem os trabalhos desenvolvidos ao longo do processo de orientação artística das Escolas de Profissionais da Cultura, programa da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo (CULTSP PRO). 

    Programação

    A programação começa em Lençóis Paulista, com o grupo Aloá, que apresenta Lençóis em Retalhos nos dias 1 e 2 de outubro.

    No dia 3 de outubro, o Hysteria – Coletivo Teatral, de São Caetano do Sul, apresenta MPB – Mulheres Problemáticas Brasileiras, enquanto a Vidraça Cia. de Teatro, de Mogi Mirim, leva ao público Às Voltas de Malala.

    No dia 10 de outubro, a Cia. Teatral Filosofia de Coxia, de Santo André, apresenta Desejo – A partir da obra de Luís Alberto de Abreu. 

    No dia 17 de outubro, a programação passa por Cubatão e Tupã. A Cia. Teatro Vinho & Alma apresenta Clownbaret dos Horrores, em Cubatão, enquanto o Grupo Ágape de Teatro realiza, em Tupã, Não foram… mas os intervalos são constantes.

    O Coletivo Transmutação, de São José do Rio Preto, apresenta Lendas Ribeirinhas, no dia 20 de outubro, e o Grupo Taetro de Teatro, de Santos, apresenta O Homem da Flor na Boca, de Luigi Pirandello, no dia 23 de outubro. 

    Cinco municípios recebem atividades no dia 24 de outubro: em Jarinu, a Cia. Entre Arte apresenta Corpos em Trânsito. Em Paraguaçu Paulista, a Cia. Bambolina leva ao público A Galinha Sumiu!. O Coletivo Corpa apresenta Espirais, em São Sebastião; o Grupo Terceiro Andar participa da programação em Birigui; e a Viva Arte Cia de Teatro apresenta Quase Prontos, em Teodoro Sampaio. 

    A programação segue no dia 25 de outubro, em Mauá, com um ensaio aberto do Coletivo Deforme. No dia 26 de outubro, o Amontoado Tatu Come De Tudo apresenta Manduka: Às Margens, em Tatuí. 

    O dia 31 de outubro concentra cinco apresentações. Em Guaratinguetá, a Cia. Ziriguidum apresenta Caminhos Cruzados. Em Valinhos, Circos e Contos leva ao público O Menino e a Girafa. A Cia. Três Cabeças, de Santo André, apresenta PAPÉIS. Na capital paulista, o Coletivo Estilha apresenta Também o céu e o Grupo Mascherati leva ao público O Rumor do Mar. 

    Formação

    O PQT foi criado em 1997 para dar orientação artística a grupos teatrais do interior e do litoral do estado. Os grupos são acompanhados por orientadores que auxiliam o desenvolvimento dos processos criativos e montagem de espetáculos. 

    Já as escolas do CULTSP PRO são voltadas à formação e qualificação do setor cultural e criativo. Elas oferecem formações em seis temáticas, abrangendo diferentes áreas da cultura e da economia criativa nas artes cênicas, produção musical, cenografia, curadoria, gestão de museus, audiovisual, games, design gráfico, fotografia, gastronomia, moda sustentável e empreendedorismo cultural.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Jazz Livre, da Rádio MEC, destaca centenário de John Coltrane

    Jazz Livre, da Rádio MEC, destaca centenário de John Coltrane

    No dia em que o saxofonista e compositor norte-americano John Coltrane (1926 – 1967) completaria 100 anos, o programa Jazz Livre presta homenagem a ele, um dos mais importantes jazzistas de todos os tempos. Com apresentação de Sidney Ferreira, a atração inédita vai ao ar nesta quarta-feira (23), às 21h, na Rádio MEC. 

    Com extensa produção de diferentes vertentes do jazz, John Coltrane deixou uma obra que se tornou um marco para o saxofone na música contemporânea. Gênio que buscou criar uma nova linguagem espiritual por meio do som, Coltrane acreditava no poder transcendental e na capacidade mística da música.

    Sua atuação principal se deu entre 1955 e 1967, período no qual o artista renovou o ritmo jazzístico e marcou intensamente diversas gerações musicais. John compôs pelo menos 50 obras nessa fase mais criativa.

    Durante o programa Jazz Livre, os ouvintes vão conhecer destaques da trajetória musical de Coltrane e conferir um seleto repertório de autoria e interpretação do homenageado: Blue Train, Equinox, Giant Steps, A Love Supreme (parte 1 – Acknowledgement), e Compassion. Também será transmitida a música My Favorite Things, composta por Oscar Hammerstein II e Richard Rodgers, interpretada por John Coltrane

    Sobre o Jazz Livre

    Atração diária da Rádio MEC, no ar de segunda a sexta-feira, na faixa das 21h, o Jazz Livre tem uma hora de duração com o melhor repertório do gênero e da música instrumental. O programa apresenta várias edições inéditas por semana, ao vivo, geralmente, de segunda a quinta-feira.

    A produção transmitida em tempo real oferece ao público a oportunidade de interagir por meio do WhatsApp (21) 99710-0537. Os ouvintes podem participar das edições e mandar sua mensagem para a equipe da emissora pública.

    Apresentado por Sidney Ferreira, o Jazz Livre tem produção de Anderson Domingos e Carlos Soca. A coordenação de produção fica com Rodrigo Soprana. Carlos Senna é o gerente executivo de rádio.

    Sobre a Rádio MEC

    Conhecida de norte a sul do país como “A Rádio de Música Clássica do Brasil”, a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.

    A emissora oferece aos ouvintes a experiência de acompanhar repertórios segmentados, composições originais e produções qualificadas. Ainda há espaço também para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada a audiência cativa.

    A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte, na frequência FM 87,1 MHz. O conteúdo ainda é veiculado no app Rádios EBC.

    Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação da Rádio MEC. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Instalação no Sesc Pompeia denuncia marcas do tráfico de escravizados

    Instalação no Sesc Pompeia denuncia marcas do tráfico de escravizados

    As marcas do tráfico transatlântico de africanos escravizados, considerado pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas como o crime mais grave já praticado contra a humanidade, são denunciadas pela obra O Barco, que pode ser visitada a partir desta terça-feira (22) no Sesc Pompeia, em São Paulo.

    Durante cerca de 400 anos, milhões de africanos foram sequestrados e vendidos como mercadorias em colônias de nações europeias, crime que continuou a ser cometido mesmo após a independência de algumas delas.

    O Brasil foi o principal destino desses escravizados. Por meio de muita violência e dos chamados navios negreiros, mais de 4,8 milhões de escravizados atravessaram o Oceano Atlântico para o trabalho forçado no Brasil.

    E é isso que nos lembra a obra da artista portuguesa Grada Kilomba, que lança uma provocação ao público: o que o fundo do oceano nos diria se fosse esvaziado de água hoje?

    “O Barco vem mostrar aquilo que estava no fundo de muitos barcos que aparecem nos monumentos da Europa e da América Latina e que glorificam uma história, que contam a história com glória, como um descobrimento, como uma expansão e como algo romântico e glorioso. Como artista, me interessa muito questionar o que é essa glória e o que esses barcos gloriosos traziam no fundo”, disse a artista, em entrevista à Agência Brasil.

    “Se esvaziássemos a água, o oceano e a terra em si iriam revelar uma série de trilhões de passagens de corpos humanos, não só no passado, mas no presente, em uma repetição da violência cíclica”.

    A obra escultórica e performática criada por Grada Kilomba é composta por 134 blocos de madeira queimada que são dispostos em uma área de 220 metros quadrados, com extensão de 32 metros de comprimento.

    A peça desenha a silhueta do fundo de uma grande embarcação e, com isso, busca revelar a arquitetura do espaço criado nos porões dos navios negreiros para acomodar os corpos de milhões de pessoas africanas escravizadas.

     


    São Paulo (SP), 22/09/2026 - Instalação “O Barco” da artista portuguesa Grada Kilomba, no SESC Pompéia. Fotos: Paulo Pinto/Agencia Brasil
    São Paulo (SP), 22/09/2026 - Instalação “O Barco” da artista portuguesa Grada Kilomba, no SESC Pompéia. Fotos: Paulo Pinto/Agencia Brasil
    Instalação “O Barco” da artista portuguesa Grada Kilomba, no SESC Pompéia. Fotos: Paulo Pinto/Agência Brasil

    O Barco é resultado de uma extensa pesquisa da artista em botânica, história e travessias transatlânticas. Também tem inspiração na tragédia de Antígona, em que Etéocles e Polinices, filhos de Édipo, se matam após uma luta pela disputa do poder em Tebas. Segundo a mitologia grega, Creonte assume o trono e ordena que Etéocles seja enterrado com honras de herói, mas proíbe o sepultamento de Polinices.

    “Esta obra [O Barco] também vem em sequência dessa obra Antígona, que questiona quem é que pode ser enterrado e quem não, quem é que pode ser lembrado e tem um lugar para ser chorado e para ser celebrado e quem não”, explicou a artista. “Não é por acaso que as histórias são esquecidas e proibidas de serem recordadas, de serem ritualizadas e lembradas porque isso produz memória”.

    Para Kilomba, o oceano é um espaço de sepultamento de milhões de vidas perdidas, tanto da escravização e do colonialismo quanto das guerras, mudanças climáticas e migrações forçadas.

    “Este barco leva também não só ao passado. Múltiplos barcos atualmente continuam a atravessar as águas globais para fugir a genocídios, massacres, crises climáticas, migrações forçadas, guerras e conflitos. E os mesmos corpos caem no fundo do mar”.

    Poemas

    Obra de grandes dimensões, O Barco teve que ser adaptada para caber no galpão do Sesc Pompeia.

    “É muito interessante começar a trabalhar nessa narrativa de que os barcos atracavam em diferentes portos e não chegavam inteiros, não chegavam com toda a sua população, assim como os barcos hoje saem de um lugar para um outro e não chegam inteiros. Essa reflexão também é muito importante: parte desta obra torna-se invisível aqui no espaço porque ela é muito maior do que ele”.

    Embora não esteja inteira, a obra ainda continua a conter 18 blocos em seu centro, que estampam um poema gravado em dourado. O poema foi escrito pela própria artista e traduzido para iorubá, kimbundu, crioulo cabo-verdiano, português, inglês e árabe da Síria. “Uma alma, uma memória. Uma memória, um esquecimento. Um esquecimento, uma ferida”, dizem alguns desses versos.

     


    São Paulo (SP), 22/09/2026 - Instalação “O Barco” da artista portuguesa Grada Kilomba, no SESC Pompéia. Fotos: Paulo Pinto/Agencia Brasil
    São Paulo (SP), 22/09/2026 - Instalação “O Barco” da artista portuguesa Grada Kilomba, no SESC Pompéia. Fotos: Paulo Pinto/Agencia Brasil
     Instalação “O Barco” da artista portuguesa Grada Kilomba, no SESC Pompéia. Fotos: Paulo Pinto/Agência Brasil

    “Esta obra é o inconsciente da nossa história. Nós temos uma história que entrou no projeto europeu de escravatura durante mais de 400 anos e que foi completamente apagada. Está invisível na nossa realidade, não é documentada, nem estudada. E a mim, como artista, interessa muito trabalhar esse invisível e com esse inconsciente sobre o que está apagado no imaginário coletivo”, disse a artista.

    Segundo Kilomba, um dos objetivos desse trabalho é “mostrar como estes barcos e toda a construção da identidade moderna e toda a construção da identidade da Europa foi construída sob uma história de grande violência, na qual a população africana foi a grande protagonista”, sendo transformada em uma mercadoria que acabou construindo “todo esse império e riqueza”.

    Uma violência que, segundo ela, ainda se mantém presente nos dias atuais. “Quando a história não é contada devidamente, a sua barbárie repete-se”, lembrou a artista.

     


    São Paulo (SP), 22/09/2026 - Instalação “O Barco” da artista portuguesa Grada Kilomba, no SESC Pompéia. Fotos: Paulo Pinto/Agencia Brasil
    São Paulo (SP), 22/09/2026 - Instalação “O Barco” da artista portuguesa Grada Kilomba, no SESC Pompéia. Fotos: Paulo Pinto/Agencia Brasil
    Instalação “O Barco” da artista portuguesa Grada Kilomba, no SESC Pompéia. Fotos: Paulo Pinto/Agência Brasil

    Itinerância

    O Barco já foi exposto em Lisboa e Londres e desembarcou pela primeira vez no Brasil no Instituto Inhotim, em Minas Gerais, onde ficou por 28 meses. E agora está na capital paulista, seguindo em itinerância.

    “É muito bonito pensar numa itinerância pelo Brasil, que é o que nós estamos a fazer agora, entrando em diferentes espaços arquitetônicos e em diferentes lugares e cidades”, afirmou a artista.

    No Sesc Pompeia, a obra estará exposta junto a outros dois trabalhos de Grada Kilomba: a videoinstalação Opera to a Black Venus e a instalação Compressed Time.

    Concebida pelo Instituto Inhotim, a exposição é gratuita e permanecerá em cartaz até o dia 25 de outubro, no Espaço Galpão do Sesc Pompeia.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Violonista Dilermando Reis faria 110 anos hoje

    Violonista Dilermando Reis faria 110 anos hoje

    Violonista, compositor e arranjador, Dilermando reis nasceu na cidade paulista de Guaratinguetá em 22 de setembro de 1916. Filho de violonista, aprendeu tocar ainda criança. Aos 18 anos se mudou para o Rio de Janeiro, onde iniciou a vida profissional como professor em lojas de instrumentos.

    Em 1935, Dilermando começou a trabalhar no rádio, primeiro na Rádio Guanabara e, logo depois, na Rádio Transmissora, onde tinha um programa de violão solo, uma novidade na época. Em 1940, foi contratado pela Rádio Clube do Brasil e criou a primeira orquestra de violões de que se tem notícia no país.

    Rádio Nacional 

    Em 1956, estreou na Rádio Nacional um programa próprio, o Sua Majestade, o Violão, que ficou 13 anos no ar.

    Dilermando também gravou diversos discos com composições próprias e de outros violonistas. É autor de clássicos como a valsa Se ela perguntar e o choro Dois destinos. Também foi responsável por popularizar obras de outros compositores, como Abismo de Rosas, de Canhoto.

    Dilermando Reis é considerado por muitos o maior violonista brasileiro, tendo influenciado gerações de músicos. Ele morreu em 1977, aos 60 anos, de problemas cardíacos.

    Homenagem

    Nesta terça-feira, às 20h, o Clube do Choro de Brasília recebe o espetáculo “Especial Dilermando Reis – 110 anos: Sob o Céu de Brasília”.

    O violonista Alessandro Borges homenageia a obra de um dos grandes nomes da música brasileira, resultado de mais de 20 anos de pesquisa sobre o repertório e a trajetória do compositor. 


    Brasília (DF), 21/09/2026  O violonista Alessandro Borges e a cantora Pilar Acosta participam do programa Espaço Arte
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
    Brasília (DF), 21/09/2026  O violonista Alessandro Borges e a cantora Pilar Acosta participam do programa Espaço Arte
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
    O violonista Alessandro Borges e a cantora Pilar Acosta participam do programa Espaço Arte – Foto Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

    “Dilermando foi um dos grandes violonistas brasileiros, um dos mais conhecidos na história do país. Nascido em Guaratinguetá (SP), ele participou do início da era do rádio” e foi por meio desse veículo que se tornou um dos maiores violonistas brasileiros, influenciando sua geração”.

    Todo mundo do violão-solo no Brasil conhece Dilermando” diz Borges. Essa homenagem, segundo ele, é uma forma de retribuir seu legado.

    Com participação especial da cantora Pilar Acosta, o concerto revisita essa história e mantém viva a memória do artista.

    No Espaço Arte, Alessandro Borges e Pilar Acosta falam sobre o espetáculo, a obra de Dilermando Reis e a importância de preservar esse legado musical.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original