Tag: Rio de Janeiro

  • Rio de Janeiro tem alerta para ventos de até 75 km/h neste domingo

    Rio de Janeiro tem alerta para ventos de até 75 km/h neste domingo

    Com possibilidade de rajadas de vento pontuais com até 75,9 quilômetros por hora (km/h), a Defesa Civil emitiu um alerta neste domingo (9) para a população da cidade do Rio de Janeiro.

    A previsão meteorológica para a capital carioca é de céu parcialmente nublado passando a nublado ao longo do dia, com chuvas fracas e isoladas nos períodos da tarde e noite.

    A aproximação e passagem de uma nova frente fria vai influenciar o tempo no Rio. A temperatura máxima prevista é de 35 graus Celsius (°C), e deverá cair a partir de segunda-feira (10).

    Recomendações

    A recomendação das autoridades é para que as pessoas evitem se abrigar em baixo de árvores ou coberturas metálicas durante possíveis vendavais e que não estacionem em locais próximos a torres de transmissão.

    Outra orientação é no sentido de evitar permanecer em lugares altos e sem proteção, ou se deslocar durante as rajadas de vento.

    Dentro de casa, a Defesa Civil recomenda que a população feche portas e janelas, além de persianas e cortinas para prevenir que estilhaços se espalhem em caso de quebra de vidro pela ventania.

    Objetos em locais altos também podem cair com os ventos. Se houver falta de energia elétrica, é preciso ter cuidado com uso de velas para se evitar incêndios.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Colombianas que morreram na queda de helicóptero eram avó, mãe e filha

    Colombianas que morreram na queda de helicóptero eram avó, mãe e filha

    Em nota divulgada no Instagram, o Sistema Alerta Rio informou que as três turistas colombianas da mesma família que morreram na queda de um helicóptero, na manhã deste sábado (8) no Rio,, eram avó, mãe e filha. O piloto da aeronave também não resistiu ao acidente. O ponto da queda fica em uma área de mata íngreme, de difícil acesso.

    As vítimas faziam um passeio panorâmico na modalidade “doors off”, em que o helicóptero voa sem as portas.

    O passeio foi contratado com a empresa Voos Rio Panorâmico (VRP). Segundo o comprovante de pagamento, as turistas desembolsaram R$ 2.550 pelo voo.

    A duração aproximada seria de 20 minutos e incluía o sobrevoo de pontos turísticos da cidade, entre eles a Floresta da Tijuca, a região onde ocorreu a queda.

    A empresa oferece diferentes opções de voos panorâmicos pelo Rio de Janeiro, incluindo passeios que podem chegar a uma hora de duração e custar mais de R$ 1,3 mil por pessoa.

    O helicóptero, modelo Robinson R44, de prefixo PP-MFS, caiu em área de mata fechada e de difícil acesso.

    As circunstâncias e as causas da queda serão investigadas.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Criatividade de ambulantes é tema de exposição fotográfica no Rio

    Criatividade de ambulantes é tema de exposição fotográfica no Rio

    A criatividade e a força de trabalhadores ambulantes das praias do Rio de Janeiro são retratados em uma exposição fotográfica que ocupará o Centro Municipal Hélio Oiticica, no centro da capital fluminense, até o próximo dia 30.

    Não Somos Mula, do premiado fotógrafo Rogério Reis, reúne cerca de 120 fotografias, a maioria apresentada ao público pela primeira vez.

    Reis explica que o nome mula remete aos trabalhadores ambulantes, que ganham a vida nas areias da orla carioca e carregam peso, como os vendedores de mate, com seus dois galões de bebidas.

     

    As fotos e projeções feitas por Rogério Reis em suas caminhadas pela orla fazem um contraponto poético ao trabalho pesado desses ambulantes das areias. 

    As imagens realçam a capacidade de inovação e criatividade desses trabalhadores, que criam estruturas para transportar mercadorias e organizar o trabalho no dia a dia.

    Materiais como carrinhos, caixas térmicas, guarda-sóis e suportes improvisados acabam se assemelhando a verdadeiras esculturas e instalações. O fotógrafo dá a esses elementos “uma visão mais lúdica, mais artística”, conforme define. 

    “Na verdade, meu método de trabalho é uma sistematização poética desses artefatos, dessas ferramentas, dessas gambiarras todas usadas como suporte para exposição dos produtos”.

    A maior parte das fotos, cerca de 80%, foi tirada em Copacabana, onde essa atividade é mais forte. Os 20% restantes foram nas areias do Arpoador, Ipanema e Leblon.

     


    Rio de Janeiro (RJ), 04/08/2026 – Retrato do fotógrafo Rogério Reis em Não Somos Mula, projeção de fotos em exposição no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 04/08/2026 – Retrato do fotógrafo Rogério Reis em Não Somos Mula, projeção de fotos em exposição no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
    Sombra do fotógrafo Rogério Reis sobre projeção da exposição Não Somos Mula, no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    Tolerância Zero

    O trabalho chega ao espaço cultural em um momento em que ambulantes protestam contra o Programa Tolerância Zero, lançado pela Prefeitura do Rio de Janeiro como iniciativa de ordem urbana na orla da cidade. 

    A ação intensificou a fiscalização contra camelôs que atuam sem credenciais do município nas praias, afirmando que o comércio irregular era explorado e rendia cifras milionárias a facções do crime organizado. 

    O Movimento Unido dos Camelôs (Muca), entretanto, tem ido às ruas para protestar e cobrar diálogo com a categoria, afirmando que os trabalhadores estão sendo tratados como criminosos.

     


    Rio de Janeiro (RJ), 04/08/2026 – O movimento Unido dos Camelôs faz ato contra o decreto Tolerância Zero, da prefeitura do Rio de Janeiro, em defesa do direito ao trabalho dos vendedores ambulantes, na Escadaria Selarón, no centro da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 04/08/2026 – O movimento Unido dos Camelôs faz ato contra o decreto Tolerância Zero, da prefeitura do Rio de Janeiro, em defesa do direito ao trabalho dos vendedores ambulantes, na Escadaria Selarón, no centro da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
    O Movimento Unido dos Camelôs faz ato contra o decreto Tolerância Zero, da Prefeitura do Rio de Janeiro, na Escadaria Selarón, no centro da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

    O programa também foi contestado pelo Ministério Público Federal, que ajuizou uma ação civil pública pedindo a suspensão imediata.

    Para o procurador regional adjunto dos Direitos do Cidadão Julio Araujo, a medida foi implementada sem diálogo com a União, sem participação da sociedade e sem a apresentação de alternativas para a regularização dos milhares de ambulantes que dependem da atividade para garantir renda.

    Em conversas com os ambulantes das areias, Rogério Reis contou que ouviu relatos preocupados de que possa haver uma tentativa de privatização desse negócio, que ocorre em condições precárias. Ambulantes manifestaram ao fotógrafo o temor de que, algum dia, o mercado das areias seja ocupado por empresas.

    A maioria dos trabalhadores das areias é autônoma e Rogério Reis defende que o governo municipal, em vez do Tolerância Zero, deveria ter um projeto socioeducativo para qualificar esse tipo de trabalho.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Quatro pessoas morrem em queda de helicóptero no Rio de Janeiro

    Quatro pessoas morrem em queda de helicóptero no Rio de Janeiro

    Quatro pessoas morreram na queda de um helicóptero na região da Vista Chinesa, no Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. Segundo o Corpo de Bombeiros, as vítimas são um homem (piloto da aeronave) e três mulheres (passageiras).

    A corporação diz que foi acionada às 11h11 deste sábado (8) para atender à ocorrência e que localizou o helicóptero em uma área de mata fechada e de difícil acesso. Havia registro de fogo no local e equipes especializadas em salvamento, operações aéreas e combate a incêndios florestais atuaram na ocorrência.

    Pouco depois, os focos de incêndio foram extintos. O Corpo de Bombeiros diz que a identificação das vítimas será feita pela perícia da Polícia Civil e que o prefixo da aeronave ainda não foi confirmado.

    Ainda segundo a corporação, a operação mobilizou cerca de 40 militares, 11 viaturas e 4 unidades operacionais do 1º Grupamento de Socorro Florestal e Meio Ambiente do Alto da Boa Vista, ⁠do Grupamento Operacional do Comando-Geral do centro, do ⁠Grupamento de Operações Aéreas e ⁠do 11º Grupamento de Bombeiro Militar de Vila Isabel.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Festival Rio Cello leva música a vários espaços do Rio de Janeiro

    Festival Rio Cello leva música a vários espaços do Rio de Janeiro

    O Rio Cello, considerado o maior festival de violoncelos do país, vai entregar ao público apresentações em vários espaços urbanos da capital fluminense. Na 32ª edição, que começa neste sábado (8) e segue até domingo (16), a programação gratuita reserva logo na abertura, a apresentação de dança com música brasileira nos jardins do Museu da República, no Catete, zona sul da cidade.

    Chris Cecconelo dançará em homenagem a Tom Jobim e Vinícius de Moraes. A dançarina e coreógrafa terá ao seu lado o cellista Lui Coimbra, que fará a estreia no festival, e os violinistas Karolin Broosch e Thiago Cosmo. O concerto de abertura terá também a participação do grupo Amores do Rio, a Camerata Laranjeiras e os corais Cantos da Urca e Cantos do Largo. A regência será do maestro Jonas Hammar.

    Este ano, além do Museu da República, as apresentações vão ocorrer no Espaço Cenáculo, no Flamengo, na Casa Museu Eva Klabin, na Lagoa, na Igreja de Nossa Senhora da Candelária, na Praça Pio X, e na Sala Cecília Meireles, os dois últimos no centro.

    Festival

    No início, o Rio Cello era um encontro de violoncelistas idealizado pelo cellista inglês David Chew, radicado no Brasil há mais de 40 anos. Ao longo do tempo, se transformou em uma das maiores celebrações de música de concerto do Brasil, com diversos instrumentos e diferentes linguagens artísticas como música, dança, artes visuais e educação.

    Desde a criação, David mantém a intenção de popularizar a música clássica e de fazer homenagem ao maestro Heitor Villa-Lobos, sua maior inspiração.

    “Isso para mim é o grande lance do festival. Democratizar e ser aberto para o público. Qualquer pessoa pode ver e assistir”, disse em entrevista à Agência Brasil.

    O festival já levou a música de concerto a mais de 500 mil pessoas. “É um caminho muito feliz e realizador”, afirmou.

    O fundador contou que o festival começou depois da chacina da Candelária, em que crianças e adolescentes em situação de rua foram mortos por policiais no entorno da igreja, no centro do Rio. Naquele momento, integrava a Sinfônica Brasileira e foi chamado para ajudar uma sobrevivente que tinha cinco ou seis anos e estava muito abalada.

    David tentou amenizar a situação por meio da música, mas a criança chorava muito e ele saiu do encontro com muita dor de cabeça. A partir daí, teve vontade de ajudar crianças em situação de rua e de comunidades. “Nessa ideia do festival chamei meus amigos para me ajudar”, revelou.

    A renovação provocada pelo festival em sua trajetória se traduz, este ano, em novos encontros. Um deles é a estreia do Cello Kids, dedicado às crianças com formação e apresentação especiais. No sábado (15), o auditório do Museu da República receberá, das 11h às 12h, a Escolinha de Música Rio Cello, projeto de formação mantido pelo festival durante o ano. Entre 13h e 16h, haverá a Oficina Cello Kids, no Espaço Educação e nos jardins do museu. Esta atividade será realizada com a participação de cellistas mirins. A programação do dia terá ainda a apresentação do Coral das Marés.

    Cello Dance

    Outra novidade entre as atrações é a comemoração dos 20 anos do Cello Dance, projeto que junta o violoncelo e a dança com apresentações inéditas de bailarinos que marcaram a história do festival. Nesse período, o projeto saiu dos teatros e se espalhou pela cidade, onde ocupou estações de metrô, praças, museus e palcos ao ar livre. Nessa, o público é convidado a fazer parte da cena.

    Volta à dança

    O encerramento no dia 16, às 11h, vai levar aos jardins do Museu da República o retorno à dança da primeira solista do Theatro Municipal nos anos 90 e primeira bailarina a participar do projeto que antecedeu o Cello Dance, Bettina Dalcanale.

    “É um projeto super lindo. Já dancei no Metrô da Pavuna. Inventei de botar uma sola de borracha e colar na sapatilha de ponta porque senão ia de cara no chão. Fiz muita coisa linda com eles, de levar a arte para lugares onde nunca viram”, relatou, acrescentando que se emocionou muito na Pavuna quando viu um menino de 15 anos dançando enquanto se apresentava.

    “Depois desse dia, ele foi fazer balé. Fiquei tão emocionada. Ele começou a seguir a minha carreira. São coisas assim que tocam o coração da gente”.

    Bettina, que mora em Lisboa, Portugal, e vem ao Brasil para interpretar O Canto do Cisne Negro, de Heitor Villa-Lobos, ao som do cello do criador do festival David Chew, vê a apresentação como um desafio.

    “Eu tenho 64 anos e parei de dançar há 15. Encerrei minha carreira e o último foi um balé no Theatro Municipal. Mudei de rumo, fiz um curso de personal trainer e trabalhei fortalecimento muscular com bailarinos do Royal Ballet”, disse em entrevista à Agência Brasil.

    Embora não tenha parado de se exercitar, tem 16 anos que não faz uma aula de balé. O fato de se apresentar nos jardins do Museu da República interpretando Villa-Lobos é uma emoção a mais. “Acho que até topei fazer isso, porque a minha neta tem cinco anos e ela adora balé. Sempre ouviu que a avó foi bailarina e agora ela vai ver a avó dançar em um lugar maravilhoso”, disse, acrescentando que fez ensaios online e, na coreografia assinada por Mônica Barbosa, vai dançar descalça. “Quero me apresentar dignamente e trabalhei muito para isso”.

    “Acho que uma primeira bailarina topar dançar na grama é incrível. É uma coisa que me emociona”, observou David Chew.

    A programação de encerramento tem ainda David Chew acompanhado das pianistas Fernanda Canaud e Claudia Tolipan; o grupo Cello Popular, integrado por Lauro Lira, Dave Haughey, David Chew e Mateus Ceccato; com os bailarinos Danilo D’Alma e Will Freitas, o multi-instrumentista DJ Muralhex e a obra Três Filósofos, composta pelo cellista americano Dave Haughey especialmente para o festival, interpretada por ele, Mateus Ceccato e David Chew ao lado dos bailarinos Felipe Padilha, Inês Carijó e Monica Burity.

    Na véspera do enceramento, haverá o encontro tradicionalmente conhecido como Violonsalada, às 17h, na Sala Cecília Meireles. De acordo com os organizadores, o nome nasceu dentro do próprio festival e traduz seu espírito: um “mix de tudo o que aconteceu na edição, com um ou dois números de cada artista participante, anunciados na hora, no palco”. 

    Dados do festival mostram que, desde a criação, 10 mil artistas participaram das apresentações em mais de 500 locais do Brasil. “Do Theatro Municipal do Rio de Janeiro ao Cristo Redentor, do Palácio Itamaraty às quadras [das escolas de samba] Mangueira e Beija-Flor, de estações do MetrôRio a comunidades como o Complexo da Maré, Pavão-Pavãozinho e Dona Marta, sempre fiel à sua vocação de levar a música de concerto para onde ela nem sempre chega”, informou a organização.

    Apesar de todos esses lugares, o fundador do Rio Cello tem uma vontade especial: “Eu prefiro levar as crianças das comunidades para ver apresentações no Theatro Municipal e em locais como o Museu do Amanhã ou na Candelária. “É muito importante que elas conheçam esses lugares a que normalmente não têm acesso fácil”, afirmou.

    Recursos

    Atualmente, o Rio Cello é patrocinado pela prefeitura do Rio e a Secretaria Municipal de Cultura, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, a Lei do ISS, mas, segundo o seu fundador, no início era muito difícil conseguir os recursos. “Eu fui batendo nas portas dos consulados e embaixadas pedindo que ajudassem o festival. Ainda tenho contato com patronatos que colaboram com o evento, o Itamaraty já ajudou muito” contou, acrescentando que hoje a produção fica sempre atenta a editais de patrocínio.

    O projeto também estará presente na Semana de Artes do Rio, de 16 a 20 de setembro. Quem quiser conhecer a programação completa deve acessar o perfil do festival: @riocellooficial.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Ventania no Rio adia Botafogo x Fluminense pelo Brasileirão Feminino

    Ventania no Rio adia Botafogo x Fluminense pelo Brasileirão Feminino

    A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou o adiamento da partida entre Botafogo e Fluminense, que seria realizada às 21h30 (horário de Brasília) desta sexta-feira (7), no Estádio Nilton Santos, devido às condições climáticas no Rio de Janeiro. O confronto foi reagendado para segunda-feira (10), às 18h, no mesmo local.

    Segundo a entidade, a decisão foi tomada em comum acordo com os clubes, após o município entrar no estágio operacional nível 3 (de 5), que significa que uma ou mais ocorrências estão impactando a cidade. A previsão do Sistema Alerta Rio, serviço local de meteorologia, é de que as rajadas de vento atinjam até 90 quilômetros por hora (km/h) nas próximas horas.

    Pela manhã, moradores receberam, nos aparelhos celulares, alertas de ventos fortes e recomendações para evitarem deslocamentos desnecessários.

    Já no início da tarde, com a entrada no Estágio 3, o governo do Estado e a Prefeitura do Rio orientaram que atividades não essenciais tivessem o encerramento antecipado.

    A 15ª rodada do Brasileirão Feminino, portanto, começa neste sábado (8), com dois jogos. Às 15h, Atlético-MG e Bahia se enfrentam na Arena Gregorão, em Contagem (MG). Já às 16h, a Ferroviária recebe o Palmeiras na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara (SP), com transmissão ao vivo da TV Brasil.

    Na segunda, às 21h, a bola volta a rolar na tela da emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), com América-MG e Flamengo, que medem forças na Arena Urbsan, em Betim (MG).

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Cristo, Bondinho e outros pontos turísticos são fechados por ventania

    Cristo, Bondinho e outros pontos turísticos são fechados por ventania

    Os principais pontos turísticos do Rio de Janeiro foram fechados nesta sexta-feira (7) depois da previsão de que ventos fortes podem atingir a cidade. Ao longo do dia, prefeitura da capital e governo do estado dispararam alertas de risco para o fenômeno por meio do Centro de Operações e da Defesa Civil.

    O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) determinou que, desde as 13h, as concessionárias Paineiras-Corcovado e Trem do Corcovado suspendessem o transporte de turistas para o Cristo Redentor, que fica dentro do Parque Nacional da Tijuca. A retirada do público que já estava no mirante seria feita progressivamente.

    Outras áreas turísticas do parque foram fechadas, como o Parque Lage, o Setor Floresta da Tijuca, a Vista Chinesa, a Mesa do Imperador, a Pedra da Gávea e a Pedra Bonita.

    O acesso de bondinho ao Pão de Açúcar também foi encerrado desde as 13h, segundo a concessionária Parque Bondinho. O informe oficial diz que a medida foi tomada para garantir a segurança de funcionários e visitantes. O fechamento inclui ainda a Pista Cláudio Coutinho e a trilha do Morro da Urca.

    A Prefeitura comunicou que todos os parques naturais e urbanos da cidade encerraram as atividades às 12h.

    O Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, suspendeu as visitas e as oficinas que estavam agendadas para o dia. A administração informou que as pessoas que já haviam comprado ingressos pela internet poderão reagendar uma nova data.

    O mesmo ocorreu no Museu do Amanhã, Museu de Arte do Rio, Museu Histórico Nacional e Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), que ficam na região central da cidade.

     


    Rio de Janeiro - 07/08/2026 - Começo da ventania nas ruas do Rio de Janeiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
    Rio de Janeiro - 07/08/2026 - Começo da ventania nas ruas do Rio de Janeiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
    Começo da ventania nas ruas do Rio de Janeiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

    Volta para casa antecipada

    O governo do estado e a prefeitura da capital recomendaram nesta sexta-feira que instituições que não prestam serviços essenciais encerrem seu expediente mais cedo para que a população tenha tempo de voltar para casa antes de o vendaval ganhar mais força. 

    A decisão foi tomada após a confirmação do registro de ventos de 74 km/h na Costa Verde, no fim desta manhã, e a previsão meteorológica de ventos fortes também para a capital.

    A cidade do Rio entrou às 13h em Estágio 3 em sua escala de atenção, que tem cinco níveis. A classificação significa que uma ou mais ocorrências já impactam o município, afetando a rotina de parte da população. 

    Vento forte

    O Serviço de Meteorologia da Prefeitura do Rio de Janeiro já confirmou a ocorrência de ventos fortes na cidade nesta sexta. A velocidade das rajadas chegou a 66,6 km/h no Aeroporto do Galeão, entre 11h e 12h.

    Já no Aeroporto Santos Dumont, o vento atingiu 64,8 km/h entre 12h e 13h. Apesar dos registros, os dois aeroportos operavam sem alterações até o início da tarde desta sexta-feira.

    “Permanecemos operando no visual e sem impactos”, informou à Agência Brasil a assessoria de imprensa da concessionária que opera o aeroporto internacional. No Santos Dumont, a informação era de que não havia registro de atrasos ou cancelamento de voos.

    Com o vento moderado a forte em vários pontos da cidade, já há ao menos sete ocorrências de queda de árvore em vias da capital.

    O registro mais forte de rajada de vento no estado até o momento, no entanto, ocorreu em Angra dos Reis, onde a velocidade chegou a 84,7 km/h às 10h33.

    *colaboraram Alana Gandra e Bruno de Freitas Moura.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Transportes antecipam horário de pico no Rio com previsão de ventania

    Transportes antecipam horário de pico no Rio com previsão de ventania

    Os serviços de trens urbanos e metrô tiveram os horários de pico antecipados para 13h desta sexta-feira (17), por causa dos ventos fortes que começaram a atingir a cidade do Rio de Janeiro no fim da manhã.

    O governo do estado e a prefeitura da capital recomendaram que instituições que não prestam serviços essenciais encerrem seu expediente mais cedo para que a população tenha tempo de voltar para casa antes de o vendaval ganhar mais força.

    De acordo com a concessionária Trens RJ, a antecipação da operação para o maior movimento de passageiros está em conformidade com as determinações do governo do Estado e da Prefeitura do Rio.

    “A ideia é reforçar a capacidade operacional do sistema no período de maior demanda e garantir maior agilidade na resposta a eventuais interferências provocadas pelos ventos fortes, contribuindo para que os passageiros possam realizar seus deslocamentos com segurança e tranquilidade”, explicou em nota.

    A TrensRJ informou ainda que mantém diálogo constante com o governo do Estado para o acompanhamento das condições climáticas e a adoção das medidas necessárias diante de eventuais impactos na operação.

    Se for necessário a concessionária poderá estender o horário de funcionamento dos trens, para facilitar que os passageiros possam voltar para casa em segurança. “A orientação é que os passageiros acompanhem os canais oficiais da TrensRJ e, em caso de alterações na circulação, sigam as orientações das equipes que atuam nas estações e nos trens”, recomendou.

    Entre as possíveis interferências que podem ser provocadas por vento forte, a companhia indicou a queda de galhos e árvores, que, apesar de estarem localizadas nas calçadas, podem atingir a rede e demais estruturas ferroviárias. Por isso, destacou a importância da “realização frequente de serviços de poda preventiva e manutenção da arborização por parte das prefeituras que ficam ao redor do sistema”.

    Metrô Rio

    A concessionária MetrôRio também antecipou seu horário de pico para a partir das 13h de hoje. A intenção foi “ampliar a oferta de trens e melhor atender aos clientes no deslocamento de retorno por conta dos avisos meteorológicos de ventos fortes emitidos pelas autoridades”. “O sistema metroviário opera normalmente, com intervalos regulares nas linhas 1, 2 e 4”, completou a companhia.

    A concessionária que opera o veículo leve sobre trilhos (VLT) no centro da cidade também informou que antecipou o horário de pico nesta tarde. Segundo a empresa, as equipes de atendimento e manutenção foram reforçadas e estarão posicionadas estrategicamente para atuar com agilidade em caso de ocorrências provocadas pelo mau tempo

    Ponte Rio-Niterói

    A previsão de ventos fortes para o estado do Rio de Janeiro levou a Ecovias Ponte a pedir a atenção dos motoristas ao trafegarem pela Ponte Rio-Niterói.

    “Durante os períodos de ventania, a recomendação é reduzir a velocidade, manter distância segura do veículo à frente e ficar atento a possíveis objetos que possam ser deslocados pela força do vento”, sugeriu.

    A concessionária orientou ainda os condutores de veículos altos, como caminhões, ônibus, vans e veículos com cargas leves ou vazias.

    “Devem ter atenção especial devido à maior exposição aos efeitos das rajadas”.

    Os motociclistas também devem redobrar os cuidados na travessia, “mantendo velocidade compatível com as condições da via, evitando manobras bruscas e aumentando a atenção aos efeitos das rajadas laterais de vento, que podem afetar a estabilidade do veículo”.

    “O cuidado deve ser ampliado ao longo de toda a travessia, acompanhando a sinalização da rodovia e as orientações das equipes operacionais”.

    Se o motorista se deparar com equipes operacionais, viaturas de atendimento ou veículos de emergência atuando na via, a recomendação é que reduza a velocidade e mude de faixa quando houver condições seguras “para ampliar a distância da operação, seguindo as recomendações do Movimento Afaste-se”.

    Equipes operacionais da Ecovias Ponte estão em monitoramento permanente das condições de tráfego e das condições meteorológicas e permanecem de prontidão 24 horas por dia para prestar atendimento aos usuários.

    “Em caso de necessidade, os motoristas podem entrar em contato pelo telefone 0800 777 6683 (WhatsApp). As condições de tráfego podem ser acompanhadas em tempo real pelo perfil @ecoviasponte (X e Threads)”, completou em nota.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Cirurgias plásticas de mama no SUS crescem mais de 50% em dez anos

    Cirurgias plásticas de mama no SUS crescem mais de 50% em dez anos

    O volume de cirurgias plásticas mamárias feitas no Sistema Único de Saúde (SUS) cresceu 54,3% entre 2016 e 2025, passando de 9 mil para 14.213.

    Em 2020, ápice da crise sanitária causada pela covid-19, foram contabilizadas apenas 4.547 operações de mama, a metade do que vinha sendo praticado rotineiramente.

    Os números fazem parte de um levantamento divulgado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Regional Rio de Janeiro (SBCP-RJ), durante a 45ª Jornada Carioca de Cirurgia Plástica. O cálculo inclui procedimentos indicados para reconstrução da mama e o tratamento de diferentes alterações na estrutura da mama.

    O levantamento mostra que, em dez anos, o SUS aprovou 90.648 cirurgias plásticas mamárias. Os estados com maior registro desse tipo de intervenção foram:

    1. São Paulo – 30.265 operações;
    2. Minas Gerais – 9.836;
    3. Rio de Janeiro – 9.115;
    4. Rio Grande do Sul – 6 mil;
    5. Bahia – 5.731.

    Do total de registros analisados, 74.619 correspondem à plástica mamária feminina não estética, responsável por 82,3% das internações.

    O grupo inclui cirurgias com indicação médica para corrigir deformidades congênitas, assimetrias importantes, hipertrofia mamária associada a dores e limitações físicas e sequelas provocadas por doenças ou tratamentos.

    Os dados mostram ainda 12.600 internações para reconstrução mamária pós-mastectomia, com implante de prótese, além de 3.429 internações relacionadas à reconstrução mamária pós-mastectomia total.

    Concentração no Sudeste

    Estados do Sudeste responderam por 50.848 internações, o equivalente a 56,1% de todos os procedimentos mamários não estéticos e reconstrutivos feitos pelo SUS entre 2016 e 2025.

    Sozinho, o estado de São Paulo concentrou um terço dos registros nacionais. Minas Gerais e Rio de Janeiro aparecem na sequência. Entre as demais regiões, o Sul somou 9.098 internações; o Nordeste, 15.985; o Centro-Oeste, 5.695; e o Norte, 3.022.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Prefeitura e estado pedem antecipação do fim do expediente no Rio

    Prefeitura e estado pedem antecipação do fim do expediente no Rio

    O governo do estado e a prefeitura do Rio de Janeiro orientaram, no começo da tarde desta sexta-feira (7), a “antecipação do encerramento de todas as atividades que não sejam essenciais”. O motivo é a previsão de ventania com rajadas superiores a 90 quilômetros por hora (km/h).

    Mensagens enviadas para aparelhos de celular recomendaram “retorno para casa, visando garantir a segurança”. A decisão de antecipar a volta para casa dos trabalhadores e estudantes foi tomada após a confirmação do registro de ventos de 74 km/h na Costa Verde, no fim desta manhã, corroborando a previsão metereológica de ventos fortes.

    De acordo com o Sistema Alerta Rio, serviço de meteorologia do município, o fim da manhã teve ventos de 61,2 km/h em Marambaia, na Zona Oeste. Em Copacabana, na Zona Sul, a ventania atingiu 53,3 km/h.

    Mais cedo, moradores do Rio já tinham recebido um alerta de ventania nos aparelhos de celular, com a orientação de evitar deslocamentos desnecessários. A cidade do Rio ordenou o fechamento de parques municipais naturais e urbanos.

     


    Rio de Janeiro - 07/08/2026 - Defesa Civil alerta de ventos fortes. Fonte: Defesa Civil/RJ
    Rio de Janeiro - 07/08/2026 - Defesa Civil alerta de ventos fortes. Fonte: Defesa Civil/RJ
    Alerta enviado pela Defesa Civil do Rio de Janeiro às 12h35 desta sexta (7). Fonte: Defesa Civil/RJ – Defesa Civil/RJ

    Ponto facultativo

    O governo estadual decretou ponto facultativo a partir das 13h desta sexta por questões de segurança. A medida, publicada em Diário Oficial extra, tem caráter preventivo e busca reduzir a circulação de pessoas durante o período de maior intensidade dos ventos, afirma o Palácio Guanabara. 

    A Prefeitura do Rio, por sua vez, entrou às 13h em Estágio 3 em sua escala de atenção, que tem cinco níveis. A classificação significa que uma ou mais ocorrências já impactam o município, afetando a rotina de parte da população. Segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, já há registro de quedas de árvores no Joá, na Zona Sul, e em Vila Isabel, na Zona Norte.

    Aulas suspensas

    A capital fluminense e diversas cidades suspenderam aulas em escolas públicas. A rede estadual de ensino também determinou o fechamento de colégios.

    Niterói, Nova Iguaçu, Nilópolis, Belford Roxo e São João de Meriti são cidades da região metropolitana do Rio que suspenderam aulas na rede municipal. A medida também foi tomada em Petrópolis, na Região Serrana.

    Orientações

    Entre a principais orientações repassadas pelas autoridades estão:

    • evitar permanecer perto de árvores, postes, placas, andaimes e outras estruturas que possam ser afetadas pelos ventos fortes
    • não estacionar veículos sob árvores
    • fechar as janelas, basculantes e portas de armários para evitar canalizações de ventos no interior de casa
    • persianas, cortinas ou blecautes também devem estar fechados para evitar que estilhaços se espalhem, no caso de alguma janela quebrar
    • aparelhos elétricos e registro de gás devem estar fechados. Dessa forma, não há agravamento em caso de queda de árvore
    • recolher objetos soltos em varandas e sacadas
    • evitar deslocamentos desnecessários durante os períodos de maior intensidade dos ventos — não tocar em cabos elétricos caídos
    • Em caso de emergência, o Corpo de Bombeiros pode ser acionado pelo telefone 193.

    Ventania em julho

    No último dia 29, um vendaval com rajadas de até 105 km/h assustou a população e forçou interrupção em aeroportos, trens e metrôs. Quedas de árvores causaram danos e pararam o trânsito de veículos em várias regiões.

    Na cidade do Rio, duas pessoas morreram atingidas pelo desabamento de um muro em Santa Teresa.

    Centenas de milhares de pessoas tiveram o fornecimento de energia elétrica interrompido.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original