Tag: Rio de Janeiro

  • Ventania: moradores do Rio acordam sob alerta; saiba o que fazer

    Ventania: moradores do Rio acordam sob alerta; saiba o que fazer

    Moradores do Rio de Janeiro acordaram nesta sexta-feira (7) com mensagem de “alerta severo” para ventania em seus aparelhos de celular. O comunicado foi enviado pela Defesa Civil e acompanha outras medidas para redução de riscos, como a suspensão de aulas em escolas públicas em diversas cidades e na rede estadual.

    “Alerta severo. Defesa Civil: Vento forte na cidade do Rio nas próximas horas. Cidade no Estágio 2. Aulas nas escolas da rede pública suspensas. Evite deslocamento – 7/8”, orienta o texto.

    Além disso, parques públicos urbanos e naturais serão fechados às 12h. A previsão de rajadas de vento acima de 90 quilômetros por hora (km/h) acompanha a chegada de uma frente fria no estado.

    Desde a noite dessa quinta-feira (6), a capital fluminense está no estágio 2, em uma escala que vai até 5. Esse nível significa que há riscos de ocorrências de alto impacto na cidade.

    Ainda na noite de ontem, a prefeitura informou sobre a suspensão de aulas, por causa da previsão de vendaval.

    Petrópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Nilópolis, Belford Roxo e São João de Meriti são cidades da região metropolitana do Rio que suspenderam aulas na rede municipal.

    Monitoramento

    O governo estadual ativou, às 6h, o Gabinete de Crise, responsável pelo monitoramento da situação.

    De acordo com a Defesa Civil estadual, a Baixada Fluminense, no Grande Rio, e a Costa Verde, no litoral sul, têm possibilidade de ventos fortes a muito fortes.

    Orientações

    Entre a principais orientações repassadas pelas autoridades estão:

    • evitar permanecer perto de árvores, postes, placas, andaimes e outras estruturas que possam ser afetadas pelos ventos fortes;
    • não estacionar veículos sob árvores;
    • manter portas e janelas fechadas;
    • recolher objetos soltos em varandas e sacadas;
    • evitar deslocamentos desnecessários durante os períodos de maior intensidade dos ventos;
    • não tocar em cabos elétricos caídos.

    Em caso de emergência, o Corpo de Bombeiros pode ser acionado pelo telefone 193.

    Ventania em julho

    No último dia 29, um vendaval com rajadas de até 105 km/h assustou a população e forçou interrupção em aeroportos, trens e metrôs. Quedas de árvores causaram danos e pararam o trânsito de veículos em várias regiões.

    Na cidade do Rio, duas pessoas morreram atingidas pelo desabamento de um muro em Santa Teresa.

    Centenas de milhares de pessoas tiveram o fornecimento de energia elétrica interrompido.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Previsão de ventos fortes leva Rio a suspender aulas nesta sexta

    Previsão de ventos fortes leva Rio a suspender aulas nesta sexta

    O município do Rio de Janeiro entrou no Estágio 2 às 19h05 dessa quinta-feira (6), devido à previsão de ventos fortes até o próximo domingo (9).

    O prefeito Eduardo Cavaliere assinou decreto, publicado em edição extra do Diário Oficial, determinando a suspensão das aulas hoje na rede pública municipal. O Sistema Alerta Rio prevê ventos acima de 90 quilômetros por hora (km/h) na cidade.

    “É uma medida de prevenção para proteger as crianças, as famílias e evitar ao máximo os deslocamentos pela cidade”, explicou.

    De acordo com o Sistema Alerta Rio, as rajadas de vento poderão atingir nesta sexta intensidade forte (de 52 km/h a 76 km/h) a muito forte (acima de 76 km/h) a partir da manhã. Com a aproximação de uma frente fria, a previsão é de céu parcialmente nublado a nublado com pancadas isoladas de chuva a partir do fim da tarde.

    Alerta

    O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais do Rio (Cemaden-RJ) informa que a passagem de uma frente fria associada a um sistema de baixa pressão poderá provocar rajadas de vento de moderadas a fortes, com possibilidade de serem muito fortes em algumas regiões, especialmente no litoral, até a noite de domingo (9). Hoje será o dia de maior intensidade dos ventos, especialmente na madrugada e de manhã. Até domingo, também há possibilidade de chuvas fracas a moderadas, de forma isolada.

    Diante desse cenário, a Defesa Civil Estadual reforçou as equipes da Sala de Situação, que funciona 24 horas por dia monitorando os efeitos do El Niño e as condições meteorológicas em todo o território fluminense. A Força Especializada da Secretaria de Defesa Civil (Sedec-RJ) está a postos, em contato com as defesas civis municipais, orientando sobre a necessidade de avisos e alertas.

    Ontem (6), mais de 95 agentes participaram da reunião de alinhamento que a Sedec realiza diariamente, incluindo representantes de 59 das 92 prefeituras do estado. Durante o encontro, foram atualizadas as previsões meteorológicas, definidas as estratégias de atuação e repassadas orientações aos municípios.

    Além disso, a Defesa Civil Estadual emitiu aviso meteorológico e um alerta via SMS à população com o panorama esperado para os próximos dias. Os SMS, em algumas cidades  consideradas autônomas, são enviados pelos gestores municipais

    De acordo com a Defesa Civil, durante as rajadas de vento, a população deve:

    evitar áreas próximas a árvores, postes, placas, coberturas, andaimes e estruturas metálicas;

    não estacionar veículos debaixo de árvores;

    manter portas e janelas fechadas;

    evitar deslocamentos desnecessários durante os períodos de vento mais intenso;

    não tocar em cabos elétricos caídos;

    acompanhar os alertas e as orientações dos órgãos oficiais;

    ligar para o Corpo de Bombeiros pelo número 193 em situações de emergência.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Leilões de petróleo em outubro terão recorde de áreas em disputa

    Leilões de petróleo em outubro terão recorde de áreas em disputa

    A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) afirmou nesta quinta-feira (6) que as licitações de exploração de petróleo no país marcadas para outubro terão número recorde de áreas em disputa. A Agência é a responsável por organizar esses leilões.

    Dois certames estão marcados para 7 de outubro: o chamado 4º Ciclo de Partilha, que abrange áreas do pré-sal, vai ofertar 13 blocos. O do 6º Ciclo de Concessão, que licita as demais áreas de exploração, tem 22 setores em disputa.

    A relação completa das áreas de partilha e de concessão foi publicada no Diário Oficial da União.

    Foram incluídos setores ou blocos que receberam declaração de interesse de pelo menos uma empresa de petróleo, desde que a companhia também tenha manifestado garantia de oferta.

    Os 22 setores do leilão de concessão receberam, até o momento, declaração de interesse com garantia de oferta de 12 empresas. Os 13 blocos do leilão de partilha têm a manifestação de seis empresas.

    Próximos passos

    A ANP explica que, até 31 de agosto, empresas que ainda não tenham ou que já tenham declarado interesse podem ainda demonstrar interesse em outros setores ou blocos, ampliando a participação nos leilões.

    As que não cumprirem esse procedimento até o fim do prazo podem participar da disputa por meio de consórcio com empresas que se habilitaram.

    Leilões anteriores

    Em outubro do ano passado, o 3º Ciclo da Oferta de Partilha terminou com cinco dos sete blocos em disputa arrematados. Na ocasião os bônus de assinatura chegaram a quase 104 bilhões e previsão de investimento mínimo na fase de exploração de R$ 451,5 milhões.

    O leilão do 5º Ciclo da Oferta de Concessão ocorreu em junho de 2025, com assinatura de 34 contratos de concessão de blocos. A arrecadação de bônus de assinatura foi de cerca de R$ 989 milhões, com investimentos mínimos estimados em R$ 1,5 bilhão na fase de exploração.

    Partilha x concessão

    Descoberto há 20 anos, o petróleo do pré-sal mostrou-se tão significativo para o potencial de produção brasileiro que levou o governo a mudar, em 2010, o regime que autorizava as empresas a explorar a riqueza submersa.

    Dessa forma, nas áreas de pré-sal vigora o regime de partilha. Nesse modelo, a produção de óleo excedente (saldo após pagamento dos custos) é dividida entre a empresa e a União.

    Quando ocorre leilão em uma área, a companhia vencedora é aquela que oferece a maior parcela do óleo à União.

    Essa regra é diferente do modelo de concessão, válido nos demais blocos de óleo e gás. No modelo tradicional, o risco de investir e encontrar, ou não, petróleo é da concessionária, que se torna dona de todo o óleo e gás que venham a ser descobertos.

    Em contrapartida, além do bônus de assinatura ao arrematar o leilão, a petrolífera paga royalties e participação especial (no caso de campos de grande produção) ao governo.

    Junto com o modelo de partilha, foi criada uma estatal, a Pré-Sal Petróleo (PPSA), sediada no Rio de Janeiro e vinculada ao Ministério de Minas e Energia, que representa a União no recebimento das receitas. Ou seja, a PPSA vende o petróleo entregue pelas petroleiras à União.

    O Polígono do Pré-Sal, no litoral do Sudeste, concentra os principais campos de produção do petróleo no país. Em junho de 2026, dado mais recente da ANP, os campos do pré-sal – sob uma espessa camada de sal, que pode chegar a 7 mil metros de profundidade – responderam por 82% da produção nacional de petróleo e gás.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rio concentra quase um terço de casos de exercício ilegal da medicina

    Rio concentra quase um terço de casos de exercício ilegal da medicina

    O Rio de Janeiro registrou 937 ocorrências policiais relacionadas ao exercício ilegal da medicina entre 2012 e 2023, de acordo com dados do Conselho Federal de Medicina (CFM).

    O número pode ser ainda maior, pois muitos casos não são comunicados às autoridades, por receio, constrangimento ou desconhecimento dos canais de denúncia.

    O Rio de Janeiro concentra quase um terço dos casos de exercício ilegal da medicina registrados no país, segundo dados da polícia civil do estado. Os procedimentos estéticos invasivos foram executados por pessoas sem habilitação técnica ou autorização legal.

    O cenário foi apresentado pela regional no Rio de Janeiro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP-RJ) durante a 45ª Jornada Carioca de Cirurgia Plástica. 

    A entidade alerta que tais irregularidades resultam em adoecimento, sequelas irreversíveis e mortes e cobrou providências urgentes para proteger a população.

    A regional destacou que procedimentos invasivos, estéticos ou não, exigem avaliação clínica, indicação adequada, conhecimento anatômico, domínio técnico, planejamento anestésico e capacidade para reconhecer e tratar complicações.

    “Quando realizados por pessoas sem formação médica e sem habilitação profissional, aumentam significativamente os riscos de infecções, deformidades permanentes, perda funcional e morte”, informou em nota.

    Além disso, tais procedimentos só podem ocorrer em espaços preparados para reduzir a possibilidade de infecções, oferecer as condições para o cuidado adequado aos pacientes e garantir acesso a instrumentos de suporte à vida, se houver intercorrências.

    “Consultórios e clínicas de estéticas não reúnem essas características”, reforçou a instituição.

    Denúncias e cuidados

    A entidade pediu apoio da população para denunciar irregularidades a autoridades competentes e, sobretudo, escolher apenas médicos habilitados para a execução de procedimentos invasivos, a fim de reduzir chances de complicações.

    A orientação é verificar, nos conselhos de medicina e na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, se os profissionais são mesmo médicos, com formação adequada para tais procedimentos.

    Aos médicos, o apelo é para que informem ao Conselho Federal de Medicina (CFM), por meio da Plataforma Medicina Segura, casos em que são acionados para atender vítimas da irresponsabilidade de procedimentos inadequados.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Caso Marielle: Justiça amplia penas de Ronnie Lessa e Élcio Queiroz

    Caso Marielle: Justiça amplia penas de Ronnie Lessa e Élcio Queiroz

    A Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) aumentou as penas dos ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio Queiroz pelos assassinatos da vereadora do PSOL Marielle Franco, do motorista dela, Anderson Gomes, e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves, assessora da parlamentar. Os crimes ocorreram no dia 14 de março de 2018, no bairro do Estácio, região central do Rio.

    A pena de Ronnie Lessa passou de 78 anos e nove meses para 81 anos e 10 meses de prisão. A de Élcio Queiroz subiu de 59 anos e oito meses para 76 anos e seis meses de prisão.

    Com a decisão, em julgamento realizado terça-feira (4), a Justiça do Rio atendeu ao pedido do Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado (Gaeco/MPRJ).

    No recurso, o MPRJ afirmou que “não havia considerado circunstâncias relevantes para a dosimetria da pena” na sentença do 4º Tribunal do Júri da Capital, em outubro de 2024, quando Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram condenados pelos assassinatos de Marielle e Anderson e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves.

    “O Gaeco/MPRJ sustentou a necessidade de aumento das penas para assegurar a correta aplicação dos critérios legais de individualização da sanção, em razão da elevada intensidade do dolo, do sofisticado planejamento da ação criminosa e da gravidade dos delitos praticados”, disse o MPRJ em nota.

    A forma de execução dos homicídios, com diversos disparos efetuados em via pública, em local de intensa circulação de pessoas, está entre os fundamentos do Gaeco, aceitos pela Primeira Câmara Criminal, como também a repercussão internacional do crime e o planejamento da ação criminosa, além do pedido para reconhecimento de menor redução pela tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves. “Pelo fato de que os atos praticados se aproximaram da consumação da morte da assessora da vereadora”, explicou.

    Para o Ministério Público, toda a ação foi previamente planejada pelos criminosos, com o uso de um veículo clonado durante a ação, circunstância relacionada ao delito de receptação. “A tentativa de homicídio de Fernanda Chaves foi igualmente ressaltada, uma vez que ela sobreviveu porque se abaixou no interior do veículo, tendo o corpo da vereadora servido de anteparo aos disparos”, completou o MPRJ.

    Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram denunciados pelo Gaeco/MPRJ por duplo homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio e receptação e depois condenados pelo 4º Tribunal do Júri da Capital em 2024.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Coronel do Corpo de Bombeiros vira réu em caso de assédio sexual

    Coronel do Corpo de Bombeiros vira réu em caso de assédio sexual

    A 1ª Promotoria de Justiça junto à Auditoria da Justiça Militar denunciou, na terça-feira (4), o coronel do Corpo de Bombeiros Lauro César Botto Maia. Ele teria ameaçado quatro sargentos da corporação que figuram como testemunhas de investigação interna para apura fatos atribuídos ao oficial, relacionados a assédio sexual.

    Na denúncia, o Ministério Público (MP) pede a decretação da prisão preventiva do coronel. O pedido será analisado pelo Juízo da Auditoria da Justiça Militar, que recebeu a denúncia nessa quarta-feira (5).

    Os fatos estão relacionados à denúncia de assédio sexual, oferecida em julho deste ano pelo Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaesp).

    Na ação penal, o coronel é acusado de enviar, entre o fim de 2024 e julho de 2025, mensagens com conteúdo considerado inadequado a uma subordinada, com o objetivo de obter vantagem ou favorecimento sexual.

    A denúncia foi aceita pela Justiça. O juiz Carlos Eduardo Carvalho de Figueiredo se manifestou, afirmando que “ao examinar a denúncia, pode-se concluir que além do fato criminoso, a inicial descreveu todas e as demais circunstâncias necessárias à apreciação da prática delituosa, e, em especial, o lugar do crime; o tempo do fato e a conduta objetiva em que teria incorrido o denunciado”. O pedido de prisão preventiva do militar não foi aceito pela Justiça.

    O magistrado explicou ainda que a acusação veio acompanhada de suporte probatório mínimo, ou seja, da prova mínima exigida para sua instrução, de forma a dar ao julgador condições de proferir um diagnóstico provisório sobre a viabilidade da pretensão punitiva. As questões pertinentes ao mérito da ação serão analisadas oportunamente por ocasião do julgamento, entretanto há indícios de materialidade e autoria suficientes para autorizar o início da ação penal.

     Denúncia

    De acordo com o MPRJ, no dia 29 de junho de 2026, o coronel enviou, por meio do WhatsApp, mensagens às testemunhas utilizando um número registrado em nome de terceiro e apresentando-se como “Marcos João”. Nas mensagens, fez referências ao procedimento investigatório, aos depoimentos já prestados e às circunstâncias dos fatos apurados, demonstrando conhecimento do conteúdo da investigação e buscando influenciar o relato das militares.

    Segundo a denúncia, o oficial superior afirmou que as destinatárias estariam sendo utilizadas por terceiros, sugerindo que reavaliassem suas posições e que ainda haveria tempo para “reparar o dano” causado.

    Também fez referências a familiares das militares, circunstâncias que provocaram temor e intimidação. A acusação ressalta que o potencial intimidatório das mensagens é agravado pela relação hierárquica entre o denunciado, coronel da corporação, e as testemunhas, todas mulheres que ingressaram recentemente na carreira militar.

    A pedido do Ministério Público, a Justiça Militar determinou medidas cautelares, entre elas “a suspensão do porte de arma de fogo do denunciado, a proibição de contato com a vítima e as testemunhas, a proibição de ingresso no quartel do Comando-Geral do Corpo de Bombeiros e de fazer referências públicas às pessoas envolvidas”.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Ventos diminuem de intensidade e município do Rio volta ao Estágio 1

    Ventos diminuem de intensidade e município do Rio volta ao Estágio 1

    O município do Rio de Janeiro retornou ao Estágio 1 às 20h dessa quarta-feira, (5), devido à redução da intensidade dos ventos previstos, com rajadas de até 76 quilômetros por hora (km/h).

    O Estágio 1, em uma escala de cinco, significa que não há ocorrências de grande impacto. Nessa fase, podem ocorrer pequenos incidentes, que não interferem de forma significativa na rotina do cidadão.

    Ao longo do dia, o céu esteve claro a parcialmente nublado e não houve registro de chuva. Os ventos ficaram moderados. A temperatura mínima registrada foi de 16°C e a máxima atingiu 34,2°C.

    Para esta quinta-feira (6), o Alerta Rio prevê a atuação de áreas de instabilidade. Os ventos estarão moderados, entre 18,5 km/h e 51,9 km/h, com rajadas isoladas fortes, até 60 km/h de manhã, nas zonas oeste e sudoeste da cidade. O céu estará parcialmente nublado a nublado e há previsão de chuva fraca a moderada no final da tarde. A temperatura máxima pode chegar a 35ºC.

    Amanhã, (7), áreas de instabilidade associadas à aproximação de uma frente fria influenciarão o tempo no Rio. As rajadas de vento podem atingir intensidade forte, entre 52km/h, a muito forte, acima de 76 km/h. Há previsão de céu parcialmente nublado a nublado com pancadas isoladas de chuva no período da tarde. A temperatura entrará em elevação, com a temperatura máxima podendo chegar aos 38ºC.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • MPF denuncia empresas por despejo de resíduos na Baía de Guanabara

    MPF denuncia empresas por despejo de resíduos na Baía de Guanabara

    Duas empresas do setor de reparo naval, a Selano Trade Reparos Navais e a PSA Reparos Navais, foram denunciadas pelo Ministério Público Federal (MPF) por despejar resíduos perigosos na Baía de Guanabara.

    A Agência Brasil não conseguiu contato com as empresas denunciadas e mantém o espaço aberto a suas manifestações.

    De acordo com a denúncia de crimes ambientais, as empresas operaram um estaleiro sem licença ambiental no bairro do Caju, zona portuária do Rio, durante sete anos. Resíduos teriam sido armazenados no local e abandonados de forma irregular, permitindo que parte deles atingisse as águas da baía.

    Na ação penal, o MPF pede a fixação de valor mínimo de R$ 1,45 milhão para reparação dos danos ambientais. O montante corresponde a 50% do rendimento que a promotoria estima ter sido obtido com a exploração comercial da área durante o período de funcionamento irregular do estaleiro.

    O funcionamento da instalação foi entre fevereiro de 2018 e fevereiro de 2025. Durante esse período, as empresas teriam guardado e abandonado resíduos oleosos, cilindros de gases inflamáveis e outras substâncias perigosas em desacordo com a legislação ambiental. Segundo o MPF, o descarte irregular desses materiais atingiu a Baía de Guanabara, provocando danos irreparáveis ao meio ambiente.

     A investigação foi iniciada após fiscalização do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), com apoio da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), em fevereiro de 2025.

    Os agentes constataram que o estaleiro funcionava normalmente, realizando serviços de manutenção em embarcações, apesar da inexistência de licença ambiental. Durante a inspeção, a equipe verificou o reparo de uma embarcação, evidenciando a continuidade da atividade econômica desenvolvida no local.

    Laudo produzido pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) confirmou a ausência de licença ambiental e identificou diversas irregularidades na gestão de resíduos.

    Os peritos encontraram isotanques com resíduos oleosos armazenados de forma inadequada, cilindros de gás liquefeito de petróleo (GLP) espalhados pelo terreno, pontos de abastecimento de óleo diesel e oxigênio utilizados nas atividades de soldagem, além de resíduos perigosos depositados próximos aos contêineres e às margens da Baía de Guanabara, ocasionando poluição hídrica.

    Ainda segundo a denúncia, o administrador das empresas admitiu, em depoimento prestado à polícia e ao MPF, que o estaleiro funcionava sem licença ambiental. Embora tenha alegado dificuldades relacionadas à situação da área onde o empreendimento operava, o MPF sustenta que cabia exclusivamente às empresas e ao seu administrador obter o licenciamento ambiental e garantir a destinação adequada dos resíduos perigosos gerados pela atividade.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • TRE-RJ altera 66 locais de votação por questões de segurança

    TRE-RJ altera 66 locais de votação por questões de segurança

    O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) alterou 66 locais de votação por motivos de segurança para evitar a influência do crime organizado e das milícias nas eleições majoritárias, no dia 4 de outubro.

    A decisão foi tomada pelo presidente do tribunal, desembargador Claudio de Mello Tavares, após uma análise produzida pelo Grupo de Trabalho Unificado de Defesa da Integridade Eleitoral. O comitê é formado pelo Sistema de Justiça Eleitoral e pelos setores de inteligência das forças de segurança, com o objetivo de impedir que a votação seja realizada em locais dominados pelo crime organizado e classificados como de alto risco. A medida alcança cerca de 188 mil eleitores de 20 das 92 cidades fluminenses.

    “A mudança desses locais de votação é um compromisso com a higidez do processo eleitoral. Com essas trocas, buscamos garantir que o eleitorado possa ir às urnas tranquilo e escolher os candidatos que desejar, livre de pressões de qualquer tipo. Esse é um momento de exercer livremente o direito ao voto. O TRE-RJ atua para que essas escolhas possam ser confirmadas da maneira mais serena possível”, explicou o desembargador.

    O número de locais de votação que sofreram mudança supera os 53 alterados nas eleições de 2024 e ainda pode aumentar. Isso porque a Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro mapeia outras regiões em busca de novos locais de votação. Para a substituição, os novos destinos precisam estar fora de áreas controladas pelo tráfico de drogas ou por milícias, devem ficar afastados de territórios dominados por facções rivais e precisam ficar o mais próximo possível de cada local de votação substituído.

    A medida atinge eleitores das cidades do Rio de Janeiro, Araruama, Bom Jesus do Itabapoana, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Itaboraí, Itaguaí, Itaperuna, Japeri, Macaé, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Pinheiral, Resende, Rio Bonito, Rio das Ostras, São Gonçalo, São João de Meriti e Volta Redonda. São dez municípios a mais em relação às eleições de 2024.

    Outra atribuição do grupo de trabalho é criar um ambiente de integração que permita às forças de segurança abastecer a Procuradoria Regional Eleitoral com informações de inteligência sobre os candidatos que terão seus pedidos de registro de candidatura apresentados ao TRE-RJ. O material poderá embasar eventuais ações de impugnação de registro de candidatura pelo Ministério Público Federal (MPF), evitando tentativas de infiltração de organizações criminosas na política.

    Agora em agosto foi instalado o Gabinete Extraordinário de Segurança Institucional (Gaesi) para  prevenir e reprimir condutas criminosas e ilícitos que representam risco ao processo eleitoral. No final de julho, o Colegiado do TRE-RJ aprovou por unanimidade o pedido de presença da Força Federal nas eleições de outubro, embasado no dispositivo constitucional da garantia da votação e apuração. O pedido aguarda análise pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tratativas junto ao Ministério da Defesa.

    Consulta

    Em função do volume de alterações, o TRE-RJ recomenda que todos os eleitores façam uma consulta para saber se houve alguma mudança em seu local de votação. A pesquisa pode ser feita pelo site da Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro, com o número do CPF ou do Título de Eleitor. Também é possível verificar pelo Disque TRE-RJ, de segunda a sexta-feira, das 11h às 19h, pelo telefone: (21) 3436-9000. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Prêmio Grande Otelo 2026 destaca “Manas” e “O Agente Secreto”

    Prêmio Grande Otelo 2026 destaca “Manas” e “O Agente Secreto”

    Nesta terça-feira (4), ocorreu a cerimônia do Prêmio Grande Otelo 2026, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. A premiação reconheceu o talento do audiovisual nacional, com a presença de artistas, cineastas e profissionais do setor, consagrando os principais destaques cinematográficos do último ano. 

    A edição de 2026 do Prêmio Grande Otelo celebrou as produções “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, e “Manas”, de Marianna Brennand, como as grandes vencedoras da categoria de Melhor Longa-Metragem de Ficção, em um empate inédito. 

    Além disso, o longa “Homem com H”, cinebiografia de Ney Matogrosso, foi o destaque desta edição do Prêmio Grande Otelo 2026, com seis troféus. Na sequência, a produção “Manas” conquistou cinco prêmios: Melhor Longa-Metragem de Ficção, Melhor Atriz Coadjuvante (Dira Paes), Melhor Direção (Marianna Brennand) e Melhor Roteiro Original. 


    Brasília (DF), 01/07/2026 - A presidenta da EBC, Antonia Pellegrino, durante apresentação dos resultados do programa Brasil Digital, iniciativa que vem ampliando o acesso da população brasileira à TV pública, educativa e legislativa em sinal digital aberto e gratuito. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
    Brasília (DF), 01/07/2026 - A presidenta da EBC, Antonia Pellegrino, durante apresentação dos resultados do programa Brasil Digital, iniciativa que vem ampliando o acesso da população brasileira à TV pública, educativa e legislativa em sinal digital aberto e gratuito. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
    Para Antonia Pellegrino, presidenta da EBC, uma das roteiristas do Manas, o filme é um expoente da nova safra do cinema brasileiro, reconhecido pelo público e pela crítica, no Brasil e no mundo – Foto – Marcelo Camargo/Agência Brasil.

    A presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Antonia Pellegrino, foi premiada pela Academia Brasileira de Cinema, pelo roteiro original do filme “Manas”. Pellegrino é uma das roteiristas do longa-metragem, escrito em parceria com Felipe Sholl, Marcelo Grabowsky, Marianna Brennand, Carolina Benevides e Camila Agustini.

    Para ela, “Manas” é um expoente da nova safra do cinema brasileiro, reconhecido pelo público e pela crítica, no Brasil e no mundo. “Me alegra fazer parte deste movimento glorioso do nosso audiovisual, ainda mais com Manas, um filme marcado pela presença feminina na liderança”, afirma.  

    Antonia Pellegrino também acrescenta que “receber o prêmio Grande Otelo de Melhor Roteiro Original, junto com os meus colegas, é uma grande honra, por se tratar o maior reconhecimento que o audiovisual brasileiro oferece ao setor”. 

    Prêmio Grande Otelo 

    O Prêmio Grande Otelo (anteriormente chamado de Grande Prêmio do Cinema Brasileiro) é a mais importante honraria do audiovisual nacional, organizada anualmente pela Academia Brasileira de Cinema. Em 2026, a premiação, considerada o “Oscar do cinema brasileiro”, chegou à sua 25ª edição. 

    Além das produções cinematográficas, o Prêmio Grande Otelo também celebra e reconhece a excelência de profissionais, cineastas e atores de séries, contribuindo para o fortalecimento e a visibilidade da indústria audiovisual do país.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original