Tag: Rio de Janeiro

  • Riotur abre inscrições em 24 de agosto para desfile de blocos em 2027

    Riotur abre inscrições em 24 de agosto para desfile de blocos em 2027

    A Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur) vai abrir, no próximo dia 24, as inscrições para os blocos de rua interessados em desfilar no Carnaval 2027. O cadastramento se estenderá até o dia 24 de setembro e poderá ser feito exclusivamente pelo site riotur.prefeitura.rio.

    Primeira etapa oficial para a autorização dos desfiles, o registro permite que a Riotur e os demais órgãos públicos envolvidos planejem com antecedência toda a logística, segurança e infraestrutura necessárias para receber os cortejos por toda a cidade.

    O presidente da Riotur, Bernardo Fellows, lembrou que o carnaval de rua é uma das maiores expressões da cultura carioca, e que os blocos são parte fundamental dessa história.

    “A cada ano, novas iniciativas se somam a uma tradição que se reinventa sem perder sua essência. Nosso objetivo é contribuir para que essa festa seja, a cada ano, mais organizada e estruturada, preservando a espontaneidade, a diversidade e a identidade que fazem do carnaval do Rio uma referência para o mundo”, disse Fellows.

    Em 2026, mais de 400 desfiles foram autorizados. No ano que vem, o carnaval de rua carioca deverá começar no dia 16 de janeiro.

    Cronograma

    • 24 de agosto a 24 de setembro: período de inscrições;
    • 25 de setembro a 15 de outubro: inscrições efetuadas serão objeto de análise dos órgãos municipais;
    • 16 e 22 de outubro: liberação, no site, do Documento de Cadastro Preliminar ou Documento de Cadastro Não Efetivado, para download, e período de solicitação de revisão de parecer;
    • 23 a 31 de outubro: respostas aos pedidos de revisão de parecer e liberação do Documento de Cadastro Preliminar ou Documento de Cadastro Não Efetivado;
    • 1º de novembro e 11 de janeiro de 2027: o representante legal do bloco deverá dirigir-se aos órgãos públicos competentes (Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro) para a obtenção da documentação complementar obrigatória.
    • 12 e 14 de janeiro de 2027: upload dos documentos complementares obrigatórios no site e liberação após conferência dos documentos de cadastro efetivado;
    • 15 de janeiro: o processo será finalizado, com o envio do documento de cadastro efetivado do processo.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Vítimas de tombamento de ônibus em Petrópolis são do sexo feminino

    Vítimas de tombamento de ônibus em Petrópolis são do sexo feminino

    Uma décima morte foi confirmada no tombamento de um ônibus no Km 91 da BR-040, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, na madrugada deste domingo (16). Todas as vítimas são do sexo feminino, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), mas ainda não há informações sobre as idades.

    Oito mortes no local do incidente foram informadas inicialmente. Uma pessoa foi a óbito no Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, e, segundo a PRF, a décima pessoa morreu em uma unidade de pronto atendimento de Petrópolis.

    O coletivo da empresa Estrela Guia Turismo saiu de Belo Horizonte e tinha como destino o bairro de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. O veículo transportava 47 pessoas e tombou por volta das 4h30. 

    O incidente impactou o fluxo de veículos na rodovia, que só teve a pista liberada pouco depois das 7h da manhã.

    Segundo as primeiras informações da PRF, os feridos foram encaminhadas para o Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, para o Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, e para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. A Secretaria de Estado de Saúde do Rio, entretanto, disse que a direção do Getúlio Vargas não registrou a entrada de vítimas na unidade.

    De acordo com a Prefeitura de Duque de Caxias, 14 feridos foram levados para o Adão Pereira Nunes, dos quais um foi a óbito. Os demais ainda recebiam atendimento na unidade no início da tarde deste domingo. 

    O Hospital Santa Teresa confirmou ter recebido nove pacientes feridos no tombamento, mas não divulgou detalhes individuais sobre o estado de saúde das vítimas. Segundo o hospital, eles são atendidos por equipes multiprofissionais, conforme os protocolos de assistência e classificação de risco.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Exposição do Muhcab celebra resistência da Pequena África, no Rio

    Exposição do Muhcab celebra resistência da Pequena África, no Rio

    O Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na zona portuária do Rio de Janeiro, apresenta a exposição Território Inventivo Pequena África, sobre a região Cais do Valongo, redescoberto há cerca de 15 anos.

    A mostra convida o público a conhecer a história de um território marcado pela chegada de africanos escravizados, mas também pela resistência, pela produção cultural e pela formação da identidade brasileira.

    A Pequena África reúne locais simbólicos da história negra, como a Pedra do Sal, o Cemitério dos Pretos Novos e o Cais do Valongo, por onde passaram mais de 1 milhão de africanos escravizados entre os séculos 18 e 19.

    Redescoberto em 2011, durante as obras de revitalização da zona portuária, o cais foi reconhecido, em 2017, como Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

     


    Rio de Janeiro (RJ), 13/08/2026 – Exposição Território Inventivo Pequena África no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), na zona portuária do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 13/08/2026 – Exposição Território Inventivo Pequena África no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), na zona portuária do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
    Exposição Território Inventivo Pequena África no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), na zona portuária do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

    Instalada no Muhcab, a exposição propõe uma travessia simbólica entre África e Brasil. Logo na entrada, o visitante percorre um ambiente sonoro que remete ao Oceano Atlântico antes de conhecer a trajetória histórica da região.

    Segundo a coordenadora do Programa Educativo do Muhcab, Nayla Rodrigues, a proposta é ampliar o olhar sobre a história da população negra no país:

    “Contar essa história através do Muhcab é contar não só a dor, mas contar a partir do protagonismo, das agências, das vozes que transformam essa história, que reconhecem esse passado dolorido, mas entendem as ressignificações que esses povos vêm fazendo ao longo do tempo”, afirma.

    A exposição reúne maquetes, mapas interativos, realidade aumentada e ambientes cenográficos que ajudam a reconstruir a história da Pequena África e de personagens que marcaram a cultura brasileira.

    O diretor do Muhcab, Fernando Zulu, destaca que os recursos tecnológicos aproximam o público do território e de sua memória:

    “A pessoa que viveu aqui vai encontrar maquetes que falam do próprio território da Pequena África, do Cais do Valongo, do Museu do Amanhã, do MAR [Museu de Arte do Rio]. É uma exposição muito encantadora. Também vão ver nossos heróis nacionais, como Conceição Evaristo e João Cândido”, diz.

     


    Rio de Janeiro (RJ), 13/08/2026 – Exposição Território Inventivo Pequena África no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), na zona portuária do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 13/08/2026 – Exposição Território Inventivo Pequena África no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), na zona portuária do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
    Exposição Território Inventivo Pequena África no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), na zona portuária do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

    Além das maquetes e painéis digitais, a mostra apresenta espelhos interativos e personagens em realidade aumentada, permitindo que os visitantes conheçam figuras como Tia Ciata, Machado de Assis, Pixinguinha, Conceição Evaristo e João Cândido, além de explorar as rotas da diáspora africana por meio de recursos multimídia.

    Morando há mais de duas décadas em Barcelona, a carioca Daisi Sombra Aixa aproveitou uma visita ao Brasil para apresentar o museu a uma amiga espanhola. Para ela, a experiência ajuda a construir uma visão mais ampla da história afro-brasileira:

    “É para a gente não esquecer a história, entender que ela teve muita dor, mas também muita resistência, muita força, muita luta e muita alegria. A gente precisa equilibrar esses polos e trazer também a autoestima e a história positiva de toda a comunidade afro-brasileira”.

    O Muhcab funciona de terça a domingo, das 10h às 17h, e tem entrada gratuita.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Oito pessoas morrem em tombamento de ônibus em Petrópolis

    Oito pessoas morrem em tombamento de ônibus em Petrópolis

    O tombamento de um ônibus no Km 91 da BR-040, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, deixou oito mortos na madrugada deste domingo (16), segundo a Polícia Rodoviária Federal.

    O coletivo da empresa Estrela Guia Turismo saiu de Belo Horizonte e tinha como destino o bairro de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. O veículo transportava 47 pessoas e tombou por volta das 4h30. 

    As vítimas foram encaminhadas para o Hospital Santa Teresa, em Petrópolis, e também Adão Pereira Nunes e Getúlio Vargas, em Duque de Caxias.

    O incidente impactou o fluxo de veículos na rodovia, que só teve a pista liberada pouco depois das 7h da manhã.

    *Reportagem em atualização.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Concertos da Orquestra Ouro Preto terão Alceu Valença e Samuel Rosa

    Concertos da Orquestra Ouro Preto terão Alceu Valença e Samuel Rosa

    A quinta edição da Orquestra Ouro Preto Vale Festival (OOP) será realizada em um palco já conhecido do grupo mineiro: a Praia de Copacabana, que em dois dias receberá, no Posto 2, quatro concertos gratuitos, entre eles as apresentações com os cantores e compositores Samuel Rosa, nesta sexta-feira (14), e Alceu Valença no sábado (15).

    Foi ali, na areia do Posto 2, que o público diverso se encantou com edições anteriores do festival e com apresentações com a regência do maestro Rodrigo Toffolo, para óperas baseadas nos livros Feliz Ano Velho, Auto da Compadecida e Hilda Furacão. Esses encontros já se tornaram uma tradição do grupo de Minas Gerais, que tem a característica de juntar música de concerto com a literatura e a música popular.

    “Isso é muito importante. É ter uma visão contemporânea da orquestra, que não é unicamente obrigada a olhar e tocar uma música do passado e é um patrimônio da humanidade. A música tem que ser tocada, sim, e a orquestra toca, afirmou o maestro Rodrigo Toffolo em entrevista à Agência Brasil. 


    São Paulo- 23/03/2025 - Maestro Rodrigo Toffolo e 
Apresentação da Orquestra Ouro Preto no Teatro Municipal Ouro Preto-Casa da Ópera . Créditos: Cristina Indio do Brasil
    São Paulo- 23/03/2025 - Maestro Rodrigo Toffolo e 
Apresentação da Orquestra Ouro Preto no Teatro Municipal Ouro Preto-Casa da Ópera . Créditos: Cristina Indio do Brasil
    Maestro Rodrigo Toffolo, durante apresentação da Orquestra Ouro Preto – Foto Cristina Indio do Brasil/Agência Brasil

    Ele lembrou que já foram gravadas composições de Mozart, Vivaldi, Villa Lobos e Piazzolla, mas que existe uma música contemporânea que as orquestras também têm que fazer. “Gosto muito de falar que a Orquestra Ouro Preto não é apenas uma guardiã do passado. Ela é isso e mais um pouco, que é exatamente a música contemporânea”, completou.

    O som de violinos, violas e violoncelos da orquestra estará presente nas apresentações que representam bem o caminho percorrido com a sua marca artística.

    “É o quinto ano da gente com uma orquestra como a de Ouro Preto, do interior de Minas, no Vale Festival. em um dos endereços mais famosos do mundo que é a Praia de Copacabana. Eu acho, né?”, afirmou sorrindo, destacando que os concertos fazem parte da série de grandes shows que vêm sendo realizados no Rio depois da pandemia de covid-19.

    Rock e pop

    Hoje, logo na abertura, às 19h30, a orquestra fará o tributo Lendas do Rock, juntando esse ritmo musical ao pop. “A gente toca Queen, Metallica, Led [Zeppelin], Pink Floyd. É muito legal poder falar um pouco desse ambiente que, de certa forma, inspirou todos nós e o próprio Samuel. É a orquestra fazendo a abertura para ela mesma”, disse.

    A partir das 20h30, será a vez da estreia do concerto especial com Samuel Rosa. É a primeira vez que Samuel Rosa se encontra com a sonoridade dos instrumentos da Orquestra Ouro Preto, no concerto criado justamente para essa apresentação, que vai trazer sucessos conhecidos do grande público, mas que também propõe um acompanhamento do trabalho do compositor, com arranjos que revelam novas camadas melódicas e harmônicas das canções.

    De acordo com Rosa, a junção da música erudita com a popular sempre gera bons resultados e sempre é uma experiência muito interessante. “Recebi o convite com muita empolgação. A orquestra já vem fazendo isso há muito tempo e agora chegou a minha vez. Estou bem tranquilo quanto a isso porque o meu repertório tem músicas que aceitam esse tipo de arranjo, inclusive hoje algumas originalmente têm arranjos com cordas”.


    Oficina do Núcleo de Apoio a Bandas da Orquestra Ouro Preto
    Oficina do Núcleo de Apoio a Bandas da Orquestra Ouro Preto
    Oficina do Núcleo de Apoio a Bandas da Orquestra Ouro Preto – Foto Orquestra Ouro Preto/Divulgação

    O fato de o concerto ser na Praia de Copacabana também é relevante. “O astral muda, é completamente diferente. Eu já toquei várias vezes na praia, Copacabana inclusive, e é sempre uma ocasião muito especial. Ali, é um show gratuito que as pessoas vão para escutar as músicas de que gostam. Com novos arranjos, é toda uma moldura para ser uma grande noite, sendo o Rio de Janeiro, por si só, já seria legal e ainda estar na companhia da Orquestra Ouro Preto que tem experiência muito grande com música popular”, disse.

    Segundo Samuel Rosa, o público que for e estiver acostumado com a sua música terá a oportunidade de ouvir de maneira diferente, com arranjos mais delicados. “Quando é bem feito como costuma ser com a Orquestra Ouro Preto, é bem legal. Estou indo com a minha banda completa, com naipe de metais. São músicas que escolhi já com a possibilidade de casarem bem com arranjos de orquestra”, adiantou.

    A lista de músicas tem momentos românticos com Dois Rios, Ainda Gosto Dela, Te Ver, Balada do Amor Inabalável; traz também o lirismo com Acima do Sol, Canção Noturna e Tarde Vazia; e sucessos dançantes, como Vamos Fugir, Vou Deixar e Lourinha Bombril.

    A presença de Samuel, segundo o maestro, é também uma forma de mostrar que a música de Minas não é apenas o Clube da Esquina, composto, entre outros, por Milton Nascimento, Beto Guedes e Lô Borges. Tem ainda a cantora Fernanda Takai, do grupo Pato Fu, e Rogério Flausino, vocalista do Jota Quest.

    “Este ano a gente queria que o primeiro dia tivesse uma cara mineira e entre a constelação de músicos mineiros, há também uma ligação com a história do Samuel. Um disco icônico dele foi gravado em Ouro Preto. Eu estava lá naquele dia, numa Praça Tiradentes lotada”, revelou. O disco era Skank- MTV ao Vivo em Ouro Preto.

    Samuel está animado. “Tenho certeza que vai funcionar. Tendo o Rio e a brisa da praia, vai ser uma das experiências das mais valiosas. Valorizo muito quando tenho a possibilidade de tocar em ambientes que não são os corriqueiros de casas de show ou lugares fechados. Tocar em locais abertos no Rio de Janeiro e na Praia de Copacabana tem outra conotação. O contexto muda muito e me empolga”.

    Encontro longevo

    Amanhã, às 20h30, a plateia vai ver o reencontro da OOP com Alceu Valença, em um espetáculo que andou pelo Brasil e foi levado também para a Europa, se transformando em uma das parcerias mais antigas da música popular brasileira.

    É também mais uma celebração dos 80 anos de Alceu, com ritmos nordestinos em novas camadas musicais para clássicos como La Belle de Jour, Anunciação, Tropicana, Girassol, Como Dois Animais, Dia Branco e Táxi Lunar.

    “Tem quase 15 anos que a gente lançou o primeiro concerto com Alceu. Nós inauguramos esse projeto em Copacabana com ele e voltamos agora, agregando a esse show os 80 anos de Alceu. Imagina um poeta maior como Alceu Valença com 80 anos em Copacabana, vamos cantar parabéns ali”, disse Toffolo.

    As escolhas das músicas foram do próprio Alceu e ao mesmo tempo é certeza de animação e emoção do público. “O Alceu transforma a gente em pessoas e músicos melhores. Em cada experiência com Alceu, você sai melhor do que entrou. Estar cada minutinho ao lado dele é muito importante. Ele compreende o Brasil profundo como poucas pessoas compreendem. Isso é a alma e essência de Alceu Valença”, ressaltou o maestro.

    “Eu adoro tocar com a Orquestra Ouro Preto, em cordas maravilhosas. As pessoas que fazem parte da orquestra têm um astral inigualável é maravilhoso. Já estivemos em muitos cantos, no Recife, em São Paulo várias vezes, em Brasília, em Belo Horionte. É uma loucura, muito bom. É um reencontro maravilhoso”, comentou Alceu à Agência Brasil.

    “Estar em Copacabana com um colega mineiro, que é o Samuel Rosa, é muito importante, assim como com Alceu Valença, que é um parceiro de longa data”, afirmou o maestro.

    Antes do concerto, como Alceu gosta de frisar, haverá uma apresentação dedicada a um artista bem próximo da formação artística do cantor e compositor de São Bento do Una, Pernambuco. A partir das 19h30, o grupo mineiro vai subir ao palco para um concerto em homenagem a Luiz Gonzaga, o Gonzagão, também pernambucano como ele.

    “Muito bom. Ele está presente também na minha música. Seu Luiz é uma grande figura, uma coisa maravilhosa” disse Alceu.

    O maestro lembrou que na última apresentação de solo, a ginasta Flávia Saraiva utilizou como trilha musical um trecho da gravação da Orquestra Ouro Preto tocando Gonzagão. “É um patrimônio brasileiro que saiu do campo popular. Luiz Gonzaga hoje está na questão da erudição da música brasileira. É algo de um estrelato diferente. É muito maior do que a gente pode imaginar”, comentou.

    Pontes

    O festival, que costuma ser aguardado na temporada anual da orquestra, reforça o propósito de “construir pontes entre repertórios, linguagens, públicos e tempos distintos da música brasileira e mundial”. Com o patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet, a OOP consegue levar os seus concertos gratuitos a diversos lugares do país e do exterior.

    Para a diretora de Investimento Social Privado e Cultura da Vale, Mariana Luz, o festival é uma forma de democratizar o acesso à música de concerto, além de “promover a circulação da cultura para diferentes públicos, fortalecendo o desenvolvimento de territórios e a economia criativa”. A parceria da OOP se estende ao Vale Música, projeto da empresa para a formação musical de crianças e jovens.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Presídios combatem entrada de itens proibidos para facções criminosas

    Presídios combatem entrada de itens proibidos para facções criminosas

    Com a finalidade de enfraquecer a ação do crime organizado nos presídios e penitenciárias do estado do Rio de Janeiro, a polícia penal vem realizando ações sistemáticas de repressão à entrada e circulação de itens proibidos no sistema prisional, bem como a comunicação de organizações criminosas de dentro do sistema penitenciário com as facções criminosas.

    Nesta semana foi apreendida uma miniantena Starlink, que serve para fornecer acesso à internet rápida via satélite em qualquer lugar de forma ultraportátil.  Na fiscalização, foi impedida também a entrada de 160 gramas de entorpecente no Presídio Jonas Lopes de Carvalho (Bangu 4).

    No Presídio Alfredo Tranjan (Bangu 2), foram apreendidos 31 aparelhos de telefone celular e cerca de 300 papelotes de cocaína. A ação contou com policiais penais das coordenações de unidades prisionais de alta e de média complexidade, da Subsecretaria Operacional da Secretaria de Polícia Penal (Seppen).

    A miniantena seria entregue na cadeia por Sedex. Ao abrir o pacote na presença do interno a quem a encomenda era destinada, o policial penal localizou o equipamento dentro de um rádio. Ele foi transferido para a Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino (Bangu 1), onde está numa cela em isolamento.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Ex-policial do Rio é condenado a 28 anos de prisão por feminicídio

    Ex-policial do Rio é condenado a 28 anos de prisão por feminicídio

    O Tribunal do Júri de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, condenou a 28 anos de prisão o ex-policial civil José Ricardo Silva Ribeiro pelo homicídio qualificado e feminicídio da ex-mulher Luanda Bitencourt Mota Ribeiro.

    O crime ocorreu em fevereiro de 2022 e foi motivado por ciúme excessivo. O casal estava separado, após 22 anos de relacionamento, e tinha dois filhos.

    De acordo com a denúncia, José Ricardo premeditou o crime. Ele sabia que a ex-esposa era mensalista de um estacionamento, no Centro de Campos, e ficou escondido nas proximidades. 

    Assim que ela estacionou, José Ricardo invadiu o veículo e atingiu a vítima com vários tiros. Testemunhas classificaram o assassino como uma pessoa ciumenta e possessiva. 

    Violência doméstica

    A denúncia apresentou provas de que a vítima vivia num ambiente de violência doméstica.

    “Constata-se que o crime, praticado no contexto da violência doméstica e familiar, ocorreu por motivo torpe, qual seja, vingança oriunda de ciúme possessivo.”

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Curta na Praça leva filmes gratuitos a bairros e cidades do RJ

    Curta na Praça leva filmes gratuitos a bairros e cidades do RJ

    O projeto cultural gratuito Curta na Praça Municípios, idealizado há 18 anos pela atriz e produtora Juliana Teixeira, começa nesta sexta-feira (14) sua passagem por diferentes cidades e bairros do estado do Rio de Janeiro.

    O circuito inclui Mesquita, Duque de Caxias, Queimados, Sapucaia e Paraíba do Sul, além de Jacarepaguá, Morro dos Macacos, Morro do Salgueiro, Morro de São Carlos e Copacabana.

    A estreia começa por Mesquita, município da Baixada Fluminense, nos dias 14 e 15 de agosto, na Praça Walter Borges, na localidade da Chatuba. 

    Às sextas-feiras e sábados, haverá quatro sessões, sendo duas por dia, programadas para 18h30 e 20hs, com exibição de 16 filmes de curta-metragem no total.

    Programação

    A programação é composta por curtas nacionais representativos de todas as regiões do Brasil.

    Nos dias 21 e 22 de agosto, o circuito continua no Parque das Missões, em Duque de Caxias. Logo depois, em Campo do Primavera, em Queimados, nos dias 28 e 29 de agosto; na Quadra Grama Sintética Chacrinha, em Jacarepaguá, dias 4 e 5 de setembro; na Quadra Poliesportiva Santa Cruz, em Sapucaia, nos dias 18 e 19 de setembro; Praça Marquês de São João Marcos, em Paraíba do Sul, nos dias 25 e 26 de setembro; no Ciep Salvador Allende, no Morro dos Macacos, nos dias 9 e 10 de outubro; na Quadra Raízes da Tijuca, no Morro do Salgueiro, em 16 e 17 de outubro; na Arena da Mineira, no Morro de São Carlos, dias 23 e 24 de outubro e, encerrando o ciclo 2026, na Praça do Lido, em Copacabana, nos dias 6 e 7 de novembro.


    Rio de Janeiro- 13/09/2026 - Mostra gratuita de cinema curta na praça. Foto:  Curta na Praça/Divulgação
    Rio de Janeiro- 13/09/2026 - Mostra gratuita de cinema curta na praça. Foto:  Curta na Praça/Divulgação
    Mostra gratuita de cinema Curta na Praça. Foto: Curta na Praça/Divulgação

    Às sextas-feiras, às 18h30, serão exibidos os curtas-metragens Meu Nome é Maalum, Contos Mirabolantes – O Olho do Mapinguari, Sobre Amizade e Bicicletas e Rua Dinorá. Às 20h, os títulos apresentados são Céu de Fumaça, Memória de Pivete, Floresta Curumim e Intervalo. Aos sábados, na primeira sessão, às 18h30 serão exibidos Lé com Cré, Os Causos da Bisavó, Celaticomus e Dela. Às 20h, Lily’s Hair, O Véu de Amani, Guri e O Homem que Virou Meme.

    Trajetória

    O projeto cultural começou há 18 anos, no entorno da Linha Amarela, contemplando as comunidades da Maré, do Complexo do Alemão e Cidade de Deus.

    “Ao longo dos anos, fomos nos espalhando. Fizemos os estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, sempre levando o projeto para localidades e territórios violentos, que não têm sala de cinema, para um público que não tem acesso a cinema. O objetivo é levar um pouco do Brasil para todas as gerações, para toda a família, com pipoca e refrigerante”, disse Juliana à Agência Brasil.

    O projeto faz um recorte do Brasil. São filmes de curta duração nos gêneros animação, ficção e documentário bem representativos de todas as regiões. Neste ano, serão exibidos filmes produzidos desde o Amazonas, no norte do país, até o Paraná, no sul.

    Adesão do público

    Juliana comemora a receptividade do público. “Eles adoram. Eles não conhecem. Curtem e percebem o carinho com que toda equipe trabalha”.

    Além disso, o projeto gera renda e mobiliza a economia local, porque contrata muita gente, como fornecedores de alimentação, carros de som, segurança, limpeza, montagem da estrutura, carregadores, assistente de produção, serviços gerais. “Eles ficam impactados, porque não conhecem o formato desses filmes brasileiros, nem a estrutura”.

    O telão, por exemplo, tem 12 metros de comprimento por oito metros de altura.

    Após as sessões, haverá debate sobre os filmes a plateia vai eleger o curta-metragem de que mais gostou. Além de sorteio de brindes como chocolates e camisetas, o público vai ganhar pipoca e refrigerante.

    Temas

    Os curtas-metragens mostram o Brasil. Os temas principais abordam questões de racismo, bullying, capacitismo, brasilidade, diversidade, territórios.

    “Em uma hora, são apresentados quatro filmes rápidos e dinâmicos e o público se identifica com os atores. Prendem a atenção das pessoas. Há filmes com atriz  deficiente visual, atores cadeirantes e com necessidades especiais. Mas não é nada para baixo. É lúdico, engraçado”, diz Juliana Teixeira.

    O projeto não exibe filmes que tenham como temas agressividade e violência. Também não são exibidas cenas de conteúdo alcoólico ou sexual. Palavrões, como em filmes de futebol, por exemplo, são substituídos por apitos.

    Nesta edição 2026 do festival gratuito de cinema, o objetivo é atrair um público de 1.600 pessoas por final de semana, o que significa um total de 16 mil pessoas nos dez locais selecionados. São disponibilizadas 400 cadeiras por sessão.

    Curtas-metragens

    Curtas-metragens são produções audiovisuais de menor duração em comparação aos longas. Esses filmes apresentam histórias que despertam o interesse do público ao trazer novas perspectivas e temas variados, oferecendo uma programação acessível e atrativa para toda a família.

    O projeto é uma realização da Associação Caminho da Cultura, tem apoio do Instituto Light e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Secec RJ) e do governo fluminense. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rock in Rio e organização Ação da Cidadania se unem no combate à fome

    Rock in Rio e organização Ação da Cidadania se unem no combate à fome

    O Rock in Rio e a organização Ação da Cidadania vão atuar juntos no combate à fome no país. Os presidentes da Rock World, Roberto Medina, e do conselho da Ação da Cidadania, Daniel Souza, anunciaram nesta quinta-feira (13) a parceria para a edição de 2026 do festival.

    A meta da campanha, que tem como tema “Um mundo melhor é um mundo sem fome”, é atingir a doação de 2 milhões de pratos de comida. Para isso, foi divulgado um QR code para o repasse de qualquer quantia. O valor vai direto para a Ação da Cidadania. 

    Há ainda o sorteio de duas entradas a cada R$ 25 dados, no total de mil ingressos.

    A expectativa de Medina é que a campanha dê mais visibilidade à necessidade de combater a fome no Brasil.

    “Nossa meta é 2 milhões, quero passar disso. A gente tem batido todas as metas feitas na história do Rock in Rio.”


    Presidente da Rock World, Roberto Medina; presidente do Conselho da Ação da Cidadania, Daniel de Souza; e a diretora de Marketing do Rock in Rio e The Town, Ana Deccache no anúncio da campanha Rock in Rio e Ação da Cidadania contra a Fome. Foto:  Cristina Indio do Brasil
    Presidente da Rock World, Roberto Medina; presidente do Conselho da Ação da Cidadania, Daniel de Souza; e a diretora de Marketing do Rock in Rio e The Town, Ana Deccache no anúncio da campanha Rock in Rio e Ação da Cidadania contra a Fome. Foto:  Cristina Indio do Brasil
    Presidente da Rock World, Roberto Medina, e o presidente do conselho da Ação da Cidadania, Daniel de Souza. Foto: Cristina Indio do Brasil

    Parceria 

    O Rock in Rio juntou-se à Ação da Cidadania em outras campanhas de combate à fome. A primeira ocorreu em parceria com Herbert de Souza, o Betinho. Medida o conheceu depois de ter sofrido um sequestro.

    A aproximação veio após a publicação de um artigo que escreveu para um jornal propondo a mobilização da sociedade e convocando as pessoas irem para as ruas contra os sequestros que se repetiam no Rio naquele momento. O chamado de Medida deu resultado.

    “Betinho veio [à minha agência]. Ele foi o grande comandante, e no mês seguinte levamos 400 mil pessoas às ruas. Ali era a força de uma pessoa que inspirava confiança”, lembrou. 

    Pratômetro

    Ao lado da Cidade do Rock, um prato grande, o pratômetro, vai exibir, em tempo real, o número de doações recebidas e poderá ser visto perto da entrada por quem for aos shows, que começam daqui a 22 dias. 

    Visibilidade

    Para Daniel de Souza, a forma mais impactante e mais importante de uma parceria com o Rock in Rio é dar mais visibilidade a esta pauta mostrando, que apesar de o Brasil ter saído do mapa da fome, há muita gente que ainda sofre com insegurança alimentar.

    “Há ainda 6,5 milhões de pessoas. É muita gente. Esse tambor para o Brasil e o mundo que é o Rock in Rio é fundamental para dizer que a fome existe. A cultura está fazendo a sua parte.”

    Outras arrecadações

    Além das doações em dinheiro, a organização receberá valores decorrentes das vendas nas lojas oficiais de camisetas que funcionarão na Cidade do Rock. 

    Ficará também com a quantia arrecada no leilão de instrumentos doados por artistas que se apresentam nos shows do festival.

    “Esse é o nosso papel e acho que o Rock in Rio sempre teve essa missão de bater o tambor. É o que a gente está fazendo aqui, dando a nossa contribuição.”

    O empresário ressaltou que o festival provoca efeitos financeiros que contribuem para o Rio. “Há um complemento disso, que é o impacto econômico na cidade de mais de R$ 3 bilhões e 30 mil empregos diretos”, destacou, ao acrescentar que o projeto todo soma mais de R$ 1 bilhão.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • PM do RJ prende 13 em ação contra Comando Vermelho; 4 morreram

    PM do RJ prende 13 em ação contra Comando Vermelho; 4 morreram

    A polícia prendeu 13 pessoas, apreendeu dois fuzis, duas pistolas e seis granadas durante em operação nesta quinta-feira (13) em 27 comunidades controladas pela facção criminosa Comando Vermelho (CV). Quatro morreram em confrontos entre criminosos e policiais.

    Um dos presos é suspeito de envolvimento na morte do policial militar Marco Antônio Matheus Maia, ocorrida em dezembro de 2024, na comunidade do Quitungo. O detido André Silveira das Dores, conhecido como Coquinho, portava um fuzil automático AR-10 no momento da prisão.

    De acordo com a PM, o objetivo é combater crimes como roubos de veículos e de carga, conter a expansão do CV, cumprir mandados de prisão, apreender armas e drogas, recuperar veículos roubados e retirar barricadas criadas por traficantes para dificultar acesso a comunidades.

    As equipes retiraram 10 toneladas de concreto utilizadas em barricadas nas comunidades do Quitungo e Guaporé, na zona norte da capital.

    As diligências foram feitas na cidade do Rio e em municípios da região metropolitana, como São Gonçalo, Niterói, Magé, Itaboraí, Duque de Caxias, São João de Meriti, Queimado. Esses cinco últimos ficam na região chamada Baixada Fluminense.

    A ação coordenada acontece um dia depois de a fonoaudióloga Aline de Siqueira Affonso, de 53 anos, ter sido baleada dentro de um ônibus, em Vicente de carvalho, na Zona Norte. O caso foi durante confronto entre policiais militares e criminosos.

    De acordo com levantamento da organização não governamental Instituto Fogo Cruzado, a fonoaudióloga foi a milésima pessoa baleada no Grande Rio em 2026.

    O estudo aponta que, até 12 de agosto, 537 pessoas foram mortas e 463 ficaram feridas por disparos de arma de fogo na região metropolitana.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original