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  • Educação antirracista avança nas escolas nos últimos dois anos

    Educação antirracista avança nas escolas nos últimos dois anos

    Os indicadores de equidade racial avançaram no Brasil nos últimos dois anos. É o que aponta o Diagnóstico Equidade 2026 divulgado este mês pelo Ministério da Educação (MEC). O relatório mediu dados relacionados à Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), como financiamento, formação de profissionais e materiais didáticos, protocolos de combate ao racismo, gestão, avaliação e monitoramento.  

    Segundo o documento, entre 2024 e 2026, o percentual de redes de ensino com áreas específicas para coordenar ações de equidade racial saltou de 15% para 42% entre os municípios e alcançou 100% entre as redes estaduais.

    A secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, Zara Figueredo, diz que o avanço mostra uma maturidade da gestão para a equidade.

    “Isso é fundamental para conseguirmos reduzir as desigualdades raciais de aprendizagem, garantindo ação planejada e acompanhada de perto para ampliar as oportunidades educacionais dos estudantes negros. Vale lembrar que, entre 2005 e 2023, a desigualdade de aprendizagem entre estudantes negros e brancos só cresceu. Temos a necessidade de inverter esta tendência e isso passa pelas práticas de gestão e práticas pedagógicas transformadas pelo prisma da equidade”, diz.

    Declaração racial

    As redes de ensino também aumentaram as campanhas para declaração racial. O percentual de redes de ensino com esse tipo de iniciativa cresceu de 66% para 86% nas redes municipais e de 63% para 93% nas redes estaduais.

    A cofundadora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert) e doutora em psicologia educacional, Cida Bento, explica que a declaração racial é importante para que as redes de ensino saibam as diferenças de desempenho, evasão escolar e abandono entre estudantes negros e estudantes brancos. Mas ela diz que há outro elemento na declaração racial: a identidade.  “Quando a pessoa tem que se perguntar: “eu sou pardo, eu sou preto, eu sou branco”, esse é um momento de conscientização que eu acho muito importante”, diz.

    Formação e combate ao racismo

    Outro fator importante para a promoção da educação antirracista é a formação de professores e profissionais da educação. Segundo dados do MEC, o número de redes municipais que ofereceram formações, seminários, oficinas e palestras sobre equidade racial aumentou de 48% em 2024 para 69% em 2026.  

    As escolas também passaram a adotar de forma mais sistemática os protocolos para casos de racismo e injúria racial. O crescimento desse tipo de conduta foi 59% para 93% nas redes estaduais de ensino. Já nas redes municipais o crescimento foi menor: de 36% para 53% em dois anos.  

    Apesar dos avanços, há ainda muitos desafios para universalizar Pneerq. Um deles é avançar nas práticas de gestão das redes de ensino em relação a suas escolas, o que incluiu que os profissionais conheçam e apliquem os eixos da política.

    “Um ponto de atenção para o próximo ciclo, por exemplo, está na consideração de conhecimentos sobre educação para as relações étnico-raciais nos processos seletivos de professores e diretores escolares, sobretudo entre municípios. Isso permitirá a sustentação do movimento crescente de promoção de equidade racial”, afirma Zara Figueiredo.

    Pneerq

    Desde 2003, a Lei nº 10.639/2003 obriga as escolas a ensinarem, nos ensinos fundamentais e médio, história e cultura afro-brasileira e história da África e dos povos africanos. Isso inclui a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional e a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política do Brasil.

    A implementação da lei, porém, só virou realidade nas escolas 21 anos depois, com a criação, em 2024, da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq). Até aquele ano somente 30% das secretarias de educação do País tinham algum programa voltado para o cumprimento da lei.

    Cida Bento conta que quando começou a estudar as políticas de igualdade racial nas escolas a situação era muito mais grave. Por isso ela comemora os avanços e diz que eles ajudam na democracia brasileira. “Quando a escola sinaliza para o aluno negro que está cuidando dele, que ele é parte, que os livros escolares tratam do grupo dele, tratam a história negra, que ele tem o mesmo tratamento e oportunidade, eu acho isso um elemento tão democrático, sabe? É o pilar da democracia esse sentimento de pertencimento, de identidade”.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • MEC divulga avaliação de livros didáticos

    MEC divulga avaliação de livros didáticos

    A lista final da avaliação pedagógica das obras do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) para os anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano) no período 2027-2030 já está disponível para consulta no edital (nº 145, 2026), publicado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira (1º).

    Segundo o MEC, os materiais são voltados à formação continuada e ao trabalho pedagógico dos professores da educação básica pública, das redes federal, estaduais, municipais e do Distrito Federal participantes do programa.

    As obras do PNLD Anos Iniciais 2027-2030 terão ciclo de atendimento de quatro anos para os docentes.

    Pareceres oficiais

    Ao todo, a lista traz os nomes de 92 obras de apoio teórico-metodológico aos professores aprovadas e reprovadas, após a análise da Secretaria de Educação Básica do MEC.

    Os pareceres oficiais sobre o resultado final de cada obra também podem ser consultados na plataforma PNLD Avaliação – Módulo Editoras. O representante da editora deverá fazer a autenticação via senha do site Gov.br.

    Recurso das editoras

    Os detentores dos direitos autorais que discordarem do resultado da avaliação pedagógica do PNLD poderão apresentar o recurso no prazo de dez dias corridos.

    Os editores participantes deste processo de aquisição de obras didáticas destinadas aos professores devem encaminhar o protocolo por meio de endereço eletrônico do MEC.

    Próximas etapas

    Com a divulgação do resultado final, o processo segue para as próximas etapas de aquisição e carregamento digital dos arquivos de todos os volumes das obras em sua última versão na Plataforma PNLD Digital.

    Após a conclusão das próximas etapas e a aquisição dos materiais pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), as obras selecionadas poderão ser disponibilizadas aos professores por meio do PNLD Digital.

    Todas as obras adquiridas deverão apresentar os selos e outros elementos do programa federal fornecidos pelo FNDE.

    Formação de professores

    Os novos livros farão parte do acervo da Biblioteca do Professor e permitem o contato com produções recentes sobre formação docente, além de trazer exemplos de práticas pedagógicas desenvolvidas em diferentes contextos.

    Conferência pela sociedade

    Das 76.262 escolas públicas participantes desta edição do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), 84,73% finalizaram a escolha de obras didáticas e de apoio teórico-metodológico.

    O FNDE tem uma página eletrônica de acompanhamento, onde a sociedade pode acompanhar a situação de cada escola pública e de sua respectiva unidade da federação em relação à escolha do material educacional.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Fies 2026/2: instituições de ensino podem ofertar vagas remanescentes

    Fies 2026/2: instituições de ensino podem ofertar vagas remanescentes

    As instituições de educação superior interessadas em ofertar vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no segundo semestre já podem formalizar a adesão ao processo seletivo. O período vai desta quinta-feira (1º) até a próxima quarta (7).

    O novo edital que estabelece o cronograma e as regras para o processo do Fies 2026/2 foi publicado na quarta-feira (30) pelo Ministério da Educação (MEC).

    O programa oferece financiamento para estudantes que desejam cursar o ensino superior em faculdades privadas bem avaliadas pelo MEC. O Fies cobre as mensalidades do curso e permite que o estudante pague, com condições facilitadas, o valor financiado após a conclusão da graduação.

    Termo de adesão

    Entre as informações que devem ser prestadas pelas mantenedoras de instituições estão a quantidade de vagas para cada curso e seus respectivos turnos, além dos valores das semestralidades escolares de cada um dos períodos/semestres que compõem o curso.

    As mantenedoras participantes deverão oferecer, no mínimo, seis vagas por curso, turno e local. As informações devem estar descritas no termo de participação formalizado pela faculdade.

    Este documento deverá ser assinado eletronicamente pelo representante legal da mantenedora. Todos os procedimentos necessários, desde a assinatura até a emissão do termo de participação, deverão ser realizados exclusivamente por meio do Sistema Informatizado do Fies, o Sisfies. O acesso exige o login único do portal Gov.br.

    Além do termo de adesão ao Fies, as mantenedoras devem ter o termo de adesão válido ao Fundo Garantidor do Fies (FG-Fies), destinado à concessão de financiamento aos estudantes.

    De 8 a 14 de outubro (no horário de Brasília), as mantenedoras das instituições de educação superior poderão fazer a retificação dos termos de participação no Fies.

    A partir das informações prestadas pelas mantenedoras, a seleção de vagas será realizada pelo Ministério da Educação (MEC).

    Por fim, entre 4 e 6 de novembro, as faculdades deverão fazer o registro de aproveitamento acadêmico dos universitários inscritos.

    Inscrições de estudantes

    A oferta de vagas remanescentes do Fies será destinada exclusivamente aos candidatos em condições de atingir a frequência mínima exigida.

    Os demais critérios para inscrição são:

    • ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média igual ou superior a 450 pontos nas cinco provas e nota acima de zero na redação;
    • ter renda familiar mensal bruta por pessoas de até três salários mínimos.

    Os estudantes podem se inscrever gratuitamente entre os dias 26 de outubro e 3 de novembro, exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Fies. Para acessar o sistema, deverão usar a conta Gov.br.

    O candidato deve preencher os dados solicitados e escolher até três opções de curso superior, instituição e turno, conforme a oferta disponível.

    As vagas remanescentes destinam-se exclusivamente à contratação do financiamento no segundo semestre letivo deste ano, sem possibilidade de extensão do prazo.

    A divulgação do resultado da chamada única dos pré-selecionados está prevista para 16 de novembro.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Percentual de jovens nem-nem no Brasil cai para 22,4%, mostra estudo

    Percentual de jovens nem-nem no Brasil cai para 22,4%, mostra estudo

    A taxa de jovens brasileiros que não estudam, não trabalham nem estão em treinamento ou formação teve queda de 4,4 pontos percentuais entre 2016 e 2024, aponta o relatório Panorama da Educação 2026 (Education at a Glance), divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O índice de pessoas de 18 a 24 anos nessa condição caiu de 26,8%, em 2016, para 22,4%, em 2024.

    Em nota à imprensa, o Ministério da Educação (MEC) destaca que a estatística brasileira é “quase o dobro da redução média (2,3 pontos) registrada pela OCDE no mesmo período”.

    O superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques, reconhece os avanços, porém, destaca que ainda são insuficientes, já que mais de um quarto dos jovens adultos ainda não têm educação básica completa.

    “A tarefa é construir uma trajetória em que o jovem consiga permanecer, aprender, concluir a formação e encontrar uma inserção profissional digna. Isso depende de educação, proteção social e políticas de trabalho atuando de forma articulada”, sugere.

    Assista na TV Brasil:

    Queda de jovens sem ensino médio

    Outro dado positivo do Brasil no estudo é que a proporção de jovens de 25 a 34 anos sem ensino médio completo diminuiu de 35%, entre 2016, para 26%, em 2024. Mas o percentual brasileiro ainda é superior aos 12% da média verificada pela OCDE nos demais países analisados.

    O Ministério da Educação (MEC) associa os avanços à implementação de programas públicos como o Pé-de-Meia (incentivo financeiro-educacional para promover a permanência e a conclusão escolar de estudantes do ensino médio público) e o Bolsa Família (transferência de renda que beneficia famílias em situação de pobreza e extrema pobreza).

    Conclusão do ensino médio

    O relatório da OCDE mostra também a diferença de gênero na conclusão do ensino médio. No Brasil, as mulheres têm 7 pontos percentuais a mais de probabilidade de concluir esta etapa da educação básica do que os homens, uma diferença maior do que a observada na maioria dos outros países com dados disponíveis nesta edição.

    A organização internacional aponta que, no Brasil, entre todos os estudantes que entraram no ensino médio, 20% abandonam a escola sem se formar.

    Outro dado do estudo indica que 79% dos novos alunos que entraram no ensino médio concluíram esta etapa em até dois anos após o tempo regular de estudo previsto, contra a média de 85% de conclusão, entre os países considerados no levantamento.

    Após este período (dois anos) previsto para a conclusão, apenas 1% ainda continuava matriculado na escola tentando se formar.

    Quando considerados os adultos de diferentes gerações (25 a 64 anos) com ensino médio completo, em 2024, a proporção de 40% do Brasil é semelhante à média de 39% dos países da OCDE.

    Ensino superior

    Segundo os dados, em 2024, 22% dos adultos brasileiros em idade ativa (25 a 64 anos) tinham ensino superior completo, pouco mais da metade da média de 43% dos países da OCDE.

    Para Ricardo Henriques, a distância entre o Brasil e os países da OCDE é fruto de um passivo educacional histórico e superar suas consequências exige ações integradas em diferentes frentes para garantir a trajetória contínua. Entre elas, fortalecer o ensino médio e ampliar o ingresso no ensino superior com a oferta de cursos mais flexíveis para adultos de diferentes gerações, apoio financeiro e articulação entre formação técnica e acadêmica.

    “A expansão do acesso [ao ensino superior] precisa vir acompanhada de qualidade e de políticas de permanência, especialmente para quem enfrenta dificuldades para conciliar estudo, trabalho e responsabilidades familiares”, disse.

    À Agência Brasil, ele explicou que, quando o acesso à formação se concentra em uma parcela da população, o país desperdiça talentos e restringe as possibilidades de mobilidade social. Para a economia, esse gargalo limita a capacidade de elevar a produtividade, inovar e incorporar tecnologias. “Podemos transformar mais escolaridade em melhores oportunidades para as pessoas e maior capacidade de desenvolvimento para o Brasil”, defendeu.

    Transição escolar

    A OCDE considera as transições de um nível de ensino para o seguinte como momentos importantes na trajetória de um estudante, com grande influência nos resultados educacionais.

    No Brasil, um ano após concluir os anos finais do ensino fundamental:

    • 87% dos alunos prosseguem estudos no ensino médio;
    • 4% repetem o último ano letivo do fundamental 2; e
    • 8% saem do sistema formal de ensino, percentual superior aos 5% de estudantes que não se matricularam no ensino médio, entre os 22 países e economias com dados disponíveis sobre essa questão, nesta edição do relatório.

    Segundo Ricardo Henriques, a OCDE recomenda aos gestores o monitoramento rigoroso da frequência escolar e da queda no desempenho dos estudantes, assim como o apoio pedagógico com foco individualizado.

    O especialista em educação orienta a escola a agir preventivamente, antes de um eventual abandono dos estudos, com a recomposição da aprendizagem direcionada em leitura e matemática, diálogo com as famílias, orientação sobre o ensino médio e recepção estruturada do estudante nas primeiras semanas da nova etapa educacional. “Uma boa gestão da transição acompanha a trajetória até que o jovem esteja frequentando, aprendendo e construindo vínculos na nova escola.”

    Ele ainda destaca a criação, em março deste ano, do Identificador Nacional Único do Estudante (Inue), o mecanismo legal que unifica o registro da trajetória escolar dos alunos no Brasil, a partir do Cadastro de Pessoa Física (CPF) do estudante, acompanhada da devida capacitação dos profissionais de educação.

    “A grande questão é como apoiar os professores e gestores para que possam fazer uso desses dados de modo a fazer um melhor diagnóstico das necessidades de cada estudante, atuando para que todos consigam progredir em sua aprendizagem”, pontuou o superintendente executivo do Instituto Unibanco.

    Panorama da Educação 2026

    No Brasil, anualmente, os dados nacionais que subsidiam o cálculo de indicadores do Panorama da Educação 2026 têm como fontes estatísticas o Censo Escolar da Educação Básica, o Censo da Educação Superior e outras pesquisas, como do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e os dados da pós-graduação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

    As informações completas do relatório podem ser consultadas no site da OCDE.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • OCDE: 9% dos professores no Brasil não têm qualificação completa

    OCDE: 9% dos professores no Brasil não têm qualificação completa

    Nove por cento dos professores da educação básica pública no Brasil não tinham qualificação completa entre 2024 e 2025, segundo relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgado nesta terça-feira (29). O percentual é próximo à média dos países da organização, de 9,1%. O indicador considera professores sem diploma, sem certificação ou sem formação pedagógica.

    O Panorama da Educação 2026 (Education at a Glance) aponta que a contratação de professores sem as qualificações consideradas padrão ocorre frequentemente em razão da escassez de profissionais. A publicação deste ano analisa as causas da falta de docentes e seus impactos nos sistemas educacionais.

    No Brasil, a falta de professores é mais acentuada em determinadas regiões e disciplinas. Segundo a OCDE, as dificuldades de recrutamento costumam ser maiores em áreas remotas ou mais vulneráveis e se concentram especialmente em matemática e ciências naturais.

    “O professor é decisivo para a aprendizagem. É ele quem percebe onde cada estudante encontra dificuldades, adapta o ensino e ajuda a transformar conhecimento em possibilidades de vida. Por isso, valorizar os professores é uma escolha sobre o futuro do Brasil”, disse o superintendente-executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques.

    Mais professores

    Apesar da redução no número de estudantes, o Brasil ampliou o número de professores nos anos iniciais do ensino fundamental. Entre 2015 e 2024, o número de docentes cresceu 4%, enquanto as matrículas caíram 7%.

    Nos países da OCDE, o número de professores das escolas primárias públicas e privadas aumentou, em média, 13% no período, enquanto o número de alunos cresceu 2%.

    A OCDE projeta que o número de crianças de 5 a 14 anos no Brasil diminuirá 3% entre 2024 e 2033. A tendência, caso outras políticas permaneçam inalteradas, deve reduzir a demanda por professores.

    Formação e permanência

    Para o superintendente-executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques, a questão não deve ser analisada apenas pelo número de professores formados.

    “É preciso saber quem chega à escola, com que formação, para ensinar qual disciplina, em que território e por quanto tempo consegue permanecer”, afirmou.

    O relatório mostra que a saída de profissionais também contribui para a escassez. No Brasil, 10,3% dos professores plenamente qualificados deixaram a profissão em 2022, por aposentadoria ou demissão. Nos países da OCDE, a taxa média foi de 6,4% no ano letivo de 2024-2025.

    Segundo Henriques, o indicador não significa necessariamente que todos os profissionais tenham abandonado a docência. Parte deles pode ter migrado, por exemplo, para escolas privadas. Ainda assim, o dado representa um desafio para a permanência de professores nas redes públicas.

    Salários e condições de trabalho

    A OCDE aponta que salários, condições de trabalho, relacionamento com estudantes e famílias, clima escolar, autonomia profissional e reconhecimento público influenciam a atratividade da carreira docente.

    No Brasil, 44,3% dos professores dos anos finais do ensino fundamental estavam satisfeitos com as condições de trabalho em 2022. A média dos países da OCDE era de 68,4%.

    Em relação aos salários, 22,3% dos docentes brasileiros estavam satisfeitos, contra 38,7% na média da organização.

    O Ministério da Educação (MEC) afirma que mantém uma política de valorização salarial e destaca o Piso Nacional do Magistério, atualmente em R$ 5.130,63.

    Políticas para a docência

    Como resposta à escassez, o MEC cita o programa Mais Professores para o Brasil, criado em 2025, com ações voltadas à valorização da carreira docente.

    Outra iniciativa é o Pé-de-Meia Licenciaturas, voltado à atração de estudantes para os cursos de formação de professores. Segundo o ministro da Educação, Leonardo Barchini, o programa aumentou em 106% as matrículas de estudantes de alto desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em cursos de licenciatura entre 2024 e 2026.

    “Com o Pé-de-Meia Licenciaturas, aumentamos em 106% as matrículas de estudantes de alto desempenho no Enem, de 2024 a 2026. Cada vez mais, jovens estão enxergando na docência um projeto de vida”, avaliou Barchini, em nota à imprensa.

    Entre as medidas de formação, o MEC cita ainda o acompanhamento anual da qualidade dos cursos de licenciatura por meio do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), o fortalecimento do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) e a reformulação da formação inicial.

    “Ainda há desafios históricos a enfrentar, mas o Brasil voltou a ter uma política estruturada, contínua e abrangente para formar, atrair, reconhecer e valorizar seus professores”, afirmou Barchini.

    Segunda carreira

    A entrada na docência de profissionais que já trabalharam em outras áreas é apontada pela OCDE como uma estratégia para enfrentar a escassez de professores.

    No Brasil, 11,5% dos docentes dos anos finais do ensino fundamental estavam em uma segunda carreira em 2024. A média entre os países da OCDE era de 8,4%.

    O Panorama da Educação é publicado anualmente pela OCDE e reúne indicadores que permitem comparar os sistemas educacionais dos países participantes. O Brasil participa da publicação desde 1997. No país, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é responsável pelo tratamento dos dados e pelo cálculo dos indicadores nacionais.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Mais de 10 mil professores são selecionados via Prova Nacional Docente

    Mais de 10 mil professores são selecionados via Prova Nacional Docente

    O Ministério da Educação (MEC) contabilizou que mais de 10 mil professores foram selecionados em editais públicos que utilizam a nota da primeira edição da Prova Nacional Docente (PND).

    O exame tem o objetivo de auxiliar estados e municípios a selecionar professores para as próprias redes de ensino e, desta forma, aumentar o número de docentes efetivos no magistério público do país.

    Na primeira edição da prova,  apelidada de CNU dos Professores ou Enem dos Professores, o MEC confirmou a adesão de 1.508 redes de ensino municipais e 22 estaduais.

    Candidatos

    Ao todo, mais de 1,08 milhão de pessoas se inscreveram na PND 2025, porém, a taxa de comparecimento no dia da prova foi de aproximadamente 70% (760.118 candidatos).

    Desses participantes efetivos, o MEC informou que 65% (cerca de 492 mil candidatos) atingiram o nível de proficiência exigido.

    De acordo com a pasta, esse número supera a estimativa da procura anual do país por novos docentes, calculada em cerca de 118 mil professores por ano.

    Cerca de 220 mil candidatos que participaram do exame, em outubro de 2025, se inscreveram em editais das redes de ensino estaduais e municipais no ano passado, o que representa quase 30% (28,9%) do total de participantes efetivos.

    O MEC ressalta que os professores devem ficar atentos aos processos seletivos estaduais e municipais que utilizam a PND para que possam se inscrever.

    Segunda edição

    Os candidatos da segunda edição da PND terão mais opções para se inscrever a fim de concorrer a uma vaga no magistério público de diversos estados e municípios. Atualmente, a PND 2026 conta com a adesão de 2.031 entes federativos. Entre eles estão 96% das capitais e 85% dos estados brasileiros.

    A PND 2026 contou com mais de 625,9 mil inscritos. No último domingo (20) foi realizada a segunda edição da Prova Nacional Docente para avaliar 21 áreas de licenciatura. As provas foram aplicadas em 806 cidades de todo o país.

    PND

    Criada pelo MEC, a Prova Nacional Docente integra o eixo de Valorização do programa Mais Professores para o Brasil, do governo federal.

    A prova realizada anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) avalia o nível de conhecimento e a formação dos futuros professores das licenciaturas.

    O público-alvo são os estudantes concluintes, os graduados em licenciatura e os profissionais da educação que tenham interesse em usar o resultado da prova em processos seletivos das redes de ensino de estados e municípios.

    Isso porque as secretarias de Educação podem aderir à PND e usar a nota da avaliação nos processos de seleção de professores para o magistério público do país. Porém, a PND não é um concurso nem é uma certificação pública para o ofício de professor.

    A prova tem a mesma matriz da avaliação teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas.

    Há uma parte de formação geral docente, com 30 questões objetivas e uma discursiva de formação geral, além de 50 questões objetivas de componente específico da área escolhida entre as 21 licenciaturas avaliadas. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Pronatec oferta mais de 1,5 mil vagas nas áreas de meio ambiente

    Pronatec oferta mais de 1,5 mil vagas nas áreas de meio ambiente

    O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do Ministério da Educação (MEC), ofertará, em outubro, 1.580 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional relacionados ao meio ambiente, à sustentabilidade e bioeconomia. 

    Os 11 cursos técnicos disponíveis serão ofertados nas modalidades presenciais e de ensino a distância (EaD).

    São 14 instituições de ensino das redes federal e estaduais dos seguintes localidades:

    • Maranhão;
    • Minas Gerais;
    • Mato Grosso;
    • Mato Grosso do Sul;
    • Pará;
    • Pernambuco;
    • Piauí;
    • Rio de Janeiro;
    • Rio Grande do Norte;
    • Roraima; 
    • Rio Grande do Sul.

    As vagas podem ser consultadas no Painel de Oportunidades do Pronatec. Na ferramenta online, os interessados devem selecionar o filtro “vagas verdes” e, no campo referente ao mês de oferta da qualificação profissional, escolher “outubro”.

    Os cursos oferecidos são:

    1. aquicultor;
    2. auxiliar de operação de biodigestores;
    3. auxiliar de produção de biocombustíveis: biodiesel e bioquerosene de aviação
    4. horticultor orgânico;
    5. instalador de sistemas de armazenamento para mini e microgeração de energia;
    6. instalador de sistemas fotovoltaicos;
    7. operador de beneficiamento de pescado;
    8. profissional de instalação e manutenção de infraestrutura de carregamento de veículos elétricos;
    9. profissional de manutenção de veículos elétricos levíssimos e de duas rodas;
    10. profissional de manutenção em sistemas energéticos e equipamentos industriais;
    11. profissional em automação e controle para eficiência energética.

    O próprio Painel de Oportunidades do Pronatec direciona o cidadão ao site oficial da instituição de ensino que disponibilizou a vaga.

    Pronatec

    Criado em 2011, o Pronatec tem objetivo de ampliar o acesso à educação profissional e tecnológica no Brasil para aumentar a inserção de jovens e adultEnsino técnicoos no mundo do trabalho. 

    A capacitação verde, como é chamada pelo MEC, vem para atender à crescente de profissionais preparados para uma atuação mais sustentável e a formação técnica abrange a preservação, conservação, recuperação ou melhoria da qualidade ambiental, no contexto das mudanças climáticas.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Programa de bolsas vai incentivar formação para a educação básica

    Programa de bolsas vai incentivar formação para a educação básica

    O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) passa a integrar, nesta quarta-Feira (23), as ações de incentivo à educação básica brasileira. O objetivo é fortalecer e valorizar a formação de professores para atuar na etapa inicial do ensino.

    De acordo com a  Lei nº 15.518/2026, estudantes de cursos de licenciatura poderão receber bolsas de iniciação à docência para participar de atividades de formação em escolas públicas. 

    As ações serão desenvolvidas por instituições de ensino superior, em parceria com redes públicas de ensino dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

    Os projetos deverão ser apresentados pelas instituições de ensino superior e terão foco na formação prática dos futuros docentes. A legislação prevê convênios e acordos de cooperação para a execução das atividades.

    Entre os objetivos do programa estão incentivar a formação de professores em nível superior para a educação básica, contribuir para a valorização do magistério e elevar a qualidade dos cursos de licenciatura. A proposta também busca aproximar a educação superior da realidade das escolas públicas.

    A lei estabelece que poderão ser apoiadas ações voltadas às diferentes etapas e modalidades da educação básica, com destaque para educação do campo, indígena, quilombola, de jovens e adultos (EJA).

    Bolsas

    O número de bolsas ofertadas será definido de acordo com a disponibilidade orçamentária e regulamentação da Capes. O programa contará com cinco modalidades de bolsas:

    1. iniciação à docência – destinada a estudantes de licenciatura;
    2. supervisão – a professores da rede pública que acompanham os bolsistas nas escolas;
    3. coordenação de área – a docentes responsáveis pelos subprojetos;
    4. coordenação de área de gestão de processos educacionais –  ao apoio pedagógico e administrativo do programa nas instituições participantes;
    5. coordenação institucional – aos responsáveis pela coordenação geral dos projetos nas instituições de ensino superior.

    Além das atividades voltadas à formação de professores, o programa também poderá apoiar projetos relacionados à gestão educacional e às diferentes etapas e modalidades da educação básica. 

    A expectativa do governo é que a iniciativa contribua para a melhoria da formação docente e para o fortalecimento da educação pública no país.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Pé-de-Meia começa a pagar sexta parcela a estudantes nesta segunda

    Pé-de-Meia começa a pagar sexta parcela a estudantes nesta segunda

    Os beneficiários do programa Pé-de-Meia do ensino médio regular começaram a receber nesta segunda-feira (21) a sexta parcela do incentivo à frequência. O pagamento é feito a quem assistiu a pelo menos 80% das aulas de julho deste ano.

    Os beneficiários que cursam a educação de jovens e adultos (EJA) também recebem agora a parcela de aprovação no segundo semestre do ciclo EJA.

    O repasse será depositado até 28 de setembro, de acordo com o mês de nascimento dos estudantes.

    O valor é de R$ 200 para os estudantes do ensino regular, e de R$ 225 para os da EJA. 

    Calendário de pagamentos do incentivo frequência:

    • nascidos em janeiro e fevereiro: recebem em 21 de setembro;
    • nascidos em março e abril: recebem em 22 de setembro;
    • nascidos em maio e junho: recebem em 23 de setembro;
    • nascidos em julho e agosto: recebem em 24 de setembro;
    • nascidos em setembro e outubro: recebem em 25 de setembro;
    • nascidos em novembro e dezembro: recebem em 28 de setembro.

    Neste período, também poderão ser pagas parcelas de matrícula de 2026 e de frequências de meses anteriores para estudantes que tenham informações enviadas ou corrigidas pelas redes de ensino.

    Quem tem direito

    A participação no Pé-de-Meia ocorre de forma automática para os estudantes que cumprem os requisitos estabelecidos. Entre eles, estar matriculado na rede pública de educação e com inscrições ativas no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

    Em 2026, é preciso que as famílias dos estudantes tenham cadastro ativo no CadÚnico até a data-base de 7 de agosto de 2026. A atualização do CadÚnico tem validade de 24 meses. Também é preciso que a renda familiar seja de até meio salário mínimo por pessoa.

    Além disso, os alunos precisam ter entre 14 e 24 anos, no ensino médio regular, ou entre 19 e 24 anos, na EJA.

    Frequência do estudante

    O estudante deve ter o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF) regular e manter frequência escolar em pelo menos 80%.   

    Caso a frequência do estudante fique abaixo de 80% em algum momento do ano letivo, os valores das parcelas referentes a esses meses ficarão retidos.

    Quando o beneficiário voltar a apresentar uma frequência igual ou superior ao mínimo exigido, poderá receber os recursos bloqueados.

    No ensino médio regular, os estudantes recebem até nove parcelas de frequência por ano, no valor de R$ 200. Já no ensino médio da EJA, são até quatro parcelas por semestre, totalizando até oito parcelas de frequência por ano, cada uma delas de R$ 225.

    Pé-de-Meia

    O Pé-de-Meia é o programa federal de incentivo financeiro-educacional, na modalidade de poupança, voltado à permanência escolar e à conclusão dos estudos por alunos matriculados no ensino médio público. O Ministério da Educação estima que, desde 2024, o programa alcançou 6 milhões de estudantes em todo o Brasil.

    O beneficiário do Pé-de-Meia ainda recebe R$ 1 mil ao final de cada ano letivo do ensino médio regular concluído. O valor só pode ser retirado da poupança após a formatura no ensino médio.

    Considerando todas as parcelas de incentivo, os depósitos anuais e o adicional de R$ 200 pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os valores do Pé-de-Meia podem chegar a R$ 9,2 mil por aluno.

    O estudante pode consultar os status de pagamentos (rejeitados ou aprovados), informações escolares e regras do programa na página eletrônica do Pé-de-Meia, com login e senha da plataforma digital Gov.br.

    Dúvidas

    Estudantes, responsáveis e gestores escolares podem tirar dúvidas sobre o programa por meio da página eletrônica de Perguntas Frequentes do Pé-de-Meia, que reúne orientações detalhadas sobre o funcionamento do programa, incluindo critérios para participar, formas de consultar o benefício, calendário de pagamentos, perguntas frequentes e passo a passo sobre a liberação de movimentação da conta para menores de idade.

    Se precisar de ajuda, o estudante ainda conta com outros canais de atendimento, como o Fale Conosco, no telefone 0800-616161.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Convocação da lista de espera do Fies no 2º semestre termina na quinta

    Convocação da lista de espera do Fies no 2º semestre termina na quinta

    O prazo de convocação dos pré-selecionados na lista de espera do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o segundo semestre termina nesta quinta-feira (24).

    O Ministério da Educação (MEC) orienta que os inscritos nesta edição acompanhem a própria classificação, por curso e turno de cada local de oferta do ensino, no endereço eletrônico do Fies Seleção. Para o acesso, deve ser usada a conta do portal Gov.br.

    O Fies é o programa federal que oferece financiamento para quem deseja estudar em uma instituição privada de ensino superior.

    Documentos exigidos

    Se o candidato for pré-selecionado na lista de espera, deverá complementar as informações da inscrição na página do Fies, em até três dias úteis, a contar da data de sua convocação.

    Na sequência, o estudante deverá validar sua documentação na Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição privada de educação superior para a qual foi pré-selecionado.

    De acordo com o edital, os estudantes devem apresentar:

    • documento de identificação;
    • comprovante de residência;
    • documento que comprove nível de escolaridade;
    • comprovante de renda.

    O prazo para a validação na CPSA da faculdade é de cinco dias úteis, contados a partir do dia da complementação das informações de inscrição.

    Após o aceite da documentação, o estudante deve se dirigir a uma agência bancária do agente financeiro do programa, a Caixa Econômica Federal, para validação do novo contrato de financiamento pelo banco público.

    Vagas

    Nesta edição, foram disponibilizadas 75,5 mil vagas, distribuídas em 1.274 instituições privadas de educação superior, para ingresso em 28.741 cursos e turnos.

    O processo seletivo teve 127.175 inscritos, que realizaram 315.431 inscrições, já que cada candidato pode escolher até três opções de curso. 

    Ações afirmativas

    O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo e com inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

    Os pré-selecionados que atendam às regras do Fies Social poderão financiar até 100% dos encargos educacionais, o que cobre integralmente os valores das mensalidades. 

    Tanto no Fies quanto no Fies Social, há a reserva de vagas para os seguintes perfis: pessoas com deficiência (PCD), indígenas, quilombolas e autodeclarados pretos e pardos. 

    Fies

    Anualmente, o Fies realiza dois processos seletivos regulares, um para cada semestre, além de processos seletivos para vagas remanescentes.

    Se ainda tiver dúvidas, o interessado pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800-616161.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original