Tag: eleições 2026

  • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta sexta-feira (18)

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta sexta-feira (18)

    A agenda dos presidenciáveis nesta sexta-feira (18) inclui debates ao vivo, sabatinas e entrevistas para veículos de comunicação. Também estão previstas visitas a feira e bairro, além de encontro com representantes do setor industrial e em projeto social.

    Augusto Cury (Avante)
    Participa de debate ao vivo no YouTube do Metrópoles 

    Clariana Barão (DC)
    Em Caruaru (PE), participa da feira de artesanato e visita o bairro Alto do Moura 

    Edmilson Costa (PCB)
    Passa o dia em São José do Rio Preto. Às 11h faz panfletagem no calçadão. Às 17h,participa de panfletagem no terminal urbano.

    Flávio Bolsonaro (PL)
    Concede entrevista ao Jornal da Record 

    Hertz Dias (PSTU)
    Concede entrevista no Morro dos Prazeres no projeto social  PZR Fábrica de Talentos 

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    Participa, às 19h, do ato Brasil Pronto pra Mais, na Rua Dom Pedro II, no centro de Guarulhos.

    Renan Santos (Missão) 
    O candidato participa de carreta pelo Rio Grande do Sul. Às 14h, estará no ponto de encontro na Rua Torta, em Gramado. Às 18h30, estará na PUC RS, em Porto Alegre. Às 20h, vai ao CTG Vaqueano da Tradição, em Porto Alegre.

    Romeu Zema (Novo)
    Participa de debate ao vivo no YouTube do Metrópoles 

    Ronaldo Caiado  (PSD)
    Participa de sabatina do programa “Café com a Gazeta”. Também se reúne com conselheiros do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial 

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    Às 13h, participa de entrevista na TV 247.

    Samara Martins (UP)
    Participa de debate ao vivo no YouTube do Metrópoles 

    Wilson Grassi (Democrata) 
    Concede entrevista ao jornal O Tempo (MG) 

    O candidato Leonardo Avalanche (PRTB) não divulgou agenda pública de campanha até o momento desta publicação. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Lula propõe criar Ministério da Segurança e aumento real do mínimo

    Lula propõe criar Ministério da Segurança e aumento real do mínimo

    Na busca pela reeleição, o candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, baseia parte de seu plano de governo nos feitos da gestão atual. Muitas propostas visam dar continuidade a políticas adotadas nos últimos quatro anos ou aprofundá-las, com mais investimentos ou alcance. 

    >> Veja a íntegra do documento:

    A Agência Brasil publica até domingo (20) matérias com os programas de governo de todos os candidatos à Presidência nas eleições deste ano. Os textos serão liberados seguindo a ordem alfabética do nome do candidato. Nesta sexta-feira (18), serão publicadas as matérias referentes aos candidatos Flávio Bolsonaro, Hertz Dias, Leonardo Avalanche e Luiz Inácio Lula da Silva.

    Entre as propostas do plano de governo de Lula, considerando diferentes áreas de gestão, estão o aumento do salário mínimo sempre acima da inflação, investimento em defesa nacional, criação de um ministério para a segurança pública e a ampliação do programa Farmácia Popular com inclusão de exames laboratoriais gratuitos.

    Saúde

    Em seu programa de governo para uma eventual reeleição, a campanha de Lula fala em criar “a maior rede pública de cuidado ao câncer do mundo”. Para isso, prevê investimentos em diagnóstico e tratamento ao câncer com técnicas e equipamentos modernos, bem como atualização de novos medicamentos quimioterápicos e imunoterápicos.

    No âmbito do programa Farmácia Popular, existente desde 2004 e que disponibiliza medicamentos da Atenção Primária à Saúde para 12 indicações diferentes, a proposta é incluir exames laboratoriais, de diagnóstico e de monitoramento de condições crônicas de saúde. A meta é incluir doenças como hipertensão arterial e diabetes no rol de exames ofertados pelo programa.

    Segurança pública

    Uma das principais propostas de Lula para caso seja reeleito é a criação do Ministério da Segurança Pública. Uma vez criada, a pasta coordenaria, em articulação com estados e municípios, a execução das políticas nacionais de segurança pública. Além disso, fortaleceria a integração entre União, estados e municípios no enfrentamento ao crime organizado, por exemplo.

    A proposta para o setor visa o fortalecimento do Programa Brasil contra o Crime Organizado, lançado em maio deste ano. No âmbito do programa, Lula pretende avançar no enfrentamento ao tráfico de armas, munições, acessórios e explosivos; asfixiar financeiramente o crime organizado e as milícias, fortalecer a segurança nos presídios, entre outras providências.

    Educação

    No campo da educação, Lula promete investir mais em institutos federais de educação técnica e tecnológica. “No novo mandato, continuaremos a expansão da nossa rede de institutos federais, priorizando a interiorização, os vazios educacionais, as periferias urbanas e os municípios com baixa oferta de cursos técnicos”, afirma o programa de governo de Lula.

    O documento fala também em expandir a cobertura das creches, investir em ensino integral e criar mais oportunidades ao ensino técnico e superior.

    Economia

    O plano de governo de Lula prevê isenção de impostos para a cesta básica e “dar continuidade à política de valorização do salário mínimo”. Além disso, fala em “manter a inflação sob controle de forma duradoura e sustentável, garantindo que a renda real da população cresça acima do custo de vida”.

    Dentre os planos de um novo governo de Lula para a indústria, está o fortalecimento do que chama de neoindustrialização. “O foco estratégico está na inovação, IA [inteligência artificial], minerais críticos e outros ativos capazes de colocar o Brasil de uma vez por todas como protagonista em áreas portadoras de futuro”, diz o plano de governo.

    Corrupção

    As propostas de combate à corrupção passam por dar sequência ao Plano de Integridade e Combate à Corrupção 2025–2027, fortalecendo a prevenção e a responsabilização de corruptos e corruptores. Um novo governo Lula, caso reeleito, promete aprimorar as políticas e medidas de transparência. O Portal da Transparência deverá se basear em dados abertos e inteligência artificial.

    Soberania

    O discurso da soberania tem sido reiterado por Lula em seu terceiro mandato, sobretudo a partir das tarifas de importação impostas ao Brasil pelos Estados Unidos. O plano de governo fala em proteger as fronteiras e fortalecer a Base Industrial e Tecnológica de Defesa, equipando as Forças Armadas, responsáveis por proteger o território brasileiro e seus recursos naturais.

    O fortalecimento da Inteligência de Estado também é abordado no plano de governo. A ideia é garantir proteção diante de ameaças geopolíticas, tecnológicas, cibernéticas e do crime organizado transnacional.

    “A atividade será exercida em caráter civil, subordinada ao Estado Democrático de Direito, à neutralidade político-partidária, aos direitos fundamentais e ao controle democrático, rejeitando seu uso para fins de perseguição política”, afirma o documento da campanha de Lula.

    Política externa

    Um eventual quarto governo de Lula irá focar na integração da América do Sul e a afirmação da região como zona de paz. O Mercosul, frequentemente exaltado pelo atual presidente, continuará sendo prioridade. “Consolidaremos o Mercosul como principal plataforma de integração econômica, produtiva, política e social da América do Sul”, diz o plano de governo.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Leonardo Avalanche quer reduzir impostos e zerar fila do SUS

    Leonardo Avalanche quer reduzir impostos e zerar fila do SUS

    O programa de Leonardo Avalanche, do PRTB, para o cargo de presidente da República propõe o que chama de reconstrução nacional, com a promessa de transformar o Brasil em uma “economia mais dinâmica, produtiva e voltada ao empreendedorismo.” O plano propõe, entre outros pontos, reduzir impostos e zerar a fila do Sistema Único de Saúde. 

    >> Veja a íntegra do documento:

    A Agência Brasil publica até domingo (20) matérias com os programas de governo de todos os candidatos à Presidência nas eleições deste ano. Os textos serão liberados seguindo a ordem alfabética do nome do candidato. Nesta sexta-feira (18), serão publicadas as matérias referentes aos candidatos Flávio Bolsonaro, Hertz Dias, Leonardo Avalanche e Luiz Inácio Lula da Silva.

    Outro ponto previsto no plano de governo de Leonardo Avalanche é a doação de um smartphone aos brasileiros que concluírem um curso de empreendedorismo proposto pelo governo. O programa cita o modelo iPhone “de última geração com um ano de internet gratuita”. O argumento é possibilitar que o aparelho seja usado como ferramenta de trabalho. Segundo o programa, os recursos para viabilizar a proposta viriam do dinheiro gasto pelo governo federal com publicidade.

    Economia

    No eixo econômico, o programa de Leonardo Avalanche, que substituiu Pablo Marçal na corrida eleitoral, propõe uma redução progressiva da carga tributária sobre produção, investimentos e geração de empregos, e simplificação do sistema tributário. A principal proposta é criar uma espécie de impostão substituindo os atuais ICMS, ISS, IPI, PIS, Cofins, IOF, IRPJ, CSLL, IRPF, INSS (patronal e do trabalhador), em um imposto único com alíquota de 3,5%.

    O programa propõe ainda o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), de competência estadual, em uma taxa fixa de R$ 50 mensais para todos os veículos e isenção nacional de IPVA para o caminhoneiro. O programa do candidato diz ainda que vai criar um programa de financiamento facilitado os motoristas de aplicativo, com isenção total de imposto sobre o veículo financiado. Além disso, Leonardo Avalanche pretende criar pontos de apoio pelas cidades e quer negociar diretamente com as plataformas para baixar a taxa do aplicativo sobre o motorista para 3,5%.

    Saúde

    No âmbito da saúde, o programa de Leonardo Avalanche propõe zerar a fila do Sistema Único de Saúde por meio de mutirões de atendimento aliados a programas de telemedicina e parceria com hospitais privados ociosos para absorver demanda reprimida. O candidato também disse que vai instalar um sistema de inteligência artificial (IA) para monitorar em tempo real o estoque de medicamentos em hospitais, postos de saúde e unidades básicas de Saúde de todo o país.

    Leonardo Avalanche também disse que, em um eventual governo, vai criar programas de prevenção de doenças voltados às jovens, incluindo orientação pra evitar gravidez precoce, ampliação do acesso a ginecologistas mulheres pra realização de exames preventivos regulares, e garantia de anticoncepcionais adequados ao perfil de cada mulher. Para os idosos, a promessa é ampliar a atenção a esse segmento.

    Segurança

    Em relação à segurança, o programa propõe o uso intensivo de tecnologias, como câmeras de monitoramento e o reconhecimento facial. Leonardo Avalanche também diz que vai colocar mais policiais nas ruas. O programa prevê a criação de um Sistema Único Nacional de Segurança que funcionaria em conjunto com tecnologia de reconhecimento facial.

    Educação e primeiro emprego

    Na área da educação, o programa também propõe o uso intensivo de IA no ensino dos jovens, com foco no empreendedorismo. “Na prática: uso de inteligência artificial para personalizar o ensino no ritmo de cada aluno, currículo com foco em educação financeira, tecnologia e empreendedorismo desde o ensino fundamental — dentro da escola pública. A ideia é preparar o jovem para o primeiro emprego, não só para o vestibular.

    O documento diz ainda que vai criar o programa Abraço Azul para atender a crianças autistas, com direito a profissional com formação certificada, contratado de forma efetiva em escolas e creches. Outro ponto é o apoio a regulamentação do chamado homeschooling no país.

    Para a juventude, o programa prevê a criação de um programa batizado de Meu Primeiro Emprego, que prevê que o governo complete o salário para empresas poderem treinar e efetivar os jovens nos empregos. Outro ponto é a possibilidade de criação de um programa de crédito nacional de qualificação para jovens a partir de 25 anos.

    Tecnologia, indústria e agricultura

    Na tecnologia, o programa do PRTB diz que pretende tornar o Brasil, ao longo dos próximos anos, o maior polo tecnológico do mundo. O centro dessa proposta é o incentivo fiscal para a criação de empresas de tecnologia, parcerias internacionais, e retomada forte do investimento em pesquisa científica por meio da recomposição do orçamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

    O programa prevê incentivos para o setor da indústria ligado ao agronegócio, incluindo a de fertilizantes e insumos agrícolas. O programa prevê desoneração — ou seja, redução e isenção de imposto. “Especificamente para quem produz e transforma matéria-prima dentro do Brasil, incentivo à instalação de indústrias de beneficiamento mineral com prioridade estratégica para nióbio e terras raras, crédito facilitado pra indústria nacional crescer.” Estão previstos incentivos semelhantes para a indústria automobilística, com desoneração e incentivo à produção nacional de veículos e autopeças, com foco em tecnologia própria e cadeia de fornecedores brasileira.

    Além disso, o plano propõe a criação de linhas específicas de crédito para agricultores por porte, com regra própria para o pequeno, médio e grande produtor. O documento também diz que, em um eventual governo, vai aumentar os recursos para o setor de defesa, com o uso de drones de vigilância cobrindo a Amazônia inteira, monitorando em tempo real desmatamento ilegal e o garimpo clandestino. O documento defende ainda o incentivo ao aumento das ferrovias nas mãos de operadores privados e aumento das hidrovias.

    Violência contra mulheres e crianças

    Para as mulheres, o programa defende a tolerância zero com violência doméstica e feminicídio, com “fiscalização real de medida protetiva, resposta rápida da polícia em caso de descumprimento”. Diz ainda que vai aumentar a rede de proteção, expandindo o número de casas de acolhimento para todo o país, e propõe a criação de um órgão para apurar o assédio contra as mulheres no trabalho.

    Em relação ao enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, o programa prevê criar um programa nacional de identificação ativa, capaz de reconhecer quando imagem ou vídeo de criança em situação de abuso ou de cunho sexual estiver circulando na internet, além de prometer cobrar multa e tirar do ar imediatamente os sites e plataformas que lucram com exploração infantil.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Fim da escala 6×1 e de privatizações é prioridade de Hertz Dias

    Fim da escala 6×1 e de privatizações é prioridade de Hertz Dias

    O enfrentamento à dominação do país por grandes monopólios capitalistas, assim como o fim da escala 6X1 – sem redução de salários, jornada de trabalho de 36 horas –, e a revogação das reformas trabalhista e da Previdência estão entre os principais pontos defendidos pelo professor, integrante do movimento hip-hop, de movimentos sociais e candidato do PSTU à Presidência da República, Hertz Dias.

    >> Veja a íntegra do documento:

    A Agência Brasil publica até domingo (20) matérias com os programas de governo de todos os candidatos à Presidência nas eleições deste ano. Os textos serão liberados seguindo a ordem alfabética do nome do candidato. Nesta sexta-feira (18), serão publicadas as matérias referentes aos candidatos Flávio Bolsonaro, Hertz Dias, Leonardo Avalanche e Luiz Inácio Lula da Silva.

    O plano de governo do candidato do PSTU também prevê a reindustrialização, o fim das privatizações de diversos setores – como metrôs, estradas e ferrovias, e a reestatização de empresas. O documento parte da constatação de que, apesar de ser uma das maiores economias mundiais, o Brasil é um dos países com a maior desigualdade no mundo, com dois terços da população vivendo com até dois salários mínimos.

    Isso aliado ao fato de o partido considerar que o país sofre um processo de retrocesso e recolonização a partir da dominação imperialista das potências capitalistas, o que tem levado o Brasil a um caminho crescente de desindustrialização, com empobrecimento, precarização do trabalho e manutenção de salários baixos, em meio ao aumento na violência urbana e privatização dos serviços públicos. 

    Para resolver esse conjunto de questões, o partido propõe como base a construção de um governo dos trabalhadores por meio de uma plataforma que conjuga direitos trabalhistas, serviços públicos, medidas de impacto na estrutura econômica, assim como políticas voltadas à população negra, mulheres, LGBTQIA+ e povos tradicionais. “Queremos que a própria classe trabalhadora e seus aliados governem diretamente a sociedade, organizem a economia, controlem as riquezas do país e decidam os rumos políticos da nova sociedade”, diz o programa. 

    Economia

    Por isso, o documento propõe o fim dos benefícios fiscais e tributários às grandes empresas, a tributação fortemente progressiva sobre lucros empresariais, a taxação ampliada sobre remessas de capital ao exterior e o imposto progressivo sobre as grandes fortunas, que possuem de R$ 1 bilhão para cima. Outro ponto é a limitação em 25% da distribuição de dividendos das grandes empresas privadas remanescentes, com reinvestimento obrigatório do excedente produtivo no território nacional e a expropriação integral da produção nacional de ouro e metais preciosos estratégicos, com incorporação automática às reservas cambiais públicas. O objetivo é reduzir a dependência das reservas em dólar e títulos estrangeiros.

    Trabalho e renda

    O candidato propõe ainda a defesa ampla dos trabalhadores com redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais, sem redução de salários, o fim da escala 6×1 e da pejotização,das terceirizações e das demissões associadas à redução da jornada. O programa também prevê um plano nacional de obras públicas voltado à geração de empregos, universalização do saneamento básico, construção de escolas, hospitais, creches, o aumento de 100% do salário mínimo, visando chegar ao valor calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), bolsa equivalente a um salário mínimo para trabalhadores desempregados, fim da terceirização, a revogação das reformas trabalhista e da Previdência e a reestatização de empresas privatizadas.

    O programa também aborda a situação dos trabalhadores de aplicativo, destacando que as plataformas digitais mudaram o mercado de trabalho, mas que os apps transferem todos os riscos da atividade econômica e pagando ainda valores ínfimos aos trabalhadores. O documento propõe o reconhecimento do vínculo empregatício; garantia de todos os direitos: previdência, férias, décimo terceiro salário, descanso remunerado, seguro contra acidentes, licença-maternidade, piso salarial para carga horária mínima logada de 36 horas e remuneração mínima por corrida/entrega ou serviço prestado para jornadas menores que 36 horas.

    Demarcação de terras indígenas e quilombolas

    O candidato defende ainda a demarcação de terras indígenas e quilombolas, desapropriação das áreas utilizadas para especulação fundiária – incluindo terras públicas devolutas, latifúndios improdutivos, áreas griladas, terras concentradas em monoculturas voltadas à exportação, propriedades subutilizadas e áreas sob controle do capital financeiro. Outro ponto é o fim dos subsídios públicos bilionários ao grande agronegócio e aos monopólios e a expropriação das grandes propriedades rurais e das empresas do agronegócio, retirando o controle da produção do grande capital e das multinacionais, sem indenização aos grandes grupos e sob controle dos trabalhadores rurais.

    Mulheres

    Para as mulheres, o programa defende a igualdade de salários, prioridade de acesso ao emprego e às políticas públicas para trabalhadoras, principalmente as mais precarizadas, creches e escolas públicas, gratuitas e em tempo integral para todas as crianças, como condição para a independência das mulheres. O programa defende também o aborto legal, seguro e gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), licença parental de um ano, compartilhada entre responsáveis, delegacias especializadas abertas 24 horas, casas-abrigo e rede de atendimento conforme a demanda. Política similar é defendida para o segmento LGBTQIA+;com investimento na saúde especializada, direito à terapia hormonal e à cirurgia de redesignação pelo SUS, com acompanhamento adequado, políticas de prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (IST) e tratamento para pessoas com HIV, especialmente nas periferias.  

    Negros 

    No que diz respeito à questão racial, o candidato propõe a titulação dos territórios quilombolas, a expropriação, sem indenização, de fazendas do agronegócio que atuem sobre territórios indígenas e quilombolas, além da manutenção e ampliação das cotas para pessoas negras nas universidades e no serviço público. O programa defende ainda o combate à intolerância contra religiões de matriz africana e a implementação do ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena em toda a rede de ensino.

    Além disso, prevê punições para empregadores que estimulem ou tolerem práticas racistas e traz medidas específicas para as mulheres negras, com prioridade no que diz respeito ao acesso a emprego, renda, combate à superexploração das trabalhadoras negras e garantia de direitos às trabalhadoras domésticas.

    Segurança pública

    O programa relaciona ainda a questão racial à violência contra a população negra, no debate sobre segurança pública. A principal medida proposta é a desmilitarização da Polícia Militar, com a unificação das polícias sob controle dos trabalhadores. O documento propõe ainda o o fim da criminalização de manifestações culturais periféricas, como funk e batalhas de rima, o fim da privatização dos presídios e a revogação da Lei Antidrogas.

    Para o candidato, o combate ao crime organizado, às máfias, às milícias, às facções e demais organizações criminosas deve ocorrer por meio da investigação, inteligência e desarticulação de seus negócios, com foco em atingir o patrimônio, as fontes de financiamento e as relações com agentes públicos, políticos, empresários e, especialmente, com o sistema financeiro, “em vez de realizar operações militares que vitimam principalmente a população trabalhadora.”

    Saúde

    No campo da saúde, o candidato se posiciona por um sistema de saúde 100% público e estatal para garantir saúde pública universal. Para tanto, Hertz Dias propõe o fim da privatização e da gestão privada da saúde – o que inclui organizações sociais, fundações, parcerias público-privadas, proibição da transferência de leitos públicos para planos privados, ampliação do investimento público em saúde, com prioridade para a atenção básica. O programa defende ainda a produção pública de medicamentos e insumos estratégicos e a integração entre saúde e saneamento, para enfrentar doenças relacionadas à falta de infraestrutura.

    Educação

    Na área educacional, a defesa também é por uma educação pública de qualidade. O candidato defende o fim das parcerias público-privadas e terceirizações, a revogação da Base Nacional Comum Curricular e do Novo Ensino Médio, além da ampliação de creches, escolas e universidades públicas. Outro ponto é a valorização dos profissionais da educação, permanência estudantil e oposição à militarização das escolas.

    Transporte e habitação

    No transporte público, o candidato propõe a adoção da tarifa zero, com transporte público estatal, sob controle público e dos trabalhadores, reversão das concessões privadas, fim da privatização de metrôs, estradas e ferrovias. Além disso, propõe o fim dos subsídios públicos às empresas privadas de transporte, com ampliação e integração da rede (ônibus, metrô, trem). Já para a moradia, a principal proposta é a construção massiva de moradias populares e infraestrutura por empresa pública de obras aliada à urbanização das periferias e comunidades populares, e à expropriação dos imóveis urbanos abandonados, ociosos ou destinados exclusivamente à especulação imobiliária. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Flávio Bolsonaro propõe enxugar Estado e endurecer ações de segurança

    Flávio Bolsonaro propõe enxugar Estado e endurecer ações de segurança

    O candidato a presidente da República Flávio Bolsonaro (PL) apresentou um plano de governo marcado por propostas de enxugar o Estado, digitalizar a economia, retomar desestatizações, além de enfrentar o crime por meio do aumento de penas e do encarceramento. 

    >> Veja a íntegra do documento:

    A Agência Brasil publica até domingo (20) matérias com os programas de governo de todos os candidatos à Presidência nas eleições deste ano. Os textos serão liberados seguindo a ordem alfabética do nome do candidato. Nesta sexta-feira (18), serão publicadas as matérias referentes aos candidatos Flávio Bolsonaro, Hertz Dias, Leonardo Avalanche e Luiz Inácio Lula da Silva.

    Chamado de Para o Brasil Vencer o Atraso, o plano de governo de Flávio Bolsonaro tem 76 páginas com propostas divididas em nove eixos. No último eixo, o Brasil que Não Volta Atrás, o candidato revela como estruturará, economicamente, suas propostas. Ele afirma que fará um “tesouraço” nos gastos públicos, reforma administrativa – com corte de dez ministérios, cargos comissionados e despesas –, ao lado da revisão do pacto federativo, com estados e municípios. Ele propõe um governo próximo ao de seu pai, Jair Bolsonaro, que foi presidente do país entre os anos de 2019 e 2022.

    Segurança

    O programa de Flávio Bolsonaro começa listando ações de segurança. No documento, informa que pretende declarar facções criminosas e milícias organizações narcoterroristas. Como forma de combater a entrada de drogas no país, uma parte dos negócios do crime, ele também promete uma “tropa de elite” das Forças Armadas que irá para patrulhar as fronteiras. Ele sugere ainda a redução da idade penal de 18 para 14 anos, punindo maiores de 14 anos por crimes como estupro, tráfico, tortura e assassinato, classificados pelo Código Penal como crimes hediondos.

    Economia

    Por meio de propostas de redução de impostos de energia elétrica e de combustíveis, além da revisão da reforma tributária, o candidato também pretende incentivar o consumo das famílias. Ele apresenta como a principal medida da gestão o corte de gastos públicos, com a intenção de forçar a queda de juros no país.

    Ele sugere ainda criar corredores logísticos, para baratear o transporte, principalmente de alimentos, aumentar a capacidade de armazenamento de safras do agronegócio e apoiar a produção nacional de fertilizantes.

    Saúde

    Por meio da tecnologia, Flávio Bolsonaro promete também digitalizar serviços públicos, reduzindo a burocracia e economizando tempo dos brasileiros. Ele pretende começar pelos prontuários de saúde e propõe o compartilhamento do documento, com dados pessoais de pacientes, com os hospitais privados. O texto fala ainda em “manter a imunização”. O programa ainda prevê oferecer atendimento em saúde por telefone ou aplicativo, em regiões com falta de médico ou com longas filas de espera por especialistas.

    Educação

    Já no eixo Brasil que Prepara, que trata sobre a educação, o candidato afirma que mudará o método de alfabetização que relaciona o fonema à letra para o método fônico, que faz associações ao som, além de propor um voucher, uma espécie de cheque, para famílias poderem pagar mensalidades em creches privadas.

    No ensino básico, há propostas de remuneração de alunos para que deem aulas de reforço aos colegas. Não há medidas listadas para o ensino médio, o candidato propõe somente a ampliação da oferta de cursos técnicos “para atender ao mercado”.

    Para a educação, ele também pretende criar mais escolas cívico-militares; incluir nos currículos competências para a economia digital, além de robótica; abrir escolas nas férias; e passar a educação superior do Ministério da Educação para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

    Meio Ambiente

    Apesar de não reconhecer a existência de uma crise climática com aumento de eventos extremos no mundo, o plano traz medidas para a área ambiental. A maior parte delas tem o objetivo de flexibilizar o licenciamento ambiental.

    No plano, ao tratar de energia, tema que é econômico, mas tem impactos ambientais, a aposta é a exploração de combustíveis fósseis, entre os mais poluentes, ao lado da ampliação da produção de petróleo e gás, assim como a liberação do fracking (método de extração de recursos por meio da perfuração do solo).

    O programa propõe “eliminar superposições” de atribuições de órgãos como a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

    Para o meio ambiente, o documento propõe ainda permitir o autolicenciamento, em situações de decurso de prazo para emissão de licenças; dar incentivos para a produção de combustível sustentável de aviação; e acelerar projetos de mineração com ampliação do capital estrangeiro.

    Saneamento e habitação

    Na área de saneamento básico, o candidato quer acelerar concessões e parcerias privadas para atender à população. Desta forma, ele também pretende levar água às escolas e fechar lixões a céu aberto.

    Para disponibilizar mais moradias, outra intenção é retomar o Programa Casa Verde e Amarela, com o objetivo de erguer 2,5 milhões de residências, que serão vendidas com “a menor taxa de juros possível”. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Veja como foi a quinta-feira (17) dos candidatos a presidente

    Veja como foi a quinta-feira (17) dos candidatos a presidente

    A agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (17) incluiu caminhadas, carreatas e visitas a feiras e instituições. 

    >> Veja como foi o dia dos candidatos a presidente 

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins fez uma caminhada pela região central de São Paulo.

    Wilson Grassi (Democrata) 
    O candidato Wilson Grassi esteve na sede da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), em São Paulo, onde assinou Termo de Compromisso de Presidente Amigo da Criança.

    Ele visitou a ONG Cão Sem Dono, em Itapecerica da Serra, região metropolitana da capital paulista, e uma fábrica de móveis veterinários.

    Augusto Cury (Avante)
    O candidato Augusto Cury esteve, em São Paulo, na Associação Paulista de Imprensa. 

    Em entrevista, ele defendeu uma auditoria no Brasil e no exterior dos algoritmos da Meta (dona do Facebook, Instagram e Whatsapp). Para o candidato, os algoritmos estimulam a polarização política atual.

    “Eu sou a favor da liberdade de expressão. A questão não é regular as redes sociais, é abrir o algoritmo. Ele tem que ser aberto”, disse.

    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão fez campanha em Toritama (PE), onde visitou a feira local e concedeu entrevista para uma rádio regional. Ela também esteve em Santa Cruz do Capibaribe, onde visitou a feira da cidade.

    A candidata defendeu valorização dos empreendedores.

    “O empreendedor é quem gera riqueza para esse país e ele deve ser valorizado. Temos que reduzir o custo de vida para o brasileiro, para deixar a energia e a água mais barata”, disse.

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato Edmilson Costa (PCB) participou de caravana na cidade de São José do Rio Preto (SP).

    Ele defendeu a estatização do sistema bancário.

    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro cumpriu agenda de campanha em Vitória da Conquista (BA). Ele participou de uma carreata e um comício.

    Flávio Bolsonaro disse que, se eleito, pretende criar linha de crédito mais barata e com maior prazo de paga

    “O governo vai ter uma linha de crédito mais barata, com mais tempo para pagar. A gente vai organizar as contas. E vai ser vantajoso você empreender, porque meu sonho é reduzir a carga tributária”, disse.

    Hertz Dias (PSTU)
    O candidato Hertz Dias fez panfletagem em bairros tradicionais de São Luís.

    Ele defendeu a redução dos preços dos alimentos e aumento geral dos salários.

    “Não é aceitável que um país que produz tanta riqueza, tenha trabalhadores que precisam escolher entre comprar comida, pagar aluguel ou quitar contas básicas. Defendemos um aumento geral dos salários para garantir condições dignas de vida para quem trabalha”, disse.

    Leonardo Avalanche (PRTB) 
    O candidato Leonardo Avalanche não divulgou compromissos de campanha. 

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    O candidato Luiz Inácio Lula da Silva realizou ato de campanha em Montes Claros (MG).

    Em entrevista à Rádio Itatiaia, ele prometeu, se reeleito, manter a política de valorização do salário mínimo com reajustes acima da inflação.

    “A gente vai continuar dando ajuste de salário mínimo para aposentado, porque é o mínimo necessário para sobreviver. Eu não vou penalizar os pobres para beneficiar os ricos”, disse.

    Sobre o programa Bolsa Família, Lula defendeu que os beneficiários vão deixando o programa de transferência de renda quando “melhoram de vida”.

    Renan Santos (Missão)
    O candidato Renan Santos fez carreata em Chapecó (SC), Passo Fundo (RS) e Caxias do Sul (RS).

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema concedeu entrevista ao Jornal do SBT.

    Ronaldo Caiado  (PSD)
    O candidato Ronaldo Caiado fez campanha na cidade de São Paulo, onde caminhou pela Rua 25 de Março.

    Em entrevista, ele disse que, caso eleito, pretende unificar dados estratégicos do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), da Receita Federal, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Polícia Federal (PF) para combater o crime organizado.

    “O Ministério da Segurança Pública vai ter a ligação com o Coaf. Vai ter acesso 100% à Receita Federal. Vai ter toda a inteligência da Polícia Federal e do CVM. Isso tudo migra por um caminho chamado inteligência artificial, que vai juntar todos esses dados e vai apontando caso a caso e vai tirando esse tecido podre da sociedade”, disse.

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    O candidato Rui Costa Pimenta participou do programa Análise Internacional, transmitido pelo canal do Diário Causa Operária, no YouTube.

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    * Colaboraram Douglas Correa (Rio de Janeiro), Luciano Nascimento (São Luís), redação de São Paulo e Rádio Nacional

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Justiça Eleitoral rejeita cerca de 1,2 mil registros de candidatura

    Justiça Eleitoral rejeita cerca de 1,2 mil registros de candidatura

    A Justiça Eleitoral já indeferiu cerca de 1,2 mil registros de candidaturas às eleições gerais de outubro. De acordo com dados do sistema de candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são 335 registros indeferidos definitivamente e 869 que ainda podem ser contestados por meio de recursos às instâncias superiores.

    O levantamento do TSE mostra que o descumprimento de requisitos formais previstos na legislação eleitoral é o principal motivo dos indeferimentos. Na sequência, aparecem a falta de condições de elegibilidade, ilegalidades na convenção partidária e a ausência de incompatibilização com o cargo público.

    Segundo o tribunal, cerca de 99% dos pedidos de registro de candidatura já foram analisados pela Justiça Eleitoral em todo o país. Ao todo, foram apresentados 20,9 mil pedidos.

    Eleições

    O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro. Serão eleitos deputados federais, deputados estaduais e distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

    O segundo turno está marcado para o dia 25 e poderá ocorrer nas disputa para os cargos de governador e presidente.

    A segunda votação será realizada caso nenhum candidato alcance mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, excluídos os votos em branco e os nulos.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Pesquisa aponta que solidão e exaustão ampliam abstenção nas urnas

    Pesquisa aponta que solidão e exaustão ampliam abstenção nas urnas

    Mais do que desiludidas com a política, eleitores deixam de votar, ano após ano, no Brasil, por se sentirem exaustas e solitárias. A constatação é da Pesquisa Termômetro do Bem Viver, realizada por um projeto da Plataforma Avaaz em parceria com o Datafolha, divulgada esta semana.

    Inédito, o estudo relacionou a ausência de vínculos comunitários e de contato com a natureza ao desinteresse na política, apontando esses fatores para explicar a ausência nas urnas.

    Cerca de 30 milhões de eleitores – praticamente um em cada três – deixaram de votar, nos últimos pleitos. Por trás da abstenção, em geral, a pesquisa encontrou o que chamou de epidemia de solidão, esgotamento mental e dependência digital. 

    Por outro lado, o estudo revelou que brasileiros “vinculados” consideram a democracia inegociável.

    “Descobrimos que os ‘desvinculados’ estão em ciclo muito destrutivo”, explicou a diretora do Projeto Desapocalíptica, do Avaaz, Nana Queiroz.

    Segundo Nana, esse público busca a TV e as as redes sociais “como uma espécie de anestesia para essa exaustão”.

    A diretora pontuou ainda que as redes sociais no país mantém pessoas em “bolhas” – círculo de usuários com opiniões semelhantes – além de alimentar “uma cultura de ódio”. Nesses casos, elas se sentem mais isoladas, desesperançosas ou culpadas por perderem tanto tempo nas redes sociais ou da TV.

    “Quando essas pessoas se vêem assim culpadas, exaustas e isoladas, elas acham que elas não têm poder de transformar o coletivo e é por isso que elas estão parando de votar”, analisou.

    “Desvinculados”

    Quase metade dos brasileiros identificados com esse comportamento (47%) foram classificados na pesquisa como “desvinculados”. Segundo a investigação, são indivíduos que já deixaram de votar ou votam raramente. Três em dez desistiram totalmente de votar por essa falta de vínculo.

    A juventude é quem mais se encaixa neste perfil. De acordo com a Termômetro do Bem Viver, os jovens entre 18 e 34 anos são 44% dos desvinculados, sinalizando para a necessidade de ação. Apenas dois a cada dez jovens afirmam ter uma conexão comunitária e se sentir bem.

    Nana Queiroz chama atenção para as jornadas de trabalho extenuantes, como a 6×1, que reduzem o tempo de lazer e para cultivar uma rede.

    Bem Viver

    Para recuperar o vínculo, a recomendação é desenvolver as chamadas políticas de Bem Viver. Essas são ações que promovem também contato com a natureza, acesso à cultura, lazer e a cidades mais acessíveis, no geral, cita Nana.

    “Dar bom dia para uma pessoa na padaria já influencia o seu nível de felicidade”, informou a diretora.

    O contato com o meio ambiente é visto ainda como restaurador de saúde mental, principalmente, em casos de ansiedade e tédio dos mais jovens.

    Ações para conter a dependência digital também são necessárias. De acordo com ela, um exemplo bem sucedido é o ECA Digital, que enfrentou o design viciante das plataformas, a rolagem infinita e os conteúdos inadequados para crianças e adolescentes.

    “Se você quiser reconquistar essas pessoas, trazer às urnas, é preciso criar políticas que alterem a vida real delas, para que sintam que o voto tem um impacto real na vida delas”, frisou Nana. 

    A Termômetro do Bem Viver foi realizada com base em metodologia estrangeira, propondo olhar indicadores de qualidade de vida menos frequentes nas pesquisas com enfoque econômico e que investigam mais o acesso ao consumo, conforto material e o próprio desempenho da economia.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • TRE-RJ distribui mais de 1 milhão de colas eleitorais para dia do voto

    TRE-RJ distribui mais de 1 milhão de colas eleitorais para dia do voto

    O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) iniciou a distribuição de 1,4 milhão de colas eleitorais para as Eleições 2026. O material pode ser retirado gratuitamente nas zonas eleitorais e nas Centrais de Atendimento ao Eleitor (CAEs) de todo o estado para facilitar o voto na urna eletrônica.

    A cola permite que eleitoras e eleitores anotem antecipadamente os números de seus candidatos e consultem as escolhas no momento da votação.

    Também é possível preparar a própria cola em casa, em uma folha de papel, observando a ordem dos cargos que aparecerá na urna eletrônica.

    Nas eleições deste ano, cada eleitor deverá escolher seis candidatos: deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República. Por isso, a votação tende naturalmente a exigir mais tempo.

    Chegar à seção eleitoral com os números já anotados facilita a votação, reduz o período de permanência na cabine e contribui para evitar a formação de filas, como explica o presidente do TRE-RJ, desembargador Claudio de Mello Tavares.

    “A fluidez da votação também depende de uma preparação simples, que está ao alcance de todos. Ao levar os números dos candidatos anotados, o eleitor vota com mais tranquilidade, segurança e ajuda. A redução do tempo de espera beneficia a todos. A distribuição de 1,4 milhão de colas integra o esforço da Justiça Eleitoral para oferecer uma votação organizada, ágil e acessível”, afirma o magistrado.

    Ordem

    Ao preencher a cola, é importante prestar atenção à quantidade de dígitos correspondente a cada escolha:

    Deputado(a) federal: quatro dígitos
    Deputado(a) estadual: cinco dígitos
    Senador(a)1: três dígitos 
    Senador(a)2: três dígitos
    Governador(a): dois dígitos
    Presidente: dois dígitos

    A Justiça Eleitoral recomenda que a cola seja preenchida com antecedência e levada em papel. O uso de telefone celular na cabine de votação é proibido.

    Por isso, mesmo quem costuma guardar informações no aparelho deve transferir os números dos candidatos para uma cola manuscrita antes de comparecer à seção eleitoral.

    O eleitor também deve consultar previamente seu local de votação e chegar com o número da seção anotado.

    A medida facilita a localização da sala e evita contratempos no dia da eleição. A consulta pode ser feita pelo aplicativo e-Título, pelo portal do TRE-RJ ou pelo Disque TRE-RJ, de segunda a sexta-feira, das 11h às 19h, pelo telefone: (21) 3436-9000.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (17)

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (17)

    A agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (17) inclui caminhadas, carreatas e visitas a feiras e instituições. Também estão previstas entrevistas em veículos de comunicação, encontros com militantes e apoiadores, caravana partidária e participação em compromisso voltado aos direitos de crianças e adolescentes.

    Flávio Bolsonaro (PL)
    Participa de carreata pelas ruas de Vitória da Conquista (BA) até o Estádio Municipal Lomanto Júnior, no bairro Candeias. 

    Hertz Dias (PSTU)
    Faz panfletagem na Feira do João Paulo, em São Luís (MA) e participa de entrevista ao Podcast Maranhão News.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    Participa de caminhada no bairro Maracanã, em Montes Claros (MG).

    Romeu Zema (Novo)
    Participa de uma entrevista para o SBT Brasil, às 20h.

    Renan Santos (Missão) 
    Participa de carreata passando por Chapecó (SC), Passo Fundo (RS) e Caxias do Sul (RS). 

    Ronaldo Caiado  (PSD)
    Entrevista ao Jornal da Record 

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    Participa do programa Análise Internacional, transmitido pelo canal do Diário Causa Operária no YouTube;

    Samara Martins (UP)
    Participa de caminhada no centro de São Paulo (SP) e de tribuna popular com militantes e apoiadores no Itaim Paulista e no Jardim Pantanal. 

    Wilson Grassi (Democrata) 
    Participa da assinatura do Termo de Compromisso de Presidente Amigo da Criança, da Abrinq, em São Paulo (SP). Também visita a ONG Cão sem Dono, em Itapecerica da Serra (SP) e a fábrica de móveis veterinários Metalvet. 

    Augusto Cury (Avante)
    Concede entrevista coletiva na sede da Associação Paulista de Imprensa em São Paulo, às 9h30.

    Clariana Barão (DC)
    Participa de caminhada na Feira de Toritama (PE) e visita a Feira de Santa Cruz do Capibaribe (PE).

    Edmilson Costa (PCB)
    Participa de caravana em São José do Rio Preto com as candidaturas do PCB.

    O candidato Leonardo Avalanche (PRTB) não divulgou agenda pública de campanha até o momento desta publicação. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original