Tag: eleições 2026

  • Veja como foi o último dia de campanha dos candidatos a presidente

    Veja como foi o último dia de campanha dos candidatos a presidente

    No último dia de campanha antes do 1º turno, marcado para este domingo (4), os candidatos à Presidência realizaram caminhadas, carreatas e se reuniram com apoiadores. 

     

    Samara Martins (UP)

    A candidata realizou uma caminhada no bairro do Alecrim, em Natal. Após a atividade, fez um balanço da campanha e voltou a destacar propostas da legenda relacionadas à renda, à dívida pública, à saúde e à educação. A candidata também ressaltou os diálogos mantidos com eleitores em diferentes regiões do país ao longo da campanha. 

    Augusto Cury (Avante)

    O candidato esteve em Colina (SP) na manhã deste sábado, onde participou de uma caminhada ao lado de apoiadores. O evento foi o único compromisso público divulgado pela campanha para o último dia antes da votação. Após a atividade, o candidato seguiu para Ribeirão Preto. 

    Flávio Bolsonaro (PL)

    O candidato Flávio Bolsonaro participou pela manhã de uma moto-carreata entre Santa Bárbara d’Oeste e Americana, no interior paulista. 

    Durante o evento, Flávio posou para fotos segurando um cartaz com a imagem de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado.

    Ao final do evento, ele agradeceu o apoio recebido durante a campanha e afirmou estar confiante no resultado das urnas.

    “Eu tenho a convicção também que tem tudo pra que a gente ganhe essa eleição já no 1º turno”, disse o senador chamando seus apoiadores para irem às urnas no domingo.

    O candidato aproveitou o ato para criticar o STF dizendo que a Corte “tem de que deixar de ser uma delegacia de polícia”. 

    Hertz Dias (PSTU)

    Hertz Dias realizou pela manhã uma reunião virtual com apoiadores de diferentes regiões do país. Para o fim da tarde, participou do ato Pane no Sistema, promovido na sede do Sindicato dos Metroviários, em São Paulo. 

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, realizou a caminhada “Brasil Pronto pra Mais” nas ruas do centro de São Paulo. Em seu discurso, destacou temas como fim da escala 6×1, combate às bets e políticas de educação.

    Lula referiu-se à eleição presidencial deste ano como uma oposição entre a democracia e a barbárie. “Nós estamos a poucas horas de fazer possivelmente o maior gesto da revolução democrática desse país”, disse.

    “De um lado, está a democracia, aqueles que defendem os direitos humanos, a educação, uma forte política de mobilidade urbana, aqueles que defendem a ciência e tecnologia e a soberania”, ressaltou Lula.

    “Do outro lado, está a barbárie, aqueles que são contra a cultura, que acabaram com o Ministério da Indústria e Comércio, Ministério do Trabalho, Ministério da Igualdade Racial, Ministério dos Direitos Humanos e Ministério das Mulheres”, acrescentou. 

    O presidente afirmou que manterá sua luta pelo povo brasileiro. “É o povo brasileiro que vai derrotar a extrema-direita, os fascistas e os negacionistas.”

    Lula aproveitou o ato para convocar pessoas maiores de 70 anos, para quem o voto é facultativo, a irem às urnas neste domingo.

    Renan Santos (Missão)

    Renan Santos participou ao meio-dia de uma etapa do Tour Futuro Glorioso em Santos (SP). À tarde, seguiu para São Paulo, onde participou de caminhada com apoiadores entre a Praça da Liberdade e o Largo São Francisco. 

    Ronaldo Caiado (PSD)

    O candidato cumpriu agenda pela manhã em Goiânia, com caminhada e carreata na região noroeste da cidade. Durante as atividades, voltou a defender propostas voltadas à agricultura familiar, à segurança pública e à saúde. 

    Rui Costa Pimenta (PCO)

    Participou neste sábado do programa Análise Política da Semana, transmitido pela Causa Operária TV. Durante a transmissão, comentou temas políticos e eleitorais na véspera do primeiro turno. 

    Os candidatos Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB) e Romeu Zema (Novo) não tiveram compromissos públicos neste sábado. 

     

    *Colaboraram Camila Boehm (de São Paulo) e Pedro Peduzzi 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Saiba quais situações permitem acompanhante na cabine de votação

    Saiba quais situações permitem acompanhante na cabine de votação

    Pais acompanhados de crianças devem ficar atentos no dia da votação. A legislação eleitoral permite que os pequenos sejam acompanhantes na hora da votação. No entanto, dentro da cabine, quem deve digitar os números na urna é o eleitor.

    Além de não poder interferir na votação, a criança também não pode comprometer o sigilo do voto. 

    Já os eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida têm direito garantido a acompanhamento no momento da votação e ao uso de recursos de acessibilidade na urna eletrônica. Nesse caso, as normas estabelecidas pela justiça eleitoral (resolução TSE nº 23.751/2026, art. 140) dão a permissão para que o cidadão entre na cabine de votação acompanhado por uma pessoa de sua escolha, independentemente do tipo ou da causa da limitação.

    O auxílio ao eleitor não exige cadastro ou requerimento prévio junto ao juiz eleitoral.

    Cabe ao presidente da mesa receptora, na seção eleitoral, avaliar se é imprescindível a necessidade da ajuda e autorizar o ingresso do acompanhante na cabine, juntamente com o eleitor.

    A pessoa indicada pode, inclusive, digitar os números dos candidatos na urna sob a orientação do eleitor.

    Regras para o acompanhante

    Para atuar como auxiliar, a pessoa indicada deve apresentar documento de identificação aos mesários.

    A legislação proíbe que o acompanhante esteja a serviço da justiça eleitoral, de partidos políticos, de federações ou de coligações.

    Além disso, todos os atendimentos desse tipo devem ser devidamente registrados na ata da seção, contendo o nome completo e o número do documento de quem prestou o auxílio.

    Acessibilidade

    O protocolo de votação dispõe de recursos específicos de acessibilidade e de tecnologias de assistência que viabilizem o exercício do voto ao eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida.

    Seguem algumas normas para o eleitor com deficiência visual.

    • é permitido usar o alfabeto comum ou do sistema Braille para assinar a lista do caderno de votação;
    • receber do mesário orientação sobre o uso do sistema de áudio disponível na urna, com fone de ouvido descartável, de uso individual, fornecido pela justiça eleitoral;
    • receber orientação sobre o uso da marca de identificação da tecla 5 do teclado numérico da urna, que possui um ponto ou relevo tátil no centro para servir como ponto de referência espacial;
    • ingressar e permanecer na seção eleitoral acompanhada(o) de cão-guia durante todo o procedimento de votação.

    Por fim, uma pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida pode atualizar seu cadastro na justiça eleitoral no próprio dia da eleição. Basta preencher, datar e assinar o Formulário para Identificação de Eleitora e Eleitor com Deficiência para ser encaminhado ao cartório eleitoral do município ou do Distrito Federal pelos integrantes da sala de votação.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Tribunais distribuem urnas e preparam sessões para eleição

    Tribunais distribuem urnas e preparam sessões para eleição

    Os tribunais regionais eleitorais de todo o país realizam neste sábado (03), véspera do primeiro turno da eleição, os últimos procedimentos para o pleito. 

    Mais de 560 mil urnas eletrônicas estão sendo levadas aos locais de votação, onde serão posicionadas, preparadas e mantidas sob guarda policial, até o início da votação. Desse total, cerca de 499 mil são necessárias para a votação, e outras quase 65 mil ficarão reservadas para substituir equipamentos em caso de necessidade.

    Considerando o tamanho da operação, os tribunais fazem parcerias com outras instituições públicas. No Rio de Janeiro, por exemplo, parte das urnas foi levada até os locais de votação em ônibus escolares, e profissionais da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) foram escalados para ajudar nesse transporte. 

    Dentro de cada local, servidores da justiça eleitoral e voluntários convocados também estão atuando na preparação das sessões, organizando os espaços de movimentação dos eleitores e afixionando materiais informativos. 

    Segurança

    Assim como foi realizado pelo Tribunal Superior Eleitoral, nos estados também ocorreram as cerimônias de emissão da zerésima do Sistema de Gerenciamento da Totalização. O procedimento comprova que nenhum voto foi previamente registrado no banco de dados de totalização dos resultados. 

    Além disso, antes do início da votação, os voluntários que trabalharão nas sessões deverão emitir a zerézima de cada urna, atestando que os equipamentos também não têm nenhum voto registrado. Com isso, a justiça eleitoral pretende comprovar que o resultado apurado após o pleito realmente corresponde aos votos depositados pelos eleitores. 

    Conforme destacou o presidente do TRE-RJ, desembargador Claudio de Mello Tavares, os procedimentos deste sábado oferecem “mais uma prova pública e verificável de que o voto de cada cidadão será recebido, registrado e contado exatamente como foi manifestado”

    “A eleição não começa quando o eleitor aperta a tecla “Confirma”. Ela começa muito antes, na preparação dos sistemas, na carga e na lacração das urnas, na fiscalização permanente dos partidos e das instituições”, acrescentou. 

    Os tribunais também sortearam as urnas que serão auditadas neste domingo, em mais uma etapa de confirmação da segurança da urna eletrônica. Parte dos equipamentos sorteados passará por testes de autenticidade, em que juízes eleitorais vão verificar, nas próprias sessões, se os programas instalados são os mesmos que foram desenvolvidos, lacrados e assinados digitalmente pelo TSE.  

    Outra parte será auditada quanto à sua integridade. As urnas sorteadas serão recolhidas das sessões antes do início da votação e levadas a locais seguros e acessíveis à população, a exemplo do Tribunal de Justiça e da sede da Fundação Getúlio Vargas, no caso do Rio de Janeiro. 

    Nesses locais, fiscais serão convidados a depositar votos escritos em papel em uma urna comum, e os mesmos votos na urna eletrônica. Depois, o resultado dos dois métodos será comparado. “O que se demonstrará é simples e decisivo: a urna registra fielmente aquilo que nela se digita”, garantiu o presidente do TRE-RJ.

    “O tribunal tem plena confiança no sistema eletrônico de votação e essa confiança decorre do alto grau de auditabilidade de todo o processo, que pode ser verificado antes, durante e depois da votação”, conclui o desembargador. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Operação Rastilho: PF cumpre mandados em investigação eleitoral no CE

    Operação Rastilho: PF cumpre mandados em investigação eleitoral no CE

    A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã deste sábado (3), a Operação Rastilho, para aprofundar a investigação sobre possíveis irregularidades eleitorais no Ceará.

    A ação é o desdobramento da Operação Rastro, deflagrada no último dia 31 de agosto, quando foram apreendidos R$ 334 mil em espécie, além de computadores e aparelhos celulares.

    As investigações miram em possíveis pagamentos para obter apoio político e eleitoral em diferentes municípios do Ceará. Os agentes ainda investigam os fluxos financeiros e as pessoas envolvidas nos possíveis ilícitos.

    Diante do material analisado, as autoridades viram a necessidade de aprofundar a apuração sobre a origem, a movimentação e a possível destinação de recursos que ultrapassam R$ 9,8 milhões. Há a suspeita, inclusive, do uso da estrutura de uma entidade sindical nas práticas ilícitas.

    Busca e apreensão

    Os 19 mandados de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça Eleitoral a partir de representações apresentadas no curso da investigação e estão sendo cumpridos nos municípios cearenses de Fortaleza, Coreaú, Irauçuba e Itapajé.

    As diligências foram feitas antes do pleito para colher e preservar provas contemporâneas aos fatos investigados, em especial sobre a eventual circulação e destinação de recursos ligados a possíveis ilícitos eleitorais.

    Apreensões

    A PF confirmou que, durante as buscas neste sábado, foram apreendidos aproximadamente R$ 120 mil em espécie, além de celulares, aparelhos eletrônicos e anotações relacionadas aos crimes que serão analisados.

    Esta operação é realizada em conjunto com o Ministério Público Eleitoral e a Controladoria-Geral da União (CGU). E as investigações prosseguem sob a supervisão da Justiça Eleitoral.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Eleições 2026: boca de urna é crime; saiba o que é proibido

    Eleições 2026: boca de urna é crime; saiba o que é proibido

    Com a aproximação do primeiro turno das Eleições de 2026, a população deve lembrar que, no dia da votação, alguns comportamentos como pedir votos, distribuir propaganda ou abordar eleitores para influenciar a escolha são proibidos. Essas práticas podem caracterizar o crime de boca de urna.  

    O que é a boca de urna? 

    A boca de urna ocorre quando há tentativa de convencer o eleitorado a votar em determinado candidato, partido, federação ou coligação no dia da eleição.  

    O que não pode: 

    • distribuição de santinhos; 
    • pedidos de voto; 
    • formação de grupos organizados para promover candidaturas; 
    • comícios e carreatas,  
    • uso de alto-falantes e outras formas de propaganda eleitoral.  

    Até o encerramento da votação, a legislação proíbe a aglomeração de pessoas com vestuário padronizado ou portando instrumentos de propaganda, quando isso caracterizar manifestação coletiva.  

    A manifestação individual e silenciosa do eleitor sobre a sua preferência política é liberada.

    Ou seja: é permitido votar com itens como bandeiras, broches e adesivos, desde que não haja manifestação coletiva.  

    E nas redes sociais? 

    No ambiente digital, a lei considera crime a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos no dia da eleição, por parte dos candidatos. Conteúdos publicados anteriormente, no entanto, podem permanecer disponíveis. 

    Qual é a punição? 

    Quem for pego fazendo boca de urna pode ser punido com detenção de 6 meses a 1 ano, com a possibilidade de substituição pela prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, além de pagamento de multa.  

    Como denunciar? 

    As irregularidades relacionadas à propaganda eleitoral podem ser comunicadas pelo Pardal, aplicativo da Justiça Eleitoral. A ferramenta permite o envio de denúncias pelo celular, com informação sobre o local, fotos, vídeos e áudios que ajudem na análise da ocorrência. 

    O aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas Google Play e App Store.  

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Monitoramento aponta 13 mil ataques a contas de candidaturas LGBT+

    Monitoramento aponta 13 mil ataques a contas de candidaturas LGBT+

    A análise de contas de candidaturas LGBT+ pela plataforma Sentinela indicou a publicação, desde o início do período eleitoral, de 13 mil comentários classificados como ofensivos com alvo definido, o que significa que foram dirigidos a uma pessoa ou candidatura identificável.

    Para chegar a esse resultado, a Sentinela selecionou, no período, 307.185 comentários em contas de candidaturas que permitiram ser monitoradas pelo projeto por apresentarem potencial de violência em um universo de mais de 1 milhão de interações publicadas no Instagram.

    A avaliação da plataforma em cada um dos mais de 307 mil comentários foi com base em quatro dimensões: 

    • se há violência; 
    • quem é o alvo;
    • se existe um componente LGBTfóbico e 
    • se esse componente atinge diretamente a candidatura monitorada.

    De acordo com a plataforma, além desse mapeamento das contas envolvidas nas agressões, foram analisados os padrões de recorrência e os sinais de atuação coordenada. 

    A metodologia usada, que combina coleta automatizada, classificação e inteligência artificial generativa, foi desenvolvida pelo Instituto Plena Cidadania (IPC), organização da sociedade civil dedicada ao desenvolvimento de infraestrutura democrática no Brasil e responsável pelo VoteLGBT.

    O estudo concluiu ainda que parte dos ataques se repete, o que ficou comprovado com a identificação de mais de 11 mil contas diferentes envolvidas nas agressões. Esse dado foi obtido a partir dos 13 mil comentários com alvo definido. 

    Pelos dados da plataforma, um grupo de 224 contas mais ativas foi responsável por 1.718 comentários, revelando concentração da atividade em determinados perfis.

    “Quando tem a mesma mensagem repetida por 63 contas em um intervalo muito curto de tempo, como a gente verificou contra uma candidatura de Goiás, a gente tem forte indício de que isso foi coordenado. Isso pode ser uma combinação de pessoas ou automatizada”, avalia Gui Mohallem, da direção executiva do Instituto Plena Cidadania, em entrevista à Agência Brasil.

    Falsos positivos

    A plataforma afasta a possibilidade de inclusão no estudo de falsos positivos na classificação do contexto de cada comentário, porque ela não se restringe à presença de palavras ou expressões específicas. Os resultados inflados são evitados com a utilização de um critério conservador. Se a situação é ambígua, o caso não é contabilizado.

    A líder de inteligência do Instituto Plena Cidadania, Alciana Paulino, disse que a Sentinela permite enxergar uma violência que acontece em uma escala e velocidade que nenhum monitoramento manual conseguiria acompanhar. 

    “Além de detectar as agressões, queremos compreender os padrões e recorrências, produzindo dados que possam contribuir para proteger quem disputa espaço na política”, explica o texto de divulgação do estudo.

    Alvos

    A atualização dos dados do estudo da Sentinela continua ao longo do processo eleitoral, mas até agora, notou que 92,7% das agressões registradas se dirigiram a candidaturas de mulheres LGBT+ e em 83,6% o público alvo foram as candidaturas negras LGBT+.

    “Essa violência que a gente está verificando é uma violência de gênero e está acontecendo com muitas mulheres na política e não só as LGBT. Denuncia uma questão da democracia porque ser mulher e candidata é igual a sofrer ataque e violência? O custo de se colocar para ser candidata é naturalizar que vai sofrer violência e receber ataques?”, questionou Gui Mohallem.

    Conforme a Sentinela, com base na análise das contas envolvidas, é possível verificar quem faz ataques recorrentes, como os perfis se comportam e quando diferentes contas reproduzem os mesmos conteúdos em intervalos muito curtos.

    Gui Mohallem chamou atenção para a responsabilidade pelo uso de recursos públicos no processo eleitoral. Ele lembrou que no Brasil LGBTfobia é crime e o financiamento de campanha é público. 

    “O dinheiro público vai continuar sendo usado para financiar crimes na internet? É a pergunta que a gente faz”, alerta.

    No dia 23 de setembro, o Instituto Plena Cidadania protocolou uma notícia-crime na Justiça Eleitoral contra três candidatos a deputado federal que praticaram ataques discriminatórios contra deputadas federais candidatas à reeleição, buscando desqualificar as parlamentares por meio de ataques à sua identidade de gênero.

    “É isso que a gente está defendendo com a Sentinela para visibilizar o problema e como ele está acontecendo de maneira constante”, apontou.

    A Sentinela recebe também por meio de um canal os prints que lideranças políticas enviam de mensagens recebidas por inbox ou e-mail. Lá é possível ainda relatar outros episódios de violência. 

    Gui ressaltou que os ataques mais violentos e ameaças de estupro coletivos e de morte, que muitas candidaturas recebem dia sim, dia não, chegam por e-mail, por inbox e várias vezes por provedores situados em países que não têm acordo com o Brasil.

    “A Polícia Federal não consegue descobrir quem é o autor porque o servidor está em um país que não tem acordo com o Brasil. São covardes as pessoas que fazem isso”, ressalta.

    A Sentinela faz também amparo psicológico no canal Cuida Mais para as candidaturas que sofrem ataques e suas equipes. 

    “Nela opera sessões de terapia sigilosas e gratuitas. A pessoa faz um cadastro, mas logo ele é anonimizado. A gente tem uma parceria com uma clínica com todos os profissionais LGBT e a equipe que atende as candidaturas é treinada por nós em assuntos ligados à política. Isso é muito importante”, explicou.

    O monitoramento da Sentinela já está se expandindo para fora do Brasil e se prepara para atuar em diferentes ciclos eleitorais e contextos nacionais. Também negocia parcerias que podem resultar na sua implementação na Argentina e no México em 2027 para identificar e enfrentar a violência política na América Latina.

    “A importância de fazer isso articulado na América Latina é porque o grupo antidireitos e antigêneros está organizado internacionalmente e a gente continua com respostas locais. É preciso que a gente se articule também regionalmente para dar uma resposta à altura para a ameaça organizada e comum”, defende.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • TSE faz teste final de sistemas e emite zerézima

    TSE faz teste final de sistemas e emite zerézima

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez neste sábado (3), véspera do primeiro turno das Eleições 2026, um teste que confirmou a integridade e autenticidade dos sistemas eleitorais.

    Durante cerimônia na sede da corte em Brasília, foi também emitida a chamada Zerézima, procedimento que garante a transparência e a segurança dos processos de votação ao comprovar que não há votos registrados para nenhum candidato antes do início da votação.

    Essas verificações dos sistemas que serão usados para receber e totalizar os votos em todo o país têm, como objetivo, confirmar que os programas em uso são os mesmos que foram assinados digitalmente e lacrados pela Justiça Eleitoral.

    Procedimentos semelhantes são feitos em seções eleitorais antes da abertura da votação, quando é emitido um relatório que atesta que a urna eletrônica está apta a receber votos e não possui nenhum registro anterior.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Eleições: propaganda eleitoral nas ruas termina às 22h deste sábado

    Eleições: propaganda eleitoral nas ruas termina às 22h deste sábado

    A propaganda eleitoral nas ruas terminará às 22h deste sábado (3), no horário de Brasília, véspera do 1º turno das eleições gerais de 2026.

    De acordo com o calendário eleitoral, este é o último dia de campanha eleitoral para distribuição de material gráfico (como santinhos e adesivos), para realização de passeatas, carreatas e circulação de carros de som e uso de alto-falantes e amplificadores de som, com jingles e mensagens de campanha. 

    Ainda é vedada a publicação de novos conteúdos ou impulsionamento de conteúdos nas plataformas de internet. 

    Na última quinta-feira (1º), teve fim a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão para o primeiro dia do pleito. 

    As regras estão previstas na Lei das Eleições e na resolução do Tribunal Superior Eleitoral que disciplina a propaganda eleitoral e tem o objetivo de assegurar tranquilidade ao eleitorado antes da votação.

    Manifestação individual e proibições

    Neste domingo (4), eleitores e candidatos podem manifestar preferência política de forma individual e silenciosa, como com o uso de camisetas, broches, adesivos e bandeiras. 

    Porém, não é permitido promover aglomerações, abordar eleitores, distribuir material de campanha ou usar veículos para divulgar candidaturas no dia da eleição.

    A boca de urna é crime eleitoral caracterizado pela tentativa de convencer, influenciar ou arregimentar eleitores a votar ou deixar de votar em determinada candidatura ou partido no dia do pleito. 

    Quem praticar a infração está sujeito a detenção de seis meses a um ano, que pode ser substituída por prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, além de multa de R$ 5.320,50 a R$ 15.961,50.

    A punição pode alcançar qualquer outra pessoa que pratique a conduta, inclusive, cabos eleitorais, representantes de partidos e federações, eleitores e candidatos.

    No momento de votar, é proibido também o cidadão fazer uso de celular, de óculos com câmera integrada ou qualquer equipamento eletrônico na cabine de votação. O celular pode ser usado apenas antes, para a identificação do eleitor por meio do aplicativo e-Título (desde que mostre a foto do eleitor) ou pela apresentação de outros documentos oficiais em formato digital, exibidos em seus respectivos aplicativos oficiais. Após a conferência dos dados pelos mesários, o aparelho deve ser deixado no local indicado pela mesa receptora e será devolvido após a votação ser concluída.

    Primeiro turno

    No primeiro turno das Eleições 2026, eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais e deputados distritais. Para os cargos de presidente da República e governador, poderá haver segundo turno caso nenhuma candidatura obtenha mais da metade dos votos válidos (excluídos os votos em branco e os nulos).

    Nas localidades onde houver segundo turno, a votação ocorrerá em 25 de outubro. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • E-Título: saiba como votar usando o aplicativo do TSE

    E-Título: saiba como votar usando o aplicativo do TSE

    Para exercer o direito ao voto neste domingo (4), os eleitores poderão utilizar o e-Título, a versão digital do título de eleitor. O app pode ser utilizado desde que ele contenha a foto do eleitor.  

    Apesar do uso não ser obrigatório, o aplicativo facilita o acesso às informações mais importantes no dia da votação. 

    Baixe o e-Título para iOS

    Baixe o e-Título para Android 

    Identificação 

    Para comprovar a identidade do eleitor, os mesários deverão conferir documentos oficiais com foto (físicos ou digitais). O e-Título, desde que tenha a foto do eleitor, pode ser utilizado nesta identificação.  

    Como baixar o e-Título? 

    Para baixar o e-Título, é necessário acessar a AppStore ou Google Play Store e fazer o download gratuito. É importante verificar se o app aparece como “e-Título – Justiça Eleitoral Brasileira”.

    Com o aplicativo aberto é preciso preencher os dados: nome completo, data de nascimento, CPF ou Título de Eleitor, e nome dos pais. Após isso, o eleitor deverá responder às perguntas de segurança exibidas na tela e criar uma senha. 

    Os dados informados devem ser exatamente iguais aos do último atendimento na Justiça Eleitoral. Se houver divergência, o aplicativo não validará o documento. O e-Titulo poderá ainda solicitar o reconhecimento facial, feito por meio da câmera do aparelho celular. 

    Funcionalidades 

    Além de servir como documento de identificação, no aplicativo é possível consultar informações relevantes como o local de votação, além de emitir certidões eleitorais e justificar a ausência às urnas. 

    É possível votar sem o título de eleitor? 

    Sim. Qualquer documento oficial com foto, físico ou digital, será aceito para identificação. 

    São aceitos como documento de identificação, além do e-Título, inclusive em formato digital: 

    • carteira de identidade;
    • identidade social;
    • passaporte;
    • carteira de categoria profissional reconhecida por lei;
    • certificado de reservista;
    • carteira de trabalho física;
    • Carteira Nacional de Habilitação (CNH). 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Idosos votam primeiro: conheça outros eleitores com prioridade

    Idosos votam primeiro: conheça outros eleitores com prioridade

    Neste domingo (4), os 158,7 mil eleitores que comparecerão às urnas deverão votar em cinco cargos em disputa no primeiro turno – deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República. Caso haja fila nas seções de votação, a legislação estabelece públicos prioritários que podem votar antes dos demais. 

    Idosos 80+

    A prioridade absoluta, ou seja, aqueles que passam na frente de qualquer pessoa na fila, são os eleitores com mais de 80 anos. Independentemente do horário de chegada, ele deve passar na frente dos demais e essa prioridade é estendida ao acompanhante do eleitor prioritário. 

    Outros públicos também têm prioridade na fila. Confira a lista: 

    • idosos (60+); 
    • pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; 
    • enfermos; 
    • autistas; 
    • obesos; 
    • gestantes; 
    • lactantes; 
    • pessoas com crianças de colo; 
    • doadores de sangue. 

    Profissionais envolvidos na organização do pleito também terão prioridade. São eles: 

    • candidatas e candidatos; 
    •  juízes eleitorais e seus auxiliares; 
    • servidores da Justiça Eleitoral; 
    • promotores eleitorais; 
    • militares/agentes de segurança em serviço.  

    Leia também: 

    >>> Conheça os direitos das pessoas com deficiência no dia das eleições 

    >>> Nem SP, nem Rio: saiba seção que reúne mais eleitores brasileiros

    >>> Saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original