Categoria: Cultura

  • Último capítulo da série “Afiadas” aborda violência digital

    Último capítulo da série “Afiadas” aborda violência digital

    A TV Brasil exibe nesta sexta-feira (14), às 23h, o oitavo e último episódio da série Afiadas. Com o tema segurança digital, privacidade e respeito nas relações, o capítulo Nude Vazado debate violência digital, exposição íntima sem consentimento, vergonha, julgamento moral e o tratamento desigual dado à sexualidade feminina.

    No episódio, Adrielly chega ao salão vivendo uma nova fase em sua vida pessoal, o que desperta conversas entre as funcionárias sobre confiança, respeito e relações afetivas. Ao mesmo tempo, Jéssica inicia um relacionamento e se vê diante de uma situação de exposição indevida que rapidamente se espalha entre conhecidos, provocando constrangimento e abalos em sua rotina.

    A partir desse acontecimento, as personagens refletem sobre privacidade, compartilhamento de informações sem autorização, julgamentos nas redes e os desafios enfrentados por vítimas de violência digital. O capítulo também destaca a importância do respeito, da responsabilidade no ambiente online e dos mecanismos de proteção contra práticas abusivas.

    Sobre a série

    Afiadas acompanha a rotina do salão de beleza de Dona Márcia, interpretada por Heloísa Périssé, e de suas funcionárias Adrielly, vivida por Pretha Sousa, Samantha (Carol Portes) e Jéssica, personagem de Veronica Debom. A narrativa é conduzida pelo olhar de Adrielly, que registra o dia a dia na capital federal com o celular e constrói um diário em movimento sobre a cidade, as pessoas e suas próprias descobertas.

    Ao longo de seus episódios, a produção abordou temas contemporâneos que impactam o cotidiano das mulheres brasileiras, promovendo debates sobre cidadania, direitos, trabalho, tecnologia, meio ambiente e convivência social a partir das experiências das protagonistas.

    Multiplataforma

    O programa Afiadas também pode ser assistido por meio do canal do YouTube da emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), além do aplicativo TV Brasil Play.

    Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.

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    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Concertos da Orquestra Ouro Preto terão Alceu Valença e Samuel Rosa

    Concertos da Orquestra Ouro Preto terão Alceu Valença e Samuel Rosa

    A quinta edição da Orquestra Ouro Preto Vale Festival (OOP) será realizada em um palco já conhecido do grupo mineiro: a Praia de Copacabana, que em dois dias receberá, no Posto 2, quatro concertos gratuitos, entre eles as apresentações com os cantores e compositores Samuel Rosa, nesta sexta-feira (14), e Alceu Valença no sábado (15).

    Foi ali, na areia do Posto 2, que o público diverso se encantou com edições anteriores do festival e com apresentações com a regência do maestro Rodrigo Toffolo, para óperas baseadas nos livros Feliz Ano Velho, Auto da Compadecida e Hilda Furacão. Esses encontros já se tornaram uma tradição do grupo de Minas Gerais, que tem a característica de juntar música de concerto com a literatura e a música popular.

    “Isso é muito importante. É ter uma visão contemporânea da orquestra, que não é unicamente obrigada a olhar e tocar uma música do passado e é um patrimônio da humanidade. A música tem que ser tocada, sim, e a orquestra toca, afirmou o maestro Rodrigo Toffolo em entrevista à Agência Brasil. 


    São Paulo- 23/03/2025 - Maestro Rodrigo Toffolo e 
Apresentação da Orquestra Ouro Preto no Teatro Municipal Ouro Preto-Casa da Ópera . Créditos: Cristina Indio do Brasil
    São Paulo- 23/03/2025 - Maestro Rodrigo Toffolo e 
Apresentação da Orquestra Ouro Preto no Teatro Municipal Ouro Preto-Casa da Ópera . Créditos: Cristina Indio do Brasil
    Maestro Rodrigo Toffolo, durante apresentação da Orquestra Ouro Preto – Foto Cristina Indio do Brasil/Agência Brasil

    Ele lembrou que já foram gravadas composições de Mozart, Vivaldi, Villa Lobos e Piazzolla, mas que existe uma música contemporânea que as orquestras também têm que fazer. “Gosto muito de falar que a Orquestra Ouro Preto não é apenas uma guardiã do passado. Ela é isso e mais um pouco, que é exatamente a música contemporânea”, completou.

    O som de violinos, violas e violoncelos da orquestra estará presente nas apresentações que representam bem o caminho percorrido com a sua marca artística.

    “É o quinto ano da gente com uma orquestra como a de Ouro Preto, do interior de Minas, no Vale Festival. em um dos endereços mais famosos do mundo que é a Praia de Copacabana. Eu acho, né?”, afirmou sorrindo, destacando que os concertos fazem parte da série de grandes shows que vêm sendo realizados no Rio depois da pandemia de covid-19.

    Rock e pop

    Hoje, logo na abertura, às 19h30, a orquestra fará o tributo Lendas do Rock, juntando esse ritmo musical ao pop. “A gente toca Queen, Metallica, Led [Zeppelin], Pink Floyd. É muito legal poder falar um pouco desse ambiente que, de certa forma, inspirou todos nós e o próprio Samuel. É a orquestra fazendo a abertura para ela mesma”, disse.

    A partir das 20h30, será a vez da estreia do concerto especial com Samuel Rosa. É a primeira vez que Samuel Rosa se encontra com a sonoridade dos instrumentos da Orquestra Ouro Preto, no concerto criado justamente para essa apresentação, que vai trazer sucessos conhecidos do grande público, mas que também propõe um acompanhamento do trabalho do compositor, com arranjos que revelam novas camadas melódicas e harmônicas das canções.

    De acordo com Rosa, a junção da música erudita com a popular sempre gera bons resultados e sempre é uma experiência muito interessante. “Recebi o convite com muita empolgação. A orquestra já vem fazendo isso há muito tempo e agora chegou a minha vez. Estou bem tranquilo quanto a isso porque o meu repertório tem músicas que aceitam esse tipo de arranjo, inclusive hoje algumas originalmente têm arranjos com cordas”.


    Oficina do Núcleo de Apoio a Bandas da Orquestra Ouro Preto
    Oficina do Núcleo de Apoio a Bandas da Orquestra Ouro Preto
    Oficina do Núcleo de Apoio a Bandas da Orquestra Ouro Preto – Foto Orquestra Ouro Preto/Divulgação

    O fato de o concerto ser na Praia de Copacabana também é relevante. “O astral muda, é completamente diferente. Eu já toquei várias vezes na praia, Copacabana inclusive, e é sempre uma ocasião muito especial. Ali, é um show gratuito que as pessoas vão para escutar as músicas de que gostam. Com novos arranjos, é toda uma moldura para ser uma grande noite, sendo o Rio de Janeiro, por si só, já seria legal e ainda estar na companhia da Orquestra Ouro Preto que tem experiência muito grande com música popular”, disse.

    Segundo Samuel Rosa, o público que for e estiver acostumado com a sua música terá a oportunidade de ouvir de maneira diferente, com arranjos mais delicados. “Quando é bem feito como costuma ser com a Orquestra Ouro Preto, é bem legal. Estou indo com a minha banda completa, com naipe de metais. São músicas que escolhi já com a possibilidade de casarem bem com arranjos de orquestra”, adiantou.

    A lista de músicas tem momentos românticos com Dois Rios, Ainda Gosto Dela, Te Ver, Balada do Amor Inabalável; traz também o lirismo com Acima do Sol, Canção Noturna e Tarde Vazia; e sucessos dançantes, como Vamos Fugir, Vou Deixar e Lourinha Bombril.

    A presença de Samuel, segundo o maestro, é também uma forma de mostrar que a música de Minas não é apenas o Clube da Esquina, composto, entre outros, por Milton Nascimento, Beto Guedes e Lô Borges. Tem ainda a cantora Fernanda Takai, do grupo Pato Fu, e Rogério Flausino, vocalista do Jota Quest.

    “Este ano a gente queria que o primeiro dia tivesse uma cara mineira e entre a constelação de músicos mineiros, há também uma ligação com a história do Samuel. Um disco icônico dele foi gravado em Ouro Preto. Eu estava lá naquele dia, numa Praça Tiradentes lotada”, revelou. O disco era Skank- MTV ao Vivo em Ouro Preto.

    Samuel está animado. “Tenho certeza que vai funcionar. Tendo o Rio e a brisa da praia, vai ser uma das experiências das mais valiosas. Valorizo muito quando tenho a possibilidade de tocar em ambientes que não são os corriqueiros de casas de show ou lugares fechados. Tocar em locais abertos no Rio de Janeiro e na Praia de Copacabana tem outra conotação. O contexto muda muito e me empolga”.

    Encontro longevo

    Amanhã, às 20h30, a plateia vai ver o reencontro da OOP com Alceu Valença, em um espetáculo que andou pelo Brasil e foi levado também para a Europa, se transformando em uma das parcerias mais antigas da música popular brasileira.

    É também mais uma celebração dos 80 anos de Alceu, com ritmos nordestinos em novas camadas musicais para clássicos como La Belle de Jour, Anunciação, Tropicana, Girassol, Como Dois Animais, Dia Branco e Táxi Lunar.

    “Tem quase 15 anos que a gente lançou o primeiro concerto com Alceu. Nós inauguramos esse projeto em Copacabana com ele e voltamos agora, agregando a esse show os 80 anos de Alceu. Imagina um poeta maior como Alceu Valença com 80 anos em Copacabana, vamos cantar parabéns ali”, disse Toffolo.

    As escolhas das músicas foram do próprio Alceu e ao mesmo tempo é certeza de animação e emoção do público. “O Alceu transforma a gente em pessoas e músicos melhores. Em cada experiência com Alceu, você sai melhor do que entrou. Estar cada minutinho ao lado dele é muito importante. Ele compreende o Brasil profundo como poucas pessoas compreendem. Isso é a alma e essência de Alceu Valença”, ressaltou o maestro.

    “Eu adoro tocar com a Orquestra Ouro Preto, em cordas maravilhosas. As pessoas que fazem parte da orquestra têm um astral inigualável é maravilhoso. Já estivemos em muitos cantos, no Recife, em São Paulo várias vezes, em Brasília, em Belo Horionte. É uma loucura, muito bom. É um reencontro maravilhoso”, comentou Alceu à Agência Brasil.

    “Estar em Copacabana com um colega mineiro, que é o Samuel Rosa, é muito importante, assim como com Alceu Valença, que é um parceiro de longa data”, afirmou o maestro.

    Antes do concerto, como Alceu gosta de frisar, haverá uma apresentação dedicada a um artista bem próximo da formação artística do cantor e compositor de São Bento do Una, Pernambuco. A partir das 19h30, o grupo mineiro vai subir ao palco para um concerto em homenagem a Luiz Gonzaga, o Gonzagão, também pernambucano como ele.

    “Muito bom. Ele está presente também na minha música. Seu Luiz é uma grande figura, uma coisa maravilhosa” disse Alceu.

    O maestro lembrou que na última apresentação de solo, a ginasta Flávia Saraiva utilizou como trilha musical um trecho da gravação da Orquestra Ouro Preto tocando Gonzagão. “É um patrimônio brasileiro que saiu do campo popular. Luiz Gonzaga hoje está na questão da erudição da música brasileira. É algo de um estrelato diferente. É muito maior do que a gente pode imaginar”, comentou.

    Pontes

    O festival, que costuma ser aguardado na temporada anual da orquestra, reforça o propósito de “construir pontes entre repertórios, linguagens, públicos e tempos distintos da música brasileira e mundial”. Com o patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet, a OOP consegue levar os seus concertos gratuitos a diversos lugares do país e do exterior.

    Para a diretora de Investimento Social Privado e Cultura da Vale, Mariana Luz, o festival é uma forma de democratizar o acesso à música de concerto, além de “promover a circulação da cultura para diferentes públicos, fortalecendo o desenvolvimento de territórios e a economia criativa”. A parceria da OOP se estende ao Vale Música, projeto da empresa para a formação musical de crianças e jovens.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Curta na Praça leva filmes gratuitos a bairros e cidades do RJ

    Curta na Praça leva filmes gratuitos a bairros e cidades do RJ

    O projeto cultural gratuito Curta na Praça Municípios, idealizado há 18 anos pela atriz e produtora Juliana Teixeira, começa nesta sexta-feira (14) sua passagem por diferentes cidades e bairros do estado do Rio de Janeiro.

    O circuito inclui Mesquita, Duque de Caxias, Queimados, Sapucaia e Paraíba do Sul, além de Jacarepaguá, Morro dos Macacos, Morro do Salgueiro, Morro de São Carlos e Copacabana.

    A estreia começa por Mesquita, município da Baixada Fluminense, nos dias 14 e 15 de agosto, na Praça Walter Borges, na localidade da Chatuba. 

    Às sextas-feiras e sábados, haverá quatro sessões, sendo duas por dia, programadas para 18h30 e 20hs, com exibição de 16 filmes de curta-metragem no total.

    Programação

    A programação é composta por curtas nacionais representativos de todas as regiões do Brasil.

    Nos dias 21 e 22 de agosto, o circuito continua no Parque das Missões, em Duque de Caxias. Logo depois, em Campo do Primavera, em Queimados, nos dias 28 e 29 de agosto; na Quadra Grama Sintética Chacrinha, em Jacarepaguá, dias 4 e 5 de setembro; na Quadra Poliesportiva Santa Cruz, em Sapucaia, nos dias 18 e 19 de setembro; Praça Marquês de São João Marcos, em Paraíba do Sul, nos dias 25 e 26 de setembro; no Ciep Salvador Allende, no Morro dos Macacos, nos dias 9 e 10 de outubro; na Quadra Raízes da Tijuca, no Morro do Salgueiro, em 16 e 17 de outubro; na Arena da Mineira, no Morro de São Carlos, dias 23 e 24 de outubro e, encerrando o ciclo 2026, na Praça do Lido, em Copacabana, nos dias 6 e 7 de novembro.


    Rio de Janeiro- 13/09/2026 - Mostra gratuita de cinema curta na praça. Foto:  Curta na Praça/Divulgação
    Rio de Janeiro- 13/09/2026 - Mostra gratuita de cinema curta na praça. Foto:  Curta na Praça/Divulgação
    Mostra gratuita de cinema Curta na Praça. Foto: Curta na Praça/Divulgação

    Às sextas-feiras, às 18h30, serão exibidos os curtas-metragens Meu Nome é Maalum, Contos Mirabolantes – O Olho do Mapinguari, Sobre Amizade e Bicicletas e Rua Dinorá. Às 20h, os títulos apresentados são Céu de Fumaça, Memória de Pivete, Floresta Curumim e Intervalo. Aos sábados, na primeira sessão, às 18h30 serão exibidos Lé com Cré, Os Causos da Bisavó, Celaticomus e Dela. Às 20h, Lily’s Hair, O Véu de Amani, Guri e O Homem que Virou Meme.

    Trajetória

    O projeto cultural começou há 18 anos, no entorno da Linha Amarela, contemplando as comunidades da Maré, do Complexo do Alemão e Cidade de Deus.

    “Ao longo dos anos, fomos nos espalhando. Fizemos os estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, sempre levando o projeto para localidades e territórios violentos, que não têm sala de cinema, para um público que não tem acesso a cinema. O objetivo é levar um pouco do Brasil para todas as gerações, para toda a família, com pipoca e refrigerante”, disse Juliana à Agência Brasil.

    O projeto faz um recorte do Brasil. São filmes de curta duração nos gêneros animação, ficção e documentário bem representativos de todas as regiões. Neste ano, serão exibidos filmes produzidos desde o Amazonas, no norte do país, até o Paraná, no sul.

    Adesão do público

    Juliana comemora a receptividade do público. “Eles adoram. Eles não conhecem. Curtem e percebem o carinho com que toda equipe trabalha”.

    Além disso, o projeto gera renda e mobiliza a economia local, porque contrata muita gente, como fornecedores de alimentação, carros de som, segurança, limpeza, montagem da estrutura, carregadores, assistente de produção, serviços gerais. “Eles ficam impactados, porque não conhecem o formato desses filmes brasileiros, nem a estrutura”.

    O telão, por exemplo, tem 12 metros de comprimento por oito metros de altura.

    Após as sessões, haverá debate sobre os filmes a plateia vai eleger o curta-metragem de que mais gostou. Além de sorteio de brindes como chocolates e camisetas, o público vai ganhar pipoca e refrigerante.

    Temas

    Os curtas-metragens mostram o Brasil. Os temas principais abordam questões de racismo, bullying, capacitismo, brasilidade, diversidade, territórios.

    “Em uma hora, são apresentados quatro filmes rápidos e dinâmicos e o público se identifica com os atores. Prendem a atenção das pessoas. Há filmes com atriz  deficiente visual, atores cadeirantes e com necessidades especiais. Mas não é nada para baixo. É lúdico, engraçado”, diz Juliana Teixeira.

    O projeto não exibe filmes que tenham como temas agressividade e violência. Também não são exibidas cenas de conteúdo alcoólico ou sexual. Palavrões, como em filmes de futebol, por exemplo, são substituídos por apitos.

    Nesta edição 2026 do festival gratuito de cinema, o objetivo é atrair um público de 1.600 pessoas por final de semana, o que significa um total de 16 mil pessoas nos dez locais selecionados. São disponibilizadas 400 cadeiras por sessão.

    Curtas-metragens

    Curtas-metragens são produções audiovisuais de menor duração em comparação aos longas. Esses filmes apresentam histórias que despertam o interesse do público ao trazer novas perspectivas e temas variados, oferecendo uma programação acessível e atrativa para toda a família.

    O projeto é uma realização da Associação Caminho da Cultura, tem apoio do Instituto Light e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Secec RJ) e do governo fluminense. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rock in Rio e organização Ação da Cidadania se unem no combate à fome

    Rock in Rio e organização Ação da Cidadania se unem no combate à fome

    O Rock in Rio e a organização Ação da Cidadania vão atuar juntos no combate à fome no país. Os presidentes da Rock World, Roberto Medina, e do conselho da Ação da Cidadania, Daniel Souza, anunciaram nesta quinta-feira (13) a parceria para a edição de 2026 do festival.

    A meta da campanha, que tem como tema “Um mundo melhor é um mundo sem fome”, é atingir a doação de 2 milhões de pratos de comida. Para isso, foi divulgado um QR code para o repasse de qualquer quantia. O valor vai direto para a Ação da Cidadania. 

    Há ainda o sorteio de duas entradas a cada R$ 25 dados, no total de mil ingressos.

    A expectativa de Medina é que a campanha dê mais visibilidade à necessidade de combater a fome no Brasil.

    “Nossa meta é 2 milhões, quero passar disso. A gente tem batido todas as metas feitas na história do Rock in Rio.”


    Presidente da Rock World, Roberto Medina; presidente do Conselho da Ação da Cidadania, Daniel de Souza; e a diretora de Marketing do Rock in Rio e The Town, Ana Deccache no anúncio da campanha Rock in Rio e Ação da Cidadania contra a Fome. Foto:  Cristina Indio do Brasil
    Presidente da Rock World, Roberto Medina; presidente do Conselho da Ação da Cidadania, Daniel de Souza; e a diretora de Marketing do Rock in Rio e The Town, Ana Deccache no anúncio da campanha Rock in Rio e Ação da Cidadania contra a Fome. Foto:  Cristina Indio do Brasil
    Presidente da Rock World, Roberto Medina, e o presidente do conselho da Ação da Cidadania, Daniel de Souza. Foto: Cristina Indio do Brasil

    Parceria 

    O Rock in Rio juntou-se à Ação da Cidadania em outras campanhas de combate à fome. A primeira ocorreu em parceria com Herbert de Souza, o Betinho. Medida o conheceu depois de ter sofrido um sequestro.

    A aproximação veio após a publicação de um artigo que escreveu para um jornal propondo a mobilização da sociedade e convocando as pessoas irem para as ruas contra os sequestros que se repetiam no Rio naquele momento. O chamado de Medida deu resultado.

    “Betinho veio [à minha agência]. Ele foi o grande comandante, e no mês seguinte levamos 400 mil pessoas às ruas. Ali era a força de uma pessoa que inspirava confiança”, lembrou. 

    Pratômetro

    Ao lado da Cidade do Rock, um prato grande, o pratômetro, vai exibir, em tempo real, o número de doações recebidas e poderá ser visto perto da entrada por quem for aos shows, que começam daqui a 22 dias. 

    Visibilidade

    Para Daniel de Souza, a forma mais impactante e mais importante de uma parceria com o Rock in Rio é dar mais visibilidade a esta pauta mostrando, que apesar de o Brasil ter saído do mapa da fome, há muita gente que ainda sofre com insegurança alimentar.

    “Há ainda 6,5 milhões de pessoas. É muita gente. Esse tambor para o Brasil e o mundo que é o Rock in Rio é fundamental para dizer que a fome existe. A cultura está fazendo a sua parte.”

    Outras arrecadações

    Além das doações em dinheiro, a organização receberá valores decorrentes das vendas nas lojas oficiais de camisetas que funcionarão na Cidade do Rock. 

    Ficará também com a quantia arrecada no leilão de instrumentos doados por artistas que se apresentam nos shows do festival.

    “Esse é o nosso papel e acho que o Rock in Rio sempre teve essa missão de bater o tambor. É o que a gente está fazendo aqui, dando a nossa contribuição.”

    O empresário ressaltou que o festival provoca efeitos financeiros que contribuem para o Rio. “Há um complemento disso, que é o impacto econômico na cidade de mais de R$ 3 bilhões e 30 mil empregos diretos”, destacou, ao acrescentar que o projeto todo soma mais de R$ 1 bilhão.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • “Nunca vai ser o suficiente”, diz Gagliasso de filmes sobre a ditadura

    “Nunca vai ser o suficiente”, diz Gagliasso de filmes sobre a ditadura

    O ator Bruno Gagliasso considera que o Brasil deveria fazer mais filmes sobre a ditadura militar (1964-1985). Ele interpretou Honestino Guimarães no documentário-híbrido sobre o líder estudantil preso e assassinado em 1973,  Honestino, de Aurélio Michiles. O longa estreia em 18 cidades brasileiras nesta quinta (13). 

    “Nunca vai ser o suficiente. Eu acho que quem fala isso (que o Brasil produz muito sobre ditadura) não vê o nosso cinema. A gente faz de tudo. Esse período é (também) a nossa história”, afirmou após pergunta da Agência Brasil em coletiva de imprensa em Brasília (DF).


    Equipe do filme
    Equipe do filme
    Equipe do filme Honestino, direcao de Aurélio Michiles. Com Bruno Gagliasso no elenco. Foto – João Pedro Carvalho

    Gagliasso disse que ficou satisfeito pelo convite em participar do longa porque Honestino deveria ser mais conhecido por todas as gerações.

    “O Honestino está dentro de todo mundo que luta por justiça, igualdade e democracia. Eu, como ator e ser humano, entrei de cabeça e de peito aberto por isso”, afirmou. 

    Produtor do filme, Nilson Rodrigues compara o Brasil a outros países que passaram por regimes ditatoriais na América do Sul e fizeram mais obras sobre o tema.

    “Nós fizemos muito pouco. Se nós fizemos cerca de 30 filmes de ficção sobre a ditadura no Brasil, a Argentina fez mais de 100”.

    O ator disse que se emocionou ao ouvir de familiares de Honestino que estava parecido com o estudante de geologia da Universidade de Brasília (UnB). Honestino, que desapareceu com 26 anos de idade, defendia o ensino público e gratuito e foi presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE).

    Em busca de rastros


    Equipe do filme
    Equipe do filme
    Aurélio Michiles conta sobre a dificuldade de ter imagens da época – João Pedro Carvalho

    Também na coletiva de imprensa, o diretor Aurélio Michiles explicou que há dificuldades em documentar histórias como a de Honestino porque as lideranças estudantis da época pediam que nada fosse fotografado ou filmado em assembleias e protestos para resguardar a segurança dos participantes dos atos.

    “Os arquivos desse período são raros para que a repressão não recorresse a imagens e chegasse aos manifestantes”, diz. Michiles explicou, no entanto, que recorreu a um filme produzido sobre a invasão de agentes da ditadura à UnB em 1968, a última antes do AI-5. 

    “É um registro primoroso, feito por um aluno, (hoje cineasta) Hermano Penna, que é uma pérola, um registro que mostra exatamente como se comportava a repressão naquela época, espancando alunos e professores”, afirmou o diretor. 

    Composição

    Como tinha menos imagens do que queria para o documentário, Aurélio optou por produzir um filme híbrido, cujas cenas fossem produzidas com auxílio de atores. 

    Gagliasso aceitou imediatamente o convite. “Conhecer a nossa história é de fato fazer algo pelo mundo. É não deixar ser apagada. Eu não conhecia a história e é uma vergonha. Eu quero que meus filhos saibam quem foi Honestino Guimarães”, disse o ator.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Festa Literária de Niterói celebra intelectual Lélia Gonzalez

    Festa Literária de Niterói celebra intelectual Lélia Gonzalez

    A antropóloga, historiadora e filósofa Lélia Gonzalez é a homenageada na edição de 2026 da Festa Literária Internacional de Niterói (FLIN), que começa nesta quinta-feira (13) e segue até domingo (16) na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Lélia foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU) e uma das pioneiras do feminismo negro no Brasil.

    A ativista desenvolveu conceitos como amefricanidade e pretuguês, considerados relevantes para a compreensão das contribuições das matrizes africanas e indígenas na construção da identidade brasileira e latino-americana.

    O pensamento de Lélia é a inspiração para a programação gratuita que terá o tema Territórios das Palavras. O seu legado influenciará os debates que vão passar, conforme a organização, pela literatura, relações raciais, feminismos, memória, educação, oralidade, diversidade, políticas culturais e formação de leitores.

    “A gente queria muito que a pessoa homenageada fosse uma mulher que dialogasse com temas importantes. Trazer territórios, negritude, pensamentos contemporâneos ainda muito pertinentes era muito importante para a gente e, a partir de Lélia, a gente chega na temática dos Territórios das Palavras para poder confluir as ideias”, apontou o coordenador artístico da Flin, Jackson Jacques em entrevista à Agência Brasil.

    Uma mesa em homenagem a Lélia, vai ter a participação de Melina de Lima, neta da ativista, adiantou o coordenador artístico.

    O diretor do projeto editorial Niterói Livros, da administração municipal, Jordão Pablo de Pão disse que não se pode pensar em território sem pertencimento e identidade, um tripé que anda junto.

    “Quando se pensa em território e em identidade a gente está pensando em pessoas que democratizaram o acesso ao saber, às experiências”, disse Pão, que também é um dos curadores da Flin, em entrevista à Agência Brasil. “A gente consegue ser diverso e aproveitar essa diversidade. Acho que esse é o grande ensinamento da Lélia”.

    A intenção da Flin é mostrar que toda palavra nasce de um território, que “carrega memórias, afetos, ancestralidades, disputas e formas próprias de enxergar o mundo”.

    Na visão do diretor, para se criar o reino das palavras, a festa literária, na verdade, fala de narrativas com muitas formas em jogo.

    “A narrativa vem pela história que a avó conta no ouvido, pelo cordel publicado, vem pelo fanzine que a pessoa faz porque tem menos condição financeira e vem pelo grande livro no trabalho reconhecido. Existe uma diversidade que não está na publicação só, mas também na narrativa. É a narrativa que nos interessa”, pontuou.

    Uma característica que tem moldado a Flin ao longo dos anos é a possibilidade de os visitantes participarem de grandes encontros. “A Flin vem ganhando contorno que reflete a vontade das pessoas de quererem ir para ter encontros com quem fala sobre livros e valoriza as publicações. Não é ir apenas para ver um grande nome. É aprender, trocar experiências e divulgar”, disse Jordão Pablo de Pão.

    A presidente da Fundação de Arte de Niterói (FAN), Micaela Costa, quer que a festa seja um espaço onde diferentes vozes se encontrem, sejam ouvidas e ampliem a visão dos participantes sobre o Brasil e sobre eles mesmos.

    Público

    A expectativa dos organizadores é receber 30 mil pessoas no Reserva Cultural de Niterói, na região metropolitana do Rio.

    Durante os quatro dias, o evento vai reunir escritores como Valter Hugo Mãe, Ana Maria Gonçalves, Emicida, Conceição Evaristo, Lilia Schwarcz, Jeferson Tenório, Eliana Alves Cruz, Ana Maria Machado, Rosiska Darcy, Ruy Castro, Cidinha da Silva, Luiz Antonio Simas, Tatiana Salem Levy, Mariana Salomão Carrara.

    Entre as vozes internacionais, estão os angolanos Ondjaki e Valter Hugo Mãe.

    Considerada uma das principais festas literárias do Brasil, a Flin tem espaço também para música, teatro, audiovisual, jornalismo, cultura popular e produção acadêmica.

    A música será representada por Teresa Cristina, MC Marechal, Tati Quebra Barraco e Michael Sullivan. Já o teatro, a televisão e o cinema contam com as participações dos atores Paulo Betti, Fabiana Karla e Dadá Coelho, além da diretora de cinema e TV Rosane Svartman.

    O fortalecimento do diálogo entre a literatura e a sociedade fica por conta de intelectuais, pesquisadores, educadores e comunicadores, que também estarão presentes nas atividades.

    A agenda inclui as participações do sociólogo Jessé Souza, um dos principais intérpretes das desigualdades brasileiras; a historiadora especializada em escravidão e relações raciais Ynaê Lopes dos Santos; as jornalistas Ana Paula Araújo, Carol Raimundi e Luciana Barreto; a pesquisadora e influenciadora que debate gênero, raça e direitos humanos Giovanna Heliodoro; a ativista indígena guarani Geni Núñez; a escritora e professora, com foco em relações interpessoais, comunicação e saúde social, Laura Pires; e a jornalista e pesquisadora que atua na interseção entre comunicação e justiça racial Midiã Noelle.

    Pluralidade

    A Flin mais uma vez se destaca pela pluralidade e traz escritores, poetas, criadores de conteúdo e comunicadores que movimentam a cena literária e cultural do Brasil.

    Entre os destaques estão a jornalista e Youtuber Jout Jout; a criadora e apresentadora do podcast Não Inviabilize Déia Freitas; o autor de romances que tratam de identidade, pertencimento e juventude Stefano Volp; o escritor, palestrante que aborda questões humanas com sensibilidade, criatividade e profundidade Pedro Salomão; e a comunicadora, escritora e criadora do podcast Afetos Gabi Oliveira.

    “Este ano, a gente tem mesas sobre histórias em quadrinhos, tem cordelistas na programação, tem oficina de barro, tem uma infinidade de coisas que estão associadas à história tradicional ou sacralizada que é de abrir um livro e ler”, Jordão Pablo de Pão.

    “A gente fala que o maior problema de quem vier a Flin será escolher a programação que quer assistir porque todas [as atividades] estão muito legais e algumas acontecem no mesmo horário, infelizmente, mas é esse problema que a gente quer ter com a Flin de qual atividade vou escolher entre uma boa e uma muito boa”, comentou Jackson Jacques.

    Parceria

    Os organizadores da Flin comemoram este ano a parceria inédita com duas instituições essenciais à literatura: a Academia Brasileira de Letras (ABL) e a Biblioteca Nacional que, além de apoiarem, participam da programação.

    Em diferentes mesas ao longo dos quatro dias, estarão presentes 15 acadêmicos da ABL. São esperados nesta festa literária Antônio Carlos Secchin, Antônio Torres, Geraldo Carneiro, Godofredo de Oliveira Neto, João Almino, Paulo Henriques Britto e Ricardo Cavaliere.

    “Tanto a Academia Brasileira de Letras quanto a Biblioteca Nacional vão ter um estande na Flin mostrando para o público leitor a importância de a gente ter esses dois ícones institucionais da literatura no Brasil falando pelo trabalho realizado e expondo os seus autores, criações e fazeres”, disse o coordenador artístico.

    A curadoria em várias mãos da Flin é assinada por Vilma Piedade, Elisa Ventura, MC Marechal, Edu Krieger, Carla Portilho, Jordão Pablo de Pão e Jackson Jacques. Além da programação gratuita, a Festa Literária oferece tradução em Libras e audiodescrição em diversas ações.

    A renovação do público também é uma preocupação dessa festa literária. A edição de 2026 tem atividades destinadas à formação de leitores e receberá alunos da rede pública de ensino.

    A Flin 2026, que é realizada pela Prefeitura de Niterói, por meio da Fundação de Arte de Niterói (FAN), tem patrocínio da Águas de Niterói e apoio da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Academia Brasileira de Letras (ABL), da Biblioteca Nacional e da Ecovias Ponte.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rádio MEC transmite concerto da Filarmônica de MG em homenagem a Verdi

    Rádio MEC transmite concerto da Filarmônica de MG em homenagem a Verdi

    Nesta quinta-feira (13), às 20h30, a Rádio MEC transmite ao vivo mais um concerto da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. A apresentação integra a série Allegro e Vivace 6 e será realizada diretamente da Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, sob a regência do maestro Fábio Mechetti.

    A edição especial do programa traz como destaque uma homenagem aos 125 anos da morte do compositor italiano Giuseppe Verdi. O concerto traz a execução da monumental Missa de Réquiem, de Verdi, uma das mais poderosas e dramáticas obras corais-sinfônicas do repertório mundial.

    Para a interpretação da obra, a apresentação contará com a participação dos solistas Camila Provenzale (soprano), Ana Lúcia Benedetti (mezzo-soprano), Giovanni Tristacci (tenor) e Hernán Iturralde (baixo-barítono), acompanhados pelo Coral Lírico de Minas Gerais e pelo Coro da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp).

    A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais é referência no Brasil e no exterior desde sua fundação, em 2008. A Filarmônica reúne 90 músicos de diferentes regiões do Brasil, da Europa, da Ásia e das Américas. A orquestra recebeu numerosas menções e prêmios, tem 19 álbuns gravados e obteve uma indicação ao Grammy Latino em 2020. Possui ainda ações de formação profissional e realiza com recorrência transmissões ao vivo de suas apresentações.

    Sobre a Rádio MEC

    Conhecida de Norte a Sul do país como “A Rádio de Música Clássica do Brasil”, a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.

    A Rádio MEC oferece aos ouvintes a experiência de acompanhar repertórios segmentados, composições originais e produções qualificadas. Há espaço também para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada à audiência cativa.

    A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz. O conteúdo ainda é veiculado no app Rádios EBC.

    Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação da Rádio MEC. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537.

    Serviço

    Concerto Orquestra Filarmônica de Minas Gerais – Allegro e Vivace 6 – quinta-feira (13), às 20h30, ao vivo na Rádio MEC FM

    Rádio MEC na internet e nas redes sociais

    Site: https://radiomec.ebc.com.br
    Instagram: https://www.instagram.com/radiomec
    Spotify: https://open.spotify.com/user/radiomec
    YouTube: https://www.youtube.com/radiomec
    Facebook: https://www.facebook.com/radiomec
    X: https://x.com/radiomec
    WhatsApp: (21) 99710-0537

    Como sintonizar a Rádio MEC

    Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz
    Belo Horizonte: FM 87,1 MHz
    Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz
    Parabólica – Star One C2 – 3748,00 MHz – Serviço 3
    Celular – App Rádios EBC para Android e iOS

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Cerimônia em São Paulo revela vencedores do 3º Prêmio Jabuti Acadêmico

    Cerimônia em São Paulo revela vencedores do 3º Prêmio Jabuti Acadêmico

    A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou, na noite de terça-feira (11), os premiados da 3ª edição do Prêmio Jabuti Acadêmico, em cerimônia no Teatro Sérgio Cardoso, na capital paulista.

    Criada em 2024, a premiação é voltada a obras acadêmicas, científicas e técnicas, e amplia a visibilidade de autores e editoras desses segmentos. A edição contou com 27 categorias divididas em dois eixos: Ciência e Cultura e Prêmios Especiais.

    Entre os vendedores estão autores com obras sobre desafios contemporâneos e questões históricas que ainda reverberam na atualidade, como crise climática, desigualdade social, ditadura militar e saberes tradicionais indígenas e africanos. 

    A obra O jeito Yanomami de pendurar redes (Editora Perspectiva), de Thiago Benucci, venceu na categoria Antropologia, Sociologia, Demografia, Ciência Política e Relações Internacionais. Na categoria Economia, o prêmio foi para a obra A loteria do nascimento: filha do porteiro termina universidade, mas não alcança filho do rico (Editora Jandaíra), de Fillipi Nascimento e Michael França.

    Em Ciências Agrárias e Ciências Ambientais, o título vencedor foi Saúde do solo em ecossistemas tropicais: a base para mitigação e adaptação às mudanças climáticas (Editora Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz), de Carlos Eduardo Pellegrino Cerri, Carlos Roberto Pinheiro Junior, Lucas Pecci Canisares e Maurício Roberto Cherubin.

    Na categoria Ciências da Religião e Teologia, o prêmio foi para a obra Brasil africano: orixás, sacerdotes, seguidores (Editora Pallas), de Reginaldo Prandi. Em Comunicação e Informação, o 1º lugar ficou com Crime sem castigo: como os militares mataram Rubens Paiva (Editora Matrix), de Juliana Dal Piva.

    Confira a lista completa dos premiados aqui.  

    Vencedores

    Os autores vencedores receberam a estatueta do Jabuti Acadêmico, além de um prêmio de R$ 5 mil. As editoras das obras premiadas também receberam a estatueta. 

    “É motivo de muita comemoração reconhecer obras de alta qualidade que evidenciam a força da pesquisa e da produção editorial acadêmica no Brasil. Os trabalhos refletem a diversidade de temas, perspectivas e contribuições que enriquecem o debate acadêmico e ampliam a produção de conhecimento”, disse Sevani Matos, presidente da CBL. 

    Homenagens especiais

    O grande homenageado da noite foi o físico, professor e pesquisador José Goldemberg, anunciado pela CBL como a Personalidade Acadêmica desta 3ª edição do prêmio. Ele esteve na cerimônia para receber a estatueta. A homenagem reconhece sua trajetória científica, liderança acadêmica e contribuição para o desenvolvimento da ciência, das políticas públicas e da sustentabilidade.

    “Sou um produto típico da educação pública e laica do Brasil. Escola primária em Porto Alegre, ginásio no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, de forte influência positivista, para quem a ciência é o motor da história, e Universidade de São Paulo (USP), em 1945. Meu interesse e vocação para me tornar um cientista se manifestou cedo, pela curiosidade permanente de descobrir a causa das coisas, rejeitando explicações religiosas e metafísicas”, disse Goldemberg em seu discurso no palco.

    O professor relatou que, inicialmente, fez pesquisas em física nuclear na USP e nos períodos em que trabalhou no exterior, na Universidade de Stafford e na Universidade de Paris, que tiveram ampla repercussão. “Após 20 anos dedicados inteiramente à pesquisa, comecei a participar ativamente das atividades da SBPC [Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência], em defesa da ciência e dos cientistas, no período do governo autoritário e obscurantista. Neste período, direcionei minha atenção para estudos sobre energia em geral, meio ambiente e mudanças climáticas”, lembrou.

    “Como reitor da USP, de 1986 a 1990, tentei recuperar o nível acadêmico e científico que ela havia tido e perdido no período autoritário”, destacou o professor. Ele mencionou ainda seu trabalho de pesquisa em fontes de energia renováveis e biocombustíveis. 

    “Essas atividades me levaram a realizar pesquisas na Universidade de Princeton, onde em colaboração com os colegas Robert Williams dos Estados Unidos, Thomas Johansson da Suécia e Amulya Reddy da Índia, publicamos em 1988, pela Wiley-Ester, o livro Energy for a Sustainable World, (Energia para um mundo sustentável), que se tornou uma obra de referência na área e impulsionou a transição energética no mundo todo”, disse.

    “Divido esse prêmio com cada colega, aluno e instituição que ousa acreditar que o futuro do Brasil se constrói com educação pública, ciência e coragem”, finalizou Goldemberg.

    Segundo a CBL, ao longo de mais de sete décadas de atuação, o pesquisador consolidou-se como uma das principais referências da ciência brasileira e internacional, nas áreas de física, energia, meio ambiente e educação.

    “Seu trabalho foi decisivo para projetar internacionalmente o programa brasileiro de biocombustíveis, consolidando-o como referência mundial em transição energética e no desenvolvimento sustentável”, divulgou a organização.

    Entre os reconhecimentos recebidos por Goldemberg estão o Blue Planet Prize (Japão, 2008), considerado um dos mais importantes prêmios internacionais da área ambiental; e o Trieste Science Prize, da Academia Mundial de Ciências (TWAS), em 2010.

    Houve ainda homenagem à obra História das Mulheres no Brasil, da historiadora, escritora e professora brasileira Mary Del Priore, como o Livro Acadêmico Clássico 2026. O objetivo é reconhecer obras de relevância permanente para a produção do conhecimento no país, destacando títulos que marcaram gerações de pesquisadores, estudantes e leitores. O título foi escolhido pela diretoria da CBL após consulta pública inicial.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Sem Censura: Anitta revela trajetória até álbum sobre religião afro

    Sem Censura: Anitta revela trajetória até álbum sobre religião afro

    Entre atabaques, agogôs, sanfonas e batidas de funk, a cantora Anitta transformou experiências de fé, ancestralidade e busca por equilíbrio em inspiração para a música. No álbum recém-lançado Equilibrivm II, oitavo de sua carreira, a artista reúne sonoridades das religiões afro-brasileiras, da música popular e dos ritmos urbanos.

    Em edição especial do programa Sem Censura, da TV Brasil, nessa terça-feira (11), ela contou como essa relação com a espiritualidade, presente desde a infância, atravessou diferentes momentos de sua trajetória até chegar ao novo trabalho. Veja aqui o programa completo.

    Com 17 faixas, o álbum é mais do que uma escolha estética. As referências estão ligadas à própria história da cantora.

    Devota do candomblé e filha de Logunedé, Orixá associado à beleza, à riqueza e à inteligência, a cantora revelou que a religião afro-brasileira faz parte de sua trajetória desde pequena.

    Preconceito

    Aos 8 anos, ela frequentava todos os domingos uma igreja, levada pela mãe. Ao mesmo tempo, era acompanhada pelo pai, ligado à umbanda e que posteriormente se tornou pai de santo no candomblé. 

    Em 2018, Anitta lembra que passou a ser muito cobrada por não se posicionar politicamente. Ela explicou que passava por um processo de reclusão religiosa naquele momento. 

    “Com essa rapidez da internet, um dia, dois, uma semana de silêncio é muito tempo. Só que nessa época eu estava fazendo santo, e a gente fica ali deitada para o seu santo de cabeça no terreiro de candomblé por um mês.” 

    Foi então que a artista decidiu falar publicamente sobre sua ligação com o candomblé.

    “Eu não tinha saído do armário ainda, porque, na época, era muito prejudicial para as publicidades, para as campanhas, para você fazer dinheiro, para você vender. Era perigosíssimo.”

     

    Carmen Miranda

    Durante a entrevista, Anitta também contou sobre a influência da cantora Carmen Miranda em sua trajetória. O primeiro livro que leu sobre a artista fez com que identificasse semelhanças entre elas.

    “Li e fiquei em choque, parecendo que as nossas personalidades eram muito parecidas. As coisas que se diferem nas nossas personalidades são apenas por questões da época e como na época os costumes eram outros, acabam tendendo um pouco para um lado ou para outro.”

    Durante o programa Sem Censura, foi exibido um trecho de Carmen Miranda dançando. Na cena, a cantora tropeça e segue para o camarim. Anitta lembrou que Carmen morreu pouco depois, vítima de um infarto. “Eu falei: eu preciso mudar esse final.”

    A relação com Carmen Miranda também aparece como parte de uma reflexão de Anitta sobre carreira, exposição e os limites físicos impostos pela rotina de uma artista com projeção internacional.

    Saúde e equilíbrio

    Anitta contou no programa da TV Brasil que chegou a um período de intenso desgaste físico provocado pela rotina profissional. Segundo ela, a agenda incluía viagens constantes e poucas pausas.

    “Eu já estava bem doente, fisicamente, porque eu não tinha folga e tinha uma folga por mês. Eu vivia no avião, metade da semana eu dormia no avião, porque tinha a carreira internacional.”

    Para a cantora, a rotina afetou a capacidade do organismo de se recuperar.

    “E aí o seu corpo vai ficando muito inflamado. O corpo vai perdendo a capacidade de processar.”

    Foi nesse contexto que Anitta contou ter procurado a terapeuta Max Tovar, há cerca de quatro anos. A cantora participou de um retiro, onde escreveu parte das falas presentes no novo álbum.

    Convidados

    A edição especial do programa Sem Censura foi apresentada por Cissa Guimarães, com participação da diretora artística Nídia Aranha (diretora criativa de Equilibrivm II), o babalorixá e antropólogo Rodney William, o jornalista e empresário Hugo Gloss e a debatedora Luana Xavier.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rádio Memória celebra 90 anos da Rádio Nacional

    Rádio Memória celebra 90 anos da Rádio Nacional

    O novo episódio da série Rádio Memória, que celebra os 90 anos da Rádio Nacional, revela que muito antes da sofrência dominar as plataformas digitais ela já era estrela na Era do Rádio.

    O conteúdo Sofrência nas ondas do Rádio fica disponível em formato de videocast no canal da emissora no YouTube a partir desta terça (11). No dial da Nacional, o episódio ganhou transmissão no Revista Rio desta terça-feira (11), e outra na próxima (18), às 14h30, e nas demais praças nas próximas quartas-feiras (12 e 19), às 15h.

    Pelos microfones da Rádio Nacional, vozes inesquecíveis transformavam amores impossíveis, despedidas e corações partidos em grandes sucessos. No décimo episódio, o seriado Rádio Memória mostra que a dor de cotovelo também teve sua idade de ouro e que, quando o coração apertava, o rádio sempre sabia exatamente o que tocar.

    Durante a edição inédita, o jornalista e apresentador Dylan Araújo conversa com a cantora e atriz Mona Vilardo e com a jornalista e radialista Fabiane Pereira. A atração especial revela ainda três registros históricos que contextualizam o fenômeno da época.

    O primeiro é um depoimento da cantora Dalva de Oliveira ao Museu da Imagem e do Som (MIS), em 1970. A viagem de Dalva e do maestro Vicente Paiva à Venezuela em 1949 foi um marco na história da música popular brasileira e marcou a separação conturbada da cantora de seu então marido, Herivelto Martins.

    Em outros registros, a cantora Dircinha Batista interpreta Nunca, de Chocolate e Ricardo Galeno, em 1952, e o jornalista Ruy Castro fala do gênero musical romântico samba-canção, em 2016.

    Série Rádio Memória

    O programa semanal reúne fatos marcantes e curiosidades que ajudam a contar a trajetória da Nacional nas suas nove décadas de existência. Com material de acervo e entrevistas, a série presta homenagem a quem já passou pela emissora e valoriza quem segue mantendo vivo o legado da Rádio Nacional.

    A iniciativa integra uma agenda de ações que celebram os 90 anos em 12 de setembro de 2026. Com o slogan Do passado ao futuro. Sem Fronteiras, a emissora pública que integra a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) se mantém atual e relevante. Ao longo de sua história, a Nacional se firmou como uma das principais rádios do país e referência cultural na Música Popular Brasileira, no jornalismo e nas transmissões esportivas.

    Rádio Nacional

    A marca faz parte da história do país e conta, atualmente, com oito emissoras próprias, em diferentes regiões do Brasil: Rádio Nacional do Rio de Janeiro, Rádio Nacional de São Paulo, Rádio Nacional de Brasília AM e FM, Rádio Nacional de Recife, Rádio Nacional de São Luís, Rádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional do Alto Solimões.

    Serviço

    • Rádio Memória – 90 anos – Sofrência nas ondas do Rádio – Videocast no YouTube da Rádio Nacional a partir de terça-feira, 11/08
    • Rádio Memória – 90 anos – Sofrência nas ondas do Rádio – terça-feira, 11 e 18/08, às 14h30, no programa Revista Rio, na Rádio Nacional do Rio de Janeiro
    • Rádio Memória – 90 anos – Sofrência nas ondas do Rádio – quarta-feira, 12 e 19/08, às 15h, na Rádio Nacional das demais praças da rede

    Rádio Nacional na internet e nas redes sociais

    • Site: https://radionacional.ebc.com.br
    • Instagram: https://www.instagram.com/radionacionalbr
    • Spotify: https://open.spotify.com/user/vpj3k8ogjwf1nkv4nap3tlruv
    • YouTube: http://youtube.com/radionacionalbr
    • Facebook: https://www.facebook.com/radionacionalbr
    • X: https://x.com/radionacionalbr
    • Streaming: https://aovivo.ebc.com.br/embed-audio.html?emissora=radio-nacional-do-rio-de-janeiro

    WhatsApp Nacional

    •  Rádio Nacional FM: (61) 99989-1201
    •  Rádio Nacional AM: (61) 99674-1536
    •  Rádio Nacional da Amazônia: (61) 99674-1568
    •  Rádio Nacional do Rio de Janeiro: (21) 97119-9966

    Saiba como sintonizar a Rádio Nacional

    • Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz
    • Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz
    • São Paulo: FM 87,1 MHz
    • Recife: FM 87,1 MHz
    • São Luís: FM 93,7 MHz
    • Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC
    • Alto Solimões: FM 96,1 MHz

    Celular – App Rádios EBC para Android e iOS

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original