Tag: eleições 2026

  • Veja como foi a quinta-feira (24) dos presidenciáveis

    Veja como foi a quinta-feira (24) dos presidenciáveis

    A agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (24) incluiu entrevistas, debates, atos, encontros com apoiadores, além de visitas a instituições e espaços comerciais, carreata, coletiva de imprensa e panfletagens em diferentes cidades.

    >> Veja como foi o dia dos presidenciáveis:

    Flávio Bolsonaro (PL)
    Em Minas Gerais, o candidato Flávio Bolsonaro participou de evento em Teófilo Otoni. 

    Ele reafirmou que irá “declarar guerra ao narcotráfico” caso eleito.

    Outra proposta do candidato é reduzir a maioridade penal para “fazer o Brasil prosperar de verdade”. 

    Hertz Dias (PSTU)
    O candidato Hertz Dias fez ações de campanha e distribuição de panfletos em Belo Horizonte. Segundo ele, o Brasil é um dos países mais ricos do mundo em recursos naturais, mas ainda com desafios de acabar com o desemprego e a insegurança alimentar.

    “Nós entendemos que é possível e é necessário reverter essa situação a partir da mobilização da classe trabalhadora”, afirmou.  

    Leonardo Avalanche (PRTB) 
    O candidato Leonardo Avalanche participou de programa no podcast Hóspedes do Hospício.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    O candidato Luiz Inácio Lula da Silva participou de ato de campanha em Maceió. 

    Lula defendeu investimentos em obras de infraestrutura, como a transposição do Rio São Francisco, e em escolas de tempo integral. 

    “Eu quero provar que a meninada brasileira não depende de ninguém. Não deixem seus filhos terem preguiça de ir para a escola. Não existe país no mundo que se desenvolveu sem antes investir na educação”, disse.

    Renan Santos (Missão)
    Nesta quinta-feira (24), o candidato Renan Santos fez campanha em três cidades do interior paulista: Piracicaba, São Carlos e Ribeirão Preto.

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema deu entrevista para a rádio Jovem Pan Campinas (SP) e fez uma caminhada pelas ruas do centro da cidade de Holambra (SP). Ele visitou Jaguariúna (SP), onde foi ao Centro de Referência do Autismo.

    Ronaldo Caiado  (PSD)
    O candidato Ronaldo Caiado cumpriu agenda de campanha em Goiânia, onde participou de caminhada na cidade. Ele ainda concedeu entrevista ao Programa Primeira Hora, da Rádio Acústica (RS).

    Ele esteve em carreata em Senador Canedo (GO).

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    O candidato Rui Costa Pimenta participou do programa Análise Internacional, transmitido pelo canal Diário Causa Operária no YouTube. 

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins não teve agenda pública de campanha.

    Wilson Grassi (Democrata)
    O candidato Wilson Grassi não teve agenda pública de campanha.

    Augusto Cury (Avante)
    O candidato Augusto Cury esteve em Cuiabá, onde visitou a Casa Cury e o Shopping Popular. Foi também a Porto Velho para uma carreata e visitou a sede do partido em Manaus.

    “É uma região que precisa ser cuidada com muito carinho e muita responsabilidade. Tanto para preservar o meio ambiente, quanto para preservar a produção agrícola e industrial”, disse sobre a região Amazônica.

    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão concedeu entrevista ao portal Pleno News.

    Ela defendeu medidas mais rígidas para o combate à violência contra a mulher.

    “Vou trabalhar incansavelmente para que agressor de mulher não passe nem por audiência de custódia. A grande chave que liberta a mulher da violência doméstica é a independência financeira”, disse.

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato Edmilson Costa participa de debate sobre o Programa Anticapitalista e Anti-imperialista para o Brasil do PCB no Rio de Janeiro. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    * Colaboraram Luciano Nascimento (São Luís) e redações do Rio de Janeiro e de São Paulo

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Parlamentares dos EUA criticam ações de Trump nas eleições do Brasil

    Parlamentares dos EUA criticam ações de Trump nas eleições do Brasil

    Parlamentares dos Estados Unidos enviaram uma carta ao secretário de Estado do país, Marco Rubio, afirmando que o governo de Donald Trump não pode interferir nas eleições do Brasil. A carta foi assinada por 31 parlamentares do partido democrata, de oposição a Trump, e encaminhada a Rubio nesta quinta-feira (24).

    Os democratas falam em um “esforço coordenado do governo [de Donald Trump] para ameaçar nossa aliança estratégica com o Brasil e enfraquecer a segunda maior democracia do Hemisfério Ocidental às vésperas da eleição presidencial de outubro de 2026”.

    Na carta, os democratas acusam o governo Trump de tomar uma série de medidas para tentar garantir a vitória de Flávio Bolsonaro, candidato da extrema direita e alinhado politicamente com Trump.

    Entre essas medidas estariam a imposição de tarifas a produtos brasileiros para evitar a condenação de Jair Bolsonaro, pai de Flávio, por golpe de Estado.  O ex-presidente foi condenado a mais de 27 anos de prisão. Atualmente, cumpre prisão domiciliar.

    Também citaram a indicação de Darren Beattie como assessor sênior para assuntos relativos ao Brasil. Segundo os democratas, Beattie é um “conhecido extremista de direita e supremacista branco”. Ele tentou vir ao Brasil em março para visitar Jair Bolsonaro, mas teve sua entrada no país negada.

    Os parlamentares compararam o comportamento da gestão Joe Biden diante das eleições brasileiras de 2022, quando houve apoio ao sistema eleitoral e reconhecimento do resultado obtido nas urnas.

    “Em vez de ajudar a defender a democracia brasileira, os Estados Unidos atuam como agentes de interferência e desestabilização, exercendo pressão diplomática, econômica e política de maneiras que podem enfraquecer as instituições democráticas do país, minar a confiança no processo eleitoral brasileiro e causar danos adicionais à nossa relação com um aliado estratégico e parceiro comercial dos Estados Unidos”, acrescentaram.

    A carta afirmou que as ações do governo estadunidense “refletem um amplo e profundamente preocupante padrão de interferência da administração Trump nos recentes processos eleitorais na América Latina”. E citaram as recentes eleições na Colômbia e em Honduras, bem como as eleições de meio de mandato na Argentina, governada por Javier Milei.

    Além disso, os parlamentares pediram explicações em relação a várias medidas do governo dos Estados Unidos em relação ao Brasil. Entre elas:

    Na carta, eles também pedem que o governo dos EUA se comprometa a respeitar o processo eleitoral do Brasil e reconhecer o resultado das urnas, além de manter “relações diplomáticas normais” com o candidato eleito, seja ele quem for.

    Lula

    Em seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, nesta terça-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a soberania dos países e citou tentativas de influência estrangeira sobre processos políticos nacionais, sobretudo na América Latina e no Caribe.

    “Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais, a divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais com recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos”, disse, ao citar contextos recentes registrados na Venezuela, na Nicarágua, no Haiti e em Cuba.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Economistas lançam iniciativa por economia focada na vida real

    Economistas lançam iniciativa por economia focada na vida real

    Mais de 100 economistas e 60 organizações da sociedade civil lançaram nesta semana a Vida em Conta, uma iniciativa para aproximar o debate econômico das condições concretas de vida da população brasileira. A ação é articulada pela Plataforma Cipó e pela organização Transforma.

    A iniciativa destaca que o Brasil alcançou avanços importantes nos últimos anos e retomou, desde 2023, políticas públicas, investimentos e instrumentos de planejamento, com resultados relevantes no combate à fome e à pobreza, na geração de trabalho e renda, na redução do desemprego e da inflação, na proteção ambiental e na recuperação da capacidade de atuação do Estado. 

    No entanto, alerta que a continuidade dessas conquistas não está assegurada. “Há o risco de retorno a uma agenda que combine restrições permanentes ao investimento público, enfraquecimento dos serviços e das instituições públicas e desonerações tributárias sem contrapartidas claras para o desenvolvimento, comprometendo a proteção social e ambiental, prejudicando o crescimento econômico”, dizem as entidades participantes. 

    Elas ressaltam ainda que, apesar do crescimento da economia e da melhora dos indicadores sociais no país, parte significativa dos brasileiros ainda enfrenta dificuldades para perceber esses resultados em seu dia a dia. 

    “O crescimento econômico é fundamental, mas também importa como seus benefícios são distribuídos. Uma economia bem-sucedida é aquela que reduz desigualdades e transforma as capacidades e riquezas do país em avanços tecnológicos, empregos de qualidade e melhores condições de vida para a população”, afirma a diretora-executiva da Plataforma Cipó, Maiara Folly.

    Entre as diretrizes defendidas pela iniciativa estão a redução das desigualdades, colocando o enfrentamento das disparidades de renda, riqueza, gênero, raça e território no centro do planejamento; a redução do custo de vida; a ampliação do tempo e das condições para uma vida digna; o fortalecimento da soberania tecnológica; e a aceleração da diversificação produtiva para gerar empregos de qualidade.

    “O Brasil precisa ter a ambição de definir uma agenda de transformação social diante do novo cenário global. Não podemos ficar presos apenas às discussões fiscais de curto prazo frente às mudanças climáticas, tecnológicas e nos processos de trabalho. Precisamos avançar em uma agenda que nos livre dos retrocessos e garanta oportunidades econômicas e direitos sociais”, destaca o diretor-executivo do Transforma, Marco Antonio Rocha.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Zanin pede manifestação da Anatel sobre acesso à internet nas eleições

    Zanin pede manifestação da Anatel sobre acesso à internet nas eleições

    O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 48 horas para a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) se manifestar sobre um pedido para garantir acesso de todos os brasileiros à internet móvel nas eleições.

    Pela decisão, a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) também deverão opinar sobre a questão.

    “A relevância da matéria, a proximidade do primeiro turno das eleições e o fato de as providências postuladas alcançarem prestadoras que não integram a relação processual recomendam a prévia oitiva das autoridades envolvidas”, decidiu o ministro.

    Zanin é o relator da ação na qual a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e o Partido Verde (PV) defendem a liberação de internet nas 72 horas anteriores ao primeiro turno.

    As entidades alegam que a limitação de franquia de dados impede acesso à informação durante o pleito.

    Eleições

    O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro, quando serão eleitos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

    O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Entidades pedem livre acesso à internet nas 72h anteriores às eleições

    Entidades pedem livre acesso à internet nas 72h anteriores às eleições

    A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e o Partido Verde (PV) entraram com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir acesso à internet móvel para todos os brasileiros, independente do limite da franquia de dados, nas 72 horas que antecedem as eleições. A ação foi remetida ao ministro Cristiano Zanin, na terça-feira (22).

    O objetivo é assegurar o acesso de todos à informação divulgada pela imprensa profissional e aos mecanismos de busca.

    Além disso, a ação visa impedir que o cidadão tenha apenas acesso a ambientes como WhatsApp e o Instagram, que, a depender do plano contratado, não consomem dados, e são frequentemente usados para compartilhamento de conteúdos políticos com desinformação. Os mais afetados, nesse cenário, são os mais pobres.

    É esse desequilíbrio que a ação busca corrigir nas vésperas da eleição. As duas entidades sustentam que a diferença de acesso à internet entre as classes econômicas cria uma barreira ao direito à informação e à participação política em condições de igualdade, tanto nas eleições gerais quanto nas municipais.

    A CNTE e o PV integram a iniciativa Democracia Sem Franquia. Ela é composta de 19 entidades da sociedade civil e nasceu de estudos do Sleeping Giants Brasil sobre acesso desigual à internet. O estudo afirma que 64,1 milhões de brasileiros adultos conectados, cerca de um em cada três, passam pelo menos um dia por mês sem franquia de dados, e 29,5 milhões ficam oito dias ou mais nessa situação.

    “Para as entidades, o acesso ao jornalismo profissional funciona, nesse contexto, como uma importante camada de verificação e contraponto às informações que circulam dentro das plataformas”, afirmou a iniciativa Democracia Sem Franquia.

    O movimento Sleeping Giants Brasil nasceu em 2020, durante a pandemia, inspirado em sua versão norte-americana, de 2016. O objetivo é combater a desinformação e o discurso de ódio nas plataformas digitais.

    As eleições estão marcadas para o dia 4 de outubro. Nesse dia, os eleitores votarão em candidatos para os cargos de deputado estadual/distrital, deputado federal, senador, governador e presidente da República.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Prazo para baixar e validar e-Título termina no dia 3 de outubro

    Prazo para baixar e validar e-Título termina no dia 3 de outubro

    A dez dias do primeiro turno das eleições gerais no país, o eleitor que pretende usar o aplicativo da Justiça Eleitoral e-Titulo para votar deve ficar atento sobre o prazo para baixar e validar a ferramenta. O serviço ficará disponível até as 23h59 do dia 3 de outubro, véspera do pleito.

    De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a interrupção do serviço nos dias de votação ocorre para evitar a sobrecarga do aplicativo e problemas aos eleitores que não se planejaram.

    Além de documentos oficiais, a versão digital do título com fotografia disponível no aplicativo é válida como documento de identificação para votar, mas só é aceita se for exibida online na tela do celular ou em um tablet, não sendo válido o uso de fotografia, o chamado print, da tela.

    Para ter acesso ao documento e utiliza-lo ainda no primeiro turno destas eleições, é necessário fazer o download e efetivar um primeiro acesso na ferramenta dentro do prazo do dia 3 de outubro.

    Na primeira vez, é necessário baixar gratuitamente o aplicativo na loja do celular (iOS ou Android) e informar os seguintes dados:

    • Nome completo;
    • Data de nascimento;
    • CPF ou número do Título de Eleitor;
    • Nome dos pais.

    Depois, é preciso confirmar a identidade respondendo às perguntas de segurança exibidas na tela e finalizar com a criação de uma senha de acesso.

    A cada acesso, a ferramenta utilizará a validação facial. Após esses procedimentos, o eleitor estará apto a acessar o título eleitoral digital, além de poder consultar o local de votação e conferir a zona e a seção eleitoral. Qualquer atualização estará disponível automaticamente.

    Caso o eleitor esteja suspenso ou com alguma restrição cadastral, ele consegue baixar o aplicativo e acessar todas as informações, mas permanecerá impedido de votar.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • TSE nega registro de candidatura de Arruda ao governo do DF

    TSE nega registro de candidatura de Arruda ao governo do DF

    O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recusou nesta quinta-feira (24), por 5 votos a 2, o recurso por meio do qual o candidato José Roberto Arruda (PSD) pretendia manter-se na corrida pelo governo do Distrito Federal (DF). 

    Prevaleceu, ao final, o voto do relator, ministro Dias Toffoli, pela rejeição do recurso de Arruda. Acompanharam esse entendimento os ministros Ricardo Villas Boas Cueva, Sebastião Reis Júnior, André Mendonça e Kássio Nunes Marques. Ficaram vencidos os ministros Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha. 

    A maioria entendeu que Arruda está inelegível em razão de condenações colegiadas por improbidade administrativa ocorridas a menos de oito anos, atraindo assim a aplicação da Lei da Ficha Limpa.

    Pela decisão final, o nome de Arruda deverá ser retirado das urnas de forma urgente. Contudo, ainda não está claro se a exclusão poderá ser efetivada, uma vez que o lacre das urnas eletrônicas começou na terça-feira (23) e mais de mil equipamentos já foram submetidos ao procedimento, que impede a alteração dos dados já inseridos. 

    Arruda buscava reverter decisão do Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) que, por unanimidade, rejeitou o registro de sua candidatura, em razão de suas condenações no âmbito da Operação Caixa de Pandora, que investigou um esquema de corrupção envolvendo contratos de informática do DF quando Arruda era governador, em 2009. 

    A defesa do ex-governador alegava que as alterações promovidas no ano passado pelo Congresso na Lei da Ficha Limpa asseguravam a ele o direito de concorrer nas eleições deste ano. 

    O principal argumento era o de que as sete condenações de Arruda eram conexas, ou seja, relativas a fatos e provas ligados entre si, motivo pelo qual somente a primeira condenação poderia servir como marco inicial da contagem do período de inelegibilidade. 

    Julgamento

    Em sustentação oral, o advogado José Eduardo Cardozo defendeu haver razoáveis dúvidas a respeito da aplicação da Lei da Ficha Limpa ao caso de Arruda, motivo pelo qual o TSE deveria permitir que ele concorresse de forma justa.

    “É aquela velha máxima: na dúvida, que prevaleça a democracia”, afirmou. 

    O vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, disse que a defesa se baseava em “interpretações equivocadas” da Lei da Ficha Limpa.

    “O candidato recorrente acumula sete condenações colegiadas por atos dolosos de improbidade administrativa, todas com reconhecimento de lesão ao erário e enriquecimento ilícito”, destacou. 

    Em seu voto, Toffoli entendeu que independentemente da interpretação dada às alterações recentes na legislação, os motivos de inelegibilidade permanecem. “Basta verificar se, independentemente da interpretação adotada, remanesce a condenação colegiada apta a atrair a causa de inelegibilidade prevista. E a resposta, a meu sentido, é positiva”, disse o ministro, que foi acompanhado pela maioria. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (24) 

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (24) 

    A agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (24) inclui entrevistas, debates, atos e encontros com apoiadores.

    Também estão previstas visitas a instituições e espaços comerciais, carreata, coletiva de imprensa e panfletagens em diferentes cidades.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    Participa do ato Brasil Pronto pra Mais na Praça Marechal Deodoro, no centro de Maceió (AL). 

    Renan Santos (Missão)
    Participa de encontro com apoiadores em cidades de São Paulo: Piracicaba, São Carlos e Ribeirão Preto.

    Romeu Zema (Novo)
    Às 10h30, participa de entrevista ao vivo para a Jovem Pan Campinas, em São Paulo. Às 11h45, caminha pelas ruas Rota dos Imigrantes e Rua Boulevard centro comercial de Holambra (SP). Às 12h50, tem almoço com apoiadores em Holambra, na Casa Bela Café. Às 13h50, encontra-se com empresários na empresa Inbra, em Jaguariúna. Às 14h50, conhece o CAJ – Centro de Referência Autismo de Jaguariúna (SP).

    Ronaldo Caiado  (PSD)
    Às 9h35, participa de entrevista, ao vivo no Programa Primeira Hora, da Rádio Acústica FM 97.7 (RS). Às 10h45, tem caminhada na Av. Mangalô – Região Noroeste de Goiânia (GO). Às 17h, participa de carreata em Senador Canedo (GO). 

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    Às 13h, participa do programa Análise Internacional, transmitido pelo canal do Diário Causa Operária no YouTube. 

    Augusto Cury (Avante)
    Em Cuiabá (MT), visita a Casa Cury e o Shopping Popular. Em Porto Velho (RO), participa de carreata e coletiva de imprensa. À noite, visita a sede do Avante em Manaus (AM). 

    Clariana Barão (DC)
    Concede entrevista ao portal Pleno News.

    Edmilson Costa (PCB)
    Participa de debate sobre o Programa Anticapitalista e Anti-imperialista para o Brasil do Partido Comunista Brasileiro, na Lapa, Rio de Janeiro (RJ). 

    Flávio Bolsonaro (PL)
    Às 17h, participa Bloquinho do Nikolas Ferreira, na Praça Lions Clube, em Teófilo Otoni (MG).
    Às 19h30, estará no bloquinho do Nikolas Ferreira em Governador Valadares (MG), na Praça do Imigrante.

    Hertz Dias (PSTU)
    Em Belo Horizonte (MG), participa de panfletagem na porta da UFMG e na Praça Sete. Após almoço no Mercado Central, faz panfletagem na fábrica Sumitomo em Juatuba (MG). À noite, participa de debate na sede do SindREDE, em Belo Horizonte.  

    Os candidatos Wilson Grassi (Democrata) e Samara Martins (UP) não têm agenda pública de campanha nesta quarta-feira. 

    O candidato Leonardo Avalanche (PRTB) não divulgou agenda pública de campanha até o momento desta publicação. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Conheça os candidatos a governador do Tocantins nas eleições deste ano

    Conheça os candidatos a governador do Tocantins nas eleições deste ano

    Sete candidatos concorrem ao governo de Tocantins nas eleições de 2026. No estado, 1.182.307 eleitores estão aptos a votar.

    Desse total, 51% são mulheres e 49%, homens. Entre os eleitores que declararam cor/raça, 64,96% são pessoas pardas; 17,79%, brancas; 14,87%, pretas; 1,63%, indígenas; e 0,75%, amarelas.

    O primeiro turno das eleições ocorre no dia 4 de outubro. Em eventual segundo turno, os eleitores voltam às urnas em 25 de outubro.

    Serão escolhidos os chefes do Poder Executivo – presidente da República e governadores – e seu vices, além dos representantes para compor o Legislativo, tanto no âmbito federal como no estadual e distrital – senadores, deputados federais, deputados estaduais e distritais.

    Conheça os candidatos ao governo do Acre, em ordem alfabética de acordo com o nome que aparece na urna eletrônica:

    Ataídes de Oliveira – Ataídes de Oliveira (Novo)

    Du Pereira – Ivaildo Pereira da Cruz (DC)

    Laurez Moreira – Laurez da Rocha Moreira (Pra Frente Tocantins)

    Professor Witer Naves – Witer Fonseca Naves (Federação PSOL Rede)

    Professora Dorinha – Maria Auxiliadora Seabra Rezende (União Pelo Tocantins)

    Siqueira Campos Jr – José Wilson Siqueira Campos Júnior (Democrata)

    Vicentinho Júnior – Vicente Alves de Oliveira Júnior (Pra Cima Tocantins)

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Conheça os recursos de acessibilidade que ampliam autonomia na votação

    Conheça os recursos de acessibilidade que ampliam autonomia na votação

    Cerca de 1,97 milhão de eleitoras e eleitores com deficiência estão aptos a votar nas eleições de outubro, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número representa crescimento de 42% em relação às eleições gerais de 2022, quando 1,38 milhão de pessoas com deficiência estavam inscritas para votar.

    Entre esse eleitorado, 319.489 pessoas declararam ter deficiência visual. Em 2022, eram 214.088, aumento de aproximadamente 49%.

    Para acompanhar o crescimento do eleitorado com deficiência, a Justiça Eleitoral ampliou o número de seções eleitorais principais com acessibilidade. Em 2022, eram 156.296. Para as eleições deste ano, são 220.577, alta de cerca de 41%.

    A ampliação da estrutura é acompanhada de recursos que buscam garantir maior autonomia no momento da votação.

    A aposentada Regina Célia Santos tem deficiência visual e nunca deixa de votar. Mesmo após perder a visão, há 14 anos, registrar o voto a cada eleição é, para ela, um compromisso com a cidadania.

    “A obrigação do brasileiro é exercer essa cidadania. Eu sempre alerto a todos que devem votar. Se a gente quer um país melhor, temos que tentar mudar as cadeiras”, disse Regina.

    Recursos de acessibilidade

    Para eleitoras e eleitores com deficiência visual, a urna eletrônica oferece sistema de áudio, que pode ser utilizado com fone de ouvido descartável fornecido pela Justiça Eleitoral. O equipamento permite ouvir as informações apresentadas pela urna e acompanhar a votação. Também há identificação tátil da tecla 5, que serve como referência para a localização das demais teclas.

    As urnas contam ainda com teclado numérico com identificação em Braille e recursos de áudio para a leitura das teclas digitadas e dos nomes das candidaturas. Há também intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) na tela para auxiliar eleitoras e eleitores surdos.

    Durante uma visita ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), Regina conheceu os recursos disponíveis na urna e recebeu orientações sobre o funcionamento do sistema de áudio, inclusive sobre os comandos para aumentar e diminuir o volume.

    O secretário de Tecnologia da Informação do TRE-RJ, Michel Kovacs, explicou que eleitoras e eleitores com deficiência visual podem utilizar os recursos de áudio mesmo que não tenham informado previamente essa condição à Justiça Eleitoral.

    “Se a pessoa já estiver cadastrada, o áudio é habilitado automaticamente. O mesário nem precisa fazer nada, já fica registrado na urna e o áudio funciona automaticamente. Mas, se a pessoa não estiver cadastrada, basta informar ao mesário que o áudio será habilitado e o fone fornecido”, disse.

    Direito a acompanhante

    Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida têm preferência para votar. A prioridade também se estende à pessoa acompanhante ou ao atendente pessoal, mesmo que essa pessoa esteja inscrita para votar em outra seção eleitoral.

    Eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida podem escolher uma pessoa de confiança para auxiliar durante a votação, mesmo que não tenham feito uma solicitação antecipada à Justiça Eleitoral. A assistência deve ser registrada na ata da mesa receptora de votos.

    No caso de pessoas com deficiência visual, é permitido utilizar o alfabeto comum ou o sistema Braille para assinar o caderno de votação. Também é possível utilizar instrumento mecânico próprio ou fornecido pela mesa receptora.

    A Justiça Eleitoral assegurao ingresso e a permanência na seção eleitoral de pessoas acompanhadas por cão-guia.

    A ampliação das seções acessíveis e dos recursos tecnológicos faz parte das medidas adotadas pela Justiça Eleitoral para garantir que pessoas com deficiência possam exercer o direito ao voto com mais autonomia e segurança.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original