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  • Acidente entre ônibus e caminhão mata 23 pessoas em estrada no Paraná

    Acidente entre ônibus e caminhão mata 23 pessoas em estrada no Paraná

    Um choque frontal entre um micro-ônibus e uma carreta na BR-373, na região dos Campos Gerais (PR) deixou, pelo menos, 23 pessoas mortas e quatro feridas.

    O acidente aconteceu na madrugada desta quarta-feira (19), por volta das 3h30, na altura do quilômetro 209 entre as cidades de Imbituva e Ponta Grossa, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

    O caminhão seguia no sentido de Ponta Grossa (PR) para Prudentópolis (PR). O ônibus, de Imbituva, seguia para hospitais na Região Metropolitana de Curitiba, para atendimento médico.

    Das 23 vítimas (21 adultos e duas crianças), 22 estavam no micro-ônibus. A outra morte foi a do motorista que conduzia o caminhão.

    O micro-ônibus era da Secretaria de Saúde de Imbituva, e a carreta era da cidade de Erechim, no Rio Grande do Sul.

    Neste momento, a polícia científica investiga as causas da batida e há viaturas do SAMU e do Corpo de Bombeiros no local.

    Segundo informações da PRF, análises preliminares indicam que o caminhão teria invadido a pista contrária e colidiu de frente com o ônibus.

    As cinco pessoas feridas foram levadas para um hospital em Ponta Grossa (PR).

    Devido ao acidente, a pista está totalmente interditada e ainda não há previsão de ser liberada. 

    No momento da publicação deste texto, havia congestionamento de cinco quilômetros no sentido Ponta Grossa e 12 quilômetros no sentido Prudentópolis.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Eventos literários se firmam como espaços de encontro e visibilidade

    Eventos literários se firmam como espaços de encontro e visibilidade

    Longe dos grandes centros, festivais literários têm reunido milhares de pessoas para discutir, consumir e mergulhar em literatura por alguns dias. Com leitores, escritores, ilustradores, editores, revisores, livreiros, as feiras e festas movimentam o mercado de livros, colocam as cidades que as recebem no centro cultural do país, alteram a rotina dos moradores, das escolas e promovem, sobretudo, encontros.

    Sediado em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, o III Festival Internacional do Leitor Quindim traz essa premissa já no tema deste ano: “O encontro nos faz existir”. Idealizado pelo escritor Volnei Canônica, o festival vai até o dia 23 e espera receber 80 mil pessoas. Canônica conta que o festival nasceu pequeno, com a preocupação de interiorizar o diálogo sobre literatura, muitas vezes centrado no Sudeste e nas capitais.

    “Quando a gente pensou em fazer um festival, a ideia era como trazer para o interior, como poderíamos fazer esse deslocamento de grandes nomes que pensam a literatura no Brasil para dialogar com esse público diverso, que fica mais no interior, afirmou.

    “Começamos a construir um festival que era pequeno, depois a segunda edição se tornou bem maior e essa terceira edição conseguimos transformar em internacional”. Há convidados do Chile, do Equador, da Colômbia, do Irã, acrescentou Canônica.

    No festival, que ocorre ao longo de 12 dias, os visitantes terão mais de 170 atividades, como rodas de conversa, sessões de autógrafos e contação de histórias. Entre os destaques da programação, está a Caravana do Leitor Quindim, que levará 900 estudantes de escolas públicas ao evento, para encontros com os escritores convidados.

    “Quando a gente faz um evento que não é de dois, três dias, mas de 12, é porque queremos que reverbere essa questão da leitura na sociedade, que as pessoas fiquem mais tempo falando. Porque, às vezes, quando o evento é muito curto, começamos a falar sobre um tema e acabou. E aí acaba se perdendo no meio de tantas informações e tantas questões”, diz o organizador.

    Autores de casa

    A interiorização dos festivais também é importante para um público específico – os autores locais. Escritores que nem sempre conseguem chegar às grandes editoras, aos festivais com maior visibilidade, mas que têm carreiras literárias consolidadas, com uma produção reconhecida – não só localmente.

    “É uma emoção que, por mais que eu trabalhe com palavras, às vezes é difícil colocar em palavras mesmo. Eu não tenho acesso aos grandes eventos, não é muito simples entrar em grandes editoras. Então, eu publico por editoras pequenas, que são maravilhosas, me abriram as portas e não tenho nada para falar de ruim delas, afirmou a escritora Maya Falks.

    Ela lembrou questões como a distribuição, o poder de mídia que, querendo ou não, faz diferença para de alcançar mais lugares. “E por causa disso, nunca tive a oportunidade de participar de festivais grandes pelo país. É um sonho que alimento”.

    Maya é nascida em Caxias do Sul e autora dos livros como Depois de Tudo, Versos e Outras Insanidades, Histórias de Minha Morte, Poemas Para Ler no Front e Todo mundo gosta de sexo – Eu nunca fui todo mundo. Ela é vencedora do Prêmio Vivita Cartier, tradicional em Caxias do Sul, em 2021, além de mais de 20 prêmios literários em contos, crônicas e poesias,

    Maya escreve desde criança. Ela conta que escreveu o primeiro romance aos 7 anos, inspirada nas histórias da Turma da Mônica. Aos 14, já tentava publicar seu primeiro livro de poesias. Hoje, tem mais de 30 livros publicados. E comemora a realização de um festival internacional no seu “quintal”.

    “É gigantesco e, para ser bem honesta, não tenho totalmente a dimensão da grandiosidade desse festival. Por que estou aqui? Para uma pessoa que está há tantos anos, que não conseguiu acesso, que enfim está, entre aspas, presa no interior, aqui no quintal de casa. Parece tudo tão natural quando, na verdade, é uma realização gigantesca”.

    Ela destaca o esforço que é realizar um evento desse tamanho em uma cidade do interior. “É impressionante, é brilhante o esforço feito em cima desse festival para trazer esse povo todo. É uma equipe pequena. Isso que está acontecendo aqui é um fato extraordinário, é destacável para um cenário brasileiro de literatura, sem dúvida”.

    Festivais furam a bolha

    Elaine Cavion também é escritora nascida em Caxias do Sul. Sua trajetória inclui projetos dedicados à formação de leitores e à literatura para crianças e jovens. Autora de livros como Tempo de Navio, Formigas, O Colecionador de Águas e Amarelo, Elaine acredita que os encontros proporcionados pelo festival fortalecem as redes de leitura e são momentos “preciosos”. 

    “Um encontro com o autor e o ilustrador é um momento em que o livro se abre, em que o público em geral conhece de onde veio aquele texto, de onde partiram as ideias”.

    Segundo Elaine, esse encontro permite também ao público conhecer o caminho que o ilustrador faz, para que as imagens estejam no livro e para que texto e imagem sejam uma unidade que constitui a obra literária.

    A troca com outros autores, nacionais e internacionais, e o envolvimento da cidade também são pontos destacados por Elaine. Ela, assim, como Maya, aponta que há uma centralização do mercado editorial e dos autores que conseguem maior projeção nacional. Defende maior diversificação para que todos conheçam a literatura produzida em todo o país.

    “Estar nesse festival é essa expansão, essa troca e a oportunidade de visibilidade também, onde os escritores aqui de Caxias e região, não só eu, participam e têm a oportunidade de furar essa bolha tão central, às vezes, que o Brasil mantém no meio editorial. Então, estamos aqui, no interior do Rio Grande do Sul, escrevemos, fazemos boa literatura, premiada também”.

    O III Festival Internacional do Leitor Quindim segue até domingo (23). “Ninguém sai perdendo nessa história. Isso que é o mais mágico de um festival dessa natureza. Todo mundo sai daqui melhor do que entrou”, disse Maya Falks.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Sociedade civil rejeita agenda excludente aprovada no início da COP17

    Sociedade civil rejeita agenda excludente aprovada no início da COP17

    Organizações sociais tiveram uma decepção logo nos primeiros dias da 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), em Ulaanbaatar, Mongólia. A agenda oficial, que define o que os governos concordam em negociar durante o evento, excluiu temas de gênero e participação social.

    O Civil Society Organization (CSO) Panel, que reúne cerca de 1,2 mil organizações pelo mundo, rejeitou o documento e disse que a comunidade “está chocada e profundamente preocupada”. O entendimento é de que os governos sinalizaram preferir focar em aspectos técnicos e econômicos, e deixar de lado os impactos sociais da desertificação e da seca.

    O risco é que o resultado final da COP17 seja tecnocrático e distante da realidade das populações que mais sofrem com os problemas da terra.

    “Comunidades locais, povos indígenas, agricultores, pastores, mulheres, jovens, pesquisadores e organizações da sociedade civil trazem conhecimento, experiência e soluções dos territórios onde a degradação do solo, a desertificação e a seca são enfrentadas diariamente”, informa a nota do CSO Panel.

    As organizações insistiram que as decisões no evento precisam ser coletivas: políticos, cientistas e empresas não podem enfrentar sozinhos problemas que afetam milhões de pessoas no planeta.

    Terra, clima e biodiversidade

    O texto oficial também não prevê processos para integrar melhor as três convenções das Nações Unidas sobre meio ambiente, a da Terra (UNCCD), da Biodiversidade (CBD) e do Clima (UNFCCC). Esse é um dos pontos centrais defendidos por especialistas para torná-las mais efetivas.

    As três convenções nasceram a partir da Rio 92, evento que deu origem às discussões e tratados modernos de meio ambiente e clima. No ano passado, durante a 30ª Conferência Sobre Mudanças Climáticas (COP30), líderes das três convenções lançaram a Declaração Conjunta de Belém sobre as Convenções do Rio (Belem Joint Statement on the Rio Conventions).

    O documento destacou que as crises de clima, biodiversidade e degradação do solo estão interligadas e que tratar esses temas de forma isolada prejudica o desenvolvimento sustentável e a eficácia global das medidas de proteção ambiental.

    Cobertura na Mongólia

    A Agência Brasil acompanha a COP17 da Desertificação diretamente da Mongólia. A viagem é uma parceria com a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), que selecionou seis repórteres de diferentes continentes com uma bolsa de jornalismo para cobrir a conferência.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rádio MEC: Jazz Livre traz live de multi-instrumentista Pedro Franco

    Rádio MEC: Jazz Livre traz live de multi-instrumentista Pedro Franco

    O multi-instrumentista, compositor e arranjador Pedro Franco é a atração do programa Jazz Livre desta quarta-feira (19) para uma live em formato multiplataforma na Rádio MEC. A performance vai ao ar às 21h, com transmissão simultânea em áudio, pelo dial da emissora, e em vídeo, no YouTube da rádio.

    Acompanhado da contrabaixista Marfa Kurakina e do baterista Cassius Theperson, Pedro Franco toca violão e bandolim de dez cordas para apresentar o trabalho Black Pantha, seu recente álbum autoral e instrumental aclamado pela crítica. O disco traz as  composições mais representativas de Franco a partir de 2016, no qual o músico se declara multi-instrumentista e traz para a linha de frente seus improvisos.

    Considerado no cenário nacional como um dos maiores nomes de sua geração, Pedro Franco é natural de Porto Alegre. Além do trabalho autoral, já dividiu o palco com artistas como Maria Bethânia, Zélia Duncan, Ney Matogrosso, Yamandu Costa, Gal Costa, Hamilton de Holanda, entre outros grandes artistas brasileiros.

    Em 2017, lançou seu primeiro disco de carreira, que foi indicado na categoria Revelação do Prêmio da Música Brasileira. Em 2020, ganhou como melhor instrumentista no Festival de Música da Rádio MEC. Em 2021, foi indicado como melhor instrumentista no Prêmio Profissionais da Música. No mesmo ano, Pedro lançou o disco Minha Voz Fica em duo com a cantora Zélia Duncan, dedicado à obra da compositora Alzira E. 

    Sobre o Jazz Livre

    Atração diária da Rádio MEC, no ar de segunda a sexta-feira, na faixa das 21h, o Jazz Livre tem uma hora de duração com o melhor repertório do gênero e da música instrumental. O programa apresenta várias edições inéditas por semana, ao vivo, geralmente, de segunda a quinta-feira.

    A produção transmitida em tempo real oferece ao público a oportunidade para interagir por meio do WhatsApp (21) 99710-0537. Os ouvintes podem participar das edições e mandar sua mensagem para a equipe da emissora pública.

    Apresentado por Sidney Ferreira, o Jazz Livre tem produção de Anderson Domingos e Carlos Soca. A coordenação de produção fica com Rodrigo Soprana.

    Sobre a Rádio MEC

    Conhecida de norte a sul do país como “A Rádio de Música Clássica do Brasil”, a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.

    A Rádio MEC oferece aos ouvintes a experiência de acompanhar repertórios segmentados, composições originais e produções qualificadas. Ainda há espaço também para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada a audiência cativa.

    A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz. 

    Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação da Rádio MEC. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537.

    Serviço

    Jazz Livre – Live Black Pantha – Pedro Franco – quarta-feira, dia 19/08, às 21h, ao vivo na Rádio MEC e no YouTube da emissora

    Como sintonizar a Rádio MEC

    Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz

    Belo Horizonte: FM 87,1 MHz

    Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz

    Parabólica – Star One C2 – 3748,00 MHz – Serviço 3

    Celular – App Rádios EBC para Android e iOS

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Beneficiários com NIS de final 2 recebem Bolsa Família de agosto

    A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (19) a parcela de agosto do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 2.  Neste mês, 19,3 milhões de família serão beneficiadas, com o valor médio do benefício em R$ 678,35.

    Os moradores de 186 municípios de sete estados receberam o crédito nessa terça-feira (18), independentemente do número final do NIS. O pagamento unificado beneficiou localidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública nos seguintes estados: Amazonas (3 municípios), Bahia (15), Paraíba (31), Paraná (5), Rio Grande do Norte (122), Roraima (6) e Sergipe (4).

    A lista dos municípios com pagamento unificado está disponível aqui.

    O valor mínimo corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

    No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

    Além do benefício integral, há o pagamento da regra de proteção. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

    Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, quem entrou na regra até maio de 2025 continua a receber metade do benefício por dois anos.

    Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família. O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • PF apreende 100 kg de droga que iriam para o Complexo do Alemão

    PF apreende 100 kg de droga que iriam para o Complexo do Alemão

    Agentes da Polícia Federal prenderam em flagrante dois homens que transportavam cerca de 100 kg de maconha em um caminhão, que trafegava pela rodovia BR 101, altura do município de Itaboraí, região metropolitana do Rio.

    Os policiais federais lotados na Delegacia de Repressão a Drogas (DRE) abordaram o caminhão que apresentava características suspeitas durante fiscalização. A equipe localizou a droga escondida atrás de sacas de erva seca com odor característico de alecrim, artifício usado na tentativa de disfarçar o cheiro do entorpecente e dificultar a detecção.

    A carga de maconha vinha do Nordeste e tinha como destino o Complexo do Alemão, na zona norte da capital, dominado pela facção criminosa Comando Vermelho.

    A ação está alinhada às diretrizes estabelecidas no âmbito da ADPF 635 (STF), conhecida como ADPF das Favelas, com foco na desarticulação logística e financeira de organizações criminosas. As operações priorizam o bloqueio de rotas estratégicas utilizadas para o tráfico de drogas e armas, inclusive quando destinadas ao abastecimento de áreas sob influência criminosa.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rádio Nacional exibe Flamengo x Cruzeiro pelas oitavas da Libertadores

    Rádio Nacional exibe Flamengo x Cruzeiro pelas oitavas da Libertadores

    A Rádio Nacional transmite nesta quarta-feira (19) a decisão por uma vaga nas quartas de final da Copa Conmebol Libertadores 2026. A partir das 21h15, a emissora acompanha todas as emoções do duelo decisivo entre Flamengo e Cruzeiro, direto do Maracanã, no Rio de Janeiro.

    Após o empate em 1 a 1 no jogo de ida, disputado na última quarta-feira (12) no Mineirão, o confronto segue totalmente em aberto. Com o apoio da torcida rubro-negra no Maracanã, o Flamengo busca uma vitória simples para avançar de fase e ir em busca da sua quinta taça da competição. Já a Raposa aposta na consistência do elenco para surpreender no Rio e carimbar a classificação fora de casa.

    A transmissão da Rádio Nacional tem início com a faixa Show de Bola Nacional e contará com uma equipe completa para levar ao público todas as informações do confronto. O jogo terá narração de André Luiz Mendes com comentários de Rodrigo Ricardo. Bruno Mendes comanda a reportagem e o plantão da rodada.

    A transmissão da partida entra no ar para parte da rede em AM e OC, além da FM no Rio de Janeiro, no Alto Solimões e parceiros da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). A Nacional FM nas demais praças segue com o conteúdo musical. O ouvinte pode ficar ligado nas produções preferidas pelo dial, no app Rádios EBC e no site da emissora. Os áudios ainda estão disponíveis em tempo real por streaming nas duas plataformas.

    Informações sobre a Copa Libertadores

    A Copa Conmebol Libertadores é o principal torneio de clubes da América do Sul, organizado pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). Disputada anualmente desde 1960, a competição reúne as equipes mais qualificadas de cada país do continente, definidas por seus desempenhos nas ligas nacionais.

    Considerada o equivalente sul-americano da Liga dos Campeões da Europa, a Libertadores consagra o campeão continental, que passa a representar a região no Mundial de Clubes.

    Cobertura esportiva da Nacional

    Esporte que é paixão do povo brasileiro, o futebol é um dos destaques da programação da Rádio Nacional, emissora pública referência em transmissões de partidas no país há décadas. Os jogos das principais competições e as notícias mais importantes têm espaço nas jornadas esportivas diárias.

    Os torcedores podem ficar ligados pelo rádio, site ou streaming para acompanhar as emoções das disputas entre os maiores clubes brasileiros. Antes e depois dos confrontos, o ouvinte se informa sobre a preparação das equipes e a repercussão do placar nas ondas da Nacional. A análise sobre os resultados da rodada ainda ganha janela diária para um rico debate em produções consagradas no radiojornalismo esportivo.   

    A equipe da Rádio Nacional reúne craques da crônica esportiva. São produtores, jornalistas e apresentadores que buscam o diferencial da notícia. Além de informar o público nas ondas do rádio, o time também faz bonito na telinha da TV Brasil. Os profissionais realizam o programa Stadium, de segunda a sexta, às 12h30, e de terça a sexta, às 18h30.

    Sempre ao vivo, as tradicionais produções da emissora pública trazem análises e apurações atualizadas. O esporte tem espaço destacado na programação do canal. O telejornal diário Repórter Brasil, às 12h45 e às 19h, também oferece uma ampla cobertura dos principais resultados do dia.

    Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas

    Ajude a escolher a vencedora da categoria Craque da Torcida do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas. A premiação criada pela TV Brasil e pela Petrobras vai reconhecer ainda atletas, treinadores e treinadoras, dirigentes, departamentos de futebol feminino e clubes que se destacarem ao longo da temporada de 2026. A votação da categoria com voto popular já está aberta, é gratuita e tem votos ilimitados. Acesse ebc.com.br/premiotvbrasilpetrobrasparaelas até 31 de outubro.

    Serviço

    Copa Libertadores 2026 – Flamengo x Cruzeiro, quarta-feira (19), a partir das 21h15, na Rádio Nacional RJ, AM, OC e AS + RNCP e Parceiros. Além disso, partida também será transmitida pelo canal da Rádio Nacional no YouTube.

    Rádio Nacional na internet e nas redes sociais       

    Site: https://radionacional.ebc.com.br      
    Instagram: https://www.instagram.com/radionacionalbr       
    Spotify: https://open.spotify.com/user/vpj3k8ogjwf1nkv4nap3tlruv       
    YouTube: http://youtube.com/radionacionalbr       
    Facebook: https://www.facebook.com/radionacionalbr       
    X: https://x.com/radionacionalbr       
    Streaming: https://aovivo.ebc.com.br/embed-audio.html?emissora=radio-nacional-do-rio-de-janeiro       

    WhatsApp Nacional       

    • Rádio Nacional FM: (61) 99989-1201       
    • Rádio Nacional AM: (61) 99674-1536       
    • Rádio Nacional da Amazônia: (61) 99674-1568       
    • Rádio Nacional do Rio de Janeiro: (21) 97119-9966       

    Saiba como sintonizar a Rádio Nacional       

    • Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz       
    • Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz       
    • São Paulo: FM 87,1 MHz       
    • Recife: FM 87,1 MHz       
    • São Luís: FM 93,7 MHz       
    • Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC       
    • Alto Solimões: FM 96,1 MHz       

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rio de Janeiro tem a segunda maior população de rua do país

    Rio de Janeiro tem a segunda maior população de rua do país

    No Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, lembrado nesta quarta-feira (19), o estado do Rio de Janeiro chama a atenção, por reunir 35.406 pessoas registradas nessa condição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), o segundo maior número do país. 

    Diante de um cenário de pobreza extrema, pelo rompimento de vínculos familiares e pelas dificuldades de acesso à moradia e ao trabalho, o legislativo local aprovou leis para ampliar o acolhimento, garantir direitos e criar alternativas para a autonomia.

    Em maio de 2026, o CadÚnico contabilizava 388.855 pessoas em situação de rua no Brasil. São Paulo liderava o ranking nacional, com 159.290 registros. O Rio ocupava a segunda posição, seguido por Minas Gerais, que aparecia em terceiro lugar, com 34.849.

    Legislação

    A Lei 9.302/21 instituiu a Política Estadual para a População em Situação de Rua. A norma reconhece como população em situação de rua o grupo marcado pela extrema pobreza, pela fragilização ou pelo rompimento dos vínculos familiares e pela inexistência de moradia convencional regular.

    A legislação garante acesso amplo e simplificado às políticas públicas de saúde, educação, assistência social, moradia, segurança, cultura, esporte, lazer, trabalho e renda. 

    Também prevê a implantação de uma rede de acolhimento temporário, ações de segurança alimentar, qualificação profissional, intermediação de empregos e programas habitacionais acompanhados por equipes multidisciplinares.

    A medida proíbe qualquer discriminação no atendimento em razão da condição econômica, étnico-racial ou de saúde, inclusive nos casos relacionados ao uso de álcool e outras drogas.

    Entre os municípios fluminenses, a capital lidera o ranking da população em situação de rua inscrita no CadÚnico. Veja os números:

    1. Rio de Janeiro: 22.352 pessoas;
    2. Niterói: 1.015;
    3. Duque de Caxias: 977;
    4. Nova Iguaçu: 727;
    5. Volta Redonda: 488;
    6. São Gonçalo: 484;
    7. Maricá: 471;
    8. Macaé:402;
    9. Cabo Frio: 333;
    10. Petrópolis: 305.

    Recomeço

    Uma das histórias de superação é a do escritor Leonardo Motta, que viveu nas ruas durante um ano e três meses após enfrentar duas décadas de dependência de álcool e outras drogas. Atualmente, está sóbrio há nove anos, é casado, mora na Ilha de Paquetá e tem três livros publicados.

    “O que me levou a essa situação foi a dependência química. Usei drogas durante 20 anos, entre álcool, cocaína e crack. Consegui sair das ruas quando aceitei ajuda e fui para uma instituição de tratamento, onde permaneci por sete meses.” 

    Leonardo também é autor da Revista na Calçada, publicação de poesia dedicada a dar visibilidade às experiências da população em situação de rua. Hoje, ele participará de uma atividade na Biblioteca Estadual, na Avenida Presidente Vargas, no centro, para apresentar o trabalho e promover um debate sobre a realidade das ruas.

    “O conselho que deixo para quem está nessa situação é que aceite ser ajudado. De um lado, existe alguém disposto a ajudar; do outro, é preciso que a pessoa também aceite essa ajuda.”

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • STF retoma julgamento sobre mandato-tampão para governo do Rio

    STF retoma julgamento sobre mandato-tampão para governo do Rio

    O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (19) o julgamento do processo que trata da realização de novas eleições para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro. A sessão está prevista para começar às 14h.

    Em abril, o julgamento foi suspenso após pedido de vista do ministro Flávio Dino. 

    O caso trata da ação na qual o diretório estadual do PSD defende a realização de eleições diretas (populares) para o comando interino do estado, e não votação indireta, por meio dos deputados estaduais da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), como definiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    No dia 23 de março, o ex-governador Claudio Castro foi condenado à inelegibilidade pelo TSE. Em função da condenação, o tribunal determinou a realização de eleições indiretas para o mandato-tampão.

    Contudo, o PSD recorreu ao Supremo e defendeu eleições diretas. No dia anterior ao julgamento, Castro renunciou ao mandato para cumprir o prazo de desincompatibilização do cargo.  A medida foi vista pela legenda como uma manobra para forçar a realização de eleições indiretas, e não diretas. O ex-governador poderia deixar o cargo até o dia 4 de abril. 

    Linha sucessória

    A eleição para o mandato-tampão deverá ser realizada porque a linha sucessória do estado está desfalcada. 

    O ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo, em 2025, para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do estado. Desde estão, o estado não tem vice-governador. 

    O próximo na linha sucessória seria o ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar. No entanto, o parlamentar foi cassado na mesma decisão do TSE que condenou Castro e já deixou o cargo.

    Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro, exerce interinamente o cargo de governador do estado. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Mega-Sena acumula para R$ 50 milhões; confira os números sorteados

    Mega-Sena acumula para R$ 50 milhões; confira os números sorteados

    Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.046 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (18). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 50 milhões para o próximo sorteio.

    Os números sorteados são: 16 – 23 – 24 – 33 – 36 – 52

    • 38 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 50.460,11 cada
    • 3.041 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.039,35 cada

    Apostas

    Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (20), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

    A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original