Categoria: Política

  • Veja como foi a quarta-feira (30) dos presidenciáveis

    Veja como foi a quarta-feira (30) dos presidenciáveis

    A agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (30) incluiu caminhadas, carreatas, panfletagens e encontros com apoiadores, além de entrevistas em rádio e podcast. 

    >> Veja como foi o dia dos candidatos a presidente:

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato não teve agenda pública de campanha.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    O candidato Ronaldo Caiado fez carreatas nas cidades de Goiás, Valparaíso de Goiás e Luziânia, todas no estado de Goiás. 

    Caiado defendeu avanço no desenvolvimento de Inteligência Artificial (IA) com base em código aberto e controle ético, para melhorar a qualidade de vida da população sem restringir novas aplicações. 

    “O Brasil não pode ser comprador de tecnologia. O Brasil tem que estar num passo avançado. É código aberto, é liberdade para que a inteligência possa produzir as melhores plataformas para que a gente desenvolva o nosso país”, disse. 

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    O candidato Rui Costa Pimenta fez campanha no Recife, onde participou do ato de encerramento da campanha no Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações (Sinttel) de Pernambuco. 

    Samara Martins (UP) 
    A candidata Samara Martins entregou panfletos no Centro de Ensino Técnico e Formação Profissional (CETEF) e participou de assembleia de moradores da ocupação Eliana Silva, ambos em Belo Horizonte.

    Wilson Grassi (Democrata)
    O candidato Wilson Grassi concedeu entrevista ao canal Sevilla Cast.

    Augusto Cury (Avante)
    O candidato Augusto Cury cumpriu agenda de campanha em São Paulo. Ele participou de sabatina no canal Inteligência LTDA.

    Cury defendeu redução de gastos públicos e da taxa de juros.

    “Se o governo for menos gastador, menos irresponsável fiscalmente, vamos ter, em um ano, uma taxa Selic em 7% a 8%. Cada 1% que temos a menos na Selic, pagamos R$ 100 bilhões a menos para rolar a dívida federal”, disse.

    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão concedeu entrevista para a Rádio Cultura de Cuiabá.

    Edmilson Costa (PCB) 
    O candidato Edmilson Costa fez panfletagem na Feira do Guará e no terminal do metrô da região administrativa do Distrito Federal. Ele almoçou com apoiadores na Feira da Ceilândia. 

    Hertz Dias (PSTU)
    O candidato Hertz Dias fez campanha em Belém, onde participou de ato na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil. 

    Hertz Dias defendeu o fim da escala 6×1 e melhores salários para o setor. 

    “Defendemos o fim da escala 6×1, sem redução de salários e direitos, e a redução da jornada de trabalho para que os trabalhadores tenham mais tempo para suas famílias, estudos, lazer”, afirmou.

    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro não teve agenda pública de campanha.

    Leonardo Avalanche (PRTB)
    O candidato Leonardo Avalanche não divulgou agenda pública de campanha. No fim do dia, ele anunciou a desistência de disputar a eleição presidencial. 

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    O candidato Luiz Inácio Lula da Silva deu entrevista a um pool de podcasts. Ele defendeu a reforma política, com o fim dos fundos partidário e eleitoral, compostos de verba de várias fontes, inclusive do Orçamento da União, e usados para financiar os partidos e custear despesas de campanha.

    “Hoje, sou taxativamente contra [os dois fundos]. Acho que levou os partidos políticos a uma coisa chamada promiscuidade. Se depender da minha vontade pessoal, vou acabar com isso”, disse Lula.

    O candidato cancelou participação em um comício em Juiz de Fora (MG), por causa de uma forte chuva que atingiu a cidade. 

    Renan Santos (Missão)
    O candidato Renan Santos encontrou apoiadores em Duque de Caxias (RJ) e Juiz de Fora (MG), e fez um ato público de campanha no centro histórico de Petrópolis (RJ).

     

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    * Colaboraram Luciano Nascimento (São Luís), Marcelo Brandão (Brasília), Rafael Cardoso (Rio de Janeiro) e redação de São Paulo

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Candidato do PRTB, Leonardo Avalanche desiste de disputar Presidência

    Candidato do PRTB, Leonardo Avalanche desiste de disputar Presidência

    O candidato do PRTB à Presidência da República, Leonardo Avalanche, anunciou nesta quarta-feira (30) que desistiu de disputar o pleito deste ano. Em uma rede social, ele escreveu que tomou a decisão por motivos “técnicos, jurídicos e pessoais”.

    Avalanche, que se colocava como candidato da direita, disse ainda que não vai apoiar nenhum dos nomes que estão na disputa. “Não manifestarei apoio a nenhum dos candidatos, por entender que nenhum deles nos representa”, escreveu.

    Leonardo Avalanche entrou na corrida presidencial substituindo Pablo Marçal como candidato do PRTB. Marçal teve a candidatura cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que decidiu, por unanimidade, indeferir o seu registro.

    A corte aceitou o argumento do Ministério Público Eleitoral (MPE) de que Marçal não estava filiado ao PRTB em abril deste ano, quando terminou o prazo da janela partidária para troca de legenda. Até então, ele estava filiado ao União Brasil.

    Além disso, Pablo Marçal está inelegível até 2032 por abuso de poder político e econômico durante a campanha para a prefeitura de São Paulo, em 2024.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Evangélicos são alvo de disputa, mas rejeitam uso eleitoral de igrejas

    Evangélicos são alvo de disputa, mas rejeitam uso eleitoral de igrejas

    “O voto deveria ser do cidadão e não da religião”, afirma o pastor Lucas Oliveira, 30 anos, que atua em uma igreja batista de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A frase do pregador evangélico, em conversa com a Agência Brasil, sintetiza uma das principais contradições reveladas pela pesquisa nacional Religião e Vida Pública no Brasil, realizada pelo Instituto de Estudos da Religião (Iser), em parceria com a Quaest Pesquisa e Consultoria, divulgada na semana passada.

    Embora evangélicos e cristãos em geral, incluindo católicos, estejam no centro da disputa política nas eleições de 2026, como também estiveram em pleitos anteriores, a maioria rejeita que igrejas sejam transformadas em espaços de campanha ou que lideranças religiosas indiquem em quem os fiéis devem votar. Segundo a pesquisa, 83% dos entrevistados são contrários à indicação de voto por pastores e padres, enquanto 82% rejeitam a discussão política durante cultos e missas e 90% são contra campanhas eleitorais dentro dos espaços religiosos.

    Isso, porém, não significa que a religião esteja afastada da política. Para a pesquisadora Lívia Reis, do Iser, a influência, atualmente, ocorre menos pela transferência direta de votos e mais pela formação de valores, identidades e pertencimentos. “É mais correto falar em mediação religiosa do voto do que em transferência de votos”, aponta.

    Segundo a pesquisadora, a politização dos templos, que se tornou comum nas eleições legislativas desde os anos 1990 e se intensificou nas eleições presidenciais a partir de 2018, gerou fortes divisões nas comunidades. Os fiéis passaram a entender que podem formar sua opinião política sem uma influência direta por parte das lideranças.

    “A presença forte de lideranças no debate eleitoral não contradiz esse dado. Ela mostra que essas lideranças atuam para além do templo: na mídia, nas redes, no Parlamento. Além disso, a indicação de voto não é uniforme. Ela se concentra em algumas denominações, como a Universal, a Quadrangular e as assembleias de Deus. O que a pesquisa mostra é a distância entre o protagonismo público de certas lideranças e o que a base dos fiéis considera legítimo dentro do espaço religioso”, analisa.


    Pastor Lucas Oliveira. Foto: Lucas Oliveira/Arquivo Pessoal
    Pastor Lucas Oliveira. Foto: Lucas Oliveira/Arquivo Pessoal
    Pastor Lucas Oliveira – Foto: Lucas Oliveira/Arquivo Pessoal

    O pastor Lucas vem observando esse fenômeno nos últimos anos, e fala do trauma sofrido nas comunidades religiosas por causa do impacto do discurso eleitoral e da divisão interna que isso causou.

    “Conheço pastor que lá em 2018 estava fervorosamente apoiando candidaturas, mas que hoje não quer nem tocar nesse assunto, quer esquecer que um dia fez campanha política. Porque com isso ele perdeu um número expressivo [de fiéis] da igreja. E o número não volta. Eu recebi muita gente. Nesse período, eu dialoguei com muita gente que estava machucada. Então, a igreja hoje, quando o assunto é política, se tornou um lugar de pessoas machucadas”, relata.

    O pastor Moisés Blanco, 46 anos, da Igreja Batista Peregrina, em Natal, identifica uma reação dentro do campo evangélico à politização dos espaços religiosos. Ele participa da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, que reúne religiosos de todo o país contrários e preocupados com uso político dos templos.


    Pastor Moisés Blanco. Foto: Pastor Moisés Blanco/Arquivo Pessoal
    Pastor Moisés Blanco. Foto: Pastor Moisés Blanco/Arquivo Pessoal
    Pastor Moisés Blanco – Foto: Pastor Moisés Blanco/Arquivo Pessoal

    “Essa consciência faz parte da gênese da maioria dos protestantes, da maioria dos evangélicos”, afirma. Blanco relaciona essa preocupação à tradição protestante de defesa da liberdade de consciência, posteriormente desenvolvida por correntes que passaram a defender de forma explícita a separação entre Igreja e Estado.

    “Era a luta contra o absolutismo, contra justamente essa unificação de Estado e rei e uma religião que era reflexo do próprio Estado”, afirma Blanco ao se referir ao legado histórico do protestantismo, e que agora é negado por segmentos evangélicos que tentam, segundo ele, impor uma agenda religiosa sobre o ambiente público.

    Radiografia cristã

    A pesquisa Iser/Quaest foi realizada por meio de 15 mil entrevistas presenciais em 412 municípios brasileiros, em janeiro e fevereiro deste ano, incluindo todas as 27 capitais. Com margem de erro de 1%, constitui a mais abrangente e detalhada radiografia sobre como a fé e as mudanças no pertencimento religioso se entrelaçam com valores morais e a política na sociedade brasileira contemporânea.

    Entre os principais dados, o levantamento mostra que o segmento evangélico é heterogêneo e corresponde hoje a 29% da população brasileira. No interior desse grande grupo social, sete em cada dez são pentecostais (70%), mas há parcelas relevantes de protestantes (17%) e os chamados evangélicos sem igreja (10%).

    A denominação Assembleia de Deus segue sendo a maior do país, concentrando 32% dos fiéis evangélicos, seguida por 28% dos fiéis que declaram pertencer a milhares de outras denominações pequenas e médias. Já evangélicos sem igreja e batistas aparecem com 10% cada. Congregação Cristã, Igreja Universal e Igreja do Evangelho Quadrangular representam respectivamente 7%, 5% e 4% dos evangélicos, de acordo com a pesquisa Iser/Quaest.

    Já o catolicismo representa 50% da população, mas a pesquisa distingue praticantes (31%) de não praticantes (19%). Os católicos praticantes apresentam níveis de engajamento semanal e hábitos de oração comparáveis aos dos evangélicos. Além disso, a pesquisa também mostra a adaptação das práticas católicas ao consumo de entretenimento religioso e às novas tecnologias.

    Ambiente digital da fé

    Se por um lado a pesquisa apontou que o fiel rejeita a politização do templo, a religião e os valores a ela associados continuam presentes nas redes, nos grupos e nas relações de confiança fora da igreja, mas influenciando o comportamento político dos cristãos no ambiente digital.

    Entre os dados coletados, por exemplo, 66% dos entrevistados afirmaram utilizar o WhatsApp como espaço de articulação de comunidades e grupos religiosos online.

    “As redes sociais e o WhatsApp permitem que a religião esteja na política sem passar pelo púlpito. A mensagem política chega pelo grupo da igreja, pelo influenciador religioso ou pelo vídeo compartilhado pela família, sem a formalidade de uma indicação no culto. Assim, a mediação religiosa se desloca do templo para um ambiente digital mais difuso, mas igualmente ancorado em relações de confiança”, afirma a pesquisadora Lívia Reis.

    No segmento católico, de acordo com o levantamento, há forte concentração em lideranças clericais de grande alcance, como Frei Gilson e outros padres que atuam nas mídias. No campo evangélico, a liderança digital aparece pulverizada em uma ampla lista de nomes, com Bispo Deive Leonardo à frente, junto com influenciadores e figuras do campo político que também são vistos como religiosos. No campo político, os evangélicos declaram se informar sobre política mais pelo WhatsApp, enquanto os católicos recorrem mais à televisão.

    A religião também transborda para o consumo cultural: 73% dizem ter a Bíblia ou seus versículos como fonte de ensinamentos para a vida e 67% consomem música gospel. Um percentual de 59% diz consumir filmes e séries religiosas. Esse tipo de conteúdo alcança inclusive pessoas de outras religiões não cristãs e sem religião.

    Como a religião determina o voto

    Se a religião não determina automaticamente o voto, ela participa de sua construção por meio de valores, identidades e redes de pertencimento, mostra a pesquisa Iser/Quaest. Apesar de evitar ou até rejeitar uma orientação eleitoral pronta de sua liderança, o fiel elabora sua posição a partir de repertórios religiosos que se combinam a experiências de classe, raça, gênero, território, escolaridade e outros fatores.

    Entre católicos brancos, por exemplo, há equilíbrio de preferências, enquanto entre católicos negros (pretos e pardos) a vantagem de candidatos de esquerda é mais expressiva, indica o levantamento. Entre evangélicos com ensino fundamental incompleto, o apoio às candidaturas de esquerda se aproxima das candidaturas de direita.


    Pesquisadora Lívia Reis, do Instituto de Estudos da Religião (Iser). Foto: Cristian Maciel/Divulgação
    Pesquisadora Lívia Reis, do Instituto de Estudos da Religião (Iser). Foto: Cristian Maciel/Divulgação
    Pesquisadora Lívia Reis, do Instituto de Estudos da Religião (Iser) –  Foto: Cristian Maciel/Divulgação

    “A pesquisa mostra onde a religião faz diferença nas opiniões. Ela pesa em temas morais, como a aceitação da diversidade sexual, a ideia de que o Estado deveria defender valores cristãos e o ensino religioso cristão nas escolas públicas. Mas pesa pouco em políticas públicas. Vacinação, educação sexual como prevenção ao abuso, rejeição ao homeschooling e apoio a políticas sociais têm alta concordância em todos os grupos religiosos”, explica Lívia Reis.

    Dos 54% que se declaram conservadores, 75% apoiam o Bolsa Família e 66% são a favor da taxação dos mais ricos. Como a pesquisa não mede diretamente o que define o voto de cada pessoa, não dá para cravar que as pautas morais são prioritárias.

    Outros números revelados na pesquisa também desafiam a associação automática entre identidade evangélica e posições conservadoras em determinados temas morais. Entre os evangélicos, 79% apoiam a educação sexual nas escolas, 80% são favoráveis ao uso de métodos contraceptivos e cerca de 90% rejeitam o homeschooling. Na questão do aborto, a divisão é ainda mais evidente: 47% são favoráveis à punição e 45%, contrários, com diferenças que variam não apenas segundo a religião, mas também de acordo com renda e escolaridade.

    “Dizem que eu sou muito progressista para o espaço que entendem como conservador e muito conservador para um espaço progressista. Mas eu me identifico hoje como um cristão”, aponta o pastor Lucas, de Nova Iguaçu. “Essa diferença entre conservador e progressista se trata de duas faces da mesma moeda”, acrescenta.

    Para Lívia Reis, os dados sugerem que as pautas morais funcionam como marcadores de identidade e de pertencimento, mobilizando mais o debate público, mas que elas convivem com posições bem menos polarizadas sobre temas concretos da vida social.

    Um episódio recente envolvendo Nossa Senhora Aparecida mostrou como esse debate pode ganhar força fora dos espaços religiosos. O caso veio à tona após surgirem, na semana passada, informações segundo as quais grupos evangélicos ligados à campanha de Flávio Bolsonaro defendiam a destituição de Nossa Senhora Aparecida do título de Padroeira do Brasil. O candidato do PL nega.

    Flávio Bolsonaro então acionou a Justiça Eleitoral com a alegação de que o fato era “inverídico” e trazia “discurso de ódio e imputação de crime”. Ele obteve uma liminar favorável do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determinou centenas de remoções de conteúdos na internet.

    No entanto, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou a decisão de Mendonça para liberar a postagem do humorista Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida. Mas, nessa terça-feira (29), uma terceira decisão, desta vez do ministro Luiz Fux, restabeleceu a suspensão das postagens sobre o caso.

    Nesta quarta-feira (30), o TSE começou a julgar se mantém a decisão do ministro André Mendonça que ordenou a retirada de postagens sobre Nossa Senhora Aparecida. Até o momento, somente o próprio Mendonça votou no julgamento, no sentido de manter a decisão pela derrubada das publicações. A sessão virtual está marcada para durar até as 23h59 desta quarta.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rodrigo Pacheco toma posse como ministro do TCU

    Rodrigo Pacheco toma posse como ministro do TCU

    O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco tomou posse nesta quarta-feira (30) no cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). A nomeação foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União de segunda-feira (28).

    O ex-senador ocupa a vaga aberta com a saída de Bruno Dantas, que deixou a corte de Contas para atuar na iniciativa privada. A indicação foi aprovada recentemente pelo Congresso Nacional.

    Nascido em Porto Velho, Rondônia, e criado em Minas Gerais, Rodrigo Pacheco tem 49 anos de idade, é advogado, foi deputado federal antes de ser eleito senador, em 2018. No Senado, presidiu a Casa em dois mandatos consecutivos.

    Nos últimos meses, o nome de Pacheco chegou a ser mencionado entre os possíveis indicados ao Supremo Tribunal Federal (STF). O senador também foi sondado para disputar o governo de Minas Gerais nas eleições de outubro, mas optou por não concorrer.

    O Tribunal de Contas da União é composto por nove ministros. Três são indicados pelo presidente da República e seis são escolhidos pelo Congresso Nacional. Os cargos são vitalícios, com aposentadoria compulsória aos 75 anos de idade.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Frente de prefeitos apresenta carta com propostas aos presidenciáveis

    Frente de prefeitos apresenta carta com propostas aos presidenciáveis

    A Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) cobrou dos candidatos à Presidência da República a construção de “uma nova relação federativa, com maior participação dos governos locais nas decisões nacionais”, em carta pública.

    No documento, publicado esta quarta-feira (30), a entidade avalia que os próximos quatro anos figuram como oportunidade de construir, e reúne o que chama de “necessidades e propostas” de governantes locais em temas como reforma tributária, pacto federativo, financiamento, segurança, saúde, transporte público e emergência climática.

    “O objetivo central do documento é reforçar a necessidade do cumprimento da Emenda Constitucional 128, que impede a imposição ou transferência de novas despesas aos municípios sem a previsão dos recursos necessários para seu custeio”, esclarece a frente em nota.

    O documento foi organizado em temas que elencam demandas consideradas urgentes pelos municípios, incluindo:

    •  revisão dos critérios de partilha do Fundo de Participação dos Municípios (FPM): segundo a FNP, o Índice de Financiamento e Equidade Municipal (Ifem) mostra que “o dinheiro está indo na contramão da população”. A entidade cita que, em 2025, 93 milhões de brasileiros viviam nas cidades com as piores receitas por habitante, enquanto 13 milhões estavam nos municípios com as melhores receitas;
    •  reforma tributária e financiamento das cidades: a FNP defende o acompanhamento permanente dos efeitos do novo sistema e a adoção de sistemas de aperfeiçoamento que assegurem a participação efetiva dos governantes locais nas decisões;
    •  recomposição da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS): dados apresentados na carta mostram que, em 2025, os municípios investiram R$ 64 bilhões além do mínimo constitucional exigido, “evidenciando o peso crescente dos governos locais no financiamento da saúde”;
    •  financiamento permanente do transporte público: a FNP defende a implementação efetiva do Marco Legal do Transporte Público e a participação permanente da União no financiamento do sistema;
    •  federalismo climático: a entidade também defende a revisão dos critérios de financiamento, fortalecimento das estruturas de prevenção e respostas a desastres e consolidação da agenda climática como política de Estado;
    •  segurança pública e enfrentamento ao feminicídio: o documento cobra a participação de municípios na governança do Fundo Nacional de Segurança Pública, inclusive na definição de critérios de distribuição de recursos, além de apoio técnico e financeiro da União para as redes municipais de prevenção e atendimento às mulheres.

    A carta destaca ainda que “sem os municípios, não há pacto federativo” e defende a participação de entidades nacionais de representação municipal nas instâncias federativas como imprescindível para a promoção do diálogo entre os diferentes níveis de governo.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (30)

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (30)

    A agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (30) inclui caminhadas, carreatas, panfletagens e encontros com apoiadores, além de entrevistas em rádio e podcast. Também estão previstas visitas a obras, plenárias com ativistas, assembleia de moradores, ato de encerramento de campanha e participação em evento transmitido pelas redes sociais.

    Ronaldo Caiado (PSD) 
    Participa de carreatas em quatro municípios de Goiás: Cidade de Goiás, Valparaíso de Goiás e Luziânia. 

    Rui Costa Pimenta (PCO) 
    Em Recife (PE), participa de ato de encerramento da campanha no Sinttel. 

    Samara Martins (UP) 
    Em Belo Horizonte (MG) participa de panfletagem no CETEF e de assembleia de moradores da ocupação Eliana Silva (Barreiro).

    Wilson Grassi (Democrata)
    Concede entrevista ao podcast Sevilla Cast.

    Augusto Cury (Avante)
    Participa de evento com transmissão ao vivo pelo Instagram. 

    Clariana Barão (DC)
    Concede entrevista para a Rádio Cultura de Cuiabá (MT). 

    Edmilson Costa (PCB)
    Faz panfletagem na Feira do Guará e terminal do metrô. Almoça com Max Maciel na Feira da Ceilândia. 

    Hertz Dias (PSTU)
    Em Belém (PA), visita obra da construção civil no bairro de Umarizal e participa de plenária com ativistas na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil. 

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    Participa de caminhada em Juiz de Fora (MG), com concentração no Viaduto Roza Cabinda, no Centro.

    Renan Santos (Missão)
    Participa de encontros com apoiadores em Duque de Caxias (RJ), Petrópolis (RJ) e Juiz de Fora (MG). 

    O candidato Flávio Bolsonaro (PL) não tem agenda pública de campanha nesta quarta-feira. 

    Os candidatos Leonardo Avalanche (PRTB) e Romeu Zema (Novo) não divulgaram a agenda pública de campanha até o momento desta publicação. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Novas tecnologias levam Justiça Eleitoral a reforçar regras de votação

    Novas tecnologias levam Justiça Eleitoral a reforçar regras de votação

    A rápida evolução de dispositivos eletrônicos tem levado a Justiça Eleitoral a atualizar orientações e procedimentos para garantir o sigilo do voto, um direito assegurado pela Constituição Federal. A preocupação é evitar que equipamentos capazes de registrar, transmitir ou divulgar informações sejam utilizados para revelar a escolha feita pelo eleitor dentro da cabine de votação.

    Embora a proibição de portar aparelhos eletrônicos na cabine não seja novidade, o avanço de tecnologias cada vez mais discretas e conectadas tem exigido adequações nas normas eleitorais. Nesse contexto, tribunais regionais eleitorais vêm detalhando procedimentos relativos a equipamentos que, há alguns anos, não faziam parte da rotina dos eleitores.

    Foi o que fez o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), ao publicar resolução que especifica a aplicação das regras para celulares, relógios inteligentes, óculos inteligentes, pulseiras conectadas, fones de ouvido, câmeras corporais, microcâmeras e até acessórios dotados de câmeras, microfones ou recursos de comunicação.

    Segundo o tribunal, a medida não cria uma nova proibição, mas adapta a regulamentação às transformações tecnológicas, detalhando como devem ser tratados equipamentos que podem comprometer o caráter secreto da votação.

    TSE

    Já o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adota uma abordagem mais ampla. Em suas normas e orientações ao eleitorado, a Corte estabelece a vedação ao ingresso na cabine de votação com celular, máquina fotográfica, filmadora ou qualquer equipamento capaz de comprometer o sigilo do voto.

    O foco, portanto, não é listar dispositivos específicos, mas impedir o uso de qualquer tecnologia que permita registrar, transmitir ou divulgar a escolha do eleitor.

    De acordo com o TSE, a regra busca assegurar que o voto permaneça secreto e impedir práticas como a compra de votos, em que o eleitor pode ser pressionado a apresentar alguma forma de comprovação da opção registrada na urna.

    O que o eleitor deve fazer

    O celular pode ser utilizado para apresentar o e-Título ou outro documento digital aceito pela Justiça Eleitoral durante a identificação na seção eleitoral.

    Após essa etapa, porém, o aparelho deve ser desligado e entregue à mesa receptora de votos, que ficará responsável por sua guarda até o fim da votação.

    O mesmo cuidado vale para outros equipamentos eletrônicos capazes de registrar, transmitir ou divulgar imagens, sons ou dados.

    O que não é permitido

    O eleitor não pode entrar na cabine de votação portando celular, câmera fotográfica, filmadora, relógio inteligente, óculos inteligentes ou qualquer outro equipamento que possa ser utilizado para registrar o voto.

    Também devem permanecer fora da cabine dispositivos conectados e acessórios equipados com câmeras, microfones ou recursos de comunicação.

    Quem se recusar a desligar e deixar o equipamento no local indicado não poderá votar enquanto persistir a recusa. A ocorrência pode ser registrada pelos mesários e, se necessário, a força policial poderá ser acionada.

    O que continua permitido

    As regras não impedem o uso de recursos de acessibilidade e de tecnologias assistivas por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Esses equipamentos podem ser utilizados normalmente, desde que não sirvam para registrar, transmitir ou divulgar o conteúdo do voto.

    Em caso de dúvida sobre determinado aparelho, a mesa receptora poderá solicitar esclarecimentos ao eleitor ou verificar as características externas do equipamento.

    Como se preparar para votar

    A orientação da Justiça Eleitoral é simples: levar apenas os documentos necessários e, se desejar, uma cola em papel com os números dos candidatos.

    Antes de entrar na cabine, o eleitor deve desligar o celular ou qualquer equipamento eletrônico que possa comprometer o sigilo do voto e deixá-lo sob a guarda da mesa receptora. Depois de concluir a votação, os pertences serão devolvidos.

    Com essas medidas, a Justiça Eleitoral busca garantir que o avanço tecnológico não comprometa um dos princípios centrais das eleições brasileiras: o voto livre, individual e secreto.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Veja como foi a terça-feira (29) dos presidenciáveis

    Veja como foi a terça-feira (29) dos presidenciáveis

    A agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (29) incluiu sabatina e entrevistas em veículos de comunicação, além de caminhadas, panfletagens e encontros com apoiadores. 

    >> Veja como foi o dia dos candidatos

    Renan Santos (Missão)
    O candidato Renan Santos participou de encontro com apoiadores em Brasília. 

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema participou de entrevistas para portais e rádios de Ipatinga (MG), e caminhou com apoiadores no centro centro da cidade. 

    Ronaldo Caiado (PSD)
    O candidato Ronaldo Caiado se reuniu com apoiadores em Goiânia e participou de um evento pelas ruas de Aparecida de Goiânia (GO).

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    O candidato Rui Costa Pimenta participou do programa Análise da Terça, transmitido pela Rádio Causa Operária. 

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins fez panfletagem em Niterói (RJ) e participou de caminhada no bairro da Tijuca, na capital fluminense.

    Wilson Grassi (Democrata)
    O candidato Wilson Grassi concedeu entrevistas para a Rádio Tocantins FM e para o Projeto Nosso Futuro.  

    Augusto Cury (Avante)
    O candidato Augusto Cury participou de gravação de sabatina na Rede TV, em Osasco (SP).

    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão participou de evento social na capital paulista. 

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato Edmilson Costa concedeu entrevista ao portal Metrópoles, em Brasília, e participou de roda de conversa sobre o programa de governo do PCB. 

    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro visitou uma academia de jiu-jitsu no bairro da Vila Olímpia, em São Paulo.

    Ele conversou com os alunos e apoiadores e defendeu apoio à prática do esporte.

    “Com as bolsas que permitam que as pessoas sejam profissionais, vivendo do esporte, possam estudar e ter condições também de viver só do esporte, treinarem para serem atletas de alto nível ou atletas amadores”, disse.

    Hertz Dias (PSTU)
    Em Belém, o candidato Hertz Dias fez caminhada e panfletagem.

    Hertz Dias defendeu a suspensão de iniciativas econômicas e exploratórias que impactam a Amazônia e os povos que vivem na região.

    “É preciso suspender todos os projetos que colocam em risco o meio ambiente e as comunidades amazônicas”, disse.  

    Leonardo Avalanche (PRTB)
    O candidato não divulgou agenda pública de campanha

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    O candidato Luiz Inácio Lula da Silva participou de um comício em Fortaleza. Ele reiterou a intenção de acabar com a escala de trabalho 6×1.

    “Se preparem porque vamos acabar com a escala 6×1, para que vocês tenham dois dias de descanso”, disse Lula. O projeto instituindo a jornada de trabalho 5×2 aguarda votação no plenário do Senado.

    Lula também afirmou que respeita todas as religiões. “Respeito a católica, a evangélica, a religião de matriz africana. Eu respeito até os ateus. Mas enquanto eu for presidente da República, Nossa Senhora Aparecida será a padroeira do Brasil”.

    À noite, ele esteve em um ato de campanha em Salvador. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    * Colaboraram Luciano Nascimento (São Luís), Marcelo Brandão (Brasília), Rafael Cardoso (Rio de Janeiro) e redação de São Paulo.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (29) 

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (29) 

    A agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (29) inclui sabatina e entrevistas em veículos de comunicação, além de caminhadas, panfletagens e encontros com apoiadores. 

    Também estão previstas participação em roda de conversa e atividades em diferentes regiões do país.

    Renan Santos (Missão)
    Participa de encontro com apoiadores em Brasília (DF). 

    Romeu Zema (Novo)
    Em Ipatinga (MG), concede entrevistas para o portal Plox e para a rádio 98.1. Também participa de almoço e caminhada com apoiadores no centro da cidade. 

    Ronaldo Caiado  (PSD)
    Participa de evento em palanque móvel pelas ruas de Aparecida de Goiânia (GO) e de Goiânia (GO). À noite, se reúne com apoiadores em Goiânia (GO)

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    Às 13h, participa do programa Análise da Terça, transmitido pela Rádio Causa Operária. 

    Samara Martins (UP)
    Às 11h, faz panfletagem em Niterói (RJ). Às 16h30, participa de caminhada na Tijuca (RJ). Às 19h, faz comício na Praça Saens Peña, na Tijuca (RJ).

    Wilson Grassi (Democrata)
    Concede entrevistas para a Rádio Tocantins FM e para o Projeto Nosso Futuro.  

    Augusto Cury (Avante)
    Participa da sabatina da RedeTV!, em Osasco (SP). 

    Clariana Barão (DC)
    Participa de evento social em São Paulo (SP). 

    Edmilson Costa (PCB)
    Participa de roda de conversa para apresentação do programa anticapitalista e anti-imperialista do PCB à presidência do Brasil, em Taguatinga (DF). 

    Flávio Bolsonaro (PL)
    Às 15h, tem encontro com faixas-pretas na Alliance Jiu Jitsu, Vila Olímpia, em São Paulo.

    Hertz Dias (PSTU)
    Em Belém (PA), faz caminhada e panfletagens na avenida Presidente Vargas e na UFPA. Participa de almoço no mercado Ver-o-Peso. 

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    Participa da caminhada Brasil Pronto pra Mais em Salvador (BA), no Circuito Ondina-Barra. 

    O candidato Leonardo Avalanche (PRTB) não divulgou agenda pública de campanha até o momento desta publicação. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • CNBB nega envolvimento em polêmica sobre santa católica

    CNBB nega envolvimento em polêmica sobre santa católica

    A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma nota na qual nega ter produzido, autorizado ou participado da elaboração ou divulgação de informações falsas relacionadas ao atual processo eleitoral.

    A declaração veio a público após o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, ter acusado “gente de dentro da CNBB” de ter ajudado na divulgação de que, se eleito, retiraria de Nossa Senhora da Aparecida o título de padroeira do Brasil.

    “A maior fake news da campanha foi essa sobre Nossa Senhora Aparecida. Nunca existiu movimento para tirar dela o título de padroeira do Brasil”, disse o candidato. “O PT já estava havia alguns dias tentando levantar essa fake news. Conseguiu com a ajuda de gente dentro da CNBB”, acrescentou.

    A nota da CNBB informou que a entidade “repudia a produção e a utilização de informações falsas, independentemente de sua origem ou de quem possam beneficiar ou prejudicar”, e que não integra qualquer estrutura político-partidária, de partido ou candidatura.

    Na sequência, informou que suas manifestações sobre as eleições “decorrem de sua missão pastoral e de princípios públicos expressos em seus documentos, orientados pela dignidade humana, pelo bem comum, pela democracia e pela liberdade de consciência”.

    Após tomar ciência da nota da entidade, Flávio Bolsonaro se manifestou novamente, agradecendo a CNBB por “confirmar que essa é uma grande fake news que foi potencializada pelo PT”.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original