Categoria: Política

  • Veja como foi o último dia de campanha dos candidatos a presidente

    Veja como foi o último dia de campanha dos candidatos a presidente

    No último dia de campanha antes do 1º turno, marcado para este domingo (4), os candidatos à Presidência realizaram caminhadas, carreatas e se reuniram com apoiadores. 

     

    Samara Martins (UP)

    A candidata realizou uma caminhada no bairro do Alecrim, em Natal. Após a atividade, fez um balanço da campanha e voltou a destacar propostas da legenda relacionadas à renda, à dívida pública, à saúde e à educação. A candidata também ressaltou os diálogos mantidos com eleitores em diferentes regiões do país ao longo da campanha. 

    Augusto Cury (Avante)

    O candidato esteve em Colina (SP) na manhã deste sábado, onde participou de uma caminhada ao lado de apoiadores. O evento foi o único compromisso público divulgado pela campanha para o último dia antes da votação. Após a atividade, o candidato seguiu para Ribeirão Preto. 

    Flávio Bolsonaro (PL)

    O candidato Flávio Bolsonaro participou pela manhã de uma moto-carreata entre Santa Bárbara d’Oeste e Americana, no interior paulista. 

    Durante o evento, Flávio posou para fotos segurando um cartaz com a imagem de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado.

    Ao final do evento, ele agradeceu o apoio recebido durante a campanha e afirmou estar confiante no resultado das urnas.

    “Eu tenho a convicção também que tem tudo pra que a gente ganhe essa eleição já no 1º turno”, disse o senador chamando seus apoiadores para irem às urnas no domingo.

    O candidato aproveitou o ato para criticar o STF dizendo que a Corte “tem de que deixar de ser uma delegacia de polícia”. 

    Hertz Dias (PSTU)

    Hertz Dias realizou pela manhã uma reunião virtual com apoiadores de diferentes regiões do país. Para o fim da tarde, participou do ato Pane no Sistema, promovido na sede do Sindicato dos Metroviários, em São Paulo. 

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, realizou a caminhada “Brasil Pronto pra Mais” nas ruas do centro de São Paulo. Em seu discurso, destacou temas como fim da escala 6×1, combate às bets e políticas de educação.

    Lula referiu-se à eleição presidencial deste ano como uma oposição entre a democracia e a barbárie. “Nós estamos a poucas horas de fazer possivelmente o maior gesto da revolução democrática desse país”, disse.

    “De um lado, está a democracia, aqueles que defendem os direitos humanos, a educação, uma forte política de mobilidade urbana, aqueles que defendem a ciência e tecnologia e a soberania”, ressaltou Lula.

    “Do outro lado, está a barbárie, aqueles que são contra a cultura, que acabaram com o Ministério da Indústria e Comércio, Ministério do Trabalho, Ministério da Igualdade Racial, Ministério dos Direitos Humanos e Ministério das Mulheres”, acrescentou. 

    O presidente afirmou que manterá sua luta pelo povo brasileiro. “É o povo brasileiro que vai derrotar a extrema-direita, os fascistas e os negacionistas.”

    Lula aproveitou o ato para convocar pessoas maiores de 70 anos, para quem o voto é facultativo, a irem às urnas neste domingo.

    Renan Santos (Missão)

    Renan Santos participou ao meio-dia de uma etapa do Tour Futuro Glorioso em Santos (SP). À tarde, seguiu para São Paulo, onde participou de caminhada com apoiadores entre a Praça da Liberdade e o Largo São Francisco. 

    Ronaldo Caiado (PSD)

    O candidato cumpriu agenda pela manhã em Goiânia, com caminhada e carreata na região noroeste da cidade. Durante as atividades, voltou a defender propostas voltadas à agricultura familiar, à segurança pública e à saúde. 

    Rui Costa Pimenta (PCO)

    Participou neste sábado do programa Análise Política da Semana, transmitido pela Causa Operária TV. Durante a transmissão, comentou temas políticos e eleitorais na véspera do primeiro turno. 

    Os candidatos Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB) e Romeu Zema (Novo) não tiveram compromissos públicos neste sábado. 

     

    *Colaboraram Camila Boehm (de São Paulo) e Pedro Peduzzi 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Saiba quais situações permitem acompanhante na cabine de votação

    Saiba quais situações permitem acompanhante na cabine de votação

    Pais acompanhados de crianças devem ficar atentos no dia da votação. A legislação eleitoral permite que os pequenos sejam acompanhantes na hora da votação. No entanto, dentro da cabine, quem deve digitar os números na urna é o eleitor.

    Além de não poder interferir na votação, a criança também não pode comprometer o sigilo do voto. 

    Já os eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida têm direito garantido a acompanhamento no momento da votação e ao uso de recursos de acessibilidade na urna eletrônica. Nesse caso, as normas estabelecidas pela justiça eleitoral (resolução TSE nº 23.751/2026, art. 140) dão a permissão para que o cidadão entre na cabine de votação acompanhado por uma pessoa de sua escolha, independentemente do tipo ou da causa da limitação.

    O auxílio ao eleitor não exige cadastro ou requerimento prévio junto ao juiz eleitoral.

    Cabe ao presidente da mesa receptora, na seção eleitoral, avaliar se é imprescindível a necessidade da ajuda e autorizar o ingresso do acompanhante na cabine, juntamente com o eleitor.

    A pessoa indicada pode, inclusive, digitar os números dos candidatos na urna sob a orientação do eleitor.

    Regras para o acompanhante

    Para atuar como auxiliar, a pessoa indicada deve apresentar documento de identificação aos mesários.

    A legislação proíbe que o acompanhante esteja a serviço da justiça eleitoral, de partidos políticos, de federações ou de coligações.

    Além disso, todos os atendimentos desse tipo devem ser devidamente registrados na ata da seção, contendo o nome completo e o número do documento de quem prestou o auxílio.

    Acessibilidade

    O protocolo de votação dispõe de recursos específicos de acessibilidade e de tecnologias de assistência que viabilizem o exercício do voto ao eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida.

    Seguem algumas normas para o eleitor com deficiência visual.

    • é permitido usar o alfabeto comum ou do sistema Braille para assinar a lista do caderno de votação;
    • receber do mesário orientação sobre o uso do sistema de áudio disponível na urna, com fone de ouvido descartável, de uso individual, fornecido pela justiça eleitoral;
    • receber orientação sobre o uso da marca de identificação da tecla 5 do teclado numérico da urna, que possui um ponto ou relevo tátil no centro para servir como ponto de referência espacial;
    • ingressar e permanecer na seção eleitoral acompanhada(o) de cão-guia durante todo o procedimento de votação.

    Por fim, uma pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida pode atualizar seu cadastro na justiça eleitoral no próprio dia da eleição. Basta preencher, datar e assinar o Formulário para Identificação de Eleitora e Eleitor com Deficiência para ser encaminhado ao cartório eleitoral do município ou do Distrito Federal pelos integrantes da sala de votação.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Tribunais distribuem urnas e preparam sessões para eleição

    Tribunais distribuem urnas e preparam sessões para eleição

    Os tribunais regionais eleitorais de todo o país realizam neste sábado (03), véspera do primeiro turno da eleição, os últimos procedimentos para o pleito. 

    Mais de 560 mil urnas eletrônicas estão sendo levadas aos locais de votação, onde serão posicionadas, preparadas e mantidas sob guarda policial, até o início da votação. Desse total, cerca de 499 mil são necessárias para a votação, e outras quase 65 mil ficarão reservadas para substituir equipamentos em caso de necessidade.

    Considerando o tamanho da operação, os tribunais fazem parcerias com outras instituições públicas. No Rio de Janeiro, por exemplo, parte das urnas foi levada até os locais de votação em ônibus escolares, e profissionais da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) foram escalados para ajudar nesse transporte. 

    Dentro de cada local, servidores da justiça eleitoral e voluntários convocados também estão atuando na preparação das sessões, organizando os espaços de movimentação dos eleitores e afixionando materiais informativos. 

    Segurança

    Assim como foi realizado pelo Tribunal Superior Eleitoral, nos estados também ocorreram as cerimônias de emissão da zerésima do Sistema de Gerenciamento da Totalização. O procedimento comprova que nenhum voto foi previamente registrado no banco de dados de totalização dos resultados. 

    Além disso, antes do início da votação, os voluntários que trabalharão nas sessões deverão emitir a zerézima de cada urna, atestando que os equipamentos também não têm nenhum voto registrado. Com isso, a justiça eleitoral pretende comprovar que o resultado apurado após o pleito realmente corresponde aos votos depositados pelos eleitores. 

    Conforme destacou o presidente do TRE-RJ, desembargador Claudio de Mello Tavares, os procedimentos deste sábado oferecem “mais uma prova pública e verificável de que o voto de cada cidadão será recebido, registrado e contado exatamente como foi manifestado”

    “A eleição não começa quando o eleitor aperta a tecla “Confirma”. Ela começa muito antes, na preparação dos sistemas, na carga e na lacração das urnas, na fiscalização permanente dos partidos e das instituições”, acrescentou. 

    Os tribunais também sortearam as urnas que serão auditadas neste domingo, em mais uma etapa de confirmação da segurança da urna eletrônica. Parte dos equipamentos sorteados passará por testes de autenticidade, em que juízes eleitorais vão verificar, nas próprias sessões, se os programas instalados são os mesmos que foram desenvolvidos, lacrados e assinados digitalmente pelo TSE.  

    Outra parte será auditada quanto à sua integridade. As urnas sorteadas serão recolhidas das sessões antes do início da votação e levadas a locais seguros e acessíveis à população, a exemplo do Tribunal de Justiça e da sede da Fundação Getúlio Vargas, no caso do Rio de Janeiro. 

    Nesses locais, fiscais serão convidados a depositar votos escritos em papel em uma urna comum, e os mesmos votos na urna eletrônica. Depois, o resultado dos dois métodos será comparado. “O que se demonstrará é simples e decisivo: a urna registra fielmente aquilo que nela se digita”, garantiu o presidente do TRE-RJ.

    “O tribunal tem plena confiança no sistema eletrônico de votação e essa confiança decorre do alto grau de auditabilidade de todo o processo, que pode ser verificado antes, durante e depois da votação”, conclui o desembargador. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Eleições 2026: boca de urna é crime; saiba o que é proibido

    Eleições 2026: boca de urna é crime; saiba o que é proibido

    Com a aproximação do primeiro turno das Eleições de 2026, a população deve lembrar que, no dia da votação, alguns comportamentos como pedir votos, distribuir propaganda ou abordar eleitores para influenciar a escolha são proibidos. Essas práticas podem caracterizar o crime de boca de urna.  

    O que é a boca de urna? 

    A boca de urna ocorre quando há tentativa de convencer o eleitorado a votar em determinado candidato, partido, federação ou coligação no dia da eleição.  

    O que não pode: 

    • distribuição de santinhos; 
    • pedidos de voto; 
    • formação de grupos organizados para promover candidaturas; 
    • comícios e carreatas,  
    • uso de alto-falantes e outras formas de propaganda eleitoral.  

    Até o encerramento da votação, a legislação proíbe a aglomeração de pessoas com vestuário padronizado ou portando instrumentos de propaganda, quando isso caracterizar manifestação coletiva.  

    A manifestação individual e silenciosa do eleitor sobre a sua preferência política é liberada.

    Ou seja: é permitido votar com itens como bandeiras, broches e adesivos, desde que não haja manifestação coletiva.  

    E nas redes sociais? 

    No ambiente digital, a lei considera crime a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos no dia da eleição, por parte dos candidatos. Conteúdos publicados anteriormente, no entanto, podem permanecer disponíveis. 

    Qual é a punição? 

    Quem for pego fazendo boca de urna pode ser punido com detenção de 6 meses a 1 ano, com a possibilidade de substituição pela prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, além de pagamento de multa.  

    Como denunciar? 

    As irregularidades relacionadas à propaganda eleitoral podem ser comunicadas pelo Pardal, aplicativo da Justiça Eleitoral. A ferramenta permite o envio de denúncias pelo celular, com informação sobre o local, fotos, vídeos e áudios que ajudem na análise da ocorrência. 

    O aplicativo está disponível gratuitamente nas lojas Google Play e App Store.  

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • TSE faz teste final de sistemas e emite zerézima

    TSE faz teste final de sistemas e emite zerézima

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez neste sábado (3), véspera do primeiro turno das Eleições 2026, um teste que confirmou a integridade e autenticidade dos sistemas eleitorais.

    Durante cerimônia na sede da corte em Brasília, foi também emitida a chamada Zerézima, procedimento que garante a transparência e a segurança dos processos de votação ao comprovar que não há votos registrados para nenhum candidato antes do início da votação.

    Essas verificações dos sistemas que serão usados para receber e totalizar os votos em todo o país têm, como objetivo, confirmar que os programas em uso são os mesmos que foram assinados digitalmente e lacrados pela Justiça Eleitoral.

    Procedimentos semelhantes são feitos em seções eleitorais antes da abertura da votação, quando é emitido um relatório que atesta que a urna eletrônica está apta a receber votos e não possui nenhum registro anterior.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Eleições: propaganda eleitoral nas ruas termina às 22h deste sábado

    Eleições: propaganda eleitoral nas ruas termina às 22h deste sábado

    A propaganda eleitoral nas ruas terminará às 22h deste sábado (3), no horário de Brasília, véspera do 1º turno das eleições gerais de 2026.

    De acordo com o calendário eleitoral, este é o último dia de campanha eleitoral para distribuição de material gráfico (como santinhos e adesivos), para realização de passeatas, carreatas e circulação de carros de som e uso de alto-falantes e amplificadores de som, com jingles e mensagens de campanha. 

    Ainda é vedada a publicação de novos conteúdos ou impulsionamento de conteúdos nas plataformas de internet. 

    Na última quinta-feira (1º), teve fim a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão para o primeiro dia do pleito. 

    As regras estão previstas na Lei das Eleições e na resolução do Tribunal Superior Eleitoral que disciplina a propaganda eleitoral e tem o objetivo de assegurar tranquilidade ao eleitorado antes da votação.

    Manifestação individual e proibições

    Neste domingo (4), eleitores e candidatos podem manifestar preferência política de forma individual e silenciosa, como com o uso de camisetas, broches, adesivos e bandeiras. 

    Porém, não é permitido promover aglomerações, abordar eleitores, distribuir material de campanha ou usar veículos para divulgar candidaturas no dia da eleição.

    A boca de urna é crime eleitoral caracterizado pela tentativa de convencer, influenciar ou arregimentar eleitores a votar ou deixar de votar em determinada candidatura ou partido no dia do pleito. 

    Quem praticar a infração está sujeito a detenção de seis meses a um ano, que pode ser substituída por prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, além de multa de R$ 5.320,50 a R$ 15.961,50.

    A punição pode alcançar qualquer outra pessoa que pratique a conduta, inclusive, cabos eleitorais, representantes de partidos e federações, eleitores e candidatos.

    No momento de votar, é proibido também o cidadão fazer uso de celular, de óculos com câmera integrada ou qualquer equipamento eletrônico na cabine de votação. O celular pode ser usado apenas antes, para a identificação do eleitor por meio do aplicativo e-Título (desde que mostre a foto do eleitor) ou pela apresentação de outros documentos oficiais em formato digital, exibidos em seus respectivos aplicativos oficiais. Após a conferência dos dados pelos mesários, o aparelho deve ser deixado no local indicado pela mesa receptora e será devolvido após a votação ser concluída.

    Primeiro turno

    No primeiro turno das Eleições 2026, eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais e deputados distritais. Para os cargos de presidente da República e governador, poderá haver segundo turno caso nenhuma candidatura obtenha mais da metade dos votos válidos (excluídos os votos em branco e os nulos).

    Nas localidades onde houver segundo turno, a votação ocorrerá em 25 de outubro. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • E-Título: saiba como votar usando o aplicativo do TSE

    E-Título: saiba como votar usando o aplicativo do TSE

    Para exercer o direito ao voto neste domingo (4), os eleitores poderão utilizar o e-Título, a versão digital do título de eleitor. O app pode ser utilizado desde que ele contenha a foto do eleitor.  

    Apesar do uso não ser obrigatório, o aplicativo facilita o acesso às informações mais importantes no dia da votação. 

    Baixe o e-Título para iOS

    Baixe o e-Título para Android 

    Identificação 

    Para comprovar a identidade do eleitor, os mesários deverão conferir documentos oficiais com foto (físicos ou digitais). O e-Título, desde que tenha a foto do eleitor, pode ser utilizado nesta identificação.  

    Como baixar o e-Título? 

    Para baixar o e-Título, é necessário acessar a AppStore ou Google Play Store e fazer o download gratuito. É importante verificar se o app aparece como “e-Título – Justiça Eleitoral Brasileira”.

    Com o aplicativo aberto é preciso preencher os dados: nome completo, data de nascimento, CPF ou Título de Eleitor, e nome dos pais. Após isso, o eleitor deverá responder às perguntas de segurança exibidas na tela e criar uma senha. 

    Os dados informados devem ser exatamente iguais aos do último atendimento na Justiça Eleitoral. Se houver divergência, o aplicativo não validará o documento. O e-Titulo poderá ainda solicitar o reconhecimento facial, feito por meio da câmera do aparelho celular. 

    Funcionalidades 

    Além de servir como documento de identificação, no aplicativo é possível consultar informações relevantes como o local de votação, além de emitir certidões eleitorais e justificar a ausência às urnas. 

    É possível votar sem o título de eleitor? 

    Sim. Qualquer documento oficial com foto, físico ou digital, será aceito para identificação. 

    São aceitos como documento de identificação, além do e-Título, inclusive em formato digital: 

    • carteira de identidade;
    • identidade social;
    • passaporte;
    • carteira de categoria profissional reconhecida por lei;
    • certificado de reservista;
    • carteira de trabalho física;
    • Carteira Nacional de Habilitação (CNH). 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Idosos votam primeiro: conheça outros eleitores com prioridade

    Idosos votam primeiro: conheça outros eleitores com prioridade

    Neste domingo (4), os 158,7 mil eleitores que comparecerão às urnas deverão votar em cinco cargos em disputa no primeiro turno – deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República. Caso haja fila nas seções de votação, a legislação estabelece públicos prioritários que podem votar antes dos demais. 

    Idosos 80+

    A prioridade absoluta, ou seja, aqueles que passam na frente de qualquer pessoa na fila, são os eleitores com mais de 80 anos. Independentemente do horário de chegada, ele deve passar na frente dos demais e essa prioridade é estendida ao acompanhante do eleitor prioritário. 

    Outros públicos também têm prioridade na fila. Confira a lista: 

    • idosos (60+); 
    • pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; 
    • enfermos; 
    • autistas; 
    • obesos; 
    • gestantes; 
    • lactantes; 
    • pessoas com crianças de colo; 
    • doadores de sangue. 

    Profissionais envolvidos na organização do pleito também terão prioridade. São eles: 

    • candidatas e candidatos; 
    •  juízes eleitorais e seus auxiliares; 
    • servidores da Justiça Eleitoral; 
    • promotores eleitorais; 
    • militares/agentes de segurança em serviço.  

    Leia também: 

    >>> Conheça os direitos das pessoas com deficiência no dia das eleições 

    >>> Nem SP, nem Rio: saiba seção que reúne mais eleitores brasileiros

    >>> Saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Eleição no Rio terá monitoramento conjunto de forças de segurança

    Eleição no Rio terá monitoramento conjunto de forças de segurança

    O governo do estado do Rio de Janeiro montou um quartel-general no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, zona central da cidade, onde serão monitoradas e coordenadas as ações de segurança pública durante o primeiro turno das eleições, neste domingo (4). 

    Desde a manhã deste sábado (3) até a noite de domingo, integrantes de órgãos de segurança pública dos governos federal e estadual acompanharão o desenvolvimento do pleito, incluindo as vias públicas e os locais de votação.

    A partir do Gabinete de Gestão de Crise do CICC, os gestores de segurança poderão contar com um esquema tecnológico com mais de 50 mil câmeras, muitas com dispositivo de reconhecimento facial e leitura de placas. Esses equipamentos estão espalhados por todo o estado para transmitir imagens em tempo real para a central de monitoramento.

    “Os ‘olhos’ da segurança pública estarão espalhados por toda a parte. São 33.900 câmeras do Sistema 190 Integrado, composto por equipamentos disponibilizados por instituições públicas e privadas e 15.300 câmeras corporais acopladas aos uniformes dos policiais militares”, informou, em nota, o governo do estado, acrescentando que há ainda 1.544 câmeras em viaturas da Polícia Militar.

    As decisões em conjunto com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) serão com representantes do comando das forças de segurança do estado, como as polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros e Gabinete de Segurança Institucional, além do Exército, polícias Federal e Rodoviária Federal, Correios e Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

    Estarão presentes no CICC, a cúpula da Polícia Militar e os oficiais dos quatro Comandos de Policiamento de Área (CPA) da região metropolitana; do Comando de Policiamento Especializado e do Comando de Polícia de Proximidade. 

    “A presença dos comandantes intermediários será fundamental para acionar com mais agilidade as unidades operacionais”, explicou o governo do estado.

    De acordo com o governo, o planejamento de segurança das eleições foi articulado com o TRE para assegurar tranquilidade aos eleitores. 

    Em cada uma das 165 zonas eleitorais, sendo 49 na capital e 116 nos demais municípios, haverá um oficial da Polícia Militar atuando ao lado do juiz eleitoral responsável.

    Esse contato permanente com o juiz, conforme o governo estadual, “permitirá que o comando das ações de segurança seja informado com antecedência de qualquer fato que possa afetar a rotina da votação”.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • TRE-RJ alerta eleitores sobre alteração no local de votação

    TRE-RJ alerta eleitores sobre alteração no local de votação

    O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) não enviará quaisquer avisos pessoais ao eleitorado do estado sobre as mudanças do local de votação. Por isso, recomendou que os eleitores verifiquem, previamente, se o local foi alterado. Conforme o órgão, a consulta deve ser feita no site oficial do TRE-RJ informando o número do CPF ou do Título de Eleitor, a data de nascimento e o nome da mãe. 

    As mudanças foram determinadas com o objetivo de retirar as seções eleitorais de áreas consideradas de alto risco ou dominadas pelo crime organizado. Os novos locais estão fora de territórios controlados por facções, tráfico ou milícias, longe de áreas de confronto e o mais próximo possível dos endereços originais.

    No Rio de Janeiro, a Justiça Eleitoral mudou 277 locais de votação em relação à eleição de 2024. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), a medida impacta cerca de 670 mil eleitores fluminenses.

    “Consultar o local de votação é essencial para que o eleitor possa se planejar para exercer da melhor maneira o direito ao voto. Essa verificação pode ser feita de modo muito simples e rápido”, disse o presidente do TRE-RJ, o desembargador Claudio de Mello Tavares, em nota divulgada no site do Tribunal.

    A medida atinge eleitores de Rio de Janeiro, Araruama, Bom Jesus do Itabapoana, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Itaboraí, Itaguaí, Itaperuna, Japeri, Macaé, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Pinheiral, Resende, Rio Bonito, Rio das Ostras, São Gonçalo, São João de Meriti e Volta Redonda. São dez municípios a mais em relação às Eleições de 2024.

    “Em função do volume de alterações, o TRE-RJ recomenda que todos os eleitores, destas 20 e das demais cidades, façam uma consulta para saber se houve alguma mudança em seu local de votação”, reforçou o Tribunal.

    A consulta também pode ser feita por meio do aplicativo e-Título ou pelo WhatsApp do TRE-RJ no telefone (21) 3436-9000, cujo autoatendimento funciona 24 horas.

    Nas Eleições 2026 cada eleitor votará em seis candidatos: deputado(a) federal, deputado(a) estadual, primeira vaga de senador(a), segunda vaga de senador(a), governador e presidente. A recomendação do presidente do TRE-RJ é que todos saiam de casa com os números anotados em papel, utilizando uma “cola”.

    “Embora seja permitido o uso do celular para a identificação do eleitor biometrizado, por meio do e-Título, não é possível entrar com o aparelho na cabine de votação. Ele deve ser deixado com o mesário e retirado após o eleitor votar. Portanto, nossa recomendação é que cada um leve uma cola, um lembrete com os números de seus candidatos anotados”, indicou o desembargador Claudio Mello.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original