Categoria: Política

  • Votos para o Senado exigem atenção redobrada do eleitor

    Votos para o Senado exigem atenção redobrada do eleitor

    Há um voto que precisa de especial atenção dos eleitores: o voto para senador.

    Diferentemente dos demais cargos, será necessário votar duas vezes. Além disso, não será possível optar pelo voto de legenda, no qual se digita apenas o número do partido.

    >> Saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação.

    E as peculiaridades do cargo vão além do voto. Apesar de o Senado compor o Poder Legislativo federal, ao lado da Câmara dos Deputados, os senadores eleitos terão mandato de oito anos, enquanto o dos deputados federais é de quatro anos.

    Há diferenças também de atribuições, uma vez que o Senado representa as unidades federativas, os estados e o Distrito Federal, enquanto a Câmara dos Deputados representa a população.

    >> Saiba como baixar o e-Título para votar.

    Não há voto de legenda para o Senado

    A eleição para o Senado é majoritária, o que não permite o voto de legenda ─ uma possibilidade nas eleições proporcionais, que é o caso das disputas para deputado federal, estadual e distrital.

    O voto no sistema majoritário é obrigatoriamente nominal, registrado diretamente no número do candidato. Serão eleitos os dois candidatos mais votados, sem quociente eleitoral, distribuição de vagas por partido nem segundo turno.

    Portanto, se o eleitor digitar apenas o número do partido, o voto será nulo para senador.

    >> Lei Seca: confira onde haverá restrição a bebidas nas eleições 2026.

    Voto duplo

    Neste ano, estarão em disputa 54 das 81 cadeiras do Senado, o equivalente a dois terços da composição da Casa.

    A renovação ocorre de forma alternada: em uma eleição é renovado um terço das vagas e, na seguinte, dois terços. Cada unidade da Federação tem, portanto, três representantes – independentemente do número de habitantes.

    Na urna eletrônica, a votação para o Senado será em duas etapas. O eleitor registrará um voto para a primeira vaga e outro para a segunda.

    A Justiça Eleitoral esclarece que os votos devem ser destinados a candidatos diferentes.

    Caso o mesmo número seja digitado duas vezes, apenas o primeiro voto será considerado válido. O segundo será anulado.

    >> Conheça os direitos das pessoas com deficiência no dia das eleições.

    Como votar para senador

    A Justiça Eleitoral orienta que o eleitor:

    1. Digite o número de três dígitos do primeiro candidato.
    2. Confirme o voto.
    3. Digite o número de três dígitos de um segundo candidato.
    4. Confirme novamente.

    O eleitor deve sempre conferir os números de todos os candidatos escolhidos.

    Atribuições

    Os senadores exercem funções legislativas e de fiscalização, além de competências exclusivas previstas na Constituição. Entre suas atribuições estão:

    • Elaborar e votar leis federais;
    • Analisar e, se for o caso, revisar projetos aprovados pela Câmara dos Deputados;
    • Fiscalizar a atuação do governo federal;
    • Discutir e votar matérias orçamentárias;
    • Aprovar autoridades indicadas pelo presidente da República, como ministros do STF, dirigentes do Banco Central, procurador-geral da República;
    • Processar e julgar autoridades em casos previstos pela Constituição, como nos processos de impeachment;

    Suplentes

    Cada candidatura ao Senado é formada por um titular e dois suplentes. Na tela da urna eletrônica, aparecerão nomes e fotografias do candidato e de seus dois suplentes.

    Os suplentes poderão assumir o mandato em situações previstas em lei, como afastamentos temporários, renúncia, morte ou perda do mandato do titular. São eles os que assumem o cargo quando, por exemplo, um senador assume o cargo de ministro.

    A relevância, portanto, do papel exercido pelos suplentes tem levado a Justiça Eleitoral a ressaltar a importância de o eleitor conhecer também quem são os suplentes de seu candidato.

    Voto consciente

    A Justiça Eleitoral destaca a necessidade de o eleitor conhecer os candidatos e seus números antes de ir à urna.

    Como os senadores participam da elaboração das leis federais, da fiscalização do governo e de decisões relevantes para o funcionamento das instituições, a escolha influencia diretamente a representação do estado no Congresso Nacional pelos próximos oito anos.

    Curiosidades

    • O Senado tem renovação parcial de suas cadeiras a cada eleição;
    • Todos os estados têm três senadores, independentemente da população;
    • O mandato de senador dura oito anos;
    • Ao votar em um candidato ao Senado, o eleitor também vota automaticamente na chapa composta pelo titular e dois suplentes;
    • Em eleições com duas vagas em disputa, pode ocorrer o chamado voto incompleto, quando o eleitor vota em apenas um candidato ao Senado

    O que é o Senado Federal?

    O Senado Federal é uma das duas casas que compõem o Congresso Nacional, ao lado da Câmara dos Deputados.

    Enquanto a Câmara representa a população, o Senado representa os estados e o Distrito Federal. Cada unidade da Federação tem exatamente três senadores, independentemente de sua população.

    Diferenças entre os Três Poderes

    O artigo 2º da Constituição de 1988 define que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si. 

    • Legislativo – É exercido pelo Congresso Nacional, formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Sua principal função é elaborar leis e fiscalizar os atos do Poder Executivo.
    • Executivo – É responsável por governar e administrar o país. No âmbito federal, é chefiado pelo presidente da República. Entre suas funções, estão executar políticas públicas, administrar recursos e sancionar ou vetar leis aprovadas pelo Congresso.
    • Judiciário – Tem a função de aplicar a Constituição e as leis, resolvendo conflitos e garantindo sua observância. A Justiça Eleitoral integra esse Poder.

    Tira-dúvidas

    Posso votar duas vezes no mesmo candidato?

    Não. Se o eleitor repetir o mesmo número, apenas o primeiro voto será válido. O segundo será automaticamente anulado pela urna eletrônica.

    É possível votar apenas no partido?

    Não. Para senador não existe voto de legenda. O voto é necessariamente nominal, ou seja, dado diretamente ao candidato. Digitar apenas o número do partido resultará em voto nulo.

    Como os eleitos são definidos?

    A eleição para o Senado segue o sistema majoritário. Em 2026, serão eleitos os dois candidatos mais votados de cada estado e do Distrito Federal. Não há cálculo de quociente eleitoral, distribuição de vagas por partido nem segundo turno.

    Por que haverá dois votos para senador em 2026?

    A renovação do Senado ocorre de forma alternada. Como cada estado possui três senadores e o mandato é de oito anos, não há renovação total da Casa a cada eleição.

    Em uma eleição, são renovadas 27 cadeiras (um terço do Senado). Na eleição seguinte, são renovadas 54 cadeiras (dois terços).

    Em 2026, estarão em disputa duas vagas por estado e pelo Distrito Federal, totalizando 54 vagas. Por isso, cada eleitor terá direito a dois votos para senador.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira a agenda dos presidenciáveis neste sábado (3)

    Confira a agenda dos presidenciáveis neste sábado (3)

    No último dia antes do primeiro turno das Eleições 2026, a agenda dos presidenciáveis neste sábado (3) inclui caminhadas e atos de campanha em diferentes cidades.

    Também estão previstos encontros com apoiadores, com atividades concentradas principalmente em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Goiás.

    Augusto Cury (Avante)
    Às 10h30, participa da Caminhada pela Pacificação, no centro da cidade de Colina (SP). 

    Flávio Bolsonaro (PL)
    Participa, pela manhã, de moto-carreata entre os municípios paulistas de Santa Bárbara D’Oeste e Americana, pela Rodovia SP-304. Às 15h, tem moto-carreata no Rio de Janeiro, entre os bairros de Campo Grande e Bangu.

    Hertz Dias (PSTU)
    Tem reunião on-line com apoiadores de todo o país, às 10h. Às 16h, participará do ato Pane no Sistema, na sede do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na capital paulista.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    A partir das 10h, participa da caminhada Brasil Pronto pra Mais, em São Paulo.

    Renan Santos (Missão)
    Às 12h, estará no Panteão dos Andradas, no centro de Santos (SP). Às 15h, participa de concentração com apoiadores na Praça da Liberdade, em São Paulo, com caminhada até o Largo São Francisco.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    Em Goiânia (GO), o candidato faz uma caminhada na Avenida 24 de Outubro, no início da manhã. Às 10h30, participa de carreata da região Noroeste da capital goiana. À tarde, o candidato circula em um palanque móvel pelas ruas de Goiânia. Em seguida, faz ato de encerramento da campanha eleitoral na Basílica do Divino Pai Eterno, no município de Trindade (GO).

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins faz caminhada com a militância e apoiadores, a partir da Praça do Relógio, em Natal, no início da manhã.

    Os candidatos Clariana Barão (DC), Edmilson Costa, Romeu Zema (Novo), Rui Costa Pimenta e Wilson Grassi não divulgaram a agenda pública de campanha até o momento desta publicação. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Urna eletrônica completa 30 anos de revolução nas eleições do Brasil

    Urna eletrônica completa 30 anos de revolução nas eleições do Brasil

    Os mais jovens não conhecem a experiência de chegar à seção de votação, receber um papel com os nomes dos candidatos, marcar os escolhidos à caneta e depositar o papel dobrado em uma urna de lona. Encerrado o período de votação, a população esperava dias para saber quem seriam os novos deputados, senadores, governadores e presidente da República. Este ano, se completa 30 anos da maior revolução eleitoral no Brasil, a urna eletrônica.

    Não é exagero dizer que a urna eletrônica é motivo de orgulho para o Brasil. Enquanto países desenvolvidos ainda votam em papel e aguardam vários dias pelo resultado, o Brasil conhece seus eleitos em poucas horas, ainda no mesmo dia do pleito. E tudo por meio de um sistema eletrônico seguro, como garante o próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    As décadas de voto em cédulas expuseram várias fragilidades. A apuração era manual e levava dias, o que abria espaço para fraudes. Uma das fraudes conhecidas há mais de 30 anos foi o da “urna grávida”. Era o nome dado quando cédulas já preenchidas eram colocadas em uma urna antes de iniciado o processo de votação.

    A revolução na Justiça Eleitoral começou em 1995. Especialistas de vários órgãos, entre eles as Forças Armadas, Ministério da Ciência e Tecnologia e Ministério das Comunicações, participaram do desenvolvimento da urna eletrônica.

    A urna eletrônica estreou nas eleições municipais de 1996 e foi batizada de Coletor Eletrônico de Votos, ou apenas CEV. Ainda é seu nome oficial, embora não seja muito usado. 

    Naquele ano, a utilização do sistema eletrônico foi parcial, em caráter de teste. A partir das eleições municipais do ano 2000, todos os eleitores do país votaram eletronicamente.

    Ao longo dos anos, a urna foi passando por melhorias, aumentando sua segurança e inserindo recursos para o usuário. 

    Em 1998, a urna passou a mostrar a foto de todos os candidatos. Em 2002, foram instituídos a cerimônia pública de lacração dos sistemas e o teste de integridade. Em 2004, os códigos-fonte dos sistemas começaram a passar por auditoria.

    Em 2006, foi o início da identificação biométrica, que seria implantada em larga escala anos depois. Em 2022, a urna teve sua capacidade de processamento aumentada em 18 vezes e ganhou tela sensível ao toque no terminal do mesário.

    Neste ano de 2026, 30 anos após seu nascimento, a urna eletrônica continua trazendo inovações. Sua tela vai apresentar um intérprete de Libras indicando o voto nulo, branco, a legenda e uma barra de progresso da votação na parte superior do painel. A urna também informará ao eleitor quantos dígitos são esperados para cada cargo, assim como o progresso da votação.


    São Paulo (SP) 24/09/2026 - O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo 
(TRE-SP) , durante demonstração para a imprensa do fluxo de votação das Eleições 2026. Além de uma apresentação sobre o chamado “derrame de santinhos” e o novo provimento da 
Corregedoria do Tribunal que disciplina a fiscalização e a repressão desse crime eleitoral. O evento realizado na sede do TRE-SP. Urna Eletrônica . Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
    São Paulo (SP) 24/09/2026 - O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo 
(TRE-SP) , durante demonstração para a imprensa do fluxo de votação das Eleições 2026. Além de uma apresentação sobre o chamado “derrame de santinhos” e o novo provimento da 
Corregedoria do Tribunal que disciplina a fiscalização e a repressão desse crime eleitoral. O evento realizado na sede do TRE-SP. Urna Eletrônica . Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
    Votação na urna eletrônica – Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

    Segurança

    Um ano antes das eleições deste ano, em outubro de 2025, o acesso aos códigos-fonte foi aberto pelo TSE e puderam ser conferidos pelas instituições legitimadas, como partidos políticos, Polícia Federal e Ministério Público. As inspeções puderam ser feitas até setembro, quando foi feita a lacração dos sistemas eleitorais.

    O processo de votação é auditado. E passa por mais de 40 processos de auditoria, antes, durante e depois das eleições.

    A fiscalização da urna é feita em vários momentos. Desde a abertura do código-fonte, passando pelo Teste Público de Segurança, os Testes de Integridade, o Registro Digital do Voto (RDV), o Boletim de Urna, até a publicação de arquivos e resultados na internet.

    A urna eletrônica não é conectada à internet, não recebe conexão via bluetooth ou wi-fi. Por isso, não é possível sofrer um ataque hacker ou tentativa de fraude via internet. 

    Após a votação terminar, a urna grava as votações recebidas em uma mídia, em dados criptografados e protegidos por assinatura digital.

    A urna também emite um boletim. É o Boletim de Urna, que registra os resultados daquela seção eleitoral. A mídia é usada para transmitir os dados para o sistema de totalização, em uma rede usada exclusivamente pela Justiça Federal. Também é possível conferir se o Boletim de Urna apresenta os mesmos dados recebidos pelo sistema de totalização.

    Em 30 anos de uso da urna eletrônica, a Justiça Eleitoral nunca registrou uma fraude comprovada. 

    Outros países

    Não é só o Brasil que usa a tecnologia para computar votos nas eleições. Ao menos 34 países usam ou já usaram sistemas eletrônicos de votação. Desses, 17 usam urnas eletrônicas, em maior ou menor grau. França, Bulgária, Índia, Peru, México e Estados Unidos, em alguns estados, estão entre esses países.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Eleições 2026: saiba quais documentos são aceitos para votar

    Eleições 2026: saiba quais documentos são aceitos para votar

    Mais de 158 milhões de brasileiros poderão votar neste domingo (4) no primeiro turno das Eleições Gerais. Para tanto, é comparecer a uma das 499 mil seções eleitorais e apresentar um documento oficial com foto.  

    São aceitos como documento de identificação, inclusive em formato digital: 

    • e-Título (desde que apareça a foto do eleitor no aplicativo) 
    • carteira de identidade 
    • identidade social 
    • passaporte 
    • carteira de categoria profissional reconhecida por lei 
    • certificado de reservista 
    • carteira de trabalho física 
    • Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

    Os documentos oficiais com foto podem ser utilizados mesmo que estejam vencidos, desde que permitam a identificação do eleitor. 

    As certidões de nascimento ou de casamento não valem como prova de identidade na hora de votar. 

    É possível votar sem o título de eleitor? 

    Sim. Documentos oficiais com foto, físicos ou digitais, serão aceito para identificação.  

    No entanto, para votar apresentando somente o e-Título, disponível nas plataformas iOS ou Android, é preciso que o aplicativo contenha a foto do eleitor.  

    Leia também: 

    >>> Saiba o que pode e o que não pode no dia da votação 

    >>>  Saiba como baixar o e-Título para votar 

    >>>  Saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação 

     

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Veja como foi a sexta-feira (2) dos candidatos a presidente

    Veja como foi a sexta-feira (2) dos candidatos a presidente

    Nos últimos dias antes do primeiro turno das eleições 2026, a agenda dos presidenciáveis nesta sexta-feira (2) incluiu caminhadas, comício e atos de campanha em diferentes cidades. 

    >> Veja como foi o dia dos candidatos 

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    O candidato Rui Costa Pimenta participou de evento de encerramento de campanha em São Paulo. 

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins participou de comício e caminhada no Recife.

    Wilson Grassi (Democrata)
    O candidato Wilson Grassi concedeu entrevista à Sputnik Brasil.

    Augusto Cury (Avante)
    O candidato Augusto Cury esteve em Brasília onde fez um ato contra interferência nas eleições, na Praça dos Três Poderes, e criticou decisões judiciais.

    Augusto Cury disse que, caso eleito, fará um pacto com poderes Legislativo e Judiciário.

    “Numa democracia, o Judiciário representa o alicerce. Ele é o guardião da Constituição, mas ele não pode interferir”, disse.

    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão não teve agenda pública de campanha.

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato Edmilson Costa concedeu entrevista à emissora de rádio de Cidade de Goiás (GO) e a um canal do YouTube.

    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro participou de ato de campanha, na noite de hoje, em Montes Claros (MG), ao lado do candidato a deputado federal Nikolas Ferreira. 

    Hertz Dias (PSTU)
    O candidato Hertz Dias participou de caminhada no centro de São Paulo.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    No Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, desfilou em carro aberto desde a Candelária até a Cinelândia.

    Ele incentivou a participação dos eleitores com mais de 70 anos, em que o voto é facultativo, a votarem no próximo domingo (4) .

    “Se não tiver mais vontade de votar por ela, tem os filhos, os netos, os bisnetos. É importante”. 

    Lula participou também de ato em Belo Horizonte, onde defendeu investimentos nas universidades públicas e na ciência. 

    Renan Santos (Missão)
    O candidato Renan Santos participou de coletiva de imprensa e da gravação de um podcast em São Paulo.

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema não teve agenda pública de campanha.  

    Ronaldo Caiado (PSD) 
    Em Goiânia, o candidato Ronaldo Caiado participou de caminhada na região da 44 e na Avenida Igualdade, além de bandeiraço na Avenida Anhanguera. 

    Caiado criticou isenção de impostos para compras no exterior de até US$ 50 e defendeu que benefício semelhante seja concedido aos empresários brasileiros.

    “Se está dando 100% de isenção até US$ 50, que seja dado também a nós que estamos produzindo no Brasil”, defendeu. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    * Colaboraram Ana Cristina Campos e Rafael Cardoso (Rio de Janeiro), Luciano Nascimento (São Luís) e redação de São Paulo. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Presidente do Senado marca para segunda votação do fim da escala 6×1

    Presidente do Senado marca para segunda votação do fim da escala 6×1

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou para a próxima terça-feira (6) a análise em Plenário da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho.

    “O tema, de ampla relevância para a sociedade brasileira, será debatido com responsabilidade, equilíbrio e respeito às diferentes perspectivas envolvidas”, afirmou a assessoria da presidência do Senado, em nota.

    A PEC foi aprovada na Câmara dos Deputados no final de maio e seguiu para o Senado. Em seguida, a base do governo na Casa tentou pautar a análise da proposta, mas Alcolumbre manteve o texto parado. Apenas em agosto encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).No início de setembro, a CCJ aprovou o fim da escala 6×1, mas Alcolumbre não levou o tema ao plenário. E afirmou que a votação aconteceria após as eleições.

    A declaração ocorreu durante sessão deliberativa no plenário da Casa, no dia 3 de setembro, em resposta a um apelo feito pelo senador Paulo Paim (PT-RS). Paim anunciava sua aposentadoria e cumpre o último mandato parlamentar no Congresso Nacional. O senador gaúcho tem histórico de defesa do tema no Congresso.

    “Quero aproveitar essa oportunidade que o senador Paulo Paim está aqui na mesa e veio me dar um abraço, para dizer para vossa excelência e para o Brasil, que vossa excelência estará aqui votando, após as eleições, o fim da escala 6×1 no plenário do Senado Federal”, disse o presidente da Casa.

    Escala 5×2

    A PEC 221 de 2019 acaba com a escala 6×1 instituindo a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.

    A proposta permite compensar o sábado ou domingo trabalhados no caso de categorias com jornadas especiais, mas mantendo o número de folgas remuneradas em duas por semana, em média, gozadas obrigatoriamente no mesmo mês.

    O texto também estipula uma regra de transição de até 14 meses. A exceção são os trabalhadores terceirizados da Administração Pública, que terão uma regra de transição diferenciada.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Agência Brasil e veículos da EBC fazem cobertura especial das eleições

    Agência Brasil e veículos da EBC fazem cobertura especial das eleições

    Para acompanhar o primeiro turno das eleições neste domingo (4), os veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) realizam uma cobertura jornalística nacional, integrada e multiplataforma, com o tema O Jornalismo Público a Serviço da Democracia.

    Ao longo de todo o dia, a TV Brasil, a Agência Brasil e a Rádio Nacional noticiam as diferentes etapas do processo eleitoral, desde a abertura da votação até a apuração e a divulgação dos resultados, com integração entre os veículos e participação de emissoras da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), gerida pela EBC.

    Os eleitores vão escolher seus candidatos a presidente e vice-presidente da República, 27 governadores, 54 senadores, 513 deputados federais, além de deputados estaduais e distritais. A votação acontece neste domingo em primeiro turno, e no dia 25 de outubro no caso de segundo turno. 

    TV Brasil 

    Das 9h às 13h, a cobertura da TV Brasil conta com entradas ao vivo de hora em hora. A emissora pública faz um giro pelas praças e canais parceiros da RNCP, noticiando os fatos mais relevantes do período.  

    A partir das 15h, a transmissão passa a ser conduzida do estúdio da TV Brasil, com apresentação da jornalista Luciana Barreto. O programa especial será dividido em blocos temáticos e vai aprofundar os principais assuntos do dia e preparar o público para o encerramento da votação e o início da apuração. 

    Das 16h30 até o fim da apuração, a cobertura contínua da totalização dos votos fica sob o comando de Guilherme Portanova. Com dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral, o programa apresenta a evolução da apuração em tempo real até a definição do resultado do primeiro turno.

    Agência Brasil 

    Durante todo o domingo, o site da Agência Brasil estará em constante atualização para trazer um noticiário completo com matérias de serviço aos eleitores e acompanhamento dos principais fatos da votação em todo país. Um painel na primeira página do site informará rapidamente os resultados, garantindo agilidade na divulgação dos dados. Ao término da votação, as equipes produzem reportagens a serem distribuídas gratuitamente para centenas de jornais, sites de notícias e publicações do exterior.

    O noticiário online publicará matérias com resultados e análises do Brasil que sai das urnas, com pautas sobre bancadas e candidatos mais votados, recortes de gênero e raça, entre outros temas. 

    Repórteres da Agência Brasil também participam dos programas especiais da TV Brasil e da Rádio Nacional, noticiando destaques e balanços do pleito eleitoral. Dois jornalistas estarão no estúdio da TV, e outros farão entradas ao vivo por telefone na programação da Rádio Nacional.

    Rádio Nacional 

    A Rádio Nacional também marca presença na cobertura do primeiro turno das Eleições 2026 a partir das 8h, com edições ampliadas do Nacional Notícias. Ao longo do dia, serão entradas de 3 a 5 minutos às 8h, 9h, 10h, 11, 13h, 14h, 15h e 16h. Ao meio-dia, vai ao ar o Repórter Nacional Edição Especial. A produção temática do jornal diário divulgará, em meia hora, as principais notícias sobre o pleito. 

    As transmissões de conteúdos sobre o primeiro turno seguem de das 17h às 21h, com o Eleições 2026 – Especial de Apuração. O programa é produzido e apresentado através de uma parceria entre a área de programação e produção da Rádio Nacional e o radiojornalismo da EBC. 

    Para oferecer aos ouvintes todas as informações sobre o desfecho da votação em todo o país, o especial traz a apuração e os resultados em tempo real, um giro com emissoras parceiras da RNCP e a participação de especialista. Os apresentadores serão Juliana Maya, Daniel Ito, Priscilla Mazenotti e Mario Sartorello. 

    TV Brasil na internet e nas redes sociais

    Saiba como sintonizar a TV Brasil

    https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar

    Agência Brasil na internet e nas redes sociais

    Rádio Nacional na internet e nas redes sociais    

    Saiba como sintonizar a Rádio Nacional    

    • Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz    
    • Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz    
    • São Paulo: FM 87,1 MHz    
    • Recife: FM 87,1 MHz    
    • São Luís: FM 93,7 MHz    
    • Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC    
    • Alto Solimões: FM 96,1 MHz    
    • Celular – App Rádios EBC para Android e iOS  

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • ONS fará operação preventiva para garantir energia durante as eleições

    ONS fará operação preventiva para garantir energia durante as eleições

    O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) adotará um monitoramento preventivo, da 0h deste sábado (3) até as 7h de segunda-feira (5), para garantir que não haja interrupções no fornecimento de energia elétrica durante o Primeiro Turno das Eleições 2026, marcado para o próximo domingo (4).

    A operação será repetida no segundo turno, em 25 de outubro, com início no dia 24 e término no dia 26.

    >> Acompanhe a cobertura das Eleições 2026 na Agência Brasil

    Entre as medidas, está a solicitação para que as distribuidoras de energia deixem equipes de operação e manutenção de sobreaviso para casos de emergência.

    O ONS também pede que sejam evitadas manutenções programadas que envolvam corte de carga ou risco de corte de carga e recomenda a operação do sistema elétrico com fluxos mais reduzidos, de forma a aumentar a segurança.

    O diretor-geral do ONS, Marcio Rea, disse que as medidas buscam dar proteção adicional à rede em um momento de grande relevância para o país. 

    “Essa atuação preventiva busca preservar a confiabilidade do Sistema Interligado Nacional e garantir que o fornecimento de energia ocorra com estabilidade e segurança durante todo o processo de votação.”

    O plano operacional envolve ainda a troca de informações do ONS sobre o desempenho do sistema e eventuais ocorrências com geradores, transmissores e distribuidores de energia, além do Ministério de Minas e Energia, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

    Na segunda-feira (5), o ONS deve emitir um relatório com o resumo das informações técnicas sobre o desempenho da rede de operação do sistema elétrico, destacando os fatos relevantes que ocorreram durante a operação.

    A iniciativa atende à Resolução nº 001/2005 do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), que define que o ONS deverá propor medidas extras de segurança a fim de garantir o suprimento de energia elétrica em eventos de grande relevância.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Justiça Eleitoral entra na reta final da preparação das urnas

    Justiça Eleitoral entra na reta final da preparação das urnas

    A dois dias do primeiro turno das Eleições 2026, a Justiça Eleitoral está na fase final dos preparativos para disponibilizar as urnas eletrônicas nos locais de votação em todo o país.

    Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os equipamentos passam por etapas como geração de mídias, carga dos sistemas, testes e lacração antes de serem encaminhados para uso no pleito.

    O TSE destaca que a chegada da urna à seção eleitoral é resultado de uma extensa operação logística coordenada pelos tribunais regionais eleitorais (TREs).

    A estrutura envolve a distribuição dos equipamentos para milhares de locais de votação espalhados pelo território nacional, incluindo áreas urbanas, comunidades rurais e regiões de difícil acesso.

    As informações divulgadas pelos tribunais indicam que os trabalhos de preparação seguem próximos da etapa final.

    TSE

    O TSE explica que a jornada da urna eletrônica até o eleitor envolve diversas etapas de preparação antes da votação, incluindo procedimentos técnicos e logísticos coordenados pela Justiça Eleitoral em todo o país.

    Embora os tribunais não detalhem publicamente o cronograma de entrega de cada equipamento aos locais de votação, as publicações mais recentes da Justiça Eleitoral mostram o avanço das etapas de preparação das urnas em diversos estados.

    A logística é considerada uma das etapas mais complexas da eleição. Segundo o TSE, cada urna é preparada especificamente para a seção onde será utilizada, o que exige controle sobre a movimentação dos equipamentos e acompanhamento das diferentes fases do processo até a abertura da votação.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira quais são os maiores colégios eleitorais; São Paulo lidera

    Confira quais são os maiores colégios eleitorais; São Paulo lidera

    Neste domingo (4), 158.745.463 eleitores estão aptos a votar para escolher seus representantes aos cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital.  

    O contingente que vai às urnas cresceu 1,46% em relação a 2022, e o maior colégio eleitoral, ou seja, o estado que concentra o maior número de eleitores, segue sendo São Paulo.  

    Confira abaixo os cinco maiores colégios eleitorais do país: 

    • 1º São Paulo – 34.104.226 – 21,48% do total; 
    • 2º Minas Gerais – 16.377.659 – 10,32% do total;  
    • 3º Rio de Janeiro -12.857.000 – 8,10%; 
    • 4º Bahia – 11.321.005 – 7,13%; 
    • 5º Paraná – 8.609.026 (5,42%).  

    Juntos, os cinco maiores colégios eleitorais reúnem 52,45% do eleitorado brasileiro. 


    maiores colégios eleitorais - eleições 2026
    maiores colégios eleitorais - eleições 2026

    Crescimento 

    De 2022 a 2026, o maior crescimento no número de eleitores foi no Norte – alta de 4,37%. O total de votantes passou de 12.560.410 para 13.109.354. Com isso, a região passou a concentrar 8,26% do eleitorado nacional. 

    No Centro-Oeste, o aumento foi de 3,97%. Os eleitores passaram de 11.539.323 para 11.997.001, representando 7,56% do total do país.  

    Já o Nordeste registrou crescimento de 2,69%, passando de 42.390.976 para 43.529.845 votantes. A região reúne 27,42% do eleitorado nacional.  

    No Sul, o eleitorado foi de 22.558.759 para 22.861.012, um aumento de 1,34%. A região representa 14,40% do total de eleitores.  

    Já o Sudeste, apesar de seguir como o maior número de eleitores, registrou queda de 0,56% no total de votantes. Eram 66.707.465 em 2022, contra 66.329.375 em 2026.  

    A participação da região no eleitorado nacional recuou de 42,64% para 41,78%. 

     

     

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original