Categoria: Política

  • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (8)

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (8)

    A agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (8) inclui entrevistas, reuniões com apoiadores e visitas técnicas pelo país.

    Há ainda participação em sabatina e encontro com lideranças locais.

    Renan Santos (Missão)
    Às 8h, participa de sabatina na Jovem Pan, em  São Paulo (SP). Às 9h30, concede entrevista a Paulo Mathias TV, também em São Paulo.

    Romeu Zema (Novo)
    Às 17h30, participa junto com o vice Girão de reunião com a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), em Brasília.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    Às 10h30, visita o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (Cnpem). Às 12h, tem encontro com lideranças da região de Jaguariúna.

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    Às 13h, participa do programa Análise da 3ª, na Rádio Causa Operária. Às 20h, concede entrevista ao canal do Galo Preto, com Leandro Fortes.D8.

    Samara Martins (UP)
    Às 14h, participa de sabatina do jornal Correio Braziliense, de Brasília (DF). Às 17h, concede entrevista ao portal Metrópoles. E às 18h, realiza caminhada na Rodoviária do Plano Piloto, no centro de Brasília.

    Wilson Grassi (Democrata)
    Às 11h, concede entrevista ao jornalista Lucas França. Às 14h, participa de sabatina com membros do grupo Dados Políticos.

    Augusto Cury (Avante)
    Às 8h30, tem entrevista para O Estado de S. Paulo. Às 16h30, concede entrevista ao Canal Meio. Às, 17h, o candidato à vice na chapa, Júlio Delgado, estará na sabatina da RedeTV!

    ​Clariana Barão (DC)
    Concede entrevista à rádio Agora FM (92.5), de Rondonópolis (MT), às 11h30, e à rádio Capela FM (105.9), de Vinhedo (SP), às 14h.

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato está em Lisboa, Portugal, cumprindo agenda da secretaria-geral de seu partido, o PCB.

    Hertz Dias (PSTU)
    Passa parte do dia em Jacareí (SP), onde se reúne com apoiadores às 9h. Visita a Ocupação Coração Valente, às 11h, e a Fábrica Armco, às 13h20. Em seguida, vai para São Bernardo do Campo (SP), onde faz panfletagem na ETE Lauro Gomes, às 17h. Participa da Batalha da Matrix, às 19h.

    Os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não têm agenda pública de campanha.

    A ordem de apresentação da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    *Colaboraram Alex Rodrigues e Andreia Verdélio.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Veja como foi a segunda-feira (7) dos presidenciáveis

    Veja como foi a segunda-feira (7) dos presidenciáveis

    A agenda dos presidenciáveis nesta segunda-feira (7) incluiu atos em alusão ao 7 de Setembro, feriado da Independência do Brasil, além de entrevistas, visitas e manifestações políticas.

    >> Veja como foi o dia dos candidatos a presidente:

    Clariana Barão (DC)
    A candidata concedeu entrevista ao canal Bacci Notícias TV. Ela participou de ato do 7 de Setembro, na Avenida Paulista.

    Ela defendeu maior presença de mulheres em cargos públicos.

    Segundo a candidata, países com mais mulheres no poder têm menor corrupção e empresas comandadas por mulheres são mais lucrativas.

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato cumpriu agenda da secretaria-geral do PCB em Lisboa.

    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro participou de ato em frente ao Masp, na Avenida Paulista, região central de São Paulo. Flávio Bolsonaro criticou ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), cobrou maior responsabilização para ministros que cometerem irregularidades e disse que vai “trabalhar para resgatar a credibilidade do Judiciário”.

    Em discurso, ele disse que, caso seja eleito, classificará as facções criminosas como narcoterroristas e defendeu a redução da maioridade penal, a implantação da castração química para estupradores e pena de oito anos para roubo de celular.


    São Paulo (SP), 07/09/2026. - O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, durante ato na Avenida Paulista. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
    São Paulo (SP), 07/09/2026. - O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, durante ato na Avenida Paulista. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
    São Paulo, 07/09/2026, Ato do candidato Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

    “Nessas pautas, serei radical, serei presidente para governar inclusive para quem não votar em mim. Vou cuidar do povo”, afirmou.

    O candidato prometeu ainda reduzir juros, elevar a qualidade do atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e garantir que todos os jovens sejam capacitados para terem bons empregos ou abrir uma empresa própria.

    Hertz Dias (PSTU)
    O candidato Hertz Dias participou do Grito dos Excluídos, em Cajamar (SP), e defendeu os direitos dos trabalhadores, o controle público das riquezas e a soberania do país.

    “Para garantir a soberania do Brasil é preciso enfrentar os imperialismos. Nosso país não pode continuar subordinado aos interesses das grandes potências que controlam setores estratégicos da economia e determinam os rumos da nossa produção, do nosso comércio e das nossas riquezas”, afirmou.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT) 
    O candidato Luiz Inácio Lula da Silva não teve agenda pública de campanha.

    Renan Santos (Missão)
    O candidato Renan Santos participou de ato no Obelisco do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

    Ele defendeu punição mais rígida para ministros do STF, como afastamento do cargo e prisão.

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema realizou ato na Avenida Paulista, em São Paulo.

    Ele defendeu mudanças na forma de indicação de ministros de tribunais superiores e disse que, se for eleito, irá indicar ministros com mais de 60 anos, com trajetória acadêmica e maior participação das instituições jurídicas na formação da lista de candidatos.

    “Quero alguém acima de 60 anos, de preferência que venha do mundo acadêmico. Nós precisamos de pessoas que estudaram a vida toda na área jurídica para somar no Supremo”, disse.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    O candidato Ronaldo Caiado cumpriu agenda de campanha em Goiânia (GO), onde acompanhou o desfile do Dia da Independência.

    Caiado disse que o país precisa avançar no combate ao crime organizado e que, se eleito, vai enfrentar a criminalidade com medidas duras.

    “Um país só é verdadeiramente independente quando seus cidadãos são livres para andar na rua, trabalhar e criar seus filhos sem pedir licença ao crime”, afirmou.

    Rui Costa Pimenta (PCO) 
    O candidato participou do ato Grito dos Excluídos, em São Paulo (SP).

    Ele defende escala móvel de salários (reajustada conforme a inflação), redução da jornada de trabalho para 35 horas semanais e que a Petrobras seja 100% estatal. 

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins visitou a Ocupação Welfesom Alves, em Belém (PA). Ela participou de ato com militantes e apoiadores no Portal da Amazônia.

    Samara Martins afirmou que um país soberano e independente não pode ser submisso aos projetos de outros países.

    “Independência é ter um povo vivendo com dignidade, tendo comida e que a nossa produção sirva ao nosso povo”, disse.

    Wilson Grassi (Democrata) 
    O candidato Wilson Grassi divulgou uma mensagem em vídeo em alusão aos 204 anos da Independência do Brasil. 

    No vídeo, ele defendeu o fim dos maus tratos aos animais, política nacional de proteção aos animais e controle de zoonoses.

    “Quero levar essa visão para todo o Brasil. Mais prevenção, hospitais veterinários públicos para famílias de baixa renda e uma visão e uma gestão integrada da saúde”, disse.

    Augusto Cury (Avante)
    O candidato Augusto Cury participou de ato do 7 de Setembro em Copacabana, no Rio de Janeiro.

    Cury prometeu, se eleito, financiar 10 milhões de microempresas nas comunidades e criar o “Banco do Empreendedor e uma Escola do Empreendedor” nas escolas públicas.

    “Vamos chamar os melhores especialistas para governar essa nação, porque o Brasil não aguenta mais ser capturado por essa polarização”, disse.

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    >> Assista na TV Brasil: 

     

    * Colaboraram Flávia Albuquerque (São Paulo), Luciano Nascimento (São Luís) e TV Brasil

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta segunda-feira (7)

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta segunda-feira (7)

    A agenda dos presidenciáveis nesta segunda-feira (7) inclui atos em alusão ao 7 de Setembro, feriado da Independência do Brasil.

    Também estão previstas entrevistas, visitas e manifestações políticas.

    Hertz Dias (PSTU)
    Às 9h, participa do ato Grito dos Excluídos, em Cajamar (SP), e almoça com apoiadores na Ocupação Esperança.

    Renan Santos (Missão)
    Participa de ato no Obelisco do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, às 11h.

    Romeu Zema (Novo)
    Realiza ato na Avenida Paulista, em São Paulo, às 9h20.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    Em Goiânia, acompanha desfile cívico, às 8h.

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    Participa do ato Grito dos Excluídos, em São Paulo (SP).

    Samara Martins (UP)
    Cumpre agenda em Belém (PA). Pela manhã, visita a Ocupação Welfesom Alves e, às 17h, faz ato no Portal da Amazônia.

    Wilsson Grassi (Democrata)
    O candidato participa de gravação de mensagem em vídeo em alusão à comemoração de 204 anos da Independência do Brasil. 

    Augusto Cury (Avante)
    Participa de sabatina no programa Jornal da Manhã, da Jovem Pan, às 8h. Às 21h, concede entrevista para CNN Brasil.

    Clariana Barão (DC)
    Concede entrevista ao canal Bacci Notícias TV, às 12h10.

    Edmilson Costa (PCB)
    Cumpre agenda da secretaria-geral do PCB em Lisboa.

    Flávio Bolsonaro (PL)
    Realiza ato na Avenida Paulista, em São Paulo, às 15h.

    O candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não tem agenda pública de campanha.

    A ordem de apresentação da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Lula defende soberania do Brasil em pronunciamento pelo 7 de setembro

    Lula defende soberania do Brasil em pronunciamento pelo 7 de setembro

    O Brasil é um país soberano e não aceitará interferências externas em suas decisões políticas, econômicas e comerciais. A afirmação foi feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão transmitido neste sábado (6), em alusão ao Dia da Independência do Brasil, celebrado em 7 de setembro.

    Durante a fala, o chefe do Executivo enfatizou a soberania nacional e a autonomia do país em suas relações internacionais e na gestão de suas riquezas naturais.

    “Não somos colônia e não seremos colônia de ninguém”, declarou o presidente.

    “Nenhum governante estrangeiro tem o direito de dizer de quem podemos comprar e para quem podemos vender. Somos um país soberano e nossas decisões pertencem a nós e a mais ninguém”.

    Riquezas naturais

    Durante o pronunciamento, Lula deu forte ênfase à gestão dos recursos estratégicos brasileiros. Ele lembrou que o Brasil detém a segunda maior reserva de terras raras do mundo, a maior fonte de água doce e, recentemente, descobriu novas jazidas de petróleo. “Nossas riquezas devem servir ao futuro do povo brasileiro”, afirmou.

    O presidente ressaltou a aprovação do marco legal de recursos estratégicos no Congresso Nacional, medida que, segundo ele, visa transformar as reservas de minerais críticos e terras raras em motor de desenvolvimento de tecnologia de ponta e geração de empregos de qualidade no Brasil.

    Soberania brasileira

    Ao abordar a data histórica, o presidente defendeu que a independência do país, construída nas lutas populares contra a tirania, a escravidão e a injustiça social, deve se traduzir na garantia de direitos fundamentais para a população.

    “Um país soberano é aquele capaz de criar as oportunidades que o seu povo precisa para conquistar a própria independência: a independência financeira; a independência de poder estudar e pensar livremente, escolher a melhor profissão e o melhor emprego; ter mais tempo para si mesmo e para a sua família; a independência de contar, como previsto na Constituição Federal, com saúde pública de qualidade e a melhor educação gratuita para seus filhos; e de viver em um país livre da fome, da pobreza e de todas as formas de desigualdade, com direitos para todos, em vez de privilégios para poucos”.

    Protagonismo global 

    O discurso também reafirmou o papel do Brasil no cenário internacional, citando a defesa do livre comércio, o empenho pela paz mundial e a liderança em pautas ambientais.

    “Somos exemplo na defesa do meio ambiente. Nossa riqueza cultural encanta o mundo. Somos referência mundial em transição energética e no enfrentamento da emergência climática que ameaça o futuro da humanidade”, destacou Lula.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Veja como foi o fim de semana (5 e 6) dos candidatos a presidente

    Veja como foi o fim de semana (5 e 6) dos candidatos a presidente

    A agenda dos presidenciáveis neste fim de semana incluiu lançamentos de campanha, caminhadas, panfletagens e eventos políticos. Também participaram de entrevistas, visitas, atos com aliados, encontros com representantes do setor produtivo e participação em eventos de campanha e manifestações políticas.

    Augusto Cury (Avante)

    No sábado, o candidato participou de agenda de campanha em Araçatuba (SP). Na cidade, Cury visitou o camelódromo e o calçadão. Antes, participou de uma carreata pelo centro da cidade.

    O candidato disse que, caso eleito, vai trabalhar para melhorar a saúde do país. 

    “Temos que melhorar o SUS [Sistema Único de Saúde], torná-lo mais eficiente. Mas também temos que fazer uma telemedicina das mais tecnológicas e modernas para ajudar a atender a população”, afirmou.

    Cury também tirou fotos com eleitores e autografou livros em um shopping da cidade. Depois retornou para Ribeirão Preto, onde mora. O candidato não teve agenda de campanha neste domingo.

    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão concedeu entrevista para o Jornal News SBT no sábado (5).

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato Edmilson Costa cumpriu agenda da secretaria-geral do PCB em Lisboa. 

    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro visitou, no sábado (5), Filipe Martins, ex-assessor internacional de Jair Bolsonaro. Ele cumpre pena em presídio de Ponta Grossa (PR), após ter sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por participação na trama golpista.

    Após a visita, Flávio disse que a prisão de Martins é injusta e viola direitos. O candidato abordou o tema da segurança pública, prometendo, se eleito, criar cerca de 500 mil vagas em presídios.

    “Temos em nosso plano de governo a criação de mais de meio milhão de vagas no sistema penitenciário. Mudança na legislação penal para que facções criminosas, como PCC, Comando Vermelho, milícias, possam ser declaradas grupos terroristas a partir do ano que vem”, afirmou.

    Hertz Dias (PSTU)

    No sábado, o candidato participou de panfletagem na Estação da Lapa, em Salvador (BA), e de conversa de apresentação do programa do PSTU no Empório Bourbon Beer. 

    Na capital com a maior população negra fora do continente africano, Hertz Dias disse que a realidade vivida pelo povo negro continua marcada pela exclusão social, pela violência e pela falta de acesso a direitos fundamentais.

    “O povo negro foi responsável por construir grande parte da riqueza deste país, mas segue ocupando os piores empregos, recebendo os menores salários e sendo a principal vítima da violência policial”, afirmou.

    Para o candidato, o combate ao racismo também passa por mudanças profundas na economia e nas políticas públicas do país, com o objetivo de garantir emprego, salário digno, educação pública de qualidade, moradia, saúde, cultura e oportunidades para a juventude negra.

    O candidato não teve agenda de campanha neste domingo.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT) 

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputa a reeleição, cumpriu agenda de campanha no sábado (5) em São José do Rio Preto (SP). 

    Lula disse que, caso reeleito, pretende ampliar as escolas em tempo integral no país. 

    “Todas as escolas do Brasil vão ser de tempo integral, para dar tranquilidade à criança e aos pais, que podem trabalhar tranquilo que o filho está sendo cuidado. Não há nação na face da Terra que se desenvolveu sem educação”, afirmou.

    Renan Santos (Missão)

    No sábado, o candidato fez campanha em Pernambuco e no Ceará. Em Recife, Renan visitou os morros da Zona Sul, onde conversou com moradores e gravou vídeos. Na sequência viajou para Fortaleza, onde chegou à noite e participou de atividade com apoiadores.

    No domingo pela manhã, o candidato participou de uma carreata no bairro Mucuripe, e depois seguiu para Vicente Pinzón. A localidade, segundo o candidato, teria sido impedida de realizar atividades de campanha eleitoral por determinação de uma facção criminosa. Renan Santos afirmou que vai combater o domínio de facções sobre territórios em diferentes regiões do país.

    “Se a gente começar a aceitar que você não pode fazer campanha no lugar A, B ou C porque a facção não deixa, você aceitou que a facção manda em você. Nós temos sempre que desobedecer à ordem ilegítima de facção criminosa”, disse.

    Durante a passagem pelo bairro, Renan também defendeu a recuperação econômica e turística da região. Segundo ele, o avanço do crime organizado contribuiu para afastar atividades que anteriormente movimentavam a economia local.

    Depois viajou para São Luís (MA), onde participou de atividade com apoiadores de campanha.

    Romeu Zema

    No sábado, o candidato concedeu entrevista à TV Record. Em seguida, viajou para Uberlândia (MG), onde participou da exposição agropecuária Camaru. No parque de exposições, o candidato do Novo conversou com eleitores e com representantes do agronegócio.

    No domingo pela manhã, Romeu Zema fez uma vistoria ao Anel Viário de Uberlândia. Na sequência participou de adesivaço no Parque Sabiá.

    Ronaldo Caiado (PSD)

    No sábado, o candidato visitou a 49ª edição da Expointer, em Esteio (RS), na grande Porto Alegre. Durante o evento, Caiado tirou fotos com apoiadores e esteve nos pavilhões da agricultura familiar e de máquinas agrícolas.

    No domingo, o candidato visitou a Feira do Garavelo, em Aparecida de Goiânia (GO). Durante a visita, foi questionado sobre as medidas que tomaria, caso eleito, para favorecer o empreendedorismo e os pequenos negócios. Caiado respondeu que a primeira medida seria trabalhar para reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic, atualmente em 14% ao ano. 

    “Chegando no governo, garanto à população brasileira que vou diminuir a taxa de juros para 7% , a metade do que está hoje, com as medidas que nós vamos tomar a partir do dia 5 de janeiro”, finalizou.

    A taxa Selic é definida pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, com base em dados e previsões econômicas.

    Rui Costa Pimenta (PCO) 

    No sábado, o candidato esteve em Belo Horizonte (MG), onde participou de almoço e lançamento de candidaturas do partido, na sede do Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira.

    Rui Costa disse que, se eleito, vai reestatizar empresas públicas. Ele também defendeu o fim da escala de trabalho 6×1 e o aumento no salário mínimo, conforme o calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

    Atualmente, o departamento defende que o salário mínimo para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 7.687,01. 

    “É o que está na Constituição. E que, calculado pelo Dieese, é uma referência, estaria na casa de R$ 8 mil hoje em dia. Acho que provocaria um abalo na economia inicialmente. Mas a situação tenderia a se estabilizar”.

    No sábado a noite, Rui Costa Pimenta seguiu para a cidade de São Paulo.

    Samara Martins (UP)

    Em Santo André (SP), a candidata participou, no sábado, da Marcha do Heroísmo Revolucionário, em homenagem aos militantes assassinados e desaparecidos durante a ditadura militar. 

    A caminhada terminou no ginásio da Universidade Federal do ABC (UFABC), na Grande São Paulo. Samara defendeu propostas com foco na geração de emprego e renda, além da reforma urbana. 

    “Nós também defendemos a reforma urbana nas comunidades para que, além de casas, a gente tenha acesso à saúde, educação e a garantia de cultura e esporte e para a juventude”, afirmou.

    No domingo, a candidata fez campanha em Belém (PA), onde visitou comunidades ribeirinhas e quilombolas do Médio Rio Moju.

    Wilson Grassi (Democrata) 

    O candidato Wilson Grassi não teve agenda pública de campanha neste fim de semana. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    * Colaborou Pedro Rafael Vilela (Brasília)

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Justiça Eleitoral garante transporte e urnas adaptadas para PCD

    Justiça Eleitoral garante transporte e urnas adaptadas para PCD

    Diante do crescimento expressivo do número de eleitores com algum tipo de deficiência física ou dificuldade motora, a Justiça Eleitoral estruturou uma série de iniciativas que permitem a esses cidadãos e cidadãs exercer o direito ao voto com autonomia e dignidade.

    Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indicam que o eleitorado com alguma deficiência aumentou quase 14 vezes (ou 1.290%) em 16 anos, saltando de 141.690, em 2010, para os atuais 1.970.165. Sobre as candidaturas, a base de dados do tribunal só informa a evolução dos últimos quatro anos, período no qual o pedido de registros passou de 489 para 524.

    Transporte

    Com o Programa Seu Voto Importa, instituído em fevereiro de 2026, pela Resolução 23.753, a Justiça Eleitoral se compromete a viabilizar, no dia da eleição, mediante pedido prévio, transporte especial gratuito para eleitores que enfrentam dificuldades para chegar aos locais de votação devido a algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida.

    O transporte será viabilizado pelos tribunais regionais eleitorais (TREs) em suas respectivas unidades federativas, por meio de acordos de cooperação técnica. Para o primeiro turno, em 4 de outubro, os interessados têm até o dia 14 de setembro para formalizar o pedido presencialmente, em um cartório eleitoral, ou por meio dos canais de atendimento informados no site do TRE responsável pelo local de votação.

    A solicitação pode ser entregue pelo próprio eleitor ou eleitora, ou por seu procurador legal, curador ou apoiador. Também será necessária autodeclaração ou documentação que comprove a deficiência ou a dificuldade de locomoção.

    O TRE de São Paulo, por exemplo, informou, nesta sexta-feira (4) que o serviço será disponibilizado em mais de 300 cidades do estado, contemplando pessoas com deficiência e que apresentarem dificuldade para se movimentar, incluindo idosos, gestantes, lactantes, pessoas com crianças de colo e pessoas obesas.

    Urnas

    As urnas eletrônicas também contarão com novidades que visam facilitar o ato de votar para milhares de pessoas. De acordo com o TSE, uma nova fonte tipográfica – Atkinson Hyperlegible, desenvolvida pelo Braille Institute –, mais legível, facilitará a leitura para pessoas com deficiência visual.

    Além disso, uma barra de progresso fixa na parte superior da tela orientará o eleitor durante todas as etapas da votação, tornando o processo mais intuitivo.

    Recursos de acessibilidade que já vinham sendo empregados também foram ampliados. Caso dos intérpretes de Libras, que além de informar o cargo em votação, passam a indicar situações como voto em branco, voto nulo e voto de legenda.

    “Assegurar condições para que todas as pessoas possam exercer em igualdade de condições seus direitos políticos de forma plena está no centro da missão da Justiça Eleitoral”, comentou o Diretor de Assuntos Estratégicos do TSE, o defensor público do Rio de Janeiro William Akerman, durante audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos do Senado, nessa quinta-feira (3).

    “Quando falamos sobre acessibilidade eleitoral não estamos falando apenas de permitir que uma pessoa chegue à sessão eleitoral”, prosseguiu Akerman, destacando que, em muitos casos, um mero degrau pode representar uma barreira ao pleno exercício da cidadania.

    Ainda segundo o defensor público, as iniciativas de acessibilidade incluem a ampliação dos intérpretes de Libras empregados para sinalizar votos em branco e nulos; o livre ingresso e a permanência de cães-guia nos locais de votação e o treinamento dos mesários, com foco em assegurar atendimento preferencial a grupos específicos, como as pessoas no Transtorno do Espectro Autista (TEA).

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Eleições 2026: candidaturas de autistas aumentam mais de cinco vezes

    Eleições 2026: candidaturas de autistas aumentam mais de cinco vezes

    As candidaturas de pessoas que se declaram autistas cresceu mais de cinco vezes entre as eleições gerais de 2022 e as de 2026, saltando de 13 para 70 os pedidos de registro.

    Trinta e nove desses candidatos concorrem a uma vaga como deputado estadual. Outros 22 almejam ser eleitos deputado federal. Há também cinco candidatos à Câmara Legislativa do Distrito Federal; três a vice-governador e um primeiro suplente.

    Os números são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e vão na contramão das candidaturas gerais, que diminuíram de 29.262, em 2022, para 20.829, este ano – dado que ainda pode variar, conforme o TSE atualiza sua base de dados.

    Segundo o Ministério da Saúde, o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do desenvolvimento do cérebro que pode afetar a comunicação, as interações sociais e os comportamentos, manifestando-se de formas diferentes em cada pessoa, de quadros leves até casos que exigem maior apoio.

    O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), da Associação Americana de Psiquiatria (APA), classifica o TEA em diferentes níveis de suporte, conforme o grau de autonomia de cada pessoa. Em geral, uma pessoa com autismo de nível 1 de suporte que recebe ajuda adequada tem plenas condições de trabalhar, estudar, praticar atividades culturais e físicas, desenvolvendo uma vida independente e exercendo plenamente sua cidadania.

    Deficiências

    No total, 524 candidatos declararam à Justiça Eleitoral que têm algum tipo de deficiência física (208); visual (112); auditiva (59) entre outras (145), incluindo o autismo.

    Em 4 de outubro, data do primeiro turno, eles disputarão a preferência de cerca de 158,74 milhões de eleitores, dos quais aproximadamente 1,97 milhão têm algum tipo de deficiência – um crescimento de 42% em relação aos 1,38 milhão registrados em 2022.

    Mãe de duas filhas autistas e há 30 anos militando a favor da promoção e garantia dos direitos das pessoas com deficiência, a presidenta da Associação Vozes Atípicas (AVA) e terapeuta Simone Alli Chair, considera que o aumento do número de candidaturas é reflexo da crescente visibilidade social que o segmento vem conquistando ano a ano.

    “Graças aos avanços da ciência, hoje são diagnosticados casos que, até há pouco tempo, não eram considerados. Isso não significa que o número de autistas, por exemplo, é maior, mas sim que, antes, os casos eram subnotificados. De qualquer forma, estas pessoas estão chamando cada vez mais atenção”, ponderou Simone

    Consequentemente, acrescenta a ativista, o número de candidaturas também vem aumentando gradualmente para todos os cargos. “Como o tema parece estar em alta, há cada vez mais candidatos e políticos tentando se aproximar do segmento”, acrescentou Simone. Porém, ela alerta que nem sempre este aparente interesse vem acompanhado de compromisso real com a causa.

    “Muitos candidatos não estão interessados em realmente nos ajudar, mas sim em arregimentar eleitores. Quando chega a hora de pedirmos apoio a projetos que beneficiem nossa comunidade, querem condicioná-la à propaganda, nos deixam em segundo plano ou ignoram nossas reais necessidades e sugestões”, disse a presidenta da AVA.

    Para Simone, muitos candidatos pecam pela superficialidade ao priorizar, em suas propostas, a quantidade em detrimento da qualidade. Distorção que, segundo a terapeuta, muitos mantém após serem eleitos.

    “Em geral, os políticos querem apresentar números, quantidade. Só que nós precisamos e queremos qualidade. Se uma criança autista precisa de uma psicóloga, não é qualquer psicóloga. É uma profissional com formação específica para atender esta criança”, frisou Simone.

    “Não adianta prometer, por exemplo, que vai construir CAPS [Centros de Atenção Psicossocial] ou ampliar o número de atendimentos sem levar em conta a especificidade dos casos e a necessidade de profissionais qualificados. Ou, quando eleito, dizer que ajudou a que fossem feitos não sei quantos atendimentos – o que é importante, mas precisa ser contextualizado – sem atentar para o tempo de espera; a qualidade do atendimento; se o tratamento foi continuado ou se há equipes multidisciplinares”, acrescentou.

    Simone ressalta a necessidade de os eleitores analisarem com rigor o histórico e a viabilidade técnica das propostas apresentadas nas urnas.

    Segmentação

    Para o cientista político e sócio-fundador do Instituto Vox Populi João Francisco Meira o crescimento das candidaturas voltadas à neurodiversidade e aos direitos das pessoas com deficiência atende a uma lógica de segmentação e diferenciação, especialmente nas eleições proporcionais, ou seja, o sistema pelo qual são eleitos vereadores e deputados federais, estaduais e distritais.

    “Há, hoje, três grandes categorias ideológicas dentro do eleitorado: do centro para a esquerda; do centro para a direita e, entre estas duas, os nichos dentro dos quais os candidatos proporcionais buscam se diferenciar em meio a centenas, milhares de outros candidatos que oferecem mais ou menos um mesmo cardápio”, explicou Meira.

    Para ele, a segmentação pode ajudar um candidato proporcional a atrair eleitores para além das divisões partidárias tradicionais.

    “Alguém que não comungue com suas ideias em geral pode prestar atenção em uma determinada proposta segmentada. Ou seja, há aí um pouco de economia da atenção, de segmentação de mercado e um aspecto importante de diferenciação da narrativa”, comentou Meira.

    Ele sustenta que é comum que, a cada eleição, novos temas ganhem visibilidade e passem a atrair maior interesse de candidatos e eleitores, impactando as estratégias de campanha.

    “Na medida em que alguns problemas vão sendo resolvidos ou equacionados, novas preocupações – demograficamente menos densas [em contraposição a temas de apelo universal e massivo, como segurança pública e saúde] – passam a receber um olhar diferenciado e entram na agenda política”, concluiu Meira.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira a agenda dos presidenciáveis neste fim de semana (5 e 6)

    Confira a agenda dos presidenciáveis neste fim de semana (5 e 6)

    A agenda dos presidenciáveis neste fim de semana inclui lançamentos de campanha, caminhadas, panfletagens e eventos políticos. Também estão previstas entrevistas, visitas, atos com aliados, encontros com representantes do setor produtivo e participação em eventos de campanha e manifestações políticas.

    Flávio Bolsonaro (PL) 
    Visita o ex-assessor Filipe Martins na cadeia Pública de Ponta Grossa (PR), no sábado. 

    Hertz Dias (PSTU)
    No sábado, participa de panfletagem na Estação da Lapa, em Salvador (BA), e de conversa de apresentação do programa do PSTU no Empório Bourbon Beer. 

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT) 
    Participa de ato Lula, Alckmin e Haddad em São José do Rio Preto (SP), na manhã de sábado. 

    Renan Santos (Missão)
    No sábado à noite, participa de evento de campanha no Teatro Brasil Tropical, em Fortaleza (CE). No domingo, participa de evento de campanha no Salão Atlantis, em São Luís (MA).  

    Samara Martins (UP)
    Em Santo André (SP), participa da Marcha do Heroísmo Revolucionário, em homenagem aos militantes assassinados e desaparecidos pela ditadura militar, no sábado. 

    Romeu Zema
    9h – Participa de entrevista presencial e gravada para a Record. Em seguida, vai para Uberlândia, onde não tem agenda para o restante do sábado.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    Visita à 49ª edição da Expointer, em Esteio (RS). Durante o evento, visita o  Pavilhão da Agricultura Familiar e a área de máquinas agrícolas e se reúne com a Ocergs e a Farsul. 

    Rui Costa Pimenta (PCO) 
    Em Belo Horizonte (MG), participa de almoço e lançamento de candidaturas. 

    Augusto Cury (Avante)
    No sábado, participa de lançamento de campanha em Araçatuba (SP) e faz caminhada pelo camelódromo e calçadão da cidade. No domingo, participa de adesivaço em Natal (RN).

    Clariana Barão (DC)
    Concede entrevista para o Jornal News SBT, no sábado

    Edmilson Costa (PCB)
    Cumpre agenda da secretaria-geral do PCB em Lisboa. 

    O candidato Wilson Grassi (Democrata) não tem agenda pública de campanha neste fim de semana. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    *Colaborou Paula Laboissière.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Presidente do STF diz que gravidade dos fatos não autoriza atalhos

    Presidente do STF diz que gravidade dos fatos não autoriza atalhos

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, garantiu, nesta sexta-feira (4), em Brasília, que será dentro da legalidade a resposta do Judiciário brasileiro aos fatos relacionados a supostas irregularidades na condução do caso do Banco Master e ao vazamento de trocas de mensagens entre o também ministro do STF Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

    “A gravidade dos fatos não autoriza atalhos. Ao contrário! Quanto maior o desafio, maior deve ser o compromisso com a legalidade, o devido processo [legal] e as garantias constitucionais”, afirmou o ministro Edson Fachin.

    Diante da crise no Poder Judiciário acentuada nesta semana, o presidente da Suprema Corte prometeu que a apuração dos fatos seguirá os procedimentos estabelecidos pela Constituição Federal e pelo ordenamento jurídico.

    “Faremos o que é certo, no tempo e pela forma que a ordem jurídica exige”, declarou o presidente do STF.

    O ministro Edson Fachin também reiterou a necessidade de as instituições da República serem preservadas, sobretudo em momentos de maior tensão. Ele frisou que nenhuma autoridade e nenhum Poder da República estão acima da Constituição Federal, pois “nenhum interesse circunstancial pode se sobrepor à integridade do Estado Democrático de Direito”.

    As declarações foram dadas no Palácio do Planalto, durante o evento de sanção de leis que criam fundos para aperfeiçoamento da Justiça Federal, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), da Defensoria Pública da União (DPU) e do Ministério Público da União (MPU), para aumentar as fontes de recursos, com o objetivo de modernizar as instituições e ampliar o acesso da população à Justiça.

    Igualdade

    No mesmo evento no Planalto, ao lado do presidente do STF, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou que a aplicação da legislação brasileira deve ser a mesma para todos os cidadãos.

    “Ninguém, em nome da Democracia, pode utilizar o cargo que tem em benefício pessoal. Ninguém! Isso vale para o presidente da República, vale para um catador de material reciclável, vale para uma parteira, vale para uma médica”, afirmou o presidente Lula. 

    Para Lula, todos devem estar subordinados aos mesmos trâmites da legislação. “Afinal de contas, ela [a lei] vale para todos”, afirmou.

    Vazamentos seletivos

    Dirigindo-se ao presidente do STF, Edson Fachin, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, o presidente da República cobrou transparência para contornar a crise, sob pena de o Poder Judiciário perder a credibilidade da opinião pública. 

    “O que nós não podemos, neste país, é oficializar a indústria da fake news, a indústria dos vazamentos seletivos por interesses políticos e econômicos. Não é possível”, lamentou Lula.

    O presidente Lula apontou que esses vazamentos colocam em risco a democracia brasileira. 

    “Estamos vivendo uma época muito perigosa. O denuncismo, as fake news, os vazamentos [de dados de investigações] não contribuem com a democracia”.

    Entenda a crise

    Nesta semana, o ministro do STF André Mendonça enviou ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, o pedido de abertura de inquérito contra o ministro do Supremo Alexandre Moraes, após relatório da Polícia Federal apontar indícios de relação entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, atualmente preso por fraudes no Banco Master.

    Em resposta, nesta quarta-feira (3), Moraes encaminhou a Fachin um pedido de investigação contra a atuação do Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero, da Polícia Federal.​​

    ​Horas antes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a anulação da investigação sobre conversas de Moraes e Vorcaro. ​​

    ​Nesta sexta-feira, o presidente do Supremo estabeleceu o prazo de cinco dias para que o ministro André Mendonça e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestem sobre o caso​.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Sindicatos prometem pressionar Senado para votar 6×1 antes da eleição

    Sindicatos prometem pressionar Senado para votar 6×1 antes da eleição

    As principais centrais sindicais do Brasil articulam pressionar os senadores em cada unidade da federação (UF) para antecipar a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala de seis dias de trabalho por um de descanso e reduz a jornada para 40 horas semanais.

    Com início neste fim de semana, o movimento quer que a PEC 221 de 2019 seja votada antes do primeiro turno das eleições de 2026.

    O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sérgio Nobre, avalia que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), foi pressionado por empresários e senadores da oposição a pautar a PEC para depois da eleição com o objetivo de possibilitar que os parlamentares “traiam o povo”. 

    “Os empresários falam que querem que vote depois da eleição porque sabem que o senador vai trair o povo. Fala que vota a favor do povo e, no dia seguinte, trai a população. É isso que nós vamos denunciar”, disse à Agência Brasil.

    O presidente da CUT acredita que é possível antecipar a votação da PEC se houver forte pressão popular.

    “Se os senadores forem cobrados nos estados, eles vão querer resolver essa situação. Eles vão ter que responder isso nas ruas. Vamos colocar o povo para cobrar. Vai pedir voto? Cadê a 6×1 primeiro?”, respondeu Sérgio Nobre.

    Agenda contra a 6×1

    A agenda de ações a favor da PEC 221 de 2019 foi definida, nesta sexta-feira (4), em reunião do Fórum das Centrais Sindicais, que reúne as seis principais entidades sindicais do país. A reunião foi convocada após Alcolumbre anunciar a votação da proposta para depois das eleições. 

    Os dirigentes sindicais decidiram ainda intensificar panfletagens em centros comerciais, onde a escala 6×1 é mais comum, reforçar a mobilização nas redes sociais e trabalhar para construir novos protestos de rua.

    As centrais vão ainda solicitar uma audiência com o senador Alcolumbre para defender a votação da PEC antes do 1º turno e denunciar os parlamentares que estão contra a redução da jornada de trabalho.

    O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, disse à Agência Brasil que Alcolumbre “virou as costas” para os trabalhadores.

    “Para nós, o adiamento da votação foi uma surpresa negativa. Mais de 70% da população brasileira é a favor da PEC. Vejo esse adiamento com muita preocupação porque, se deixar para depois da eleição, podemos voltar para a estaca zero”, comentou.


    CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania
Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza reunião para analisar a PEC do fim da escala 6x1. A Proposta de Emenda à Constituição 221/2019 prevê dois dias de repouso semanal remunerado e reduz a carga horária máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas, sem redução de salário. Ainda na pauta, a votação da PEC 18/2025, a chamada “PEC da Segurança Pública”, que prevê integração dos órgãos de segurança pública e mais recursos para o setor.

 

Mesa:

relator da PEC 221/2019 na Câmara dos Deputados, deputado Leo Prates (Republicanos-BA);

presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA);

relator da PEC 221/2019, senador Omar Aziz (PSD-AM);

vice-presidente da CCJ, senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO).

 

Bancada:

senadora Teresa Leitão (PT-PE);

senador Paulo Paim (PT-RS);

senador Rogério Carvalho (PT-SE);

senador Weverton (PDT-MA).

 

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
    CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania
Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza reunião para analisar a PEC do fim da escala 6x1. A Proposta de Emenda à Constituição 221/2019 prevê dois dias de repouso semanal remunerado e reduz a carga horária máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas, sem redução de salário. Ainda na pauta, a votação da PEC 18/2025, a chamada “PEC da Segurança Pública”, que prevê integração dos órgãos de segurança pública e mais recursos para o setor.

 

Mesa:

relator da PEC 221/2019 na Câmara dos Deputados, deputado Leo Prates (Republicanos-BA);

presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA);

relator da PEC 221/2019, senador Omar Aziz (PSD-AM);

vice-presidente da CCJ, senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO).

 

Bancada:

senadora Teresa Leitão (PT-PE);

senador Paulo Paim (PT-RS);

senador Rogério Carvalho (PT-SE);

senador Weverton (PDT-MA).

 

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
    CCJ em reunião para analisar a PEC do fim da escala 6×1.  –Arquivo/Geraldo Magela/Agência Senado

    Sindicatos criticam adiamento

    Inicialmente havia a expectativa da PEC do fim da escala 6×1 ir para o plenário logo após a aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na última quarta-feira (2). A reportagem procurou a assessoria de Alcolumbre para comentar o tema, mas não obteve retorno. 

    O diretor da executiva da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Paulo de Oliveira, disse que os sindicatos achavam possível ter votado a PEC nesta semana.

    “Nos parece desleal com os trabalhadores que vão votar na eleição. Como passou o primeiro turno, não há mais preocupação com os votos e aí eles podem atender outros interesses que não os da grande massa da população”, disse à Agência Brasil.

    Por sua vez, o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, lembrou que a redução da jornada de trabalho para 40 horas é uma demanda de quase 100 anos.dos trabalhadores.

    “Tivemos uma vitória extraordinária na CCJ, onde apenas quatro senadores foram contrários e todos eles não vão disputar eleição agora. Temos a expectativa de falar com Alcolumbre e resolver isso”, disse.

    As centrais sindicais defendem a PEC argumentando, entre outros motivos, que ela melhora a qualidade de vida e a saúde mental dos trabalhadores, que terão mais tempo para se dedicar às famílias ou a outras atividades.

    Além disso, argumentam que os custos da redução da jornada são pequenos e podem ser absorvidos pelas empresas, assim como ocorreu com a redução da jornada de 48 para 44 horas em 1988.  

    Patrões

    As confederações patronais, por outro lado, têm se manifestado contra a PEC do fim da 6×1, alegando que ela aumenta os custos das empresas e pode prejudicar a economia. Estudos têm divergido sobre os impactos da mudança para inflação e o Produto Interno Bruto (PIB). 

    A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) pediu para adiar a votação da PEC 221 de 2019 para depois das eleições.

    “Mudanças constitucionais nas relações de trabalho exigem análise técnica, diálogo e previsibilidade. Não é uma discussão que deva ser conduzida sob a pressão do calendário eleitoral, mas sim em um ambiente que permita avaliar com responsabilidade seus impactos em empresas, empregos e trabalhadores”, defendeu o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original