Categoria: Política

  • Confira como foi a quinta-feira (10) dos candidatos a presidente

    Confira como foi a quinta-feira (10) dos candidatos a presidente

    A agenda dos candidatos à Presidência da República nesta quinta-feira (10) incluiu entrevistas a rádios e podcasts, sabatinas, palestras e panfletagem. 

    >> Veja como foi o dia dos presidenciáveis:

    Hertz Dias (PSTU)
    O candidato Hertz Dias participou de panfletagem no restaurante da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), no Recife. 

    Ele defendeu mais investimentos para universidades públicas e o fim da restrição ao aporte de recursos previsto no arcabouço fiscal.

    “Não existe projeto de desenvolvimento para o Brasil sem investimento pesado em educação, ciência e tecnologia. As universidades públicas são responsáveis por grande parte da pesquisa produzida no país, mas seguem sofrendo com falta de recursos, infraestrutura precária, redução de bolsas e dificuldades para garantir a permanência estudantil”, disse.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    O candidato Luiz Inácio Lula da Silva não teve agenda pública de campanha.

    Renan Santos (Missão)
    O candidato Renan Santos participou do evento Diálogo com Presidenciáveis na Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil), em São Paulo. 

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema cumpriu agenda de campanha no Ceará. Ele participou de entrevista para a rádio O Povo CBN, em Juazeiro do Norte (CE).

    Zema visitou o Santuário do Padre Cícero, também em Juazeiro do Norte, e o projeto Ecos da Esperança, em Crato (CE).

    O candidato almoçou no Instituto Primeira Infância, em Fortaleza, e visitou o Mercado Central da cidade onde conversou com eleitores.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    O candidato Ronaldo Caiado cancelou os compromissos de campanha. Ele foi internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, para tratar uma faringite aguda.

    O candidato iria visitar a cidade de Vinhedo, no interior paulista e, à noite, participaria de sabatina em um canal no Youtube.

    Rui Costa Pimenta (PCO) 
    O candidato Rui Costa Pimenta participou de uma live sobre análise internacional, na qual alertou para o avanço da extrema-direita na Alemanha, a crise em Cuba e criticou a atuação dos Estados Unidos na Venezuela.

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins não teve agenda pública de campanha.

    Wilson Grassi (Democrata) 
    O candidato Wilson Grassi teve reunião com a equipe de planejamento de campanha e, à noite, concedeu entrevista ao Kritikê Podcast.

    Augusto Cury (Avante)
    O candidato Augusto Cury participou de evento na sede da Genial Investimentos, na capital paulista, onde se reuniu com representantes e especialistas do mercado financeiro.

    Ele defendeu gestão pública eficiente e equilíbrio das contas públicas. 

    “Um país que deseja crescer precisa transmitir confiança, segurança e previsibilidade. O setor produtivo precisa encontrar um ambiente em que seja possível investir, gerar empregos e planejar o futuro”.

    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão não teve eventos de campanha.

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato Edmilson Costa esteve em sabatina com a imprensa e com representantes dos trabalhadores de Santos (SP).

    Ele reafirmou a necessidade de “mudanças profundas” na área social e trabalhista, como a redução da jornada de trabalho para 30 horas sem redução de salário e o fim da escala 6×1.

    Edmilson Costa defendeu ainda a formalização para todos os trabalhadores das plataformas digitais e um piso salarial.

    Flávio Bolsonaro (PL) 
    O candidato Flávio Bolsonaro cumpriu agenda de campanha em Roraima. Em Boa Vista, participou de uma motocarreata e de um comício na Praça do Centro Cívico.

    Flávio Bolsonaro disse que, caso eleito, vai dar continuidade a projetos como o linhão de Tucuruí, que conectou Roraima com o sistema elétrico nacional. 

    “Agora, ao invés de ter muros que separem Roraima do Amazonas ou de outros países, nós vamos ter pontes, estradas e conectividade no estado de Roraima para que ele se desenvolva ainda mais”, disse.

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    * Colaboraram Bruno de Freitas Moura (Rio de Janeiro), Luciano Nascimento (São Luís) e redação de São Paulo.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Caiado é internado em SP para tratar uma faringite aguda

    Caiado é internado em SP para tratar uma faringite aguda

    O candidato à presidência da República Ronaldo Caiado, do PSD, foi internado na manhã desta quinta-feira (10) no Hospital Vila Nova Star, na capital paulista, para tratar uma faringite aguda.

    Segundo nota encaminhada pela assessoria de imprensa do candidato, Caiado precisou tomar uma medicação intravenosa. Assinada pela médica Ludihmila Abrahão Hajjar, a nota informa que o objetivo da internação foi acelerar a recuperação do candidato para que ele possa retomar, o mais breve possível, seus compromissos de campanha.

    Por causa da internação, os compromissos do candidato agendados para esta quinta-feira foram cancelados. 

    Pela manhã, o candidato visitaria o Centro de Inteligência, Comunicação e Monitoramento da Guarda Civil em Vinhedo, no interior paulista, e à noite participaria de uma sabatina na capital paulista. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Jovem cria plataforma para ajudar nova geração de eleitores nas urnas

    Jovem cria plataforma para ajudar nova geração de eleitores nas urnas

    Um adolescente de São Paulo, de apenas 16 anos, criou uma plataforma para ajudar o público jovem nas eleições deste ano. O site votae.org traz informações sobre o sistema político brasileiro e os cargos em disputa, com o objetivo de ajudar a nova geração de eleitores antes de ir às urnas.

    Criador da plataforma, Maurício Melzer percebeu dificuldade para entender o cenário político e escolher os candidatos ao tirar o título de eleitor.

    “Eu não sabia o que um senador fazia, não sabia a importância do Congresso, de um deputado. Comecei a pesquisar, acabei montando o site e descobri que muitos dos meus amigos também não sabiam. Então eu falei: opa, tem um problema aqui”, disse à TV Brasil.

    A plataforma votae.org informa sobre cargos e candidatos, com dados retirados do site oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os jovens de 16 a 24 anos representam 12% do eleitorado brasileiro. São 19 milhões e 200 mil eleitores.

    “A gente traduz essa linguagem aí, que talvez pareça um pouco grande, desconfortável para o jovem que está começando agora o envolvimento político, votando pela primeira vez. Então, temos essa maneira de conversar com o jovem, para ele entender melhor como funciona o sistema brasileiro”, explicou Maurício.

    Nestas eleições, são quase 21 mil candidatos em todo o país. Somente no estado de São Paulo, que é o maior colégio eleitoral do país, são cerca de 2.600 candidatos. Na urna, o eleitor deverá votar para presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e estadual.

    No site do TSE, estão todos os candidatos por estado e cargo disputado, e há informações sobre financiamento das campanhas.

    Para Vitor Amaral, secretário de comunicação do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), é importante que o eleitorado mais jovem participe neste contexto de eleições. Ele destacou o engajamento desse público no ambiente digital.

    “Quando eles se envolvem, trazem aí soluções, acredito que é uma possibilidade realmente de aproximar esse público, que é um público importante também no eleitorado. Um público que vai também ajudar a decidir as eleições”, disse Vitor.

    Confira mais informações sobre o assunto no Repórter Brasil, da TV Brasil

    *Com informações da TV Brasil.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira

    A agenda dos candidatos à Presidência da República nesta quinta-feira (10) inclui entrevistas em rádios e podcasts, sabatinas, palestras e panfletagem. Também estão previstas motocarreata e comício, além de visitas a instituições, espaços públicos, projetos sociais e pontos turísticos.

    Rui Costa Pimenta (PCO) 
    Concede entrevista ao podcast Bruno Aiub Show. 

    Wilson Grassi (Democrata) 
    Concede entrevista ao Kritikê Podcast. 

    Augusto Cury (Avante)
    Visita a instituição Genial Investimentos, em São Paulo (SP). 

    Clariana Barão (DC)
    Concede entrevista à rádio Metrópole FM de Cuiabá. 

    Edmilson Costa (PCB)
    Em Santos (SP), participa de sabatina na Associação Comercial de Santos e Jornal A Tribuna. À tarde, concede entrevista ao Podcast Deixa em Off e faz palestra no Sindaport. 

    Flávio Bolsonaro (PL) 
    Participa de motocarreata em Boa Vista (RR), com percurso do aeroporto até a Praça Germano Sampaio. À tarde, participa de comício em trio elétrico. 

    Hertz Dias (PSTU)
    Em Recife (PE), faz panfletagem no restaurante universitário da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). 

    Renan Santos (Missão)
    Pela manhã, participa do evento Diálogo com Presidenciáveis, na Câmara Americana de Comércio, em São Paulo (SP). 

    Romeu Zema (Novo)
    Pela manhã, concede entrevista na rádio O Povo CBN. Visita o Santuário do Padre Cícero em Juazeiro do Norte (CE) e o projeto Ecos da Esperança, em Crato (CE). Após almoço no Instituto Primeira Infância, em Fortaleza (CE), visita o Mercado Central da cidade. 

    Ronaldo Caiado (PSD)
    Participa de sabatina à noite para o podcast Inteligência LTDA, em São Paulo (SP).

    Os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Samara Martins (UP) não têm agenda pública de campanha nesta quinta-feira. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.
     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Educação é prioridade para moradores de favelas do Rio nas eleições

    Educação é prioridade para moradores de favelas do Rio nas eleições

    No estado do Rio de Janeiro, 12,8 milhões de eleitores estão aptos a ir às urnas em outubro. Desses, 2,1 milhões vivem em uma das 1.724 favelas fluminenses, segundo o Censo Demográfico de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados mostram que essas áreas, apesar de antigas, ainda enfrentam maiores dificuldades de urbanização e de acesso a serviços e políticas públicas, o que evidencia a desigualdade na presença do Estado nesses territórios.

    Na cidade do Rio, por exemplo, 1,3 milhão de pessoas moram em uma das 813 favelas, áreas com menos casas ligadas à rede de esgoto e água e menor cobertura da coleta de lixo, embora não sejam regiões homogêneas, como explica a professora de serviço social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Eblin Farage. Uma das principais estudiosas do tema, ela coordena o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Favelas e Espaços Populares (NEPFE).

    Com a proximidade da troca de governantes, moradores de favela cariocas revelam à Agência Brasil demandas prioritárias para as comunidades, como melhorias na mobilidade, educação, cultura, lazer, saúde e participação social. A segurança, uma preocupação na visão deles, reflete a ausência de ações nessas áreas, embora a violência e as operações policiais sejam um problema permanente.

    Letícia Vitória Guimarães, de 16 anos, é moradora do Complexo do Alemão, na zona norte. Envolvida em uma série de iniciativas comunitárias, como os coletivos Criar, de jovens, e o Mulheres em Ação, ela irá às urnas pela primeira vez em outubro.
     


    Rio de Janeiro (RJ), 31/08/2026 – A ativista e pesquisadora Letícia Vitória Silva Guimarães posa para fotografia no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 31/08/2026 – A ativista e pesquisadora Letícia Vitória Silva Guimarães posa para fotografia no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
    A ativista e pesquisadora Letícia Vitória Guimarães é moradora do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio – Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

    Para escolher em quem votar, a jovem revela que considera perfis “envolvidos com as pautas negras, com os direitos humanos e com a população”. Na visão dela, o candidato ou candidata também precisa saber dialogar.

    “Muitas vezes, [governantes] chegam com respostas prontas, sem saber o que queremos, como achamos melhor, então, precisa [ser alguém] disposto a ouvir”, frisou Letícia, que integra ainda o Conselho Estadual da Criança e do Adolescente, além de ser bolsista de um programa para jovens talentos da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

    A jovem também elenca como prioridade propostas para mobilidade. O acesso à cidade, frisa, é um desafio para moradores de áreas periféricas. “Hoje você não tem um ônibus que saia do Alemão ou de qualquer favela [da zona norte] para zona sul. Eu sou jovem, ir à praia é uma demanda real, de direito ao lazer”, disse, afirmando que a falta de linhas de ônibus também dificulta o acesso a empregos.

    Trabalho

    Programas como o Jovem Aprendiz não cobrem os custos com viagens de dois, até três ônibus, e a alimentação de quem passa o dia fora, afirma. “Os valores [de repasse] são baixos, hoje, R$ 20 não pagam nem uma quentinha”, criticou Letícia, sobre a política que busca inserir jovens de 14 a 24 anos no mercado de trabalho.

    Da maior favela do Brasil, a Rocinha, com 72 mil habitantes, a jornalista Isabelle Rodrigues Trindade, de 26 anos, se preocupa com a ausência de oportunidades profissionais. Ela gostaria de trabalhar na área, mas não encontra vagas. Formada há dois anos na PUC-RIO, ela já trabalhou no portal de notícias da Rocinha, o Fala Roça, mas agora atua como agente cultural, em um bairro próximo.

    Segundo a jovem, os moradores de favelas também estão de olho nas propostas para emprego e renda, sendo o fim da escala 6×1 uma prioridade.

    “É muito difícil conciliar trabalho, família e estudo com essa rotina, principalmente, por causa dos grandes deslocamentos, caso das pessoas que moram em favelas”, analisou. O regime de trabalho, avalia, também retira da juventude tempo de qualificação e de lazer.


    Rio de Janeiro (RJ), 03/09/2026 - A jornalista Isabelle Trindade fala sobre a proposta dos candidatos para as periferias do Rio de Janeiro. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 03/09/2026 - A jornalista Isabelle Trindade fala sobre a proposta dos candidatos para as periferias do Rio de Janeiro. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
    A jornalista Isabelle Trindade fala sobre as propostas dos candidatos para as periferias do Rio de Janeiro – Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

    Educação

    A oferta de mais cursos técnicos e profissionalizantes, além de projetos esportivos, vai definir o voto de João*, um jovem de 26 anos que vive de bicos, é pai de duas meninas e mora em uma grande favela da zona norte. “Aqui, o curso começa, a gente até inicia, mas acaba antes de a gente concluir “, criticou, ao falar sobre iniciativas encerradas antes de formarem as turmas. “Eu ainda queria estudar, mesmo sendo difícil [trabalhar e estudar]. Falar um português melhor e ter uma vida melhor”, pontuou.

    O jovem também cobra propostas para as crianças com deficiência e autismo e cita a necessidade de creches preparadas com mais mediadores nas salas. “Muitas famílias passam por dificuldade diárias, dentro da favela, onde as condições de vida já são mais precárias, mas que não encontram respostas do Poder Público.”
     


    Rio de Janeiro (RJ), 27/08/2026 – Retrato da educadora popular e estudante universitária de História Sara Sant'anna, na Uerj. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 27/08/2026 – Retrato da educadora popular e estudante universitária de História Sara Sant'anna, na Uerj. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
    Desigualdades na cidade do Rio preocupam a educadora popular e estudante de história na Uerj Sara Sant’anna – Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

    Estudante de história na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Sara Sant’anna, de 24 anos, também está preocupada com as desigualdades na cidade. Cria da Favela do Rodo, na zona oeste, ela cobra a instalação de centros culturais na região, além de polos de educação superior.

    “Campo Grande é um dos maiores bairros do Brasil e a oferta de cursos superiores públicos aqui é limitada. A faculdade mais perto é longe, em Seropédica, a uma hora”, disse a educadora. Sara é também diretora da Casa Frutos, dedicada a cursinhos de pré-vestibular na Cidade de Deus, comunidade da zona oeste imortalizada no filme homônimo de Fernando Meirelles e Kátia Lund.

    Enfrentamento ao racismo e saúde

    Outra preocupação de moradores de favela é com ações que enfrentem o racismo. Na cidade do Rio, segundo o IBGE, a maior parte de moradores das favelas cariocas é formada por negros, sendo 21% pessoas pretas e 49%, pardas. Os brancos, maioria em outras áreas da cidade, são um em cada três moradores das comunidades.

    No Morro da Providência, uma das primeiras favelas do país, projetos sociais da organização Galeria Providência evidenciam como o racismo se tornou uma barreira na conquista de melhores condições de vida, a começar pela saúde, uma prioridade local.

    “Um debate que avança, em meio a uma população afetada pelo baixo nível educacional e pelas fake news [que confundem e desinformam], é o da saúde”, contou o pesquisador e fundador da organização, Hugo Oliveira. “Quando colocamos em dúvida um atendimento ruim no hospital, por exemplo, de violência obstétrica contra mulheres negras, o território consegue ter uma dimensão do problema”, avalia.
     


    Pesquisador e gestor cultural Hugo Oliveira, Dr. em Comunicação, cria do Morro da Providência. Foto: Hugo Oliveira/Arquivo Pessoal
    Pesquisador e gestor cultural Hugo Oliveira, Dr. em Comunicação, cria do Morro da Providência. Foto: Hugo Oliveira/Arquivo Pessoal
    Pesquisador e gestor cultural Hugo Oliveira defende maior articulação entre moradores da favela e Poder Público – Foto: Hugo Oliveira/Arquivo Pessoal

    O gestor cultural usa outros exemplos para puxar o diálogo sobre racismo nas favelas: as abordagens policiais, que se traduzem mais em violência contra jovens negros do que brancos, e o racismo ambiental, que se reflete no acesso a moradias mais precárias ou vulneráveis a eventos climáticos extremos que em outras áreas da cidade.

    “Esses assuntos vêm sendo colocados de forma superficial nas campanhas”, analisou o gestor. “Mas são vitais, mexem com toda a estrutura, se eu moro em um espaço saudável, isso é um fator de saúde física, emocional e até espiritual”, avaliou o doutor em comunicação pela UFRJ.

    Para Oliveira, as eleições são um momento de olhar para lideranças locais, comprometidas com os territórios. “A tua cabeça pensa onde o teu pé pisa. Ninguém sabe melhor dos nossos territórios do que nós mesmos”, afirmou.

    “Hoje a favela tem intelectuais, orgânicos ou acadêmicos, que produzem saberes, conhecimento, e é preciso promover a articulação entre eles o Poder Público, principalmente, o Executivo”, recomendou, sobre o governo do estado.

    Segurança

    Em época de eleições, as favelas são disputadas por diferentes grupos políticos, no Rio de Janeiro. Mas nem todos candidatos conseguem se apresentar aos moradores. É preciso negociar com criminosos para fazer campanhas no local, e as eleições esbarram em um problema permanente, a presença do crime organizado.

    Nascido na Cidade de Deus, Bruno Rafael Castilho Alves, de 46 anos, se mudou recentemente para o centro da capital fluminense. Além da proximidade com o emprego, ele cita a violência como um fator determinante, embora continue frequentando a comunidade, onde mantém, há cerca de 20 anos, um projeto social de aulas de muay thai. Nele, usa o hip-hop para conscientizar os alunos mais jovens.

    Na visão de Bruno, muitos candidatos não estão preocupados em atender às demandas de educação, saúde ou esporte nas áreas periféricas, que seriam “medidas eficientes” para enfrentar a criminalidade. Ao contrário, ele aponta para discursos que exaltam a morte e o confronto.

    “Vemos muito candidato falar em ‘dar tiro na cabecinha do jovem’, mas a população, principalmente periférica, não apoia”, criticou.


    Rio de Janeiro (RJ), 08/09/2026 - O produtor cultural Bruno Rafael fala sobre as propostas dos candidatos nas eleições de 2026. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 08/09/2026 - O produtor cultural Bruno Rafael fala sobre as propostas dos candidatos nas eleições de 2026. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
    O produtor cultural Bruno Rafael critica discursos de candidatos que exaltam o confronto como forma de combater a criminalidade – Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

    Para o educador e os demais entrevistados, políticas públicas para a juventude aliadas ao enfrentamento da atuação financeira do crime deveriam ser prioridade.

    “A população demanda combate de forma inteligente, sem ceifar a vida de ninguém”, acrescentou Sara, da Favela do Rodo. Ela acrescentou que, nestas eleições, muitas propostas das campanhas estão centradas em aumento de policiamento, de encarceramento e redução da idade penal, o que preocupa, diante dos relatos de abuso e violência policial. “Eu, infelizmente, já tive a casa arrombada várias vezes e vi policiais apontarem uma arma para a cabeça do meu pai”, contou a estudante.

    No Rio de Janeiro, especificamente, organizações e movimentos sociais foram ao Supremo Tribunal Federal solicitar que operações em favelas tenham mais planejamento e sejam realizadas com menos impacto nas comunidades. Em geral, escolas e serviços públicos fecham por causa dos tiros disparados durante os confrontos.

    Portanto, para os jovens, a segurança passa por melhorias na qualidade de vida de quem vive nas favelas, imprensados entre a violência policial e o controle do crime organizado, que gere setores econômicos como internet, transporte, venda de água envasada e a própria segurança de moradores e comerciantes.

    “A periferia está cansada de incursão”, afirmou Bruno Rafael. “O medo de morar na comunidade é por causa das operações [policiais], da bala, que não é perdida, é achada em inocentes. Não tem como achar normal uma operação às 8h da manhã, com crianças indo para a escolas e gente indo trabalhar”, criticou. “A comunidade quer uma ocupação com responsabilidade, a bala mata pessoas como eu”, emendou.

    O morador de favela, avalia Bruno, apesar de diferente, em termos sociais e econômicos, busca propostas que vão desde urbanização a políticas de saúde, esporte, cultura e educação para seus filhos. “Isso que a gente quer”, listou.

    Levar em conta a especificidade de cada favela na cidade ou no estado do Rio deveria ser uma prioridade dos governos, avalia a professora Eblin Farage, que estuda a presença do Estado nesses espaços. “Há uma diversidade de cotidiano, de condição histórica e de sujeitos que não permite homogeneização”, explicou.

    Ela não se surpreende com a avaliação dos entrevistados, de colocar a segurança pública como uma proposta secundária para as favelas.

    “Não há, na história do Rio de Janeiro, uma política de segurança pública bem-sucedida, que seja referência para essas pessoas”, avaliou. “Para eles [moradores], a segurança são as operações, o caveirão, a violência armada e isso não interessa, não os protege.”

    Por outro lado, Eblin Farage analisa que os moradores têm referências de políticas habitacionais, de mobilidade urbana e educação recentes, das quais se lembram.

    Cada eleição, ponderou, é uma janela para pactuação de compromissos entre candidatos e comunidades. No entanto, diante das falhas dos governos em cumprir os combinados, Eblin Farage explica que os eleitores de favelas têm apostado mais na relação com o Legislativo, ou seja, em deputados estaduais, federais e senadores, com quem o diálogo e as relações tendem a ser mais próximos.

    Ela alerta, porém, para relações clientelistas, como o assédio de projetos sociais geridos e mantidos por políticos, em favelas, que ano a ano se apresentam como alternativa diante da ausência do Poder Público. Nesse tipo de atuação de organizações sociais, a pesquisadora vê fragmentação da mobilização por direitos.

    “[Durante as eleições], ONGs de políticos desempenham um papel nefasto, reeditam o clientelismo, o curral eleitoral, promovem a extrema direita, fomentam relação nebulosa com grupos armados locais, sobretudo, a milícia, e não contribuem para a formação dos sujeitos, a defesa dos direitos humanos.”

    Contribuir para organizar e mobilizar moradores na defesa de políticas públicas, inclusive em época de eleições, politizando o cotidiano da favela e o senso comum deveria ser o principal papel dessas organizações nos territórios, concluiu Eblin Farage.

    *Nome fictício a pedido do entrevistado.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Veja como foi a quarta-feira (9) dos presidenciáveis

    Veja como foi a quarta-feira (9) dos presidenciáveis

    A agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (9) incluiu atos e comícios, panfletagem, encontros com representantes dos setores produtivo e imobiliário, visitas a instituições e participação em ato contra a violência de gênero.

    >> Veja como foi o dia dos candidatos a presidente:

    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro cumpriu agenda de campanha em Juiz de Fora (MG).

    Ele participou de uma motocarreata e de um comício.

    Hertz Dias (PSTU)
    O candidato Hertz Dias visitou o Centro de Distribuição dos Correios da Vila Leopoldina, em São Paulo, e defendeu a manutenção da empresa como 100% estatal. 

    “Nossa proposta vai além de impedir a privatização. Defendemos os Correios sob controle dos trabalhadores, porque são eles que conhecem a realidade da empresa e garantem diariamente seu funcionamento”, declarou. 

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    O candidato Luiz Inácio Lula da Silva cumpriu agenda de campanha no Piauí.Em Teresina, Lula visitou o Centro Estadual de Tempo Integral (CETI) Professora Júlia Nunes Alves, no bairro Itararé, onde conheceu as dependências da unidade de ensino e iniciativas relacionadas à inteligência artificial, tecnologia e formação profissional.

    Na sequência, Lula visitou as obras de revitalização e duplicação dos 13,5 quilômetros do VLT da capital piauiense, na Estação Boa Esperança.

    Renan Santos (Missão)
    Em São Paulo, o candidato Renan Santos participou de ato na Faculdade Getúlio Vargas (FGV).

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema apresentou, em Brasília, um documento direcionado aos cristãos, em que se posiciona contra o aborto em todas as situações e a legalização de drogas.

    O documento também trata de temas como saúde, educação, segurança e bets. Para Zema, é preciso combater o vício nas apostas online. 

    Ronaldo Caiado (PSD)
    O candidato Ronaldo Caiado concedeu entrevista à Rádio Itatiaia, de Minas Gerais, e à Rádio Massa FM.

    Ele participou de um encontro, na capital paulista, com a Associação Brasileira de Incorporadoras (Abrainc) e visitou o Instituto Resgatando Vidas, que oferece atividades educacionais, culturais e esportivas para comunidades da periferia.  

    O candidato destacou a importância de organizações sociais que atendem demandas “onde o Estado não é capaz de suprir”.

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    O candidato Rui Costa Pimenta não teve agenda pública de campanha.

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins cumpriu agenda na cidade de São Paulo.

    Ela participou do Ato Por Uma Pátria Sem Feminicídios e Sem Estupros, na Praça da Sé, região central, que reuniu manifestantes e integrantes do UP.

    Wilson Grassi (Democrata)
    O candidato Wilson Grassi concedeu entrevista ao jornal A Voz de Campos, de Campos dos Goytacazes (RJ).

    Ele criticou a postura de concorrentes que não vão a debates e o fato de os veículos de comunicação não convidarem todos os candidatos.. 

    Augusto Cury (Avante)
    Na capital paulista, o candidato Augusto Cury visitou a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

    Ele ainda participou de uma reunião com a Organização das Cooperativas do Estado da Bahia (Oceb) e com a Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar).

    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão participou de um evento no Jockey Club de São Paulo.

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato Edmilson Costa não teve agenda pública de campanha.

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    >> Assista na TV Brasil

    * Colaboraram Bruno de Freitas Moura (Rio de Janeiro), Luciano Nascimento (São Luís) e redação de São Paulo.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Lula pede quebra completa de sigilo do caso Master “doa a quem doer”

    Lula pede quebra completa de sigilo do caso Master “doa a quem doer”

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quarta-feira (9), a “quebra completa do sigilo das investigações de todos os envolvidos no caso Master”. Lula classificou a investigação como “o maior crime financeiro da história do Brasil”. A fala do presidente ocorre em meio a uma grave crise entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo decisões relacionadas às investigações do caso Master e do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. 

    Em publicação nas redes sociais, Lula pediu que a medida seja tomada de forma “urgente”.

    “O povo brasileiro precisa de explicações e medidas imediatas para enfrentar a crise institucional que tomou conta do Poder Judiciário”, afirmou. 

    O presidente cobrou transparência e criticou vazamentos seletivos que impactam a disputa eleitoral. Ele argumentou que a quebra do sigilo das investigações deve ser completa, “seja quem for, doa a quem doer”. 

    “O Brasil precisa saber a verdade”, encerra a nota. 

    Entenda a crise

    A crise no Supremo veio à tona com a retirada do sigilo, pelo ministro André Mendonça, de relatórios parciais da Operação Compliance Zero, da qual é relator e que tem como alvo a corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias supostamente praticadas por Vorcaro.

    No material divulgado constam 52 mensagens que os investigadores do caso dizem terem sido enviadas por Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes. Nelas, o ex-banqueiro demonstra proximidade com o ministro e aparenta ter encaminhado a ele um contrato de R$ 131 milhões entre o Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. 

    Até o momento, Moraes nega qualquer contato com o ex-banqueiro. Após divulgação do material, o ministro tornou público um “relatório de inteligência” da PF segundo o qual Mendonça que sugere direcionamento contra desafetos políticos na condução do caso Master. 

    Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Comissão da Verdade Indígena será tema de audiência na Câmara

    Comissão da Verdade Indígena será tema de audiência na Câmara

    Demanda de mais de uma década dos povos originários, a criação da Comissão Nacional Indígena da Verdade (CNIV) será pauta no Congresso Nacional, por iniciativa da ex-ministra e deputada federal Sônia Guajajara (PSOL-SP). A parlamentar organizou uma audiência pública para 17 de novembro na Câmara dos Deputados, com o objetivo de avançar na proposta.

    A audiência foi aprovada por meio do Requerimento nº 86/2026 na Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais. O documento destaca a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) como uma das entidades que vêm reiterando a necessidade de se captar, com a formação da CNIV, mais elementos que comprovem ações de despotismo durante a ditadura militar.

    Ao criar a CNIV, o objetivo é responsabilizar o Estado pelas violências que cometeu, que assumiram a forma de escravização, estupros, envenenamentos, torturas, remoções dos indígenas de seus territórios, entre outras. Houve ainda pessoas desaparecidas e presas ilegalmente e com bens culturais destruídos. 

    Devem comparecer à audiência, além de lideranças indígenas, representantes do poder público, do sistema de Justiça, da sociedade civil e pesquisadores. Eles devem apresentar contribuições, ampliando a documentação feita pela Comissão Nacional da Verdade (CNV), que é reconhecida pelo movimento indígena mas insuficiente, por conter descrições dos impactos na vida de dez povos apenas. 

    As populações dos Tapayuna, Parakanã, Araweté, Arara, Panará, Waimiri-atroari, Cinta-larga, Xetá, Yanomami e Xavante equivaliam, somadas, a 3,3% dos povos identificados na época. O levantamento permitiu que se chegasse a uma estimativa de 8.350 indígenas assassinados entre 1964 e 1985. A contagem oficial do Brasil relaciona 305 povos, número que aumenta com os classificados como em isolamento e é provavelmente inferior à quantidade real.

    Eliminados 

    Um dos não indígenas mais incansáveis nessa luta, o jornalista Marcelo Zelic, que morreu em maio de 2023 em decorrência de um AVC, era integrante do Grupo de Trabalho (GT) Indígena da CNV e questionou o relatório concluído em 2014. A primeira versão tinha somente 35 páginas, quase o total de unidades federativas do Brasil. Era como se em uma página pudessem ser resumidos todos os crimes ocorridos em 21 anos de ditadura, caso dedicassem uma página por estado. 

     Após protestos do GT e a manifestação de descontentamento de Zelic com a qualidade do relatório, na 29ª Reunião Brasileira de Antropologia (RBA), o material foi substituído.

    Ao questionar as autoridades sobre as versões do documento, Marcelo Zelic apresentou o texto “Comissão Nacional da Verdade e Povos Indígenas: a um passo da omissão” para expressar sua indignação com a síntese, que considerou curta demais. Ele afirma que o Estado facilitou a prática das violências e que isso fica evidente quando se descobre que muitas eram perpetradas por funcionários do Serviço de Proteção aos Índios (SPI), ativo de 1910 a 1967, e que foi sucedido pela Fundação Nacional do Índio (Funai). 

    “Os povos indígenas foram um dos grupos sociais mais violados em seus direitos no período de apuração da CNV (1946-1988), crimes bárbaros foram praticados em todas as décadas em questão, por ação, conivência, corrupção e omissão do Estado brasileiro, diz no texto. Ele citou o Relatório Figueiredo e fundou e coordenou o projeto Armazém Memória.

    No texto, Zelic sugere que a comissão deveria contar com uma coordenação-geral e uma equipe técnica para auxiliar nos trabalhos e por um colegiado de comissionados, composto por órgãos do Estado, representações dos povos indígenas e entidades da sociedade civil de caráter indigenista e de direitos humanos, responsáveis pela estruturação da Rede de Comissões da Verdade Indígena (Rede CVI). Assim, casos concluídos pela Rede CVI seriam enviados ao colegiado para a abertura de processos. 

    Uma condição para sustentar esse fluxo seria estimular os povos originários a criarem comissões para si e em universidades que possam colaborar com levantamentos. Outra finalidade diz respeito à mensuração de impactos territoriais, sociais, culturais e espirituais na vida das comunidades.

    “Não podemos construir uma democracia verdadeira sem reconhecer as violências cometidas contra os povos indígenas. Precisamos garantir o direito à memória e à verdade, identificar responsabilidades e construir políticas de reparação integral para que essas violações nunca mais se repitam”, afirma Sônia Guajajara.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (9)

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (9)

    A agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (9) inclui atos e comícios, motocarreata, panfletagem e mobilização com apoiadores. Também estão previstas entrevistas e sabatinas, encontros com representantes dos setores produtivo e imobiliário, visitas a instituições e participação em ato contra a violência de gênero.

    Romeu Zema (Novo)
    Participa do lançamento da Carta de Princípios aos Cristãos brasileiros, em Brasília. 

    Wilson Grassi (Democrata) 
    Concede entrevista ao jornal A Voz de Campos, de Campos dos Goytacazes (RJ). 

    Augusto Cury (Avante)
    Pela manhã, visita a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo (SP). À tarde, participa de reunião com Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado da Bahia (Oceb) e Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar). 

    Clariana Barão (DC) 
    À noite participa de evento no Jockey Club de São Paulo. 

    Flávio Bolsonaro (PL) 
    Em Juiz de Fora (MG), participa de motocarreata do aeroporto até o centro da cidade (cerca de 10 km). Também faz comício em trio elétrico no centro da cidade. 

    Hertz Dias (PSTU)
    Participa de panfletagem no CD Leopoldina dos Correios na Vila Leopoldina, em São Paulo (SP). À tarde, participa de reunião com apoiadores do PCBR na capital paulista e concede entrevista para o podcast Meteoro Brasil. 

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT) 
    Participa do ato na Arena Carhoo, em Teresina (PI). 

    Samara Martins (UP)
    Participa do Ato Por Uma Pátria Sem Feminicídios e Sem Estupros, com concentração na Praça da Sé, em São Paulo (SP).

    Renan Santos (Missão)
    Participa de ato com apoiadores na FGV Direito SP, em São Paulo (SP). 

    Ronaldo Caiado (PSD)
    Participa de sabatina para o Jornal Itatiaia, da Rádio Itatiaia (MG), por videoconferência. Em São Paulo (SP), participa de encontro com a Associação Brasileira de Incorporadoras (Abrainc) e visita o Instituto Resgatando Vidas. Também concede entrevista para a Rádio Massa FM. 

    Os candidatos Rui Costa Pimenta (PCO) e Edmilson Costa (PCB) não têm agenda pública de campanha nesta quarta-feira.

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Veja como foi a terça-feira (8) dos candidatos a presidente

    Veja como foi a terça-feira (8) dos candidatos a presidente

    A agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (8) incluiu entrevistas e reuniões com apoiadores.

    >> Veja como foi o dia dos candidatos a presidente:

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato cumpriu agenda da secretaria-geral do PCB em Lisboa.

    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro não teve agenda pública de campanha.

    Hertz Dias (PSTU)
    O candidato Hertz Dias visitou a Ocupação Coração Valente e a fábrica Armco, ambas em Jacareí (SP).

    Em São Bernardo do Campo (SP), participou de panfletagem na Escola Técnica Estadual Lauro Gomes e de um evento de hip hop.

    Ele defendeu a implementação de um amplo plano nacional de moradia popular. “Milhões de famílias brasileiras enfrentam dificuldades para ter um teto enquanto existe terra, tecnologia e recursos suficientes para garantir habitação digna para todos. O problema não é falta de capacidade; é uma escolha política que privilegia o lucro”, afirmou.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    O candidato Luiz Inácio Lula da Silva não teve agenda pública de campanha. 

    Renan Santos (Missão)
    O candidato Renan Santos participou de sabatina na Jovem Pan e concedeu entrevista ao canal Paulo Mathias, na capital paulista. 

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema participou de reunião com a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), em Brasília.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    O candidato Ronaldo Caiado visitou o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (Cnpem), em Campinas, interior de São Paulo.

    Ele prometeu dobrar o investimento em ciência e tecnologia para o equivalente a 2% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e defendeu uma política de industrialização nacional para a produção de semicondutores, baterias, ligas metálicas e turbinas.

    Caiado esteve também em Jaguariúna, cidade vizinha a Campinas, onde comentou sobre contas públicas e afirmou que, se eleito, pretende realizar um corte de 25% nos repasses destinados a todos os Poderes.

    “A partir daí, você vai dando conta de colocar o país no lugar”, declarou.

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    O candidato Rui Costa Pimenta participou do programa Análise da 3ª, na Rádio Causa Operária, no YouTube.

    Ele classificou a ascensão do partido de extrema-direita AfD na Alemanha como “reflexo da crise do regime político burguês imperialista”.

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins participou de sabatina do jornal Correio Braziliense, de Brasília, e concedeu entrevista ao portal Metrópoles.

    Ela fez caminhada na Rodoviária do Plano Piloto, no centro da capital federal.

    Wilson Grassi (Democrata)
    O candidato Wilson Grassi concedeu entrevista ao jornalista Lucas França e participa de sabatina com membros do grupo Dados Políticos. 

    Augusto Cury (Avante)
    Na cidade de São Paulo, o candidato Augusto Cury concedeu entrevista ao jornal Estadão e ao canal Meio.

    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão concedeu entrevista à rádio Agora FM, de Rondonópolis (MT), e à rádio Capela FM, de Vinhedo (SP).

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    >> Assista na TV Brasil

     

    * Colaboraram Bruno de Freitas Moura e Rafael Cardoso (Rio de Janeiro);  redação de São Paulo e TV Brasil. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original