Categoria: Meio Ambiente

  • Inmet faz alerta para onda de calor em oito estados do país

    Inmet faz alerta para onda de calor em oito estados do país

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para uma onda de calor que atinge os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. As temperaturas devem ficar 5°C acima da média nessas localidades até o fim da tarde desta segunda-feira (28).

    No Centro-Oeste do país, chove de forma isolada no noroeste de Mato Grosso e na faixa oeste também pode haver chuva isolada.

    Os termômetros devem chegar a 40°C, em Cuiabá, e a mínima prevista nas capitais é de 20°C em Brasília.

    Na Região Sudeste, ocorrem chuvas isoladas no litoral de São Paulo, no sudeste de Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Ainda pode chover de forma isolada no sul do Espírito Santo.

    Nas capitas, a temperatura máxima esperada é de 35°C, em Belo Horizonte, e a mínima é de e 28°C, no Rio de Janeiro.

    No Norte do Brasil, chove com trovoadas em diversas partes do estado Amazonas. No Acre, em Rondônia e em Roraima são esperadas pancadas de chuva isoladas. Também pode chover no sudoeste, oeste, noroeste, centro e nordeste do Pará.

    Entre as capitais, a temperatura varia entre 22°C em Rio Branco e 39°C em Palmas.

    Na região Nordeste, a chuva é esperada nos litorais da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

    A temperatura máxima nas capitais da região será de 39°C em Teresina e a mínima será de 22°C em Maceió.

    Frente fria no Sul

    No Sul do país, a semana começa com a chegada de uma frente fria que traz chuva com trovoada no Rio Grande do Sul, no sul, centro e leste de Santa Catarina. No oeste e norte catarinense e no sudoeste, sul e leste do Paraná ocorre chuva isolada, que pode atingir também o oeste, centro e Campos Gerais do Paraná.

    O calor persiste apenas no norte e noroeste do Paraná. Entre as capitais, a máxima será de 22°C em Porto Alegre e a mínima será de 16°C em Curitiba.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Capital fluminense integra programa global de gestão de resíduos

    Capital fluminense integra programa global de gestão de resíduos

    A capital fluminense está entre as sete cidades do mundo escolhidas como piloto para o programa global Distritos Lixo Zero, de gestão de resíduos e redução de metano.

    De acordo com o Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), do Observatório do Clima, o Rio de Janeiro é a cidade brasileira que lidera o ranking de emissões de gases do efeito estufa no setor de resíduos.

    Também fazem parte da iniciativa as cidades de George Town, Penang e Kuala Lumpur (Malásia); Santiago e Patagônia (Chile); e Kisumu (Quênia).

    O programa é uma iniciativa da Fundação Zero Desperdício com o apoio da rede internacional Global Methane Hub (GMH). O objetivo é construir modelos de governança, mensuração e financiamento para gestão de resíduos, especialmente os orgânicos, nos distritos (bairros) das outras seis cidades-piloto antes da 31ª Conferência das Nações Unidas sobre o Clima (COP31), marcada para o mês de novembro, em Antalya, na Turquia.

    As propostas precisam ser capazes de desviar dos aterros sanitários pelo menos 70% dos resíduos até 2030 e 90% até 2040. Com isso, as cidades emitem menos metano e diminuem a poluição no ar, com resultados positivos para o meio ambiente e a saúde das populações.

    “Os Distritos Lixo Zero oferecem às cidades uma maneira prática de proporcionar esses benefícios à saúde, ao mesmo tempo que criam empregos, recuperam recursos valiosos e desenvolvem soluções que podem ser ampliadas”, afirma o diretor executivo do Global Methane Hub (GMH), Marcelo Mena.

    Os modelos serão testados, avaliados e compartilhados para adoção por bairros de outras cidades e localidades mundiais, com o objetivo de alcançar os acordos globais para a redução do metano.

    O anúncio das cidades-piloto foi feito em Nova York, nessa quinta-feira (24), durante a Semana do Clima, encontro que integra a agenda climática global das Nações Unidas.

    Na avaliação do secretário nacional de Meio Ambiente, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Adalberto Maluf, a participação do Rio de Janeiro no programa representa um passo importante em direção à implementação das ações climáticas. “Foi um elemento central da presidência da COP30 e segue sendo para a presidência da COP31”, diz.

    Modelo

    Maluf destaca que o Brasil já conhece as múltiplas soluções para reduzir as emissões de metano, com resposta em cadeia a partir da geração de resíduos até as iniciativas da economia circular.

    “Além disso, evitar desperdício de alimentos talvez seja a medida mais valiosa, que também reforça a segurança alimentar”, destaca o secretário.

    Um exemplo é a implantação do monitoramento mensal de plumas de metano por satélite, iniciado em 2023, no Centro de Tratamento de Resíduos da Comlurb (CTR-Rio), em Seropédica, na própria região metropolitana do Rio de Janeiro.

    A iniciativa ajudou a identificar onde intervir no aterro para reduzir as emissões e em colaboração com a rede GMH e a Comlurb incorporou quase 500 poços à rede de captação de biogás em 2025, aumentando em 7,35%, em relação a 2024, o aproveitamento do metano para fins energéticos.

    “O CTR-Rio é apenas um exemplo de uma estratégia que pode ser reproduzida em aterros sanitários em todo o mundo e proporcionar comunidades mais saudáveis e sustentáveis”, conclui o diretor regional do GMH para a América Latina, Henrique Bezerra.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Inmet: calor acima da média e chuvas irregulares devem marcar outubro

    Inmet: calor acima da média e chuvas irregulares devem marcar outubro

    O mês de outubro deve ser marcado por temperaturas acima da média em grande parte do país e por uma distribuição desigual das chuvas entre as regiões, segundo previsão climática divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    O prognóstico foi apresentado em meio a uma onda de calor prevista para o fim de setembro, com temperaturas que podem superar 40°C em áreas de diversos estados.

    De acordo com o instituto, os maiores desvios de temperatura em outubro estão previstos para as regiões Centro-Oeste e Sudeste.

    Em algumas áreas de Goiás, do Distrito Federal e de Minas Gerais, os termômetros podem registrar médias superiores em mais de 2°C aos valores normalmente observados no período.

    Chuvas

    Em relação às chuvas, a tendência é de acumulados acima da média em áreas do Sul, de Mato Grosso do Sul, de São Paulo e do sudeste de Minas Gerais. No Rio de Janeiro, os volumes devem ficar próximos da média histórica.

    Parte das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste deve registrar precipitações abaixo do padrão climatológico para outubro. O prognóstico também aponta distribuição irregular das chuvas em Minas Gerais e no Espírito Santo.

    Impactos

    O cenário pode provocar impactos na agricultura. Em Mato Grosso e Goiás, a combinação de calor e chuvas irregulares tende a dificultar a recuperação da umidade do solo e o avanço da semeadura da safra de verão.

    Em Mato Grosso do Sul, a expectativa de chuvas mais frequentes pode favorecer a recuperação da umidade do solo e oferecer melhores condições para a semeadura e o desenvolvimento inicial das lavouras.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Inmet emite alerta de grande perigo por onda de calor no fim de semana

    Inmet emite alerta de grande perigo por onda de calor no fim de semana

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho, que caracteriza grande perigo, para uma onda de calor que deve se estabelecer no país a partir deste sábado (26). A previsão é que, até a próxima quarta-feira (30), oito estados possam registrar mais de 40 graus Celsius (ºC).

    O instituto explica que uma onda de calor é a persistência, no mínimo por cinco dias consecutivos, de termômetros ao menos 5ºC acima da média histórica das temperaturas máximas em um período.

    Isso significa que, se uma região registra até 30ºC historicamente nesta época, é considerada onda de calor a repetição de 35ºC por ao menos cinco dias. Mas, se uma região já costuma registrar máximas de 38ºC, não há alerta de onda de calor mesmo se as temperaturas chegarem a 40ºC. Mesmo assim, as altas temperaturas exigem cuidados da população e das autoridades.

    Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná estão abrangidos pelo alerta em toda a sua extensão. Já Minas Gerais, Rio de Janeiro e Mato Grosso devem registrar o fenômeno na porção mais ao sul de seus territórios, incluindo Cuiabá e a capital fluminense.

    Mesmo que os critérios técnicos para definir uma onda de calor não sejam atingidos em unidades da Federação como Tocantins, Distrito Federal, Bahia e Espírito Santo, o Inmet alerta que também haverá altas temperaturas.

    40 graus

    A partir deste fim de semana, os termômetros podem marcar mais de 40ºC, o que já ocorre desde quinta-feira (24) em 16 localidades monitoradas pelo Inmet no Piauí, Tocantins, Goiás e Mato Grosso.

    No sábado (26), essa marca deve ser atingida principalmente em áreas do Pantanal de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, com destaque para Corumbá (MS), Porto Murtinho (MS) e Poconé (MT).

    No domingo (27), mais áreas estarão sob esse calor intenso, que alcançará Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, além do noroeste de São Paulo, Triângulo Mineiro, sul do Tocantins e Piauí.

    O fenômeno continuará a ganhar força na segunda-feira (28), e as localidades com possibilidade de superar 40°C incluem Cuiabá (MT), Rondonópolis (MT), Corumbá (MS), Porto Murtinho (MS), Três Lagoas (MS), Água Boa (MT), Barra do Garças (MT), Goiás (GO), Quirinópolis (GO), Ituiutaba (MG), Jales (SP), Gurupi (TO) e Araguaçu (TO).

    Segundo o Inmet, na terça-feira (29), o núcleo das maiores temperaturas permanece sobre Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, São Paulo e Triângulo Mineiro, com possibilidade de valores superiores a 40°C em diversas localidades.

    Na quarta, uma frente fria deve chegar ao Sul do país, reduzindo as temperaturas na região e em Mato Grosso do Sul. O calor deve se concentrar em áreas de Mato Grosso, Pará, Goiás, Tocantins, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Piauí.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Chuva chega ao interior do Nordeste depois de seca prolongada

    Chuva chega ao interior do Nordeste depois de seca prolongada

    As chuvas avançam pelo interior do Nordeste nesta sexta-feira (25) e chegam à a região agrícola do Matopiba, entre o Maranhão, Tocantins, Piauí e a Bahia, informa o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    O céu fica com muitas nuvens em toda a região, que terá pancadas de chuva e trovoadas isoladas entre o Maranhão e o Piauí. Há aviso amarelo de perigo potencial de tempestade no centro-sul baiano e, no oeste da Bahia, as chuvas ocorrem de forma isolada.

    Pode chover também de forma isolada no oeste e norte do Maranhão, norte e sul do Piauí, no centro, sul e leste da Bahia, no litoral oeste do Ceará e na faixa litorânea entre Sergipe e o Rio Grande do Norte.

    Os termômetros nas capitais permanecem elevados, com a mínima de 20°C em Maceió e a máxima de 37°C em Teresina.

    No Norte do país também há alerta amarelo de perigo potencial para chuvas intensas no centro, oeste e noroeste do Amazonas e no sudoeste de Roraima. No restante dos dois estados, sul do Pará e no Tocantins a previsão é de chuva com trovoadas.

    Nas capitais, a temperatura mínima esperada para é de 22°C em Rio Branco e a máxima de 37°C em Porto Velho.

    No Sul, o sol predomina na maior parte da região. A exceção é para o sul do Rio Grande do Sul, onde há aviso amarelo de perigo potencial para tempestade com queda de granizo. No restante do estado, há possibilidade de chuva isolada.

    A temperatura sobe bastante e não há mais previsão de geada. Entre as capitais, a mínima será de 10°C em Curitiba e a máxima de 26°C em Porto Alegre.

    No Sudeste do país, o céu fica com muitas nuvens em grande parte da região, e ocorrem chuvas isoladas no noroeste, oeste, centro e sudeste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e Espírito Santo. 

    A temperatura entra em rápida elevação e atinge, nas capitais, 29°C no Rio de Janeiro, enquanto a mínima fica em 15°C em São Paulo.

    No Centro-Oeste, as áreas de instabilidade devem se concentrar entre o norte e leste de Mato Grosso, norte de Goiás e o Distrito Federal, onde ocorrem pancadas de chuva com trovoadas isoladas. 

    As temperaturas continuam aumentando e, entre as capitais, a mínima é de 18°C em Campo Grande e a máxima de 40°C em Cuiabá.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Proteção da biodivesidade no mundo demanda mais US$1,3 trilhão por ano

    Proteção da biodivesidade no mundo demanda mais US$1,3 trilhão por ano

    O enfrentamento à crise da biodiversidade, que põe em risco diversas formas de vida no planeta, inclusive a dos seres humanos, é um desafio que exigirá dos países esforços financeiros de US$ 1,317 trilhão ao ano, além do que já é investido atualmente.

    O número é resultado de um estudo realizado pelas organizações sociais The Nature Conservancy (TNC), World Wildlife Fund (WWF) e Paulson Institute, que resulta no relatório Financing Nature 2026: uma atualização de meio de década – do progresso isolado à implementação em escala.

    As organizações acompanham a evolução dos investimentos globais na proteção da natureza desde 2020, quando foi publicado o primeiro relatório. Os pesquisadores comparam essa evolução com a necessidade de recursos para proteger as espécies da fauna e da flora, e a distância, chamada de déficit, só aumentou.

    Nesses seis anos, o déficit de financiamento para conter a crise da biodiversidade quase dobrou, saindo de US$ 711 bilhões para os atuais US$ 1,317 trilhão.

    Na avaliação de Carter Roberts, presidente da WWF nos Estados Unidos, não faltam mecanismos para financiar a natureza. Alguns exemplos são o mercado de carbono e os Acordos de Financiamento de Projetos para Permanência (PFP, na sigla em inglês), que impulsionam a criação de áreas de conservação por meio de um fundo de transição para financiamento da implantação do projeto.

    “Este relatório comprova que essas estratégias funcionam, mas também deixa claro que precisamos implementá-las no ritmo e na escala exigidos pela perda da natureza”, afirma Roberts.

    “Investimento em destruição”

    O estudo também aponta a prática, por muitos países, de políticas prejudiciais que colocam em risco a natureza e as economias. De acordo com o relatório, para cada dólar investido na proteção da natureza, 30 são destinados à sua destruição.

    “Hoje, em um único mês, os governos gastam mais com subsídios prejudiciais à natureza do que investem em sua proteção ao longo de um ano inteiro”, afirma Henry M. Paulson Jr., presidente do Paulson Institute.

    A reforma de subsídios seria capaz de liberar grande parte dos recursos necessários ao financiamento da natureza, afirma Paulson Jr.. “Quando governos acertam os incentivos, o capital tende a acompanhá-los.”

    A partir da análise dos números verificados ao longo dos seis anos, os pesquisadores elaboraram um roteiro que apresenta os caminhos para ação como parte do Financing Nature 2026.

    O que fazer

    Entre as orientações, o relatório destaca a necessidade de:

    • reformar os subsídios prejudiciais;
    • ampliar iniciativas, como estratégias, operações cotidianas, concessões de crédito e investimentos bem-sucedidos;
    • enxergar a natureza como um ativo essencial à economia e não como um recurso gratuito.

    O relatório também indica que governos e órgãos reguladores devem criar condições políticas e de mercado que permitam ampliar o financiamento da natureza. Os Bancos Multilaterais de Desenvolvimento e as Instituições Financeiras de Desenvolvimento devem usar seus balanços e instrumentos para mobilizar investimentos.

    Por fim, a convergência das crises climática e da biodiversidade em um único desafio devem orientar as estratégias de governos, empresas e investidores em seus planos de desenvolvimento e investimentos.

    “Não estamos começando do zero. Partimos de uma década de evidências sobre o que funciona e este relatório é um chamado para avançarmos a partir delas”, conclui Jennifer Morris, CEO da The Nature Conservancy.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Vale é autorizada a retomar operação da Mina de Fábrica em Ouro Preto

    Vale é autorizada a retomar operação da Mina de Fábrica em Ouro Preto

    A mineradora Vale anunciou que recebeu autorização do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG) para retomar parcialmente as operações da Mina de Fábrica, produtora de minério de ferro, em Ouro Preto, região metropolitana de Belo Horizonte.   

    As atividades na estrutura estavam suspensas por decisão da Justiça desde o início de fevereiro, após danos ambientais causados por um vazamento de água e rejeitos ocorrido em 25 de janeiro.

    A autorização para retomada faz parte de um termo de compromisso assinado pela Vale com o Ministério Público Estadual e o governo de Minas Gerais.

    De acordo com a mineradora, a reativação “observará as condições de segurança, controle ambiental, licenças, autorizações e condicionantes aplicáveis, bem como a continuidade das ações previstas no termo de compromisso”.

    A companhia informou ainda que a volta da operação não altera as projeções de produção vigentes.

    Relembre

    De acordo com a ação do Ministério Público, o vazamento de janeiro em uma das cavas (área escavada para retirar minério ou outro material) da mina atingiu cursos d’água responsáveis por alimentar o rio Paraopeba, levando ao assoreamento de córregos e danos à vegetação.

    Escaparam quase 263 mil metros cúbicos de água turva. O volume é equivalente a cerca de 105 piscinas olímpicas.

    O Ministério Público sustentou que houve falha no sistema de drenagem do reservatório da mina.

    O material levado pelo vazamento chegou a atingir a área de outra mineradora, a CSN, provocando danos materiais. A lama chegou ainda ao rio Goiabeiras, que atravessa parte da área urbana da cidade.

    No fim de janeiro, o governo da Minas Gerais multou a Vale em R$ 1,7 milhão por causa desse e de outro vazamento, em 26 de janeiro, que tinha ocorrido na Mina de Viga, na cidade vizinha de Congonhas.

    À época dos vazamentos, a Vale informou que não houve feridos e que a população e as comunidades do entorno não foram afetadas”. Acrescentou ainda que não houve carreamento de rejeitos de mineração, apenas água com sedimentos (terra).

    De acordo com a Agência Nacional de Mineração (ANM), vinculada ao Ministério de Minas e Energia, os vazamentos não comprometeram as estruturas de barragens. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Chuvas avançam pelo Norte e Nordeste do país nesta quinta-feira

    Chuvas avançam pelo Norte e Nordeste do país nesta quinta-feira

    Chuvas atingem o oeste e sul da Região Norte e o extremo oeste da Região Nordeste nesta quinta-feira (24), após o avanço das áreas de instabilidade que atuavam no Sudeste do país.

    A região agrícola entre o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (Matopiba) terá um alívio nos baixos índices de umidade relativa do ar, informa o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    Na Região Norte, a previsão é de chuva com trovoadas no centro e norte de Roraima, no Amazonas, no centro e sul do Pará, no norte de Rondônia e no sul de Tocantins. Podem ocorrer pancadas de chuva também nas demais áreas de Tocantins, Roraima e no Acre.

    Entre as capitais, a temperatura mínima será de 22°C em Rio Branco, e a máxima chega a 38°C em Manaus.

    Nordeste

    Na Região Nordeste, muitas nuvens devem aparecer na maior parte dos estados. Na Bahia, o dia terá chuva com trovoadas, a partir da tarde e durante a noite as chuvas isoladas atingem o sudoeste do Piauí e no sul do Maranhão.

    As temperaturas variam nas capitais entre a mínima de 22°C em Maceió e a máxima de 39°C em Teresina.

    Centro-Oeste

    No Centro-Oeste brasileiro, chuvas com trovoadas são esperadas no leste de Mato Grosso, em Goiás e no Distrito Federal, onde há aviso amarelo de perigo potencial, com previsão de ventos que podem chegar a 60 km/h. Nas demais áreas do Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, na região do Pantanal, pode ocorrer chuva isolada.

    Sudeste

    No Sudeste, há alerta amarelo de perigo potencial para tempestade no noroeste de Minas Gerais. Também é esperada chuva com trovoadas no centro-oeste do estado e no Triângulo Mineiro. No norte de São Paulo, Rio de Janeiro, leste de Minas Gerais e no Espírito Santo ocorrem chuvas isoladas.

    A temperatura nas capitais entra em rápida elevação e atinge 29°C no Rio de Janeiro e a mínima esperada é de 15°C em São Paulo.  

    Sul

    Na Região Sul do país, uma massa de ar frio deixa o tempo estável. Na madrugada e no início da manhã, existe expectativa de geada no oeste, centro e sul do Rio Grande do Sul.

    A temperatura segue amena, com mínima de 10°C nas três capitais e máxima de 22°C em Florianópolis.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Tsunami meteorológico: entenda o evento raro e rápido que atingiu SC

    Tsunami meteorológico: entenda o evento raro e rápido que atingiu SC

    Aumento súbito do nível do mar, com ondas violentas, e ventos fortes formam o chamado tsunami meteorológico. Embora raro, o fenômeno, associado a formações de tempestades, se repetiu no litoral catarinense.

    A primeira ocorrência se deu em novembro de 2023 e foi registrada na Praia do Cardoso, em Laguna. Na segunda-feira (21), a repetição atingiu a mesma Praia do Cardoso, outras áreas em Laguna, além das cidades de Jaguaruna e Imbituba.

    Conhecido também como meteotsunami, o fenômeno favorece o avanço do mar de forma mais rápida e violenta do que nas conhecidas ressacas.

    Apesar do nome, entretanto, o meteotsunami é mais fraco que os tsunamis de origem sísmica, geralmente associados a terremotos.

    Ninguém se feriu

    Mesmo assim, a força da água arrastou redes de pesca e equipamentos e chegou a deslocar algumas embarcações, todas já recuperadas, sem danos maiores às estruturas dos ranchos, segundo a Defesa Civil de Laguna.

    O maior estrago registrado foi em uma igreja local, onde a água derrubou parte do muro. Não houve registro de feridos, apenas danos materiais, acrescentou o órgão.

    Segundo a Defesa Civil estadual, o fenômeno registrado é raro e de difícil previsibilidade, envolvendo um conjunto de fatores. Sua ocorrência pôde ser confirmada por radares meteorológicos, imagens de satélite e registros dos marégrafos.

    “Foi identificada uma linha de instabilidade no Litoral Sul, com uma faixa de nuvens alinhada à frente da chuva, o que provocou rajadas de vento sul entre 60 e 90 km/h”, descreve a Defesa Civil.

    “A atuação dos ventos, associada às alterações na pressão atmosférica, coincidiu com a rápida elevação do nível do mar por volta das 6h, registrada pelos marégrafos de Imbituba e Laguna e por câmeras de segurança na faixa litorânea”, continua o órgão em nota.

    Apesar do mau tempo e do fenômeno, as três cidades atingidas pelo tsunami meteorológico não necessitaram de apoio.

    Temporais

    No estado, são 11 as cidades que decretaram Situação de Emergência por causa das fortes chuvas: Timbé do Sul, Criciúma, Turvo, São Joaquim, Campo Erê, Araranguá, Forquilhinha, Ermo, Meleiro, Bom Jardim da Serra e Nova Veneza.

    O município de Porto União está em processo para emissão de decreto e registra 203 pessoas desabrigadas, 241 desalojadas e 135 famílias afetadas após chuvas intensas e ventos superiores a 60 km/h. Cinco abrigos foram abertos para atendimento da população.

    As condições do clima tendem a melhorar no estado. Embora haja previsão de frio até a sexta-feira, com temperaturas próximas de zero, não há previsão de instabilidades relevantes.

    O mar permanece agitado nesta quarta, mas já deve melhorar a partir de quinta (24) no litoral norte do estado. As condições se mantêm de risco moderado na área central e litoral sul, com ondas de até 2,5 metros.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Guaíba: Defesa Civil de Porto Alegre alerta para risco de inundação

    Guaíba: Defesa Civil de Porto Alegre alerta para risco de inundação

    A Defesa Civil de Porto Alegre emitiu um alerta de risco alto para a elevação do nível do Rio Guaíba, com potencial de inundação do bairro Arquipélago e áreas ribeirinhas do extremo sul e sul da capital gaúcha. O aviso é válido até a manhã da sexta-feira (25). O aumento do nível do rio é causado pela maior vazão de água recebida das chuvas registradas no interior do estado nos últimos dias. 

    Na manhã desta quarta-feira (23), a Defesa Civil instalou um Posto de Comando na praça da Ilha da Pintada, ao lado da Colônia de Pescadores Z5, como ponto de referência para acolhimento e orientação da população. Equipes do órgão também percorrem as ilhas do bairro Arquipélago.

    “Apesar do cenário de atenção, a situação observada pelas equipes em campo é calma neste momento, e o Guaíba apresenta sinais de declínio. Estamos percorrendo todas as ilhas para acompanhar as condições locais e orientar a população. Neste momento, não há previsão de remoção de pessoas ou famílias”, disse o secretário executivo da Defesa Civil de Porto Alegre, Evaldo Rodrigues, nesta quarta-feira. 

    O nível do Guaíba, medido na Ilha da Pintada, passou de 1,70 metro, às 10h de terça-feira,  para 1,76 metro às 13h30. Na sequência, chegou a 1,80 metro às 18h11, atingiu 1,96 metro às 21h05 e chegou a 2 metros às 22h50. O nível permaneceu em 2 metros à 0h40 de quarta-feira (23) e atingiu 2,02 metros às 2h14. Desde então, houve recuo: a medição foi de 1,96 metro às 4h46 e às 6h28, chegando a 1,94 metro às 9h10.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original