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  • Rádio Nacional transmite nesta quarta Cruzeiro x Flamengo

    Rádio Nacional transmite nesta quarta Cruzeiro x Flamengo

    A Rádio Nacional inicia nesta quarta-feira (12) a transmissão da fase de mata-mata da Copa Conmebol Libertadores 2026. Emissora leva ao ar, a partir das 21h15, o jogo entre Cruzeiro e Flamengo, direto do Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte (MG). 

    O Cruzeiro recebe o atual campeão do torneio, Flamengo, e conta com o apoio da sua torcida para sair em vantagem no jogo de ida das oitavas de final. Ambas as equipes chegam motivadas para o confronto após conquistarem vitórias na rodada do final de semana do Campeonato Brasileiro. O jogo de volta, que definirá o classificado para as quartas de final, acontece na próxima quarta-feira (18), no Maracanã, no Rio de Janeiro. 

    A transmissão da Rádio Nacional inicia com a faixa Show de Bola Nacional e contará com uma equipe para levar ao público todas as informações do confronto. A narração será de Luciana Zogaib com comentários de Marcelo Smigol. Bruno Mendes comanda a reportagem e o plantão da rodada.  

    A transmissão da partida entra no ar para parte da rede em AM e OC, além da FM no Rio de Janeiro, no Alto Solimões e parceiros da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). A Nacional FM nas demais praças segue com o conteúdo musical. O ouvinte pode ficar ligado nas produções preferidas pelo dial, no app Rádios EBC e no site da emissora. Os áudios ainda estão disponíveis em tempo real por streaming nas duas plataformas.  

    Informações sobre a Copa Libertadores  

    A Copa Conmebol Libertadores é o principal torneio de clubes da América do Sul, organizado pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol). Disputada anualmente desde 1960, a competição reúne as equipes mais qualificadas de cada país do continente, definidas por seus desempenhos nas ligas nacionais.  

    Considerada o equivalente sul-americano da Liga dos Campeões da Europa, a Libertadores consagra o campeão continental, que passa a representar a região no Mundial de Clubes.  

    Cobertura esportiva da Nacional  

    Esporte que é paixão do povo brasileiro, o futebol é um dos destaques da programação da Rádio Nacional, emissora pública referência em transmissões de partidas no país há décadas. Os jogos das principais competições e as notícias mais importantes têm espaço nas jornadas esportivas diárias.  

    Os torcedores podem ficar ligados pelo rádio, site ou streaming para acompanhar as emoções das disputas entre os maiores clubes brasileiros. Antes e depois dos confrontos, o ouvinte se informa sobre a preparação das equipes e a repercussão do placar nas ondas da Nacional. A análise sobre os resultados da rodada ainda ganha janela diária para um rico debate em produções consagradas no radiojornalismo esportivo.  

    A equipe da Rádio Nacional reúne craques da crônica esportiva. São produtores, jornalistas e apresentadores que buscam o diferencial da notícia. Além de informar o público nas ondas do rádio, o time também atua na TV Brasil. Os profissionais realizam o programa Stadium, de segunda a sexta, às 12h30, e de terça a sexta, às 18h30.  

    Sempre ao vivo, as tradicionais produções da emissora pública trazem análises e apurações atualizadas. O esporte tem espaço destacado na programação do canal. O telejornal diário Repórter Brasil, às 12h45 e às 19h, também oferece uma ampla cobertura dos principais resultados do dia.  

    Serviço  

    Copa Libertadores 2026 – Cruzeiro x Flamengo, quarta-feira (12), a partir das 21h15, na Rádio Nacional RJ, AM, OC e AS + RNCP e Parceiros. Além disso, partida também será transmitida pelo canal da Rádio Nacional no YouTube.  

    Rádio Nacional na internet e nas redes sociais      

    Site: https://radionacional.ebc.com.br     
    Instagram: https://www.instagram.com/radionacionalbr      
    Spotify: https://open.spotify.com/user/vpj3k8ogjwf1nkv4nap3tlruv      
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    Streaming: https://aovivo.ebc.com.br/embed-audio.html?emissora=radio-nacional-do-rio-de-janeiro      

    WhatsApp Nacional      

    – Rádio Nacional FM: (61) 99989-1201      
    – Rádio Nacional AM: (61) 99674-1536      
    – Rádio Nacional da Amazônia: (61) 99674-1568      
    – Rádio Nacional do Rio de Janeiro: (21) 97119-9966      

    Saiba como sintonizar a Rádio Nacional      

    Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz      
    Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz      
    São Paulo: FM 87,1 MHz      
    Recife: FM 87,1 MHz      
    São Luís: FM 93,7 MHz      
    Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC      
    Alto Solimões: FM 96,1 MHz      

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Apostador de Alvorada D’Oeste leva prêmio de R$ 3 milhões da Mega-Sena

    Apostador de Alvorada D’Oeste leva prêmio de R$ 3 milhões da Mega-Sena

    Uma aposta simples de Alvorada D’Oeste (RO) acertou as seis dezenas do Concurso 3.043 da Mega-Sena sorteadas nesta terça-feira (11). O apostador receberá o prêmio de R$ 3.077.413,08. 

    Os números sorteados são: 10 – 11 – 16 – 37 – 42 – 53

    • 48 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 20.836,65 cada
    • 3.746 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 440,09 cada

    Apostas

    Para o próximo concurso, o prêmio principal está estimado em R$ 3,5 milhões.

    As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (13), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

    A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Líder do PT passa mal e Câmara suspende votações

    Líder do PT passa mal e Câmara suspende votações

    O líder do PT na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai (PT-SC), passou mal nesta terça-feira (11), durante reunião do Colégio de Líderes, e precisou de atendimento médico. Ele chegou a ser socorrido por outros parlamentares, incluindo o próprio presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), que é médico, até ser conduzido ao Departamento Médico da Câmara, onde permaneceu sob cuidados da equipe de saúde. Em nota, a Liderança do PT informou que Uczai sentiu-se indisposto, desmaiou, mas em seguida recuperou os sentidos e foi estabilizado.

    “Como medida preventiva e para realização de exames complementares mais aprofundados, ele foi transferido para o hospital DF Star, onde dará continuidade ao acompanhamento diagnóstico”, disse a Liderança petista, em nota.

    Por causa do incidente, a ordem do dia no plenário da Câmara, que votaria medidas importantes de interesse do governo, acabou sendo adiada. A reunião de líderes discutia justamente o que iria à votação.

    Mais cedo, antes do encontro com os líderes, Hugo Motta informou, em entrevista à imprensa, que a prioridade seria a votação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026, que autoriza redução ou isenção de impostos federais sobre gasolina, diesel e etanol em momentos de forte alta do petróleo no exterior. O objetivo do projeto encaminhado pelo governo é diminuir o impacto de choques nos preços internacionais de petróleo sobre o consumidor brasileiro, em meio a conflitos em curso no Oriente Médio, com a guerra dos Estados Unidos contra o Irã, que fechou a principal rota estratégica de exportação do petróleo. A proposta é uma das prioridades nesta semana de esforço concentrado na Câmara.

    Segundo o presidente da Câmara, a relatora do projeto, deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO), discute com a equipe econômica do governo para acertar os detalhes do texto, que deve incluir, além de subsídios aos combustíveis, estímulos à produção de fertilizantes, uma política de isenção fiscal para a exploração de minerais críticos e a antecipação de receitas para o Ministério da Defesa.

    “Já conversamos com o Senado, e, se a Câmara avançar, o Senado ainda esta semana deverá se debruçar sobre esse tema. São temas consensuais, convergentes, temos que fazer todo o esforço para ter celeridade, diante do fato de não termos sessões nas próximas semanas”, disse Motta.

    O Congresso Nacional retomou a agenda legislativa essa semana, após o recesso parlamentar, em um esforço concentrado para votar proposições em plenário e nas comissões. De acordo com os presidentes da Câmara e do Senado, serão duas semanas de esforço concentrado antes das eleições: entre 10 e 14 de agosto, e entre 31 de agosto e 3 de setembro.

    Nesses dois períodos, a expectativa é de serem votadas principalmente medidas provisórias (MPs) que abrem crédito extraordinário e que precisam de aprovação parlamentar para não perderem a validade ao longo das próximas semanas.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Ondas de calor ainda são negligenciadas no Brasil, diz pesquisadora

    Ondas de calor ainda são negligenciadas no Brasil, diz pesquisadora

    As ondas de calor ainda são um desastre “completamente negligenciado” no Brasil e podem se tornar mais frequentes e intensas com a chegada de um novo El Niño. O alerta é da professora do Departamento de Meteorologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Renata Libonati, que também é membro do Comitê de Especialistas em Monitoramento Climático da Organização Meteorológica Mundial (OMM).

    Com base em dados do Sistema Único de Saúde (SUS) de 14 regiões metropolitanas do país, a pesquisadora afirma que foram identificadas 50 mil mortes motivadas por ondas de calor entre os anos 2000 e 2020. Apesar do número expressivo, o problema ainda não recebe a devida importância, na avaliação da pesquisadora.

    “Esse número é 20 vezes maior do que o número de mortes por deslizamentos de terra no mesmo período. Isso significa que as ondas de calor ainda são um desastre completamente negligenciado no nosso país. Não têm o impacto de outros tipos de tragédia, em que as mortes são imediatas. Estamos acostumados a achar que, por morarmos em um país tropical, estamos acostumados com calor. E isso não é verdade”, disse Renata Libonati.

    A afirmação foi feita durante o painel O que esperar do El Niño, realizado nesta terça-feira (11) no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Também participaram os pesquisadores Paulo Artaxo, da Universidade de São Paulo (USP), e José Marengo, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

    O fenômeno climático, que altera a circulação dos ventos e o clima em todo o planeta, deve fazer com que 2026 registre temperaturas excepcionalmente altas, disseram os especialistas.

    Além dos impactos sobre a saúde, Renata Libonati apresentou dados que relacionam El Niño, ondas de calor, secas e incêndios. Segundo ela, o fenômeno pode favorecer o acoplamento desses eventos, aumentando as condições para propagação do fogo.

    “Nos últimos 40 anos, as condições de perigo elevado de fogo aumentaram cerca de 18% durante anos de El Niño nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Temos um contexto de mudança climática com um acoplamento maior entre seca, fogo e ondas de calor”, afirmou.

    Impactos variam entre regiões

    José Marengo, do Cemaden, ressaltou que os efeitos do El Niño não serão iguais em todo o país. No Sul, o fenômeno costuma estar associado ao aumento das chuvas e, consequentemente, ao maior risco de enchentes.

    No Norte e no Nordeste, a tendência é de redução das chuvas e aumento do risco de seca. No Centro-Oeste, pode haver atraso no início da estação chuvosa e mais ondas de calor. No Sudeste, a expectativa é de temperaturas elevadas e maior irregularidade das chuvas.

    “O El Niño não cria problemas. Ele agrava a situação de problemas que já existem”, resumiu Marengo.

    O pesquisador também destacou que os efeitos do fenômeno ultrapassam o campo meteorológico e podem atingir a produção de alimentos, o transporte, o fornecimento de energia e a economia.

    “Não vemos o El Niño só como um fenômeno climático que aquece as águas do Oceano Pacífico. É um choque climático que afeta todos esses setores, portanto, tem impacto sobre a vida de todas as pessoas”, disse.

    Preparação

    Paulo Artaxo participou dos três últimos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), principal órgão científico global das Nações Unidas. Segundo o pesquisador, o Brasil precisa acelerar a adaptação a um clima que já apresenta temperaturas mais elevadas e maior frequência de eventos extremos. O país já registra aquecimento médio próximo de 2°C, acima da média global.

    Para Artaxo, experiências anteriores de desastres deveriam ter servido de lição para governos municipais, estaduais e federal.

    “A gente tinha que mais bem preparado para a chegada de um próximo El Niño, para não repetir sofrimentos iguais aos que tivemos em 2024”, afirmou.

    Ele destacou também que os processos de adaptação climática nas cidades devem levar em consideração as desigualdades sociais, porque os efeitos dos eventos extremos não atingem a população de maneira uniforme.

    “Esses fenômenos impactam principalmente os mais vulneráveis, os mais pobres”, afirmou.

    A vulnerabilidade está relacionada, entre outros fatores, ao acesso desigual aos serviços de saúde, às condições de moradia, à exposição ao ar livre e à possibilidade de utilização de mecanismos de refrigeração. O pesquisador citou a diferença entre pessoas que podem utilizar ar-condicionado durante períodos de calor extremo e moradores de comunidades que vivem em casas com telhados de zinco, que podem permanecer expostas a temperaturas elevadas durante a noite.

    “É responsabilidade nossa cuidar para minimizar esses danos na população”, disse Artaxo. “O Brasil é a nona maior economia do planeta. Nós não somos um país pobre. Nós não precisamos nem podemos passar por esses problemas que temos passado por falta de estratégia de adaptação climática.”

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Agressões domésticas contra mulheres crescem 28,9% em dias de futebol

    Agressões domésticas contra mulheres crescem 28,9% em dias de futebol

    Os registros de agressão – lesão corporal dolosa – decorrentes de violência doméstica contra mulheres crescem 28,9% em dias de jogos de futebol.

    É o que aponta a 2ª edição do estudo Futebol e violência contra a mulher, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e lançado nesta terça-feira (11) em evento na sede do Grupo Mulheres do Brasil, em São Paulo. 

    Os resultados apontam também aumento de 27,4% nos casos de ameaça contra as mulheres em dias de jogos. Mulheres jovens, na faixa entre 15 e 29 anos, são as mais impactadas, com aumento de 44,4% em ameaças e em lesões corporais dolosas em dias de jogos.

    Para a pesquisa, foi feita uma análise da relação entre registros de ocorrência e resultados de jogos da série A do Campeonato Brasileiro, Copa Libertadores da América e Copa Sul Americana em cinco capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre cobrindo o período de 2023 a 2025.

    “Os dias de jogo são, hoje, fatores de risco comprovados para a violência doméstica contra mulheres. Mais do que um diagnóstico, esse conhecimento deve guiar o planejamento das forças de segurança — reforçando unidades especializadas como as Delegacias da Mulher e as patrulhas de fiscalização das Medidas Protetivas de Urgência — e engajar os clubes como aliados no enfrentamento ao problema”, avalia Juliana Brandão, coordenadora de Gênero e Raça do FBSP.

    Segundo ela, os times não são apenas protagonistas do espetáculo esportivo, eles são também instituições com enorme capacidade de influenciar comportamentos e valores. 

    “Em partidas de alta rivalidade, por exemplo, eles têm a oportunidade e a responsabilidade de se converterem em agentes de mudança, mobilizando seus atletas, suas torcidas e o poder de suas marcas para desvincular a paixão pelo futebol da violência contra a mulher”. 

    Histórico

    O FBSP ressalta que o atual estudo segue a mesma metodologia do anterior, partindo da hipótese central de que o calendário do futebol brasileiro exerce um papel de marcador temporal de risco para a violência doméstica contra mulheres. 

    Em 2022, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgou o estudo Futebol e violência contra a mulher, cujos dados eram relativos ao período compreendido de 2015 a 2018. Na ocasião, as ameaças contra mulheres aumentavam 23,7% em dias de partida e as lesões corporais dolosas cresciam 20,8%. 

    No novo levantamento, esses mesmos indicadores saltaram para 27,4% e 28,9%, respectivamente, o que representa uma elevação de 3,7 pontos percentuais nas ameaças e de 8,1 pontos percentuais nas lesões físicas.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Senado aprova plano para fabricação de fertilizantes no Brasil

    Senado aprova plano para fabricação de fertilizantes no Brasil

    O plenário do Senado Federal aprovou, na tarde desta terça-feira (11), em votação simbólica, o Projeto de Lei 699/2023, que institui o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert), com incentivos fiscais e a criação de fundo para apoiar a produção nacional. O objetivo é reduzir a dependência da importação desses nutrientes, utilizados em larga escala na agricultura brasileira.

    O projeto agora vai à sanção presidencial. Entre outras medidas, o novo programa prevê isenções de impostos para a importação de máquinas e estabelecimento de plantas industriais para a fabricação desses ingredientes em território nacional.

    O texto referendado pelos senadores é um substitutivo oriundo da Câmara dos Deputados, com adequações de redação sugeridas pela relatora Tereza Cristina (PP-MS).

    “O projeto que vai resgatar aquilo que o Brasil precisa, há anos, [reduzir] a sua dependência da totalidade das importações de fertilizantes, trazendo a tão falada, atualmente, soberania. A soberania dos nossos fertilizantes é importantíssima para a agricultura brasileira”, destacou a senadora.
     


    Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Ordem do dia.  

Na pauta, estão o PL 699/2023, que cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert) e incentivos à produção nacional; o PL 429/2024, sobre custas judiciais na Justiça Federal; os PLs 1.872/2025 e 1.881/2025, que criam fundos para o MPU e a DPU; e o PL 3.289/2026, sobre leilões públicos para formação de estoques. 

Telão exibe, discurso, à tribuna, senador Sargento Reginauro (PSDB-CE).

Mesa: 
4º secretário da Mesa do Senado Federal, 
senador Laércio Oliveira (PP-SE);
senador Cid Gomes (PSB-CE);
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP); 
secretário-geral da Mesa do Senado Federal, Danilo Augusto Barboza de Aguiar. 

Foto: Carlos Moura/Agência Senado
    Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Ordem do dia.  

Na pauta, estão o PL 699/2023, que cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert) e incentivos à produção nacional; o PL 429/2024, sobre custas judiciais na Justiça Federal; os PLs 1.872/2025 e 1.881/2025, que criam fundos para o MPU e a DPU; e o PL 3.289/2026, sobre leilões públicos para formação de estoques. 

Telão exibe, discurso, à tribuna, senador Sargento Reginauro (PSDB-CE).

Mesa: 
4º secretário da Mesa do Senado Federal, 
senador Laércio Oliveira (PP-SE);
senador Cid Gomes (PSB-CE);
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP); 
secretário-geral da Mesa do Senado Federal, Danilo Augusto Barboza de Aguiar. 

Foto: Carlos Moura/Agência Senado
    Plenário do Senado durante semana de esforço concentrado – Foto: Carlos Moura/Agência Senado

    Os fertilizantes são insumos utilizados na agricultura para fornecer às plantas nutrientes essenciais ao seu desenvolvimento e à formação de folhas, raízes, frutos e sementes. Os principais são os fertilizantes nitrogenados, fosfatados e potássicos, que fornecem, respectivamente, nitrogênio, fósforo e potássio, conhecidos pela sigla NPK, que são fundamentais para a produtividade das lavouras.

    Em 2025, foram importadas 43,3 milhões de toneladas de fertilizantes intermediários, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). Entre os principais produtos estão o cloreto de potássio, a ureia e o fosfato monoamônico (MAP).

    O Brasil importa mais de 80% dos fertilizantes utilizados pelo agronegócio, especialmente na produção de commodities como soja, milho e cana-de-açúcar, tornando a agricultura brasileira sensível às oscilações de preços internacionais, do câmbio e das condições geopolíticas. Nos últimos anos, esses produtos vêm sendo adquiridos principalmente de países como Rússia e China.

    A votação no Senado ocorre após a volta do recesso, na semana de esforço concentrado para votar proposições em plenário e nas comissões. De acordo com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), serão duas semanas de esforço concentrado antes das eleições, entre 10 e 14 de agosto, e entre 31 de agosto e 3 de setembro, calendário que também será seguido pela Câmara dos Deputados.

    Nesses dois períodos, há a expectativa de votação de medidas provisórias (MPs) que abrem crédito extraordinário e precisam de aprovação parlamentar para não perderem a validade ao longo das próximas semanas.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Calderano supera anfitrião na estreia do Europe Smash na Suécia

    Calderano supera anfitrião na estreia do Europe Smash na Suécia

    O mesatenista brasileiro Hugo Calderano estreou com vitória na chave principal do Smash Europe em Malmo (Suécia) e avançou no torneio, um dos mais importantes do circuito com pontuação de dois mil pontos no ranking. Nesta terça-feira (11), o carioca número 8 do mundo, fez valer seu favoritismo e despachou em 19 minutos o anfitrião William Bergenblock (372º) por 3 sets a 0, com parciais de 11/1, 11/7 e 11/6.

    Calderano deve voltar a competir na quinta (13), em horário ainda indefinido. O adversário será o japonês Maharu Yoshimura (51º). A competição tem transmissão ao vivo no canal da Federação Internacional de Tênis (World Table Tennis) no YouTube.

    Antes, o carioca tem estreia nas duplas mistas ao lado da paulista Bruna Takahashi nesta quarta (12), às 13h (horário de Brasília). Vice-líder do ranking, a parceria “Calderashi” – apelido dado pela torcida – terá pela frente a dupla dos chilenos Gustavo Gomez e Daniela Ortega (34ª no ranking). Este ano a dupla Calderashi já faturou o título do WTT Singapura Smash. 

    Também nesta terça (11), a parceria dos brasileiros Guilherme Teodoro e Leonardo Iizuka (332º) se classificou à segunda rodada após derrotar os taiwaneses Kuo Guan-Honge Feng Yi-Hsin por 3 sets a 1 (parciais de 13/11, 7/11, 11/9 e 11/8). A próximo desafio da dupla Amarelinha será contra os atuais vice-líderes do ranking:  Wong Chun Ting e Chan Baldwin, atletas de Taiwan. O confronto pela segunda rodada está previsto para às 9h20 desta quarta (12).

    Já a dupla formada por Guilherme Teodoro com a chilena Paulina Vega tropeçaram na estreia para os norte-americanos Jishan Liang e Sally Moyland por 3 sets a 0 (11/9, 11/7 e 11/0) e deram adeus ao torneio de duplas mistas.

    Outros resultados

    Na última segunda (10), Bruna Takahashi (23ª no ranking)  se despediu do torneio de simples feminino ao ser superada na estreia pela alemã Sabine Winter, número 3 do mundo, por 3 sets a 2 (11/6, 9/11, 10/12, 11/7  e 5/11). 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Câmara municipal é principal lugar onde vereadoras sofrem agressões

    Câmara municipal é principal lugar onde vereadoras sofrem agressões

    Seis em cada dez vereadoras brancas e oito em cada dez negras relataram já ter sofrido violência política, segundo uma pesquisa que ouviu mais de 70 parlamentares e foi divulgada nesta terça-feira (11) pela Rede A Ponte. Entre os espaços em que as violências acontecem, o mais comum é a própria Câmara Municipal onde exercem o mandato, concentrando 77% dos casos.

    O relatório inédito Raio X da Violência Política de Gênero e Raça no Legislativo Municipal mostrou que, apesar da Lei 14.192/2021, que alterou o Código Eleitoral para proteger os direitos políticos das mulheres, esse crime segue sendo cometido principalmente por homens brancos cisgêneros. Eles são oito em cada dez agressores.

    Esse cenário reflete as desigualdades de poder que estruturam a política brasileira, destaca o relatório, que traz ainda que 64% das agressões ocorrem durante o mandato.

     Em 34% das agressões, o autor era um colega de partido, no que se costuma denominar de “fogo amigo”.

    Tipos de violência

    Entre as vítimas da violência política, 89% sofreram agressões psicológicas, como corte de microfone, interrupções de fala, chantagens, humilhação política ou digital. Oito em cada dez (82%) foram alvos de violência simbólica, com exclusão de espaços de poder e decisão e geração de autocensura. 

    Em seguida, 59% dos relatos também trazem a violência moral, quando a mulher é vítima de calúnias, difamação e injúrias, visando prejudicar o exercício do seu mandato. Chega a 30% a incidência de ataques à identidade, condição e raça, que tentam descredibilizar traços étnicos, orientação sexual e identidade de gênero. 

    O estudo acrescenta que a violência contra as mulheres na política envolve outras esferas:

    • econômica, através do corte, desvio ou retenção de recursos partidários; 
    • processual, com uso de processos e denúncias sem embasamento, visando o desgaste de imagem e gerando silenciamento; 
    • assédio sexual, a partir de toques sem autorização, associação da articulação da vereadora a favores sexuais; 
    • violência física, marcada por agressão, ameaça ou, inclusive, tentativa de feminicídio.

    Abandono

    A diretora-executiva da Rede A Ponte, Amanda de Albuquerque, destacou que, tão logo entram na política, as mulheres são abandonadas pelos partidos. 

    O documento mostra que a resposta do Estado brasileiro à violência é limitada. Dos 44 casos de violência de gênero e raça registrados, 12 resultaram em denúncias formais, mas sem nenhum encaminhamento institucional na Justiça ou no partido. A consequência é o esvaziamento da diversidade e prejuízo à representatividade democrática.

    Na avaliação da gestora de Mobilização e Articulação Politica da Rede A Ponte, Lauana Chantal, a violência política de gênero e raça continua sendo o principal obstáculo à democracia. O relatório deixa evidente que as mulheres sofrem violência política, e que as mulheres negras, ainda em maior grau. 

    Lauana enfatizou que essa pauta é estratégica para a imprensa, porque se trata de um problema público, cuja cobertura fortalece o controle social, na medida em que capacita a sociedade para cobrar respostas dos governos. Ao mesmo tempo, qualifica a cobertura, oferecendo evidências para contextualizar a violência de gênero e raça e perceber as barreiras que limitam a participação política das mulheres.

    Problemas enfrentados

    As vereadoras ouvidas pela Rede A Ponte denunciaram o esforço de partidos e colegas de invisibilizarem sua presença nas casas legislativas. As parlamentares consideram que há uma naturalização da violência no espaço político que precisa ser enfrentada, porque isso faz com que muitas mulheres acabem saindo da política.

    Nas redes sociais, elas também disseram enfrentar comentários violentos, que afetam sua saúde mental, além de falas misóginas e de LGBTQIA+fobia. Por isso, consideram ser difícil continuar na política sem uma rede de apoio.

    Apesar de sentirem orgulho por terem sido eleitas em cidades de menor porte que as capitais, algumas vereadoras demonstram apreensão em face dos desafios enfrentados, como ser paradas por homens na rua que questionam suas falas nas câmaras municipais. 

    Segundo a diretora executiva da Rede A Ponte, para que o Código Eleitoral seja acionado em casos de violência política de gênero e raça, é preciso que a denúncia seja recebida pelo Ministério Público e, por este órgão, encaminhada à Justiça Eleitoral.

    Um dos problemas, relata ela, é que a população não identifica essa violência ainda, o que aumenta a importância de a imprensa abraçar essa causa. 

    “Se não for a imprensa a incentivar essa briga dentro dos partidos, nada vai ser diferente. É um caminho essencial”.

    Dados do TSE

    Este segundo volume do relatório teve como base dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de 2000 a 2024, ano em que somente 18,2% das cadeiras nas câmaras municipais foram ocupadas por mulheres. Por outro lado, 734 municípios não elegeram nenhuma mulher. 

    Embora representem 28% da população, as mulheres negras ocupam apenas 7,5% das cadeiras legislativas municipais. Em 2024, mais da metade dos municípios brasileiros não elegeu nenhuma mulher negra como vereadora. Além disso, apenas 5% das mulheres negras candidatas foram eleitas, contra 19% dos homens brancos.

    A situação é ainda pior em relação às mulheres indígenas. Em 2024, houve somente 924 candidatas indígenas, e 39 foram eleitas, o que representa 0,07% das cadeiras. Esse número é mais de dez vezes menor que a proporção da população indígena do país, que é de 0,8%.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Unicef cobra compromisso com a infância do próximo governador do Rio

    Unicef cobra compromisso com a infância do próximo governador do Rio

    A prevenção das violências contra crianças e adolescentes devem orientar as políticas públicas do próximo governo do estado do Rio de Janeiro, defendeu o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Nesta terça-feira (11), a organização fez um chamado às candidaturas, diante do alto índice de mortes violentas intencionais no estado e divulgou uma agenda com sugestões divididas em três eixos.

    “O estado [do Rio] precisa de um plano para reduzir homicídios, esclarecer cada morte e proteger os territórios mais afetados fazendo uma política de segurança pública de fato protetiva, que preserve vidas, com metas e transparência e governança”, destacou a chefe do escritório do Unicef para o Rio de Janeiro, Flávia Antunes. A redução da violência letal é um dos três tópicos da agenda do Fundo.

    No Rio, 1.261 crianças e adolescentes foram mortos e mais 12 mil estuprados, entre 2021 e 2023, segundo o Unicef e Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

    Para a organização internacional, os números revelam uma violência persistente, dentro e fora de casa, que interrompe vidas, compromete a aprendizagem o próprio futuro do país. Por isso, afirma o Unicef, a proteção da infância e da adolescência deve orientar o programa de governo e as ações do próximo governador.

    Flávia Antunes, chefe do escritório do Unicef, explica que o chamado busca provocar um compromisso público, de não perder mais nenhuma criança ou adolescente para a violência. Segundo a especialista, proteger essa faixa de idade é estratégico.

    “Quando a gente protege esse público a gente fortalece a educação, a saúde, a segurança pública, a economia e a democracia ao mesmo tempo”, afirmou Antunes.

    Além das ações para reduzir as mortes violentas, a agenda do Unicef inclui medidas para garantir a permanência na escola, ampliar a coordenação entre áreas de governos e fortalecer a rede de proteção e atendimento às vítimas. As ações foram construídas com especialistas, sociedade civil, adolescentes e os próprios jovens.

    Ao divulgar a agenda, em evento na cidade do Rio, o Unicef também se ofereceu para apoiar o próximo governo a colocar em prática as medidas recomendas.

    Conheça os principais pontos da agenda:

    Educação que protege:

    . Garantir acesso, permanência e conclusão da educação básica, por meio da busca ativa e estratégias de prevenção às violências na escola;

    . Ampliar oportunidade de formação profissional, aprendizagem e inclusão produtiva para adolescentes e jovens.

    Segurança pública que preserva vidas:

    . Implementar integralmente a Lei Estadual Ágatha Félix (9.180/2021) e ampliar a investigação de dos homicídios de crianças e adolescentes;

    https://www.alerj.rj.gov.br/Visualizar/Noticia/50027

    . Criar uma política estadual de redução dos homicídios de adolescentes e jovens, com metas, monitoramento e participação social;

    . Instituir uma governança intersetorial permanente entre segurança pública, educação, saúde e assistência social para a proteção da infância;

    . Garantir mobilidade segura para acrianças e adolescentes em territórios afetados pela violência.

    Rede de proteção que não abandona nenhuma criança:

    . Implementação plena da Lei Federal da Escuta Protegida (13.431/2017) no estado, buscando impedir novo sofrimento de vítimas ou testemunhas de violência;

    . Criar o primeiro Centro de Atendimento Integrado para crianças e adolescentes vítimas de violência na capital e expandir o modelo no estado;

    . Ampliar o acesso a serviços especializados de proteção e atendimento às vítimas;

    Fortalecer a rede de atenção à saúde mental de crianças, adolescentes e jovens.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Ministério Público de SP encaminha TAC à plataforma Discord no Brasil

    Ministério Público de SP encaminha TAC à plataforma Discord no Brasil

    O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) informou nesta terça-feira (11) que encaminhou à empresa responsável pela plataforma Discord no Brasil uma proposta de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). O MPSP aguarda agora a manifestação da empresa sobre a proposta apresentada.

    A ação ocorre em meio à apuração de divulgação, pela plataforma, de conteúdo com violência sexual, maus-tratos a animais e estímulo à pratica de automulitação de crianças e adolescentes, e tramita sob sigilo.

    “A iniciativa insere-se na atuação institucional do Ministério Público voltada à proteção de direitos coletivos e ao aperfeiçoamento de mecanismos de prevenção e enfrentamento à utilização de plataformas digitais para a prática de ilícitos, especialmente quando envolvidos, como vítimas, crianças, adolescentes, mulheres e animais”, disse o MPSP, em nota.

    A apuração sobre a rede social Discord teve início após suicídio transmitido ao vivo na plataforma de uma adolescente (Lívia) de 13 anos, no último dia 22 de julho. A live na internet ocorreu por cerca de 45 minutos. Antes de ser induzida a tirar a própria vida na casa onde morava com a família em Naviraí, a 365 quilômetros de Campo Grande, a adolescente foi coagida no ambiente virtual pelos criminosos a torturar e matar um gato, sem êxito.

    O episódio desencadeou a Operação Lívia, conduzida pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, com apoio do Ministério da Justiça. A ação resultou na apreensão de cinco menores de idade, entre 13 e 18 anos, em cinco estados do país.

    AGU

    A empresa Discord entregou à Advocacia-Geral da União (AGU) uma proposta prevendo a adoção de medidas destinadas a reforçar a segurança de seus usuários no ambiente digital, especialmente crianças e adolescentes.

    Segundo o órgão, representantes da companhia apresentaram a proposta ontem (10) – quatro dias após terem se reunido com servidores da AGU, do Ministério da Justiça e Segurança Pública e da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), para tratar de falhas na verificação da idade dos usuários do aplicativo e na proteção de menores de 18 anos de idade.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original