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  • Área urbanizada no Brasil cresceu 12,3% de 2019 a 2022, mostra IBGE

    Área urbanizada no Brasil cresceu 12,3% de 2019 a 2022, mostra IBGE

    A área urbana no Brasil cresceu 12,27% no período de 2019 a 2022. Nesse intervalo, o país ganhou 5.954,99 quilômetros quadrados (km²) de malha urbanizada, isto é, uma área praticamente do tamanho do Distrito Federal (5.760 km²).

    Os dados de 2022 são os mais recentes disponíveis e revelam que o país tinha 53.925 quilômetros quadrados de área urbanizada, o que representa apenas 0,6% de todo o território brasileiro. É como se toda a área urbanizada do país ocupasse o tamanho da Paraíba (56,5 km²).

    Os dados fazem parte do levantamento Áreas Urbanizadas do Brasil, divulgado nesta terça-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O instituto chegou às informações com base em interpretação de imagens de satélite. Por questões de metodologia, a única comparação possível é com os dados de 2019.

    A analista da pesquisa, Andressa Rosas de Menezes, ressalta que o estudo não apresenta dados sobre número de população nas áreas mapeadas nem crescimento vertical das áreas.

    “A gente olha telhados, a gente vê de cima. Então essa pesquisa não traz nenhuma informação de verticalização”, diz.

    Áreas densas e vazios

    Veja como o IBGE detalha a extensão urbana do país:

    • Áreas urbanizadas (identificadas pela presença de moradias, comércio e indústrias): 48,8 mil km²
    • Outros equipamentos urbanos (estruturas não residenciais como aeroportos, portos, cemitérios, estação de tratamento de água e usinas fotovoltaicas): 1,6 mil km²
    • Vazios intraurbanos (áreas não edificadas dentro do tecido urbano, como parques e lagoas): 503 km²
    • Loteamentos vazios (áreas com arruamento definido, mas sem edificações suficientes para serem consideradas urbanizadas, representando vetores de expansão): 2,9 mil km²

    Outra classificação feita pelo instituto é relacionada à densidade das áreas urbanizadas:

    • Densa (forte concentração de edificações e pouca arborização ou espaços vazios): 70,66% do total
    • Pouco densa (construções mais espaçadas, comuns em periferias ou vetores de expansão): 23,88%
    • Loteamentos vazios (áreas com arruamento definido, mas ainda sem construções significativas): 5,46%

    A analista da pesquisa aponta que os objetivos do estudo são mapear e medir as formas urbanas e a sua distribuição em todo o território nacional, de forma a acompanhar a evolução do fenômeno urbano.

    “Isso possibilita retratar e projetar a distribuição da urbanização, fornecendo dados essenciais para o planejamento urbano para a implementação de políticas públicas e impactando análise de questões como mobilidade, habitação e sustentabilidade”, destaca.

    Concentração da urbanização

    O levantamento identificou a concentração da ocupação urbana em municípios costeiros. Essas cidades ocupam 5,02% do território do país, mas representam 19,5% de toda a área urbanizada.

    No outro extremo, a Amazônia Legal (abrange os estados de Rondônia, do Acre, Amazonas, de Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, de Mato Grosso e a maior parte do Maranhão) ocupa 59,11% da área do país, mas apenas 14,27% da extensão urbanizada.

    “Podemos notar uma forte concentração da urbanização no litoral brasileiro”, assinala Andressa Rosas. 
     


    Brasília (DF), 17/08/2026 - mapa ilustrativo do IBGE para a matéria
    Brasília (DF), 17/08/2026 - mapa ilustrativo do IBGE para a matéria
    As áreas com mais pontos vermelhos no mapa indicam as superfícies mais urbanizadas do país – Mapa IBGE

    Ela completa a análise destacando que, na faixa de fronteira e no interior do país, a ocupação é “mais rarefeita”. Ela acrescenta que a urbanização acompanha os principais eixos rodoviários do país.

    O IBGE revelou também que metade da área urbanizada (50,35%) está em cinco estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Bahia.

    Apesar de não constar na lista das maiores áreas, o Distrito Federal figura como unidade da Federação com maior proporção de área urbanizada: 11,5% de seu território. De acordo com a analista, isso acontece por causa da “extensão diminuta do território e pelo planejamento coordenado para a urbanização e integração do interior brasileiro”. Na outra ponta, Amazonas tem apenas 0,05% de superfície urbanizada.

    Cidades com mais áreas urbanas

    Ao classificar as cidades pelo tamanho de área urbana, a pesquisa mostra que, das dez maiores extensões, apenas a última, Campinas, no interior paulista, não é capital.
     

    Cidades com maiores superfícies urbanizadas Área
    1. São Paulo 922,41 km²
    2. Brasília 662,54 km²
    3. Rio de Janeiro 644,36 km²
    4. Curitiba  338,41 km²
    5. Goiânia 312,71 km²
    6. Manaus 287,18 km²
    7. Belo Horizonte 279,09 km²
    8. Fortaleza 254,91 km²
    9. Campo Grande 254,29 km²
    10. Campinas (SP) 253,56 km²

    O instituto calculou também quais cidades têm maior proporção de área urbanizada. Em todo o país, 20 municípios têm mais de 60% do território ocupado pela urbanização, sendo 11 no estado de São Paulo:
     

    Cidades com maiores proporções de superfícies urbanizadas Área urbanizada
    1. São Caetano do Sul (SP) 100%
    2. São João de Meriti (RJ) 99,99%
    3. Olinda (PE) 96,36%
    4. Carapicuíba (SP) 94,29%
    5. Osasco (SP) 93,38%
    6. Taboão da Serra (SP) 91,44%
    7. Diadema (SP) 89,63%
    8. Belo Horizonte 84,23%
    9. Jandira (SP) 82,61%
    10. Poá (SP) 82,51%
    11. Fortaleza 81,61%
    12. Belford Roxo (RJ) 79,66%
    13. Curitiba 77,81%
    14. Mauá (SP) 69,99%
    15. Barueri (SP) 66,30%
    16. Recife 66,02%
    17. Hortolândia (SP) 62,44%
    18. Ferraz de Vasconcelos (SP) 61,28%
    19. São Paulo 60,64%
    20. Natal 60,34%

    Para Andressa Rosas, as áreas urbanizadas do Brasil apresentam dinâmicas heterogêneas que demandam “respostas integradas por meio do monitoramento geoespacial, além de indicadores socioambientais, no sentido de orientar políticas públicas de ordenamento territorial”.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Brasileira defende mais influência dos jovens nas decisões da COP17

    Brasileira defende mais influência dos jovens nas decisões da COP17

    A participação de jovens nas conferências internacionais sobre meio ambiente avançou nos últimos anos, mas ainda há um desafio: fazer com que eles sejam efetivamente integrados aos espaços de decisão. A avaliação é da advogada cearense Beatriz Azevedo, de 33 anos, uma das dez jovens reconhecidas em 2024 como Land Heroes (heróis da terra, em inglês) pela Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD).

    O título de Land Hero reconhece jovens e organizações de juventude que desenvolvem ações de enfrentamento à desertificação, à degradação da terra e à seca. A seleção busca dar visibilidade a agentes de mudança e aproximá-los dos processos da convenção.

    Para Beatriz, existe uma expectativa de que os jovens sejam parte da solução para a crise ambiental e climática, mas não são oferecidos estrutura, financiamento e oportunidades profissionais proporcionais a essa cobrança.

    Em entrevista à Agência Brasil, a advogada também fala sobre os desafios para transformar representatividade em influência política. Ela discute ainda o financiamento de iniciativas de restauração e as expectativas para a COP17 de Combate à Desertificação.

    A conferência começou na última segunda (17) e segue até 28 de agosto, em Ulaanbaatar, na Mongólia, sob o tema “Restaurando a Terra. Restaurando a Esperança”.

    Participam representantes de 197 países, além de cientistas, empresas, organizações da sociedade civil, povos indígenas, pastores, agricultores familiares e jovens para discutir restauração de terras, seca, segurança alimentar, financiamento e resiliência.

    Beatriz também é presidente da Comissão de Direito Ambiental da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e fundadora da ABA Climate Solutions, uma empresa de consultoria especializada em financiamento climático.

    A expectativa da ambientalista é de que a COP17 represente mais uma oportunidade para ampliar a visibilidade sobre problemas que atingem diretamente o Nordeste brasileiro. Enquanto as negociações climáticas costumam concentrar a atenção sobre a Amazônia, Beatriz avalia que a conferência sobre desertificação permite colocar a Caatinga e o Semiárido no centro das discussões.

     


    Brasileira defende mais influência dos jovens nas decisões da COP17
Beatriz Azevedo é reconhecida pela ONU por trabalho contra desertificação. Foto; Arquivo pessoal
    Brasileira defende mais influência dos jovens nas decisões da COP17
Beatriz Azevedo é reconhecida pela ONU por trabalho contra desertificação. Foto; Arquivo pessoal
    Brasileira defende mais influência dos jovens nas decisões da COP17 Beatriz Azevedo é reconhecida pela ONU por trabalho contra desertificação. Foto: Arquivo pessoal

    Confira a entrevista de Beatriz Avezedo à Agência Brasil

    Agência Brasil: Como representante brasileira do Land Hero, de que maneira você conecta as agendas da UNCCD com a realidade do Nordeste, região historicamente afetada pela seca e desertificação?

    Beatriz Azevedo: Levamos a nossa realidade local para o espaço da ONU por conta dos acessos que nos são abertos. Estive em países como Arábia Saudita, China e Panamá, onde tive espaços de fala para compartilhar a realidade do Ceará e as soluções com as quais venho trabalhando. Já são 14 anos nessa trajetória, então cheguei a um ponto em que quero focar nas soluções, nas ecologias e projetos que funcionam.

    A convenção aborda muito a perspectiva de conter e compensar a degradação, tanto pela conservação quanto pela restauração. Hoje, minha empresa está em processo para entrar na coalizão Business4Land, coalizão de empresas que promovem negócios ligados à terra.

    Muitos jovens premiados atuam diretamente na ponta. Uma amiga tem um projeto de restauração com moringa na África. Outro colega atua com agricultores na Índia. A minha iniciativa atua no meio do processo: conectando financiadores às iniciativas. Eu foco no debate sobre financiamento e políticas públicas, além de acompanhar a implementação de políticas estaduais no Conselho Estadual do Meio Ambiente. O objetivo é sempre integrar o contexto local ao internacional.

    Agência Brasil: Você tem participado há anos de diferentes conferências da ONU. Como avalia a participação da juventude nos espaços de decisão?

    Beatriz Azevedo: A participação avançou bastante. Na primeira COP da Desertificação que fui, em 2013, não havia espaço para a juventude. Hoje, temos o Youth Forum, programas como o Land Heroes, o Ecopreneur (para empreendedores verdes) e o Youth Negotiators, que treina jovens negociadores. Em termos de participação e presença, demos um salto de qualidade.

    O desafio atual é como fazer com que as contribuições dos jovens sejam de fato incorporadas nas decisões finais que são tomadas pelos países. Para isso, os jovens precisam atuar diretamente com seus governos nacionais.

    O governo brasileiro historicamente se mostra muito aberto a esse diálogo com o Itamaraty e com os ministérios, o que é fundamental para fundamentar as posições do país.

    Agência Brasil: Por que é necessária uma participação específica da juventude nesses debates ambientais e quais são as principais demandas que ela apresenta?

    Beatriz Azevedo: Há um debate muito forte sobre justiça climática e representatividade das diferentes juventudes existentes. Os jovens se caracterizam por colocar a “mão na massa”, com muita energia, e por apresentar projetos de grande impacto direto na ponta.

    Por outro lado, a juventude é a geração que está sendo preparada para tomar decisões e liderar em um cenário de “novo normal”, marcado pela crise climática e por fenômenos mais severos, como o El Niño.

    Uma juventude consciente da ciência e dos processos de tomada de decisão está muito mais bem preparada. Além disso, esses espaços promovem a articulação em rede com o governo e a sociedade civil, fortalecendo a formação das lideranças.

    Agência Brasil: Quais são suas principais expectativas em relação às pautas que precisam avançar nesta COP da Desertificação?

    Beatriz Azevedo: Vejo que o governo brasileiro tem enfatizado a bioeconomia, a ideia de que a restauração da terra deve caminhar junto com benefícios socioeconômicos, como geração de emprego e renda.

    Na minha empresa, discutimos projetos nessa linha. Por exemplo, a cultura da macaúba para a produção do combustível sustentável de aviação (SAF) pode ser associada a projetos de restauração. Outra frente são os projetos de restauração financiados pelo mercado de carbono.

    Precisamos de decisões que promovam ações sustentáveis do ponto de vista econômico, ambiental e social. Não se pode exigir a conservação sem oferecer meios de subsistência para quem cuida do território.

    É claro que isso deve caminhar lado a lado com a demarcação de terras indígenas e a garantia de direitos. O caminho é viabilizar o financiamento justo para que chegue aos assentamentos rurais e comunidades locais, promovendo a repartição de benefícios.

    Agência Brasil: A COP da Desertificação costuma receber menos atenção do público do que as COPs do Clima e da Biodiversidade. Como você avalia essa diferença e a possibilidade de torná-la mais conhecida?

    Beatriz Azevedo: Ela é de fato menos conhecida. A do Clima vem em primeiro lugar, seguida pela de Biodiversidade e, por fim, a de Desertificação, até por ser um tema muito associado a regiões específicas, como o semiárido nordestino no Brasil.

    Porém, vejo isso como uma oportunidade. Enquanto na COP do Clima a atenção internacional sobre o Brasil se volta prioritariamente para a Amazônia, a COP de Desertificação dá visibilidade para a Caatinga e o Semiárido. É um espaço valioso para o Nordeste pautar suas demandas diretamente com o governo e outros países.

    Agência Brasil: Muitos jovens ativistas relatam uma sensação de sobrecarga e ansiedade. Como você vê esse cenário de pressão sobre os jovens por mais engajamento e resultados, enquanto precisam lidar com notícias frequentes sobre emergência climática, degradação ambiental e incertezas sobre o futuro da humanidade?

    Beatriz Azevedo: Essa reflexão é muito válida. Entre 2016 e 2021, eu me afastei do processo da ONU justamente por me sentir sobrecarregada ao participar das conferências, mas não ver as coisas mudarem no ritmo necessário. Decidi, então, focar no trabalho local.

    Existe uma narrativa forte de que “o jovem é a solução”, mas há pouca estrutura e financiamento dedicados a isso. O trabalho no terceiro setor muitas vezes é instável, apoia-se excessivamente no trabalho voluntário e oferece remunerações precárias. O ativismo abre portas e dá visibilidade, mas nem sempre se traduz em emprego e renda imediatos.

    Esse cenário impacta a saúde mental. Quando retornei para o espaço internacional, mudei meu foco para o financiamento, pois entendi que esse era o principal gargalo: como fazer os recursos chegarem a quem executa.

    Agência Brasil: Qual mensagem você deixaria para os jovens que desejam se engajar na pauta ambiental?

    Beatriz Azevedo: Gostaria de deixar uma mensagem de esperança e incentivo. Embora o tema pareça por vezes pesado, trabalhar com a agenda ambiental é uma oportunidade de atuar alinhado aos seus propósitos e gerar um impacto positivo na sociedade por meio de novas soluções, tecnologias e projetos. Vale a pena seguir esse caminho profissional e de vida.

    Cobertura na Mongólia

    A Agência Brasil acompanha a COP17 da Desertificação diretamente da Mongólia. A viagem é uma parceria com a UNCCD, que selecionou seis repórteres de diferentes continentes com uma bolsa de jornalismo para cobrir o evento.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Democracia e crescimento de organizações criminosas é tema de encontro

    Democracia e crescimento de organizações criminosas é tema de encontro

    O subprocurador-geral de Justiça de Atuação Especializada do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), Cláudio Varela, defendeu o papel estratégico da população no auxílio aos órgãos responsáveis pelo combate às organizações criminosas.

    “Em 2009, quando coordenei o Gaeco [Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado], várias informações fornecidas pelos cidadãos, por meio do Disque-Denúncia, embasaram a CPI das Milícias e diversas investigações relacionadas a essa atividade criminosa. Para enfrentar a criminalidade precisamos nos unir e, cada vez mais, integrar dados”, afirmou.

    Varela participou de encontro entre o MPRJ e autoridades do sistema de Justiça e da área de segurança pública. Eles discutiram os desafios impostos à democracia pelo crescimento das organizações criminosas e a importância da colaboração da sociedade no combate à criminalidade. Também foi tema do encontro o papel das ouvidorias de órgãos públicos no recebimento de denúncias de crimes vinculados ao processo eleitoral, base do sistema democrático.

    O ouvidor do MPRJ, David Faria, ressaltou a importância do compartilhamento de informações para o fortalecimento do sistema democrático.

    “As ouvidorias são a porta de entrada das instituições, por onde chegam as demandas da sociedade. E se as demandas não chegarem aos órgãos responsáveis, o trabalho não será bem realizado, pois não irá atender aos anseios da população”, disse.

    Canais de atendimento

    Durante o período eleitoral, a Ouvidoria do MPRJ ampliou os canais de atendimento à população. Desde 8 de agosto, estão em funcionamento os plantões para as Eleições 2026, que seguem até 25 de outubro para o recebimento e acompanhamento de manifestações relacionadas ao processo eleitoral.

    A instituição também disponibilizou, no portal do MPRJ, uma página temática com informações e orientações sobre irregularidades que podem ser identificadas e denunciadas pelos cidadãos, como compra de votos, boca de urna, coação e transporte irregular de eleitores, violência política de gênero, caixa dois, propaganda eleitoral irregular, divulgação de fatos inverídicos e crimes contra a honra no contexto eleitoral.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Morre atriz Laura Cardoso aos 98 anos, em São Paulo

    Morre atriz Laura Cardoso aos 98 anos, em São Paulo

    A atriz Laura Cardoso morreu aos 98 anos em São Paulo. A informação foi confirmada nesta terça-feira (18) em seu perfil oficial na rede social Instagram.

    O velório começou às 8h e segue até as 14h na Funeral Home, localizada na Rua São Carlos do Pinhal, 376, bairro Bela Vista, na capital paulista.

    Nascida Laurinda de Jesus Balleroni, Laura Cardoso faria 99 anos em setembro. Ao longo de sua carreira, interpretou mais de 60 personagens na televisão, incluindo dona Izaura, na novela Mulheres de Areia, Guiomar, em A Viagem, e Sinhana Coragem, em Irmãos Coragem. 

    As últimas aparições de Laura na televisão foram como dona Sinhá, em Sol Nascente, e como Caetana de Souza, em O Outro Lado do Paraíso, já aos 90 anos.

    Prêmios

    Com atuação no cinema, televisão e teatro Laura Cardoso recebeu vários prêmios por suas atuações. 

    Como atriz coadjuvante, levou o prêmio Grande Otelo em três ocasiões por sua atuação em Copacabana (2002), O Outro Lado da Rua (2005), De Onde Eu Te Vejo (2017).

    Recebeu o prêmio APCA, da Associação Paulista de Críticos de Arte, em cinco ocasiões. Na televisão, foi laureada como Melhor Atriz por Os Apóstolos de Judas (1977) e Irmãos Coragem (1995). No cinema, levou o prêmio de Melhor Atriz por Através da Janela (2001). Por fim, levou o APCA como Melhor Atriz em Teatro por Vem Buscar-me que Ainda Sou Teu (1990) e Vereda da Salvação (1993).

    Pelo conjunto de sua obra, foi homenageada com o prêmio Guarani Honorário, em 2021, e o Troféu Oscarito, no Festival de Gramado, em 2023.

    Também foi laureada duas vezes com o Troféu Imprensa de Melhor Atriz por sua atuação em A Noite Eterna (1963) e Moulin Rouge, a Vida de Tolouse-Lautrec (1964)

    Homenagens

    Nas redes sociais, diversos nomes da dramaturgia brasileira lamentaram a morte de Laura e homenagearam a trajetória da atriz.

    “Laura era gigante, compulsiva e tinha um talento que não cabia em seu corpo pequeno”, escreveu o ator Miguel Falabella, ao postar uma foto ao lado da atriz.

    O ator Ary Fontoura se referiu à atriz como “amiga querida” e “companheira de tantas caminhadas”. “Essa luz, esse sorriso e esse brilho jamais serão esquecidas.”

    A atriz e cantora Zezé Motta postou uma foto de Laura e destacou que a arte brasileira se despede “de uma de suas maiores damas”. “Laura foi grande, foi inteira, foi eterna”.
     

    Texto ampliado às 8h40

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Grande parte do país tem temperaturas elevadas nesta terça-feira

    Grande parte do país tem temperaturas elevadas nesta terça-feira

    O tempo permanece hoje (18) predominantemente estável, com temperaturas elevadas e baixa umidade do ar na maior parte das regiões Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Sudeste. A previsão para esta terça-feira é que os termômetros cheguem a registrar 39°C em Cuiabá.

    Na Região Norte, há condições para pancadas de chuva e trovoadas isoladas no Acre e oeste do Amazonas. No leste do Amapá, norte de Rondônia e no Pará pode ocorrer chuva isolada.

    O alerta laranja de perigo para baixa umidade do ar, que alcança quase todo o centro do país, inclui o leste de Rondônia, sudeste do Amazonas, centro-sul do Pará e  o Tocantins.

    Os termômetros devem registrar mínima de 21°C em Palmas e máxima de 38°C em Porto Velho.

    No Nordeste, o alerta de baixa umidade alcança o centro do Maranhão, centro-norte do Piauí, centro-sul do Ceará, região do Seridó, no Rio Grande do Norte, oeste da Paraíba, de Pernambuco e região central da Bahia.

    No litoral norte da Bahia, em Sergipe, Alagoas e litoral sul de Pernambuco, a previsão é de pancadas de chuva. Já no nordeste da Bahia, oeste de Alagoas e centro-leste de Pernambuco há possibilidade de chuva isolada, assim como no noroeste do Maranhão, apenas pela tarde, e no leste da Paraíba e no litoral sul do Rio Grande do Norte, de noite.

    A amplitude térmica predomina no interior do Nordeste, com mínima de 20°C e máxima de 37°C em Teresina.

    No Centro-Oeste brasileiro, há dois avisos de baixa umidade relativa do ar. Um laranja de perigo, para todo o estado do Goiás, o Distrito Federal e áreas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e outro aviso amarelo de perigo potencial para o sudoeste de Mato Grosso, oeste e sul de Mato Grosso do Sul.

    A temperatura mínima prevista é de 15°C em Brasília e a máxima de 39°C em Cuiabá.

    Na Região Sudeste, o aviso laranja de perigo para baixa umidade do ar alcança o oeste de Minas Gerais, incluindo o Triângulo Mineiro e noroeste de São Paulo. Já o aviso amarelo de perigo potencial é para o centro-sul de Minas Gerais e grande parte do interior de São Paulo.

    Pela tarde, há possibilidade de chuva isolada no litoral sul de São Paulo. As nuvens continuam sobre o sul e leste de São Paulo, Rio de Janeiro e sudeste de Minas Gerais.

    Os termômetros devem marcar mínima de 13°C em Belo Horizonte e máxima de 31°C em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.

    Chuva

    Na Região Sul, há aviso laranja de perigo para tempestades no sul do Rio Grande do Sul, principalmente em localidades mais próximas da divisa com o Uruguai, em municípios como Uruguaiana, Bagé, Pelotas e Rio Grande. Outro aviso amarelo de perigo potencial alerta para tempestades na região central do Rio Grande do Sul, em municípios como São Borja, Santa Maria, Santa Cruz do Sul, Camaquã e Mostardas.

    Há condições para pancadas de chuva e trovoadas no centro-sul do Rio Grande do Sul. O céu deve permanecer com muitas nuvens no norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no centro-sul do Paraná. Há condições para pancadas de chuva isoladas, nos períodos da tarde e noite, em Santa Catarina e no sudoeste do Paraná e de chuva isolada no centro-sul do Paraná.

    Os termômetros devem registrar mínima de 16°C e máxima de 27°C em Curitiba.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Justiça do Rio promove campanha pela paz em casa

    Justiça do Rio promove campanha pela paz em casa

    O Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) promove, no mês em que são celebrados os 20 anos da Lei Maria da Penha, a 33ª Semana da Justiça pela Paz em Casa, que começou nesta segunda-feira (17) e se estende até sexta (21). 1

    Ao todo, estão agendadas 1.798 audiências nos juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de todo o estado. Também estão previstos 11 plenários de júri de casos de feminicídio. 

    A campanha é promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com os tribunais de Justiça estaduais, e integra as ações da Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. 

    A finalidade é ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha, intensificando a resolução de casos de violência doméstica, e incentivar as mulheres vítimas a denunciarem os agressores.  

    Iniciada em 2015, a Justiça pela Paz em Casa conta com três edições por ano (março, agosto e novembro). 

    De acordo com dados do CNJ, nos últimos 12 meses, mais de 675 mil decisões sobre medidas protetivas de urgência foram proferidas em todo o país, uma média de aproximadamente 1.800 por dia. Em 2025, o Brasil registrou 1.571 casos de feminicídio.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Brasileirão Feminino A3: Planalto abre vantagem sobre Realidade Jovem

    Brasileirão Feminino A3: Planalto abre vantagem sobre Realidade Jovem

    O Planalto levou a melhor sobre o Realidade Jovem no primeiro jogo das semifinais da Série A3 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro Feminino de futebol. Na noite desta segunda-feira (17), as goianas bateram as paulistas por 2 a 0 no Estádio Annibal Batista de Toledo, em Aparecida de Goiânia (GO). O duelo foi transmitido ao vivo pela TV Brasil.

    As equipes se reencontram no domingo (23), às 11h (horário de Brasília), no Teixeirão, em São José do Rio Preto (SP), também com transmissão da TV Brasil. As paulistas têm que vencer por três ou mais gols de diferença no tempo normal para se classificarem à decisão. Caso igualem o placar agregado, a decisão será nos pênaltis. O Planalto tem a vantagem de poder até perder por um gol de saldo que vai à final.

    No outro confronto pelas semifinais, o Juventude-SE saiu na frente da Portuguesa-AP ao ganhar por 2 a 0 no Estádio Augusto Antunes, em Santana (AP). A emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) transmitiu a partida ao vivo e também exibirá o duelo de volta, que será na sexta-feira (21), às 21h, no Batistão, em Aracaju.

    Os quatro semifinalistas do Brasileirão A3 já têm vagas garantidas na Série A2 (segunda divisão) de 2027. O quarteto substituirá os rebaixados União Desportiva Alagoana (UDA) e Itacoatiara.

    As campanhas

    O Planalto chegou para a partida com uma campanha de seis vitórias, três empates e uma derrota, marcando 22 gols e sofrendo seis. Nas quartas de final, a equipe goiana superou o Pantanal-MS, ganhando por 1 a 0 tanto no Estádio das Moreninhas, em Campo Grande, no jogo de ida, como em Aparecida de Goiânia, no de volta.

    O Realidade Jovem, por sua vez, atingiu a semifinal com a melhor campanha do Brasileirão A3: nove vitórias e uma derrota. As paulistas anotaram 23 gols e levaram cinco. O acesso foi conquistado diante do Coritiba. Após o revés por 2 a 1 no Centro de Treinamento da Graciosa, em Colombo (PR), a equipe de São José do Rio Preto venceu por 2 a 0 no Teixeirão.

    Domínio goiano

    As donas da casa inauguraram o marcador no Annibal Batista de Toledo aos nove minutos. Na sequência de um escanteio curto pela direita, Marcelly cruzou rasteiro, a bola passou pela zagueira Caylane, pela goleira Gabi e a também atacante Moara, na pequena área, e desviou para as redes.

    Sem conseguir assustar a goleira Lescaut, o Realidade Jovem ainda perdeu a volante Castro. Ela recebeu o segundo cartão amarelo aos 11 minutos do segundo tempo, ao cometer falta dura na meia Brenda e ser expulsa.

    Em vantagem numérica, o Planalto apertou, tentando ampliar o marcador, e chegou ao segundo gol aos 39. A volante Joice chutou de fora da área, no meio do gol, para defesa parcial de Gabi. A sobra ficou com Moara, que finalizou na saída da goleira, que fez boa defesa. O novo rebote, porém, caiu nos pés da atacante Jhulian, que não desperdiçou.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Petrobras encontra petróleo em poço na Margem Equatorial

    Petrobras encontra petróleo em poço na Margem Equatorial

    A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (17) a descoberta de petróleo no poço Morpho, localizado no bloco BM-FZA-59, na Margem Equatorial, em águas profundas na costa do Amapá.​ A estatal ainda deverá concluir a perfuração e realizar estudos para estimar o volume encontrado e avaliar a viabilidade de uma eventual exploração comercial.

    A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, informou que a perfuração já alcançou cerca de 3 mil metros de profundidade em lâmina d’água e outros 3 mil metros em rocha. Segundo ela, ainda falta perfurar aproximadamente 1 mil metros até o fundo do poço.

    “É uma descoberta que é fruto de um trabalho de anos, com muita tecnologia embarcada, muito esforço e muito investimento, mas que até agora confirmou todas as nossas expectativas de um potencial relevante de petróleo na Margem Equatorial, mais especificamente no litoral do estado do Amapá”, afirmou Magda, durante visita ao Oiapoque.

    O poço Morpho está localizado a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá e a aproximadamente 500 quilômetros da Foz do Amazonas. A lâmina d’água no local é de 2.886 metros.

    Segundo a presidente da Petrobras, ainda não é possível estimar o volume de petróleo encontrado ou o potencial de produção da área. A previsão é de que a perfuração seja concluída em 15 a 20 dias.

    De acordo com Magda, desde agosto do ano passado, quando teve início a atual campanha exploratória na região, a Petrobras já investiu US$ 3 bilhões. A presidente informou também que as operações de exploração têm custo de cerca de US$ 1 milhão por dia.

    A descoberta de petróleo em um poço exploratório, no entanto, não significa, por si só, a confirmação de uma reserva comercialmente explorável. Após a conclusão da perfuração, serão necessários estudos para avaliar o volume, as características do reservatório e a viabilidade técnica e econômica de uma eventual produção.

    Próximas etapas

    Magda Chambriard afirmou que a descoberta reforça as expectativas da Petrobras sobre o potencial exploratório da Margem Equatorial. Segundo ela, a estatal pretende dar continuidade às atividades na região.

    “Se tudo der certo, e tudo está dando certo até agora, a gente tem o condão de produzir numa área que pode ajudar de uma maneira muito importante a recomposição das reservas da Petrobras e do Brasil”, disse.

    Segundo a presidente, a Petrobras tem outros poços previstos no programa exploratório da região. A estatal também protocolou no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) pedidos de licenciamento para novas perfurações na Margem Equatorial.

    A Petrobras é operadora do bloco BM-FZA-59 e detém 100% de participação na área. O bloco foi adquirido na 11ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em 2013, sob o regime de concessão.

    Transição energética

    Durante visita à região nesta segunda-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a importância da descoberta para o futuro da produção de petróleo no país. Ele afirmou, no entanto, que a exploração da Margem Equatorial não altera a estratégia brasileira de investimento em fontes renováveis de energia. “O país vai continuar sendo o país da inovação dos biocombustíveis e vai continuar sendo muito grande na questão do combustível renovável”, disse Lula.

    Segundo Lula, o país deverá manter os investimentos em biocombustíveis e em outras fontes de energia renovável, ao mesmo tempo em que busca avaliar o potencial de novas áreas para a produção de petróleo.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Marina Silva sofre tentativa de intimidação durante campanha em SP

    Marina Silva sofre tentativa de intimidação durante campanha em SP

    A ex-ministra do Meio Ambiente e candidata à reeleição para o Senado Marina Silva (Rede) foi intimidada por um homem durante um compromisso de campanha no início da tarde desta segunda-feira (17), na capital paulista.

    Marina participava de uma caminhada no centro de São Paulo quando se afastou um pouco do grupo, evitando a aglomeração. Ao ver a política fora do grupo maior, um homem não identificado a abordou, com palavras e gestos agressivos. 

    Ela se dirigiu a uma loja próxima, onde buscou abrigo, apoiada por seguranças do evento, no qual também estavam Fernando Haddad, candidato ao governo paulista, e Simone Tebet, que também disputa a reeleição ao Senado por São Paulo.

    “Eu já sei que essas pessoas fazem isso, não iria jamais ficar respondendo. Diante da paz com certeza o ódio recua. Eles estão fazendo isso o tempo todo em relação ao Haddad e agora fizeram em relação a mim”, afirmou Marina em entrevista aos jornalistas que acompanharam o ato.

    Segundo a assessoria da candidata, não foi feito boletim de ocorrência da agressão até o momento.

    Ela declarou, ainda, que espera que esse não seja o tom da campanha, e que recairá o débito naqueles que não se manifestam sobre esse tipo de ação. “Aqueles que não desautorizam fazer esse tipo de prática acabam dando sua assinatura para essa forma de atingir a nossa democracia”.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Brasil estreia mal no qualificatório para o Pré-Olímpico de basquete

    Brasil estreia mal no qualificatório para o Pré-Olímpico de basquete

    A seleção feminina de basquete não teve a estreia desejada no torneio qualificatório para o Pré-Olímpico da modalidade. Nesta segunda-feira (17), as brasileiras perderam do Sudão do Sul por 63 a 61 pela primeira rodada do Grupo A da competição, que ocorre em Guadalajara (México). 

    O Brasil volta a quadra nesta terça-feira (18), às 23h30 (horário de Brasília), para encarar a Nova Zelândia. A participação na primeira fase termina na quinta (20), às 15h, em clássico contra a Argentina. As partidas têm transmissão ao vivo no canal da Federação Internacional de Basquete (Fiba) no YouTube.

    O desempenho ruim no primeiro quarto do jogo de estreia foi determinante para o resultado, com as sul-sudanesas abrindo 12 pontos de vantagem. O Brasil reagiu e na última das quatro parciais conseguiu até passar a frente no placar, com as seleções passando a se alternar na dianteira.

    O equilíbrio prevaleceu e as equipes chegaram ao fim do tempo normal empatadas em 56 pontos. Na prorrogação, uma falta em cima de Moira Joiner a 21 segundos do fim decidiu o confronto. A própria armadora converteu os lances livres que colocaram o Sudão do Sul na frente. As brasileiras tentaram igualar novamente o jogo, sem êxito.

    Do lado verde e amarelo, o destaque foi Aaliyah Guyton. A armadora de 20 anos anotou 20 pontos, apanhou três rebotes e deu duas assistências. Ela é filha de Adrianinha, ex-atleta e medalhista de bronze pelo Brasil na Olimpíada de Sydney (Austrália) em 2020.

    Formato da competição

    Os dois primeiros colocados avançam às semifinais, onde terão pela frente os classificados do Grupo B, que reúne Canadá, México, Filipinas e Senegal. O campeão se garante no Pré-Olímpico, que será em fevereiro de 2028 e definirá dez dos 12 participantes da modalidade nos Jogos de Los Angeles (Estados Unidos).

     

    As demais seleções terão de buscar vaga nos torneios continentais. No caso brasileiro, se o título não vier no México, a seleção terá de ficar entre as quatro primeiras da Copa América, que será realizada entre 3 e 11 de julho do ano que vem em El Salvador.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original