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  • Degelo e seca avançam sobre Ásia Central e pequenos países insulares

    Degelo e seca avançam sobre Ásia Central e pequenos países insulares

    Dois relatórios lançados nesta quarta-feira (26) alertam que os pequenos países insulares em desenvolvimento (SIDS, na sigla em inglês) e a Ásia Central estão sofrendo pressões sem precedentes sobre recursos hídricos, saúde do solo e clima.

    No total, são mais de 50 países e territórios afetados. As duas publicações foram apresentadas oficialmente na 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), que está sendo realizada em Ulaanbaatar, capital da Mongólia.

    Os textos fazem parte do Global Land Outlook (GLO), principal publicação da convenção das Nações Unidas sobre a terra (UNCCD). O documento geral teve duas versões até agora, o GLO1 de 2017 e GLO2 de 2022, e seis relatórios regionais. Entre elas, o da América Latina. 

    Ásia Central

    A Ásia Central é formada por Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão. A imagem de outros tempos, de estepes vastas e oásis férteis, está deixando de existir.

    A região é considerada um dos epicentros mundiais da degradação do solo. Mais de 80 milhões de hectares, ou mais de um quarto, já estão degradados. O problema atinge 30% da população ou 24 milhões de pessoas. O cálculo da UNCCD é de que, a cada ano, essa degradação provoque perdas entre dois e seis bilhões de dólares. 

    A Ásia Central também está aquecendo duas vezes mais do que a média global. As geleiras,  que antes eram as “torres de água” da região, encolheram 30% em apenas cinquenta anos.

    Países insulares

    Os SIDS incluem 39 países e 18 territórios no Caribe, oceanos Pacífico, Atlântico e Índico, além do Mar do Sul da China. Cerca de 18,8 milhões de hectares de terra, ou 16,5% de sua área total combinada, estão degradados em diferentes graus, ligeiramente acima da média global.

    Mais de 70%  deles enfrentam problemas de escassez de água e 43% da área total estão sendo afetados pela seca. Desses, 3% sofreram seca severa e 6% seca extrema. A área total afetada pela seca extrema aumentou 30% entre os períodos de 1961/1970 e 2014/2023.

    Estima-se que 16,3 milhões de pessoas enfrentem insegurança alimentar grave, com 11,5 milhões de pessoas subnutridas.

    Estes países recebem cerca de US$ 2 bilhões em financiamento público para adaptação por ano, o que equivale a aproximadamente 0,2% do financiamento climático global total. Os pesquisadores estimam que os países precisarão de pelo menos US$ 11,7 bilhões anualmente para fins de adaptação, quase seis vezes o nível atual de financiamento.

    A secretária executiva da UNCCD, Yasmine Fouad, disse que apesar das diferenças, tanto Ásia Central como os SIDS mostram vulnerabilidades, mas ainda estão em situação possível de melhora.

    “ A prioridade agora é acelerar esse progresso, ao investir na gestão responsável da terra, fortalecendo a cooperação regional e internacional e garantindo que as pessoas e os ecossistemas permaneçam no centro das decisões de desenvolvimento”, afirma Yasmine.

    *O repórter viajou para a Mongólia a convite da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), após seleção entre jornalistas de diversos continentes.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Criminosos usam ônibus em barricadas contra operação policial no Rio

    Criminosos usam ônibus em barricadas contra operação policial no Rio

    Criminosos atravessaram 18 ônibus em ruas de Cascadura, na Zona Norte do Rio de Janeiro, em retaliação a uma operação da Polícia Militar realizada na manhã desta quarta-feira (26) nas comunidades do Campinho e do Fubá.

    A ação conjunta das equipes do 9° Batallhão de Polícia Militar (Rocha Miranda) e do 18° BPM (Jacarepaguá) resultou na prisão de quatro suspeitos. O comando da operação informou que homens armados entraram em confronto com as equipes e fugiram para uma região de mata.

    A polícia afirma que “um quinto [suspeito] foi atingido e socorrido ao Hospital Estadual Carlos Chagas e um sexto teria sofrido uma parada cardíaca e não resistiu”.

    De acordo com o Sindicato das Empresas de Ônibus da Cidade do Rio de Janeiro (Rio Ônibus), coletivos usados no transporte urbano foram atravessados nas ruas Clarimundo de Melo e Ernani Cardoso, em Cascadura, e também na Avenida Dom Hélder Câmara. No início desta tarde, havia 33 linhas de ônibus que passam na região com itinerário impactado.

    Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Militar (SEPM), o objetivo dos criminosos era “desmobilizar a atuação das equipes”, que reprimiam uma facção criminosa que atua nas comunidades do Campinho, do Fubá, do Morro do 18, da Praça Seca e diversas outras de Jacarepaguá.

    Foram apreendidos uma pistola, uma granada, um rádio comunicador, seis carregadores de fuzis, um carregador de pistola e quantidade de entorpecentes a serem contabilizado, completou a secretaria.

    O policiamento foi reforçado com equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), do Batalhão Tático de Motociclistas (BTM), do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) e do 3º BPM (Méier). Policiais do Recom também atuam nas regiões atingidas. 

    Educação

    A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro informou que, até 12h15, nenhuma escola da rede estadual precisou ser fechada em consequência dos conflitos na região.

    De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, as unidades escolares na região das comunidades do Fubá e do Campinho, “atendem presencialmente” apesar do ocorrido.

    Saúde

    No início da tarde, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio informou que uma unidade de atenção primária suspendeu o início do funcionamento nesta quarta-feira e avalia a possibilidade de abertura nas próximas horas.

    “Outras duas unidades mantêm o funcionamento, porém as atividades externas realizadas no território, como as visitas domiciliares, estão suspensas”, completou.

    Já as unidades estaduais de saúde, conforme a Secretaria de estado, funcionam normalmente.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Campo de Búzios, da Petrobras, bate recordes de exportação de gás

    Campo de Búzios, da Petrobras, bate recordes de exportação de gás

    O campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, bateu recordes de exportação de gás natural em agosto, segundo informações divulgadas pela Petrobras nesta quarta-feira (26). 

    A exportação média de gás natural em um mês superou a marca de 10 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d). O recorde mensal anterior era de março de 2026, com 9,1 milhões de m³/d.

    Localizado no litoral do estado do Rio de Janeiro, a 180 km da costa, o campo está em águas ultraprofundas, a 2,1 mil metros de profundidade.

    Segundo a companhia, a marca mensal veio acompanhada também de um novo recorde de exportação diária. Em 6 de agosto, Búzios atingiu 14,1 milhões de m³/d, superando o pico anterior, de 13,9 milhões de m³/d, registrado em julho.

    De acordo com a Petrobras, o ganho não decorre da entrada de novos sistemas de produção, mas da otimização das unidades já existentes. 

    A empresa ressalta que, entre as principais iniciativas, está o programa de modernização das plantas de tratamento de gás das plataformas P-74, P-75, P-76 e P-77, com a substituição das membranas de remoção de gás carbônico (CO₂).

    O projeto, que começou em 2025, elevou a capacidade de exportação dessas unidades de cerca de 1,5 milhão para 3 milhões de m³/d por plataforma, com potencial para atingir patamares ainda superiores após ajustes complementares de processo. A unidade FPSO Almirante Barroso também contribui para os resultados alcançados.

    “A expansão da capacidade de exportação de gás continuará nos próximos anos, com a entrada em operação dos sistemas previstos para as plataformas P-78 e P-79 até 2027. Ao final do desenvolvimento do campo, das 12 plataformas planejadas, oito contarão com capacidade de exportação de gás, incluindo a unidade Búzios 12, com início de operação previsto para 2032 e capacidade estimada de 5,5 milhões de m³/d”, informou a Petrobras, em nota. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Guerra, tarifas e menos imposto a ricos geram dívida recorde nos EUA

    Guerra, tarifas e menos imposto a ricos geram dívida recorde nos EUA

    A dívida pública recorde nos Estados Unidos (EUA), que ultrapassou os US$ 40 trilhões pela primeira vez na história, foi motivada, principalmente, pela redução de impostos para os ricos, pela inflação causada pela guerra no Oriente Médio – que pressionou o preço dos combustíveis –, e pelas tarifas à importação do governo de Donald Trump.

    A avaliação é de economistas consultados pela Agência Brasil, que acrescentam como fatores para a dívida recorde: a manutenção dos elevados gastos militares, próximo a US$ 1 trilhão, e o aumento dos gastos com juros da dívida, que chegou a US$ 1,1 trilhão, montante que é mais que o dobro de 2021, quando os juros consumiram US$ 419 bilhões dos contribuintes.  

    Entre as razões para o aumento dos juros, estaria a inflação causada pela guerra e o “risco Trump” motivado pela política agressiva da Casa Branca, que causa incertezas no mercado, como no caso do conflito tarifário com o Canadá. Os especialistas sustentam que essa política pressiona os juros cobrados pelos títulos do Tesouro estadunidense.

    Apesar do número impressionante de US$ 40 trilhões, que dobrou desde 2017, os economistas rejeitam que os EUA estejam em risco de insolvência, quando não se consegue pagar o que se deve. Além disso, alertam que a situação fiscal da potência econômica tende a pressionar o Brasil a manter as taxas de juros em nível elevado.

    Solvência 

    O professor do Instituto de Economia da Unicamp Pedro Paulo Zahluth Bastos destacou que o número de US$ 40 trilhões não indica risco de insolvência porque, entre outros motivos, os EUA emitem a própria moeda e têm o dólar como principal reserva monetária do planeta.

    “Um governo assim não quebra contra a vontade. Se o mercado não quiser esses títulos ao preço corrente, o FED [Federal Reserve, o Banco Central dos EUA] pode comprá-los. Foi o que fez em 2020, quando expandiu o balanço em quase US$ 3 trilhões em três meses. E foi o que fez entre 1942 e 1951, quando travou o juro dos títulos longos em 2,5%”, explicou.

    Após o anúncio da dívida pública recorde, a Secretaria de Tesouro dos EUA se apressou em comunicar o aumento das operações para compra de títulos no mercado, que deve dobrar de US$ 2 bilhões para US$ 4 bilhões a partir de 9 de setembro.

    O economista e doutor em história Pedro Faria ponderou à Agência Brasil que o valor de US$ 40 trilhões, em si, “não diz muita coisa” sobre a capacidade de pagamento dos EUA.

    “A gente sempre compara com o tamanho do país e com a realidade econômica ao redor. É uma realidade das principais economias desenvolvidas estarem em déficit desde 2008”, comentou Faria, que é associado ao Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).


    26/08/2026 - O economista e doutor em história Pedro Faria. Ele é membro do Instituto Economias e associado ao Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Foto: Pedro Faria/ Arquivo Pessoal
    26/08/2026 - O economista e doutor em história Pedro Faria. Ele é membro do Instituto Economias e associado ao Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Foto: Pedro Faria/ Arquivo Pessoal
    Economista e doutor em história Pedro Faria – Pedro Faria/ Arquivo Pessoal

    Juros dos títulos sobem  

    Desde o final da 2ª Guerra Mundial, os títulos do Tesouro dos EUA são considerados o ativo “mais seguro” no mundo. Segundo o professor Pedro Bastos, ainda não há desconfiança no mercado em relação a capacidade de pagamento da dívida pelos EUA.

    “Os estrangeiros continuam comprando. O que subiu foi o preço cobrado, não a recusa em comprar”, pontuou, acrescentando que dois terços da dívida no mercado estão em mãos domésticas nos EUA e US$ 4,5 trilhões estão no próprio FED, o que reduz riscos de insolvência.

    Além disso, US$ 8 trilhões da dívida estão nas mãos do próprio governo, com US$ 32 trilhões no mercado: “O mercado detém cerca de 100% do PIB em dívida, similar ao recorde de 106% de 1946, ao fim da 2ª guerra”, acrescentou o especialista da Unicamp.

    O único risco de calote dos EUA seria político, quando o Congresso se recusa a autorizar o aumento do teto da dívida, mas o professor Pedro Paulo Zahluth Bastos alertou também para o problema dos gastos crescentes com juros.

    “O único risco ligado à dívida hoje é o de juros longos mais altos. Mas a causa imediata não é o tamanho da dívida. É a inflação, puxada pelo petróleo do conflito no Oriente Médio e pelas tarifas”, explicou.

    Em apenas cinco meses, a dívida cresceu US$ 1 trilhão, superando as expectativas de analistas. O Escritório de Orçamento do Congresso dos EUA (CBO) calculava chegar aos US$ 40 trilhões apenas em 2027.

    Corte de imposto no topo

    A política econômica focada no corte de impostos para os ricos, adotada nos dois mandatos de Trump, motivou parte do aumento do endividamento ao reduzir a arrecadação, explicou o economista Pedro Faria.  

    “O Trump aposta nessa política característica dos republicanos, que é tirar a tributação dos ricos sob a justificativa de tentar expandir a economia. O que se vê é um aumento do endividamento dos EUA no governo Trump 2 por conta dessa abordagem de política econômica”, explicou.

    Em 2025, o governo Trump aprovou projeto com mais corte de impostos para ricos que aumentaram a previsão do déficit dos EUA em US$ 4,7 trilhões em 10 anos, ao mesmo tempo que cortou US$ 1 trilhão da saúde pública nesse período.

    O professor da Unicamp Pedro Bastos acrescentou que a menor tributação dos ricos nos EUA tem contribuído ainda para concentrar a renda do país, sendo a dívida recorde um sintoma do conflito pela distribuição dessa riqueza dentro dos EUA.

    “A receita do imposto sobre lucros caiu 23% neste ano fiscal. Já os juros vão para quem tem títulos: fundos, bancos e as famílias mais ricas. O 1% mais rico detém metade das ações do país”, comentou Bastos.

    O especialista da Unicamp argumentou que os EUA não gastam demais, mas arrecadam de menos. A carga tributária nos EUA é de cerca de 25% do PIB, contra 34% na média da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, que reúne países entre os mais desenvolvidos do mundo).

    Risco Trump

    Para o especialista Pedro Faria, do Instituto Economias, o que pode preocupar o Tesouro dos EUA é a tendência, observada entre governos, Estados e empresas em todo o mundo, de reduzir o uso de títulos dos EUA como opção para manter a liquidez da economia.

    “Diversos governos têm reduzido o estoque de títulos dos EUA, como Brasil e China. Isso porque veem a política econômica da Casa Branca como errática e não muito racional. Os agentes econômicos têm medo de se expor a sanções ou ter os ativos congelados, como ocorreu diversas vezes”, comentou.

    Para o economista da Unicamp Pedro Bastos, os juros mais altos cobrados pelos títulos dos EUA é a resposta do mercado aos ataques do governo Trump aos pilares que dão confiança a esses papéis: um FED autônomo, tribunais judiciais independentes e aliados sendo tratados como aliados.

    “Por exemplo, o uso do acesso ao mercado americano como chantagem [tarifaços]. Os bancos centrais compram ouro em ritmo recorde desde 2022 por isso, não pelo tamanho da dívida. Se a dívida um dia virar problema, não será por chegar a US$ 40 trilhões ou US$ 50 trilhões. Será porque a política destruiu o que a tornava desejada”, completou.

    Para o especialista, é o “risco Trump” que pressiona o rendimento dos títulos públicos de 30 anos dos EUA, que alcançaram 5,33% em 18 de agosto, o maior nível desde 2007. Esse nível de juros dos títulos longos é o que pressiona os gastos com a dívida do país norte-americano.  

    Apesar dos juros mais altos cobrados pelos títulos de longo prazo do Tesouro dos EUA, Bastos avalia que o mercado segue investindo nos papéis do Estado do país norte-americano.

    “A China reduziu o estoque de títulos dos EUA de US$ 1,3 trilhão, em 2013, para US$ 700 bilhões, e nada aconteceu. O dólar ainda responde por 57% das reservas mundiais, o euro por 20% e o yuan por 2%”, ponderou.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Febre do Nilo Ocidental: não há motivo para pânico, diz médico

    Febre do Nilo Ocidental: não há motivo para pânico, diz médico

    A febre do Nilo Ocidental não é uma doença comum no Brasil, mas é conhecida na África há pelo menos 90 anos. Segundo o médico infectologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP Furtado da Costa, apesar de casos confirmados e até uma morte causada pela doença, a maioria absoluta dos quadros é leve e menos de 1% evolui para a forma grave. 

    “Não há motivo para preocupação, mas é preciso mapear os casos e manter vigilância às aves e locais com mortalidade de aves fora do normal. Vamos aguardar os estudos e resultados, mas sabendo que não é só entrar em contato com aves que você vai pegar a doença.”

    A febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral aguda causada por um arbovírus, grupo que também inclui aqueles responsáveis pela dengue, zika, chikungunya e febre amarela. 

    A transmissão ocorre principalmente pela picada do mosquito do gênero Culex, como pernilongo ou muriçoca, que adquire o vírus ao se alimentar de aves infectadas. 

    A infecção pode não provocar sintomas. Estima-se que cerca de 20% das pessoas infectadas desenvolvem manifestações clínicas, que, na maioria, são brandas. 

    Entre os sintomas que podem surgir estão: 

    • febre e mal-estar; 
    • falta de apetite; 
    • náuseas e vômitos; 
    • dor de cabeça;
    • dor muscular; 
    • dor nos olhos; 
    • manchas na pele; 
    • aumento dos gânglios linfáticos; 
    • confusão mental;
    • rebaixamento do nível de consciência;
    • tremores ou convulsões. 

    Contágio e tratamento

    “Os mosquitos picam as aves infectadas – os reservatórios do vírus – e, picando o ser humano, podem transmitir a doença. Os sintomas são muito parecidos com os de arboviroses como dengue, zika, que são vírus ‘primos’”, explicou Costa. 

    Os quadros podem variar desde uma febre passageira até formas mais graves, causando encefalite, meningite ou outras alterações neurológicas. Nesses casos, é necessária avaliação médica imediata e, quando indicado, hospitalização. 

    Nos casos graves pode ser necessária internação hospitalar e atendimento em unidade de terapia intensiva. O tratamento pode incluir reposição de líquidos por via intravenosa, suporte respiratório e medidas para prevenir e tratar complicações. 

    O diagnóstico é feito por avaliação clínica e exames laboratoriais, em pessoas que apresentem sintomas compatíveis e tenham histórico de exposição a áreas com presença do mosquito.  

    Não existe vacina nem tratamento antiviral específico disponível para a febre do Nilo Ocidental em humanos. O controle do quadro é direcionado aos sintomas, com repouso, hidratação e acompanhamento médico, conforme a necessidade de cada paciente. 

    “Ainda não há estudo idealizando uma vacina para essa doença, que tem um número muito pequeno de casos pelo mundo, totalmente diferente de outras arboviroses com um número bem maior de casos como zika e dengue”, acrescentou o infectologista. 

    Casos 

    Uma mulher de 34 anos, moradora de Ribeirão Preto, e uma adolescente de 18 anos, de São José do Rio Preto, são os dois casos confirmados no estado de São Paulo, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac (CVE-SP), da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP).

    A primeira informou que viajou recentemente para a região amazônica, mas já está curada. A segunda está internada sob cuidados médicos. Esta é a primeira vez que o estado de São Paulo registra casos humanos da doença.

    “As equipes municipais e estaduais seguem atuando na investigação dos casos para identificar o local provável de infecção e orientar as medidas de prevenção”, disse a diretora do CVE-SP, Tatiana Lang D’Agostini.    

    Segundo o Ministério da Saúde, também foram confirmados dois casos em Santa Catarina, com um deles evoluindo para a morte, e há um caso provável no Piauí. Diante disso, a pasta informou que mantém a vigilância epidemiológica e laboratorial para identificar casos e possíveis áreas de transmissão.   

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Morre, em Salvador, o poeta e ativista Luis Turiba

    Morre, em Salvador, o poeta e ativista Luis Turiba

    Morreu na madrugada desta quarta -feira (26), em Salvador (BA), o poeta, ativista cultural e jornalista Luis Turiba. O escritor morreu em casa, aos 76 anos de idade, devido a complicações graves de saúde. A família ainda não divulgou informações acerca do velório e enterro.

    Turiba deixa cinco filhos, seis netos e uma obra ampla, que inclui poesias, crônicas, textos jornalísticos, video-documentários, revistas culturais e parcerias musicais, como a letra da canção Bico da Torre, musicada por Renato Matos e gravada por Zélia Duncan (então Zélia Cristina) e por Célia Porto.

    Flamenguista, deixou em seu livro, Luminares (1983), uma espécie de manual de despedida, um roteiro de velório, bem a seu estilo: irônico, despojado e afetuoso. “Coloquem Imagine na vitrola / retirem—lhe o coração em frangalhos / e enterrem-no enrolado na bandeira do Flamengo / Quanto ao resto / corpo — subproduto da vida / qualquer cerimônia (simples) cabe / Afinal a morte é sempre um gol de placa / aos 45 minutos / do segundo tempo da existência / No mais: —foi bom ponta-de-lança / Comemorem pois nada disso lhe pertence mais.

    Trajetória

    Luiz Artur Toribio, ou simplesmente Turiba, nasceu no Recife (PE), em 1950, mas mudou-se ainda jovem para o Rio de Janeiro, onde tornou-se militante do movimento estudantil. Ex-membro do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), foi impedido de terminar seus estudos na Escola Técnica Nacional Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ) durante a ditadura civil-militar (1964/1985).

    Prestes a completar 18 anos, foi preso por determinação da Justiça Militar, que o condenou a seis meses de prisão por alegada participação em “atividades subversivas”. Segundo ele, ao ser detido, agentes do antigo Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna (Doi-Codi), órgão de repressão subordinado ao Exército, o torturaram física e psicologicamente.

    Lançou seu primeiro livro de poesia, Kiprokó, em 1977. Ainda no Rio de Janeiro, conseguiu emprego como repórter, iniciando uma bem-sucedida carreira com passagens pela revista Manchete e pelos jornais O Globo e Gazeta Mercantil. Foi como correspondente da Gazeta que Turiba mudou-se para Brasília, em 1979. Ganhou vários prêmios por suas reportagens, inclusive dois Esso regionais.

    Em agosto de 2024, a Comissão de Anistia concedeu anistia política a Turiba, reconhecendo que a farta documentação que o escritor reuniu e apresentou ao colegiado comprova que, durante a ditadura, ele foi perseguido por razões políticas, tendo sido monitorado pelo Serviço Nacional de Informações (SNI) até meados da década de 1980. Além da condição de anistiado, Turiba recebeu do Estado brasileiro um pedido formal de desculpas.

    Entre 1985 e 2022, Turiba editou, em Brasília, a revista cultural Bric-a-Brac. Lançada em meio aos estertores da ditadura militar e à campanha pela retomada do direito da população a votar para presidente da República, a publicação extrapolou os limites do Distrito Federal, entrevistando intelectuais e artistas como os músicos Caetano Veloso e Paulinho da Viola; a psiquiatra Nise da Silveira; o poeta Manoel de Barros, entre outras personalidades.

    Após anos atuando como assessor do Ministério da Cultura, aposentou-se no início da década de 2010 para dedicar-se exclusivamente à literatura. Voltou a se estabelecer no Rio de Janeiro, mas vivia em trânsito, entre as capitais fluminense, baiana e Brasília, onde amigos estão se mobilizando para homenageá-lo com um encontro no bar e restaurante Beirute, tradicional reduto da boemia brasiliense, para ler os poemas do “amigo poeta”, neste sábado (29) à tarde.

    Repercussão

    Para o poeta Nicolas Behr, um dos maiores legados culturais deixados por Turiba é justamente a revista Bric-a-Brac.

    “Ela foi uma publicação que entrou para a história das revistas literárias por ter sido muito inovadora, tanto do ponto de vista gráfico, quanto de conteúdo, com entrevistas muito importantes”, disse Behr a Agência Brasil, lembrando que Turiba também participou do Concerto Cabeças, movimento artístico que reuniu, no fim da década de 1970, escritores, músicos, produtores culturais, artistas gráficos, estudantes e intelectuais que promoviam, regularmente, eventos culturais nas ruas da capital federal, com a presença de nomes como Oswaldo Montenegro, Cássia Eller, Renato Matos, Liga Tripa e Mel da Terra.

    Behr também destacou o engajamento jornalístico do amigo.

    “Ele participou da resistência [à ditadura] e da redemocratização. Depois, participou do [famoso bloco carnavalesco de Brasília] Pacotão. O Turiba era um agitador cultural, uma pessoa que vai ser lembrada como alguém alegre, criativo, engajado. Um poeta agregador, do coletivo”, acrescentou Behr.

    Em nota, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal lamentou o falecimento de Turiba. Para a entidade, o escritor, um “brasiliense por adoção”, tornou-se um “ícone inestimável da nossa imprensa e da cultura local, o que lhe rendeu o merecido título de Cidadão Brasiliense”.

    “Com a certeza de que o exemplo e as palavras de Turiba continuarão inspirando cada profissional que luta por um jornalismo livre e democrático, expressamos nossa solidariedade aos seus filhos, netos, familiares e amigos”, acrescentou o sindicato.

    * Matéria atualizada às 12h48min. para acréscimo de informações.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Estiagem: Defesa Civil reconhece emergência em cidades do Nordeste

    Estiagem: Defesa Civil reconhece emergência em cidades do Nordeste

    Sete cidades nos estados de Alagoas, Bahia e Paraíba tiveram situação de emergência reconhecida devido ao período de estiagem. A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil publicou portaria com a medida nesta quarta-feira (26). 

    Os municípios tiveram situação de emergência reconhecida, de acordo com os registros apresentados nos Formulários de Informações do Desastre (Fide), apresentados neste mês de agosto, e nos decretos municipais que fundamentaram os pedidos de reconhecimento.
     

    Estados Cidades
    Alagoas Canapi
    Bahia Gavião
    Bahia Poções
    Paraíba Brejo dos Santos
    Paraíba Frei Martinho
    Paraíba Monte Horebe
    Paraíba São José de Espinharas

    Recursos

    O reconhecimento federal da situação de emergência permite aos municípios solicitarem apoio da União para ações de defesa civil, como assistência humanitária, aquisição de cestas básicas, abastecimento de água, distribuição de kits de higiene e outras medidas voltadas ao atendimento da população atingida pelos efeitos da seca.

    As já prefeituras podem encaminhar planos de trabalho para análise da Defesa Civil Nacional, a fim de liberar os recursos.
     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Prévia da inflação fica em -0,40%, a menor desde agosto de 2022

    Prévia da inflação fica em -0,40%, a menor desde agosto de 2022

    O desconto do Bônus de Itaipu na conta de luz e os preços dos alimentos ajudaram a jogar a prévia da inflação de agosto para baixo e fazer o índice fechar o mês em -0,40%, a menor desde agosto de 2022, quando marcou -0,73%.

    Os dados fazem parte do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado nesta quarta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Em julho o indicador tinha marcado 0,06%. Com o resultado de agosto, o IPCA-15 acumula 4,24% em 12 meses.

    Bônus na conta de luz

    Dos nove grupos de produtos e serviços apurados pelo IBGE, cinco apresentaram deflação no mês:

    Alimentação e bebidas: -0,57% (impacto de -0,12 ponto percentual)

    Habitação: -1,41% (-0,22 p.p.)

    Artigos de residência: 0,04% (0 p.p.)

    Vestuário: -0,20% (-0,01 p.p.)

    Transportes: -1% (-0,20 p.p.)

    Saúde e cuidados pessoais: 0,40% (0,05 p.p.)

    Despesas pessoais: 0,66% (0,07 p.p.)

    Educação: 0,46% (0,03 p.p.)

    Comunicação: -0,02% (0 p.p.)

    O preço da energia elétrica residencial foi o subitem que mais puxou a prévia da inflação para baixo, recuando 6,25% (-0,26 p.p.). A explicação está no Bônus de Itaipu, desconto que consumidores receberam na conta de luz.

    Alimentos

    O grupo alimentação e bebidas (-0,57%) foi influenciado pela alimentação no domicílio, que ficou 0,97% mais barata.

    Veja os alimentos que mais caíram de preço:

    tomate: -27,38%

    batata-inglesa: -25,14%

    cenoura: -17,05%

    café moído: -2,31%

    Queda na gasolina

    A deflação no grupo transportes foi puxada principalmente pelo preço da passagem aérea, que recuou 13,30% no mês. Os combustíveis também contribuíram (-1,43%). Foram registradas quedas no etanol (-3,63%), na gasolina (-1,23%) e no óleo diesel (-0,71%).

    IPCA-15 e IPCA

    O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% no acumulado em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos.

    A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa e feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 16 de julho a 14 de agosto.

    Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.621.

    O IPCA-15 coleta preços de 367 produtos e serviços (10 a menos que o IPCA) em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju).

    O IPCA cheio de agosto será divulgado em 11 de setembro. O boletim Focus da última segunda-feira (24), sondagem do Banco Central (BC) com instituições do mercado financeiro, aponta que o mercado espera que a inflação de agosto fique em -0,18%. 

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Anvisa atualiza regras de segurança sanitária para aviões e aeroportos

    Anvisa atualiza regras de segurança sanitária para aviões e aeroportos

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou regras de segurança sanitária para aviões e aeroportos no Brasil. Norma publicada nesta quarta-feira (26) prevê medidas relacionadas à qualidade da água, limpeza, ao gerenciamento de resíduos, controle de pragas e atendimento de saúde em aeroportos. Cada área deverá ter plano de gestão específico.

    O texto substitui regulamentação vigente desde 2002 e busca adequar os procedimentos sanitários do setor aeroportuário às exigências atuais de vigilância em saúde. A Resolução nº 1.038 entra em vigor em 150 dias.

    Entre as principais novidades está a obrigatoriedade da implantação de sistemas de gestão da qualidade voltados à segurança sanitária. A exigência valerá para aeroportos das classes III e IV – como o de Guarulhos, Brasília e o Galeão, por exemplo – e para empresas de transporte regular de passageiros que operem aeronaves com banheiros ou instalações hidráulicas.

    O Sistema de Gestão da Qualidade deverá conter:

    1. políticas de segurança sanitária;
    2. programas de auditoria;
    3. gestão documental;
    4. qualificação de fornecedores;
    5. capacitação periódica de trabalhadores. 

    As organizações terão prazo de 24 meses para implementar integralmente as medidas, sendo que as áreas de gestão documental e treinamento deverão estar estruturadas em até 12 meses.

    Obrigações

    Aeroportos:

    • fornecimento de água potável;
    • limpeza e desinfecção do terminal;
    • gerenciamento de resíduos sólidos; 
    • controle de pragas;
    • sistemas de climatização;
    • serviços de saúde.

    Companhias aéreas:

    • manutenção da qualidade da água consumida a bordo;
    • controle sanitário dos alimentos servidos durante os voos;
    • limpeza e desinfecção das aeronaves;
    • gerenciamento dos resíduos produzidos durante as viagens;
    • ações para evitar a presença de insetos, roedores e outros animais que possam representar riscos à saúde pública.

    A norma determina a elaboração de planos específicos para as diferentes áreas de controle sanitário, como o Plano de Gestão de Água Potável, Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, e o Plano de Gerenciamento de Limpeza e Desinfecção.

    Emergência

    A texto também detalha procedimentos para situações de emergências em saúde pública. Em casos de eventos sanitários de relevância nacional ou internacional, aeroportos e empresas aéreas deverão adaptar seus protocolos às orientações específicas emitidas pelas autoridades sanitárias.

    Para aeroportos que queiram iniciar operações internacionais, a resolução estabelece a necessidade de avaliação sanitária prévia pela Anvisa. A internacionalização dependerá da comprovação do cumprimento dos requisitos sanitários previstos e poderá incluir inspeções presenciais.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Centro-Oeste tem três alertas ativos para chuvas e baixa umidade

    Centro-Oeste tem três alertas ativos para chuvas e baixa umidade

    O Centro-Oeste, Sudeste e norte da Região Sul permanecem nesta quarta-feira (26) com alerta amarelo de perigo potencial para chuvas e trovoadas, informa o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    Pode ocorrer tempestades especialmente no Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

    No Centro-Oeste do país há três alertas ativos. Um deles é amarelo de perigo potencial para tempestade no centro-sul do Mato Grosso do Sul, incluindo a capital Campo Grande.

    Os outros dois avisos são para baixa umidade do ar, sendo um laranja de perigo no leste e nordeste de Mato Grosso, noroeste e norte de Goiás e outro amarelo de perigo potencial nas demais áreas de Mato Grosso e Goiás, e no Distrito Federal.

    A temperatura mínima prevista é de 19 graus Celsius (°C) em Campo Grande e Brasília. A máxima chega a 39°C em Cuiabá.

    Na Região Norte, o aviso laranja de perigo para baixa umidade do ar chega ao centro-sul de Tocantins, incluindo a capital Palmas. Há previsão de pancada de chuva isolada no norte do Amazonas e do Pará e em Roraima.

    Já no Acre, Rondônia e demais áreas do Amazonas e no Amapá pode ocorrer chuva isolada.

    Os termômetros nas capitais marcam mínima de 22°C em Palmas e a máxima chega a 38°C em Porto Velho.

    No Nordeste brasileiro, o dia é de poucas nuvens, com alerta laranja de perigo para baixa umidade do ar no extremo sul do Maranhão, sul do Piauí e noroeste da Bahia. A umidade melhora em direção ao centro do Maranhão, grande parte do Piauí, centro-sul do Ceará, oeste do Rio Grande do Norte, da Paraíba e de Pernambuco, e para as regiões norte e central da Bahia, onde o aviso é amarelo de perigo potencial.

    Há possibilidade de chuva isolada no leste de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. No litoral da Bahia, a chuva isolada pode ocorrer durante a noite.

    A temperatura entre as capitais será de 19°C a mínima, e 37°C a máxima, ambas em Teresina.

    No Sudeste instabilidades provocam chuvas isoladas em São Paulo, Rio de Janeiro, triângulo mineiro e sul de Minas Gerais, pela manhã.

    Durante a tarde, nessas regiões podem ocorrer chuvas mais intensas com trovoadas, inclusive no Espírito Santo. Durante a noite pode chover em todas as capitais da região.

    A temperatura mínima será de 15°C em São Paulo, e a máxima pode chegar a 30°C em Belo Horizonte.

    A Região Sul também está sob o alerta amarelo de perigo potencial para chuvas e trovoadas principalmente no Paraná e no centro-norte de Santa Catarina. No extremo sul do Rio Grande do Sul, divisa com o Uruguai, a nebulosidade aumenta com possibilidade de chuva isolada. Nas demais áreas o dia será de sol e poucas nuvens.

    Nas capitais, a temperatura mínima prevista é de 11°C em Porto Alegre, e a máxima de 27°C também em Porto Alegre.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original