Autor: admin

  • Brasil testa plataforma para pesquisas em microgravidade no espaço

    Brasil testa plataforma para pesquisas em microgravidade no espaço

    O Brasil executa, até 19 setembro, uma nova etapa para ampliar a capacidade de fazer pesquisas científicas em microgravidade no espaço.

    A Operação Potiguar 2, conduzida no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Parnamirim, no Rio Grande do Norte, testa, em condições reais de voo, o sistema de recuperação da Plataforma Suborbital de Microgravidade Recuperável (PSM-R).

    O ambiente de microgravidade permite desenvolver pesquisas em condições diferentes das encontradas na superfície terrestre. Entre as áreas que podem se beneficiar estão estudos de materiais, fluidos, combustão, biologia, medicamentos e agricultura espacial.

    A plataforma será lançada pelo veículo de sondagem VS-30 V16, desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). A missão está prevista para ocorrer de 31 de agosto a 19 de setembro e tem cerca de 160 militares e servidores civis envolvidos na preparação, integração, lançamento e recuperação da carga.


    Brasília (DF), 05/09/2026 - Brasil testa plataforma para pesquisas em microgravidade no espaço.
Foto: CECOMSAER
    Brasília (DF), 05/09/2026 - Brasil testa plataforma para pesquisas em microgravidade no espaço.
Foto: CECOMSAER
    Plataforma será lançada pelo veículo de sondagem VS-30 V16, desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço. Foto: CECOMSAER

    O objetivo principal da segunda fase da Operação Potiguar é verificar se o conjunto responsável por recuperar a plataforma funciona conforme planejado durante um voo. A primeira fase da operação, em 2024, foi voltada principalmente à verificação de procedimentos e sistemas associados ao lançamento.

    Na prática, a recuperação permite que a plataforma e os equipamentos transportados retornem para análise depois do voo. Os dados obtidos podem ajudar na avaliação dos sistemas e no desenvolvimento de futuras missões científicas em ambiente de microgravidade.

    Plataforma brasileira

    O VS-30 V16 tem aproximadamente 9 metros de comprimento, 600 milímetros de diâmetro e massa de cerca de 1,6 tonelada. As simulações utilizadas na preparação da missão indicam que o foguete poderá atingir aproximadamente 100 quilômetros de altitude e percorrer cerca de 90 quilômetros. A carga útil, a PSM-R, tem massa estimada em 401 quilos.

    A plataforma reúne sistemas necessários para seu funcionamento durante o voo e para o retorno à superfície. Entre eles estão o sistema de recuperação por paraquedas, módulos destinados a experimentos, módulo de serviço e controle, sistema de gás frio, anéis de balanceamento e um mecanismo chamado ioiô, usado para auxiliar no controle da velocidade de rotação antes da separação da carga útil.

    Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), a plataforma está relacionada ao Programa Microgravidade, que seleciona experimentos científicos e tecnológicos para serem realizados em voos suborbitais e orbitais.

    Teste de recuperação

    O sistema a ser avaliado durante a missão é considerado uma etapa importante para transformar a plataforma em uma estrutura capaz de apoiar diferentes experimentos científicos.

    Durante o voo, os sistemas embarcados serão acompanhados por recursos de telemetria e rastreamento. Depois do retorno da carga útil, os dados coletados serão analisados pelas equipes responsáveis pela operação.

    O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno também coordena procedimentos de segurança e o acompanhamento do veículo. A operação envolve sistemas de rastreamento e telemetria e exige articulação com os órgãos responsáveis pelo controle do espaço aéreo e marítimo.

    Inaugurado em 1965, o CLBI foi o primeiro centro de lançamentos espaciais da América do Sul.

    Segundo a FAB, a unidade já participou de mais de 400 lançamentos de foguetes e acompanhou mais de 3 mil veículos. Entre as atividades realizadas pelo centro está o rastreamento de foguetes Ariane, em cooperação com a Agência Espacial Europeia, e o apoio ao monitoramento de veículos lançados a partir do Centro de Lançamento de Alcântara.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Movimento contra violência sexual lança site para facilitar denúncias

    Movimento contra violência sexual lança site para facilitar denúncias

    Fruto de uma parceria entre a Childhood Brasil, o Instituto Liberta, o Grupo Mulheres do Brasil e a Vibra Energia, o Movimento Violência Sexual Zero lançou o Mapa Nacional dos Conselhos Tutelares.

    Gratuita, a plataforma funciona como atalho para os mais de 3,5 mil conselhos tutelares existentes pelo país, contendo informações de contato atualizadas.

    O site têm, ainda, instruções sobre como formalizar uma denúncia relacionada a esse tipo de crime.

    Um dos canais sugeridos é o Disque 100, mantido pelo governo federal e que pode ser acionado para solicitar a apuração de situações suspeitas. A ligação é gratuita e o denunciante pode se manter em anonimato. 

    Os telefones da Polícia Militar (190) e Polícia Federal Rodoviária (191) são indicados na plataforma para quando se presencia uma violação.

    Outra circunstância possível, mencionada pela plataforma, é o abuso sexual infantil cometido com o auxílio da internet e que demanda o envio de denúncia a instituições como a SaferNet (denuncia.org.br). 

    O Brasil atingiu, nos últimos anos, um patamar bastante elevado de crimes sexuais envolvendo crianças, adolescentes e o ambiente online.

    Em balanço recente da rede internacional InHope, o país subiu da 27ª posição para a 5ª posição, no período de 2022 para 2024, no número de denúncias de páginas de distribuição de conteúdos de abuso sexual infantil. 

    Empresas que desejem apoiar a causa e implementar ações e famílias e educadores que busquem materiais para saber conversar sobre o tema com crianças e adolescentes podem encontrar no site dicas de livros, ferramentas, materiais por escrito e visuais e séries de vídeos com essas finalidades. 

    O Movimento Violência Sexual Zero também destaca dados estatísticos coletados por instituições de referência, como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e o DataSUS. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), outro da lista, traz um número importante: apenas 8,5% dos casos registrados no país são denunciados.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Avião F-4 grego cai durante show aéreo perto de Atenas

    Um caça F-4 Phantom grego de dois lugares caiu neste sábado (5) durante uma exibição aérea no aeroporto de Tanagra, perto de Atenas, informou um oficial da Força Aérea Grega à Reuters.

    Imagens de vídeo da emissora pública ERT, a primeira a noticiar o acidente, mostraram uma coluna de fumaça preta subindo a algumas centenas de metros dos espectadores que assistiam à exibição aérea. Dois helicópteros combatiam o incêndio no local.

    O destino dos pilotos não foi conhecido imediatamente, e não ficou claro se alguém na multidão havia ficado ferido, disse o oficial.

    Os alto-falantes da base aérea estavam pedindo às pessoas que deixassem a área, segundo a ERT.

    * É proibida a reprodução deste conteúdo.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Novo mapa-múndi corrige tamanho da África, América do Sul e Ásia

    Novo mapa-múndi corrige tamanho da África, América do Sul e Ásia

    No mapa-múndi, a África, a América do Sul e o Sul da Ásia foram representados, desde o século 16, menores do que são. Nessa sexta (4), a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu corrigir a distorção ao examinar a proposta intitulada “Corrija o mapa”, liderada pelo Togo e outros países africanos.

    Ao todo, representantes de 164 países votaram a favor da mudança. Apenas os Estados Unidos foram contrários. Houve seis abstenções. A proposta altera a representação cartográfica global para “mostrar de forma mais justa algumas regiões do mundo”, como explica a ONU.

    Ao discursar antes da votação, o ministro das Relações Estrangeiras de Togo, Robert Dussey, disse que a aprovação envia a mensagem de que a Assembleia Geral acredita na “verdade científica”. 

    Ainda, de acordo com ele, a decisão reforça a equidade de representação e a dignidade dos povos. Para ele, não se trata apenas de corrigir um mapa e sim de corrigir a percepção. 

    Distorção

    Segundo o argumento, a projeção de Mercator, concebida em 1.569 para fins de navegação, foi amplamente usada em materiais educacionais, midiáticos, digitais e oficiais.

    No entanto, a distorção fez com que as massas de terra ao Norte e ao Sul da linha do Equador fossem ampliadas. Essa representação fez com que se perpetuasse “uma visão desequilibrada do mundo”, apontaram os africanos.

    O texto ainda afirma que a correção dessas distorções cartográficas de dimensões continentais vai proporcionar “justiça cognitiva e reparação memorial” para fomentar a compreensão mútua entre os povos.

    Precisão

    Os representantes da União Africana apresentaram o modelo de “Terra Igual” como a projeção cartográfica que representaria com mais precisão as dimensões de todos os continentes. A ONU espera que a aprovação da resolução encoraje a adoção desse modelo por governos, organizações internacionais e outras entidades.

    Ainda nos argumentos da União Africana, os mapas constituem uma ferramenta educacional, científica e cultural fundamental que “molda a percepção do mundo e o imaginário coletivo dos povos”.

    Segundo o texto, as distorções têm impactos cognitivos, educacionais, culturais, geopolíticos e socioeconômicos e constituem “vieses históricos, cuja correção promoverá reconhecimento, justiça e desenvolvimento”.

    A ONU argumentou que o Pacto para o Futuro, aprovado pelos Estados-Membros em 2024, enfatizou a necessidade de eliminar os vestígios de desigualdades históricas e estruturais e de erradicar todas as formas de discriminação.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 48 milhões neste domingo

    Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 48 milhões neste domingo

    A Mega-Sena sorteia neste domingo (6) prêmio estimado em R$ 48 milhões. As seis dezenas do concurso 3.054 serão sorteadas a partir das 11h (horário de Brasília) no Espaço da Sorte, em São Paulo.

    As apostas podem ser feitas até às 22h (horário de Brasília) de sábado (5) em casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

    No último concurso, foram sorteados os números  01 – 13 – 25 – 35 – 39 – 51 e nenhum apostador acertou as seis dezenas.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Especialistas defendem protagonismo indígena na restauração de terras

    Especialistas defendem protagonismo indígena na restauração de terras

    No Dia da Amazônia, comemorado neste sábado (5), especialistas destacam a urgência de investimento na restauração de terras degradadas em territórios indígenas, o que significa ir além do plantio de árvores ou da recomposição da vegetação perdida.

    A recuperação pode proteger nascentes, aumentar a segurança alimentar, trazer de volta espécies usadas pelas comunidades, fortalecer conhecimentos tradicionais e gerar renda.

    A discussão ganha mais importância no momento em que o Brasil amplia suas metas de recuperação de áreas degradadas. Durante a 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), realizada em Ulaanbaatar, na Mongólia, o país apresentou o compromisso de restaurar mais de 163 mil quilômetros quadrados até 2030.

    Parte do esforço deverá alcançar territórios indígenas.

    Dados do TerraClass de 2022 indicam que as terras indígenas da Amazônia concentram 952,3 mil hectares de áreas degradadas, predominantemente ocupadas por pastagens. Outros 24,4 mil hectares estão destinados à agricultura e 18,9 mil hectares à mineração.


    Brasília (DF), 05/09/2026 - Especialistas defendem protagonismo indígena na restauração de terras, Diana Nascimento especialista em restauração indígena da TNC Brasil.
Foto: Diana Nascimento/Arquivo pessoal
    Brasília (DF), 05/09/2026 - Especialistas defendem protagonismo indígena na restauração de terras, Diana Nascimento especialista em restauração indígena da TNC Brasil.
Foto: Diana Nascimento/Arquivo pessoal
    Para a líder do povo Kaingang, Diana, a participação indígena muda até a definição do que é restaurar. Foto: Diana Nascimento/Arquivo pessoal

    Também foram identificados 840,5 mil hectares de vegetação secundária. Somadas às áreas degradadas, elas representam um potencial de restauração estimado em 1,79 milhão de hectares dentro de terras indígenas da Amazônia.

    Apesar das pressões, esses territórios continuam entre as áreas mais conservadas do país. Segundo o Relatório Anual do Desmatamento do MapBiomas divulgado em 2026, apenas 1,7% de toda a perda de vegetação nativa registrada no Brasil entre 2019 e 2025 ocorreu dentro de terras indígenas.

    A indígena do povo Kaingang e especialista da The Nature Conservancy Brasil (TNC), Diana Nascimento, diz que os números de hectares recuperados não são suficientes para medir o sucesso de uma iniciativa. É preciso também participação ativa dos que vivem nos territórios.

    “Quando os povos indígenas assumem o protagonismo da restauração, o território deixa de ser visto apenas como uma área onde precisamos recuperar vegetação e passa a ser entendido a partir de sua relação com as pessoas, a cultura, a alimentação, os conhecimentos tradicionais e os modos de vida”, afirma.

    Segundo Diana, a participação indígena muda até mesmo a definição do que é restaurar.

    “Não se trata apenas de quantos hectares foram restaurados ou quantas árvores foram plantadas, mas de entender quais espécies são importantes para aquele povo, quais alimentos e conhecimentos precisam ser recuperados, quais áreas são prioritárias e o porquê, e ainda como essa restauração pode contribuir para fortalecer a gestão e a autonomia do território”, explica Diana.

    Onde restaurar

    A definição das áreas prioritárias é um dos desafios diante da extensão dos territórios e da limitação de recursos. Uma área muito degradada, por exemplo, não será necessariamente aquela capaz de produzir os maiores benefícios para uma determinada comunidade.

    Para ajudar nesse planejamento, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) desenvolveu um sistema integrado de informações para apoiar decisões sobre conservação e restauração em terras indígenas.

    A iniciativa reúne dados sobre degradação, segurança hídrica, biodiversidade, mudanças climáticas, governança territorial, sustentabilidade, educação e saúde, entre outros fatores. O sistema foi desenvolvido em parceria com a TNC Brasil, a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e o programa britânico UK PACT.

    Guillermo Florez Montero, líder de Ciência de Dados da TNC Brasil, explica que a ferramenta permite combinar diferentes variáveis e atribuir pesos a elas conforme os objetivos de cada projeto. Uma terra indígena com áreas de preservação permanente, cabeceiras de rios ou matas ciliares degradadas pode receber prioridade mesmo sem apresentar o maior nível de degradação.

    “Podemos considerar áreas localizadas em regiões com maior insegurança hídrica, a partir do índice de segurança hídrica, ou mais ameaçadas pelo fogo, outro critério presente no sistema. Dessa forma, conseguimos construir modelos customizados”, explica.

    O sistema utiliza uma metodologia de análise multicritério, pela qual o usuário seleciona as variáveis e estabelece a importância relativa de cada uma. O resultado é um índice comparativo que ajuda a indicar quais territórios merecem maior atenção diante de determinado objetivo.

    Florez ressalta, entretanto, que o resultado matemático não substitui a decisão das comunidades.


    Brasília (DF), 05/09/2026 - Especialistas defendem protagonismo indígena na restauração de terras, Guillermo Florez Montero da TNC Brasil
Foto: Guilhermo Florez Montero/Arquivo pessoal
    Brasília (DF), 05/09/2026 - Especialistas defendem protagonismo indígena na restauração de terras, Guillermo Florez Montero da TNC Brasil
Foto: Guilhermo Florez Montero/Arquivo pessoal
    Guillermo, da TNC Brasil, ressalta que resultado matemático não substitui decisão das comunidades. Foto: Guilhermo Florez Montero/Arquivo pessoal

    “O modelo pode indicar uma terra indígena específica para a implementação de determinado projeto. Mas, se a liderança não quiser, não estiver interessada ou se a iniciativa não estiver entre as prioridades da gestão daquele território, isso deverá ser respeitado”, garante.

    A ferramenta pode ser utilizada, por exemplo, quando surgirem recursos destinados à recuperação de áreas degradadas ou projetos de restauração com finalidade produtiva.

    “Se tenho um território com altíssima insegurança alimentar, por exemplo, posso priorizar a restauração socioprodutiva nessa área, desde que as demais condições necessárias também sejam atendidas”, diz.

    Restaurar cultura e alimento

    Segundo Diana, povos indígenas acumulam conhecimentos transmitidos entre gerações sobre sementes, espécies nativas, ciclos naturais, períodos de plantio e colheita, manejo dos solos, plantas medicinais e alimentos tradicionais.

    As mulheres indígenas, acrescenta, têm papel especialmente importante em muitos territórios por sua atuação na produção de alimentos, conservação de sementes e transmissão de conhecimentos.

    “Valorizar esse conhecimento pode contribuir para recuperar espécies e alimentos tradicionais, fortalecer a segurança alimentar, aumentar a resiliência das comunidades, ao mesmo tempo que conservam grandes áreas de biodiversidade”, afirma.

    Para ela, o conhecimento tradicional não deve ser colocado em oposição ao conhecimento técnico.

    “Quando conhecimentos tradicionais e conhecimentos técnicos dialogam, podemos encontrar soluções mais adequadas às características de cada território”, diz.

    “A restauração, portanto, pode ser também um processo de recuperação de conhecimentos, práticas culturais, sementes, alimentos e relações com o território”, complementa Diana.

    Prevenção

    Mineração, fogo, expansão de pastagens e outras formas de alteração do uso da terra atingem de maneiras diferentes cada território. Por isso, as ações de restauração precisam estar associadas à prevenção de novos impactos e ao fortalecimento da gestão territorial.

    A existência de instrumentos de gestão ambiental e territorial indígena, a disponibilidade de água, a vulnerabilidade às mudanças climáticas e as condições de saúde das comunidades estão entre os critérios considerados pelo sistema desenvolvido pela Funai e parceiros.

    A proposta está alinhada à Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI) e também dialoga com o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), que prevê recuperar 12 milhões de hectares até 2030.

    Para Diana, fortalecer as próprias comunidades deve ser entendido como parte do processo.

    “Um território com uma governança fortalecida e comunidades mais resilientes tem maior capacidade de conservar seus recursos naturais, enfrentar as pressões externas e responder aos impactos das mudanças climáticas”, avalia.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Feriadão: fim de semana deve ser de chuva em boa parte do país

    Feriadão: fim de semana deve ser de chuva em boa parte do país

    O fim de semana que antecede o feriado do Dia da Independência será de possibilidade de chuva e trovoadas do oeste a sul da Região Norte, passando por todo o Centro-Oeste e por grande parte do Sudeste.

    De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), para essas áreas, não se descarta a ocorrência de tempestades. A instabilidade é resultado da passagem de uma forte frente fria, que deve causar queda acentuada da temperatura desde o extremo sul do Brasil até o sul da Amazônia.

    “No Sul, em especial, a presença do sistema de alta pressão que acompanha o avanço da massa de ar frio, garante estabilidade durante o feriadão no Rio Grande do Sul e em grande parte de Santa Catarina. Apesar do tempo firme nessas áreas, a temperatura será muito baixa, com possibilidade de geada no Rio Grande do Sul e em regiões de serra de Santa Catarina, além do sul do Paraná”, destacou o Inmet.

    >> Confira a previsão do tempo por região:

    Norte

    Neste sábado (5), a previsão inclui áreas de instabilidade que atuam sobre o oeste e sul da região. Com isso, ocorrem chuvas acompanhadas de trovoadas no centro-sul do Pará, no Tocantins, em Rondônia, no Acre e no sul do Amazonas. Em Roraima e nas demais áreas do Amazonas, há possibilidade de chuva isolada.

    Nas demais áreas, incluindo Belém e Macapá, a previsão é de muitas nuvens, mas sem chuva. No Amazonas e em Roraima, o dia será quente com temperaturas muito altas, com máximas de 37°C em Manaus e Boa Vista. A temperatura mínima entre as capitais será de 22°C em Palmas.

    Há aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no sul de Rondônia.

    Já o domingo (6), véspera do feriado, será marcado com muita instabilidade, pancadas de chuva e trovoadas isoladas no Acre, em Rondônia, no Amazonas e no sudoeste do Pará. No centro-oeste de Roraima, no norte e leste do Amapá, no sudeste do Pará e no centro-norte do Tocantins ocorrem chuvas isoladas.

    Não chove no norte do Pará, incluindo a capital Belém, onde o céu fica com muitas nuvens. O calor não dá trégua na região Amazônica e aumenta no Pará. Em Manaus, a máxima pode chegar a 37°C. Em Boa Vista, 36°C. Em Belém, 35°C. Em Porto Velho, onde a nebulosidade predomina, a máxima fica em 32°C.

    Há aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no leste do Acre, sul do Amazonas e em Rondônia. Também há aviso amarelo de perigo potencial para declínio de temperatura no sudeste do Acre e no sudoeste e sul de Rondônia.

    Nordeste

    O sábado registra áreas de instabilidade que se formam na região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) e causam chuvas acompanhadas de trovoadas no oeste da Bahia. No sul do Maranhão e do Piauí, ocorrem chuvas isoladas ao longo do dia. Na região central do Maranhão, há possibilidade de chuva isolada.

    O tempo fica ensolarado, com poucas nuvens, em grande parte da região central da Bahia, no sul do Ceará, no sudoeste da Paraíba e no centro-oeste de Pernambuco. Nas demais áreas, o sábado terá muitas nuvens, mas sem chuva. Entre as capitais, a temperatura varia entre a mínima de 22°C em João Pessoa e a máxima de 39°C em Teresina.

    No sábado, há aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar durante a tarde no Piauí, centro-sul do Ceará, sudoeste do Rio Grande do Norte, oeste de Pernambuco e de Alagoas e grande parte do estado da Bahia, exceto a faixa litorânea.

    Já no domingo, o tempo seco persiste, com poucas nuvens, no leste do Maranhão, centro do Piauí, centro-sul do Ceará, extremo oeste da Paraíba, oeste de Pernambuco e norte da Bahia. Nas demais áreas da região, a véspera de feriado terá sol entre muitas nuvens.

    Ocorrem pancadas de chuva isoladas no leste da Paraíba, de Pernambuco e no litoral norte de Alagoas. Outra área com chuvas isoladas é o extremo oeste da Bahia, nas regiões de Luís Eduardo Magalhães (BA) e Correntina (BA), e no sul do Maranhão, na região de Balsas (MA) e Alto Parnaíba.

    O calor será intenso – a temperatura máxima passa dos 30°C em todas as capitais nordestinas, incluindo máxima de 32°C em Salvador, Maceió, Recife e Fortaleza; 33°C em São Luís; e 39°C em Teresina.

    Centro-Oeste

    No sábado, a passagem da frente fria pela região deve formar fortes áreas de instabilidade que causam chuvas acompanhadas de trovoadas no Mato Grosso, em Mato Grosso do Sul e em Goiás. No Distrito Federal, o sábado terá muitas nuvens e pancadas de chuva. A mínima entre as capitais será de 19°C em Goiânia e a máxima de 37°C em Cuiabá.

    Há perigo potencial para tempestades no sudoeste e sul de Mato Grosso e de Goiás e para todo o estado de Mato Grosso do Sul.

    Já no domingo, a previsão é de forte instabilidade. Em toda a região, ocorrem pancadas de chuva com trovoadas isoladas. As chuvas devem ser isoladas apenas no extremo nordeste de Mato Grosso e no sul de Mato Grosso do Sul.

    A temperatura entra em forte declínio em Mato Grosso do Sul. Em Campo Grande, mínima de 15°C e máxima de apenas 19°C. Em Cuiabá, a máxima não passa dos 26°C. Entre as capitais, a temperatura máxima será de 31°C em Goiânia.

    Ainda no domingo, permanece vigente o aviso amarelo de perigo potencial para tempestades entre o norte e leste de Mato Grosso do Sul, centro-sul de Goiás e Distrito Federal, e para grande parte do Mato Grosso, exceto a faixa nordeste do estado, que fica fora da área do aviso.

    Também há aviso amarelo de perigo potencial para declínio de temperatura no sudoeste e sul de Mato Grosso, sul de Goiás e em todo Mato Grosso do Sul.

    Sudeste

    O sábado começa com poucas nuvens no leste e nordeste de Minas Gerais. Muitas nuvens no centro-norte do Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Pela manhã, ocorrem pancadas de chuva isoladas em São Paulo, no oeste e sul de Minas Gerais, enquanto no centro-sul do Rio de Janeiro, há possibilidade de chuva isolada.

    No período da tarde, o avanço de uma frente fria aumenta a instabilidade sobre a região Sudeste. Com isso, o tempo fica chuvoso, com trovoadas, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Triângulo Mineiro e no sudeste de Minas Gerais. No noroeste de Minas Gerais e no sul do Espírito Santo, ocorrem pancadas de chuva isoladas. A tarde ainda terá tempo firme no nordeste de Minas Gerais, com poucas nuvens.

    A mínima entre as capitais será de 15°C em São Paulo e Belo Horizonte. A máxima não passa dos 23°C em São Paulo. Já em Belo Horizonte e em Vitória, a temperatura máxima chega a 33°C.

    Para sábado, há aviso amarelo de perigo potencial para tempestades em São Paulo, no Rio de Janeiro, no sul do Espírito Santo e no centro-sul de Minas Gerais. Para o norte de Minas Gerais, há aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar durante a tarde.

    No domingo, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em grande parte da região. Apenas no extremo nordeste de Minas Gerais e no extremo norte do Espírito Santo não há previsão de chuva. O frio aumenta em São Paulo – a mínima chega a 10°C e a máxima não passa dos 17°C.

    A temperatura cai também no Rio de Janeiro, com mínima de 16°C e máxima de 24°C. A temperatura máxima entre as capitais será de 28°C em Belo Horizonte.

    Ainda no domingo, segue vigente o aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no centro-norte e leste de São Paulo, no Rio de Janeiro, no sul do Espírito Santo e no centro-sul de Minas Gerais, incluindo todas as capitais da região.

    Também há aviso amarelo de perigo potencial para declínio de temperatura em São Paulo, no Rio de Janeiro e no centro-sul de Minas Gerais.

    Sul

    No sábado, o dia registra chuva e trovoadas no Paraná e pancadas de chuva isoladas em Santa Catarina. Essa instabilidade deve ocorrer principalmente nos períodos da madrugada, manhã e começo da tarde.

    A partir da tarde, o avanço de uma forte massa de ar frio, que acompanha a frente fria, começa a dissipar as nuvens, e a temperatura entra em acentuado declínio na região.

    No Rio Grande do Sul, só há possibilidade de chuva no extremo noroeste do estado, mas, ao longo do dia, a nebulosidade diminui e, até a noite, o céu fica com poucas nuvens no centro, no sul e no oeste gaúcho, antecipando uma madrugada de domingo muito fria nas áreas de tempo mais aberto.

    As capitais registram temperaturas muito baixas – a máxima não passa dos 19°C em Porto Alegre, 16°C em Florianópolis e apenas 15°C em Curitiba.

    No sábado, está vigente aviso amarelo de perigo potencial para tempestades para grande parte do Paraná, ficando apenas a faixa de divisa com Santa Catarina fora da área do aviso.

    Para o domingo, a previsão é de chuvas acompanhadas de trovoadas isoladas no norte e leste do Paraná. No noroeste paranaense e na faixa litorânea do Rio Grande do Sul, o céu fica com muitas nuvens e há possibilidade de chuva isolada. Nas demais áreas, não chove.

    O frio será intenso na região. O dia começa com geada no sul e no sudoeste do Paraná, no meio-oeste e nas serras de Santa Catarina e no centro-sul do Rio Grande do Sul. Haverá frio intenso também nas capitais, com mínima de 6°C em Curitiba e Porto Alegre. A máxima não passa dos 17°C em Florianópolis e dos 14°C em Curitiba.

    No domingo, toda a região está com aviso amarelo de perigo potencial para declínio da temperatura.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rádio Animada celebra Amazônia e estreia produção da parceira Unesp FM

    Rádio Animada celebra Amazônia e estreia produção da parceira Unesp FM

    O próximo episódio da Rádio Animada, faixa infantojuvenil da Rádio MEC AM Rio 800 kHz, celebra a Amazônia neste domingo (6), das 8h às 9h. A edição, voltada para crianças de todas as idades, reúne músicas, histórias, dicas culturais e quadros especiais sobre a maior floresta tropical do mundo.

    Das 9h às 10h, o programa marca a estreia da Unespinha na emissora pública, uma produção da Rádio Unesp FM, da Universidade Estadual Paulista. Os ouvintes também podem ouvir a transmissão pela Rádio UFRJ, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

    Durante a primeira hora, o público acompanha um episódio do Maritaca sobre os rios, trilhas de filmes sobre a floresta no quadro Música Brasileira para a Infância e uma homenagem ao poeta Thiago de Mello no quadro Biblioteca Rádio Animada.

    O programa também ainda dicas culturais, com destaque para o livro A camaleoa Luni, escrito por Lhays Macedo; e o espetáculo Festa no Arraial, O Musical.

    Unespinha

    A novidade deste mês é estreia da Rádio Animada em Rede, faixa que passa a ocupar a segunda hora da atração, das 9h às 10h. No espaço, a Rádio MEC e a Rádio UFRJ apresentam episódios inéditos do Unespinha, produção infantojuvenil da Rádio Unesp FM, da Universidade Estadual Paulista.

    O Unespinha foi selecionado em Edital de Chamada Pública, lançado pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) em março de 2026 com o objetivo de ampliar a diversidade da programação das emissoras públicas, fortalecer a integração entre as rádios parceiras da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) e incentivar a produção regional de conteúdos de interesse público. 

    Com formato didático-pedagógico e jornalístico para o público infantil, o Unespinha divulga conhecimento e ciência, dicas de livros, entrevistas, curiosidades, contos e música. O Unespinha é produzido e apresentado pela jornalista Cilene Barros. 

    Sobre a Rádio MEC

    Conhecida de norte a sul do país como A Rádio de Música Clássica do Brasil, a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.  

    A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz. O conteúdo ainda é veiculado no app Rádios EBC.  

    Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação da Rádio MEC. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537.  

    Serviço

    Rádio Animada – domingo (6) – Rádio MEC AM 800khz e Rádio UFRJ

    8h às 9h – Episódio especial do Maritaca sobre a Floresta Amazônica

    9h às 10h – Estreia do Unespinha, produção da Unesp FM

    Rádio MEC na internet e nas redes sociais

    Site: https://radios.ebc.com.br  
    Instagram: https://www.instagram.com/radiomec  
    Spotify: https://open.spotify.com/user/radiomec  
    YouTube: https://www.youtube.com/radiomec  
    Facebook: https://www.facebook.com/radiomec  
    X: https://x.com/radiomec** ** 

    WhatsApp: (21) 99710-0537  

    Como sintonizar a Rádio MEC 

    Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz 

    Belo Horizonte: FM 87,1 MHz 

    Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz 

    Fortaleza (Rádio Educativa): 86,7 MHz  

    Parabólica – Star One C2 – 3748,00 MHz – Serviço 3 

    Celular – App Rádios EBC para Android e iOS

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Veja alterações no trânsito de Brasília para desfile do 7 de Setembro

    Veja alterações no trânsito de Brasília para desfile do 7 de Setembro

    Em razão do Desfile Cívico de 7 de Setembro, na próxima segunda-feira (7), em Brasília, o trânsito na capital federal já passa por alterações.

    Neste sábado (5), na Esplanada dos Ministérios, a partir das 16h, a ligação das vias S1/N1, próximo ao Museu da República, será fechada para demarcação dos locais destinados aos ambulantes. A partir das 23h, serão instaladas barreiras de concreto para fechamento das vias e demais sinalizações de desvios.

    Nessa sexta-feira (4), dois painéis de mensagens foram instalados no Eixo Monumental, perto da Torre de TV, para orientar os condutores sobre a suspensão do tráfego no fim de semana. Outro aviso foi colocado próximo à Rodoviária do Plano Piloto para informar que, neste domingo, o acesso será liberado apenas para ônibus.

    No domingo (6), o tráfego de veículos na Esplanada dos Ministérios será bloqueado a partir das 16h. A circulação de veículos nas vias S2, S3 será controlada, até o término do desfile e a total evacuação do local.

    Pedestres

    Durante toda a segunda-feira, agentes de trânsito vão auxiliar nas travessias de pedestres que vão participar do desfile. O acesso de veículos e pedestres não autorizados à área do desfile pela via S2 será impedido, assim como o estacionamento em locais proibidos ou que prejudiquem a fluidez nas vias.

    De acordo com o governo do Distrito Federal, haverá patrulhamento nas vias S2, S3 e proximidades, com guincho e empilhadeira na chamada Cidade da Segurança, montada no Complexo do República e em outros pontos estratégicos da Esplanada, com equipe pronta a atender à necessidade de remoção de veículos.

    Brasília Air Show

    Ainda no domingo, das 9h às 17h, a Força Aérea Brasileira (FAB) promoverá o evento Brasília Air Show, na Base Aérea de Brasília. A expectativa é que 80 mil pessoas passem pelo local. Haverá demonstrações aéreas, exposição de aeronaves e atrações interativas, com foco em tecnologia e inovação. A finalidade é aproximar o o público do universo da aviação civil e militar.
     

    Com isso, a rotatória na quadra 14, conjunto 1, do Park Way, no sentido marginal da Estrada Parque Aeroporto, DF-047, será fechada. Também será fechada a alça de ligação da DF-025, que dá acesso à marginal da Estrada Parque Aeroporto.

    O local será sinalizado com cones, destinando duas faixas para o acesso à Base Aérea e duas para seguir em direção ao aeroporto.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rock in Rio mantém foco em defesa de projetos socioambientais

    Rock in Rio mantém foco em defesa de projetos socioambientais

    Além de entreter o público com shows nacionais e internacionais, o Rock in Rio, ao longo dos 41 anos de exibição, vem reforçando o foco em causas sociais e ambientais. Esse propósito avançou principalmente a partir de 2001, quando foi criado o projeto Por Um Mundo Melhor.

    A edição 2026 começou nessa sexta-feira (4), na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, zona sudoeste da cidade. Entre as atrações estão Elton John, Gilberto Gil, Foo Fighters, Ivete Sangalo, DJ Alok, Maroon 5, Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho. 

    De acordo com a organização do festival, a atuação do Rock in Rio em projetos socioambientais soma R$ 118 milhões investidos, mais de 200 instituições apoiadas e mais de 1 milhão de pessoas beneficiadas diretamente.

    Na área social, o projeto de combate à fome Ação da Cidadania mantém parceria com o evento musical há 25 anos. O público poderá conhecer mais detalhes ao visitar a área exclusiva construída no Rock in Rio.


    Presidente da Rock World, Roberto Medina; presidente do Conselho da Ação da Cidadania, Daniel de Souza; e a diretora de Marketing do Rock in Rio e The Town, Ana Deccache no anúncio da campanha Rock in Rio e Ação da Cidadania contra a Fome. Foto:  Cristina Indio do Brasil
    Presidente da Rock World, Roberto Medina; presidente do Conselho da Ação da Cidadania, Daniel de Souza; e a diretora de Marketing do Rock in Rio e The Town, Ana Deccache no anúncio da campanha Rock in Rio e Ação da Cidadania contra a Fome. Foto:  Cristina Indio do Brasil
    Os presidente da Rock World, Roberto Medina, e o do Conselho da Ação da Cidadania, Daniel de Souza, no Pratômetro montado na Cidade do Rock – Cristina Indio do Brasil

    “Lá, você vai poder conhecer de perto o nosso trabalho e a nossa história, que começou com Betinho há mais de 33 anos, fazer sua doação e se juntar à Ação da Cidadania no combate à fome”, informou em seu perfil no Instagram.

    A parceria nesta edição tem a meta de alcançar 2 milhões de pratos de comida. No gramado da Cidade do Rock, foi instalado o Pratômetro – painel que vai mostrar, em tempo real, a quanto caminham as doações até o último dia de shows.

    “Nesta edição avançamos mais uma vez com a parceria com a Ação da Cidadania. A gente tem trabalhado as áreas social e ambiental em três escalas, aquilo que é o curto, médio e longo prazos”, explicou Roberta Medina, vice-presidente executiva da Rock World, empresa produtora do festival.

    De acordo com ela, no curto prazo o foco é o combate à fome, em parceria com a Ação da Cidadania. Nas atuações de médio prazo, a vice-presidente destacou a parceria histórica com a organização Gerando Falcões, que desenvolve o projeto Favela 3D.

    “É uma transformação lindíssima em favelas de pequena escala para melhorar a vida e trazer dignidade, cortar ali o nível mais brabo de pobreza e para que as pessoas possam voar e fazer as suas jornadas.”
     


    Rio de Janeiro (RJ), 02/09/2026 – Rock in Rio apresenta estrutura em evento teste na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 02/09/2026 – Rock in Rio apresenta estrutura em evento teste na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
    Atuação do Rock in Rio em projetos socioambientais soma R$ 118 milhões investidos. Tomaz Silva/Agência Brasil

    No longo prazo, estão projetos na área ambiental. A preocupação com as mudanças climáticas, levou o Rock in Rio a desenvolver ações que são acompanhadas até no exterior, como a Amazônia Live para a conscientização ecológica e preservação da Floresta Amazônica já realizada por duas vezes.

    “Conversamos para fora e para dentro. Para fora as iniciativas sociais, para dentro os compromissos de como gerir resíduo, como tratar da água e do consumo de energia. A gente vem buscando sempre formas de evoluir e minimizando impacto ambiental ampliando o impacto social e econômico.”

    Acessibilidade

    Nesta edição terá também o espaço destinado às pessoas com deficiência. Tudo feito para a acessibilidade e inclusão. “Cada edição tem mais cadeirantes, mais pessoas com problema de visão ou de audição. Tem a sala de sensibilização sensorial para acolher os neurodivergentes. Isso faz com que a diversidade interna vá crescendo cada vez mais e essa é a nossa intenção”, ressaltou Roberta Medina.

    Combate à violência

    A busca por uma Cidade do Rock mais diversa, segura e acolhedora ganhou nesta edição lugar de conscientização, prevenção e combate à violência. O Espaço Plural destaca o enfrentamento à violência de gênero, por meio de conteúdos imersivos. Em outro ponto, o Espaço Delas será um local de conexão entre mulheres.

    “Com essas iniciativas, o Rock in Rio amplia sua atuação para além dos palcos e reforça uma mensagem que acompanha a experiência do festival: respeito, cuidado e pertencimento também fazem parte do show”, acrescentou a vice-presidente.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original