Tag: sarampo

  • São Paulo tem três novos casos de sarampo; total chega a 40 este ano

    São Paulo tem três novos casos de sarampo; total chega a 40 este ano

    A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) confirmou quatro novas ocorrências de sarampo nesta quinta-feira (1º), totalizando assim 40 casos ao longo de 2026.

    O Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo (CVE-SP) aponta que os três pacientes diagnosticados moram na capital paulista: são dois homens, de 18 e 21 anos, e uma bebê de 1 ano.

    Os novos registros estão vinculados a cadeias de transmissão identificadas e acompanhadas desde junho. As cadeias de transmissão do sarampo mostram o caminho que o vírus faz de uma pessoa doente para uma pessoa saudável.

    O monitoramento realizado pelas equipes municipais e estadual, aponta uma tendência de redução da transmissão. Em Guarulhos e São Bernardo do Campo, a vigilância também monitora a possibilidade de encerrar a cadeia de transmissão associada aos casos registrados.

    A capital paulista concentra 90% das infecções registradas no estado. O balanço atualizado aponta 36 casos na capital, dois casos em São Bernardo do Campo e um caso em Guarulhos e Santo André.

    A baixa adesão à prevenção entre os infectados traz preocupação às autoridades sanitárias. Dos 40 casos identificados no ano, 30 envolveram pessoas sem histórico vacinal ou com o esquema contra o sarampo incompleto.

    Prevenção gratuita

    A secretaria reforça que a vacinação é a principal e mais segura forma de prevenção contra a doença. O imunizante utilizado é a vacina tríplice viral que, além do sarampo, também garante proteção contra a caxumba e a rubéola.

    A vacina é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pode ser encontrada nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) distribuídas por todos os 645 municípios do estado de São Paulo.

    Veja quem deve tomar a vacina:

    Crianças

    12 meses: primeira dose

    15 meses: segunda dose

    15 meses a 29 anos

    Devem tomar as duas doses da vacina com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

    30 a 59 anos

    Devem ter pelo menos uma dose da vacina registrada na caderneta.

    Trabalhadores da saúde

    Devem ter duas doses da vacina, independentemente da idade.

    Dose zero para bebês

    Aplicada em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.

    A dose zero pode ser indicada para crianças dessa faixa etária que tiveram contato com pessoas com suspeita ou confirmação de sarampo, conforme avaliação das equipes de vigilância.

    A dose zero não substitui as previstas no calendário. Mesmo que seja vacinada antes de completar 1 ano, a criança deverá receber normalmente a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.

    Matheus Crobelatti*- É estagiário da Agência Brasil. Sob supervisão de Odair Braz Junior.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Santo André, no ABC Paulista, começa a vacinar bebês contra o sarampo

    Santo André, no ABC Paulista, começa a vacinar bebês contra o sarampo

    Bebês de 6 a 11 meses e 29 dias que vivem em Santo André, no ABC Paulista, passam a receber a dose zero da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.

    A estratégia foi adotada visando expandir a imunização dos bebês em meio ao risco de contágio. A medida foi implementada logo após o registro de um caso de sarampo na cidade.

    A vacina reforça a proteção em uma faixa etária altamente suscetível a infecções e agravamentos da doença. O procedimento também contribui para impedir que mais indivíduos sejam infectados.

    A dose não substitui as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação, disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) para pessoas de 12 meses a 59 anos.

    Até o momento, o estado de São Paulo contabiliza 36 casos confirmados de sarampo este ano. A maioria das ocorrências concentra-se na capital paulista (32 casos), enquanto São Bernardo do Campo registrou dois, Guarulhos confirmou um e Santo André teve um registro identificado.

    *Estagiário sob supervisão de Odair Braz Junior

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Fundação Pró-Sangue alerta para baixo estoque e faz apelo a doadores

    Fundação Pró-Sangue alerta para baixo estoque e faz apelo a doadores

    A Fundação Pró-Sangue Hemocentro de São Paulo alerta que os estoques de determinados tipos sanguíneos tiveram queda nas últimas semanas e estão em níveis críticos.

    A situação dos estoques dos tipos O positivo, O negativo, A negativo e B negativo causam preocupação entre os especialistas da instituição, porque “os tipos negativos são fundamentais para atendimento de emergência e pacientes em situação crítica”.

    Historicamente, as baixas temperaturas contribuem para a queda nas doações de sangue nos hemocentros. No entanto, esse cenário tem sido agravado por outros fatores que desestimulam ou impedem temporariamente a doação.

    Quem tomou a vacina contra o sarampo precisa aguardar quatro semanas para doar. Da mesma forma, quem recebeu a vacina da gripe tem período de impedimento de 48 horas.

    Para que um paciente consiga receber uma transfusão de sangue corretamente é necessário que o sangue doado seja compatível com seu tipo sanguíneo. A falta de um tipo específico pode causar um efeito dominó de queda nos outros estoques de sangue.

    A falta do tipo O negativo é o mais grave, porque este pode ser doado para todos os outros tipos sanguíneos.

    Diante desse cenário, a Fundação Pró-Sangue reforça a importância de manter os estoques equilibrados e orienta as pessoas que ainda não se vacinaram contra o sarampo e que estejam aptas a doar para priorizar a doação de sangue antes da vacinação.

    Locais de doação:

    • Posto Clínicas – Hospital das Clínicas (próximo às estações Clínicas e Oscar Freire do metrô, na capital paulista);
    • Posto Dante Pazzanese – Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia (região do Parque do Ibirapuera, metrô Ana Rosa, na cidade de São Paulo)
    • Posto Mandaqui – Hospital do Mandaqui (Zona Norte da capital)
    • Posto Osasco – Em Osasco
    • Posto Barueri – Em Barueri

    O agendamento não é obrigatório, mas pode ser realizado pelo site da Pró-Sangue para agilizar o atendimento.

    Quem pode doar:

    • Pessoas em boas condições de saúde;
    • Com idade entre 16 e 69 anos;
    • Peso acima de 50 kg;
    • Alimentadas e portando documento oficial com foto.

    Pessoas com gripe ou resfriado precisam aguardar a plena recuperação e cumprir o tempo de espera indicado antes de doar.

    *Estagiário sob supervisão Odair Braz Junior

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • São Paulo tem quatro novos casos de sarampo; total chega a 36 este ano

    São Paulo tem quatro novos casos de sarampo; total chega a 36 este ano

    A Secretaria de Saúde do estado de São Paulo confirmou, nesta terça-feira (15), quatro novos casos de sarampo, elevando o total de registros da doença para 36 ao longo de 2026. 

    Dos novos pacientes diagnosticados, três são moradores da capital paulista. Foram infectados duas crianças menores de dois anos, que estavam com o esquema de imunização incompleto, e uma mulher de 24 anos com histórico de vacinação.

    O quarto caso ocorreu no ABC Paulista. O paciente é um homem de 36 anos residente em Santo André, que também tinha registro da vacinação.

    A capital paulista concentra 88% das infecções registradas no estado. O balanço atualizado aponta 32 casos na capital, dois casos em São Bernardo do Campo e um caso em Guarulhos e Santo André.

    A baixa adesão à vacinação traz preocupação às autoridades sanitárias. Dos 36 casos identificados, 26 envolvem pessoas sem histórico vacinal ou com o esquema contra o sarampo incompleto.

    Monitoramento e transmissão

    De acordo com a secretaria, foram registrados dois casos importados de sarampo nos meses de março e abril. Após 12 semanas sem nenhum registro de contágio, esse tipo de ocorrência foi declarada encerrada.

    Em relação às demais notificações entre junho e agosto, já foram mapeadas os locais de transmissão, que estão sob monitoramento do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo (CVE-SP) em parceria com as vigilâncias dos municípios.

    As equipes de saúde realizam investigações epidemiológicas, identificam e monitoram as pessoas que tiveram contato com os pacientes e aplicam a vacina de bloqueio sempre que necessário.

    Prevenção gratuita

    A vacinação é a principal e mais segura forma de prevenção contra a doença. A vacina tríplice viral protege, além do sarampo, contra a caxumba e a rubéola.

    É oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pode ser encontrada nos postos de saúde dos 645 municípios paulistas.

    >> Veja quem deve tomar a vacina:

    Crianças

    • 12 meses: primeira dose 
    • 15 meses: segunda dose

    15 meses a 29 anos

    • Devem tomar as duas doses da vacina com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

    30 a 59 anos

    • Devem ter pelo menos uma dose da vacina registrada na caderneta.

    Trabalhadores da saúde

    • Devem ter duas doses da vacina, independentemente da idade.

    Dose zero para bebês

    • Aplicada em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.
    • A dose zero pode ser indicada para crianças dessa faixa etária que tiveram contato com pessoas com suspeita ou confirmação de sarampo, conforme avaliação das equipes de vigilância. 
    • A dose zero não substitui as previstas no calendário. Mesmo que seja vacinada antes de completar 1 ano, a criança deverá receber normalmente a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.

    * Estagiário sob supervisão de Odair Braz

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Amazonas confirma três casos de sarampo; outros dois são investigados

    Amazonas confirma três casos de sarampo; outros dois são investigados

    Três casos de sarampo foram confirmados na cidade de Tabatinga (AM), na tríplice fronteira com a Colômbia e o Peru. Todos os infectados são procedentes da cidade peruana de Alto Monte, e não estavam vacinados contra a doença.

    Trata-se de uma mulher de 24 anos e duas crianças, de 8 anos e 1 ano, que estiveram recentemente no país vizinho e chegaram a ser atendidas lá após apresentar sintomas.

    A mulher relatou ter tido contato com um irmão, que também tinha sinais da doença. Os três permanecem isolados na cidade de Tabatinga. 

    De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, há ainda dois casos em investigação. Em Tabatinga, as autoridades avaliam o caso de um menino de dois anos, também de nacionalidade peruana, que viveu quase um ano no país, e retornou ao Brasil recentemente. 

    Além disso, em Caruari, uma menina de 1 ano também apresentou os sintomas típicos da doença. Ao contrário dos outros, ela não tem histórico de viagem para fora do Brasil, nem de contato com pessoas com suspeita da doença. 

    Além de isolar os pacientes confirmados ou suspeitos, a Fundação está monitorando o estado de saúde das pessoas que tiveram contato com eles, e realizou bloqueio vacinal, reforçando a imunização contra o sarampo na comunidade, para evitar que o vírus se espalhe. 

    Ações de vigilância

    O Ministério da Saúde também informou que está intensificando as ações de vigilância contra o sarampo no estado e que enviará equipes aos municípios de Tabatinga e Carauari para apoiar os serviços de saúde locais.

    A pasta reforçou que os casos “ocorrem em meio a surtos em outros países das Américas”, e que o Brasil continua certificado como área livre da doença.  

    Segundo a Organização Panamericana de Saúde, já foram confirmados mais de 47 mil casos no continente, incluindo 44 óbitos. O Peru é um dos países com a maior quantidade de registros, quase 2 mil, atrás da Guatemala, México e Estados Unidos. 

    O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, reforçou, no entanto, que casos importados também podem ser o início de cadeias de transmissão dentro do nosso território: 

    “É fundamental a vigilância, o bloqueio desses casos confirmados, a vacinação de pessoas suscetíveis que tiveram contato. Com esses estados registrando casos, sempre há um risco de retorno da doença. Geralmente a porta de entrada são os locais de imigração”.

    Por enquanto, o Brasil registrou 36 casos em 2026: 32 em São Paulo, 1 no Rio de Janeiro e 3 no Amazonas. 

    Kfouri também ressalta que o Brasil vem implementando as medidas necessárias para manter o país livre da transmissão sustentada do sarampo, como a aplicação da chamada “dose zero” da vacina em bebês entre 6 e 11 meses que vivem em áreas com registro da doença, e de doses de reforço em toda a população nos locais de maior risco. 

    A vacina contra o sarampo é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Dentro do Calendário Básico, ela deve ser tomada em duas doses, aos 12 meses e aos 15 meses.

    Todas as pessoas com até 59 anos que não tenham comprovante de vacinação devem atualizar sua carteirinha.  

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • São Paulo confirma mais dois casos de sarampo e total chega a 32

    São Paulo confirma mais dois casos de sarampo e total chega a 32

    Com o fim da semana epidemiológica 36, nesta sexta-feira (11), dois novos casos de sarampo foram confirmados na capital paulista. Desta forma, o estado de São Paulo concentra 32 casos em 2026.

    Segundo a Secretaria de Saúde, os registros são de uma menina de seis meses, com esquema vacinal incompleto, e de um homem de 28 anos que já tinha tomado a vacina contra a doença.

    Das 32 pessoas contaminadas no estado este ano, 29 casos ocorreram na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. Os registros integram cadeias de transmissão notificadas em agosto. No decorrer de 2026, quatro cadeias foram identificadas e três seguem ativas.

    As cadeias ativas em junho, julho e agosto estão sendo monitoradas por equipes de vigilância epidemiológica estadual e municipal. A primeira cadeia foi notificada entre março e abril e está ligada a dois casos importados. A segunda foi encerrada após 12 semanas sem novas ocorrências.

    Vacinação

    A principal forma de prevenção contra o sarampo é a vacina tríplice viral, que está disponível em todas as unidades básicas de saúde dos 645 municípios do estado. O imunizante protege contra sarampo, caxumba e rubéola.

    A vacinação é indicada para:

    Crianças

    • Aos 12 meses: primeira dose da vacina contra o sarampo
    • Aos 15 meses: segunda dose da vacina contra o sarampo

    Pessoas de 15 meses a 29 anos

    • Devem ter duas doses da vacina contra o sarampo registradas, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.
    • Pessoas de 30 a 59 anos
    • Devem ter pelo menos uma dose da vacina contra o sarampo registrada na caderneta.

    Trabalhadores da saúde

    • Devem ter duas doses da vacina, independentemente da idade.

    Dose zero para bebês

    A dose zero da vacina tríplice viral continua sendo aplicada em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A dose zero pode ser indicada para crianças dessa faixa etária que tiveram contato com pessoas com suspeita ou confirmação de sarampo, conforme avaliação das equipes de vigilância. 

    A dose zero não substitui as previstas no calendário. Mesmo que seja vacinada antes de completar 1 ano, a criança deverá receber normalmente a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.

    *Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • São Paulo confirma dois novos casos de sarampo

    São Paulo confirma dois novos casos de sarampo

    Dois novos casos de sarampo na capital foram confirmados hoje (09) pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Os dois casos se referem a crianças com menos de dois anos de idade.

    Com as duas confirmações, o estado paulista já soma 30 casos da doença somente neste ano. Desse total, 22 pessoas não tinham sido vacinadas contra o sarampo ou apresentavam esquema vacinal incompleto.

    Por causa do aumento de casos, em agosto foi realizada uma campanha ampla de vacinação em Guarulhos e São Bernardo do Campo, cidades que concentraram as notificações da doença. Segundo a secretaria, mais de 2,5 milhões de doses da vacina chegaram a ser aplicadas no estado paulista somente no mês de agosto.

    Diante do cenário epidemiológico, a secretaria recomendou que a população paulista continue se vacinando contra a doença. A orientação é que a população do estado procure a unidade de saúde mais próxima de sua residência para verificar a situação vacinal e atualizar a imunização.

    Segundo a secretaria, a vacinação contra o sarampo é indicada para:

    Crianças

    • Aos 12 meses: primeira dose da vacina contra o sarampo
    • Aos 15 meses: segunda dose da vacina contra o sarampo

    Pessoas de 15 meses a 29 anos

    • Devem ter duas doses da vacina contra o sarampo registradas, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

    Pessoas de 30 a 59 anos

    • Devem ter pelo menos uma dose da vacina contra o sarampo registrada na caderneta.

    Trabalhadores da saúde

    • Devem ter duas doses da vacina, independentemente da idade.

    Dose zero para bebês

    A dose zero da vacina tríplice viral continua sendo aplicada em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias que moram nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A dose zero também pode ser indicada para crianças dessa faixa etária que tiveram contato com pessoas com suspeita ou confirmação de sarampo, conforme avaliação das equipes de vigilância.

    A dose zero não substitui as doses previstas no calendário. Mesmo que seja vacinada antes de completar 1 ano, a criança deverá receber normalmente a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Casos confirmados de sarampo chegam a 28 em São Paulo

    Casos confirmados de sarampo chegam a 28 em São Paulo

    O estado de São Paulo registrou nesta terça-feira (1) mais dois casos de sarampo, chegando a 28 registrados neste ano. Um bebê e uma mulher de 40 anos foram infectados pelo vírus. A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde no último balanço epidemiológico.

    Segundo dados do governo do estado, 25 infecções ocorreram na capital paulista, duas em São Bernardo do Campo e uma em Guarulhos, cidades da região metropolitana da capital paulista.

    Vacinação

    Durante o mês de agosto, o estado aplicou mais de 2,5 milhões de doses da vacina contra o sarampo. Do total, 2,4 milhões de aplicações se concentraram em três municípios: capital (2 milhões), Guarulhos (230,1 mil) e São Bernardo do Campo (169,5 mil).

    A vacinação em massa é resultado da Campanha de Multivacinação que chegou ao fim na terça-feira, dia 1º de setembro. Também terminaram as ações de estratégia ampliada de imunização contra o sarampo nos três municípios.

    A campanha, que teve início no dia 3 de agosto, buscou reforçar a vacinação após o súbito aumento de casos de sarampo na região metropolitana de São Paulo. A cidade concentra 90% dos casos de sarampo. Além disso, a secretaria de saúde informa que 20 dos pacientes confirmados não tinham registro de vacinação contra a doença.

    Vacinação 

    Mesmo com o fim da campanha, os imunizantes continuam à disposição da população nas unidades básicas de saúde (UBSs), de acordo com o calendário vacinal de cada faixa etária. Por conta da situação epidemiológica local, a imunização sem restrições para quem tem entre 6 meses e 59 anos segue mantida nos distritos de Vila Medeiros, Vila Guilherme e Vila Maria, na zona norte de São Paulo.

    Além disso, a chamada “dose zero” contra o sarampo permanece disponível em todas as UBSs para bebês de 6 a 11 meses. A primeira dose não dispensa as doses regulares do Calendário Nacional de Vacinação, aplicadas aos 12 e 15 meses de idade. É preciso guardar um intervalo mínimo de 30 dias entre a “dose zero” e a vacina tríplice viral ou qualquer outro imunizante de vírus vivo atenuado.

    O atendimento nas UBSs ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Nas assistências médicas ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas, a vacinação também é feita aos sábados e feriados, no mesmo horário. Para checar o estoque de vacinas em tempo real, pacientes podem acessar a plataforma De Olho na Fila. 

    *Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Campanha Nacional de Multivacinação termina nesta terça-feira

    Campanha Nacional de Multivacinação termina nesta terça-feira

    Mais de 8 milhões de doses de vacinas foram aplicadas em todo o país durante a Campanha Nacional de Multivacinação de 2026, iniciada em 3 de agosto e que se encerra nesta terça-feira (1º).

    Realizada pelo Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, a campanha nacional combate doenças preveníveis por imunização. O público alvo é de crianças e adolescentes menores de 15 anos.

    Somente no Dia D da Multivacinação, realizado em 22 de agosto, mais de 1 milhão de doses foram aplicadas.

    Os pais e responsáveis ainda podem aproveitar o último dia da mobilização e procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para atualização do Calendário Vacinal das crianças e adolescentes.

    Doenças que podem ser prevenidas

    Entre as enfermidades que podem ser evitadas pela vacinação ofertada pelo SUS estão:

    • sarampo,
    • dengue,
    • formas graves de tuberculose,
    • hepatites A e B,
    • difteria,
    • tétano,
    • coqueluche,
    • poliomielite,
    • infecções por rotavírus,
    • pneumonias e meningites causadas por pneumococos e meningococos,
    • influenza (gripe),
    • covid-19,
    • febre amarela,
    • caxumba,
    • rubéola,
    • varicela (catapora),
    • infecções pelo papilomavírus humano (HPV).

    Pela primeira vez, a vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20) foi ofertada em uma Campanha Nacional de Multivacinação, após ter sido incorporada, neste ano, ao Calendário Nacional de Vacinação.

    O novo imunizante conjugado protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae que causam doenças como pneumonias e meningites,

    Vacinação o ano inteiro

    Mesmo com o fim da Campanha Nacional de Multivacinação de 2026, as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação permanecem disponíveis regularmente durante todo o ano no Sistema Único de Saúde (SUS) e nos pontos de vacinação organizados pelos estados e municípios.

    A vacinação é feita de acordo com o histórico de cada criança ou adolescente: após a avaliação da caderneta, os profissionais de saúde identificam quais vacinas são necessárias para iniciar, completar ou atualizar o esquema recomendado.

    Reforço contra o sarampo

    A vacinação contra o sarampo também foi intensificada nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, em São Paulo.

    O reforço contra o sarampo foi adotado depois que a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou a ocorrência de casos da doença.

    Somente em 2026, até 27 de agosto, já são 26 ocorrências do tipo. Entre as pessoas infectadas, 19 delas não tinham se vacinado ou tinham esquema vacinal incompleto.

    Em 2025, foram registrados 38 casos de sarampo importados ou relacionados à importação no país.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Ministério da Saúde reforça chamamento para vacina contra o sarampo

    Ministério da Saúde reforça chamamento para vacina contra o sarampo

    Diante da ocorrência de casos de sarampo em São Paulo ao longo dos últimos meses, o Ministério da Saúde reforçou o chamamento para que a população mantenha a caderneta de vacinação atualizada.

    A Campanha Nacional de Multivacinação segue até a próxima terça-feira (1º) e tem como objetivo verificar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos e aplicar as doses necessárias, incluindo a tríplice viral, que protege contra o sarampo.

    O Brasil confirmou 27 casos da doença ao longo de 2026. Desses, 24 estão relacionados a uma cadeia de transmissão ativa iniciada em junho no estado de São Paulo, sendo 21 casos na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. 

    Ainda de acordo com o ministério, dos outros três casos, dois foram registrados em São Paulo e um no Rio de Janeiro, mas sem relação entre si, e já são considerados encerrados após 12 semanas sem novas ocorrências associadas.

    Em 2025, foram confirmados 38 casos de sarampo importados ou relacionados à importação, todos, segundo a pasta, controlados por meio das ações de vigilância e vacinação.

    “Com isso, o Brasil segue livre da circulação endêmica do sarampo, mesmo diante do aumento de casos registrado em outros países das Américas”, reforçou o ministério em comunicado.

    Esquema vacinal

    Altamente contagioso, o sarampo pode ser prevenido por meio da vacina tríplice viral, que também protege contra a caxumba e a rubéola.

    Para crianças, o esquema de rotina prevê duas doses: a primeira aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.

    Pessoas de até 29 anos de idade que não tenham sido vacinadas ou que não possuam comprovação devem receber duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

    Para adultos de 30 a 59 anos, é recomendada uma dose contra o sarampo.

    Em situações onde há circulação do vírus, as estratégias de vacinação podem ser ampliadas de acordo com a avaliação epidemiológica.

    Em São Paulo, por exemplo, diante da cadeia de transmissão identificada, o ministério recomendou ampliar a vacinação nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, e crianças de 6 a 11 meses devem receber com a chamada dose zero.  

    “A dose zero é uma estratégia adicional de proteção para crianças menores de 1 ano em cenários de maior risco e não substitui as doses previstas no calendário de rotina aos 12 e 15 meses”, reforçou a pasta.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original