Tag: eleições

  • Eleições: propagandas gratuitas de candidatos terminam nesta quinta

    Eleições: propagandas gratuitas de candidatos terminam nesta quinta

    A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão para o 1º turno das Eleições 2026 termina nesta quinta-feira (1º). As inserções começaram a ser veiculadas no dia 28 de agosto em horários reservados nas emissoras e também ao longo da programação. 

    O Tribunal Superior Eleitoral disse que o encerramento da propaganda gratuita ocorre juntamente com outros prazos da campanha eleitoral, a exemplo do prazo para realização de comícios e para a utilização de aparelhagem de sonorização fixa, das 8h às 24h.

    Também termina nesta quinta-feira o prazo para a realização de debates no rádio e na TV. Os debates poderão se estender até as 7h de sexta-feira (2).  

    IA

    O TSE informou ainda que a partir de hoje ficam vedadas, até 24 horas após o término da votação, a publicação e a republicação, ainda que gratuitas, e o impulsionamento pago de novos conteúdos sintéticos produzidos ou alterados por inteligência artificial (IA) ou tecnologias equivalentes que utilizem imagem, voz ou manifestação de candidata, candidato ou pessoa pública.

    A regra vale mesmo quando o conteúdo estiver identificado e atender às demais exigências previstas na legislação eleitoral. 

    Votação

    A votação do 1º turno das Eleições 2026 será realizado no domingo (4), quando os eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais e deputados distritais.

    Para consultar o local de votação, os eleitores podem utilizar o aplicativo e-Título, acessando a opção “Onde votar”. 

    O aplicativo apresenta as informações do local de votação, incluindo endereço, zona e seção eleitoral. O aplicativo também pode mostrar a rota até o local. 

    Também é possível saber o endereço no site do TSE, no Autoatendimento Eleitoral – Título Net. Basta acessar a opção “Consultas” e, depois, “Onde votar”. O sistema solicita os dados necessários para apresentar as informações eleitorais. 

    2º turno

    Apenas para os cargos de presidente da República e governador poderá haver o 2º turno. A nova votação ocorre quando nenhuma candidatura obtiver mais da metade dos votos válidos (excluídos os votos em branco e os nulos). 

    Nas localidades em que houver 2º turno, a votação será realizada em 25 de outubro. A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão para essa etapa será veiculada de 9 a 23 de outubro.  

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • BB fará pagamentos via Pix a mesários nas eleições

    BB fará pagamentos via Pix a mesários nas eleições

    Os mesários e demais colaboradores da Justiça Eleitoral que atuarão nas Eleições Gerais de 2026 receberão o auxílio-alimentação por meio de Pix processado pelo Banco do Brasil. A instituição firmou acordos de cooperação técnica com os tribunais regionais eleitorais (TREs) de todo o país para operacionalizar os pagamentos do primeiro turno e, se houver, do segundo turno.

    O Banco do Brasil será responsável pelo processamento dos créditos a partir das informações encaminhadas pelos tribunais eleitorais. A operação utilizará sistemas eletrônicos do banco para dar agilidade aos pagamentos e permitir o acompanhamento das transações.

    A expectativa é que aproximadamente 2,3 milhões de mesários e colaboradores da Justiça Eleitoral recebam o auxílio-alimentação em todo o país.

    A utilização do Pix permitirá que os valores sejam transferidos diretamente aos beneficiários, com a infraestrutura digital do banco e mecanismos voltados à segurança e à rastreabilidade das operações.

    Operação nacional

    Os acordos abrangem os TREs de todo o país e permitem a execução dos pagamentos em escala nacional. O Banco do Brasil utilizará soluções já empregadas no atendimento a órgãos públicos.

    A instituição bancária tem experiência em operações eleitorais. Nas eleições de 2024, o banco foi responsável pelo processamento de mais de 2,1 milhões de pagamentos destinados a colaboradores da Justiça Eleitoral.

    A cooperação para este ano busca facilitar a execução dos pagamentos aos trabalhadores convocados para auxiliar na organização das eleições.

    Acordos

    Os acordos de cooperação técnica não envolvem prestação de serviço remunerada para o banco. O objetivo é exclusivamente viabilizar a operacionalização dos pagamentos dos auxílios-alimentação aos colaboradores da Justiça Eleitoral.

    Segundo o Banco do Brasil, a iniciativa reforça a parceria mantida pela instituição com órgãos da administração pública e amplia o uso de soluções digitais em operações de grande escala.

    A instituição destaca ainda sua presença em todo o território nacional e a experiência no atendimento ao setor público como fatores que contribuem para a execução da operação durante as Eleições 2026.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Novas tecnologias levam Justiça Eleitoral a reforçar regras de votação

    Novas tecnologias levam Justiça Eleitoral a reforçar regras de votação

    A rápida evolução de dispositivos eletrônicos tem levado a Justiça Eleitoral a atualizar orientações e procedimentos para garantir o sigilo do voto, um direito assegurado pela Constituição Federal. A preocupação é evitar que equipamentos capazes de registrar, transmitir ou divulgar informações sejam utilizados para revelar a escolha feita pelo eleitor dentro da cabine de votação.

    Embora a proibição de portar aparelhos eletrônicos na cabine não seja novidade, o avanço de tecnologias cada vez mais discretas e conectadas tem exigido adequações nas normas eleitorais. Nesse contexto, tribunais regionais eleitorais vêm detalhando procedimentos relativos a equipamentos que, há alguns anos, não faziam parte da rotina dos eleitores.

    Foi o que fez o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), ao publicar resolução que especifica a aplicação das regras para celulares, relógios inteligentes, óculos inteligentes, pulseiras conectadas, fones de ouvido, câmeras corporais, microcâmeras e até acessórios dotados de câmeras, microfones ou recursos de comunicação.

    Segundo o tribunal, a medida não cria uma nova proibição, mas adapta a regulamentação às transformações tecnológicas, detalhando como devem ser tratados equipamentos que podem comprometer o caráter secreto da votação.

    TSE

    Já o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adota uma abordagem mais ampla. Em suas normas e orientações ao eleitorado, a Corte estabelece a vedação ao ingresso na cabine de votação com celular, máquina fotográfica, filmadora ou qualquer equipamento capaz de comprometer o sigilo do voto.

    O foco, portanto, não é listar dispositivos específicos, mas impedir o uso de qualquer tecnologia que permita registrar, transmitir ou divulgar a escolha do eleitor.

    De acordo com o TSE, a regra busca assegurar que o voto permaneça secreto e impedir práticas como a compra de votos, em que o eleitor pode ser pressionado a apresentar alguma forma de comprovação da opção registrada na urna.

    O que o eleitor deve fazer

    O celular pode ser utilizado para apresentar o e-Título ou outro documento digital aceito pela Justiça Eleitoral durante a identificação na seção eleitoral.

    Após essa etapa, porém, o aparelho deve ser desligado e entregue à mesa receptora de votos, que ficará responsável por sua guarda até o fim da votação.

    O mesmo cuidado vale para outros equipamentos eletrônicos capazes de registrar, transmitir ou divulgar imagens, sons ou dados.

    O que não é permitido

    O eleitor não pode entrar na cabine de votação portando celular, câmera fotográfica, filmadora, relógio inteligente, óculos inteligentes ou qualquer outro equipamento que possa ser utilizado para registrar o voto.

    Também devem permanecer fora da cabine dispositivos conectados e acessórios equipados com câmeras, microfones ou recursos de comunicação.

    Quem se recusar a desligar e deixar o equipamento no local indicado não poderá votar enquanto persistir a recusa. A ocorrência pode ser registrada pelos mesários e, se necessário, a força policial poderá ser acionada.

    O que continua permitido

    As regras não impedem o uso de recursos de acessibilidade e de tecnologias assistivas por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Esses equipamentos podem ser utilizados normalmente, desde que não sirvam para registrar, transmitir ou divulgar o conteúdo do voto.

    Em caso de dúvida sobre determinado aparelho, a mesa receptora poderá solicitar esclarecimentos ao eleitor ou verificar as características externas do equipamento.

    Como se preparar para votar

    A orientação da Justiça Eleitoral é simples: levar apenas os documentos necessários e, se desejar, uma cola em papel com os números dos candidatos.

    Antes de entrar na cabine, o eleitor deve desligar o celular ou qualquer equipamento eletrônico que possa comprometer o sigilo do voto e deixá-lo sob a guarda da mesa receptora. Depois de concluir a votação, os pertences serão devolvidos.

    Com essas medidas, a Justiça Eleitoral busca garantir que o avanço tecnológico não comprometa um dos princípios centrais das eleições brasileiras: o voto livre, individual e secreto.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Presidente do TSE diz que 90% das urnas estão prontas para as eleições

    Presidente do TSE diz que 90% das urnas estão prontas para as eleições

    O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, informou nesta terça-feira (29) que 90% das urnas eletrônicas estão prontas para serem utilizadas nas eleições.

    Durante a sessão de julgamentos desta noite, o presidente disse que a Justiça Eleitoral enfrentou desafios logísticos e climáticos para levar os equipamentos às seções eleitorais. 

    O ministro anunciou que foi criada uma sala de situação climática no TSE para ajudar os tribunais regionais eleitorais na prevenção e no auxílio a problemas nos dias de votação.

    Kassio citou cidades do Norte do país que enfrentam a seca e municípios do Rio Grande do Sul, que podem ter locais de votação alterados em função das fortes chuvas.

    “A seca na região Norte nos preocupa, porque os rios são vias de acesso. Se eles secam, precisamos de ajuda das Forças Armadas para instalar as seções eleitorais”, afirmou.

    Eleições

    O primeiro turno será realizado no próximo domingo (4). Mais de 158 milhões de eleitores estarão aptos a votar para a escolha de deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

    O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente.

    Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Internet grátis pode derrubar rede móvel na eleição, diz Anatel ao STF

    Internet grátis pode derrubar rede móvel na eleição, diz Anatel ao STF

    A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) alertou o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a liberação irrestrita do acesso à internet móvel durante as eleições pode provocar picos de tráfego capazes de interromper a conectividade em aparelhos celulares, em especial na proximidade de zonas eleitorais.

    Na quinta-feira (24), Zanin havia dado 48 horas para a Anatel apresentar um parecer sobre um pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e do Partido Verde (PV) para que a internet móvel seja liberada em todo o país nas 72 horas anteriores e nas 24 horas posteriores a cada turno de votação.

    Entre os principais argumentos do pedido está o de que a limitação provocada por franquias pré-pagas gera uma desigualdade no acesso à informação por parte das camadas mais pobres da população.

    Isso porque quando acaba o crédito, a velocidade da internet é drasticamente reduzida, ficando liberado apenas o tráfego em aplicativos patrocinados por empresas, como serviços de mensageria, por exemplo.

    Para os autores da ação, isso favorece a desinformação nos dias que antecedem o pleito, uma vez que os eleitores não conseguem checar eventuais notícias falsas em fontes idôneas na internet.

    Colapso

    Para a Anatel, o argumento não condiz com a realidade. A agência frisou que o combate às chamadas fake news envolve desafios sociais e regulatórios que não passam pela questão da conectividade móvel.

    A agência reforça que uma pesquisa feita pelo próprio órgão em 2025 constatou que 70% dos usuários de franquias móveis pré-pagas utilizam a internet por meio de conexões wi-fi fixas, seja em casa ou na rua, de modo a não gastar a franquia pré-paga.

    Por outro lado, a Anatel apontou que, diferentemente das conexões fixas, que são em geral via cabos e podem ter a capacidade ampliada sem limite, as conexões móveis dependem de um espectro limitado de transmissão eletromagnética pelo ar.

    Dessa maneira, liberar o tráfego em datas específicas pode levar os consumidores a intensificar exponencialmente o consumo naqueles dias, antecipando downloads e streamings, por exemplo. A agência alerta ser provável que isso leve a um congestionamento e à queda de sinal.

    Esse cenário pode “levar a um colapso das redes de telecomunicações, dificultando ou impedindo que grande parte da população possa se comunicar adequadamente em período tão relevante para a democracia do país”, diagnosticou a Anatel.

    O órgão também levantou uma série de outras questões técnicas e regulatórias que seriam obstáculos para a liberação da internet nos celulares, incluindo o argumento de que isso seria uma invasão da competência exclusiva da Anatel de reger as regras relativas às telecomunicações.

    Antes de decidir sobre o pedido de liminar (decisão urgente e provisória), o ministro Cristiano Zanin deve receber o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o tema.

    Eleições

    O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, quando os eleitores deverão votar para os cargos de deputado federal, estadual ou distrital, governador, senador e presidente da República.

    Caso necessário, o segundo turno deve ocorrer em 25 de outubro. A nova rodada de votação pode ocorrer somente na disputa para os cargos de governador e presidente, se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira a agenda dos presidenciáveis neste fim de semana (26 e 27)

    Confira a agenda dos presidenciáveis neste fim de semana (26 e 27)

    A agenda dos candidatos à Presidência da República neste fim de semana inclui caminhadas, comícios, entrevistas e encontros com apoiadores em diferentes cidades. Há atividades previstas de campanha em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Paraná.

    Romeu Zema (Novo)

    Participa de atos de campanha em cidades do Sul de Minas. Pela manhã, concede entrevista para o portal Terra do Mandu em Pouso Alegre e depois se encontra com apoiadores na cidade. Às 12h, faz caminhada nos comércios de Varginha e almoça com apoiadores. No início da tarde concede entrevista ao vivo para a rádio Itatiaia de Varginha.

    Ronaldo Caiado (PSD)

    Pela manhã, participa de carreata em Luziânia e Cristalina. Às 13h30, participa de caminhada em Valparaíso de Goiás e às 18h30 se encontra com lideranças e apoiadores em Águas Lindas de Goiás, município no entorno do Distrito Federal.

    Rui Costa Pimenta (PCO)

    No início da tarde, o candidato participa do programa Análise Política da Semana, transmitido pela Causa Operária TV, com análise da conjuntura nacional e internacional e perguntas do público. Já as 18h participa de debate presidencial, transmitido ao vivo pelos podcasts Kritikê e Três Irmãos, além da rádio My News.

    No domingo, às 11h, o candidato participa de ato de encerramento de campanha em São Paulo (SP).

    Samara Martins (UP)

    No sábado, participa de comício no Centro de São Paulo (SP), às 9h. O encontro será na Estação da Luz. 

    Já as 18h participa de debate presidencial, transmitido ao vivo pelos podcasts Kritikê e Três Irmãos, além da rádio My News.

    Não há agenda pública divulgada para o domingo.

    Wilson Grassi (Democrata)

    Às 12h, concede entrevista aos canais SBT e SBT News. Às 18h, participa do debate com candidatos à presidência da República promovido pelos podcasts Kritikê e 3 Irmãos, além do canal My News.

    Augusto Cury (Avante)

    No sábado, cumpre agenda de campanha em Salvador (BA), das 10h às 13h. Participa de caminhada pela pacificação pelo Pelourinho e pela Feira do Empreendedor.

    Às 16h30, inicia agenda de campanha em Caeté (MG). De lá, participa de caminhada pela pacificação até a Igreja Nossa Senhora de Bonsucesso.

    Não há previsão de agenda pública do candidato no domingo.

    Clariana Barão (DC)

    Participa de debate com candidatos à Presidência da República, às 18h, promovido pelos podcasts Kritikê, Três irmãos e MyNews.

    Edmilson Costa (PCB)

    No sábado, participa de panfletagem no Centro de Curitiba (PR), às 10h30. Ao meio-dia, almoça com a militância. Às 14h30, participa de roda de conversa na Livraria Vertov, no bairro Mercês. Às 17h, participa de atividade de imprensa e produção de materiais. Às 18h, participa de confraternização do Bloco Vermelho, na Escadaria das Ruínas de São Francisco.

    No domingo (27), participa, às 19h, de debate sobre soberania nacional e luta anti-imperialista, em Maringá (PR).

    Flávio Bolsonaro (PL)

    No sábado, participa de duas moto-carreatas no Rio de Janeiro (RJ).

    Às 10h30, participa de moto-carreata em São João de Meriti. O trajeto inclui passagem pela Praça da Matriz e termina no bairro Vila Tiradentes.

    Às 15h, participa de outra moto-carreata, desta vez em Jacarepaguá, na capital fluminense.

    Não foi divulgada previsão de agenda pública do candidato para o domingo.

    Hertz Dias (PSTU)

    Participa, às 18h, de debate presidencial, transmitido ao vivo pelos podcasts Kritikê e Três Irmãos, além da rádio My News.

    No domingo, às 18h30, participa do lançamento do livro Programa Revolucionário para o Brasil & Análise do Brasil Contemporâneo, em Brasília (DF).

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

    No sábado, participa da caminhada Brasil Pronto pra Mais, em São Miguel, na zona leste de São Paulo (SP). A concentração começa às 9h e a caminhada está prevista para as 10h.

    O candidato não tem agenda pública prevista para domingo.

    Renan Santos (Missão)

    No sábado, participa de encontros com apoiadores em Minas Gerais. Às 10h, estará em Divinópolis e, às 20h30, em Belo Horizonte.

    No domingo, participa de encontro com apoiadores em Salvador (BA), às 16h.

     

    *A ordem de apresentação da agenda dos candidatos à Presidência segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Exército simula defesa cibernética no Brasil às vésperas da eleição

    Exército simula defesa cibernética no Brasil às vésperas da eleição

    O Exército brasileiro coordenou, entre os dias 21 e 25 de setembro, a oitava edição do evento Guardião Cibernético às vésperas da eleição presidencial. A ação veio em meio aos alertas, tanto de especialistas, quando da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), para possíveis interferências estrangeiras no pleito brasileiro.

    O evento do Exército reuniu 1,3 mil participantes em Brasília e outras seis capitais do país, como São Paulo, Recife, Curitiba e Manaus. A simulação contou com cerca de 300 organizações e representantes de 14 países.

    Classificado como “um dos mais abrangentes treinamentos de defesa cibernética do Hemisfério Sul”, o encontro simulou ameaças digitais com objetivo de treinar a cooperação entre instituições públicas e privadas para casos de ataques cibernéticos que possam afetar serviços essenciais à população.

    “Durante o exercício, foram reproduzidos cenários de ataques cibernéticos complexos e coordenados, permitindo testar procedimentos, aperfeiçoar planos de contingência e identificar soluções para ampliar a resiliência nacional”, afirmou o Exército, em nota.

    A iniciativa reuniu, além das Forças Armadas, órgãos governamentais, entidades reguladoras e operadores de infraestruturas críticas dos setores de energia, abastecimento de água, telecomunicações, finanças, entre outros.

    Riscos de ciberataques

    Na semana passada, um relatório da Abin divulgado pela Folha de São Paulo, e confirmado pela TV Brasil, alertou para risco de influência ou interferência dos Estados Unidos (EUA) nas eleições brasileiras de 2026.

    Elaborado em agosto deste ano, o documento classifica a possibilidade de interferência externa com um “nível de criticidade” e contextualiza o problema dizendo que “a reafirmação da hegemonia dos EUA na América Latina” é prioridade do segundo governo do presidente norte-americano Donald Trump.

    Analistas consultados pela Agência Brasil têm alertado para o risco de ação cibernética dos EUA ou de bigtechs com objetivo de influenciar as eleições gerais de outubro, o que poderia desestabilizar sistemas informáticos e computacionais.

    No dia 12 de agosto, a Casa Branca publicou memorando prevendo parceria com empresas privadas para ações que envolvem “acesso a tais sistemas de informação sem autorização do proprietário ou operador ou excedendo o acesso autorizado”.

    Nesta semana, a Austrália denunciou uma invasão em site com estatísticas de saúde pública do país pela Open IA, dona do ChatGPT, uma das principais companhias de Inteligência Artificial do mundo.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Economistas lançam iniciativa por economia focada na vida real

    Economistas lançam iniciativa por economia focada na vida real

    Mais de 100 economistas e 60 organizações da sociedade civil lançaram nesta semana a Vida em Conta, uma iniciativa para aproximar o debate econômico das condições concretas de vida da população brasileira. A ação é articulada pela Plataforma Cipó e pela organização Transforma.

    A iniciativa destaca que o Brasil alcançou avanços importantes nos últimos anos e retomou, desde 2023, políticas públicas, investimentos e instrumentos de planejamento, com resultados relevantes no combate à fome e à pobreza, na geração de trabalho e renda, na redução do desemprego e da inflação, na proteção ambiental e na recuperação da capacidade de atuação do Estado. 

    No entanto, alerta que a continuidade dessas conquistas não está assegurada. “Há o risco de retorno a uma agenda que combine restrições permanentes ao investimento público, enfraquecimento dos serviços e das instituições públicas e desonerações tributárias sem contrapartidas claras para o desenvolvimento, comprometendo a proteção social e ambiental, prejudicando o crescimento econômico”, dizem as entidades participantes. 

    Elas ressaltam ainda que, apesar do crescimento da economia e da melhora dos indicadores sociais no país, parte significativa dos brasileiros ainda enfrenta dificuldades para perceber esses resultados em seu dia a dia. 

    “O crescimento econômico é fundamental, mas também importa como seus benefícios são distribuídos. Uma economia bem-sucedida é aquela que reduz desigualdades e transforma as capacidades e riquezas do país em avanços tecnológicos, empregos de qualidade e melhores condições de vida para a população”, afirma a diretora-executiva da Plataforma Cipó, Maiara Folly.

    Entre as diretrizes defendidas pela iniciativa estão a redução das desigualdades, colocando o enfrentamento das disparidades de renda, riqueza, gênero, raça e território no centro do planejamento; a redução do custo de vida; a ampliação do tempo e das condições para uma vida digna; o fortalecimento da soberania tecnológica; e a aceleração da diversificação produtiva para gerar empregos de qualidade.

    “O Brasil precisa ter a ambição de definir uma agenda de transformação social diante do novo cenário global. Não podemos ficar presos apenas às discussões fiscais de curto prazo frente às mudanças climáticas, tecnológicas e nos processos de trabalho. Precisamos avançar em uma agenda que nos livre dos retrocessos e garanta oportunidades econômicas e direitos sociais”, destaca o diretor-executivo do Transforma, Marco Antonio Rocha.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Entidades pedem livre acesso à internet nas 72h anteriores às eleições

    Entidades pedem livre acesso à internet nas 72h anteriores às eleições

    A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e o Partido Verde (PV) entraram com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir acesso à internet móvel para todos os brasileiros, independente do limite da franquia de dados, nas 72 horas que antecedem as eleições. A ação foi remetida ao ministro Cristiano Zanin, na terça-feira (22).

    O objetivo é assegurar o acesso de todos à informação divulgada pela imprensa profissional e aos mecanismos de busca.

    Além disso, a ação visa impedir que o cidadão tenha apenas acesso a ambientes como WhatsApp e o Instagram, que, a depender do plano contratado, não consomem dados, e são frequentemente usados para compartilhamento de conteúdos políticos com desinformação. Os mais afetados, nesse cenário, são os mais pobres.

    É esse desequilíbrio que a ação busca corrigir nas vésperas da eleição. As duas entidades sustentam que a diferença de acesso à internet entre as classes econômicas cria uma barreira ao direito à informação e à participação política em condições de igualdade, tanto nas eleições gerais quanto nas municipais.

    A CNTE e o PV integram a iniciativa Democracia Sem Franquia. Ela é composta de 19 entidades da sociedade civil e nasceu de estudos do Sleeping Giants Brasil sobre acesso desigual à internet. O estudo afirma que 64,1 milhões de brasileiros adultos conectados, cerca de um em cada três, passam pelo menos um dia por mês sem franquia de dados, e 29,5 milhões ficam oito dias ou mais nessa situação.

    “Para as entidades, o acesso ao jornalismo profissional funciona, nesse contexto, como uma importante camada de verificação e contraponto às informações que circulam dentro das plataformas”, afirmou a iniciativa Democracia Sem Franquia.

    O movimento Sleeping Giants Brasil nasceu em 2020, durante a pandemia, inspirado em sua versão norte-americana, de 2016. O objetivo é combater a desinformação e o discurso de ódio nas plataformas digitais.

    As eleições estão marcadas para o dia 4 de outubro. Nesse dia, os eleitores votarão em candidatos para os cargos de deputado estadual/distrital, deputado federal, senador, governador e presidente da República.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • IA e vídeos falsos superam fake news como maior ameaça à democracia

    IA e vídeos falsos superam fake news como maior ameaça à democracia

    Vídeos falsos criados por inteligência artificial e a informação de baixa qualidade substituíram as tradicionais fake news e passaram a ser a principal ameaça digital às eleições e à democracia. É o que mostra o Guia Internet, Democracia e Eleições, publicado nesta terça-feira (22) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

    O Guia considera a mudança abrupta entre 2018, ano da primeira edição, e este ciclo eleitoral. Se lá atrás os meios prioritários de circulação eram as redes abertas, como o Facebook, atualmente redes mais restritas, como o Whatsapp, são a principal via de difusão.

    Os especialistas do CGI.br identificaram ainda que a disseminação de desinformação tornou-se mais distribuída, com circulação simultânea em múltiplas plataformas. “Em termos de formato, o vídeo passou a ser o principal vetor, quase sempre acompanhado de um texto curto que ancora e legitima a narrativa falsa”, aponta o documento. Não à toa a desinformação passou a ser considerada um dos maiores riscos globais por instituições como o Fórum Econômico Mundial, já em 2025.

    Diante deste cenário, a centralidade da internet como mídia de informação, entretenimento e contato passa a ser um elemento cada vez mais importante para as disputas democráticas.

    Ferramentas recentes, como as inteligências artificiais generativas, já tiveram estreia no ciclo eleitoral de 2022, mas é esperado que este ano tenham ainda mais impacto, aliadas a ferramentas de difusão, com o direcionamento cada vez mais atrelado a perfis específicos de usuários e estruturas cada vez mais complexas de roteiro, com maior apelo a aparência de verdade.

    “Hoje, as plataformas digitais ocupam um lugar central na forma como os brasileiros se informam sobre o que acontece no mundo, no país e nas cidades onde vivem”, diz a coordenadora do CGI.br, Renata Mielli.

    Renata destaca que são empresas privadas orientadas por objetivos econômicos, e não pela perspectiva do interesse público. “Compreender como esses ambientes funcionam, como os conteúdos são distribuídos e quais impactos isso produz sobre o debate público é fundamental para fortalecer a integridade da informação e a própria democracia. Esclarecer esses mecanismos é uma das finalidades do guia”.

    Disponível no site do CGI.br, a publicação aborda temas como a operação dos sistemas de recomendação de conteúdo, o impacto da IA generativa no cenário eleitoral e discute como ferramentas avançadas, a exemplo das deepfakes e dos modelos de linguagem conversacionais, funcionam.

    A publicação reúne ainda diretrizes para o combate institucional à desinformação e orientações para que o cidadão não se torne vítima nem propagador de conteúdos falsos ou enganosos.

    Além de analisar as estruturas dos meios de divulgação e das redes, o estudo destaca o papel dos comunicadores destas mídias, os influenciadores. Reconhece seu papel de destaque, mas alerta para a diferença fundamental que tem em relação ao jornalismo: não seguem um código de ética, não respondem institucionalmente pela veracidade de suas afirmações ou por imprecisões, ou mesmo erros deliberados, naquilo que divulgam. 

    Alerta

    Segundo os estudos do grupo do CGI.br, a preocupação mais apontada a respeito das deepfakes diz respeito ao realismo ou à fidedignidade. Como esse tipo de conteúdo mentiroso tem passado por aprimoramento constante, passa a ter potencial para enganar mesmo aqueles eleitores mais experientes em avaliar conteúdos.

    Este tipo de conteúdo pode fomentar a desconfiança generalizada sobre qualquer tipo de informação, mesmo as verdadeiras.

    “A perda de confiança em instituições como a imprensa e o Judiciário, somada à polarização política, também contribuem para esse cenário, fazendo com que convicções pessoais se sobreponham à verificação dos fatos”, alerta o Guia.

    Outro problema que aparece com o clima de desconfiança é o de que as pessoas passam a consumir cada vez mais conteúdos que confirmem o que já pensam. “Quando se deparam com informações que contrariam essas crenças, tendem a descartá-las — a chamada racionalidade motivada. Nesse sentido, podem produzir o efeito de reforço ideológico”, alerta o estudo.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original