Tag: eleições 2026

  • Veja como foi o final de semana dos candidatos à presidência

    Veja como foi o final de semana dos candidatos à presidência

    No último fim de semana antes do primeiro turno das eleições, no próximo domingo (4), os candidatos à Presidência da República priorizaram atividades nas ruas pelo país, com eventos como caminhadas e carreatas pelo interior e capitais. Veja abaixo detalhes das agendas no sábado (26) e no domingo (27):

    Leonardo Avalanche (PRTB)

    A agenda do candidato não foi divulgada.

    Lula (PT) 

    Presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de uma caminhada na Zona Leste de São Paulo (SP) no sábado (26). 

    No evento, Lula defendeu a proibição da operação de bets no Brasil, assinada por ele na sexta (25). 

    “Quem quiser ganhar dinheiro, que arrume um jeito honesto de ganhar, mas não matando o povo pobre, endividando o povo pobre, vendendo mentira”, disse Lula. Ele garantiu que o governo também vai intensificar a fiscalização das casas clandestinas de apostas.  

    Ele voltou a destacar a importância do fim da escala 6×1 que tramita no Congresso.

    No domingo, Lula não teve compromissos públicos.

    Renan Santos (Missão) 

    O candidato passou o sábado em Minas Gerais e se encontrou com apoiadores nas cidades de Belo Horizonte e Divinópolis. Ele defendeu a redução de impostos e dos custos pelo Estado.

    Neste domingo, Santos foi a Salvador (BA).

    Romeu Zema (Novo) 

    No sábado (26), o candidato também esteve em Minas Gerais. Em Pouso Alegre, ele concedeu entrevista a uma rádio local e se encontrou com apoiadores. Depois, foi a Varginha, onde participou de uma caminhada.

    O candidato defendeu mais crédito para o agronegócio e a criação de um seguro-safra. Ainda ressaltou a necessidade de baixar juros para viabilizar maior nível de produção no país. 

    Ronaldo Caiado (PSD) 

    No domingo, Caiado participou de missa na Paróquia Nossa Senhora Aparecida e Santa Edwiges, em Goiânia. 

    Ele disse repudiar o uso da religião como instrumento político. “Isso é um direito de cada um e cabe ao Estado brasileiro garantir essa liberdade religiosa”, afirmou.

    A respeito das bets, o candidato disse ser contrário aos jogos e que defende uma restrição dura às publicidades desse tipo de atividade.

    Rui Costa Pimenta (PCO) 

    No sábado, o candidato participou de um programa na Causa Operária TV e de um debate nos podcasts Kritikê e 3 Irmãos, além do canal My News, em São Paulo.

    Neste domingo, foi à Avenida Paulista para uma manifestação pública junto com apoiadores. Ele ainda concederia entrevista ao SBT, segundo agenda.

    Samara Martins (UP) 

    No sábado, a candidata fez um comício em São Paulo (SP), e depois participou de um debate pelos podcasts Kritikê e 3 Irmãos, além do canal My News. 

    Neste domingo, ela esteve em Florianópolis (SC), onde participou de uma caminhada. Samara Martins ainda foi a um encontro dos blocos afros de maracatu, no centro da cidade.  

    Wilson Grassi (Democrata) 

    No sábado, o candidato ficou em São Paulo (SP), onde concedeu entrevista aos canais SBT e SBT News.

    Ele participou do debate pelos podcasts Kritikê e 3 Irmãos, além do canal My News.

    Neste domingo, esteve em uma maratona em Salvador (BA).

    Augusto Cury (Avante)

    No sábado, o candidato fez uma caminhada no Pelourinho e na Feira do Empreendedor. 

    No domingo, esteve em Belo Horizonte na Feira Hippie e também em carreata a partir da Praça Israel Pinheiro, conhecida como a Praça do Papa, na capital mineira. 

    Em entrevista à imprensa, ele disse que as bets geram consequências graves à economia e à saúde mental dos brasileiros. Cury defendeu a extinção dessas apostas ou uma taxação maior.

    Ele gravaria vídeos para a campanha e, na sequência, voltaria para São Paulo, segundo agenda.

    Clariana Barão (DC) 

    A candidata participou de um debate no sábado transmitido pelos podcasts Kritikê e 3 Irmãos, além do canal My News.

    Ela não teve compromissos oficiais de campanha neste domingo. 

    Edmilson Costa (PCB) 

    O candidato esteve no Paraná neste final de semana e foi a um bloco de carnaval, o Vermelho, no sábado, em Curitiba. Além disso, participaria de debate na noite deste domingo, em Maringá, sobre soberania nacional e luta anti-imperialista.  

    Flávio Bolsonaro (PL) 

    O candidato passou o sábado no Rio de Janeiro. Ele participou de carreata em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, e em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio.

    Neste domingo, Flávio Bolsonaro esteve em Aracaju (SE) para uma carreata a partir da orla da Praia de Atalaia.

    Ele afirmou que vai investir na produção de petróleo no Estado. “Essa riqueza que Deus deu também para o estado de Sergipe, nós vamos tirar lá do fundo do mar e trazer para o povo sergipano, porque essa riqueza é de vocês; são vocês que merecem o usufruto dela”, disse.

    No discurso, ele voltou a defender pautas como a redução da maioridade penal, a carteira de motorista para menores de idade, a castração química para estupradores de mulheres e crianças, e a criação de programas de empreendedorismo.

    Depois, Flávio Bolsonaro foi para Goiânia (GO), onde faria novo comício e carreata. 

    Hertz Dias (PSTU) 

    No sábado, o candidato esteve em São Paulo, onde participou de debate transmitido pelos podcasts Kritikê e 3 Irmãos, além do canal My News.

    Neste domingo, ele participa do lançamento do livro Programa Revolucionário para o Brasil & Análise do Brasil Contemporâneo, na Asa Norte, em Brasília.

    *A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Dino derruba decisão de Mendonça e libera post sobre Nossa Senhora

    Dino derruba decisão de Mendonça e libera post sobre Nossa Senhora

    O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a um pedido do humorista Antonio Tabet para restaurar uma postagem no X sobre Nossa Senhora Aparecida, que havia sido removida por decisão do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

    O humorista veiculou uma foto de imagem religiosa com a legenda: “a família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida”.

    “A mensagem não trazia o nome de Flávio Bolsonaro ou de qualquer familiar”, ponderou Dino.

    Flávio Bolsonaro acionou a Justiça Eleitoral com a alegação de que o fato era “inverídico” e trazia “discurso de ódio e imputação de crime”. O pedido obteve decisão liminar no TSE para a retirada da postagem e de conteúdos semelhantes sob pena de multa diária de R$ 30 mil. 

    Durante a semana, surgiram informações de que grupos evangélicos ligados à campanha de Flávio Bolsonaro defendiam a destituição de Nossa Senhora Aparecida de “Padroeira do Brasil”. O candidato do PL nega.

    “Não há ilicitude”

    A defesa de Tabet alegou que a ordem de Mendonça promovia “censura”. Dino ponderou que a remoção do conteúdo dependeria de presumir como verdade que “família miliciana” estaria relacionada ao candidato Flávio Bolsonaro. Para o ministro, a ação de Mendonça foi “destituída de motivação e proporcionalidade”. 

    A decisão, segundo Dino, abrange também outras postagens que foram excluídas sob o mesmo fundamento que excluiu a do humorista Antonio Tabet. O candidato à Presidência pediu a remoção de mais de 1,5 mil publicações sobre o tema nas redes sociais.

    “Concluo que é impossível enxergar na postagem do peticionário (Tabet) o grau de certeza de ilicitude para – sem a adequada instrução processual – extrair duríssimas consequências contra a liberdade de expressão e, em última análise, contra a própria liberdade religiosa (…)”

    Para Dino, a cassação da decisão no TSE preserva a liberdade de expressão e a liberdade religiosa dos que defendem a manutenção da lei que transformou Nossa Senhora Aparecida em “Padroeira do Brasil”. 

    “Carga depreciativa”

    Ao aceitar o pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e excluir a postagem de Tabet, o ministro André Mendonça, que é vice-presidente do TSE, afirmou que havia no conteúdo publicado “expressões de elevada carga crítica e depreciativa”.

    De acordo com as informações fornecidas pela defesa de Flávio Bolsonaro ao TSE, a publicação havia superado 195 mil visualizações, 2 mil compartilhamentos e 11 mil curtidas em poucas horas.

    Segundo Mendonça, a mensagem ultrapassava o campo da opinião política e veiculava fato “objetivamente falso, informação fabricada ou grave descontextualização, aptos a interferir na livre formação da vontade do eleitor”. 

    Mendonça considerou, na análise preliminar, que os elementos apresentados no processo indicam que essa informação “não encontra suporte na realidade fática”.

    Liberdade de expressão

    A defesa de Antonio Tabet repudiou a decisão liminar de André Mendonça. “A ordem judicial de exclusão atinge uma manifestação que em momento algum citou o nome do candidato Flávio Bolsonaro”, afirmou o humorista.

    Os advogados do humorista apontaram que a liberdade de expressão e a crítica política, por mais ácidas ou incômodas que sejam, constituem elementos protegidos do debate democrático.

    Ouça na Radioagência

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Conheça os candidatos que disputam o governo estadual em São Paulo

    Conheça os candidatos que disputam o governo estadual em São Paulo

    Seis candidatos concorrem ao governo de São Paulo nas eleições deste ano. Com o maior eleitorado do país, os paulistas somam 34.104.226 eleitores aptos a votar.

    Desse total, 53% são mulheres e 47% homens. Entre os 15,77% de  eleitores que declaram cor/raça, 36,32% são pardos, 52,46% são brancos e 9,97% são pretos.Outros 1,12% são amarelos e 0,14% são indígenas.

    O primeiro turno acontece no dia 4 de outubro, quando serão votados candidatos a deputado federal, estadual, dois senadores, governador e presidente da República, esses dois últimos incluindo seus vices. A chapa de senador é composta por um titular e dois suplentes.

    O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos conquistar mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

    Conheça os candidatos ao governo de São Paulo. A lista está em ordem alfabética, de acordo com o nome na urna.  

    Carlos Machado – Carlos Alberto Machado (PCB)

    Fernando Haddad (PT)

    Izadora Dias – Izadora Cristina Dias da Silva (PCO)

    Tarcísio – Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos)

    Vera Lúcia – Vera Lúcia Pereira da Silva Salgado (PSTU)

    Vivian Mendes – Vivian Mendes da Silva (UP)

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Conheça os nove candidatos a governador do Rio de Janeiro

    Conheça os nove candidatos a governador do Rio de Janeiro

    Nove candidatos concorrem ao governo do Rio de Janeiro nas eleições deste ano. No estado, 12,857 milhões de eleitores estão aptos a votar, universo que perde apenas para Minas Gerais e São Paulo. Desse total, 54% são mulheres e 46% homens.

    Entre os eleitores que declararam cor/raça, 41,54% são pardos, 39,76% são brancos e 18,19%, pretos. Amarelos e indígenas somam cerca de 0,5%.

    O primeiro turno acontece no dia 4 de outubro, quando serão votados candidatos a deputado federal, estadual, dois senadores, governador e presidente da República, esses dois últimos incluindo seus vices. A chapa de senador é composta por um titular e dois suplentes.

    O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos conquistar mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

    Conheça os candidatos ao governo do Rio de Janeiro. A lista está em ordem alfabética, de acordo com o nome na urna.  

    André Marinho – Andre Bourguignon Marinho (Novo)

    Coronel Busnello – João Jacques Soares Busnello (Missão)

    Cyro Garcia – Cyro Garcia (PSTU)

    Douglas Ruas – Douglas Ruas dos Santos (PL)

    Eduardo Paes – Eduardo da Costa Paes (PSD)

    Garotinho – Anthony William Matheus de Oliveira (Republicanos)

    Juliete – Juliete Pantoja Alves (UP)

    Luan Monteiro – Luan Monteiro Paschoal Pires (PCO)

    William Siri – William Carlos Brum Bispo (PSOL)

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Minas Gerais tem 11 candidatos a governador; veja quais são

    Minas Gerais tem 11 candidatos a governador; veja quais são

    Onze candidatos concorrem ao governo de Minas Gerais nas eleições deste ano. Segundo maior colégio eleitoral e estado de maiores dimensões da região sudeste, abriga um total de 16.377.659 eleitores aptos a votar.

    Desse total, 52% são mulheres e 47% homens. Entre os 22,08% eleitores que declaram cor/raça, 49,64%% são pardos, 36,13% são brancos e 13,49% são pretos.

    O primeiro turno acontece no dia 4 de outubro, quando serão votados candidatos a deputado federal, estadual, dois senadores, governador e presidente da República, esses dois últimos incluindo seus vices. A chapa de senador é composta por um titular e dois suplentes.

    O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos conquistar mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

    Conheça os candidatos ao governo de Minas Gerais. A lista está em ordem alfabética, de acordo com o nome na urna.  

    Alexandre Kalil (PDT)

    Ben Mendes – Benoni Benjamin Cardoso Mendes (Missão)

    Cleitinho Azevedo – Cleiton Gontijo de Azevedo (Republicanos)

    Flávio Roscoe – Flávio Roscoe Nogueira (PL)

    Gabriel – Gabriel Sousa Marques de Azevedo (MDB)

    Henrique Áreas – Henrique Áreas de Araújo (PCO)

    Indira Xavier – Indira Ivanise Xavier (UP)

    Mateus Simões – Mateus Simões de Almeida (PSD)

    Patrus Ananias – Patrus Ananias de Sousa (PT)

    Professor Tuilo Lopes – Tulio Cesar Dias Lopes (PCB)

    Rafael Duda – Rafael Ribeiro de Ávila  (PSTU)

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Saiba quem são os cinco candidatos a governador no Espírito Santo

    Saiba quem são os cinco candidatos a governador no Espírito Santo

    Cinco candidatos concorrem ao governo do Espírito Santo nas eleições deste ano. Um total de 2.990.490 eleitores estão aptos a votar.

    Desse total, 53% são mulheres e 47% homens. 24,45% dos eleitores declaram cor/raça, e entre eles 51,88% são pardos, 34,41% são brancos e 13,13% são pretos.

    O primeiro turno acontece no dia 4 de outubro, quando serão votados candidatos a deputado federal, estadual, dois senadores, governador e presidente da República, esses dois últimos incluindo seus vices. A chapa de senador é composta por um titular e dois suplentes.

    O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos conquistar mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

    Conheça os candidatos ao governo do Espírito Santo. A lista está em ordem alfabética, de acordo com o nome na urna.  

    Breno Barcelos  – Breno Augusto Fagundes Barcelos (Missão)

    Helder Salomão – Helder Ignacio Salomão (PT)

    Lorenzo Pazolini – Lorenzo Silva de Pazolini (Republicanos)

    Rafael Demuner – Rafael Ketley Demuner (UP)

    Ricardo Ferraço – Ricardo de Rezende Ferraço (MDB)

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Eleitor deve se antecipar na consulta a local de votação, alerta TSE

    Eleitor deve se antecipar na consulta a local de votação, alerta TSE

    A menos de oito dias para o primeiro turno das eleições, o eleitor deve lembrar de conferir o local de votação, uma vez que sua seção pode ter mudado de endereço desde o último pleito, alerta o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    No caso dos eleitores de primeira viagem, é preciso descobrir onde fica a zona e a seção eleitorais que constam em seu título.

    Para os mais antigos, o mais comum é que o endereço de votação permaneça o mesmo por sucessivas eleições. Ainda assim, a Justiça Eleitoral alerta que mesmo poucas alterações podem afetar milhares de eleitores, dado o universo de 158,7 milhões de cidadãos aptos a votar.

    Somente no estado do Rio de Janeiro, por exemplo, as mudanças afetam ao menos 670 mil eleitores, com alteração em 277 locais de votação, 72 dos quais foram modificados por motivos de segurança.

    A Justiça Eleitoral de ao menos 10 estados e do Distrito Federal anunciaram alterações em endereços das seções eleitorais.  

    Os 27 tribunais regionais eleitorais costumam manter em seus portais uma lista completa das mudanças. O eleitor deve acessar o seu TRE local e verificar avisos sobre o tema.

    Além disso, o TSE liberou desde 1º de setembro a consulta ao endereço do local de votação diretamente no aplicativo do e-Título, disponível para aparelhos com sistema operacional Android e iOS.  A informação pode ser acessada de duas formas:

    Pelo aplicativo e-Título: 

    Na tela inicial do aplicativo, clique em “onde votar”.

    Pelo Portal do TSE: 

    Acesse a área “Serviços Eleitorais” e selecione “Onde votar”. 

    Informe o número do CPF ou do título de eleitor, a data de nascimento e o nome da mãe. 

    O eleitorado brasileiro está distribuído em 5.571 municípios, além de 186 cidades no exterior. A votação ocorrerá em 517.206 seções eleitorais, organizadas em 2.641 zonas eleitorais. 

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Saiba como baixar o e-Título para votar

    Saiba como baixar o e-Título para votar

    Os eleitores poderão utilizar o e-Título, a via digital do título de eleitor, para se identificar perante os mesários e votar nas eleições de 2026 – o primeiro turno ocorrerá no próximo dia 4 de outubro. No entanto, para votar apresentando somente o e-Título, disponível nas plataformas iOS ou Android, é preciso que o aplicativo contenha a foto do eleitor.  

    Para baixar o e-Título, é necessário acessar a AppStore ou Google Play Store e fazer o download gratuito. É importante verificar se o app aparece como “e-Título – Justiça Eleitoral Brasileira”.

    Com o aplicativo aberto é preciso preencher os dados: nome completo, data de nascimento, CPF ou Título de Eleitor, e nome dos pais. Após isso, o eleitor deverá responder às perguntas de segurança exibidas na tela e criar uma senha.

    Os dados informados devem ser exatamente iguais aos do último atendimento na Justiça Eleitoral. Se houver divergência, o aplicativo não validará o documento. O e-Titulo poderá ainda solicitar o reconhecimento facial, feito por meio da câmera do aparelho celular.

    >> Eleições 2026: saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação <<

    Além do e-Título (com foto), o eleitor poderá se identificar perante os mesários com documentos oficiais com foto, como carteira de identidade, Identidade social (para pessoas trans e travestis); passaporte ou outro documento de valor legal equivalente, carteira de categoria profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho e carteira nacional de habilitação. 

    Os documentos oficiais são válidos para votar mesmo fora da validade.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Internet grátis pode derrubar rede móvel na eleição, diz Anatel ao STF

    Internet grátis pode derrubar rede móvel na eleição, diz Anatel ao STF

    A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) alertou o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a liberação irrestrita do acesso à internet móvel durante as eleições pode provocar picos de tráfego capazes de interromper a conectividade em aparelhos celulares, em especial na proximidade de zonas eleitorais.

    Na quinta-feira (24), Zanin havia dado 48 horas para a Anatel apresentar um parecer sobre um pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e do Partido Verde (PV) para que a internet móvel seja liberada em todo o país nas 72 horas anteriores e nas 24 horas posteriores a cada turno de votação.

    Entre os principais argumentos do pedido está o de que a limitação provocada por franquias pré-pagas gera uma desigualdade no acesso à informação por parte das camadas mais pobres da população.

    Isso porque quando acaba o crédito, a velocidade da internet é drasticamente reduzida, ficando liberado apenas o tráfego em aplicativos patrocinados por empresas, como serviços de mensageria, por exemplo.

    Para os autores da ação, isso favorece a desinformação nos dias que antecedem o pleito, uma vez que os eleitores não conseguem checar eventuais notícias falsas em fontes idôneas na internet.

    Colapso

    Para a Anatel, o argumento não condiz com a realidade. A agência frisou que o combate às chamadas fake news envolve desafios sociais e regulatórios que não passam pela questão da conectividade móvel.

    A agência reforça que uma pesquisa feita pelo próprio órgão em 2025 constatou que 70% dos usuários de franquias móveis pré-pagas utilizam a internet por meio de conexões wi-fi fixas, seja em casa ou na rua, de modo a não gastar a franquia pré-paga.

    Por outro lado, a Anatel apontou que, diferentemente das conexões fixas, que são em geral via cabos e podem ter a capacidade ampliada sem limite, as conexões móveis dependem de um espectro limitado de transmissão eletromagnética pelo ar.

    Dessa maneira, liberar o tráfego em datas específicas pode levar os consumidores a intensificar exponencialmente o consumo naqueles dias, antecipando downloads e streamings, por exemplo. A agência alerta ser provável que isso leve a um congestionamento e à queda de sinal.

    Esse cenário pode “levar a um colapso das redes de telecomunicações, dificultando ou impedindo que grande parte da população possa se comunicar adequadamente em período tão relevante para a democracia do país”, diagnosticou a Anatel.

    O órgão também levantou uma série de outras questões técnicas e regulatórias que seriam obstáculos para a liberação da internet nos celulares, incluindo o argumento de que isso seria uma invasão da competência exclusiva da Anatel de reger as regras relativas às telecomunicações.

    Antes de decidir sobre o pedido de liminar (decisão urgente e provisória), o ministro Cristiano Zanin deve receber o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o tema.

    Eleições

    O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, quando os eleitores deverão votar para os cargos de deputado federal, estadual ou distrital, governador, senador e presidente da República.

    Caso necessário, o segundo turno deve ocorrer em 25 de outubro. A nova rodada de votação pode ocorrer somente na disputa para os cargos de governador e presidente, se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Eleições 2026: saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação

    Eleições 2026: saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação

    O eleitor poderá escolher até seis candidatos no 1º turno das Eleições 2026, que serão realizadas no próximo domingo, dia 4 de outubro. 

    Cada cargo é identificado por uma sequência numérica: para votar em deputado federal, é necessário teclar 4 dígitos na urna eletrônica. Para deputado estadual, são 5 números. Para senadores, 3 dígitos. Já para governador e presidente da República, são 2 dígitos.

    A ordem de votação na urna eletrônica será: 

    • Deputado federal (quatro dígitos)  
    • Deputado estadual ou distrital (cinco dígitos) 
    • Primeiro senador (três dígitos) 
    • Segundo senador (três dígitos) 
    • Governador (dois dígitos) 
    • Presidente da República (dois dígitos)

    Cola 

    A Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores anotem os números dos seis candidatos em um papel antes de irem às zonas eleitorais. A medida ajuda a evitar erros e também contribui para reduzir filas. 

    >> A cola pode ser baixada aqui <<

    A colinha em papel é importante porque não será permitido entrar com o celular na cabine de votação. A restrição proíbe também o uso de câmeras fotográficas, filmadoras ou qualquer outro equipamento eletrônico, mesmo que desligados. Os aparelhos deverão ser deixados perto dos mesários. A medida tem a finalidade de proteger o sigilo do voto. 

    O celular poderá ser utilizado apenas para a identificação do eleitor aos mesários por meio do aplicativo e-Título (desde que mostre a foto do eleitor) ou pela apresentação de outros documentos oficiais em formato digital, como a CNH Digital e o RG Digital. 

    “São seis cargos, muitos dígitos, ou seja, muito para se decorar. Essa demora ou dúvida gera um efeito dominó nas filas. Nosso recado é direto: anote tudo em um papelzinho e leve-o com você, já que o celular não pode entrar na cabine. O lembrete tradicional em papel continua sendo o melhor amigo do eleitor para uma votação rápida”, destaca a coordenadora de Mídias e Web do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rakell Dimanski.

    Identificação 

    Além dos documentos digitais, o eleitor poderá se identificar na seção eleitoral com qualquer documento oficial com foto. 

    São aceitos carteira de identidade, Carteira de Identidade Nacional (CIN), identidade social, passaporte, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), carteira de trabalho física, carteira profissional emitida por conselho de classe.

    Os documentos oficiais com foto podem ser utilizados mesmo que estejam vencidos, desde que permitam a identificação do eleitor. 

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original