Tag: eleições 2026

  • Eleição no Rio terá monitoramento conjunto de forças de segurança

    Eleição no Rio terá monitoramento conjunto de forças de segurança

    O governo do estado do Rio de Janeiro montou um quartel-general no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, zona central da cidade, onde serão monitoradas e coordenadas as ações de segurança pública durante o primeiro turno das eleições, neste domingo (4). 

    Desde a manhã deste sábado (3) até a noite de domingo, integrantes de órgãos de segurança pública dos governos federal e estadual acompanharão o desenvolvimento do pleito, incluindo as vias públicas e os locais de votação.

    A partir do Gabinete de Gestão de Crise do CICC, os gestores de segurança poderão contar com um esquema tecnológico com mais de 50 mil câmeras, muitas com dispositivo de reconhecimento facial e leitura de placas. Esses equipamentos estão espalhados por todo o estado para transmitir imagens em tempo real para a central de monitoramento.

    “Os ‘olhos’ da segurança pública estarão espalhados por toda a parte. São 33.900 câmeras do Sistema 190 Integrado, composto por equipamentos disponibilizados por instituições públicas e privadas e 15.300 câmeras corporais acopladas aos uniformes dos policiais militares”, informou, em nota, o governo do estado, acrescentando que há ainda 1.544 câmeras em viaturas da Polícia Militar.

    As decisões em conjunto com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) serão com representantes do comando das forças de segurança do estado, como as polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros e Gabinete de Segurança Institucional, além do Exército, polícias Federal e Rodoviária Federal, Correios e Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

    Estarão presentes no CICC, a cúpula da Polícia Militar e os oficiais dos quatro Comandos de Policiamento de Área (CPA) da região metropolitana; do Comando de Policiamento Especializado e do Comando de Polícia de Proximidade. 

    “A presença dos comandantes intermediários será fundamental para acionar com mais agilidade as unidades operacionais”, explicou o governo do estado.

    De acordo com o governo, o planejamento de segurança das eleições foi articulado com o TRE para assegurar tranquilidade aos eleitores. 

    Em cada uma das 165 zonas eleitorais, sendo 49 na capital e 116 nos demais municípios, haverá um oficial da Polícia Militar atuando ao lado do juiz eleitoral responsável.

    Esse contato permanente com o juiz, conforme o governo estadual, “permitirá que o comando das ações de segurança seja informado com antecedência de qualquer fato que possa afetar a rotina da votação”.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • TRE-RJ alerta eleitores sobre alteração no local de votação

    TRE-RJ alerta eleitores sobre alteração no local de votação

    O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) não enviará quaisquer avisos pessoais ao eleitorado do estado sobre as mudanças do local de votação. Por isso, recomendou que os eleitores verifiquem, previamente, se o local foi alterado. Conforme o órgão, a consulta deve ser feita no site oficial do TRE-RJ informando o número do CPF ou do Título de Eleitor, a data de nascimento e o nome da mãe. 

    As mudanças foram determinadas com o objetivo de retirar as seções eleitorais de áreas consideradas de alto risco ou dominadas pelo crime organizado. Os novos locais estão fora de territórios controlados por facções, tráfico ou milícias, longe de áreas de confronto e o mais próximo possível dos endereços originais.

    No Rio de Janeiro, a Justiça Eleitoral mudou 277 locais de votação em relação à eleição de 2024. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), a medida impacta cerca de 670 mil eleitores fluminenses.

    “Consultar o local de votação é essencial para que o eleitor possa se planejar para exercer da melhor maneira o direito ao voto. Essa verificação pode ser feita de modo muito simples e rápido”, disse o presidente do TRE-RJ, o desembargador Claudio de Mello Tavares, em nota divulgada no site do Tribunal.

    A medida atinge eleitores de Rio de Janeiro, Araruama, Bom Jesus do Itabapoana, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Itaboraí, Itaguaí, Itaperuna, Japeri, Macaé, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Pinheiral, Resende, Rio Bonito, Rio das Ostras, São Gonçalo, São João de Meriti e Volta Redonda. São dez municípios a mais em relação às Eleições de 2024.

    “Em função do volume de alterações, o TRE-RJ recomenda que todos os eleitores, destas 20 e das demais cidades, façam uma consulta para saber se houve alguma mudança em seu local de votação”, reforçou o Tribunal.

    A consulta também pode ser feita por meio do aplicativo e-Título ou pelo WhatsApp do TRE-RJ no telefone (21) 3436-9000, cujo autoatendimento funciona 24 horas.

    Nas Eleições 2026 cada eleitor votará em seis candidatos: deputado(a) federal, deputado(a) estadual, primeira vaga de senador(a), segunda vaga de senador(a), governador e presidente. A recomendação do presidente do TRE-RJ é que todos saiam de casa com os números anotados em papel, utilizando uma “cola”.

    “Embora seja permitido o uso do celular para a identificação do eleitor biometrizado, por meio do e-Título, não é possível entrar com o aparelho na cabine de votação. Ele deve ser deixado com o mesário e retirado após o eleitor votar. Portanto, nossa recomendação é que cada um leve uma cola, um lembrete com os números de seus candidatos anotados”, indicou o desembargador Claudio Mello.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Votos para o Senado exigem atenção redobrada do eleitor

    Votos para o Senado exigem atenção redobrada do eleitor

    Há um voto que precisa de especial atenção dos eleitores: o voto para senador.

    Diferentemente dos demais cargos, será necessário votar duas vezes. Além disso, não será possível optar pelo voto de legenda, no qual se digita apenas o número do partido.

    >> Saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação.

    E as peculiaridades do cargo vão além do voto. Apesar de o Senado compor o Poder Legislativo federal, ao lado da Câmara dos Deputados, os senadores eleitos terão mandato de oito anos, enquanto o dos deputados federais é de quatro anos.

    Há diferenças também de atribuições, uma vez que o Senado representa as unidades federativas, os estados e o Distrito Federal, enquanto a Câmara dos Deputados representa a população.

    >> Saiba como baixar o e-Título para votar.

    Não há voto de legenda para o Senado

    A eleição para o Senado é majoritária, o que não permite o voto de legenda ─ uma possibilidade nas eleições proporcionais, que é o caso das disputas para deputado federal, estadual e distrital.

    O voto no sistema majoritário é obrigatoriamente nominal, registrado diretamente no número do candidato. Serão eleitos os dois candidatos mais votados, sem quociente eleitoral, distribuição de vagas por partido nem segundo turno.

    Portanto, se o eleitor digitar apenas o número do partido, o voto será nulo para senador.

    >> Lei Seca: confira onde haverá restrição a bebidas nas eleições 2026.

    Voto duplo

    Neste ano, estarão em disputa 54 das 81 cadeiras do Senado, o equivalente a dois terços da composição da Casa.

    A renovação ocorre de forma alternada: em uma eleição é renovado um terço das vagas e, na seguinte, dois terços. Cada unidade da Federação tem, portanto, três representantes – independentemente do número de habitantes.

    Na urna eletrônica, a votação para o Senado será em duas etapas. O eleitor registrará um voto para a primeira vaga e outro para a segunda.

    A Justiça Eleitoral esclarece que os votos devem ser destinados a candidatos diferentes.

    Caso o mesmo número seja digitado duas vezes, apenas o primeiro voto será considerado válido. O segundo será anulado.

    >> Conheça os direitos das pessoas com deficiência no dia das eleições.

    Como votar para senador

    A Justiça Eleitoral orienta que o eleitor:

    1. Digite o número de três dígitos do primeiro candidato.
    2. Confirme o voto.
    3. Digite o número de três dígitos de um segundo candidato.
    4. Confirme novamente.

    O eleitor deve sempre conferir os números de todos os candidatos escolhidos.

    Atribuições

    Os senadores exercem funções legislativas e de fiscalização, além de competências exclusivas previstas na Constituição. Entre suas atribuições estão:

    • Elaborar e votar leis federais;
    • Analisar e, se for o caso, revisar projetos aprovados pela Câmara dos Deputados;
    • Fiscalizar a atuação do governo federal;
    • Discutir e votar matérias orçamentárias;
    • Aprovar autoridades indicadas pelo presidente da República, como ministros do STF, dirigentes do Banco Central, procurador-geral da República;
    • Processar e julgar autoridades em casos previstos pela Constituição, como nos processos de impeachment;

    Suplentes

    Cada candidatura ao Senado é formada por um titular e dois suplentes. Na tela da urna eletrônica, aparecerão nomes e fotografias do candidato e de seus dois suplentes.

    Os suplentes poderão assumir o mandato em situações previstas em lei, como afastamentos temporários, renúncia, morte ou perda do mandato do titular. São eles os que assumem o cargo quando, por exemplo, um senador assume o cargo de ministro.

    A relevância, portanto, do papel exercido pelos suplentes tem levado a Justiça Eleitoral a ressaltar a importância de o eleitor conhecer também quem são os suplentes de seu candidato.

    Voto consciente

    A Justiça Eleitoral destaca a necessidade de o eleitor conhecer os candidatos e seus números antes de ir à urna.

    Como os senadores participam da elaboração das leis federais, da fiscalização do governo e de decisões relevantes para o funcionamento das instituições, a escolha influencia diretamente a representação do estado no Congresso Nacional pelos próximos oito anos.

    Curiosidades

    • O Senado tem renovação parcial de suas cadeiras a cada eleição;
    • Todos os estados têm três senadores, independentemente da população;
    • O mandato de senador dura oito anos;
    • Ao votar em um candidato ao Senado, o eleitor também vota automaticamente na chapa composta pelo titular e dois suplentes;
    • Em eleições com duas vagas em disputa, pode ocorrer o chamado voto incompleto, quando o eleitor vota em apenas um candidato ao Senado

    O que é o Senado Federal?

    O Senado Federal é uma das duas casas que compõem o Congresso Nacional, ao lado da Câmara dos Deputados.

    Enquanto a Câmara representa a população, o Senado representa os estados e o Distrito Federal. Cada unidade da Federação tem exatamente três senadores, independentemente de sua população.

    Diferenças entre os Três Poderes

    O artigo 2º da Constituição de 1988 define que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si. 

    • Legislativo – É exercido pelo Congresso Nacional, formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Sua principal função é elaborar leis e fiscalizar os atos do Poder Executivo.
    • Executivo – É responsável por governar e administrar o país. No âmbito federal, é chefiado pelo presidente da República. Entre suas funções, estão executar políticas públicas, administrar recursos e sancionar ou vetar leis aprovadas pelo Congresso.
    • Judiciário – Tem a função de aplicar a Constituição e as leis, resolvendo conflitos e garantindo sua observância. A Justiça Eleitoral integra esse Poder.

    Tira-dúvidas

    Posso votar duas vezes no mesmo candidato?

    Não. Se o eleitor repetir o mesmo número, apenas o primeiro voto será válido. O segundo será automaticamente anulado pela urna eletrônica.

    É possível votar apenas no partido?

    Não. Para senador não existe voto de legenda. O voto é necessariamente nominal, ou seja, dado diretamente ao candidato. Digitar apenas o número do partido resultará em voto nulo.

    Como os eleitos são definidos?

    A eleição para o Senado segue o sistema majoritário. Em 2026, serão eleitos os dois candidatos mais votados de cada estado e do Distrito Federal. Não há cálculo de quociente eleitoral, distribuição de vagas por partido nem segundo turno.

    Por que haverá dois votos para senador em 2026?

    A renovação do Senado ocorre de forma alternada. Como cada estado possui três senadores e o mandato é de oito anos, não há renovação total da Casa a cada eleição.

    Em uma eleição, são renovadas 27 cadeiras (um terço do Senado). Na eleição seguinte, são renovadas 54 cadeiras (dois terços).

    Em 2026, estarão em disputa duas vagas por estado e pelo Distrito Federal, totalizando 54 vagas. Por isso, cada eleitor terá direito a dois votos para senador.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Mulheres com medidas protetivas terão prioridade para votar no RN

    Mulheres com medidas protetivas terão prioridade para votar no RN

    No Rio Grande do Norte, mulheres amparadas por medidas protetivas terão atendimento prioritário no primeiro turno das eleições no dia 4 de outubro.

    A medida foi determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral e vale para todo o estado. 

    A iniciativa estende os efeitos de uma decisão anterior, que havia assegurado prioridade às mulheres assistidas pela Patrulha Maria da Penha da Guarda Municipal do Natal.

    Com a ampliação, todas as eleitoras do estado em situação de vulnerabilidade, protegidas por medidas protetivas, terão direito ao atendimento prioritário no domingo. 

    A medida também considera a necessidade de organização logística dos deslocamentos e da proteção das mulheres assistidas pelos órgãos de segurança.

    De acordo com o TRE potiguar, a prioridade será para toda eleitora, independentemente do domicílio eleitoral e mesmo que ela esteja ou não acompanhada por forças de segurança no momento da votação.

    Segundo o documento, o respaldo jurídico busca resguardar a isonomia e a integridade física das eleitoras, além de assegurar condições para o exercício seguro do direito fundamental ao voto.

    Dados da Polícia Civil estadual revelam que mais de 5 mil mulheres solicitaram medidas protetivas por causa de violência doméstica no período de janeiro a início de agosto deste ano.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira a agenda dos presidenciáveis neste sábado (3)

    Confira a agenda dos presidenciáveis neste sábado (3)

    No último dia antes do primeiro turno das Eleições 2026, a agenda dos presidenciáveis neste sábado (3) inclui caminhadas e atos de campanha em diferentes cidades.

    Também estão previstos encontros com apoiadores, com atividades concentradas principalmente em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Goiás.

    Augusto Cury (Avante)
    Às 10h30, participa da Caminhada pela Pacificação, no centro da cidade de Colina (SP). 

    Flávio Bolsonaro (PL)
    Participa, pela manhã, de moto-carreata entre os municípios paulistas de Santa Bárbara D’Oeste e Americana, pela Rodovia SP-304. Às 15h, tem moto-carreata no Rio de Janeiro, entre os bairros de Campo Grande e Bangu.

    Hertz Dias (PSTU)
    Tem reunião on-line com apoiadores de todo o país, às 10h. Às 16h, participará do ato Pane no Sistema, na sede do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na capital paulista.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    A partir das 10h, participa da caminhada Brasil Pronto pra Mais, em São Paulo.

    Renan Santos (Missão)
    Às 12h, estará no Panteão dos Andradas, no centro de Santos (SP). Às 15h, participa de concentração com apoiadores na Praça da Liberdade, em São Paulo, com caminhada até o Largo São Francisco.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    Em Goiânia (GO), o candidato faz uma caminhada na Avenida 24 de Outubro, no início da manhã. Às 10h30, participa de carreata da região Noroeste da capital goiana. À tarde, o candidato circula em um palanque móvel pelas ruas de Goiânia. Em seguida, faz ato de encerramento da campanha eleitoral na Basílica do Divino Pai Eterno, no município de Trindade (GO).

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins faz caminhada com a militância e apoiadores, a partir da Praça do Relógio, em Natal, no início da manhã.

    Os candidatos Clariana Barão (DC), Edmilson Costa, Romeu Zema (Novo), Rui Costa Pimenta e Wilson Grassi não divulgaram a agenda pública de campanha até o momento desta publicação. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Urna eletrônica completa 30 anos de revolução nas eleições do Brasil

    Urna eletrônica completa 30 anos de revolução nas eleições do Brasil

    Os mais jovens não conhecem a experiência de chegar à seção de votação, receber um papel com os nomes dos candidatos, marcar os escolhidos à caneta e depositar o papel dobrado em uma urna de lona. Encerrado o período de votação, a população esperava dias para saber quem seriam os novos deputados, senadores, governadores e presidente da República. Este ano, se completa 30 anos da maior revolução eleitoral no Brasil, a urna eletrônica.

    Não é exagero dizer que a urna eletrônica é motivo de orgulho para o Brasil. Enquanto países desenvolvidos ainda votam em papel e aguardam vários dias pelo resultado, o Brasil conhece seus eleitos em poucas horas, ainda no mesmo dia do pleito. E tudo por meio de um sistema eletrônico seguro, como garante o próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    As décadas de voto em cédulas expuseram várias fragilidades. A apuração era manual e levava dias, o que abria espaço para fraudes. Uma das fraudes conhecidas há mais de 30 anos foi o da “urna grávida”. Era o nome dado quando cédulas já preenchidas eram colocadas em uma urna antes de iniciado o processo de votação.

    A revolução na Justiça Eleitoral começou em 1995. Especialistas de vários órgãos, entre eles as Forças Armadas, Ministério da Ciência e Tecnologia e Ministério das Comunicações, participaram do desenvolvimento da urna eletrônica.

    A urna eletrônica estreou nas eleições municipais de 1996 e foi batizada de Coletor Eletrônico de Votos, ou apenas CEV. Ainda é seu nome oficial, embora não seja muito usado. 

    Naquele ano, a utilização do sistema eletrônico foi parcial, em caráter de teste. A partir das eleições municipais do ano 2000, todos os eleitores do país votaram eletronicamente.

    Ao longo dos anos, a urna foi passando por melhorias, aumentando sua segurança e inserindo recursos para o usuário. 

    Em 1998, a urna passou a mostrar a foto de todos os candidatos. Em 2002, foram instituídos a cerimônia pública de lacração dos sistemas e o teste de integridade. Em 2004, os códigos-fonte dos sistemas começaram a passar por auditoria.

    Em 2006, foi o início da identificação biométrica, que seria implantada em larga escala anos depois. Em 2022, a urna teve sua capacidade de processamento aumentada em 18 vezes e ganhou tela sensível ao toque no terminal do mesário.

    Neste ano de 2026, 30 anos após seu nascimento, a urna eletrônica continua trazendo inovações. Sua tela vai apresentar um intérprete de Libras indicando o voto nulo, branco, a legenda e uma barra de progresso da votação na parte superior do painel. A urna também informará ao eleitor quantos dígitos são esperados para cada cargo, assim como o progresso da votação.


    São Paulo (SP) 24/09/2026 - O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo 
(TRE-SP) , durante demonstração para a imprensa do fluxo de votação das Eleições 2026. Além de uma apresentação sobre o chamado “derrame de santinhos” e o novo provimento da 
Corregedoria do Tribunal que disciplina a fiscalização e a repressão desse crime eleitoral. O evento realizado na sede do TRE-SP. Urna Eletrônica . Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
    São Paulo (SP) 24/09/2026 - O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo 
(TRE-SP) , durante demonstração para a imprensa do fluxo de votação das Eleições 2026. Além de uma apresentação sobre o chamado “derrame de santinhos” e o novo provimento da 
Corregedoria do Tribunal que disciplina a fiscalização e a repressão desse crime eleitoral. O evento realizado na sede do TRE-SP. Urna Eletrônica . Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
    Votação na urna eletrônica – Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

    Segurança

    Um ano antes das eleições deste ano, em outubro de 2025, o acesso aos códigos-fonte foi aberto pelo TSE e puderam ser conferidos pelas instituições legitimadas, como partidos políticos, Polícia Federal e Ministério Público. As inspeções puderam ser feitas até setembro, quando foi feita a lacração dos sistemas eleitorais.

    O processo de votação é auditado. E passa por mais de 40 processos de auditoria, antes, durante e depois das eleições.

    A fiscalização da urna é feita em vários momentos. Desde a abertura do código-fonte, passando pelo Teste Público de Segurança, os Testes de Integridade, o Registro Digital do Voto (RDV), o Boletim de Urna, até a publicação de arquivos e resultados na internet.

    A urna eletrônica não é conectada à internet, não recebe conexão via bluetooth ou wi-fi. Por isso, não é possível sofrer um ataque hacker ou tentativa de fraude via internet. 

    Após a votação terminar, a urna grava as votações recebidas em uma mídia, em dados criptografados e protegidos por assinatura digital.

    A urna também emite um boletim. É o Boletim de Urna, que registra os resultados daquela seção eleitoral. A mídia é usada para transmitir os dados para o sistema de totalização, em uma rede usada exclusivamente pela Justiça Federal. Também é possível conferir se o Boletim de Urna apresenta os mesmos dados recebidos pelo sistema de totalização.

    Em 30 anos de uso da urna eletrônica, a Justiça Eleitoral nunca registrou uma fraude comprovada. 

    Outros países

    Não é só o Brasil que usa a tecnologia para computar votos nas eleições. Ao menos 34 países usam ou já usaram sistemas eletrônicos de votação. Desses, 17 usam urnas eletrônicas, em maior ou menor grau. França, Bulgária, Índia, Peru, México e Estados Unidos, em alguns estados, estão entre esses países.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Eleições 2026: saiba quais documentos são aceitos para votar

    Eleições 2026: saiba quais documentos são aceitos para votar

    Mais de 158 milhões de brasileiros poderão votar neste domingo (4) no primeiro turno das Eleições Gerais. Para tanto, é comparecer a uma das 499 mil seções eleitorais e apresentar um documento oficial com foto.  

    São aceitos como documento de identificação, inclusive em formato digital: 

    • e-Título (desde que apareça a foto do eleitor no aplicativo) 
    • carteira de identidade 
    • identidade social 
    • passaporte 
    • carteira de categoria profissional reconhecida por lei 
    • certificado de reservista 
    • carteira de trabalho física 
    • Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

    Os documentos oficiais com foto podem ser utilizados mesmo que estejam vencidos, desde que permitam a identificação do eleitor. 

    As certidões de nascimento ou de casamento não valem como prova de identidade na hora de votar. 

    É possível votar sem o título de eleitor? 

    Sim. Documentos oficiais com foto, físicos ou digitais, serão aceito para identificação.  

    No entanto, para votar apresentando somente o e-Título, disponível nas plataformas iOS ou Android, é preciso que o aplicativo contenha a foto do eleitor.  

    Leia também: 

    >>> Saiba o que pode e o que não pode no dia da votação 

    >>>  Saiba como baixar o e-Título para votar 

    >>>  Saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação 

     

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Veja como foi a sexta-feira (2) dos candidatos a presidente

    Veja como foi a sexta-feira (2) dos candidatos a presidente

    Nos últimos dias antes do primeiro turno das eleições 2026, a agenda dos presidenciáveis nesta sexta-feira (2) incluiu caminhadas, comício e atos de campanha em diferentes cidades. 

    >> Veja como foi o dia dos candidatos 

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    O candidato Rui Costa Pimenta participou de evento de encerramento de campanha em São Paulo. 

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins participou de comício e caminhada no Recife.

    Wilson Grassi (Democrata)
    O candidato Wilson Grassi concedeu entrevista à Sputnik Brasil.

    Augusto Cury (Avante)
    O candidato Augusto Cury esteve em Brasília onde fez um ato contra interferência nas eleições, na Praça dos Três Poderes, e criticou decisões judiciais.

    Augusto Cury disse que, caso eleito, fará um pacto com poderes Legislativo e Judiciário.

    “Numa democracia, o Judiciário representa o alicerce. Ele é o guardião da Constituição, mas ele não pode interferir”, disse.

    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão não teve agenda pública de campanha.

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato Edmilson Costa concedeu entrevista à emissora de rádio de Cidade de Goiás (GO) e a um canal do YouTube.

    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro participou de ato de campanha, na noite de hoje, em Montes Claros (MG), ao lado do candidato a deputado federal Nikolas Ferreira. 

    Hertz Dias (PSTU)
    O candidato Hertz Dias participou de caminhada no centro de São Paulo.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    No Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, desfilou em carro aberto desde a Candelária até a Cinelândia.

    Ele incentivou a participação dos eleitores com mais de 70 anos, em que o voto é facultativo, a votarem no próximo domingo (4) .

    “Se não tiver mais vontade de votar por ela, tem os filhos, os netos, os bisnetos. É importante”. 

    Lula participou também de ato em Belo Horizonte, onde defendeu investimentos nas universidades públicas e na ciência. 

    Renan Santos (Missão)
    O candidato Renan Santos participou de coletiva de imprensa e da gravação de um podcast em São Paulo.

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema não teve agenda pública de campanha.  

    Ronaldo Caiado (PSD) 
    Em Goiânia, o candidato Ronaldo Caiado participou de caminhada na região da 44 e na Avenida Igualdade, além de bandeiraço na Avenida Anhanguera. 

    Caiado criticou isenção de impostos para compras no exterior de até US$ 50 e defendeu que benefício semelhante seja concedido aos empresários brasileiros.

    “Se está dando 100% de isenção até US$ 50, que seja dado também a nós que estamos produzindo no Brasil”, defendeu. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    * Colaboraram Ana Cristina Campos e Rafael Cardoso (Rio de Janeiro), Luciano Nascimento (São Luís) e redação de São Paulo. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Presidente do TSE fará pronunciamento no rádio e na TV neste sábado

    Presidente do TSE fará pronunciamento no rádio e na TV neste sábado

    O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, fará um pronunciamento em cadeia de rádio e TV neste sábado (3), véspera do primeiro turno das eleições.

    No pronunciamento, que será exibido às 20h30 e terá cinco minutos de duração, o ministro deverá convocar os eleitores a comparecerem às urnas para exercer o direito de votar.

    Mais cedo, o TSE informou que as urnas já começaram a ser distribuídas para os locais de votação.

    Para monitorar a votação, o TSE montou uma Sala Nacional de Situação Climática para acompanhar os efeitos da seca e da chuva no transporte das urnas, fornecimento de energia elétrica e de internet pelo país. 

    Com base nas informações, serão adotadas medidas para garantir o voto dos eleitores.

    Eleições

    O primeiro turno será realizado no próximo domingo (4). Mais de 158 milhões de eleitores vão escolher deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

    O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente.

    Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • TSE decide que votos para Garotinho serão anulados

    TSE decide que votos para Garotinho serão anulados

    O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (2) que os votos que forem dados ao candidato ao governo do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (Republicanos) deverão ser anulados.

    Pela decisão, os votos não poderão ser considerados válidos e vão constar como anulados sub-judice.

    O nome de Garotinho vai aparecer na urna eletrônica porque a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio que indeferiu o registro de candidatura do político foi tomada após o fechamento do sistema do equipamento.

    No entendimento do ministro, Garotinho não pode concorrer como candidato que está com situação sub-judice enquanto o TSE analisa o recurso contra o indeferimento da candidatura.

    Para Floriano, a Justiça Eleitoral deve evitar a incerteza dos eleitores e a instabilidade das eleições.

    “Ao menos até que haja julgamento do apelo contra a decisão da instância originária, carece de plausibilidade a condição de elegibilidade potencial que é essencial para o status sub-judice do candidato”, afirmou.

    Em setembro, o TRE-RJ entendeu que Garotinho está inelegível por ter sido condenado por ato doloso de improbidade administrativa em 2018.

    A questão foi decidida no TSE após o ministro Floriano de Azevedo Marques revogar sua própria decisão que havia garantido a Garotinho o direito de continuar no pleito.

    Para o ministro, o candidato já recorreu da decisão do TRE e deve aguardar o julgamento da causa.

    “Inexistem as razões para a manutenção das garantias que foram asseguradas pela liminar antes concedida”, completou.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original