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  • Flávio e PL lideram uso indevido de IA, diz observatório

    Flávio e PL lideram uso indevido de IA, diz observatório

    Um levantamento feito pelo Observatório IA nas eleições, desenvolvido pela Data Privacy Brasil e pelo Aláfia Lab, identificou que quase dois em cada três conteúdos políticos feito por inteligência artificial em publicações nas redes sociais, entre 1º de janeiro e 16 de agosto de 2026, não sinalizou o uso da tecnologia, o que é proibido pela Justiça Eleitoral.

    Além disso, do total de 413 conteúdos analisados, 250, cerca de 60%, foram classificados como sátira, com o objetivo de ridicularizar algum político.

    Outros 163, cerca de 40%, foram classificados como desinformação.

    “O dado levanta a preocupação dos conteúdos estarem sendo compartilhados sem o cuidado de informar ao público o uso da tecnologia seja por parte das contas que o publicam, como também das próprias plataformas digitais, que, apesar de disponibilizarem os recursos de rotulagem, possivelmente não estão moderando devidamente os conteúdos sintéticos”, aponta o observatório.

    Publicações

    A maior parte dos conteúdos de desinformação ou não sinalizados como tendo sido criados por inteligência artificial foram publicados por usuários anônimos.

    Já entre os candidatos que publicaram esse tipo de mensagem, o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) lidera a lista. Ele compartilhou 13 conteúdos.

    O deputado federal Mário Frias (PL-SP) vem em seguida com 10 publicações.

    O ex-governador Romeu Zema e candidato a presidente pelo Novo publicou cinco, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL- RJ), três; e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL), três.

    Entre os partidos, o PL foi o maior propagador de mensagens feitas com inteligência artificial de forma indevida, com 28 publicações. O PT compartilhou quatro mensagens e o PSDB, duas mensagens.

    Alvos

    A maior parte dos casos identificados de uso de inteligência artificial (81%) manipularam imagens ou a voz de pessoas públicas, técnica classificada como deepfake. O principal alvo foi o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que teve imagem ou voz modificada de forma pejorativa em 112 publicações.

    Flávio Bolsonaro foi alvo de 57 manipulações.

    O que é deepfake

    Deepfake é um conteúdo sintético produzido ou manipulado por inteligência artificial ou tecnologia equivalente, que apresente grau de realismo e reproduza ou altere a imagem, voz ou manifestação de pessoa viva, falecida ou fictícia.

    O TSE proibiu o uso de deepfake nas eleições quando o conteúdo for caracterizado como propaganda eleitoral.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Conselho regulamenta crédito para taxistas e motoristas de aplicativo

    Conselho regulamenta crédito para taxistas e motoristas de aplicativo

    O Conselho Monetário Nacional (CMN) atualizou a regulamentação das linhas de crédito destinadas à compra de veículos novos por taxistas e motoristas de aplicativo. A mudança adequa as regras à Lei 15.503/2026, sancionada nesta segunda-feira (14), e garante a continuidade do programa Move Brasil, sem alterar as principais condições financeiras dos financiamentos.

    A nova resolução substitui referências que ainda estavam vinculadas a medidas provisórias já revogadas e elimina o prazo de 120 dias que limitava a contratação das operações. Com isso, os financiamentos poderão continuar sendo contratados dentro do limite total de R$ 30 bilhões, desde que haja disponibilidade orçamentária e financeira.

    Condições mantidas

    A atualização preserva as principais condições oferecidas pelo programa. Entre elas estão:

    • Juros sobre os recursos: 2,5% ao ano;
    • Taxa para mulheres: 1,5% ao ano nas aquisições realizadas por mulheres;
    • Remuneração do BNDES: até 1,25% ao ano;
    • Remuneração das instituições financeiras: até 8,5% ao ano;
    • Prazo máximo: 84 meses;
    • Carência: até seis meses para o pagamento do principal;
    • Valor máximo do veículo financiado: R$ 200 mil;
    • Limite do programa: R$ 30 bilhões.

    As operações continuam sendo realizadas por instituições financeiras habilitadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

    Prazo deixa de valer

    Uma das principais mudanças está relacionada ao prazo para contratação dos financiamentos.

    A Medida Provisória 1.359/2026, que instituiu o Move Brasil, estabelecia um período de 120 dias para a realização das operações. Como esse prazo venceria na primeira quinzena de setembro, a regulamentação precisou ser ajustada após a aprovação da Lei 15.503/2026.

    A nova lei não manteve a limitação de 120 dias. Por isso, o CMN retirou da regulamentação o dispositivo que vinculava as contratações a esse prazo.

    Na prática, a alteração evita uma interrupção do programa e permite a continuidade das operações dentro do limite financeiro autorizado.

    Custos entram no crédito

    A nova regulamentação também deixa explícito que o financiamento pode incluir despesas relacionadas à constituição, ao registro e à averbação da alienação fiduciária.

    Isso inclui, por exemplo, emolumentos cartorários, que são as taxas cobradas pelos cartórios para realizar determinados registros.

    A inclusão desses custos reduz o valor que o trabalhador precisa desembolsar no início da contratação e pode facilitar o acesso ao financiamento, principalmente para profissionais com menor capacidade de poupança.

    Quem pode financiar

    O programa continua destinado a profissionais que trabalham com transporte remunerado individual de passageiros. São contemplados:

    • motoristas de aplicativo;
    • taxistas;
    • cooperativas de taxistas.

    Para motoristas de aplicativo, uma das regras também foi alterada: o período mínimo de cadastro na plataforma de intermediação do serviço caiu de um ano para seis meses.

    Além disso, permanece a possibilidade de destinar até 10% do valor total financiado à aquisição de itens de segurança voltados às necessidades de mulheres que trabalham no transporte de passageiros.

    Base legal atualizada

    A mudança ocorre porque a Lei 15.503/2026 consolidou medidas que anteriormente estavam previstas nas Medidas Provisórias 1.359, 1.363 e 1.366, todas de 2026.

    Com a nova lei, ela passa a ser a base legal das linhas de financiamento destinadas à compra de veículos novos por esses profissionais. A atualização feita pelo CMN busca dar segurança jurídica ao programa e evitar que sua regulamentação continue fazendo referência a uma medida provisória que deixou de vigorar.

    O CMN é formado pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que preside o órgão; pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo; e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira como foi a segunda-feira (14) dos candidatos a presidente

    Confira como foi a segunda-feira (14) dos candidatos a presidente

    A agenda dos candidatos à Presidência da República nesta segunda-feira (14) incluiu reuniões, encontros e atividades de campanha em diferentes estados.

    >> Veja como foi o dia dos presidenciáveis:

    Renan Santos (Missão)
    O candidato Renan Santos iria participar do encontro de presidenciáveis, organizado pela Mathias TV, em São Paulo. O debate foi cancelado.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    O candidato Ronaldo Caiado iria participar do encontro de presidenciáveis, organizado pela Mathias TV, em São Paulo. O debate foi cancelado.

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    O candidato Rui Costa Pimenta dedicou o dia a reunião com a coordenação de campanha e com candidatos do Mato Grosso do Sul, em Dourados (MS).

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema iria participar de encontro de presidenciáveis, organizado pela Mathias TV, em São Paulo. O debate foi cancelado.

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins cancelou compromissos de campanha em Belo Horizonte por causa da forte chuva.

    Wilson Grassi (Democrata)
    O candidato Wilson Grassi concedeu entrevista para a Rádio Líder FM de Pernambuco.

    Augusto Cury (Avante)
    O candidato Augusto Cury participou do 3º Congresso da Associação Paulista de Saúde Integrativa e Bem-Estar (APIBEM), na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).

    Ele esteve em almoço com empresários e participou de reunião na Assembleia de Deus, no bairro do Brás, região central da capital paulista.

    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão esteve em Várzea Grande (MT), onde nasceu, para conceder entrevista a uma rádio local. 

    Ela disse que, em um eventual governo, a prioridade será o cuidados com mulheres e crianças.

    “Eu venho de um estado campeão do feminicídio. Temos um histórico absurdo de violência contra crianças, então realmente a minha pauta número um é o cuidar”, afirmou.

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato Edmilson Costa cancelou a agenda prevista litoral norte de São Paulo em razão das condições climáticas.

    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro cumpriu agenda de campanha em Belém, onde almoçou com apoiadores e participou de motocarreata.

    No início da noite, fez um comício no Complexo Turístico Ver-o-Rio, em Umarizal. O candidato disse que, se eleito, vai revitalizar a rodovia Transamazônica. 

    “Vou regularizar essa questão da terra, de cerca de 22 municípios ao redor da Transamazônica. Vou regularizar essas terras para levar desenvolvimento e oportunidades para essas pessoas”, afirmou.

    Hertz Dias (PSTU)
    O candidato Hertz Dias cumpriu agenda em São Luís, onde concedeu entrevistas a rádios e TVs locais e participou de panfletagem

    Ele defendeu demarcação de terras indígenas e quilombolas para evitar o avanço ilegal do agronegócio e da mineração.

    “Os povos indígenas e quilombolas estão entre os principais defensores das florestas, dos rios e da biodiversidade brasileira. Por isso, defender a demarcação de suas terras também é defender a Amazônia, o Cerrado e todos os biomas ameaçados pela exploração predatória”, disse.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    O candidato Luiz Inácio Lula da Silva não teve agenda pública de campanha.

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética

    >> Assista na TV Brasil

    * Colaboraram Bruno de Freitas Moura (Rio de Janeiro), Luciano Nascimento (São Luís) e redação de São Paulo.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Brasil e EUA voltarão a discutir tarifas em encontro do G20

    Brasil e EUA voltarão a discutir tarifas em encontro do G20

    O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Márcio Elias Rosa, disse nesta segunda-feira (14) que representantes do governo brasileiro vão se reunir com o representante comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), Jamieson Greer, durante o encontro do G20, que ocorrerá nos dias 30 de setembro e 1º de outubro na cidade de Milwaukee, nos Estados Unidos.

    Elias falou rapidamente sobre o assunto com a imprensa após um evento no Palácio do Planalto. Ele não adiantou detalhes sobre o que será tratado no encontro, mas se limitou a dizer que estavam trocando documentos e combinando o encontro entre as duas equipes.

    Tarifaço

    Em julho, o USTR impôs uma sobretaxa de 25% sobre vários produtos provenientes do Brasil. Foram taxados exportadores de ferro e aço, vestuário, calçados, açúcar, etanol, produtos farmacêuticos, maquinário agrícola, máquinas elétricas não voltadas ao setor de aviação, além de outros produtos manufaturados.

    O USTR justificou a tarifa adicional dizendo que certas práticas adotadas pelo Brasil eram descabidas e oneravam ou restringiam o comércio de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores estadunidenses.

    Uma sobretaxa adicional de 12,5% também foi aplicada na sequência sobre mais produtos nacionais, sob a alegação de que o Brasil não adota mecanismos eficazes para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

    Após isso, Rosa e Greer se reuniram, em ambiente virtual, no dia 31 de agosto, para iniciar uma nova etapa de renegociação das tarifas.

    A retomada das tratativas foi acertada durante telefonema entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, ocorrido em 21 de agosto. A conversa durou cerca de uma hora e 20 minutos e, segundo o Palácio do Planalto, ocorreu de forma cordial.

    Os dois líderes abriram um novo canal de diálogo entre Brasília e Washington em meio à disputa comercial provocada pelas tarifas impostas pelo governo norte-americano sobre produtos brasileiros.

    >> Clique aqui e confira a cobertura sobre o tarifaço pela Agência Brasil

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Dólar sobe e fecha perto de R$ 5,15 com aversão a risco

    Dólar sobe e fecha perto de R$ 5,15 com aversão a risco

    O dólar e a bolsa brasileira encerraram a segunda-feira (14) pressionados pela aversão ao risco nos mercados, em um dia marcado pelo avanço do petróleo, incertezas no cenário político doméstico e tensões geopolíticas. A moeda estadunidense aproximou-se de R$ 5,15, enquanto o Ibovespa caiu quase 1%.

    Principais números do dia

    • Dólar à vista: R$ 5,149, alta de 0,49%;
    • Dólar no ano: baixa acumulada de 6,19%.
    • Ibovespa: 185.500,88 pontos, queda de 0,91%;
    • Petróleo Brent: US$ 105,68, alta de 1,02%.

    Dólar reduz alta

    O dólar chegou a subir mais de 1% durante a manhã e atingiu a máxima de R$ 5,183, pouco antes das 11h. A pressão refletiu a valorização da moeda estadunidense no exterior e a busca por ativos considerados mais seguros diante do avanço do petróleo e das tensões geopolíticas.

    A cotação perdeu força durante a tarde, chegando à mínima de R$ 5,1414, depois que declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre possíveis negociações com o Irã reduziram parte das preocupações com a oferta global de petróleo.

    No exterior, o índice DXY, que acompanha o dólar ante seis moedas fortes, avançava 0,41% no fim da tarde, aos 99,508 pontos.

    No Brasil, as incertezas políticas também influenciaram os negócios, em meio à divulgação de pesquisas eleitorais. O mercado também acompanha a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e os desdobramentos das investigações envolvendo o Banco Master. O caso relacionado ao ministro Alexandre de Moraes está previsto para ser analisado pelo plenário do STF nesta terça-feira (15).

    No mercado de juros, a expectativa é de redução do diferencial entre as taxas brasileira e estadunidense. O Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) decidirá sobre os juros nos EUA na quarta-feira (17), enquanto o mercado projeta continuidade do ciclo de cortes da Selic.

    Bolsa recua

    O Ibovespa terminou o pregão em queda de 0,91%, aos 185.500,88 pontos. O índice oscilou entre a mínima de 183.813,36 e a máxima de 187.320,96 pontos. O volume financeiro somou R$ 24,4 bilhões.

    A queda foi pressionada principalmente por ações de mineradoras, num ambiente de recuo dos contratos futuros de minério de ferro negociados na China. O cenário político brasileiro também contribuiu para a instabilidade.

    No exterior, as preocupações com os riscos relacionados ao avanço da inteligência artificial também afetaram o sentimento dos mercados. Em Nova York, o S&P 500 encerrou o dia com queda de 0,48%.

    Petróleo avança

    O petróleo foi um dos principais fatores de pressão sobre os mercados. O Brent para novembro chegou a ser negociado a US$ 109,80 durante a manhã, alta próxima de 5%, após novos ataques contra infraestrutura energética da Arábia Saudita e a navios no Oriente Médio.

    A cotação perdeu força à tarde com a indicação de possíveis negociações entre Estados Unidos e Irã e notícias sobre uma eventual suspensão de ataques à infraestrutura energética entre Rússia e Ucrânia.

    Ainda assim, o barril do tipo Brent, referência para negociações internacionais, terminou o dia a US$ 105,68, alta de 1,02%. O contrato acumula ganhos superiores a 15% em setembro e de aproximadamente 75% no ano.

    A alta do petróleo aumenta as preocupações sobre inflação e pode influenciar as decisões de política monetária das principais economias, mantendo o tema no centro das atenções dos mercados nesta semana.

    *Com informações da Reuters

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Setembro registra recorde de chuva na capital paulista

    Setembro registra recorde de chuva na capital paulista

    Os registros oficiais de chuvas na capital paulista já consideram este mês de setembro como o mais chuvoso desde o início dos registros, em 1943, segundo informações do governo do estado.

    O levantamento, que toma como referência a base de monitoramento do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) no Mirante de Santana, zona norte da capital, registrou 253,8 milímetros (mm) de precipitação até as 9h desta segunda-feira (14).

    A média de chuvas para setembro na região é de 83,3 mm. O recorde anterior era de 243,1 mm, em 1983. Os outros anos considerados excepcionalmente chuvosos foram 1957, com 197,2 mm; 1993, com 206,7 mm; e 2015, com 201,7 mm. 

    Outras regiões do estado também registraram volumes excepcionais de precipitações. Na região de Campinas, entre o dia 1º e 13 de setembro, choveu 257,2 mm. O volume equivale a 3,1 vezes a média mensal de setembro, de 83,7 mm, e também estabelece recorde, na série iniciada em 1961.

    Na região de Registro, que enfrentou alagamentos severos neste final de semana, foram contabilizados 185,3 mm em setembro até o dia 13. O volume coloca setembro de 2026 como o terceiro mês mais chuvoso da série histórica na região, iniciada em 1961.

    Em São José dos Campos, o acumulado chegou a 161 mm, equivalente a 2,1 vezes a média mensal, que é de 76 mm. O volume é o terceiro maior registrado para setembro desde o início da série histórica, em 1977.

    Previsão

    A previsão para os próximos dias é de enfraquecimento e afastamento gradual do sistema, na terça-feira, mas devem ocorrer chuvas ao longo do dia, com pancadas isolada.

    As temperaturas caem em todo o estado devido à maior nebulosidade e à entrada de ar mais frio. Na quarta-feira (14) a chuva deve se restringir ao litoral e será fraca. 

    Mesmo com menores precipitações permanece o risco para alagamentos e deslizamentos, pois o solo está encharcado. Em regiões do Sul do estado, como Eldorado e a Barra do Turvo, alguns bairros seguem alagados.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Move Brasil terá R$ 30 bilhões para crédito de veículos

    Move Brasil terá R$ 30 bilhões para crédito de veículos

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta segunda-feira (14), a lei que institui linhas de crédito no programa Move Brasil para veículos novos.

    O programa viabiliza o financiamento de carros e motos, voltados para taxistas, motoristas de aplicativo, entregadores e motoapps e passa a ser permanente. Agora, o programa também inclui motoristas de transporte escolar.

    O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior explicou que o Move Brasil agora se tornou um programa perene. “O BNDES dispõe de R$ 30 bilhões para gastar ao longo do tempo, de acordo com a demanda das trabalhadoras e trabalhadores”, esclareceu Elias.

    A lei sancionada garante a possibilidade adesão ao programa após o trabalhador de aplicativo completar 6 meses de cadastro ativo em plataforma para motoristas e entregadores. O financiamento pode ser feito para veículos de até R$ 200 mil, com parcelamento em até 84 vezes. Além disso, inclui a possibilidade de comprar veículos utilitários.

    Os juros do financiamento são de 12,6% ao ano para homens e 11,5% ao ano para mulheres. É possível financiar pelo programa carros elétricos e híbridos, além de veículos movidos a etanol e flex (etanol e gasolina). O pedido de habilitação para participar do programa deve ser feito pela internet, no site do Move Brasil.

    “Esse programa tem ganhos em várias frentes. Para os trabalhadores; para a economia do país, com recorde na venda de automóveis; e do ponto de vista ambiental, já que o programa foca em carros elétricos, motos elétricas, em carros híbridos. E que também permite que o trabalhador reduza o custo do seu próprio trabalho com combustível”, disse o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.

    Lula exaltou a possibilidade de um motorista de aplicativo ou um entregador poder comprar o veículo próprio, parar de alugar um carro ou moto e, ao mesmo tempo, trocar o custo do aluguel pela parcela e ainda reduzir o valor pago por mês. “Saber que está construindo um patrimônio, é tudo que o Estado pode fazer”.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Estados e municípios têm limite de crédito para 2026 ampliado

    Estados e municípios têm limite de crédito para 2026 ampliado

    Os estados, o Distrito Federal e os municípios poderão contratar mais operações de crédito em 2026. Em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou em R$ 2 bilhões o limite global anual de crédito autorizado pelo órgão, que passa de R$ 26,625 bilhões para R$ 28,625 bilhões.

    Na prática, a medida cria mais espaço para que governos estaduais e municipais contratem empréstimos para financiar projetos e investimentos dentro das regras fiscais estabelecidas para 2026. As operações podem ter ou não garantia da União.

    De onde vem

    O aumento não representa uma nova despesa federal. O espaço foi obtido a partir de um levantamento da Secretaria do Tesouro Nacional com entes que participam de programas de ajuste fiscal.

    O levantamento identificou cerca de R$ 7,87 bilhões em espaço fiscal que não tinham previsão de utilização até o fim de 2026.

    Desse total:

    • R$ 3 bilhões haviam sido remanejados anteriormente;
    • R$ 4,87 bilhões permaneciam disponíveis;
    • Agora, R$ 2 bilhões desse saldo foram destinados aos novos limites de crédito.

    Segundo o CMN, o remanejamento ocorreu porque os limites para crédito dos governos subnacionais estavam próximos do esgotamento.

    Novos limites

    A resolução aumenta dois sublimites específicos. Sublimite é, nesse caso, uma parcela do limite total reservada para determinado tipo de operação.

    Os valores passam a ser:

    • Com garantia da União: de R$ 7 bilhões para R$ 8,5 bilhões;
    • Sem garantia da União: de R$ 6 bilhões para R$ 6,5 bilhões.

    Assim, os dois grupos somam R$ 15 bilhões em limites para estados, Distrito Federal e municípios.

    A garantia da União significa que o governo federal assume determinadas obrigações caso o ente público não honre a dívida, o que pode reduzir o risco da operação e facilitar a obtenção do crédito.

    Outros limites

    A decisão não altera os demais sublimites previstos pelo CMN. Permanecem os seguintes valores:

    • Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): R$ 2,8 bilhões com garantia da União e R$ 2,2 bilhões sem garantia;
    • Correios: R$ 8 bilhões;
    • Órgãos e entidades da União: R$ 625 milhões.

    A resolução entra em vigor na data de sua publicação.

    O que é CMN

    O Conselho Monetário Nacional é o órgão responsável por formular diretrizes gerais das políticas monetária, creditícia e cambial do país.

    Presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o colegiado também é composto pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • IBGE acionará PF e AGU contra fake news sobre pesquisa de saúde

    IBGE acionará PF e AGU contra fake news sobre pesquisa de saúde

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou nesta segunda-feira (14) que acionará a Polícia Federal e a Advocacia-Geral da União (AGU) para investigar a divulgação de fake news na internet sobre a Pesquisa Nacional de Saúde (PMS 2026).

    O IBGE identificou um movimento espalhando informações falsas nas redes sociais, sugerindo que o levantamento serviria para montar “um banco de DNA estatal”, o que o órgão repudia.

    Em nota, o instituto explicou que a pesquisa faz coleta de sangue e urina para exames “exclusivamente para os objetivos de pesquisa”. Informou ainda que os materiais “serão descartados ao final”. Com a coleta, investiga, por exemplo, níveis de glicose, colesterol e creatinina na população.

    Segundo o órgão de estatística, a desinformação que circulou nas redes, nos últimos dias, impacta a operação de coleta em todo o país e, “por isso, os responsáveis precisam ser identificados”, defendeu o IBGE, justificando o acionando dos órgãos federais.

    Terceira edição

    Ao informar que o material biológico é utilizado somente para produzir indicadores de saúde, o IBGE explicou ainda que a pesquisa é realizada em parceria com o Ministério da Saúde e busca contribuir para ações de planejamento de ações de prevenção, serviços e campanhas de vacinação, além da promoção de alimentação saudável.

    Esta é a terceira edição da Pesquisa Nacional de Saúde. O levantamento começou em julho e pretende visitar 140 mil domicílios para coletar informações sobre hábitos de vida e acesso a serviços de saúde.

    Os agentes também irão medir peso, aferir a pressão arterial e conferir a altura de alguns entrevistados, até o final de novembro.

    Segundo o IBGE, a coleta de sangue e de urina por profissionais qualificados vai abranger de 15 mil a 20 mil pessoas, com 35 anos ou mais.

    “Quando uma pessoa participa da PNS 2026, ela não responde apenas a uma pesquisa: contribui para que o Brasil conheça melhor sua população e possa planejar, hoje e no futuro, cuidados de saúde alinhados às necessidades dos brasileiros”, disse o órgão, na nota.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • SUS amplia cobertura da vacina Pneumo 20 para maiores de 85 anos

    SUS amplia cobertura da vacina Pneumo 20 para maiores de 85 anos

    Idosos com 85 anos ou mais já podem se vacinar com a pneumocócica 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante começou a ser distribuído este mês pelo Ministério da Saúde e a meta é vacinar pelo menos 90% do público alvo.

    A pneumocócica 20-valente conjugada (pneumo 20) protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, causadora de infecções como pneumonia e meningite. Essas infecções costumam ser mais graves em pessoas idosas, por causa do processo natural de envelhecimento do sistema imunológico. 

    Segundo o Ministério da Saúde, em 2025, a taxa de hospitalizações por pneumonia em pessoas com mais de 80 anos foi de 2.902,7 por 100 mil. A taxa de mortalidade foi de 743,1 por 100 mil.

    Vacinação em crianças

    Em junho deste ano, o SUS já havia incorporado a pneumo 20 no Calendário Nacional de Vacinação para crianças menores de 5 anos. Desde então, mais de 1 milhão de crianças foram imunizadas. 

    Serviço

    Para vacinar é preciso levar documento de identidade que comprove a idade. Não é necessária prescrição médica.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original