Categoria: Política

  • Leonardo Avalanche quer reduzir impostos e zerar fila do SUS

    Leonardo Avalanche quer reduzir impostos e zerar fila do SUS

    O programa de Leonardo Avalanche, do PRTB, para o cargo de presidente da República propõe o que chama de reconstrução nacional, com a promessa de transformar o Brasil em uma “economia mais dinâmica, produtiva e voltada ao empreendedorismo.” O plano propõe, entre outros pontos, reduzir impostos e zerar a fila do Sistema Único de Saúde. 

    >> Veja a íntegra do documento:

    A Agência Brasil publica até domingo (20) matérias com os programas de governo de todos os candidatos à Presidência nas eleições deste ano. Os textos serão liberados seguindo a ordem alfabética do nome do candidato. Nesta sexta-feira (18), serão publicadas as matérias referentes aos candidatos Flávio Bolsonaro, Hertz Dias, Leonardo Avalanche e Luiz Inácio Lula da Silva.

    Outro ponto previsto no plano de governo de Leonardo Avalanche é a doação de um smartphone aos brasileiros que concluírem um curso de empreendedorismo proposto pelo governo. O programa cita o modelo iPhone “de última geração com um ano de internet gratuita”. O argumento é possibilitar que o aparelho seja usado como ferramenta de trabalho. Segundo o programa, os recursos para viabilizar a proposta viriam do dinheiro gasto pelo governo federal com publicidade.

    Economia

    No eixo econômico, o programa de Leonardo Avalanche, que substituiu Pablo Marçal na corrida eleitoral, propõe uma redução progressiva da carga tributária sobre produção, investimentos e geração de empregos, e simplificação do sistema tributário. A principal proposta é criar uma espécie de impostão substituindo os atuais ICMS, ISS, IPI, PIS, Cofins, IOF, IRPJ, CSLL, IRPF, INSS (patronal e do trabalhador), em um imposto único com alíquota de 3,5%.

    O programa propõe ainda o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), de competência estadual, em uma taxa fixa de R$ 50 mensais para todos os veículos e isenção nacional de IPVA para o caminhoneiro. O programa do candidato diz ainda que vai criar um programa de financiamento facilitado os motoristas de aplicativo, com isenção total de imposto sobre o veículo financiado. Além disso, Leonardo Avalanche pretende criar pontos de apoio pelas cidades e quer negociar diretamente com as plataformas para baixar a taxa do aplicativo sobre o motorista para 3,5%.

    Saúde

    No âmbito da saúde, o programa de Leonardo Avalanche propõe zerar a fila do Sistema Único de Saúde por meio de mutirões de atendimento aliados a programas de telemedicina e parceria com hospitais privados ociosos para absorver demanda reprimida. O candidato também disse que vai instalar um sistema de inteligência artificial (IA) para monitorar em tempo real o estoque de medicamentos em hospitais, postos de saúde e unidades básicas de Saúde de todo o país.

    Leonardo Avalanche também disse que, em um eventual governo, vai criar programas de prevenção de doenças voltados às jovens, incluindo orientação pra evitar gravidez precoce, ampliação do acesso a ginecologistas mulheres pra realização de exames preventivos regulares, e garantia de anticoncepcionais adequados ao perfil de cada mulher. Para os idosos, a promessa é ampliar a atenção a esse segmento.

    Segurança

    Em relação à segurança, o programa propõe o uso intensivo de tecnologias, como câmeras de monitoramento e o reconhecimento facial. Leonardo Avalanche também diz que vai colocar mais policiais nas ruas. O programa prevê a criação de um Sistema Único Nacional de Segurança que funcionaria em conjunto com tecnologia de reconhecimento facial.

    Educação e primeiro emprego

    Na área da educação, o programa também propõe o uso intensivo de IA no ensino dos jovens, com foco no empreendedorismo. “Na prática: uso de inteligência artificial para personalizar o ensino no ritmo de cada aluno, currículo com foco em educação financeira, tecnologia e empreendedorismo desde o ensino fundamental — dentro da escola pública. A ideia é preparar o jovem para o primeiro emprego, não só para o vestibular.

    O documento diz ainda que vai criar o programa Abraço Azul para atender a crianças autistas, com direito a profissional com formação certificada, contratado de forma efetiva em escolas e creches. Outro ponto é o apoio a regulamentação do chamado homeschooling no país.

    Para a juventude, o programa prevê a criação de um programa batizado de Meu Primeiro Emprego, que prevê que o governo complete o salário para empresas poderem treinar e efetivar os jovens nos empregos. Outro ponto é a possibilidade de criação de um programa de crédito nacional de qualificação para jovens a partir de 25 anos.

    Tecnologia, indústria e agricultura

    Na tecnologia, o programa do PRTB diz que pretende tornar o Brasil, ao longo dos próximos anos, o maior polo tecnológico do mundo. O centro dessa proposta é o incentivo fiscal para a criação de empresas de tecnologia, parcerias internacionais, e retomada forte do investimento em pesquisa científica por meio da recomposição do orçamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

    O programa prevê incentivos para o setor da indústria ligado ao agronegócio, incluindo a de fertilizantes e insumos agrícolas. O programa prevê desoneração — ou seja, redução e isenção de imposto. “Especificamente para quem produz e transforma matéria-prima dentro do Brasil, incentivo à instalação de indústrias de beneficiamento mineral com prioridade estratégica para nióbio e terras raras, crédito facilitado pra indústria nacional crescer.” Estão previstos incentivos semelhantes para a indústria automobilística, com desoneração e incentivo à produção nacional de veículos e autopeças, com foco em tecnologia própria e cadeia de fornecedores brasileira.

    Além disso, o plano propõe a criação de linhas específicas de crédito para agricultores por porte, com regra própria para o pequeno, médio e grande produtor. O documento também diz que, em um eventual governo, vai aumentar os recursos para o setor de defesa, com o uso de drones de vigilância cobrindo a Amazônia inteira, monitorando em tempo real desmatamento ilegal e o garimpo clandestino. O documento defende ainda o incentivo ao aumento das ferrovias nas mãos de operadores privados e aumento das hidrovias.

    Violência contra mulheres e crianças

    Para as mulheres, o programa defende a tolerância zero com violência doméstica e feminicídio, com “fiscalização real de medida protetiva, resposta rápida da polícia em caso de descumprimento”. Diz ainda que vai aumentar a rede de proteção, expandindo o número de casas de acolhimento para todo o país, e propõe a criação de um órgão para apurar o assédio contra as mulheres no trabalho.

    Em relação ao enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, o programa prevê criar um programa nacional de identificação ativa, capaz de reconhecer quando imagem ou vídeo de criança em situação de abuso ou de cunho sexual estiver circulando na internet, além de prometer cobrar multa e tirar do ar imediatamente os sites e plataformas que lucram com exploração infantil.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Fim da escala 6×1 e de privatizações é prioridade de Hertz Dias

    Fim da escala 6×1 e de privatizações é prioridade de Hertz Dias

    O enfrentamento à dominação do país por grandes monopólios capitalistas, assim como o fim da escala 6X1 – sem redução de salários, jornada de trabalho de 36 horas –, e a revogação das reformas trabalhista e da Previdência estão entre os principais pontos defendidos pelo professor, integrante do movimento hip-hop, de movimentos sociais e candidato do PSTU à Presidência da República, Hertz Dias.

    >> Veja a íntegra do documento:

    A Agência Brasil publica até domingo (20) matérias com os programas de governo de todos os candidatos à Presidência nas eleições deste ano. Os textos serão liberados seguindo a ordem alfabética do nome do candidato. Nesta sexta-feira (18), serão publicadas as matérias referentes aos candidatos Flávio Bolsonaro, Hertz Dias, Leonardo Avalanche e Luiz Inácio Lula da Silva.

    O plano de governo do candidato do PSTU também prevê a reindustrialização, o fim das privatizações de diversos setores – como metrôs, estradas e ferrovias, e a reestatização de empresas. O documento parte da constatação de que, apesar de ser uma das maiores economias mundiais, o Brasil é um dos países com a maior desigualdade no mundo, com dois terços da população vivendo com até dois salários mínimos.

    Isso aliado ao fato de o partido considerar que o país sofre um processo de retrocesso e recolonização a partir da dominação imperialista das potências capitalistas, o que tem levado o Brasil a um caminho crescente de desindustrialização, com empobrecimento, precarização do trabalho e manutenção de salários baixos, em meio ao aumento na violência urbana e privatização dos serviços públicos. 

    Para resolver esse conjunto de questões, o partido propõe como base a construção de um governo dos trabalhadores por meio de uma plataforma que conjuga direitos trabalhistas, serviços públicos, medidas de impacto na estrutura econômica, assim como políticas voltadas à população negra, mulheres, LGBTQIA+ e povos tradicionais. “Queremos que a própria classe trabalhadora e seus aliados governem diretamente a sociedade, organizem a economia, controlem as riquezas do país e decidam os rumos políticos da nova sociedade”, diz o programa. 

    Economia

    Por isso, o documento propõe o fim dos benefícios fiscais e tributários às grandes empresas, a tributação fortemente progressiva sobre lucros empresariais, a taxação ampliada sobre remessas de capital ao exterior e o imposto progressivo sobre as grandes fortunas, que possuem de R$ 1 bilhão para cima. Outro ponto é a limitação em 25% da distribuição de dividendos das grandes empresas privadas remanescentes, com reinvestimento obrigatório do excedente produtivo no território nacional e a expropriação integral da produção nacional de ouro e metais preciosos estratégicos, com incorporação automática às reservas cambiais públicas. O objetivo é reduzir a dependência das reservas em dólar e títulos estrangeiros.

    Trabalho e renda

    O candidato propõe ainda a defesa ampla dos trabalhadores com redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais, sem redução de salários, o fim da escala 6×1 e da pejotização,das terceirizações e das demissões associadas à redução da jornada. O programa também prevê um plano nacional de obras públicas voltado à geração de empregos, universalização do saneamento básico, construção de escolas, hospitais, creches, o aumento de 100% do salário mínimo, visando chegar ao valor calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), bolsa equivalente a um salário mínimo para trabalhadores desempregados, fim da terceirização, a revogação das reformas trabalhista e da Previdência e a reestatização de empresas privatizadas.

    O programa também aborda a situação dos trabalhadores de aplicativo, destacando que as plataformas digitais mudaram o mercado de trabalho, mas que os apps transferem todos os riscos da atividade econômica e pagando ainda valores ínfimos aos trabalhadores. O documento propõe o reconhecimento do vínculo empregatício; garantia de todos os direitos: previdência, férias, décimo terceiro salário, descanso remunerado, seguro contra acidentes, licença-maternidade, piso salarial para carga horária mínima logada de 36 horas e remuneração mínima por corrida/entrega ou serviço prestado para jornadas menores que 36 horas.

    Demarcação de terras indígenas e quilombolas

    O candidato defende ainda a demarcação de terras indígenas e quilombolas, desapropriação das áreas utilizadas para especulação fundiária – incluindo terras públicas devolutas, latifúndios improdutivos, áreas griladas, terras concentradas em monoculturas voltadas à exportação, propriedades subutilizadas e áreas sob controle do capital financeiro. Outro ponto é o fim dos subsídios públicos bilionários ao grande agronegócio e aos monopólios e a expropriação das grandes propriedades rurais e das empresas do agronegócio, retirando o controle da produção do grande capital e das multinacionais, sem indenização aos grandes grupos e sob controle dos trabalhadores rurais.

    Mulheres

    Para as mulheres, o programa defende a igualdade de salários, prioridade de acesso ao emprego e às políticas públicas para trabalhadoras, principalmente as mais precarizadas, creches e escolas públicas, gratuitas e em tempo integral para todas as crianças, como condição para a independência das mulheres. O programa defende também o aborto legal, seguro e gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), licença parental de um ano, compartilhada entre responsáveis, delegacias especializadas abertas 24 horas, casas-abrigo e rede de atendimento conforme a demanda. Política similar é defendida para o segmento LGBTQIA+;com investimento na saúde especializada, direito à terapia hormonal e à cirurgia de redesignação pelo SUS, com acompanhamento adequado, políticas de prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (IST) e tratamento para pessoas com HIV, especialmente nas periferias.  

    Negros 

    No que diz respeito à questão racial, o candidato propõe a titulação dos territórios quilombolas, a expropriação, sem indenização, de fazendas do agronegócio que atuem sobre territórios indígenas e quilombolas, além da manutenção e ampliação das cotas para pessoas negras nas universidades e no serviço público. O programa defende ainda o combate à intolerância contra religiões de matriz africana e a implementação do ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena em toda a rede de ensino.

    Além disso, prevê punições para empregadores que estimulem ou tolerem práticas racistas e traz medidas específicas para as mulheres negras, com prioridade no que diz respeito ao acesso a emprego, renda, combate à superexploração das trabalhadoras negras e garantia de direitos às trabalhadoras domésticas.

    Segurança pública

    O programa relaciona ainda a questão racial à violência contra a população negra, no debate sobre segurança pública. A principal medida proposta é a desmilitarização da Polícia Militar, com a unificação das polícias sob controle dos trabalhadores. O documento propõe ainda o o fim da criminalização de manifestações culturais periféricas, como funk e batalhas de rima, o fim da privatização dos presídios e a revogação da Lei Antidrogas.

    Para o candidato, o combate ao crime organizado, às máfias, às milícias, às facções e demais organizações criminosas deve ocorrer por meio da investigação, inteligência e desarticulação de seus negócios, com foco em atingir o patrimônio, as fontes de financiamento e as relações com agentes públicos, políticos, empresários e, especialmente, com o sistema financeiro, “em vez de realizar operações militares que vitimam principalmente a população trabalhadora.”

    Saúde

    No campo da saúde, o candidato se posiciona por um sistema de saúde 100% público e estatal para garantir saúde pública universal. Para tanto, Hertz Dias propõe o fim da privatização e da gestão privada da saúde – o que inclui organizações sociais, fundações, parcerias público-privadas, proibição da transferência de leitos públicos para planos privados, ampliação do investimento público em saúde, com prioridade para a atenção básica. O programa defende ainda a produção pública de medicamentos e insumos estratégicos e a integração entre saúde e saneamento, para enfrentar doenças relacionadas à falta de infraestrutura.

    Educação

    Na área educacional, a defesa também é por uma educação pública de qualidade. O candidato defende o fim das parcerias público-privadas e terceirizações, a revogação da Base Nacional Comum Curricular e do Novo Ensino Médio, além da ampliação de creches, escolas e universidades públicas. Outro ponto é a valorização dos profissionais da educação, permanência estudantil e oposição à militarização das escolas.

    Transporte e habitação

    No transporte público, o candidato propõe a adoção da tarifa zero, com transporte público estatal, sob controle público e dos trabalhadores, reversão das concessões privadas, fim da privatização de metrôs, estradas e ferrovias. Além disso, propõe o fim dos subsídios públicos às empresas privadas de transporte, com ampliação e integração da rede (ônibus, metrô, trem). Já para a moradia, a principal proposta é a construção massiva de moradias populares e infraestrutura por empresa pública de obras aliada à urbanização das periferias e comunidades populares, e à expropriação dos imóveis urbanos abandonados, ociosos ou destinados exclusivamente à especulação imobiliária. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Flávio Bolsonaro propõe enxugar Estado e endurecer ações de segurança

    Flávio Bolsonaro propõe enxugar Estado e endurecer ações de segurança

    O candidato a presidente da República Flávio Bolsonaro (PL) apresentou um plano de governo marcado por propostas de enxugar o Estado, digitalizar a economia, retomar desestatizações, além de enfrentar o crime por meio do aumento de penas e do encarceramento. 

    >> Veja a íntegra do documento:

    A Agência Brasil publica até domingo (20) matérias com os programas de governo de todos os candidatos à Presidência nas eleições deste ano. Os textos serão liberados seguindo a ordem alfabética do nome do candidato. Nesta sexta-feira (18), serão publicadas as matérias referentes aos candidatos Flávio Bolsonaro, Hertz Dias, Leonardo Avalanche e Luiz Inácio Lula da Silva.

    Chamado de Para o Brasil Vencer o Atraso, o plano de governo de Flávio Bolsonaro tem 76 páginas com propostas divididas em nove eixos. No último eixo, o Brasil que Não Volta Atrás, o candidato revela como estruturará, economicamente, suas propostas. Ele afirma que fará um “tesouraço” nos gastos públicos, reforma administrativa – com corte de dez ministérios, cargos comissionados e despesas –, ao lado da revisão do pacto federativo, com estados e municípios. Ele propõe um governo próximo ao de seu pai, Jair Bolsonaro, que foi presidente do país entre os anos de 2019 e 2022.

    Segurança

    O programa de Flávio Bolsonaro começa listando ações de segurança. No documento, informa que pretende declarar facções criminosas e milícias organizações narcoterroristas. Como forma de combater a entrada de drogas no país, uma parte dos negócios do crime, ele também promete uma “tropa de elite” das Forças Armadas que irá para patrulhar as fronteiras. Ele sugere ainda a redução da idade penal de 18 para 14 anos, punindo maiores de 14 anos por crimes como estupro, tráfico, tortura e assassinato, classificados pelo Código Penal como crimes hediondos.

    Economia

    Por meio de propostas de redução de impostos de energia elétrica e de combustíveis, além da revisão da reforma tributária, o candidato também pretende incentivar o consumo das famílias. Ele apresenta como a principal medida da gestão o corte de gastos públicos, com a intenção de forçar a queda de juros no país.

    Ele sugere ainda criar corredores logísticos, para baratear o transporte, principalmente de alimentos, aumentar a capacidade de armazenamento de safras do agronegócio e apoiar a produção nacional de fertilizantes.

    Saúde

    Por meio da tecnologia, Flávio Bolsonaro promete também digitalizar serviços públicos, reduzindo a burocracia e economizando tempo dos brasileiros. Ele pretende começar pelos prontuários de saúde e propõe o compartilhamento do documento, com dados pessoais de pacientes, com os hospitais privados. O texto fala ainda em “manter a imunização”. O programa ainda prevê oferecer atendimento em saúde por telefone ou aplicativo, em regiões com falta de médico ou com longas filas de espera por especialistas.

    Educação

    Já no eixo Brasil que Prepara, que trata sobre a educação, o candidato afirma que mudará o método de alfabetização que relaciona o fonema à letra para o método fônico, que faz associações ao som, além de propor um voucher, uma espécie de cheque, para famílias poderem pagar mensalidades em creches privadas.

    No ensino básico, há propostas de remuneração de alunos para que deem aulas de reforço aos colegas. Não há medidas listadas para o ensino médio, o candidato propõe somente a ampliação da oferta de cursos técnicos “para atender ao mercado”.

    Para a educação, ele também pretende criar mais escolas cívico-militares; incluir nos currículos competências para a economia digital, além de robótica; abrir escolas nas férias; e passar a educação superior do Ministério da Educação para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

    Meio Ambiente

    Apesar de não reconhecer a existência de uma crise climática com aumento de eventos extremos no mundo, o plano traz medidas para a área ambiental. A maior parte delas tem o objetivo de flexibilizar o licenciamento ambiental.

    No plano, ao tratar de energia, tema que é econômico, mas tem impactos ambientais, a aposta é a exploração de combustíveis fósseis, entre os mais poluentes, ao lado da ampliação da produção de petróleo e gás, assim como a liberação do fracking (método de extração de recursos por meio da perfuração do solo).

    O programa propõe “eliminar superposições” de atribuições de órgãos como a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

    Para o meio ambiente, o documento propõe ainda permitir o autolicenciamento, em situações de decurso de prazo para emissão de licenças; dar incentivos para a produção de combustível sustentável de aviação; e acelerar projetos de mineração com ampliação do capital estrangeiro.

    Saneamento e habitação

    Na área de saneamento básico, o candidato quer acelerar concessões e parcerias privadas para atender à população. Desta forma, ele também pretende levar água às escolas e fechar lixões a céu aberto.

    Para disponibilizar mais moradias, outra intenção é retomar o Programa Casa Verde e Amarela, com o objetivo de erguer 2,5 milhões de residências, que serão vendidas com “a menor taxa de juros possível”. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Veja como foi a quinta-feira (17) dos candidatos a presidente

    Veja como foi a quinta-feira (17) dos candidatos a presidente

    A agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (17) incluiu caminhadas, carreatas e visitas a feiras e instituições. 

    >> Veja como foi o dia dos candidatos a presidente 

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins fez uma caminhada pela região central de São Paulo.

    Wilson Grassi (Democrata) 
    O candidato Wilson Grassi esteve na sede da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), em São Paulo, onde assinou Termo de Compromisso de Presidente Amigo da Criança.

    Ele visitou a ONG Cão Sem Dono, em Itapecerica da Serra, região metropolitana da capital paulista, e uma fábrica de móveis veterinários.

    Augusto Cury (Avante)
    O candidato Augusto Cury esteve, em São Paulo, na Associação Paulista de Imprensa. 

    Em entrevista, ele defendeu uma auditoria no Brasil e no exterior dos algoritmos da Meta (dona do Facebook, Instagram e Whatsapp). Para o candidato, os algoritmos estimulam a polarização política atual.

    “Eu sou a favor da liberdade de expressão. A questão não é regular as redes sociais, é abrir o algoritmo. Ele tem que ser aberto”, disse.

    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão fez campanha em Toritama (PE), onde visitou a feira local e concedeu entrevista para uma rádio regional. Ela também esteve em Santa Cruz do Capibaribe, onde visitou a feira da cidade.

    A candidata defendeu valorização dos empreendedores.

    “O empreendedor é quem gera riqueza para esse país e ele deve ser valorizado. Temos que reduzir o custo de vida para o brasileiro, para deixar a energia e a água mais barata”, disse.

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato Edmilson Costa (PCB) participou de caravana na cidade de São José do Rio Preto (SP).

    Ele defendeu a estatização do sistema bancário.

    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro cumpriu agenda de campanha em Vitória da Conquista (BA). Ele participou de uma carreata e um comício.

    Flávio Bolsonaro disse que, se eleito, pretende criar linha de crédito mais barata e com maior prazo de paga

    “O governo vai ter uma linha de crédito mais barata, com mais tempo para pagar. A gente vai organizar as contas. E vai ser vantajoso você empreender, porque meu sonho é reduzir a carga tributária”, disse.

    Hertz Dias (PSTU)
    O candidato Hertz Dias fez panfletagem em bairros tradicionais de São Luís.

    Ele defendeu a redução dos preços dos alimentos e aumento geral dos salários.

    “Não é aceitável que um país que produz tanta riqueza, tenha trabalhadores que precisam escolher entre comprar comida, pagar aluguel ou quitar contas básicas. Defendemos um aumento geral dos salários para garantir condições dignas de vida para quem trabalha”, disse.

    Leonardo Avalanche (PRTB) 
    O candidato Leonardo Avalanche não divulgou compromissos de campanha. 

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    O candidato Luiz Inácio Lula da Silva realizou ato de campanha em Montes Claros (MG).

    Em entrevista à Rádio Itatiaia, ele prometeu, se reeleito, manter a política de valorização do salário mínimo com reajustes acima da inflação.

    “A gente vai continuar dando ajuste de salário mínimo para aposentado, porque é o mínimo necessário para sobreviver. Eu não vou penalizar os pobres para beneficiar os ricos”, disse.

    Sobre o programa Bolsa Família, Lula defendeu que os beneficiários vão deixando o programa de transferência de renda quando “melhoram de vida”.

    Renan Santos (Missão)
    O candidato Renan Santos fez carreata em Chapecó (SC), Passo Fundo (RS) e Caxias do Sul (RS).

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema concedeu entrevista ao Jornal do SBT.

    Ronaldo Caiado  (PSD)
    O candidato Ronaldo Caiado fez campanha na cidade de São Paulo, onde caminhou pela Rua 25 de Março.

    Em entrevista, ele disse que, caso eleito, pretende unificar dados estratégicos do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), da Receita Federal, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Polícia Federal (PF) para combater o crime organizado.

    “O Ministério da Segurança Pública vai ter a ligação com o Coaf. Vai ter acesso 100% à Receita Federal. Vai ter toda a inteligência da Polícia Federal e do CVM. Isso tudo migra por um caminho chamado inteligência artificial, que vai juntar todos esses dados e vai apontando caso a caso e vai tirando esse tecido podre da sociedade”, disse.

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    O candidato Rui Costa Pimenta participou do programa Análise Internacional, transmitido pelo canal do Diário Causa Operária, no YouTube.

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    * Colaboraram Douglas Correa (Rio de Janeiro), Luciano Nascimento (São Luís), redação de São Paulo e Rádio Nacional

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Justiça Eleitoral rejeita cerca de 1,2 mil registros de candidatura

    Justiça Eleitoral rejeita cerca de 1,2 mil registros de candidatura

    A Justiça Eleitoral já indeferiu cerca de 1,2 mil registros de candidaturas às eleições gerais de outubro. De acordo com dados do sistema de candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são 335 registros indeferidos definitivamente e 869 que ainda podem ser contestados por meio de recursos às instâncias superiores.

    O levantamento do TSE mostra que o descumprimento de requisitos formais previstos na legislação eleitoral é o principal motivo dos indeferimentos. Na sequência, aparecem a falta de condições de elegibilidade, ilegalidades na convenção partidária e a ausência de incompatibilização com o cargo público.

    Segundo o tribunal, cerca de 99% dos pedidos de registro de candidatura já foram analisados pela Justiça Eleitoral em todo o país. Ao todo, foram apresentados 20,9 mil pedidos.

    Eleições

    O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro. Serão eleitos deputados federais, deputados estaduais e distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

    O segundo turno está marcado para o dia 25 e poderá ocorrer nas disputa para os cargos de governador e presidente.

    A segunda votação será realizada caso nenhum candidato alcance mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, excluídos os votos em branco e os nulos.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Pesquisa aponta que solidão e exaustão ampliam abstenção nas urnas

    Pesquisa aponta que solidão e exaustão ampliam abstenção nas urnas

    Mais do que desiludidas com a política, eleitores deixam de votar, ano após ano, no Brasil, por se sentirem exaustas e solitárias. A constatação é da Pesquisa Termômetro do Bem Viver, realizada por um projeto da Plataforma Avaaz em parceria com o Datafolha, divulgada esta semana.

    Inédito, o estudo relacionou a ausência de vínculos comunitários e de contato com a natureza ao desinteresse na política, apontando esses fatores para explicar a ausência nas urnas.

    Cerca de 30 milhões de eleitores – praticamente um em cada três – deixaram de votar, nos últimos pleitos. Por trás da abstenção, em geral, a pesquisa encontrou o que chamou de epidemia de solidão, esgotamento mental e dependência digital. 

    Por outro lado, o estudo revelou que brasileiros “vinculados” consideram a democracia inegociável.

    “Descobrimos que os ‘desvinculados’ estão em ciclo muito destrutivo”, explicou a diretora do Projeto Desapocalíptica, do Avaaz, Nana Queiroz.

    Segundo Nana, esse público busca a TV e as as redes sociais “como uma espécie de anestesia para essa exaustão”.

    A diretora pontuou ainda que as redes sociais no país mantém pessoas em “bolhas” – círculo de usuários com opiniões semelhantes – além de alimentar “uma cultura de ódio”. Nesses casos, elas se sentem mais isoladas, desesperançosas ou culpadas por perderem tanto tempo nas redes sociais ou da TV.

    “Quando essas pessoas se vêem assim culpadas, exaustas e isoladas, elas acham que elas não têm poder de transformar o coletivo e é por isso que elas estão parando de votar”, analisou.

    “Desvinculados”

    Quase metade dos brasileiros identificados com esse comportamento (47%) foram classificados na pesquisa como “desvinculados”. Segundo a investigação, são indivíduos que já deixaram de votar ou votam raramente. Três em dez desistiram totalmente de votar por essa falta de vínculo.

    A juventude é quem mais se encaixa neste perfil. De acordo com a Termômetro do Bem Viver, os jovens entre 18 e 34 anos são 44% dos desvinculados, sinalizando para a necessidade de ação. Apenas dois a cada dez jovens afirmam ter uma conexão comunitária e se sentir bem.

    Nana Queiroz chama atenção para as jornadas de trabalho extenuantes, como a 6×1, que reduzem o tempo de lazer e para cultivar uma rede.

    Bem Viver

    Para recuperar o vínculo, a recomendação é desenvolver as chamadas políticas de Bem Viver. Essas são ações que promovem também contato com a natureza, acesso à cultura, lazer e a cidades mais acessíveis, no geral, cita Nana.

    “Dar bom dia para uma pessoa na padaria já influencia o seu nível de felicidade”, informou a diretora.

    O contato com o meio ambiente é visto ainda como restaurador de saúde mental, principalmente, em casos de ansiedade e tédio dos mais jovens.

    Ações para conter a dependência digital também são necessárias. De acordo com ela, um exemplo bem sucedido é o ECA Digital, que enfrentou o design viciante das plataformas, a rolagem infinita e os conteúdos inadequados para crianças e adolescentes.

    “Se você quiser reconquistar essas pessoas, trazer às urnas, é preciso criar políticas que alterem a vida real delas, para que sintam que o voto tem um impacto real na vida delas”, frisou Nana. 

    A Termômetro do Bem Viver foi realizada com base em metodologia estrangeira, propondo olhar indicadores de qualidade de vida menos frequentes nas pesquisas com enfoque econômico e que investigam mais o acesso ao consumo, conforto material e o próprio desempenho da economia.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Gasto com polícia é 5 mil vezes custo de políticas para egressos

    Gasto com polícia é 5 mil vezes custo de políticas para egressos

    O gasto com polícias nos estados brasileiros corresponde a mais de 5 mil vezes o valor destinado a políticas para pessoas egressas do sistema prisional. Para cada R$ 5.423 gastos com as polícias em 2025, R$ 1.169 foram destinados ao sistema prisional e apenas R$ 1 a políticas exclusivas para egressos.

    É o que aponta a nova edição da pesquisa “O Funil de Investimentos da Segurança Pública nos Estados Brasileiros”, realizada pelo centro de pesquisa Justa e que será apresentada nesta quinta-feira (17) no 20º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

    O estudo analisou como os governos estaduais, de 26 unidades federativas, distribuem os recursos destinados às polícias, ao sistema prisional e às políticas voltadas para egressos. O Acre não forneceu dados para o estudo.

    Na comparação com a edição anterior do estudo, que analisou dados de 2024, a desigualdade dessa distribuição de recursos se intensificou. Na ocasião, para cada R$ 4.877 destinados às polícias, foram R$ 1.221 para o sistema penitenciário e R$ 1 para políticas exclusivas para os egressos.

    O resultado demonstra a concentração dos recursos na porta de entrada do sistema de justiça criminal e uma distribuição de recursos estruturada como um funil de investimentos. Segundo a coordenadora de pesquisas do Justa, Taciana Santos, a priorização orçamentária das polícias não necessariamente resulta em mais segurança para a população.

    “Esse crescimento de gasto com polícias está associado ao crescimento da bancada da bala e do populismo penal na política, como observamos pelo número de candidatos que se elegem instrumentalizando a insegurança como principal bandeira eleitoral”, avaliou Taciana.

    Orçamento das polícias

    Os gastos com as polícias nos estados analisados passaram de R$ 87,5 bilhões, em 2024, para R$ 103,5 bilhões em 2025. Mesmo dentro das corporações, há desproporcionalidade na distribuição dos recursos. As Polícias Militares (PM), responsáveis pelo patrulhamento e policiamento ostensivo, concentraram R$ 60,7 bilhões, o que equivale a 58,6% da verba das polícias.

    Já as Polícias Civis, encarregadas das investigações de crimes em geral, gastaram R$ 22,2 bilhões (21,5%), enquanto as Polícias Técnico-Científicas, que realizam atividades como perícia e produção de provas, receberam R$ 2,8 bilhões (2,7%). Os R$ 17,8 bilhões restantes correspondem a despesas compartilhadas, que não podem ser atribuídas a uma única corporação.

    Os dados apontam que os governos estaduais têm priorizado o policiamento ostensivo, em detrimento de ações de investigação e inteligência.

    “É uma lógica que ajuda a sustentar um modelo de encarceramento em massa, marcado por fragilidades na apuração da autoria e na produção de evidências”, avaliou Luciana Zaffalon, diretora-executiva do JUSTA.

    Orçamento do sistema prisional

    Dos R$ 22,3 bilhões gastos pelos estados com o sistema prisional em 2025, cerca de R$ 13,7 bilhões correspondem ao encarceramento de pessoas negras, o equivalente a R$ 6 de cada R$ 10 investidos na área. Para essa estimativa, o Justa cruzou os gastos estaduais com dados do Sistema Nacional de Informações Penais (Sisdepen) de dezembro de 2025.

    “Os dados evidenciam uma realidade sistêmica: o Brasil prende muito e prende mal. A grande maioria das pessoas presas é pobre e preta, que acabam sendo entregues no sistema prisional às facções. Enquanto isso, os órgãos de segurança pública seguem com baixa capacidade de combater o crime organizado com eficiência”, mencionou Zaffalon.

    Em 2024, o sistema penitenciário teve R$ 21,9 bilhões de gastos. A diretora executiva explica que, embora os gastos com o sistema prisional se mantenham praticamente estáveis, os aumentos identificados pela pesquisa têm se destinado principalmente à expansão da estrutura carcerária.

    “Já as reduções atingem despesas diretamente relacionadas às condições de encarceramento, como alimentação e saúde, contribuindo para um estado de precarização e violação de direitos dos apenados”, acrescentou. 

    Na porta de saída do sistema prisional, o Justa constatou que os investimentos permaneceram praticamente estagnados. Os estados destinaram R$ 19 milhões para políticas exclusivas para egressos em 2025, contra R$ 18 milhões no ano anterior.

    “Como elementos fundamentais da segurança pública, as políticas para egressos permitem apoiar o acesso a documentação, moradia, saúde, educação, trabalho e renda, reduzindo barreiras para a reconstrução da vida após o cumprimento da pena”, enfatizou Zaffalon.

    No entanto, afirma a diretora, quando o estado destina bilhões à entrada e à permanência no sistema prisional, mas reserva valores residuais para a saída, ele limita as possibilidades de reinserção social e mantém condições que podem favorecer a reincidência.

    Políticas para egressos

    Os dados analisados mostram que apenas sete unidades federativas investiram em políticas exclusivas para egressos em 2025, enquanto no ano anterior eram seis.

    Entre os estados que investiram, estão Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que não investiram no ano passado, mas passaram a registrar investimentos exclusivos para egressos em 2025, com R$ 414 mil e R$ 177 mil, respectivamente.

    São Paulo teve a maior parcela dos recursos exclusivos para egressos identificados pelo levantamento, com R$ 13,3 milhões, seguido pelo Ceará, com R$ 3,8 milhões. Mato Grosso investiu R$ 781 mil; Bahia, R$ 482 mil; e Sergipe, R$ 19 mil.

    Já Tocantins, que era um dos estados com investimento na área em 2024, chegou a ter dotação aprovada na Lei Orçamentária Anual, mas não utilizou os recursos nas políticas para egressos.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • TRE-RJ distribui mais de 1 milhão de colas eleitorais para dia do voto

    TRE-RJ distribui mais de 1 milhão de colas eleitorais para dia do voto

    O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) iniciou a distribuição de 1,4 milhão de colas eleitorais para as Eleições 2026. O material pode ser retirado gratuitamente nas zonas eleitorais e nas Centrais de Atendimento ao Eleitor (CAEs) de todo o estado para facilitar o voto na urna eletrônica.

    A cola permite que eleitoras e eleitores anotem antecipadamente os números de seus candidatos e consultem as escolhas no momento da votação.

    Também é possível preparar a própria cola em casa, em uma folha de papel, observando a ordem dos cargos que aparecerá na urna eletrônica.

    Nas eleições deste ano, cada eleitor deverá escolher seis candidatos: deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República. Por isso, a votação tende naturalmente a exigir mais tempo.

    Chegar à seção eleitoral com os números já anotados facilita a votação, reduz o período de permanência na cabine e contribui para evitar a formação de filas, como explica o presidente do TRE-RJ, desembargador Claudio de Mello Tavares.

    “A fluidez da votação também depende de uma preparação simples, que está ao alcance de todos. Ao levar os números dos candidatos anotados, o eleitor vota com mais tranquilidade, segurança e ajuda. A redução do tempo de espera beneficia a todos. A distribuição de 1,4 milhão de colas integra o esforço da Justiça Eleitoral para oferecer uma votação organizada, ágil e acessível”, afirma o magistrado.

    Ordem

    Ao preencher a cola, é importante prestar atenção à quantidade de dígitos correspondente a cada escolha:

    Deputado(a) federal: quatro dígitos
    Deputado(a) estadual: cinco dígitos
    Senador(a)1: três dígitos 
    Senador(a)2: três dígitos
    Governador(a): dois dígitos
    Presidente: dois dígitos

    A Justiça Eleitoral recomenda que a cola seja preenchida com antecedência e levada em papel. O uso de telefone celular na cabine de votação é proibido.

    Por isso, mesmo quem costuma guardar informações no aparelho deve transferir os números dos candidatos para uma cola manuscrita antes de comparecer à seção eleitoral.

    O eleitor também deve consultar previamente seu local de votação e chegar com o número da seção anotado.

    A medida facilita a localização da sala e evita contratempos no dia da eleição. A consulta pode ser feita pelo aplicativo e-Título, pelo portal do TRE-RJ ou pelo Disque TRE-RJ, de segunda a sexta-feira, das 11h às 19h, pelo telefone: (21) 3436-9000.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (17)

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (17)

    A agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (17) inclui caminhadas, carreatas e visitas a feiras e instituições. Também estão previstas entrevistas em veículos de comunicação, encontros com militantes e apoiadores, caravana partidária e participação em compromisso voltado aos direitos de crianças e adolescentes.

    Flávio Bolsonaro (PL)
    Participa de carreata pelas ruas de Vitória da Conquista (BA) até o Estádio Municipal Lomanto Júnior, no bairro Candeias. 

    Hertz Dias (PSTU)
    Faz panfletagem na Feira do João Paulo, em São Luís (MA) e participa de entrevista ao Podcast Maranhão News.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    Participa de caminhada no bairro Maracanã, em Montes Claros (MG).

    Romeu Zema (Novo)
    Participa de uma entrevista para o SBT Brasil, às 20h.

    Renan Santos (Missão) 
    Participa de carreata passando por Chapecó (SC), Passo Fundo (RS) e Caxias do Sul (RS). 

    Ronaldo Caiado  (PSD)
    Entrevista ao Jornal da Record 

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    Participa do programa Análise Internacional, transmitido pelo canal do Diário Causa Operária no YouTube;

    Samara Martins (UP)
    Participa de caminhada no centro de São Paulo (SP) e de tribuna popular com militantes e apoiadores no Itaim Paulista e no Jardim Pantanal. 

    Wilson Grassi (Democrata) 
    Participa da assinatura do Termo de Compromisso de Presidente Amigo da Criança, da Abrinq, em São Paulo (SP). Também visita a ONG Cão sem Dono, em Itapecerica da Serra (SP) e a fábrica de móveis veterinários Metalvet. 

    Augusto Cury (Avante)
    Concede entrevista coletiva na sede da Associação Paulista de Imprensa em São Paulo, às 9h30.

    Clariana Barão (DC)
    Participa de caminhada na Feira de Toritama (PE) e visita a Feira de Santa Cruz do Capibaribe (PE).

    Edmilson Costa (PCB)
    Participa de caravana em São José do Rio Preto com as candidaturas do PCB.

    O candidato Leonardo Avalanche (PRTB) não divulgou agenda pública de campanha até o momento desta publicação. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Edmilson Costa defende jornada de 30 horas e fim da escala 6×1

    Edmilson Costa defende jornada de 30 horas e fim da escala 6×1

    O candidato à Presidência Edmilson Costa, do Partido Comunista Brasileiro (PCB), propõe em seu programa de governo reformas estruturais nas áreas sociais e do mundo do trabalho, com a implantação da jornada de 30 horas semanais sem redução salarial e o fim da escala 6×1. O plano Construir o Poder Popular, Rumo ao Socialismo está disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    A Agência Brasil publica de hoje (17) a domingo (20) matérias com os programas de governo de todos os candidatos à Presidência nas eleições deste ano. Os textos serão liberados seguindo a ordem alfabética do nome do candidato. Nesta quinta (17), serão publicadas as matérias referentes aos candidatos Augusto Cury, Clariana Barão e Edmilson Costa. 

    O candidato do PCB também defende a reforma agrária popular e a recomposição do poder de compra do trabalhador por meio do salário mínimo necessário, de acordo com os cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). 

    O programa informa que busca atingir objetivos políticos, econômicos e sociais. Dentre eles, desenvolver a luta permanente contra o imperialismo e a solidariedade militante a Cuba, à Palestina, ao povo do Irã, da Venezuela e “todos os povos que enfrentam a velha ordem imperial e defendem sua soberania e autodeterminação”. 

    “Defendemos o fim dos monopólios nas comunicações; a estatização das áreas estratégicas da economia e dos setores produtores de bens necessários à vida, como água, energia, saneamento etc.; a proteção ao meio ambiente; um amplo programa de moradia popular digna; o combate às opressões e a todo e qualquer tipo de discriminação e preconceito”, diz o documento.

    O candidato também quer o fim do arcabouço fiscal; saúde, transporte coletivo e educação 100% públicos e de qualidade para todos; e a adoção de uma lei de responsabilidade social para garantir recursos à implementação de políticas sociais voltadas a atender às reais necessidades da população.

    A candidatura do PCB informa que propõe um novo caminho para o Brasil, colocando um conjunto de questões para debate na sociedade. “O objetivo é romper com a velha ordem oligárquica, excludente e subordinada ao capital internacional que marca a sociedade brasileira, inaugurando um novo tempo político, econômico e social, fundado na soberania popular e na autodeterminação nacional”.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original