Categoria: Política

  • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (23) 

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (23) 

    A agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (23) inclui debates, entrevistas e encontros com apoiadores, além de visitas a instituições e atividades de campanha.

    Também estão previstas panfletagens, caminhada, plenárias sobre educação e movimentos sociais, assinatura de carta-compromisso e ato com artistas e representantes da cultura.

    Hertz Dias (PSTU)
    Em Belo Horizonte (MG), participa de panfletagens na região da Escola Estadual Cecília Meireles e na avenida Sinfrônio Brochado. À noite, participa de assinatura da carta compromisso com os candidatos no SindREDE e concede entrevista. 

    Flávio Bolsonaro (PL)
    Às 19h, faz live no YouTube, no TV Celular Flávio.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    No Rio de Janeiro (RJ), participa de ato com artistas, lideranças políticas e personalidades da cultura para debater propostas para o setor. 

    Renan Santos (Missão)
    Participa de encontro com apoiadores em cidades de São Paulo: Sorocaba, Americana, Nova Odessa e Campinas.

    Romeu Zema (Novo) 
    Participa de debate da Revista Veja, em São Paulo (SP). 

    Ronaldo Caiado  (PSD)
    Participa de debate da Revista Veja, em São Paulo (SP). 

    Samara Martins (UP)
    Em Salvador (BA), faz panfletagem em frente ao complexo fabril Bahia Têxtil e caminhada com mini-trio na Rua do Uruguay. À noite, participa de plenária sobre educação pública na Frente da Biblioteca da Ufba e de reunião com movimentos sociais da Bahia na Casa Preta Zeferina. 

    Wilson Grassi (Democrata) 
    Concede entrevista ao podcast Minuto Micheletto. 

    Augusto Cury (Avante)
    Visita o Instituto Baccarelli, em São Paulo (SP), e participa do Podcast Os Sócios, em Barueri (SP). À noite, participa do debate da Revista Veja, em São Paulo (SP).

    Edmilson Costa (PCB)
    Às 19h, visita o Memorial de Direitos Humanos (antigo Dops) em Belo Horizonte.

    Os candidatos Rui Costa Pimenta (PCO) e Clariana Barão (DC) não têm agenda pública de campanha nesta quarta-feira. 

    O candidato Leonardo Avalanche (PRTB) não divulgou a agenda pública de campanha até o momento desta publicação. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    *Texto atualizado às 9h18 para incluir informação de agenda do candidato Flávio Bolsonaro.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Eleições 2026: confira 6 dicas para ajudar a escolher seus candidatos

    Eleições 2026: confira 6 dicas para ajudar a escolher seus candidatos

    A menos de duas semanas do primeiro turno das Eleições de 2026, muitos eleitores ainda não definiram em quem vão votar. Neste ano, a tarefa de escolher, entre tantos candidatos, aqueles mais aptos a representar os interesses da população, contou com mais um complicador: as notícias relacionadas ao caso Master e à crise do Supremo Tribunal Federal (STF) reduziram o debate das propostas. 

    A Agência Brasil ouviu especialistas que indicaram caminhos que podem ajudar eleitores a escolherem seus candidatos com mais critérios, buscando aqueles mais alinhados a seus interesses e visões de mundo, além de evitar armadilhas como os “puxadores de voto” e propostas genéricas.

    Saber quem financia as campanhas, quais são as propostas de cada candidato e de que forma elas vão impactar a realidade prática de cada eleitor são estratégias para um voto responsável. 

    1) Eu, o eleitor 

    Antes de avaliar as propostas ou o currículo dos candidatos é importante olhar para si mesmo e para sua coletividade. Alguns questionamentos podem guiar essa reflexão:

    • A qual grupo social e econômico eu pertenço?
    • Com quais ideologias e visões de mundo eu me identifico?
    • Quais problemas eu espero que o Poder Público priorize? 

    Rio de Janeiro (RJ), 21/09/2026 - João Feres Júnior
Doutor em Ciência Política da IESP UERJ. Foto: João Feres Júnior/Arquivo Pessoal
    Rio de Janeiro (RJ), 21/09/2026 - João Feres Júnior
Doutor em Ciência Política da IESP UERJ. Foto: João Feres Júnior/Arquivo Pessoal
     João Feres Júnior Doutor em Ciência Política da IESP UERJ. Foto: João Feres Júnior/Arquivo Pessoal – João Feres Júnior/Arquivo Pessoal

    Em política, nem sempre os interesses convergem. Um empresário, um trabalhador assalariado e um profissional autônomo não necessariamente avaliam do mesmo jeito uma proposta como, por exemplo, o fim da escala 6×1. 

    Homens e mulheres podem ter urgências distintas. Elas, inclusive, são mais da metade (53%) do eleitorado. Ainda assim, na atual legislatura, ocuparam apenas 15 das 81 cadeiras do Senado e 91 dos 513 assentos da Câmara dos Deputados. 

    Não existe governo que agrade a todos o tempo todo. Toda decisão política implica escolhas distributivas. Quem governa pensando no bem comum tem que necessariamente administrar conflitos decorrentes de interesses divergentes, avaliando os impactos de suas ações. 

    “Por isso é fundamental o eleitor saber quais são seus interesses políticos e econômicos”, diz o professor de Ciência Política da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, João Feres Júnior. 

    Ele destaca que muitos eleitores não têm clareza quanto aos seus próprios interesses – nem certeza de que, uma vez eleitos, os candidatos os representarão de fato. 

    “Claro que há prioridades em relação às representações. Há partidos e candidatos que optam por atender prioritariamente aos mais pobres. Outros fazem políticas que beneficiam principalmente os mais ricos. E muitos eleitores não sabem, de fato, quais são suas prioridades. Principalmente porque, idealmente, o eleitor deve procurar se informar da melhor forma possível, mas, na prática, ele nem sempre tem acesso a informações de qualidade – principalmente quanto às boas práticas políticas, já que a imprensa está mais interessada em cobrir os escândalos”, pondera.  

    2) O que faz um político? 


    Brasília (DF), 21/09/2026 - Professora Débora
 Messemberg. Foto: UnB/Arquivo/Divulgação
    Brasília (DF), 21/09/2026 - Professora Débora
 Messemberg. Foto: UnB/Arquivo/Divulgação

    Compreenda as atribuições de cada cargo; o que cada candidato, se eleito, poderá ou não fazer, de acordo com a lei. Passo básico, mas essencial para evitar frustrações e reduzir as chances de cair em falsas promessas — como um candidato a deputado prometendo construir um hospital ou pavimentar ruas, algo que cabe ao Poder Executivo decidir e executar – ou seja, presidente, governadores e prefeitos.  

    “Parte das pessoas tem pouca informação sobre as competências dos legisladores”, diz a socióloga Débora Messemberg, professora da Universidade de Brasília (UnB). 

    “Um senador ou um deputado federal têm muito poder para indicar a destinação das verbas públicas, seja porque aprova o Orçamento [da União], seja por meio de emendas [parlamentares]. Só que eles não executam [as políticas públicas]. Saber isso importa. Até porque, os candidatos [ao Poder Legislativo] que prometem fazer obras, construir não sei o que lá, estão dando uma clara demonstração negativa”, pondera Débora. 

    A saber, compete: 

    Ao Presidente da República: Exercer o Poder Executivo e a direção da administração federal; nomear e exonerar ministros de Estado e ocupantes de outros cargos da administração federal; comandar as Forças Armadas; enviar ao Congresso Nacional, anualmente, o projeto de lei de diretrizes orçamentárias e a proposta de orçamento; sancionar, promulgar ou vetar leis aprovadas pelo Congresso Nacional, bem como expedir decretos presidenciais que tratem da organização e funcionamento da administração federal; manter relações com Estados estrangeiros; celebrar tratados e convenções internacionais, entre outras coisas. 

    Aos Governadores: Nomear e exonerar secretários estaduais; sancionar, promulgar ou vetar leis aprovadas pela Assembleia Legislativa estadual; decretar e executar a intervenção nos municípios; administrar a segurança pública no estado, inclusive nomeando os dirigentes das polícias Militar e Civil, bem como a rede estadual de ensino; os hospitais regionais e a infraestrutura de rodovias estaduais entre outras atribuições. 

    Aos Deputados: O deputado federal atua no Congresso Nacional; o estadual, na Assembleia Legislativa do seu estado e os distritais, na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Cabe a eles, entre outras coisas, aprovar e modifica leis, fiscalizar o Poder Executivo (federal, estadual ou distrital, conforme o caso) e participar da elaboração do orçamento público (definindo para onde vão os recursos por meio de emendas e votações). 

    Aos Senadores: Representar, no Congresso Nacional, a unidade federativa pela qual foi eleito; discutir, votar e aprovar leis federais; sabatinar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), diretores de agências reguladoras e julgar autoridades etc 

     

    3) Ações valem mais que palavras 

    • Avalie o currículo, o histórico e as propostas do candidato. 
    • Quem o financia ou o apoia? 
    • Quais partidos compõem sua coligação e de que setores vêm seus principais apoios (grandes corporações, instituições financeiras, sindicatos, movimentos sociais)? 
    • As propostas que ele apresenta atacam a raiz dos problemas ou não passam de discursos genéricos? 

    Brasília (DF), 22/09/2026 - Manual do eleitor, Francisco Uribam Xavier de Holanda, professor da Univ. Fed. do Ceará (UFC)
Foto: Francisco Uribam/Arquivo pessoal
    Brasília (DF), 22/09/2026 - Manual do eleitor, Francisco Uribam Xavier de Holanda, professor da Univ. Fed. do Ceará (UFC)
Foto: Francisco Uribam/Arquivo pessoal
    Brasília (DF), 22/09/2026 – Manual do eleitor, Francisco Uribam Xavier de Holanda, professor da Univ. Fed. do Ceará (UFC) Foto: Francisco Uribam/Arquivo pessoal – Francisco Uribam/Arquivo pessoal

    Para o professor de Ciência Política da Universidade Federal do Ceará (UFC), Francisco Uribam Xavier de Holanda, analisar o conteúdo de campanha dos candidatos não é algo simples, pois exige um tempo de que a maioria dos eleitores não dispõem. Ainda assim, é algo da maior relevância. 

    “Para a maioria das pessoas, é difícil encontrar tempo para fazer isso. Além do mais, é muito complicado para o cidadão se inteirar de algo tão sofisticado quanto os processos de financiamento de campanha, o uso do fundo partidário e os financiamentos privados – que muitas vezes são camuflados”, alerta Uribam. 

    Ele também destaca que quase a totalidade dos candidatos elabora seus discursos e propostas com base em pesquisas eleitorais, raramente esclarecendo quais interesses e grupos realmente defendem. 

    Se o candidato já ocupa um cargo político, verificar seu histórico e como ele votou ou atuou em projetos relevantes pode ajudar o eleitor a identificar incoerências, discursos vazios ou falsas promessas. 

    “De certa forma, a campanha política é feita para manufaturar a vontade do eleitor, que tem que, a partir de sua condição de vida, pensar quem é que, quando chega ao poder, faz alguma coisa que ele percebe que lhe beneficia. Se eu tenho um filho pequeno e não tenho condições de pagar uma escola particular, quem são os políticos que não só incluem em seus programas a defesa das escolas públicas, mas que, se já tiveram oportunidade, fizeram com que estas chegassem ao meu bairro, à minha cidade?”, destaca Uribam. 

    As propostas de governo, bem como a declaração de bens e a prestação de contas, com a relação de todos os doadores de campanha, podem ser consultados no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

    4) Alinhamento partidário 


    Brasília (DF), 22/09/2026 - Manual do eleitor, Naiara Sandi de Almeida Alcântara, professora da Univ. Fed. do Pará (UFPA).
Foto: Naiara Sandi/Arquivo pessoal
    Brasília (DF), 22/09/2026 - Manual do eleitor, Naiara Sandi de Almeida Alcântara, professora da Univ. Fed. do Pará (UFPA).
Foto: Naiara Sandi/Arquivo pessoal
    Naiara Sandi de Almeida Alcântara, professora da UFPA. Foto: Naiara Sandi/Arquivo pessoal

    No sistema político brasileiro, ninguém atua de forma isolada. Mesmo que nem todos os partidos tenham uma linha ideológica clara, é de se esperar que seus filiados demonstrem um alinhamento mínimo, uma disciplina partidária. 

    “Cada partido tem seu programa, sua posição política e compõe uma bancada”, destaca a cientista política Naiara Sandi de Almeida Alcantara, professora da Universidade Federal do Pará (UFPA). 

    Para Naiara, isso fica mais perceptível no Poder Legislativo, já que, em muitas votações, vale a chamada orientação de bancada – recomendação dada pelo líder partidário aos parlamentares de seu partido ou bloco parlamentar para que se posicionem ou votem em determinado sentido. 

    Ou seja, um candidato pode se apresentar com um discurso e, quando eleito, se alinhar à diretriz partidária, mesmo que contrariamente aos interesses que prometeu defender. 

    “Daí a importância de o eleitor conhecer não só as propostas e as trajetórias individuais dos candidatos, mas também as posições que o partido ao qual o candidato é filiado costuma adotar; seu programa e a quais outros partidos ele está associado”, acrescentou a cientista política. 

    Para avaliar os partidos com rigor, o eleitor deve procurar observar: 

    • Como a legenda tem votado; 
    • As pautas que o partido historicamente apoia; 
    • Sua consistência ideológica; 
    • Suas alianças com outros partidos nesta e em outras eleições. 

     

    5) Puxadores de voto 

    Em 2010, Francisco Everaldo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca, obteve mais de 1,35 milhão de votos, tornando-se o candidato a deputado federal mais votado do Brasil naquele ano. Em sua estreia na política, Tiririca ajudou a eleger outros três candidatos à Câmara dos Deputados, seus correligionários. 

    Embora não fosse uma novidade, o fenômeno passou a ser chamado de Efeito Tiririca. Isso é possível porque no chamado sistema proporcional (que, no Brasil, é usado na escolha de deputados federais, estaduais e distritais, além de vereadores, nas eleições municipais) os candidatos são eleitos conforme o chamado quociente eleitoral. O cálculo é ainda mais complicado que o nome. 

    Funciona assim: 

    O total de votos válidos registrado em seu estado ou no Distrito Federal é dividido pelo número de assentos a que a unidade federativa tem direito. (Exemplo: se houver, em um estado com direito a dez cadeiras na Câmara dos Deputados, um total de 2 milhões de votos válidos, o quociente eleitoral será de 200 mil votos). 

    Depois, os votos que todos os candidatos de um mesmo partido ou federação receberam são somados e divididos pelo quociente eleitoral. (Seguindo o exemplo, uma legenda ou federação cujos candidatos totalizarem 800 mil votos terá conquistado quatro assentos, ocupados por seus filiados mais votados e que tenham cumprido a cláusula de barreira individual — ao menos 10% do quociente eleitoral). 


    Brasília (DF), 22/09/2026 - Manual do eleitor, Rodrigo Stumpf González, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Foto: Rodrigo Stumpf/Arquivo pessoal
    Brasília (DF), 22/09/2026 - Manual do eleitor, Rodrigo Stumpf González, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Foto: Rodrigo Stumpf/Arquivo pessoal
    Rodrigo Stumpf González, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – Rodrigo Stumpf/Arquivo pessoal

    Ou seja: os chamados “puxadores de voto” carregam consigo, de carona, outros candidatos. “Por isso, muitas vezes, os partidos buscam celebridades, artistas ou atletas de grande visibilidade, capazes de receber grande número de votos, para fortalecer a legenda e auxiliar na eleição de outros candidatos menos votados”, explica o cientista político Rodrigo Stumpf González, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). 

    Segundo ele, nos últimos anos, mudanças na legislação eleitoral impuseram algumas barreiras à eleição de candidatos pouco votados, como, por exemplo, a exigência de uma votação mínima. Mesmo assim, é preciso estar atento a fim de evitar arrependimentos futuros. 

    “É importante o eleitor saber qual a nominata [lista oficial] do partido. E, se for o caso, que não vote [em determinada legenda] motivado por uma única pessoa”, acrescenta González.

    “Também é importante lembrar que o número [da candidatura] não identifica só o candidato, mas também seu partido. Com isso é possível saber quem são os demais candidatos deste partido e quem, potencialmente, pode vir a ser eleito com os votos dados a uma celebridade.” 

    6 – No dia da votação 

    O 1º turno das eleições deste ano acontecerá em 4 de outubro. Em todo o Brasil, cerca de 158,7 milhões de eleitores aptos a votar ajudarão a eleger os futuros deputados federais, estaduais ou distritais; senadores; governadores e o presidente da República. 

    No dia da votação, o eleitor pode levar consigo um papel com os nomes e os números dos candidatos ou candidatas de sua preferência e consultá-lo na cabine de votação para evitar esquecimentos. 

    Ao contrário da “colinha”, o celular tem que ficar de fora da cabine de votação. Também é proibido votar portando máquina fotográfica, filmadora ou qualquer equipamento que permita ao eleitor registrar seu voto. Se necessário, a pessoa deve deixar o aparelho com os mesários. Em vigor desde 2009, a proibição foi adotada para, segundo o TSE, proteger o sigilo e o livre exercício do direito ao voto.

    “Admitir o registro visual do exercício do voto poderia expor parte dos eleitores ao aliciamento por candidatos que não respeitam as regras para as eleições. Esses candidatos estariam diante de uma forma para captação ilícita de votos e, consequentemente, para corrupção, ante a possibilidade de obterem comprovação, por meio de imagens e vídeos, de que determinado eleitor lhe atribuiu o voto”, sustenta o tribunal. 

    Qualquer cidadão poderá usar broches, adesivos e camisetas, limitando-se a fazer manifestação de apoio individual e silenciosa, inclusive com bandeiras políticas. Já a manifestação coletiva ou ruidosa é proibida, bem como a abordagem, o aliciamento e qualquer método para tentar influenciar outros eleitores. 

    Cada pessoa tem o direito de se ausentar do serviço pelo tempo necessário para votar, sem prejuízo no salário. Pessoas com mais de 80 anos têm preferência sobre os demais eleitores, independentemente da ordem de chegada à seção eleitoral. Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida podem ser auxiliadas por alguém de sua escolha no momento de votar. 

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Casos de violência política de gênero crescem 11 vezes em 4 anos

    Casos de violência política de gênero crescem 11 vezes em 4 anos

    A violência política contra mulheres pode assumir diferentes formas, da intimidação e dos ataques à honra até ameaças e assassinatos. Casos como o da vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018 por razões relacionadas à sua atuação política, e os ataques sofridos pela deputada Maria do Rosário dentro do Congresso Nacional, em 2014, evidenciam a dimensão que esse tipo de violência pode alcançar.

    Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o número de processos por violência política de gênero aumentou mais de 11 vezes em 4 anos. Em 2022, foram encaminhados 15 processos à Justiça Eleitoral. Em 2026, até setembro, já são 177 processos.

    O Ministério Público Federal (MPF) registrou, desde 2018, 436 denúncias de violência política de gênero. Em mais da metade dos casos (221), essa violência tinha teor moral. E em 40% deles (177), houve violência psicológica.

    Conscientização

    Para tentar combater esse tipo de violência, o TSE e o MPF lançaram nesta terça-feira (22) a campanha Política é Substantivo Feminino. O objetivo é informar e conscientizar a sociedade sobre a importância de combater as diferentes formas de violência política praticada contra mulheres.

    A ministra do TSE, Estela Aranha, explicou qual o efeito desse tipo de violência na democracia brasileira.

    “Ela [a violência política de gênero] silencia individualmente, porque essa mulher pensa: vou sair da política. Mas também atinge a coletividade, porque outras mulheres que veem a violência pensam: por que vou entrar na política? Você tira as que já estão e as que pensam em entrar. E isso é muito grave, porque a democracia pressupõe a participação politica e eleitoral de todos os cidadãos e cidadãs e as mulheres são expulsas do debate”, reflete.

    Gênero e raça

    Durante o lançamento da campanha, entidades de direitos das mulheres e do movimento negro entregaram ao presidente do TSE, ministro Nunes Marques, uma carta relatando preocupação com o aumento da violência política de gênero e raça nas eleições deste ano e cobrando respostas efetivas para coibir novos casos.

    O documento afirma que, nas últimas semanas, os movimentos sociais receberam relatos de candidatas, especialmente negras e LBTs, em diferentes estados, que foram ameaçadas de morte e violência sexual, tiveram endereços e informações de familiares expostos, sofreram ataques racistas, LGBTIfóbicos, perseguições, intimidações e agressões físicas.

    A carta também ressalta que a violência de gênero não atinge todas as mulheres da mesma maneira. Uma pesquisa do Instituto Marielle Franco analisou 77 casos entre 2021 e 2025. Entre as vítimas, 87% eram mulheres negras.

    Mulheres em cargos eletivos

    O Brasil é um dos países com a menor participação de mulheres no Parlamento Federal. Em um ranking de 184 países, o Brasil ocupa a 135º posição, com apenas 17,5% de mulheres no Congresso, atrás de nações com regimes pouco democráticos como a Coreia do Norte e Burkina Faso.

    No âmbito local, o Brasil tem mais de 700 municípios nos quais não há uma única mulher em cargo eletivo. E apenas 16% das prefeituras são chefiadas por mulheres.

    A coordenadora do grupo de trabalho de prevenção e combate à violência política de gênero da Procuradoria-Geral Eleitoral, Raquel Branquinho, diz que a legislação brasileira está alinhada com diretrizes internacionais sobre representatividade feminina.

    “O grande problema a ser enfrentado, entretanto, é a violência contra essas mulheres”, diz.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Veja como foi a terça-feira (22) dos candidatos a presidente

    Veja como foi a terça-feira (22) dos candidatos a presidente

    A agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (22) incluiu caminhadas, carreatas e atos de campanha, além de entrevistas e participação em podcasts e sabatina.

    >> Veja como foi o dia dos candidatos a presidente

    Clariana Barão (DC)
    A candidata Clariana Barão fez campanha em João Pessoa, onde participou da inauguração do comitê do candidato a governador Pedro Coutinho, do Democracia Cristã.

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato Edmilson Costa esteve em Belo Horizonte (MG), onde fez panfletagem e caminhada no centro da cidade.

    Ele também participou de ato pró-candidaturas do PCB.

    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro esteve em São Luís. Ele participou de motocarreata e comício no bairro Cohajap.

    Ele prometeu investir mais em infraestrutura, focado na distribuição da produção do agronegócio na região.

    “Temos aqui uma zona econômica que é uma importante área de escoamento da produção nacional e não tem justificativa nenhuma continuar com índices tão ruins de desenvolvimento humano”, afirmou. O candidato disse ainda que irá conceder títulos de propriedade urbana e rural, principalmente aos agricultores familiares.

    Hertz Dias (PSTU)
    O candidato Hertz Dias participou dos podcasts Tamir Convida e IronTalks.

    Hertz Dias defende a reindustrialização do país e a reestatização de empresas estratégicas, como Eletrobras, Embraer e Avibras.

    Leonardo Avalanche (PRTB)
    O candidato Leonardo Avalanche não divulgou agenda pública de campanha.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, participou da 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York (EUA).

    Lula fez o discurso de abertura do evento e destacou a soberania brasileira.

    “Na América Latina e Caribe, a proximidade geográfica com a maior potência militar do mundo é inescapável, sobretudo no contexto do recrudescimento de tentações hegemônicas. O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, disse.

    Renan Santos (Missão)
    O candidato Renan Santos teve encontros com eleitores no interior de São Paulo.

    Renan esteve no Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, em Aparecida (SP). Depois, seguiu para São José dos Campos, onde discursou para jovens de um carro de som.

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema passou o dia em Minas Gerais. Ele fez uma caminhada com eleitores, almoçou com empresários e concedeu entrevista para canais de TV e rádios de Poços de Caldas.

    Zema defendeu o beneficiamento de nióbio e terras raras, além de sugerir condicionar a exportação dos minerais à derrubada de ações protecionistas de outros países. “Temos hoje a União Europeia que coloca uma série de restrições para comprar proteína e produtos agrícolas e nós vamos falar: você vai precisar acabar com esses obstáculos, senão, não vou te fornecer”.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    O candidato Ronaldo Caiado fez campanha em Goiás. Segundo a assessoria, a carreata prevista para ocorrer na cidade de Buriti Alegre foi cancelada devido ao mau tempo.

    Caiado participou de carreata em Morrinhos. Ele disse que pretende adotar a mesma dinâmica de gestão de quando governou o estado.

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    O candidato Rui Costa Pimenta participou da Análise da 3ª, no canal da Rádio Causa Operária no YouTube. Ele concedeu entrevista para o canal do Galo Preto.

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins não teve agenda pública de campanha.

    Wilson Grassi (Democrata) 
    O candidato Wilson Grassi concedeu entrevista para o portal A priori, de Tocantins.

    Augusto Cury (Avante)
    O candidato Augusto Cury cancelou parte da agenda por causa da morte do empresário Bruno Avelar, amigo do candidato. Avelar era um dos tripulantes do helicóptero que caiu em Santa Catarina. Na mesma aeronave, estava o cantor Rick.

    Ele participou de sabatina da revista Veja. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    * Colaboraram Isabela Vieira (Rio de Janeiro), Luciano Nascimento (São Luís) e redação de São Paulo

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Afetados pelo El Niño terão crédito extraordinário de R$ 64 milhões

    Afetados pelo El Niño terão crédito extraordinário de R$ 64 milhões

    O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, assinou nesta terça-feira (22) uma Medida Provisória (MP) que libera crédito extraordinário de R$ 64 milhões para amenizar os efeitos do El Niño no Brasil.

    As comunidades que dependem da agricultura familiar e tiveram sua produção afetada estão entre as mais assistidas por esse dinheiro.

    Do total de recursos, R$ 40 milhões serão direcionados ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) para a aquisição e distribuição de alimentos da agricultura familiar no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos.

    Os outros R$ 24 milhões serão destinados à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em ações emergenciais destinadas ao fornecimento de alimentos, água potável e outros insumos essenciais em terras indígenas.

    El Niño

    O governo também lançou uma página dedicada ao El Niño que reúne informações oficiais sobre o fenômeno, os impactos que devem ser monitorados em cada região do país e as principais ações de preparação e resposta.

    A plataforma traz ainda orientações para estados, municípios e para a população, além de informações sobre monitoramento, prevenção de desastres, assistência às áreas mais vulneráveis e medidas adotadas pelo Governo Federal para reduzir os efeitos do El Niño.

    O El Niño é um fenômeno que se caracteriza pelo aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical e provoca alteração na circulação atmosférica tornando os volumes de chuvas irregulares. Ele provoca seca no Norte e Nordeste do país, atraso das chuvas no Centro-Oeste e no Sudeste, e enchentes na região Sul do Brasil.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Lei que amplia cargos da diretoria da OAB é sancionada

    Lei que amplia cargos da diretoria da OAB é sancionada

    O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, sancionou nesta terça-feira (22) a lei que amplia a composição da Diretoria do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), modifica a nomenclatura do secretário-geral adjunto e faculta aos Conselhos Seccionais a criação de diretorias regimentais temporárias.

    A nova norma altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906, de 1994) para criar novos cargos na diretoria do Conselho Federal da entidade.

    O núcleo executivo da OAB Nacional passa a ter sete cargos. Agora, conta com corregedor-geral, diretor tesoureiro, diretor administrativo e diretor executivo. Esses dois últimos cargos substituem o cargo de secretário-geral adjunto.

    Ficam mantidos os cargos de presidente, vice-presidente e secretário-geral. As funções de direção da OAB são exercidas de forma voluntária, sem remuneração.

    A mudança nos cargos de diretoria da OAB começou a ser discutida no Congresso Nacional, com o Projeto de Lei 1.743/2024. O projeto nasceu na Câmara, onde foi aprovado, e seguiu para o Senado. A aprovação no Senado ocorreu em 2 de setembro. De lá, seguiu para sanção presidencial.

    A OAB

    A Ordem dos Advogados do Brasil é a entidade máxima de representação dos advogados no país. Ela regulamenta o exercício da advocacia, fiscaliza e seleciona, através de um exame próprio, os profissionais em atuação no Brasil.

    Presidente interino

    Geraldo Alckmin assinou a sanção como presidente da República em exercício, uma vez que Luiz Inácio Lula da Silva estava em Nova York.

    Nesta terça, Lula discursou na abertura da 81ª Assembleia Geral da ONU. Ele deve desembarcar no Brasil ainda na noite de hoje.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (22) 

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (22) 

    A agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (22) inclui caminhadas, carreatas e atos de campanha, além de entrevistas e participação em podcasts e sabatina. Também estão previstas visita a igreja, inauguração de comitê, plenária de mobilização e reunião com lideranças políticas.

    Augusto Cury (Avante)
    Participa de visita à Igreja Casa de Oração do Brás, em São Paulo (SP), e faz caminhada pelo bairro. À noite, participa de sabatina da Revista Veja. 

    Clariana Barão (DC)
    Em João Pessoa, participa da inauguração do comitê do candidato a governador Pedro Coutinho, do Democracia Cristã. 

    Edmilson Costa (PCB)
    Faz panfletagem e caminhada no Centro de Belo Horizonte e participa de ato de campanha das candidaturas do PCB na Casa dos Jornalistas. 

    Flávio Bolsonaro (PL)
    Passa o dia em São Luís (MA). Às 10h22, começa moto-carreata, concentração no QG do Capitão, retorno do aeroporto. Às 12h, participa de comício no bairro Cohajap. 

    Hertz Dias (PSTU)
    Participa dos podcasts Tamir  Convida e IronTalks

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    Participa de plenária de mobilização de movimentos, centrais, organizações, juristas e artistas, no Espaço Cultural Elza Soares em São Paulo (SP). 

    Renan Santos (Missão)
    Às 10h30, participa da missa no Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, em Aparecida (SP). Às 11h30, participa de encontro no Estacionamento do Santuário. Às 13h, encontra estudantes e apoiadores na Universidade do Vale do Paraíba (Campus Castejón), em São José dos Campos (SP). Às 19h45, tem sabatina no Jornal da Record, São Paulo (SP).

    Romeu Zema (Novo)
    Passa o dia em Poços de Caldas (MG). Às 10h, concede entrevista ao vivo à TV Poços. Às 11h, grava entrevista para a Jovem Pan Poços. Às 12h, participa de entrevista ao vivo para a rádio Onda Poços. Às 12h30, tem almoço com empresários, no centro. Às 14h40, faz caminhada no centro de poços. 

    Ronaldo Caiado  (PSD)
    Participa de carreatas nas cidades de Buriti Alegre e Morrinhos, em Goiás. À noite, faz reunião política com lideranças de Luziânia (GO). 

    Wilson Grassi (Democrata) 
    Concede entrevista ao portal A Priori. 

    A candidata Samara Martins (UP) não tem agenda pública de campanha nesta terça-feira. 

    Os candidatos Leonardo Avalanche (PRTB) e Rui Costa Pimenta (PCO) não divulgaram a agenda pública de campanha até o momento desta publicação. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Lula discursa nesta terça-feira na Assembleia Geral da ONU

    Lula discursa nesta terça-feira na Assembleia Geral da ONU

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva Lula discursa nesta terça-feira (22) na 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos (EUA) a partir das 10h (horário de Brasília). 

    No tradicional discurso de abertura na seção de alto nível da assembleia, o presidente deve ressaltar a importância do multilateralismo, uma das linhas centrais da política externa bo respeito ao direito internacional humanitário e a não interferência em assuntos internos de outros países.rasileira, em um cenário marcado pela multiplicação de conflitos internacionais. 

    Lula também deverá defender a negociação como caminho para a solução de disputas, O discurso deve apresentar a visão do Brasil sobre os principais temas da agenda internacional.

    A reforma das Nações Unidas, em particular de seu Conselho de Segurança, deve estar entre os temas abordados. O Brasil defende há anos a atualização da composição e do funcionamento do órgão e critica a sua dificuldade de responder aos conflitos internacionais.

    Lula teve encontros bilaterais com outros chefes de Estado, e se reuniu com o secretário-geral da ONU, António Guterres, que está em fase final de mandato à frente da entidade internacional e com o prefeito da cidade, o progressista Zohran Mamdani, do Partido Democrata, que governa Nova York desde o início do ano. Ele retorna ao Brasil no mesmo dia.

    Esta é a 11ª participação de Lula na Assembleia Geral das Nações Unidas como presidente da República. Em seus três mandatos, ele só não compareceu em 2010.

    Trump

    O presidente norte-americano é o segundo a falar, logo após Lula, e ambos eventualmente podem se cruzar nos bastidores do plenário. No ano passado, os dois líderes tiveram um breve contato, quando Lula deixava o palco após seu discurso e Trump se preparava para falar.

    Na ocasião, o encontro causou boa impressão nos dois presidentes e Trump posteriormente falou em “química excelente” entre eles. Foi o primeiro de três encontros entre os dois líderes desde então.

    Outras agendas

    De acordo com o Itamaraty, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, permanecerá em Nova York durante toda a semana e participará de uma série de reuniões e encontros ministeriais, entre eles os do Brics, do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (IBAS), do G77, do G4, do L69 e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), além de reuniões da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e do Consenso de Brasília.

    O ministro também presidirá duas reuniões ministeriais. No dia 23 de setembro, será realizado o encontro da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, iniciativa lançada pelo Brasil durante a presidência brasileira do G20. No dia 24, Mauro Vieira presidirá a reunião ministerial da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (Zopacas).

    O Brasil ocupa atualmente a presidência da Zopacas, após a realização, em abril deste ano, da 9ª Reunião Ministerial da organização. O país exercerá a presidência pelo período de três anos.

    O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, copresidente da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, também participará de atividades em Nova York entre os dias 21 e 23 de setembro, com agendas relacionadas à segurança alimentar, proteção social, financiamento para o desenvolvimento e cooperação internacional. No dia 23, participará do encontro da Aliança Global.

    A delegação brasileira participará de reuniões do Conselho de Segurança das Nações Unidas e de encontros sobre a situação da Palestina e a solução de dois Estados, o combate à desigualdade, a Comissão de Consolidação da Paz e temas relacionados ao direito internacional humanitário.

    Comitiva

    Além dos ministros Mauro Vieira e Wellington Dias, estão previstas as participações da ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; do ministro dos Povos Indígenas, Luiz Eloy Terena; e da ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, em atividades relacionadas às áreas de atuação de cada pasta.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Veja como foi a segunda-feira (21) dos candidatos a presidente

    Veja como foi a segunda-feira (21) dos candidatos a presidente

    A agenda dos candidatos à Presidência nesta segunda-feira (21) incluiu sabatina, atos políticos, encontros com apoiadores e atividades de campanha em diferentes cidades.

    >> Veja como foi o dia dos presidenciáveis:

    Augusto Cury (Avante)
    Em São Paulo, o candidato Augusto Cury participou de um encontro com influenciadores digitais.

    Em conversa com a imprensa, Cury disse que há atualmente uma indústria que promove o ódio entre eleitores e políticos de direita e esquerda. Segundo ele, essa polarização precisa acabar e que, se eleito, irá governar para todos. 

    Clariana Barão (DC)
    Em Imperatriz (MA), a candidato Clariana Barão fez adesivaço.

    Edmilson Costa (PCB)
    O candidato Edmilson Costa participou de programa do PCB no Youtube.

    Ele afirmou que uma de suas principais bandeiras é intensificar a democracia por meio da formação de conselhos populares.

    “Os conselhos populares têm como função proporcionar a atuação do povo na gestão da economia e do Estado. Esses conselhos podem ser eleitos nos locais de trabalho, de moradia, de estudo e funcionariam como uma espécie de estrutura permanente da democracia direta”, disse. 

    Flávio Bolsonaro (PL)
    O candidato Flávio Bolsonaro cumpriu agenda de campanha em Natal (RN), onde participou de uma moto-carreata e fez um comício.

    Flávio Bolsonaro disse que irá manter o benefício do programa Bolsa Família, aliado a uma política de corte de impostos.

    “Vou estender a mão para que possam se qualificar, se capacitar, concluir seus estudos, possam ter na palma da mão a possibilidade de saber onde tem emprego compatível com o que ela sabe fazer perto de onde mora. Como dar um financiamento barato, de longo prazo, e ensinando as pessoas como é que abre o seu próprio negócio”, afirmou.

    Hertz Dias (PSTU)
    Em São Paulo, o candidato Hertz Dias teve encontro com o professor e comunicador Thiago Torres, conhecido como Chavoso da USP, e participou de lançamento de livro. 

    Leonardo Avalanche (PRTB)
    O candidato Leonardo Avalanche não divulgou agenda pública de campanha.

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    Em viagem a Nova York (EUA), o presidente Lula, candidato à reeleição, defendeu as urnas eletrônicas usadas no sistema eleitoral brasileiro. 

    “Estou muito tranquilo com relação ao processo eleitoral. A nossa urna é muito séria. Aliás, o mundo inteiro deveria adotar o sistema eletrônico do Brasil. Não tem nenhum problema de contestação nas nossas eleições”, disse em entrevista à emissora de televisão CNN.

    Ele afirmou que o eleitor irá escolher em outubro entre quem defende “uma política de preservação ambiental, ou de desmatamento; uma política de inclusão social ou abandono das pessoas pobres. O fortalecimento da cultura, ou o fim da cultura. É isso que está em jogo”.

    Lula afirmou que já pediu para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não interferir nas eleições brasileiras e que a relação entre os dois países é “sólida”, sem nenhum sentimento de aversão aos Estados Unidos.

    Renan Santos (Missão) 
    O candidato Renan Santos participou de sabatina no jornal SBT Brasil. 

    Romeu Zema (Novo)
    O candidato Romeu Zema participou, na capital paulista, de debate do Flow Podcast.

    Ronaldo Caiado (PSD)
    O candidato Ronaldo Caiado participou de debate no Flow Podcast.

    Rui Costa Pimenta (PCO)
    O candidato Rui Costa Pimenta não teve agenda pública de campanha.

    Samara Martins (UP)
    A candidata Samara Martins não teve agenda pública de campanha.

    Wilson Grassi (Democrata)
    O candidato Wilson Grassi não teve agenda pública de campanha.

    A ordem de apresentação da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    * Colaboraram Luciano Nascimento (São Luís), Marcelo Brandão (Brasília) e redação de São Paulo.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Escolas privadas fora de locais de votação terão aulas normais no DF

    Escolas privadas fora de locais de votação terão aulas normais no DF

    O governo do Distrito Federal (GDF) alterou o decreto publicado no dia 11 de setembro sobre a suspensão das aulas nas duas sextas-feiras que antecedem o primeiro e o segundo turno das eleições deste ano, dias 2 e 23 de outubro.

    Com a mudança, as escolas privadas que não forem requisitadas como locais de votação devem permanecer em funcionamento regular, com a manutenção integral das atividades escolares e das aulas. A alteração foi publicada no Diário Oficial do DF desta segunda-feira (21). 

    Já as escolas públicas continuam com as aulas suspensas nos dias 2 e 23 de outubro, assim como as escolas particulares que forem locais de votação. Se não houver segundo turno, a medida será cancelada no dia 23 de outubro.   

    A norma anterior suspendia as aulas em toda a rede de ensino pública e privada do DF, em virtude da realização das eleições gerais.

    No caso das creches, as atividades permanecem sem alterações. 

    A reposição de horas-aula na rede de ensino pública deve seguir as diretrizes da Secretaria de Estado de Educação. Nas instituições privadas que tiverem as aulas suspensas, a reposição fica a critério de cada instituição de ensino.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original