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  • Estado procura imóvel para guarda temporária do acervo do antigo IML

    Estado procura imóvel para guarda temporária do acervo do antigo IML

    O Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro concluiu, nessa quarta-feira (12), mais uma etapa do recolhimento da documentação histórica que estava sob responsabilidade da Polícia Civil, no antigo prédio do Instituto Médico Legal (IML), na Rua dos Inválidos, na Lapa, região central da cidade.

    Como o Arquivo Público não dispõe de capacidade para receber a totalidade do acervo, o governo busca novo imóvel para a guarda temporária da documentação.

    Paralelamente, continuam em andamento as tratativas para definir a destinação provisória de parte da documentação, que passará por tratamento técnico antes da transferência definitiva ao Arquivo Público. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) manifestaram interesse em receber uma parcela do acervo para realizar o trabalho especializado.

    Em parceria com o Arquivo Público, a Unirio elaborou um projeto para o tratamento da documentação. Além disso, há interessados em financiar as ações de preservação documental.

    O acervo inclui registros da repressão do Estado Novo e da ditadura militar. O imóvel ficou abandonado por anos, culminando com um incidente em maio deste ano, onde papéis e registros foram jogados pelas janelas do prédio.

    Órgãos como o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Polícia Federal atuaram para conter perdas, e o Ministério Público Federal liderou frentes de resgate de pastas e microfilmes. Foram recuperadas pastas funcionais, livros de registros de óbitos, laudos periciais e pastas da repressão política da ditadura.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rio registra em julho 34 tiroteios envolvendo facções criminosas

    Rio registra em julho 34 tiroteios envolvendo facções criminosas

    As disputas entre grupos armados se intensificaram durante o mês de julho deste ano na região metropolitana do Rio de Janeiro. Ao menos 34 tiroteios foram motivados por conflitos entre facções criminosas e milícias. O número indica que houve, em média, um tiroteio por dia envolvendo diferentes grupos armados, deixando 29 pessoas baleadas.

    O número é o maior registrado em 2026 e dobrou em relação a junho, quando foram registrados 16 tiroteios em disputas entre grupos armados. Os bairros de Cordovil, Brás de Pina e Vigário Geral conviveram com 12 dias seguidos de disputas durante o mês de julho, segundo o relatório mensal do Instituto Fogo Cruzado.

    A população do Rio convive há décadas com o domínio de grupos armados e os impactos causados por eles estão cada vez maiores, chegando à média de um tiroteio por dia em situações de disputas por territórios.

    O coordenador regional do Instituto Fogo Cruzado no Rio, Carlos Nhanga, diz que seja deixando as pessoas na linha de tiro, provocando vítimas de balas perdidas, ou afetando serviços básicos como saúde, transporte e educação, essas disputas afetam direta e indiretamente a vida dos moradores.

    “Combater o avanço dos grupos armados por meio de investigação, inteligência e sem colocar vidas em risco deve ser a prioridade do Estado”, acrescenta

    As operações policiais também chamaram a atenção pelos impactos na região metropolitana. Ao todo, 92 dos 196 tiroteios ocorridos ao longo do mês foram motivados por ações e operações policiais, o que representa 47% do total acumulado. Essas ocorrências deixaram 85 pessoas baleadas. Entre as vítimas, 32 morreram e 53 ficaram feridas. O número de baleados em ações policiais representa aumento de 39% em relação a julho de 2025, quando 61 pessoas foram baleadas em ações da polícia, sendo 27 mortas e 34 feridas. 

    No dia 28 de julho, a Avenida Brasil foi palco de mais um episódio de violência armada. Uma perseguição policial terminou em chacina. Cinco pessoas foram mortas, incluindo um policial militar identificado como Fernando Plácido Roberto Rocha, de 38 anos. Quatro criminosos que atiraram nos dois policiais militares do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais acabaram mortos em troca de tiros com militares do Batalhão de Choque que foram em auxílio aos colegas.

    Os dados do relatório mensal do Instituto Fogo Cruzado mostram que, em média, duas pessoas são baleadas por dia durante ações policiais. As 85 vítimas dessas ocorrências representam 59% do total de baleados em julho: 143 vítimas, das quais 67 morreram e 76 ficaram feridas. 

    O alto impacto das ações policiais não se refletiu em uma redução no número de vítimas de assaltos ou tentativas de assalto. Ao todo, 20 pessoas foram baleadas, número próximo ao registrado em julho de 2025, quando 21 pessoas foram atingidas por disparos de arma de fogo em assaltos. 

    “A recorrência desses episódios acende um alerta sobre a escalada da violência nas abordagens criminosas e reforça a demanda por políticas integradas de prevenção e combate à criminalidade, além de investimentos em inteligência policial e proteção à população”, afirma Nhanga.

    Houve ainda sete agentes de segurança baleados na região metropolitana do Rio. Entre as vítimas, três morreram. Com cinco baleados, os agentes que estavam em serviço representaram a maioria dos atingidos.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Festa Literária de Niterói celebra intelectual Lélia Gonzalez

    Festa Literária de Niterói celebra intelectual Lélia Gonzalez

    A antropóloga, historiadora e filósofa Lélia Gonzalez é a homenageada na edição de 2026 da Festa Literária Internacional de Niterói (FLIN), que começa nesta quinta-feira (13) e segue até domingo (16) na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Lélia foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU) e uma das pioneiras do feminismo negro no Brasil.

    A ativista desenvolveu conceitos como amefricanidade e pretuguês, considerados relevantes para a compreensão das contribuições das matrizes africanas e indígenas na construção da identidade brasileira e latino-americana.

    O pensamento de Lélia é a inspiração para a programação gratuita que terá o tema Territórios das Palavras. O seu legado influenciará os debates que vão passar, conforme a organização, pela literatura, relações raciais, feminismos, memória, educação, oralidade, diversidade, políticas culturais e formação de leitores.

    “A gente queria muito que a pessoa homenageada fosse uma mulher que dialogasse com temas importantes. Trazer territórios, negritude, pensamentos contemporâneos ainda muito pertinentes era muito importante para a gente e, a partir de Lélia, a gente chega na temática dos Territórios das Palavras para poder confluir as ideias”, apontou o coordenador artístico da Flin, Jackson Jacques em entrevista à Agência Brasil.

    Uma mesa em homenagem a Lélia, vai ter a participação de Melina de Lima, neta da ativista, adiantou o coordenador artístico.

    O diretor do projeto editorial Niterói Livros, da administração municipal, Jordão Pablo de Pão disse que não se pode pensar em território sem pertencimento e identidade, um tripé que anda junto.

    “Quando se pensa em território e em identidade a gente está pensando em pessoas que democratizaram o acesso ao saber, às experiências”, disse Pão, que também é um dos curadores da Flin, em entrevista à Agência Brasil. “A gente consegue ser diverso e aproveitar essa diversidade. Acho que esse é o grande ensinamento da Lélia”.

    A intenção da Flin é mostrar que toda palavra nasce de um território, que “carrega memórias, afetos, ancestralidades, disputas e formas próprias de enxergar o mundo”.

    Na visão do diretor, para se criar o reino das palavras, a festa literária, na verdade, fala de narrativas com muitas formas em jogo.

    “A narrativa vem pela história que a avó conta no ouvido, pelo cordel publicado, vem pelo fanzine que a pessoa faz porque tem menos condição financeira e vem pelo grande livro no trabalho reconhecido. Existe uma diversidade que não está na publicação só, mas também na narrativa. É a narrativa que nos interessa”, pontuou.

    Uma característica que tem moldado a Flin ao longo dos anos é a possibilidade de os visitantes participarem de grandes encontros. “A Flin vem ganhando contorno que reflete a vontade das pessoas de quererem ir para ter encontros com quem fala sobre livros e valoriza as publicações. Não é ir apenas para ver um grande nome. É aprender, trocar experiências e divulgar”, disse Jordão Pablo de Pão.

    A presidente da Fundação de Arte de Niterói (FAN), Micaela Costa, quer que a festa seja um espaço onde diferentes vozes se encontrem, sejam ouvidas e ampliem a visão dos participantes sobre o Brasil e sobre eles mesmos.

    Público

    A expectativa dos organizadores é receber 30 mil pessoas no Reserva Cultural de Niterói, na região metropolitana do Rio.

    Durante os quatro dias, o evento vai reunir escritores como Valter Hugo Mãe, Ana Maria Gonçalves, Emicida, Conceição Evaristo, Lilia Schwarcz, Jeferson Tenório, Eliana Alves Cruz, Ana Maria Machado, Rosiska Darcy, Ruy Castro, Cidinha da Silva, Luiz Antonio Simas, Tatiana Salem Levy, Mariana Salomão Carrara.

    Entre as vozes internacionais, estão os angolanos Ondjaki e Valter Hugo Mãe.

    Considerada uma das principais festas literárias do Brasil, a Flin tem espaço também para música, teatro, audiovisual, jornalismo, cultura popular e produção acadêmica.

    A música será representada por Teresa Cristina, MC Marechal, Tati Quebra Barraco e Michael Sullivan. Já o teatro, a televisão e o cinema contam com as participações dos atores Paulo Betti, Fabiana Karla e Dadá Coelho, além da diretora de cinema e TV Rosane Svartman.

    O fortalecimento do diálogo entre a literatura e a sociedade fica por conta de intelectuais, pesquisadores, educadores e comunicadores, que também estarão presentes nas atividades.

    A agenda inclui as participações do sociólogo Jessé Souza, um dos principais intérpretes das desigualdades brasileiras; a historiadora especializada em escravidão e relações raciais Ynaê Lopes dos Santos; as jornalistas Ana Paula Araújo, Carol Raimundi e Luciana Barreto; a pesquisadora e influenciadora que debate gênero, raça e direitos humanos Giovanna Heliodoro; a ativista indígena guarani Geni Núñez; a escritora e professora, com foco em relações interpessoais, comunicação e saúde social, Laura Pires; e a jornalista e pesquisadora que atua na interseção entre comunicação e justiça racial Midiã Noelle.

    Pluralidade

    A Flin mais uma vez se destaca pela pluralidade e traz escritores, poetas, criadores de conteúdo e comunicadores que movimentam a cena literária e cultural do Brasil.

    Entre os destaques estão a jornalista e Youtuber Jout Jout; a criadora e apresentadora do podcast Não Inviabilize Déia Freitas; o autor de romances que tratam de identidade, pertencimento e juventude Stefano Volp; o escritor, palestrante que aborda questões humanas com sensibilidade, criatividade e profundidade Pedro Salomão; e a comunicadora, escritora e criadora do podcast Afetos Gabi Oliveira.

    “Este ano, a gente tem mesas sobre histórias em quadrinhos, tem cordelistas na programação, tem oficina de barro, tem uma infinidade de coisas que estão associadas à história tradicional ou sacralizada que é de abrir um livro e ler”, Jordão Pablo de Pão.

    “A gente fala que o maior problema de quem vier a Flin será escolher a programação que quer assistir porque todas [as atividades] estão muito legais e algumas acontecem no mesmo horário, infelizmente, mas é esse problema que a gente quer ter com a Flin de qual atividade vou escolher entre uma boa e uma muito boa”, comentou Jackson Jacques.

    Parceria

    Os organizadores da Flin comemoram este ano a parceria inédita com duas instituições essenciais à literatura: a Academia Brasileira de Letras (ABL) e a Biblioteca Nacional que, além de apoiarem, participam da programação.

    Em diferentes mesas ao longo dos quatro dias, estarão presentes 15 acadêmicos da ABL. São esperados nesta festa literária Antônio Carlos Secchin, Antônio Torres, Geraldo Carneiro, Godofredo de Oliveira Neto, João Almino, Paulo Henriques Britto e Ricardo Cavaliere.

    “Tanto a Academia Brasileira de Letras quanto a Biblioteca Nacional vão ter um estande na Flin mostrando para o público leitor a importância de a gente ter esses dois ícones institucionais da literatura no Brasil falando pelo trabalho realizado e expondo os seus autores, criações e fazeres”, disse o coordenador artístico.

    A curadoria em várias mãos da Flin é assinada por Vilma Piedade, Elisa Ventura, MC Marechal, Edu Krieger, Carla Portilho, Jordão Pablo de Pão e Jackson Jacques. Além da programação gratuita, a Festa Literária oferece tradução em Libras e audiodescrição em diversas ações.

    A renovação do público também é uma preocupação dessa festa literária. A edição de 2026 tem atividades destinadas à formação de leitores e receberá alunos da rede pública de ensino.

    A Flin 2026, que é realizada pela Prefeitura de Niterói, por meio da Fundação de Arte de Niterói (FAN), tem patrocínio da Águas de Niterói e apoio da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Academia Brasileira de Letras (ABL), da Biblioteca Nacional e da Ecovias Ponte.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Justiça torna réus acusados de praticar extorsão com falsos anúncios

    O juízo da 3ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Capital aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) contra 26 pessoas acusadas de integrar uma rede criminosa hierarquizada e estruturada, articulada por integrantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP). O grupo praticava delitos patrimoniais, em especial crimes de extorsão e roubos mediante restrição da liberdade de vítimas, além de estelionatos. A decisão também decretou a prisão preventiva de dois integrantes da rede: Íris Maurício da Silva Almeida e Vilmara de Morais. 

    De acordo com a denúncia, o grupo criava e inseria anúncios falsos de venda de veículos no marketplace do facebook e no site OLX e, com isso, induzia as vítimas a se locomoverem até o município de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, sob a falsa perspectiva de que iriam adquirir um automóvel. 

    Ao chegarem ao local indicado no anúncio, as vítimas eram surpreendidas pelos integrantes do grupo criminoso que, armados, as mantinham sob seu domínio, subtraíam seus pertences – inclusive cartões de crédito que eram utilizados em maquininhas fornecidas por possíveis integrantes pré-determinados e as obrigavam a fazer transferências bancárias. 

    O grupo também agia em crimes envolvendo falsos anúncios de locação e comercialização de imóveis. As vítimas eram atraídas pelos falsos anúncios e, após efetuarem transferências bancárias para efetivar a locação ou aquisição de determinado imóvel, não obtinham mais qualquer resposta. 

    A investigação mostrou que os denunciados eram integrantes do núcleo financeiro do esquema, encarregados dos atos de lavagem de capitais por meio de fracionamento dos valores auferidos mediante transferências sucessivas e pulverização dos capitais. O objetivo era branquear e dificultar o rastreamento do produto dos crimes patrimoniais cometidos. Os crimes ocorreram entre os anos de 2022 e 2024, em diversos municípios da Baixada Fluminense, especialmente Belford Roxo, e em São Paulo, na cidade de Cubatão. 

    Na decisão, o juiz Alexandre Abrahão disse que ficou comprovado que os denunciados Íris Maurício da Silva Almeida e Vilmara de Morais exerciam posição de destaque na estrutura da suposta organização criminosa voltada, em tese, à prática de delitos patrimoniais e à subsequente lavagem dos capitais obtidos ilicitamente. Ele decretou a prisão preventiva dos dois.

    Para os demais réus foram impostas medidas cautelares diversas da prisão como comparecimento em cartório ou perante o juízo de sua residência a cada dois meses e proibição de manter contato – seja de forma presencial, remota, telemática,
    por redes sociais, diretamente ou por interposta pessoa – com quaisquer das testemunhas arroladas no processo, com os demais corréus e com os familiares deles. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rádio MEC transmite concerto da Filarmônica de MG em homenagem a Verdi

    Rádio MEC transmite concerto da Filarmônica de MG em homenagem a Verdi

    Nesta quinta-feira (13), às 20h30, a Rádio MEC transmite ao vivo mais um concerto da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. A apresentação integra a série Allegro e Vivace 6 e será realizada diretamente da Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, sob a regência do maestro Fábio Mechetti.

    A edição especial do programa traz como destaque uma homenagem aos 125 anos da morte do compositor italiano Giuseppe Verdi. O concerto traz a execução da monumental Missa de Réquiem, de Verdi, uma das mais poderosas e dramáticas obras corais-sinfônicas do repertório mundial.

    Para a interpretação da obra, a apresentação contará com a participação dos solistas Camila Provenzale (soprano), Ana Lúcia Benedetti (mezzo-soprano), Giovanni Tristacci (tenor) e Hernán Iturralde (baixo-barítono), acompanhados pelo Coral Lírico de Minas Gerais e pelo Coro da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp).

    A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais é referência no Brasil e no exterior desde sua fundação, em 2008. A Filarmônica reúne 90 músicos de diferentes regiões do Brasil, da Europa, da Ásia e das Américas. A orquestra recebeu numerosas menções e prêmios, tem 19 álbuns gravados e obteve uma indicação ao Grammy Latino em 2020. Possui ainda ações de formação profissional e realiza com recorrência transmissões ao vivo de suas apresentações.

    Sobre a Rádio MEC

    Conhecida de Norte a Sul do país como “A Rádio de Música Clássica do Brasil”, a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.

    A Rádio MEC oferece aos ouvintes a experiência de acompanhar repertórios segmentados, composições originais e produções qualificadas. Há espaço também para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada à audiência cativa.

    A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz. O conteúdo ainda é veiculado no app Rádios EBC.

    Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação da Rádio MEC. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537.

    Serviço

    Concerto Orquestra Filarmônica de Minas Gerais – Allegro e Vivace 6 – quinta-feira (13), às 20h30, ao vivo na Rádio MEC FM

    Rádio MEC na internet e nas redes sociais

    Site: https://radiomec.ebc.com.br
    Instagram: https://www.instagram.com/radiomec
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    Como sintonizar a Rádio MEC

    Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz
    Belo Horizonte: FM 87,1 MHz
    Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz
    Parabólica – Star One C2 – 3748,00 MHz – Serviço 3
    Celular – App Rádios EBC para Android e iOS

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Cuba celebra 100 anos de Fidel Castro sob ataque dos EUA

    Cuba celebra 100 anos de Fidel Castro sob ataque dos EUA

    Esta quinta-feira (13) é o ponto alto de um calendário de comemorações em Cuba, iniciado em agosto do ano passado. A data marca os 100 anos de nascimento de Fidel Castro Ruz, líder da Revolução Cubana, movimento que mudou o regime político e econômico na ilha caribenha em 1959.

    Em meio à agenda de homenagens, os cubanos têm preocupações bem perceptíveis. Uma das mais presentes é a crise energética. Assim como a palavra centenário ganhou notoriedade nos últimos meses, o termo blecaute também foi bastante pronunciado, seja nas ruas de Havana, seja em outras regiões do país.

    No início de agosto, por exemplo, os cubanos enfrentaram dois apagões nacionais em menos de 24 horas.

    Embargo e crise energética

    A crise energética é explicada pela capacidade limitada de produção elétrica em um sistema obsoleto e à pressão dos Estados Unidos, que dificultam a importação de petróleo e derivados.

    O país consegue produzir apenas um terço da necessidade nacional de petróleo, segundo a União Petrolífera de Cuba (Cupet), a maior empresa petrolífera da ilha.

    A energia que falta ao povo cubano também freia o desenvolvimento econômico de inúmeras atividades. Estimativas apontam que a economia deve registrar queda de 6,5% em 2026.
     


    Havana- Cuba- 04/12/2024 Rede elétrica de Cuba entra em colapso após falha em usina e milhões de pessoas ficam sem luz. REUTERS/Norlys Perez/Arquivo/ Proíbido reprodução
    Havana- Cuba- 04/12/2024 Rede elétrica de Cuba entra em colapso após falha em usina e milhões de pessoas ficam sem luz. REUTERS/Norlys Perez/Arquivo/ Proíbido reprodução
    Havana, 4/12/2024 – Rede elétrica de Cuba entra em colapso após falha em usina e milhões de pessoas ficam sem luz – Foto: Reuters/Norlys Perez/Arquivo/ Proibida a reprodução

    A situação é tão grave que especialistas em direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) condenaram a pressão americana e instaram a comunidade internacional a atuar rapidamente para evitar uma “Gaza silenciosa” em Cuba, em referência à grave situação humanitária vivida pela população na Palestina. 

    O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, chama o bloqueio americano de “genocídio político”.

    A pressão dos Estados Unidos é um endurecimento do embargo econômico iniciado em 1962, após o agravamento das relações entre Washington e Havana, marcado pela nacionalização de empresas americanas, pela falta de acordo sobre compensações e pela aproximação de Cuba revolucionária com a então União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

    A pressão atual faz com que o sistema de saúde na ilha, reconhecido internacionalmente por ser universal e gratuito, esteja à beira do colapso. Para alguns cubanos, é o pior momento já vivido pelo país.

    Além da questão econômica, o presidente americano, Donald Trump, já sugeriu que pode deflagrar uma ação militar contra Cuba.

    Fidel e a Revolução

    Entre os eventos deste 13 de agosto está um seminário internacional sobre o legado de Fidel e o futuro de Cuba.

    A personalidade que viria a ser o comandante em chefe da Revolução nasceu em Birán, um vilarejo rural na província de Holguín, no Leste da ilha. Hoje, a fazenda onde nasceram os irmãos Ramón, Fidel e Raúl faz parte de um conjunto histórico.


    Fidel Castro
    Fidel Castro
    Fidel Castro, líder da Revolução Cubana – Foto: Agência Lusa/Arquivo/Proibida a reprodução

    Um dos fatos marcantes da trajetória do então líder oposicionista foi o ataque ao Quartel Moncada, em 26 de julho de 1953, na cidade de Santiago de Cuba. Liderados por Fidel, revolucionários tentaram derrubar o governo de Fulgencio Batista.

    A ação foi frustrada, e Fidel acabou sendo capturado. Ao ser julgado, em 16 de outubro daquele ano, Fidel fez o histórico discurso A História me Absolverá. O guerrilheiro foi condenado a 15 anos de prisão, mas anistiado pouco menos de dois anos depois.

    Ainda em 1955, Fidel foi para o exílio no México, país onde conheceu o argentino Ernesto “Che” Guevara, que anos depois estaria ao lado dele na Revolução Cubana.

    No México, organizou o Movimento 26 de Julho e de lá partiu para Cuba no iate Granma, desembarcando em 2 de dezembro de 1956 com mais de 80 expedicionários, com o objetivo de tomar o poder.

    Logo depois da chegada, o grupo de revolucionários foi atacado pelas forças de Fulgencio Batista. Os sobreviventes do Exército Rebelde se refugiaram nas cordilheiras de Sierra Maestra e, dali, conduziram a guerrilha até o triunfo da Revolução em 1º de janeiro de 1959.

    Décadas no poder

    Fidel ficou quase 50 anos no poder. Ainda nos primeiros anos implementou a nacionalização de empresas e a reforma agrária. Ao longo do regime, o líder do Partido Comunista adotou reformas que ampliaram o acesso à saúde, moradia e permitiram a alfabetização em massa da população.

    Passou para o mundo a imagem de um líder sempre de uniforme militar, barba e charuto. Mas essa imagem recebeu uma correção com o tempo, conforme destacou o escritor colombiano Gabriel García Márquez, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura (1982): “Deixou de fumar para ter autoridade moral para combater o tabagismo”.No contexto da Guerra Fria, Fidel foi um dos principais aliados e beneficiados pela relação com a URSS. Por outro lado, foi um incômodo vizinho dos Estados Unidos, onde se exilaram muitos dos cubanos contrários a Fidel.
     


    Fidel Castro
    Fidel Castro
    Fidel Castro permaneceu no poder durante quase 50 anos – Foto: Arquivo/Agência Brasil

    Foi preciso resistir a diversas tentativas de influência externa para retirá-lo do poder, tanto militares quanto econômicas, como o embargo que dura até hoje.

    Fidel foi também inspirador e aliado do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez, grande desafeto americano, morto em 2013.

    Ao lado de avanços sociais, Fidel atraiu críticas de dissidentes e organizações internacionais, que denunciavam práticas antidemocráticas, regime de partido único, censura, perseguição a opositores e violações de direitos humanos.

    Repressão

    A organização internacional de direitos humanos Human Rights Watch (HRW) reconhece que o governo de Fidel desenvolveu na ilha caribenha “importantes avanços” em questões sociais, direitos econômicos, educação, cultura e saúde. Mas a organização é vocal ao afirmar que o regime foi marcado pela repressão “de praticamente todas as formas de dissenso”.

    “Milhares de cubanos foram encarcerados sob condições deploráveis, milhares de pessoas foram perseguidas e intimidadas, e gerações inteiras tiveram suas liberdades políticas básicas negadas”, escreveu a HRW em comunicado publicado no dia seguinte à morte de Fidel Castro.

    Para a organização, o embargo americano serviu para “justificar abusos do regime”. “Durante décadas, Fidel Castro foi o principal beneficiário de uma política de isolamento profundamente equivocada dos EUA, que lhe permitiu se apresentar como vítima e, ao fazê-lo, desencorajar outros governos de repudiar suas práticas repressivas”, disse à época o chileno José Miguel Vivanco, então diretor para as Américas da HRW.
     


    Fidel Castro (Alejandro Ernesto/Agência Lusa/Direitos Reservados)
    Fidel Castro (Alejandro Ernesto/Agência Lusa/Direitos Reservados)
    Fidel Castro renunciou definitivamente à Presidência em 2008 – Foto: Agência Lusa/Alejandro Ernesto/Arquivo/Proibida a reprodução

    Outra organização não governamental, a Anistia Internacional, também reconheceu no dia da morte que houve avanços sociais em Cuba, mas afirmou que o estado da liberdade de expressão na ilha, “onde ativistas continuam a ser presos e perseguidos por se manifestarem contra o governo, é o legado mais sombrio de Fidel Castro”.

    A instituição afirmou que testemunhou “centenas de histórias de ‘prisioneiros de consciência’ – pessoas detidas pelo governo simplesmente por exercerem pacificamente seus direitos à liberdade de expressão, associação e reunião”.

    A Anistia Internacional lembrou ainda que, após tomar o poder, “Castro organizou julgamentos de membros do governo anterior, que resultaram em centenas de execuções sumárias”. 

    Transição e renúncia

    Em 31 de julho de 2006, dias antes de completar 80 anos de idade e 47 no poder, Fidel Castro se licenciou da Presidência por questões de saúde. Ele sofria de complicações no intestino e precisava passar por uma cirurgia.

    “Dias e noites de trabalho contínuo, praticamente sem dormir, fizeram com que a minha saúde, que tem resistido a todos os testes, se submetesse a um estresse extremo, e se quebrasse. Isto me provocou uma crise intestinal aguda com sangramento sustentado, que me obrigou a enfrentar uma complicada intervenção cirúrgica”, disse em comunicado dias após uma viagem à Argentina.


    O presidente de Cuba, Raúl Castro
    O presidente de Cuba, Raúl Castro
    Raúl Castro sucedeu Fidel na Presidência de Cuba – Foto: Arquivo/Agência Brasil

    Fidel delegou para o irmão e companheiro de revolução, Raúl Castro, os postos mais altos da cúpula do regime: primeiro-secretário do Comitê Central do Partido Comunista, comandante em chefe das Forças Armadas Revolucionárias e presidente do Conselho de Estado e do Governo da República.

    A previsão inicial era de permanecer “várias semanas em repouso”. Em 19 de fevereiro de 2008, Fidel renunciou definitivamente à Presidência. “Não me despeço de vocês. Só desejo combater como soldado das ideias”, escreveu.

    Raúl foi presidente até abril de 2018, sucedido pelo atual presidente Miguel Díaz-Canel.

    Fidel Castro morreu na noite de 25 de novembro de 2016, já madrugada de 26 aqui no Brasil, aos 90 anos. O luto oficial demorou nove dias, com despedida do público em Havana e uma carreata com as cinzas até Santiago de Cuba.

    Em Miami, cidade americana que concentra cubanos exilados, os oposicionistas foram às ruas comemorar a morte de Fidel, a quem chamavam de ditador.

    Legado

    A professora de história Adriane Aparecida Vidal Costa, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), classifica o legado de Fidel como “um dos temas mais polarizados e controversos da historiografia latino-americana”.

    Ela explicou à Agência Brasil que, de um lado, há historiadores que focam em questões autoritárias de Fidel Castro no que diz respeito à democracia e aos direitos humanos, que colocam no centro do debate fatores como a instituição do regime de partido único desde 1965, o controle estatal da imprensa, a perseguição e prisão de dissidentes, a repressão a homossexuais nas décadas de 1960 e 1970, “posteriormente revista pelo governo cubano”.

    A pesquisadora contrapõe que outra parte da historiografia se atém à soberania nacional frente aos Estados Unidos, às conquistas sociais, com indicadores comparáveis aos de países desenvolvidos, à redução de desigualdades históricas.

    Ela acrescenta um modelo de “democracia participativa”, via organizações de massa, como os sindicatos e assembleias de bairro, “considerada por essa vertente uma forma alternativa de legitimidade popular, distinta do modelo liberal-representativo”.

    A professora Adriane Costa aponta que os avanços sociais são vistos como maiores acertos da Revolução Cubana, incluindo “indicadores de mortalidade infantil e expectativa de vida destacados por organismos como a Organização Mundial da Saúde”.

    Por outro lado, são sinalizados erros como concentração de poder político e ausência de alternância democrática por décadas. Além disso, cita, houve dependência do subsídio soviético até 1991 e problemas crônicos de produtividade e abastecimento.

    Ela acrescenta que o processo migratório massivo é interpretado como sintoma de insatisfação interna da população.

    A docente da UFMG considera que o embargo americano é uma resposta dos EUA à nacionalização de empresas sem compensação considerada adequada e outros fatores, como o alinhamento à URSS e apoio a movimentos revolucionários em países latino-americanos.

    “Foi muito mais uma retaliação do que propriamente resultado das escolhas de Fidel Castro”, diz.

    A acadêmica considera que a situação de crise na ilha caribenha é reflexo de elementos como o bloqueio econômico, agravado durante o governo Trump, e do colapso de parceiros, como a URSS e, mais recentemente, a Venezuela.

    “O modelo institucional herdado de Fidel criou as condições estruturais de vulnerabilidade, como baixa diversificação econômica, dependência externa [URSS] e ausência de reformas econômicas mais profundas durante o ‘Período Especial’ dos anos 1990 [crise iniciada com o fim da URSS]”, elenca.

    Adriane Costa lista ainda a pandemia de covid-19, que teve impacto severo no turismo, principal fonte da economia cubana.
     


    Fidel Castro
    Fidel Castro
    Fidel Castro morreu aos 90 anos – Foto: Agência Lusa/Alejandro Ernesto/Arquivo/Proibida a reprodução

    Parte da história

    O professor de história Norberto Osvaldo Ferreras, da Universidade Federal Fluminense, acredita que é impossível dissociar Fidel Castro da história de Cuba no século 20.

    “Podemos dizer que Cuba se divide em duas grandes figuras, José Martí, o herói da independência, e Fidel, o herói da emancipação definitiva.”

    Líder nacionalista, José Martí morreu em 1895, durante a luta pela independência de Cuba, sete anos antes de o país se tornar formalmente independente.

    O especialista da UFF compara o atrelamento de Fidel ao país à importância de Nelson Mandela (1918-2013) para a África do Sul.

    “São figuras que marcaram uma transição de um modelo político a outro, que foram política, militar e socialmente ativas, com fortíssimas presenças internacionais”, disse o argentino à Agência Brasil.

    Ele atribui palavras-chave ao legado de Castro: latino-americanista, anti-imperialista e anticapitalista. Norberto Ferreras classifica de “complicada” a análise do legado sob o ponto de vista de democracia.

    “Cuba nunca foi uma democracia representativa eleitoral”, diz. Para ele, a revolução socialista “recolocou os termos da democracia liberal burguesa e estabeleceu novos parâmetros de representatividade”.

    “A eleição de presidente se dá pela via não direta”, apresenta. Segundo o docente, Fidel aumentou a representatividade em uma “sociedade que estava fechada em um regime autoritário apoiado pelos Estados Unidos”.

    Fulgencio Batista exerceu a Presidência de Cuba de 1940 a 1944, após ser eleito, no entanto, voltou ao poder em 1952, por meio de um golpe de Estado, governando como ditador até 1º de janeiro de 1959.

    O professor compartilha da ideia de que a existência de um partido único é fator complicador de Cuba.

    Influência internacional

    O acadêmico da UFF destaca que o ex-presidente cubano teve enorme influência no restante da América Latina, principalmente nas décadas de 1960 e 1970.

    “Uma influência direta nos processos revolucionários, como motor, financiador e também refúgio de muitos militantes de esquerda, revolucionários”, descreve.

    Personalidades brasileiras viveram em Cuba enquanto o Brasil era submetido à ditadura militar (1964-1985).

    “Fidel tem uma importância decisiva na trajetória que tiveram os movimentos revolucionários e de esquerda na América Latina”, complementa.

    Ele observa que, depois da década de 1980, “muitos dos antigos aliados e admiradores de Fidel passaram a se tornar críticos do sistema político cubano”.

    O professor cita como exemplo movimentos políticos de esquerda europeus, que perderam força nos seus países, partidos moderados na América Latina, o Partido Revolucionário Institucional (PRI) do México, o radicalismo na Argentina e o socialismo chileno.

    “A virada à direita na América Latina esvaziou o apoio também”, pontua.

    Questionado sobre qual será o legado de Fidel Castro no próximo horizonte de 100 anos, Norberto Ferreras pondera que figuras políticas estão sempre vinculadas a uma realidade específica.

    “A presença de Fidel vai permanecer por um longo tempo em Cuba. É claro que este legado vai se transformar ao longo do tempo”, prevê.

    Ele contextualiza que o mundo passa por um processo de reformulação das instituições liberais democráticas e de mudança da relação entre a América Latina e os demais países, com os Estados Unidos e a China disputando influência.

    Dessa forma, prossegue ele, “é difícil poder ver a influência de Fidel Castro crescendo ao longo do tempo”.

    “Hoje é muito mais uma figura que fica restrita a um determinado período histórico, com uma grande influência no seu momento.”

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Cruzeiro e Flamengo empatam pelas oitavas de final da Libertadores

    Cruzeiro e Flamengo empatam pelas oitavas de final da Libertadores

    O primeiro duelo 100% brasileiro desta edição da Libertadores terminou sem vencedor. Na noite de quarta-feira (12), Cruzeiro e Flamengo empataram por 1 a 1 no Mineirão, em Belo Horizonte, no primeiro jogo do confronto pelas oitavas de final. A Rádio Nacional transmitiu o duelo ao vivo.

    Mineiros e cariocas voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã. Em caso de nova igualdade, a decisão no Rio de Janeiro será nos pênaltis. Somente a vitória, para qualquer um dos lados, define o classificado no tempo normal.

    O ganhador terá pela frente quem avançar do confronto entre Tolima (Colômbia) e Independiente del Valle (Equador). A partida de ida estava marcada para a última terça-feira (11), no Estádio Manuel Murillo Toro, na cidade colombiana de Ibagué, mas foi adiada devido aos impactos do terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o país um dia antes. O jogo foi remanejado para a próxima terça (18), enquanto a volta ficou para a semana seguinte no Estádio Banco Guayaquil, na capital equatoriana Quito.

    Antes de a bola rolar, a torcida do Cruzeiro protestou contra Leonardo Jardim, técnico do Flamengo, que comandou o time mineiro até o fim de 2025, quando saiu alegando problemas pessoais. O treinador chegou a dizer que, no Brasil, trabalharia somente na Raposa, mas foi contratado pelo Rubro-Negro em março. Além de vaias, os torcedores levaram notas falsas de dinheiro com o rosto do português.

    Mais agressivo com a bola nos pés no primeiro tempo, o time da casa esbarrou na marcação do Flamengo, que bloqueava a maioria das finalizações. A oportunidade mais clara ocorreu logo aos seis minutos, quando Keny Arroyo cruzou pela direita e o também atacante Wesley, às costas do lateral Emerson Royal, surgiu livre pela esquerda, na frente do gol, mas a conclusão de peito saiu por cima da meta.

    Apesar da maior posse, o Rubro-Negro tinha dificuldades para envolver a defesa do Cruzeiro. A grande chance dos 45 minutos iniciais se deu aos 35, com Bruno Henrique. Em contra-ataque puxado pelo meia Giorgian de Arrascaeta, o atacante foi acionado pelo meia na entrada da área e chutou forte, de primeira. A bola triscou no travessão.

    A insistência do Cruzeiro foi recompensada na volta do intervalo. Logo aos sete minutos, Arroyo recebeu do lateral William pela direita, entrou na área e deixou Samuel Lino no chão ao escapar do carrinho do atacante. O equatoriano levou a bola para a perna esquerda e acertou o ângulo do goleiro Agustín Rossi. Golaço.

    A resposta do Flamengo veio aos 21 minutos. Após cobrança de falta do lateral Ayrton Lucas pela esquerda, o zagueiro Léo Ortiz acertou o travessão e a bola sobrou nos pés de Lucas Paquetá, dentro da área. O meia, que tinha acabado de entrar no lugar de Arrascaeta, concluiu para as redes e deixou tudo igual no Mineirão.

    O duelo seguiu aberto, com o atacante Kaio Jorge, em cabeçada perigosa, e o meia Jorge Carrascal, parando no goleiro cruzeirense Otávio, tendo boas oportunidades. Apesar do empenho, o placar não foi mais alterado.

    Mais Brasil na Libertadores

    Nesta quinta-feira (13), mais dois brasileiros vão a campo pelas oitavas da Libertadores. Às 19h, no Maião, em Mirassol (SP), o time da casa recebe a LDU (Equador). Mais tarde, às 21h30, o Corinthians vai a Rosario (Argentina) encarar os anfitriões.

    Em outro jogo de quarta, o Palmeiras empatou por 1 a 1 com o Cerro Porteño (Paraguai) no Nubank Parque, em São Paulo. Na quarta que vem, o duelo será no La Nueva Olla, na capital paraguaia Assunção. Se o jogo terminar novamente sem vencedor, a vaga será definida nos pênaltis. Ao Verdão, o triunfo no tempo normal é suficiente.

    Na última terça (11), o Fluminense não saiu do zero com o Independiente Rivadavia, no Maracanã. O duelo de volta será terça que vem (18), às 19h, no Estádio Malvinas Argentinas, em Mendoza (Argentina). Para seguir na Libertadores, o Tricolor tem de ganhar no tempo normal. Em caso de empate durante os 90 minutos, a decisão será nos pênaltis.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Senado aprova alívio de imposto sobre combustíveis; texto vai à sanção

    Senado aprova alívio de imposto sobre combustíveis; texto vai à sanção

    O Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026, que reduz tributos federais sobre óleo diesel, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação, foi aprovado na noite desta quarta-feira (12), por 61 votos a 2, no Senado Federal, e agora seguirá para sanção presidencial.

    Horas antes, o mesmo texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, depois que um acordo entre governo e lideranças do Congresso viabilizou o avanço da medida.

    O principal objetivo do projeto é mitigar os efeitos do aumento dos preços dos combustíveis decorrente da guerra dos Estados Unidos (EUA) contra o Irã no Oriente Médio, que fechou a principal rota de exportação do petróleo na região, provocando fortes oscilações na cotação do barril.

    Mesmo assim, o alcance da norma foi ampliado pelos parlamentares para conceder benefícios fiscais a diferentes setores, incluindo a produção de etanol, de fertilizantes agrícolas, de pesquisa de minerais críticos e terras raras, bem como a desoneração de impostos para a Fifa, organizadora da Copa do Mundo de Futebol Feminino, que será realizada no Brasil, em 2027.

    A perda de arrecadação, de acordo com o texto, será compensada pelo aumento extraordinário de receitas da União obtidas justamente por conta do aumento no valor do petróleo, que ampliou os royalties e outras participações desde o início do ano.

    Entre janeiro e março de 2026, a arrecadação federal chegou a R$ 28 bilhões, contra R$ 9 bilhões no mesmo período em 2025, um crescimento real superior a 200%.

    Benefícios tributários

    A inclusão do etanol e biocombustível foi um apelo do setor e busca impedir que subsídios à gasolina e ao diesel, por conta dos efeitos do preço do petróleo, eliminem a vantagem tributária dos combustíveis não fósseis.

    A diferença deverá ser equivalente à praticada antes do conflito, tanto em termos percentuais quanto absolutos por unidade de medida. Se a tributação federal da gasolina cair 30% ou mais, as alíquotas do etanol serão reduzidas a zero.

    O projeto de lei prevê que o governo concederá subvenção de R$ 1,2 bilhão aos produtores de etanol hidratado para garantir a diferenciação nos preços da gasolina e do etanol.

    Produtores de etanol, inclusive cooperativas, também poderão compensar até R$ 750 milhões em débitos com a Receita Federal. A compensação será feita por meio de saldos credores da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins. O valor será proporcional ao percentual de produção de etanol hidratado em 2025 dos contribuintes habilitados.

    Entre as medidas para os produtores rurais, o texto reduz de 50% para 30% o limite da receita com exportação para que a empresa possa se enquadrar na suspensão do pagamento do IBS e da CBS.

    Outro benefício tributário contido no projeto permite à União conceder até R$ 5 bilhões em créditos fiscais para a produção de fertilizantes, matérias-primas, remineralizadores e bioinsumos entre 2027 e 2031. Os créditos serão de até R$ 1 bilhão por ano. O valor corresponderá a até 20% dos gastos com produção de fertilizantes e matérias-primas em território nacional.

    As mercadorias destinadas a projetos de desenvolvimento da indústria de fertilizantes e matérias-primas ficarão isentas do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM). A renúncia de receita deverá ser de até R$ 200 milhões por ano, de acordo com o texto.

    Outros pontos do texto incluem a autorização ao governo para ampliar em até R$ 2,5 bilhões as despesas do Ministério da Defesa fora dos limites de gastos, que serão descontados de orçamentos futuros da pasta. Também passou no projeto uma autorização para antecipar até R$ 3 bilhões em despesas temporárias com saúde e educação que seriam programadas apenas para 2027.

    Trava sobre despesas

    O texto negociado com o governo incluiu dispositivos para atrelar o crescimento de determinadas despesas aos limites do arcabouço fiscal, em caso de previsão de déficit fiscal projetado pelo relatório bimestral de receitas e despesas do governo.

    Caso se aponte déficit, recursos de fundos, como o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), só poderão ser corrigidos, no exercício seguinte, pela variação da inflação e mais um percentual máximo de até 2,5%.

    Esse mesmo gatilho pode frear o crescimento dos pisos constitucionais de saúde e educação, atualmente definidos em 15% e 18%, respectivamente, da Receita Corrente Líquida (RCL) da União.

    O projeto não altera a fórmula de cálculo da RCL e suas vinculações de despesas, mas impede que determinadas receitas extraordinárias, especialmente as provenientes do petróleo, sejam utilizadas para ampliar automaticamente despesas cuja evolução está vinculada à RCL. Nestes casos, se houve previsão de déficit fiscal, o crescimento dessas despesas também fica limitado à correção da inflação até o máximo de 2,5%.

    Acordo com o governo

    A votação deste Projeto de Lei Complementar foi viabilizada após acordo do governo com lideranças do Congresso Nacional, com participação dos ministérios do Planejamento e da Fazenda. Pela manhã, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), se reuniram no Palácio da Alvorada para definir as prioridades legislativas deste período de esforço concentrado no Parlamento.

    Também participaram do encontro o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, e a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE).

    O Congresso Nacional retomou a agenda legislativa esta semana, após o recesso parlamentar, em um esforço concentrado para votações em plenário e nas comissões.

    De acordo com os presidentes da Câmara e do Senado, serão duas semanas de esforço concentrado antes das eleições: entre 10 e 14 de agosto, e entre 31 de agosto e 3 de setembro.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Libertadores: Palmeiras cede empate no fim e tropeça no Cerro Porteño

    Libertadores: Palmeiras cede empate no fim e tropeça no Cerro Porteño

    O Palmeiras não aproveitou o fator-casa para sair em vantagem no confronto contra o Cerro Porteño pelas oitavas de final da Libertadores. O Verdão – que terminou a partida com um jogador a menos e foi vazado nos acréscimos da etapa final – empatou por 1 a 1 com os paraguaios nesta quarta-feira (12), no Nubank Parque, em São Paulo.

    As equipes se reencontram na próxima quarta-feira (19), às 19h (horário de Brasília), no La Nueva Olla, em Assunção (Paraguai). Uma vitória simples basta para qualquer um dos lados seguir às quartas de final. Em caso de nova igualdade, a decisão será nos pênaltis.

    Esta foi a terceira vez que os times se enfrentaram nesta edição da Libertadores. As equipes foram sorteadas no mesmo grupo da primeira fase.

    Após empate por 1 a 1 em Assunção, o Cerro Porteño surpreendeu os alviverdes e ganhou na capital paulista por 1 a 0, resultado determinante para os paraguaios avançarem na liderança da chave e terem a vantagem de fazer o segundo jogo das oitavas em casa.

    Líder do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras comandou as ações ofensivas da primeira etapa, tendo os avanços do atacante Allan pela direita como a principal arma. A melhor chance, porém, veio na bola parada.

    Aos 30 minutos, Vitor Roque aproveitou a sobra de escanteio cobrado pelo volante Andreas Pereira pela direita, parando em ótima defesa do goleiro Manuel Roffo. No rebote, o também atacante Flaco Lopez, da marca do pênalti, chutou por cima.

    O cenário não se alterou na segunda etapa. Aos nove minutos, Jhon Arias chutou forte, da entrada da área, acertando a trave direita. Aos 13, o atacante teve mais uma boa chance, após cruzamento pela direita de Allan. Livre para finalizar, o colombiano bateu para fora.

    A punição veio quase aos 24 minutos, em falha da zaga palmeirense que Guillermo Benítez aproveitou e mandou para as redes. O lateral-esquerdo do Cerro Porteño, porém, estava impedido e o lance foi anulado após intervenção da arbitragem de vídeo (VAR).

    O alívio logo se transformou em tensão. Três minutos depois, em disputa por espaço no meio-campo, Andreas Pereira foi expulso por atingir Mateo Klimowicz. O árbitro avaliou que o brasileiro agrediu o meia adversário.

    Mesmo com um a menos, o Palmeiras não abdicou do ataque. Aos 36 minutos, Flaco López, enfim, devolveu o alívio à torcida da casa. Após cruzamento do zagueiro Murilo pela direita e rebote da defesa, o volante Marlon Freitas, da meia-lua, cabeceou para dentro da área e o argentino, bem posicionado, mandou para o gol.

    Foi a vez do Cerro Porteño se lançar ao ataque. O Palmeiras resistiu bem até os acréscimos. Aos 47, Jonatán Torres cruzou rasteiro na área pela direita, o também atacante Pablo Vegetti não alcançou, mas a bola passou também pelo goleiro Carlos Miguel e foi para as redes, decretando o empate na capital paulista.

    Copa Sul-Americana

    Pela Copa Sul-Americana, o Atlético-MG levou a melhor sobre o Red Bull Bragantino na partida de ida do confronto pelas oitavas de final. Também nesta quarta, o Galo venceu por 1 a 0 no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP), com gol do atacante Tomás Cuello, aproveitando falha do goleiro Cleiton.

    O time mineiro tem a vantagem do empate para o jogo de volta, na próxima quarta, às 19h, na Arena MRV, em Belo Horizonte. O Massa Bruta tem de ganhar por dois gols ou mais para se classificar no tempo normal. Se vencerem por um gol de diferença, os paulistas levam a decisão para os pênaltis.

    Outro clube brasileiro a ir a campo pelas oitavas foi o São Paulo. Na última terça-feira (11), o Tricolor empatou por 1 a 1 com o Bolívar (Bolívia), na altitude de 3,6 mil metros da capital boliviana La Paz. O zagueiro Robert Arboleda colocou o time paulista à frente e o meia Carlos Melgar igualou.

    Na próxima terça-feira (18), as equipes se reencontram no Morumbis, em São Paulo. Em caso de novo empate, a vaga será decidida nos pênaltis. A qualquer um dos lados, basta uma vitória simples no tempo normal para a classificação.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Juventudes periféricas querem usar voto como ferramenta de mudança

    Juventudes periféricas querem usar voto como ferramenta de mudança

    Jovens do Distrito Federal uniram forças para mostrar que a transformação social exige que a voz de quem vive nas periferias seja ouvida. Uma delas, a geógrafa em formação Sara Lisboa, de 21 anos, defende que a presença da juventude periférica na construção de propostas políticas altera diretamente a qualidade dos serviços públicos prestados na ponta.


    Sara Lisboa, geógrafa em formação, 21 anos, moradora da Ceilândia. Foto: Arquivo pessoal
    Sara Lisboa, geógrafa em formação, 21 anos, moradora da Ceilândia. Foto: Arquivo pessoal
    Sara Lisboa diz que a política feita por gabinetes está fora da realidade – Arquivo pessoal

    “Quando a política pública é realizada por gabinetes distantes da realidade, feita por pessoas que não usufruem do serviço público — como transporte, saúde e educação —, o resultado é outro. Política pública precisa ser pensada por quem vive essa rotina”, afirma a moradora de Ceilândia, região administrativa mais populosa do DF.

    Sarah está entre os adolescentes e jovens das periferias do DF e do entorno que elaboraram e lançaram nesta quarta-feira (12) a Carta-Manifesto da Rede de Juventudes e Adolescências com propostas para os candidatos nas eleições de 2026.

    A iniciativa faz parte da campanha Perifa nas Urnas, lançada hoje, data em que é celebrado o Dia Internacional da Juventude. Organizado pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), o movimento busca fortalecer a formação política das juventudes e o protagonismo periférico, incentivar o voto consciente e, também, pautar os candidatos aos cargos de governador, deputado distrital, deputado federal e senador, nas eleições de 2026. 

    Mudança estrutural

    O fotógrafo, designer gráfico e graduado em Gestão Pública, Victor Queiroz, de 27 anos, também participou da elaboração carta e defende a importância de se conscientizar a juventude periférica sobre o voto como ferramenta de mudança estrutural.


    Victor Queiroz, morador do Paranoá, fotógrafo, designer gráfico, graduado em Gestão Pública, pesquisador em Mobilidade Urbana Sustentável. Foto: Arquivo pessoal
    Victor Queiroz, morador do Paranoá, fotógrafo, designer gráfico, graduado em Gestão Pública, pesquisador em Mobilidade Urbana Sustentável. Foto: Arquivo pessoal
    Victor Queiroz defende que a participação da juventude periférica na política pode alcançar mudanças estruturais no país. – Arquivo pessoal

    “A partir do momento em que a população adquire consciência da importância que o seu voto tem para fazer as políticas públicas chegarem ao seu território, a votação deixa de ser só um dever e passa a se tornar um instrumento real e valioso”, destacou o jovem, morador da região administrativa do Paranoá.

    Victor afirma que é preciso entender as demandas daquela população para atendê-las. “É diferente de um técnico que vai ao local apenas para analisar, fazer estudo e que, às vezes, nem escuta todo mundo, elaborando [políticas] apenas com base no que ele acredita.”

    Campanha

    Assessora política no Inesc na área de juventudes, crianças e adolescentes. Dyarley Viana de Oliveira explica que a campanha aposta na comunicação de jovem para jovem como forma de dizer que a política não é somente realizada por adultos.

    “Na linguagem dos jovens, estamos anunciando que esse espaço é para eles também”, disse.

    Manifesto aos candidatos


     Assessora política do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC), Dyarley Viana de Oliveira. Foto: inesc
     Assessora política do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC), Dyarley Viana de Oliveira. Foto: inesc
    Dyarley Viana de Oliveira explica que a campanha aposta na comunicação de jovem para jovem  Foto – Inesc

    A carta-manifesto com propostas das juventudes aos candidatos a cargos eletivos em outubro deste ano foi elaborada coletivamente durante dois anos em oficinas. As pautas relacionam temas como saúde, trabalho, segurança pública, proteção social, educação e cultura, mobilidade urbana, diversidade das juventudes.

    O período de mobilização envolveu mais de 150 adolescentes e jovens, negros e periféricos, de diferentes regiões administrativas do Distrito Federal, como Ceilândia, Estrutural, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Riacho Fundo II, Samambaia, São Sebastião e Taguatinga, além de dois municípios de Goiás: Águas Lindas e Valparaíso.

    As propostas reunidas na carta-manifesto são endereçadas a candidatos ao governo do DF e à Câmara Legislativa do Distrito Federal e são divididas em oito eixos. Entre eles construção de hospitais, ampliação de assistência social, investimento em cursinhos populares, em segurança pública, além de uma mobilidade urbana decentralizada do centro de Brasília.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original