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  • Último capítulo da série “Afiadas” aborda violência digital

    Último capítulo da série “Afiadas” aborda violência digital

    A TV Brasil exibe nesta sexta-feira (14), às 23h, o oitavo e último episódio da série Afiadas. Com o tema segurança digital, privacidade e respeito nas relações, o capítulo Nude Vazado debate violência digital, exposição íntima sem consentimento, vergonha, julgamento moral e o tratamento desigual dado à sexualidade feminina.

    No episódio, Adrielly chega ao salão vivendo uma nova fase em sua vida pessoal, o que desperta conversas entre as funcionárias sobre confiança, respeito e relações afetivas. Ao mesmo tempo, Jéssica inicia um relacionamento e se vê diante de uma situação de exposição indevida que rapidamente se espalha entre conhecidos, provocando constrangimento e abalos em sua rotina.

    A partir desse acontecimento, as personagens refletem sobre privacidade, compartilhamento de informações sem autorização, julgamentos nas redes e os desafios enfrentados por vítimas de violência digital. O capítulo também destaca a importância do respeito, da responsabilidade no ambiente online e dos mecanismos de proteção contra práticas abusivas.

    Sobre a série

    Afiadas acompanha a rotina do salão de beleza de Dona Márcia, interpretada por Heloísa Périssé, e de suas funcionárias Adrielly, vivida por Pretha Sousa, Samantha (Carol Portes) e Jéssica, personagem de Veronica Debom. A narrativa é conduzida pelo olhar de Adrielly, que registra o dia a dia na capital federal com o celular e constrói um diário em movimento sobre a cidade, as pessoas e suas próprias descobertas.

    Ao longo de seus episódios, a produção abordou temas contemporâneos que impactam o cotidiano das mulheres brasileiras, promovendo debates sobre cidadania, direitos, trabalho, tecnologia, meio ambiente e convivência social a partir das experiências das protagonistas.

    Multiplataforma

    O programa Afiadas também pode ser assistido por meio do canal do YouTube da emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), além do aplicativo TV Brasil Play.

    Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.

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    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Concertos da Orquestra Ouro Preto terão Alceu Valença e Samuel Rosa

    Concertos da Orquestra Ouro Preto terão Alceu Valença e Samuel Rosa

    A quinta edição da Orquestra Ouro Preto Vale Festival (OOP) será realizada em um palco já conhecido do grupo mineiro: a Praia de Copacabana, que em dois dias receberá, no Posto 2, quatro concertos gratuitos, entre eles as apresentações com os cantores e compositores Samuel Rosa, nesta sexta-feira (14), e Alceu Valença no sábado (15).

    Foi ali, na areia do Posto 2, que o público diverso se encantou com edições anteriores do festival e com apresentações com a regência do maestro Rodrigo Toffolo, para óperas baseadas nos livros Feliz Ano Velho, Auto da Compadecida e Hilda Furacão. Esses encontros já se tornaram uma tradição do grupo de Minas Gerais, que tem a característica de juntar música de concerto com a literatura e a música popular.

    “Isso é muito importante. É ter uma visão contemporânea da orquestra, que não é unicamente obrigada a olhar e tocar uma música do passado e é um patrimônio da humanidade. A música tem que ser tocada, sim, e a orquestra toca, afirmou o maestro Rodrigo Toffolo em entrevista à Agência Brasil. 


    São Paulo- 23/03/2025 - Maestro Rodrigo Toffolo e 
Apresentação da Orquestra Ouro Preto no Teatro Municipal Ouro Preto-Casa da Ópera . Créditos: Cristina Indio do Brasil
    São Paulo- 23/03/2025 - Maestro Rodrigo Toffolo e 
Apresentação da Orquestra Ouro Preto no Teatro Municipal Ouro Preto-Casa da Ópera . Créditos: Cristina Indio do Brasil
    Maestro Rodrigo Toffolo, durante apresentação da Orquestra Ouro Preto – Foto Cristina Indio do Brasil/Agência Brasil

    Ele lembrou que já foram gravadas composições de Mozart, Vivaldi, Villa Lobos e Piazzolla, mas que existe uma música contemporânea que as orquestras também têm que fazer. “Gosto muito de falar que a Orquestra Ouro Preto não é apenas uma guardiã do passado. Ela é isso e mais um pouco, que é exatamente a música contemporânea”, completou.

    O som de violinos, violas e violoncelos da orquestra estará presente nas apresentações que representam bem o caminho percorrido com a sua marca artística.

    “É o quinto ano da gente com uma orquestra como a de Ouro Preto, do interior de Minas, no Vale Festival. em um dos endereços mais famosos do mundo que é a Praia de Copacabana. Eu acho, né?”, afirmou sorrindo, destacando que os concertos fazem parte da série de grandes shows que vêm sendo realizados no Rio depois da pandemia de covid-19.

    Rock e pop

    Hoje, logo na abertura, às 19h30, a orquestra fará o tributo Lendas do Rock, juntando esse ritmo musical ao pop. “A gente toca Queen, Metallica, Led [Zeppelin], Pink Floyd. É muito legal poder falar um pouco desse ambiente que, de certa forma, inspirou todos nós e o próprio Samuel. É a orquestra fazendo a abertura para ela mesma”, disse.

    A partir das 20h30, será a vez da estreia do concerto especial com Samuel Rosa. É a primeira vez que Samuel Rosa se encontra com a sonoridade dos instrumentos da Orquestra Ouro Preto, no concerto criado justamente para essa apresentação, que vai trazer sucessos conhecidos do grande público, mas que também propõe um acompanhamento do trabalho do compositor, com arranjos que revelam novas camadas melódicas e harmônicas das canções.

    De acordo com Rosa, a junção da música erudita com a popular sempre gera bons resultados e sempre é uma experiência muito interessante. “Recebi o convite com muita empolgação. A orquestra já vem fazendo isso há muito tempo e agora chegou a minha vez. Estou bem tranquilo quanto a isso porque o meu repertório tem músicas que aceitam esse tipo de arranjo, inclusive hoje algumas originalmente têm arranjos com cordas”.


    Oficina do Núcleo de Apoio a Bandas da Orquestra Ouro Preto
    Oficina do Núcleo de Apoio a Bandas da Orquestra Ouro Preto
    Oficina do Núcleo de Apoio a Bandas da Orquestra Ouro Preto – Foto Orquestra Ouro Preto/Divulgação

    O fato de o concerto ser na Praia de Copacabana também é relevante. “O astral muda, é completamente diferente. Eu já toquei várias vezes na praia, Copacabana inclusive, e é sempre uma ocasião muito especial. Ali, é um show gratuito que as pessoas vão para escutar as músicas de que gostam. Com novos arranjos, é toda uma moldura para ser uma grande noite, sendo o Rio de Janeiro, por si só, já seria legal e ainda estar na companhia da Orquestra Ouro Preto que tem experiência muito grande com música popular”, disse.

    Segundo Samuel Rosa, o público que for e estiver acostumado com a sua música terá a oportunidade de ouvir de maneira diferente, com arranjos mais delicados. “Quando é bem feito como costuma ser com a Orquestra Ouro Preto, é bem legal. Estou indo com a minha banda completa, com naipe de metais. São músicas que escolhi já com a possibilidade de casarem bem com arranjos de orquestra”, adiantou.

    A lista de músicas tem momentos românticos com Dois Rios, Ainda Gosto Dela, Te Ver, Balada do Amor Inabalável; traz também o lirismo com Acima do Sol, Canção Noturna e Tarde Vazia; e sucessos dançantes, como Vamos Fugir, Vou Deixar e Lourinha Bombril.

    A presença de Samuel, segundo o maestro, é também uma forma de mostrar que a música de Minas não é apenas o Clube da Esquina, composto, entre outros, por Milton Nascimento, Beto Guedes e Lô Borges. Tem ainda a cantora Fernanda Takai, do grupo Pato Fu, e Rogério Flausino, vocalista do Jota Quest.

    “Este ano a gente queria que o primeiro dia tivesse uma cara mineira e entre a constelação de músicos mineiros, há também uma ligação com a história do Samuel. Um disco icônico dele foi gravado em Ouro Preto. Eu estava lá naquele dia, numa Praça Tiradentes lotada”, revelou. O disco era Skank- MTV ao Vivo em Ouro Preto.

    Samuel está animado. “Tenho certeza que vai funcionar. Tendo o Rio e a brisa da praia, vai ser uma das experiências das mais valiosas. Valorizo muito quando tenho a possibilidade de tocar em ambientes que não são os corriqueiros de casas de show ou lugares fechados. Tocar em locais abertos no Rio de Janeiro e na Praia de Copacabana tem outra conotação. O contexto muda muito e me empolga”.

    Encontro longevo

    Amanhã, às 20h30, a plateia vai ver o reencontro da OOP com Alceu Valença, em um espetáculo que andou pelo Brasil e foi levado também para a Europa, se transformando em uma das parcerias mais antigas da música popular brasileira.

    É também mais uma celebração dos 80 anos de Alceu, com ritmos nordestinos em novas camadas musicais para clássicos como La Belle de Jour, Anunciação, Tropicana, Girassol, Como Dois Animais, Dia Branco e Táxi Lunar.

    “Tem quase 15 anos que a gente lançou o primeiro concerto com Alceu. Nós inauguramos esse projeto em Copacabana com ele e voltamos agora, agregando a esse show os 80 anos de Alceu. Imagina um poeta maior como Alceu Valença com 80 anos em Copacabana, vamos cantar parabéns ali”, disse Toffolo.

    As escolhas das músicas foram do próprio Alceu e ao mesmo tempo é certeza de animação e emoção do público. “O Alceu transforma a gente em pessoas e músicos melhores. Em cada experiência com Alceu, você sai melhor do que entrou. Estar cada minutinho ao lado dele é muito importante. Ele compreende o Brasil profundo como poucas pessoas compreendem. Isso é a alma e essência de Alceu Valença”, ressaltou o maestro.

    “Eu adoro tocar com a Orquestra Ouro Preto, em cordas maravilhosas. As pessoas que fazem parte da orquestra têm um astral inigualável é maravilhoso. Já estivemos em muitos cantos, no Recife, em São Paulo várias vezes, em Brasília, em Belo Horionte. É uma loucura, muito bom. É um reencontro maravilhoso”, comentou Alceu à Agência Brasil.

    “Estar em Copacabana com um colega mineiro, que é o Samuel Rosa, é muito importante, assim como com Alceu Valença, que é um parceiro de longa data”, afirmou o maestro.

    Antes do concerto, como Alceu gosta de frisar, haverá uma apresentação dedicada a um artista bem próximo da formação artística do cantor e compositor de São Bento do Una, Pernambuco. A partir das 19h30, o grupo mineiro vai subir ao palco para um concerto em homenagem a Luiz Gonzaga, o Gonzagão, também pernambucano como ele.

    “Muito bom. Ele está presente também na minha música. Seu Luiz é uma grande figura, uma coisa maravilhosa” disse Alceu.

    O maestro lembrou que na última apresentação de solo, a ginasta Flávia Saraiva utilizou como trilha musical um trecho da gravação da Orquestra Ouro Preto tocando Gonzagão. “É um patrimônio brasileiro que saiu do campo popular. Luiz Gonzaga hoje está na questão da erudição da música brasileira. É algo de um estrelato diferente. É muito maior do que a gente pode imaginar”, comentou.

    Pontes

    O festival, que costuma ser aguardado na temporada anual da orquestra, reforça o propósito de “construir pontes entre repertórios, linguagens, públicos e tempos distintos da música brasileira e mundial”. Com o patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet, a OOP consegue levar os seus concertos gratuitos a diversos lugares do país e do exterior.

    Para a diretora de Investimento Social Privado e Cultura da Vale, Mariana Luz, o festival é uma forma de democratizar o acesso à música de concerto, além de “promover a circulação da cultura para diferentes públicos, fortalecendo o desenvolvimento de territórios e a economia criativa”. A parceria da OOP se estende ao Vale Música, projeto da empresa para a formação musical de crianças e jovens.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Presídios combatem entrada de itens proibidos para facções criminosas

    Presídios combatem entrada de itens proibidos para facções criminosas

    Com a finalidade de enfraquecer a ação do crime organizado nos presídios e penitenciárias do estado do Rio de Janeiro, a polícia penal vem realizando ações sistemáticas de repressão à entrada e circulação de itens proibidos no sistema prisional, bem como a comunicação de organizações criminosas de dentro do sistema penitenciário com as facções criminosas.

    Nesta semana foi apreendida uma miniantena Starlink, que serve para fornecer acesso à internet rápida via satélite em qualquer lugar de forma ultraportátil.  Na fiscalização, foi impedida também a entrada de 160 gramas de entorpecente no Presídio Jonas Lopes de Carvalho (Bangu 4).

    No Presídio Alfredo Tranjan (Bangu 2), foram apreendidos 31 aparelhos de telefone celular e cerca de 300 papelotes de cocaína. A ação contou com policiais penais das coordenações de unidades prisionais de alta e de média complexidade, da Subsecretaria Operacional da Secretaria de Polícia Penal (Seppen).

    A miniantena seria entregue na cadeia por Sedex. Ao abrir o pacote na presença do interno a quem a encomenda era destinada, o policial penal localizou o equipamento dentro de um rádio. Ele foi transferido para a Penitenciária Laércio da Costa Pellegrino (Bangu 1), onde está numa cela em isolamento.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • UFRJ revoga titulo de Doutor Honoris Causa de embaixador amerericano

    O Conselho Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) aprovou, nessa quinta-feira, (13), a revogação do título de Doutor Honoris Causa concedido ao diplomata americano Lincoln Gordon, em 1968. A aprovação foi por unanimidade.

    Gordon foi embaixador dos Estados Unidos no Brasil entre 1961 e 1966 e teria participado do planejamento do golpe de Estado ocorrido em 1964, que depôs o presidente brasileiro João Goulart e impôs ao país uma ditadura militar que durou 20 anos (1964-1985).

    Como depois ficou provado nos arquivos de Lyndon B. Johnson (1908-1973), presidente americano na época do golpe (1º de abril de 1964), uma ordem sigilosa dos chefes do Estado Maior Conjunto dos Estados Unidos deu início ao maior deslocamento de unidades de combate até então realizado no Atlântico Sul.

    A “Operação Brother Sam” consistiu no envio de uma força-tarefa naval com destino ao litoral brasileiro em apoio ao levante dos quartéis que derrubou o presidente João Goulart com um golpe de Estado. Com a vitória rápida dos golpistas, a força-tarefa não chegou a entrar em ação em águas territoriais brasileiras.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Ex-policial do Rio é condenado a 28 anos de prisão por feminicídio

    Ex-policial do Rio é condenado a 28 anos de prisão por feminicídio

    O Tribunal do Júri de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, condenou a 28 anos de prisão o ex-policial civil José Ricardo Silva Ribeiro pelo homicídio qualificado e feminicídio da ex-mulher Luanda Bitencourt Mota Ribeiro.

    O crime ocorreu em fevereiro de 2022 e foi motivado por ciúme excessivo. O casal estava separado, após 22 anos de relacionamento, e tinha dois filhos.

    De acordo com a denúncia, José Ricardo premeditou o crime. Ele sabia que a ex-esposa era mensalista de um estacionamento, no Centro de Campos, e ficou escondido nas proximidades. 

    Assim que ela estacionou, José Ricardo invadiu o veículo e atingiu a vítima com vários tiros. Testemunhas classificaram o assassino como uma pessoa ciumenta e possessiva. 

    Violência doméstica

    A denúncia apresentou provas de que a vítima vivia num ambiente de violência doméstica.

    “Constata-se que o crime, praticado no contexto da violência doméstica e familiar, ocorreu por motivo torpe, qual seja, vingança oriunda de ciúme possessivo.”

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Curta na Praça leva filmes gratuitos a bairros e cidades do RJ

    Curta na Praça leva filmes gratuitos a bairros e cidades do RJ

    O projeto cultural gratuito Curta na Praça Municípios, idealizado há 18 anos pela atriz e produtora Juliana Teixeira, começa nesta sexta-feira (14) sua passagem por diferentes cidades e bairros do estado do Rio de Janeiro.

    O circuito inclui Mesquita, Duque de Caxias, Queimados, Sapucaia e Paraíba do Sul, além de Jacarepaguá, Morro dos Macacos, Morro do Salgueiro, Morro de São Carlos e Copacabana.

    A estreia começa por Mesquita, município da Baixada Fluminense, nos dias 14 e 15 de agosto, na Praça Walter Borges, na localidade da Chatuba. 

    Às sextas-feiras e sábados, haverá quatro sessões, sendo duas por dia, programadas para 18h30 e 20hs, com exibição de 16 filmes de curta-metragem no total.

    Programação

    A programação é composta por curtas nacionais representativos de todas as regiões do Brasil.

    Nos dias 21 e 22 de agosto, o circuito continua no Parque das Missões, em Duque de Caxias. Logo depois, em Campo do Primavera, em Queimados, nos dias 28 e 29 de agosto; na Quadra Grama Sintética Chacrinha, em Jacarepaguá, dias 4 e 5 de setembro; na Quadra Poliesportiva Santa Cruz, em Sapucaia, nos dias 18 e 19 de setembro; Praça Marquês de São João Marcos, em Paraíba do Sul, nos dias 25 e 26 de setembro; no Ciep Salvador Allende, no Morro dos Macacos, nos dias 9 e 10 de outubro; na Quadra Raízes da Tijuca, no Morro do Salgueiro, em 16 e 17 de outubro; na Arena da Mineira, no Morro de São Carlos, dias 23 e 24 de outubro e, encerrando o ciclo 2026, na Praça do Lido, em Copacabana, nos dias 6 e 7 de novembro.


    Rio de Janeiro- 13/09/2026 - Mostra gratuita de cinema curta na praça. Foto:  Curta na Praça/Divulgação
    Rio de Janeiro- 13/09/2026 - Mostra gratuita de cinema curta na praça. Foto:  Curta na Praça/Divulgação
    Mostra gratuita de cinema Curta na Praça. Foto: Curta na Praça/Divulgação

    Às sextas-feiras, às 18h30, serão exibidos os curtas-metragens Meu Nome é Maalum, Contos Mirabolantes – O Olho do Mapinguari, Sobre Amizade e Bicicletas e Rua Dinorá. Às 20h, os títulos apresentados são Céu de Fumaça, Memória de Pivete, Floresta Curumim e Intervalo. Aos sábados, na primeira sessão, às 18h30 serão exibidos Lé com Cré, Os Causos da Bisavó, Celaticomus e Dela. Às 20h, Lily’s Hair, O Véu de Amani, Guri e O Homem que Virou Meme.

    Trajetória

    O projeto cultural começou há 18 anos, no entorno da Linha Amarela, contemplando as comunidades da Maré, do Complexo do Alemão e Cidade de Deus.

    “Ao longo dos anos, fomos nos espalhando. Fizemos os estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, sempre levando o projeto para localidades e territórios violentos, que não têm sala de cinema, para um público que não tem acesso a cinema. O objetivo é levar um pouco do Brasil para todas as gerações, para toda a família, com pipoca e refrigerante”, disse Juliana à Agência Brasil.

    O projeto faz um recorte do Brasil. São filmes de curta duração nos gêneros animação, ficção e documentário bem representativos de todas as regiões. Neste ano, serão exibidos filmes produzidos desde o Amazonas, no norte do país, até o Paraná, no sul.

    Adesão do público

    Juliana comemora a receptividade do público. “Eles adoram. Eles não conhecem. Curtem e percebem o carinho com que toda equipe trabalha”.

    Além disso, o projeto gera renda e mobiliza a economia local, porque contrata muita gente, como fornecedores de alimentação, carros de som, segurança, limpeza, montagem da estrutura, carregadores, assistente de produção, serviços gerais. “Eles ficam impactados, porque não conhecem o formato desses filmes brasileiros, nem a estrutura”.

    O telão, por exemplo, tem 12 metros de comprimento por oito metros de altura.

    Após as sessões, haverá debate sobre os filmes a plateia vai eleger o curta-metragem de que mais gostou. Além de sorteio de brindes como chocolates e camisetas, o público vai ganhar pipoca e refrigerante.

    Temas

    Os curtas-metragens mostram o Brasil. Os temas principais abordam questões de racismo, bullying, capacitismo, brasilidade, diversidade, territórios.

    “Em uma hora, são apresentados quatro filmes rápidos e dinâmicos e o público se identifica com os atores. Prendem a atenção das pessoas. Há filmes com atriz  deficiente visual, atores cadeirantes e com necessidades especiais. Mas não é nada para baixo. É lúdico, engraçado”, diz Juliana Teixeira.

    O projeto não exibe filmes que tenham como temas agressividade e violência. Também não são exibidas cenas de conteúdo alcoólico ou sexual. Palavrões, como em filmes de futebol, por exemplo, são substituídos por apitos.

    Nesta edição 2026 do festival gratuito de cinema, o objetivo é atrair um público de 1.600 pessoas por final de semana, o que significa um total de 16 mil pessoas nos dez locais selecionados. São disponibilizadas 400 cadeiras por sessão.

    Curtas-metragens

    Curtas-metragens são produções audiovisuais de menor duração em comparação aos longas. Esses filmes apresentam histórias que despertam o interesse do público ao trazer novas perspectivas e temas variados, oferecendo uma programação acessível e atrativa para toda a família.

    O projeto é uma realização da Associação Caminho da Cultura, tem apoio do Instituto Light e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Secec RJ) e do governo fluminense. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Galípolo critica empresas que pressionam para usar FGC

    Galípolo critica empresas que pressionam para usar FGC

    O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, criticou nesta quinta-feira (13) a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.

    Galípolo explicou que muitas empresas, de pequeno ou médio porte, buscam autorização para atuarem semelhante aos bancos, usando as garantias do FGC, porém não apresentam ativos suficientes para tal operação.

    “Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas”, completou.

    O principal problema, conforme o presidente do BC, é que as empresas de intermediação, quando procuram desempenhar papel análogo ao dos bancos, competem entre si e com as grandes instituições, porém com regras mais brandas para captação, prazos maiores e menor necessidade de garantias.

    “Banco está em um negócio que é tomar dinheiro emprestado mais barato do que empresta e ter de pagar o que tomou emprestado depois do que pretende receber. Mesmo que ele consiga fazer esse casamento bem-feito entre passivo e ativo, bancos são falíveis, porque o nível de inadimplência pode crescer para quem você emprestou dinheiro, o negócio pode não ir bem ou você pode ter que transformar os seus ativos em liquidez numa velocidade que não é possível. Nessas condições, para você tentar conter esse tipo de corrida, o fundo garantidor exerce um papel essencial”, disse Galípolo, ao destacar a importância do fundo como elemento de estabilização do sistema financeiro.

    O presidente do BC participou da comemoração aos 30 anos do FGC, criado em 16 de novembro de 1995 para proteger pequenos investidores e dar estabilidade ao sistema financeiro com a chegada do Plano Real. O fundo é mantido com contribuições das instituições financeiras associadas.

    O fundo teve papel importante durante o Plano Real e a crise mundial de 2008, dando segurança aos correntistas.

    Recentemente, o fundo tem reembolsado investidores e correntistas de instituições prejudicadas pelas fraudes do Banco Master, em um montante de aproximadamente R$ 40,6 bilhões para cobrir as garantias de cerca de 1,6 milhão de credores. Após o impacto causado pelo Master, o FGC aprovou um plano de emergência para recompor o caixa, com aumento de até 60% das contribuições adicionais das instituições associadas.

    Quando um banco quebra, o FGC reembolsa depósitos e determinados investimentos até o limite de R$ 250 mil por Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), por instituição ou conglomerado financeiro. Existe ainda um teto global de R$ 1 milhão em indenizações por CPF ou CNPJ em um período de quatro anos. O objetivo é aumentar a segurança dos investidores e preservar a confiança no sistema financeiro.

    O evento também inaugurou a exposição “O FGC e a Rede de Proteção do Sistema Financeiro Nacional”, que ficará até o dia 30 de setembro no Prédio das Moedas, sede da B3, no centro da capital paulista. A mostra explica as origens e mudanças pelas quais o fundo passou ao longo de 30 anos, assim como seu funcionamento e impactos na economia nacional.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • TSE suspende novas filiações após registros indevidos no sistema

    TSE suspende novas filiações após registros indevidos no sistema

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (13) suspender temporariamente o processamento de novos registros no Sistema de Filiação Partidária (Filia), plataforma da Justiça Eleitoral responsável pelo registro de filiações a partidos políticos. 

    A medida foi tomada após a repercussão da filiação falsa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, ao partido Missão. 

    Segundo o TSE, a medida foi determinada pelo presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, e tem o objetivo de impedir novas filiações indevidas. 

    O tribunal também informou que foi identificada a tentativa de filiação falsa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas não chegou a ser efetivada. 

    Mais cedo, o presidente do TSE determinou o restabelecimento da filiação de Flávio ao PL após a repercussão do caso.

    Pelas redes sociais, Flávio Bolsonaro afirmou que o registro de filiação ao Missão foi “fraudado”.

    Em nota divulgada na tarde de hoje,  o TSE negou que a inclusão do nome do senador tenha ocorrido por meio do hackeamento do sistema da Corte e disse que houve “uso indevido” da ferramenta por um usuário ligado ao Missão.

    O Missão afirmou que chegou a detectar a filiação indevida, mas não conseguiu cancelar o ato no sistema do TSE. “O Partido Missão vem a público informar que foi vítima de uma tentativa de filiação fraudulenta de Flávio Bolsonaro. Nosso sistema, ao notar a fraude, tentou realizar no mesmo dia o cancelamento da filiação, ação que foi rejeitada pelo TSE”, declarou o partido. 

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Polícia Civil recupera oito obras de Matisse roubadas em São Paulo

    Polícia Civil recupera oito obras de Matisse roubadas em São Paulo

    A Polícia Civil de São Paulo recuperou nesta quinta-feira (13) oito obras do pintor francês Henri Matisse roubadas de uma exposição na Biblioteca Mário de Andrade, na capital paulista, em 7 de dezembro de 2025.

    As obras estavam em um apartamento no centro de São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo. Um homem que estava no imóvel foi preso por receptação.

    O roubo ocorreu em questão de minutos, em uma manhã de domingo, último dia da exposição. Além das obras recuperadas nesta quinta-feira, outras cinco peças, do artista Candido Portinari, também foram levadas e não foram localizadas. 

    Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o roubo foi cometido por um grupo especializado que vem sendo desarticulado pelas autoridades. Dois homens e uma mulher foram presos ainda em dezembro, após a análise de imagens de câmeras de segurança da região.

    Em abril, uma operação da Polícia Federal no Rio de Janeiro prendeu outros dois integrantes da organização durante uma tentativa de roubo. Um deles é suspeito de ter planejado o roubo à Biblioteca Mário de Andrade.

    A prisão levou à realização de buscas e apreensões em imóveis ligados ao grupo nas cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo, Diadema e Rio de Janeiro. As diligências ajudaram a reunir informações que subsidiaram a operação realizada nesta quinta-feira, que resultou na recuperação das oito obras de Matisse.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Mega-Sena acumula para R$ 38 milhões; confira os números sorteados

    Mega-Sena acumula para R$ 38 milhões; confira os números sorteados

    Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.044 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (13). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 38 milhões para o próximo sorteio.

    Os números sorteados são: 04 – 15 – 17 – 40 – 55 – 58

    • 16 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 61.152,83 cada
    • 1.252 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.288,19 cada

    Apostas

    Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (15), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

    A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original