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  • Aplicativo recebe denúncias de irregularidades eleitorais no Rio

    Aplicativo recebe denúncias de irregularidades eleitorais no Rio

    Moradores do estado do Rio de Janeiro poderão fazer denúncias de irregularidades eleitorais no estado por meio do aplicativo SISP Cidadão. Entre os casos que podem ser relatados estão compra de votos, boca de urna e propaganda irregular.  

    Os cidadãos podem anexar fotos, vídeos, imagens da galeria do celular ou links na ferramenta que encaminhará os dados para técnicos do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) para apuração das denúncias.

    O usuário também pode fazer a denúncia por meio de relato por voz, utilizando o microfone do aparelho, e revisar o texto antes do envio. Também é possível informar o local da irregularidade, por meio da ferramenta de localização do celular.

    É possível fazer uma denúncia anônima. Mas, caso o usuário se identifique, a ferramenta gera um número de protocolo pelo qual é possível acompanhar a denúncia e receber notificações quando houver movimentação do processo. 

    A plataforma também conta com um mapa de denúncias, permitindo aos usuários confirmarem relatos de outras pessoas.

    Desenvolvido pela Secretaria de Estado de Segurança Pública do Rio de Janeiro, o SISP Cidadão está disponível gratuitamente para download nas plataformas da Apple e Android.

    Aplicativo Pardal

    Em todo o país, cidadãos que quiserem denunciar irregularidades relacionadas à propaganda eleitoral podem usar o aplicativo Pardal.

    Podem ser comunicados casos de propaganda irregular na internet, uso irregular de alto-falantes e amplificadores de som, distribuição irregular de material gráfico, entre outras situações previstas na legislação eleitoral.

    Nesta quinta-feira (1º), o aplicativo já contava com mais de 57 mil denúncias sobre as eleições de 2026. A maior parte delas era contra irregularidades cometidas em vias públicas.

    O aplicativo também pode ser baixado nas lojas Play Store e Apple Store gratuitamente.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • TSE recebeu mais de 50 mil denúncias de propaganda irregular

    TSE recebeu mais de 50 mil denúncias de propaganda irregular

    Desde o início da campanha para as eleições gerais de 2026, a Justiça Eleitoral já recebeu 51.395 denúncias de propaganda irregular por meio do aplicativo Pardal, um sistema eletrônico criado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para receber esse tipo de ocorrência.

    Lideram o ranking São Paulo (10.388), seguido por Bahia (5.969), Minas Gerais (4.635) e Pernambuco (3.505). Os estados com menor quantidade de denúncias são Tocantins (74), Roraima (104) e Piauí (172).

    O principal tipo de ocorrência (43,78%) está relacionada a propagandas irregulares ou fora dos padrões em vias públicas. Em seguida vêm as propagandas irregulares em propriedade particular (11,94%), como a pintura de muros fora dos padrões aceitos pelo TSE, e publicidade em bens públicos. Isso inclui murais em prédios públicos ou publicidade institucional.

    Durante o período eleitoral esse tipo de publicidade só é permitido em situação excepcional e com autorização da Justiça Eleitoral.

    Há também denúncias por propaganda irregular na internet, jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão; além de materiais gráficos, como adesivos de carros em tamanho maior que o permitido.

    Até agora a Justiça Eleitoral transformou 27% das denúncias recebidas em processos.

    Pardal

    O aplicativo Pardal pode ser baixado de forma gratuita nas lojas virtuais Google Play para celulares Android e App Store para iPhones. Clique aqui para saber mais sobre como baixar o software.

    Para acessar o aplicativo é preciso fazer login com a senha do e-título ou da plataforma Gov.br. O nome do autor da denúncia é mantido em sigilo.

    Além de descrever a irregularidade, o denunciante pode anexar fotos, vídeos, áudios ou endereços eletrônicos relacionados.

    Nos casos em que a denúncia não se encaixar no escopo do Pardal, a pessoa será encaminhada para canais como o Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade) ou o Ministério Público Eleitoral (MPE) do estado.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original