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  • Rádio MEC estreia série Eu Gosto de Música, apresentada por Ruy Castro

    Rádio MEC estreia série Eu Gosto de Música, apresentada por Ruy Castro

    A Rádio MEC estreia neste domingo (4), às 21h, a série original Eu Gosto de Música, apresentada pelo jornalista e escritor Ruy Castro. Inspirada no livro mais recente do autor, a produção especial terá quatro episódios dedicados aos gêneros samba, carnaval, bossa nova e jazz. Os programas também serão apresentados pela Rádio Nacional, às segundas-feiras, às 22h.

    A série é uma produção de Ruy Castro, Heloisa Seixas e Julia Romeu, com apresentação de Ruy Castro e apoio da Companhia das Letras. A cada episódio Ruy Castro explora, com seu estilo característico, a história da música e de grandes personalidades.

    No primeiro programa, Eu Gosto de Samba, Ruy Castro relembra histórias e curiosidades relacionadas ao samba e a nomes como Zé Kéti, Wilson Baptista, Dorival Caymmi, Moreira da Silva e Hermínio Bello de Carvalho.

    Entre as histórias, o jornalista recorda o período em que foi vizinho de Zé Kéti no Solar da Fossa, no Rio de Janeiro, em 1968. O programa também destaca a obra de Wilson Baptista, compositor de clássicos como Oh, Seu Oscar, Louco e Alô, Padeiro, além de abordar a presença da palavra “viola” nas letras de sambistas entre as décadas de 1960 e 1970.

    O episódio ainda traz músicas nas vozes de artistas como Elza Soares, Gal Costa, Nara Leão, Chico Buarque, Moreira da Silva, Roberto Silva, Doris Monteiro, Roberta Sá e Paulinho da Viola. Ao final, Ruy Castro apresenta a trajetória de Hermínio Bello de Carvalho e sua contribuição para a música brasileira como compositor e letrista.

    Programação  

    4/10 – Episódio 1: Samba  

    11/10 – Episódio 2: Carnaval  

    18/10 – Episódio 3: Bossa Nova 

    25/10 – Episódio 4: Jazz

    Produções recentes 

    Com um histórico de grandes produções na Rádio MEC, o célebre escritor Ruy Castro lançou outros seriados musicais na programação da emissora pública nos últimos anos. Em março, a primeira novidade de 2026 foi o seriado De Quem é a Música?, sobre grandes compositores mais conhecidos por suas obras.

    Em janeiro de 2025, estreou a produção Samba-Jazz, com um panorama sobre esse gênero musical genuinamente brasileiro. Na sequência, em fevereiro, o destaque foi a série A Música do Carnaval, atração com hits do repertório popular que incluiu obras consagradas, além de curiosidades e bastidores sobre os intérpretes e os compositores.

    Em abril, a programação foi embalada pela atração Ao Som dos Boleros e Tangos. A obra explicou a evolução e a história de dois dos mais emblemáticos ritmos internacionais. Com uma linguagem instigante, a série revelou como essas influências se entrelaçaram na cultura nacional.

    Com o título Orlando Silva, o cantor das multidões, a produção apresentada em maio se debruçou sobre a vida e a trajetória profissional do astro. Considerado um dos maiores intérpretes do Brasil, ele é lembrado no seriado por gêneros em que se superou: samba, fox e valsa.

    Já em agosto, o especial Tom Jobim, o Ouvidor do Brasil celebrou um dos maiores gênios da música brasileira. A série foi inspirada no livro O Ouvidor do Brasil: 99 Vezes Tom Jobim, título com o qual Ruy Castro se sagrou vencedor do Prêmio Jabuti 2025 na principal categoria da premiação, Livro do Ano.

    Depois, outubro marcou o lançamento da temporada com séries de crônicas de Ruy Castro e Heloisa Seixas, A Escrita Falada e Contos Mínimos, respectivamente. Com textos curtos, temas leves e bem-humorados, os conteúdos entraram no ar em formato de interprogramas.

    No mesmo mês, o autor comandou outra produção temática: A Música do Cinema. A série original sobre trilhas da sétima arte também contemplou clássicos dos grandes musicais aos filmes noir, com trilha sonora jazzística. Composições do cinema brasileiro e europeu ganharam atenção especial.

    Sobre Ruy Castro

    O jornalista e escritor Ruy Castro começou sua trajetória profissional como repórter em 1967, no Rio de Janeiro, e atuou nos principais veículos da imprensa carioca e paulistana. Em 1988, ele passou a se dedicar aos livros e fez sua estreia como escritor em 1990, com o lançamento de Chega de Saudade: a História e as Histórias da Bossa Nova.

    É autor de biografias de Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda, reconstituições históricas sobre a bossa nova, o samba-canção e o Rio de Janeiro dos anos 1920, além de romances e obras sobre cinema e literatura.

    Em 2021, Ruy Castro conquistou reconhecimento com o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL). No ano seguinte, foi eleito para ocupar a cadeira 13 da ABL. Atualmente, também escreve artigos para jornais.

    Serviço

    Eu Gosto de Música – Estreia – domingo, dia 4/10, às 21h, na Rádio MEC, e segunda-feira, dia 5/10, na Rádio Nacional 

    Rádio MEC na internet e nas redes sociais

    Site: https://radiomec.ebc.com.br
    Instagram: https://www.instagram.com/radiomec
    Spotify: https://open.spotify.com/user/radiomec
    WhatsApp: (21) 99710-0537

    Como sintonizar a Rádio MEC

    Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz
    Belo Horizonte: FM 87,1 MHz
    Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz
    Parabólica – Star One C2 – 3748,00 MHz – Serviço 3
    Celular – App Rádios EBC para Android e iOS

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Gabi Terra é destaque do reality Duelo de Guitarras na TV Brasil

    Gabi Terra é destaque do reality Duelo de Guitarras na TV Brasil

    A TV Brasil exibe neste sábado (19), às 13h30, episódio inédito do reality musical Duelo de Guitarras, que apresenta o perfil da guitarrista capixaba Gabi Terra e acompanha sua participação nas disputas do programa.

    Considerada um dos maiores nomes do indie psicodélico no país, a musicista revela criatividade e mostra seu talento ao misturar ritmos e efeitos para expressar o que sente em contato com o som. O projeto autoral My Magical Glowing Lens une psicodelia, rock progressivo e doses de pop-lisérgico.

    “É uma magia. As pessoas se entregam muito na performance. É uma catarse junto com a banda”, conta a guitarrista. Para desvendar o trabalho desenvolvido por ela, a produção exibida pelo canal público traz um pouco da trajetória de Gabi Terra, destaca sua obra e acompanha sua participação no reality.

    Gabi Terra toca guitarra há 20 anos. Segundo a artista, o interesse pelo instrumento surgiu após ouvir o álbum Nevermind, da banda Nirvana, lançado em 1991. Ela também cita como referências grupos como Charlie Brown Jr. e Red Hot Chili Peppers.

    Disputas

    No Duelo de Guitarras, Gabi Terra participou de disputas em dois ritmos. Na primeira prova, enfrentou André Sampaio em uma apresentação de blues. Depois, desafiou Lucas Moscardini em uma disputa de heavy metal, na última prova da fase classificatória.

    Durante o programa, a guitarrista também fala sobre a experiência de participar de um reality musical e sobre a exposição diante das câmeras.

    “O desafio não é só técnico nem criativo, mas, principalmente, conseguir ficar confortável na frente das câmeras”, afirma.

    Gabi Terra também comenta a relação com os demais participantes e a competição dentro do programa.

    “Sou competitiva, mas considero isso uma qualidade. Para acrescentar, crescer e me desafiar. A única competição é comigo mesma”, diz.

    Sobre o programa

    Com 16 episódios, o reality Duelo de Guitarras reúne seis artistas que tocam diferentes estilos musicais em disputas pela premiação na guitarra elétrica.

    O formato foi criado pelo produtor Julio Carvana, com direção e roteiro de Marcio Vianna. O programa é apresentado por Dimi, guitarrista e entusiasta do instrumento.

    Os jurados são Navalha Carrera e João Gaspar, que também atuam como mentores dos participantes. As apresentações são avaliadas pela técnica, precisão, emoção e criatividade.

    Concorrentes

    Pedro Hills – Roqueiro clássico, fã de grupos das décadas de 1960 e 1970, participa de uma banda com o irmão.

    Roger Oliveira – Carioca do subúrbio, começou a tocar na igreja e apresenta repertório variado de ritmos.

    Gabi Terra – Capixaba, desenvolve trabalho autoral com sonoridades experimentais.

    André Sampaio – Ex-guitarrista da banda Ponto de Equilíbrio, tem experiência com ritmos africanos e outros estilos.

    Lui Rabello – Baiana, integrou por 16 anos a banda Altas Horas, do programa homônimo.

    Lucas Moscardini – Guitarrista de heavy metal, participa das disputas da temporada.

    Dinâmica da atração

    Os seis participantes convivem em uma casa equipada com estúdio de gravação e espaços para ensaios, criação e convivência. Durante a temporada, também participam de workshops ministrados por profissionais da música.

    Os participantes eliminados permanecem na casa e continuam envolvidos nas atividades, apoiando os finalistas e participando de jams e ensaios.

    Durante as gravações, os competidores também participaram de atividades como a reforma de uma guitarra antiga que fazia parte do cenário. Em outro momento, cada participante tocou com o guitarrista Victor Biglione, que visitou o reality.

    A atração também promove desafios em que os participantes precisam improvisar em situações diferentes das habituais, como tocar sem palheta ou com parte das cordas da guitarra.

    Valorização do conteúdo independente

    O reality Duelo de Guitarras tem exibição semanal na programação da TV Brasil desde julho. O programa foi realizado por meio do Prodav.

    A TV Brasil exibe produções independentes nacionais e apoia iniciativas do mercado audiovisual brasileiro.

    Serviço

    Duelo de Guitarras – 12º programa
    Sábado (19), às 13h30, na TV Brasil.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Aos 82 anos, Leci Brandão é indicada ao Grammy Latino

    Aos 82 anos, Leci Brandão é indicada ao Grammy Latino

    Aos 82 anos, a sambista e ativista política Leci Brandão foi indicada ao Grammy Latino 2026 pelo álbum Leci Brandão – 50 Anos de Carreira. O disco concorre na categoria Melhor Álbum de Samba/Pagode.

    Em uma postagem no Instagram, a cantora comemorou a indicação e agradeceu o reconhecimento da Academia Latina da Gravação. 

    “Após todo esse tempo de caminhada, ver o nosso samba atravessar fronteiras é um presente que recebo com o coração cheio de gratidão.”

    Assista ao show completo aqui:

    O álbum marca o retorno da sambista à produção, já que a artista não lançava obras desde 2013.

    O disco reúne composições originais com novas interpretações de clássicos do samba e da música popular. 

    Surgem no álbum canções de Jorge Jargão, Grupo Revelação, Elis Regina, Grupo Fundo de Quintal e muitos outros.

    Trajetória 

    Com uma trajetória que começa nos anos 70, Leci se tornou um dos maiores nomes do samba na cultura popular. As composições da artista fazem referência a elementos do Candomblé e representam a cultura afro-brasileira, como o Olodum.

    O repertório da sambista inclui sucessos como “Sonho Meu”, “Zé do Caroço” e “Deixa para lá”.

    *Estagiário sob supervisão de Odair Braz.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Projeto musical retorna ao Museu Nacional de Belas Artes após 8 anos

    Projeto musical retorna ao Museu Nacional de Belas Artes após 8 anos

    Depois de oito anos, o projeto Música no Museu retorna ao seu local de origem: o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Rio de Janeiro. O projeto, criado em 1997, cresceu com o tempo e se espalhou para outros museus do Brasil.
     
    “Começamos com uma apresentação mensal, depois foi semanal e fomos ampliando. Aí chegou ao Brasil de Norte a Sul, a cidades de países de todos os continentes, inclusive ao Carnegie Hall em Nova York”, conta Sérgio da Costa e Silva, idealizador e diretor do Música no Museu.
     
    As últimas apresentações no MNBA ocorreram em 2018, quando o museu iniciou o planejamento para as reformas, que culminaram no fechamento total do espaço em 2020. O MNBA só começou a ser reaberto, gradativamente, em setembro de 2025.

    Semana de arte

    O retorno do Música no Museu ao local, com a versão latino-americana do 21° RioHarpFestival, coincide com a reabertura de três de suas galerias, que estavam fechadas para a reforma, e é parte da programação da 1ª Semana de Arte do Rio de Janeiro.

    “Vamos ter sempre uma apresentação mensal e vamos comemorar juntos em 2027 os 90 anos do Museu de Belas Artes e os 30 do Música no Museu”, explica Costa e Silva.

    A versão latino-americana do 21° RioHarpFestival será aberta nesta quarta-feira (16), às 12h30, no MNBA, com um recital do harpista argentino Walter Morato, e se estenderá até o dia 27 deste mês, com 23 concertos de harpistas e grupos do Brasil, Argentina, Paraguai, Venezuela, Chile e Uruguai.
     
    Apesar da abertura do festival ser no Museu Nacional de Belas Artes, a maior parte dos recitais ocorrerá no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

    Também estão previstas apresentações na Associação Comercial do Rio de Janeiro, no Museu da Justiça, no Espaço Cultural da Marinha, no Palácio Tiradentes, no Liceu Literário Português e na Igreja Santa Cruz dos Militares. A programação completa pode ser conferida na internet.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Cantora portuguesa Carminho reforça amor pelo Brasil em turnê

    Cantora portuguesa Carminho reforça amor pelo Brasil em turnê

    A cantora e compositora portuguesa Carminho começou a vir ao Brasil para apresentações há 17 anos. De lá para cá, só se fortaleceram os laços com o país de que aprendeu a gostar.

    Em nova temporada brasileira, a turnê mundial Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir chega nesta sexta-feira (21) ao Vivo Rio, zona sul da capital fluminense.

    Com repertório centrado em seu álbum mais autoral, Carminho já passou pelo Grande Teatro do Sesc Palladium, na quinta (19), no centro de Belo Horizonte, e a próxima parada é na terça-feira (25), no Teatro Cultura Artística, na região central de São Paulo.

    O Brasil, para a artista, é um país de riqueza cultural, visual e espiritual únicas.

    “É incrível, para mim, como portuguesa, chegar ao outro lado do oceano em um país com dimensões completamente diferentes que o meu e também de maneiras de pensar e hábitos culturais tão distintos, mas com a mesma língua. Os poetas têm a mesma língua que é aquela que eu canto”, contou em entrevista à Agência Brasil.

    A identificação é tão grande que, quando chega ao Brasil se sente em casa.

    “É uma abertura de horizonte e de imaginário. É fabuloso. O Brasil é também, hoje em dia, casa. É um lugar que eu já visito há 17 anos, com tantos amigos, com tanta troca entre artistas e entre as pessoas de várias áreas. É também um lugar de que já me sinto parte. Quando venho, é até em aniversário”, completou.

    Fado não é só tristeza

    A sua dedicação ao fado, marcante gênero musical português, não a impede de ser contemporânea e revolucionária quando propõe improvisações, juntando a tradição ao experimental em uma linguagem particular.

    A tristeza que costuma ser relacionada ao sentimento transmitido pelo fado não é um peso para a cantora, embora admita que é uma representação desse gênero musical.

    “Eu não associo o fado à tristeza. Eu associo o fado a uma certa profundidade, a uma grande profundidade em um instrumento e em uma linguagem que é exatamente plástica e feita para poder transmitir sentimentos de todas as naturezas. É claro que a tristeza é um sentimento muito criativo, muito dinâmico, e o fado fala muito da vida das pessoas, dos sentimentos mais puros, e a tristeza, de fato, é muito cantada no fado”, apontou.

    O público brasileiro também é motivo de satisfação para a cantora, porque são plateias que sempre sentem emoção nas performances ao vivo. A expectativa para os próximos shows é de reencontro.

    “O público brasileiro é muito especial, inesquecível, muito generoso, espontâneo que se dá em cada apresentação, que me acompanha desde o início das primeiras apresentações que eu vim fazer no Brasil. Por isso é que eu volto tantas vezes para esse público tão generoso que me acompanha”, disse.

    “Cada apresentação é sempre única, sobretudo no fado, porque o fado passa muito pela espontaneidade do improviso e o momento dessa conexão emocional que, no final, é não só entre o cantor e os músicos, mas também com o público”.

    Amizades

    Em todos esses anos de relacionamento com o Brasil, Carminho construiu amizades com diversos artistas brasileiros, como Chico Buarque, Milton Nascimento, Fernanda Montenegro, Maria Bethânia e Caetano Veloso.

    Jovens artistas brasileiros também estão no foco de Carminho, que acompanha os trabalhos de novas gerações, entre elas Agnes Nunes, Marina Sena, Ana Frango Elétrico, Dora Morelenbaum, Silva, Tim Bernardes, Jotapê e Zé Ibarra.

    “Ainda hoje eu sinto uma honra imensa e um orgulho imenso da partilha que aconteceu com vários artistas e várias pessoas que admiro muito aqui no Brasil. Para mim, é um privilégio sem medida, porque não só existe a música que fica de cá, mas também a experiência, os ensinamentos, aquilo que conheci. Compartilhar não só o estúdio, mas o palco e muitas vezes a vida íntima, o cotidiano que me fez crescer como pessoa, mulher e artista imensamente”, afirmou.

    Entre essas amizades, a cantora Marisa Monte, que a portuguesa considera uma artista única e extraordinária, tem um lugar especial.

    “Um encontro na minha vida. Conheci-a depois de um show que ela deu e eu fui cumprimentá-la, dizer o quanto amava o trabalho dela e como gostaria de conhecê-la melhor. Ela só respondeu: ‘mas venha na quarta-feira, pode?’ Eu fiquei muito surpreendida”, revelou.

    Nesse encontro na casa de Marisa Monte, as duas ficaram conversando sobre canções, e a cantora brasileira chegou a mostrar um repertório que ainda nem estava acabado.

    “Uma disposição, uma abertura generosa que nunca vou esquecer. A partir daí, começou uma amizade, um caminho não só na música, mas na vida. Acompanhamos a vida uma da outra. O talento do filho dela [pintor, escultor e ilustrador Mano Wladimir], que já pinta extraordinariamente”, disse.

    Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir

    Sétimo álbum da cantora e compositora portuguesa, Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir tem oito faixas de sua autoria entre as 11 faixas. O trabalho presta homenagem às mulheres que moldaram a história do fado.

    A cantora reconhece a influência de artistas como sua mãe, Teresa Siqueira, Beatriz da Conceição, Amália Rodrigues, Wendy Carlos e Annette Peacock, entre outras, cujas vozes e trajetórias abriram caminho para novas gerações de intérpretes.

    “Este disco foi muito inspirado nas vozes que ouvi, no ambiente fadista a que tive acesso. É também inspirado nas mulheres que usaram a voz como forma de abrir caminho para outras, através da coragem das atitudes, da arte e da própria vida.”

    O álbum também é a base dos espetáculos trazidos, agora, para o Brasil, que, ao mesmo tempo, em que estendem o universo do fado, não rompem com suas raízes e a sua tradição.

    Na lista de músicas das apresentações está Chuva no Mar, canção que gravou em dueto com Marisa Monte, e ainda canções do álbum que gravou sobre a obra de Tom Jobim, como Chovendo na Roseira. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Sem Censura: Anitta revela trajetória até álbum sobre religião afro

    Sem Censura: Anitta revela trajetória até álbum sobre religião afro

    Entre atabaques, agogôs, sanfonas e batidas de funk, a cantora Anitta transformou experiências de fé, ancestralidade e busca por equilíbrio em inspiração para a música. No álbum recém-lançado Equilibrivm II, oitavo de sua carreira, a artista reúne sonoridades das religiões afro-brasileiras, da música popular e dos ritmos urbanos.

    Em edição especial do programa Sem Censura, da TV Brasil, nessa terça-feira (11), ela contou como essa relação com a espiritualidade, presente desde a infância, atravessou diferentes momentos de sua trajetória até chegar ao novo trabalho. Veja aqui o programa completo.

    Com 17 faixas, o álbum é mais do que uma escolha estética. As referências estão ligadas à própria história da cantora.

    Devota do candomblé e filha de Logunedé, Orixá associado à beleza, à riqueza e à inteligência, a cantora revelou que a religião afro-brasileira faz parte de sua trajetória desde pequena.

    Preconceito

    Aos 8 anos, ela frequentava todos os domingos uma igreja, levada pela mãe. Ao mesmo tempo, era acompanhada pelo pai, ligado à umbanda e que posteriormente se tornou pai de santo no candomblé. 

    Em 2018, Anitta lembra que passou a ser muito cobrada por não se posicionar politicamente. Ela explicou que passava por um processo de reclusão religiosa naquele momento. 

    “Com essa rapidez da internet, um dia, dois, uma semana de silêncio é muito tempo. Só que nessa época eu estava fazendo santo, e a gente fica ali deitada para o seu santo de cabeça no terreiro de candomblé por um mês.” 

    Foi então que a artista decidiu falar publicamente sobre sua ligação com o candomblé.

    “Eu não tinha saído do armário ainda, porque, na época, era muito prejudicial para as publicidades, para as campanhas, para você fazer dinheiro, para você vender. Era perigosíssimo.”

     

    Carmen Miranda

    Durante a entrevista, Anitta também contou sobre a influência da cantora Carmen Miranda em sua trajetória. O primeiro livro que leu sobre a artista fez com que identificasse semelhanças entre elas.

    “Li e fiquei em choque, parecendo que as nossas personalidades eram muito parecidas. As coisas que se diferem nas nossas personalidades são apenas por questões da época e como na época os costumes eram outros, acabam tendendo um pouco para um lado ou para outro.”

    Durante o programa Sem Censura, foi exibido um trecho de Carmen Miranda dançando. Na cena, a cantora tropeça e segue para o camarim. Anitta lembrou que Carmen morreu pouco depois, vítima de um infarto. “Eu falei: eu preciso mudar esse final.”

    A relação com Carmen Miranda também aparece como parte de uma reflexão de Anitta sobre carreira, exposição e os limites físicos impostos pela rotina de uma artista com projeção internacional.

    Saúde e equilíbrio

    Anitta contou no programa da TV Brasil que chegou a um período de intenso desgaste físico provocado pela rotina profissional. Segundo ela, a agenda incluía viagens constantes e poucas pausas.

    “Eu já estava bem doente, fisicamente, porque eu não tinha folga e tinha uma folga por mês. Eu vivia no avião, metade da semana eu dormia no avião, porque tinha a carreira internacional.”

    Para a cantora, a rotina afetou a capacidade do organismo de se recuperar.

    “E aí o seu corpo vai ficando muito inflamado. O corpo vai perdendo a capacidade de processar.”

    Foi nesse contexto que Anitta contou ter procurado a terapeuta Max Tovar, há cerca de quatro anos. A cantora participou de um retiro, onde escreveu parte das falas presentes no novo álbum.

    Convidados

    A edição especial do programa Sem Censura foi apresentada por Cissa Guimarães, com participação da diretora artística Nídia Aranha (diretora criativa de Equilibrivm II), o babalorixá e antropólogo Rodney William, o jornalista e empresário Hugo Gloss e a debatedora Luana Xavier.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rádio Memória celebra 90 anos da Rádio Nacional

    Rádio Memória celebra 90 anos da Rádio Nacional

    O novo episódio da série Rádio Memória, que celebra os 90 anos da Rádio Nacional, revela que muito antes da sofrência dominar as plataformas digitais ela já era estrela na Era do Rádio.

    O conteúdo Sofrência nas ondas do Rádio fica disponível em formato de videocast no canal da emissora no YouTube a partir desta terça (11). No dial da Nacional, o episódio ganhou transmissão no Revista Rio desta terça-feira (11), e outra na próxima (18), às 14h30, e nas demais praças nas próximas quartas-feiras (12 e 19), às 15h.

    Pelos microfones da Rádio Nacional, vozes inesquecíveis transformavam amores impossíveis, despedidas e corações partidos em grandes sucessos. No décimo episódio, o seriado Rádio Memória mostra que a dor de cotovelo também teve sua idade de ouro e que, quando o coração apertava, o rádio sempre sabia exatamente o que tocar.

    Durante a edição inédita, o jornalista e apresentador Dylan Araújo conversa com a cantora e atriz Mona Vilardo e com a jornalista e radialista Fabiane Pereira. A atração especial revela ainda três registros históricos que contextualizam o fenômeno da época.

    O primeiro é um depoimento da cantora Dalva de Oliveira ao Museu da Imagem e do Som (MIS), em 1970. A viagem de Dalva e do maestro Vicente Paiva à Venezuela em 1949 foi um marco na história da música popular brasileira e marcou a separação conturbada da cantora de seu então marido, Herivelto Martins.

    Em outros registros, a cantora Dircinha Batista interpreta Nunca, de Chocolate e Ricardo Galeno, em 1952, e o jornalista Ruy Castro fala do gênero musical romântico samba-canção, em 2016.

    Série Rádio Memória

    O programa semanal reúne fatos marcantes e curiosidades que ajudam a contar a trajetória da Nacional nas suas nove décadas de existência. Com material de acervo e entrevistas, a série presta homenagem a quem já passou pela emissora e valoriza quem segue mantendo vivo o legado da Rádio Nacional.

    A iniciativa integra uma agenda de ações que celebram os 90 anos em 12 de setembro de 2026. Com o slogan Do passado ao futuro. Sem Fronteiras, a emissora pública que integra a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) se mantém atual e relevante. Ao longo de sua história, a Nacional se firmou como uma das principais rádios do país e referência cultural na Música Popular Brasileira, no jornalismo e nas transmissões esportivas.

    Rádio Nacional

    A marca faz parte da história do país e conta, atualmente, com oito emissoras próprias, em diferentes regiões do Brasil: Rádio Nacional do Rio de Janeiro, Rádio Nacional de São Paulo, Rádio Nacional de Brasília AM e FM, Rádio Nacional de Recife, Rádio Nacional de São Luís, Rádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional do Alto Solimões.

    Serviço

    • Rádio Memória – 90 anos – Sofrência nas ondas do Rádio – Videocast no YouTube da Rádio Nacional a partir de terça-feira, 11/08
    • Rádio Memória – 90 anos – Sofrência nas ondas do Rádio – terça-feira, 11 e 18/08, às 14h30, no programa Revista Rio, na Rádio Nacional do Rio de Janeiro
    • Rádio Memória – 90 anos – Sofrência nas ondas do Rádio – quarta-feira, 12 e 19/08, às 15h, na Rádio Nacional das demais praças da rede

    Rádio Nacional na internet e nas redes sociais

    • Site: https://radionacional.ebc.com.br
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    WhatsApp Nacional

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    •  Rádio Nacional AM: (61) 99674-1536
    •  Rádio Nacional da Amazônia: (61) 99674-1568
    •  Rádio Nacional do Rio de Janeiro: (21) 97119-9966

    Saiba como sintonizar a Rádio Nacional

    • Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz
    • Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz
    • São Paulo: FM 87,1 MHz
    • Recife: FM 87,1 MHz
    • São Luís: FM 93,7 MHz
    • Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC
    • Alto Solimões: FM 96,1 MHz

    Celular – App Rádios EBC para Android e iOS

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rádio MEC celebra os 70 anos de Leo Gandelman

    Rádio MEC celebra os 70 anos de Leo Gandelman

    O programa Música e Músicos do Brasil que a Rádio MEC transmite neste sábado (8), às 19h, presta uma homenagem ao saxofonista, flautista, compositor, arranjador e produtor musical Leo Gandelman. Um dos grandes nomes da música instrumental brasileira, o homenageado completa 70 anos no dia 10 de agosto.

    O programa da Rádio MEC traz uma seleção de gravações que revela a trajetória de Leo Gandelman entre o jazz, a música brasileira e a música de concerto. No repertório estão Fantasia para Sax soprano, de Villa-Lobos, interpretada de forma única por Leo Gandelman (no sax) e Estela Caldi ao piano; Solar e Pequenos Grãos, de Leo Gandelman e William Magalhães, na interpretação de Leo e convidados; Brejeiro, de Ernesto Nazareth e Gaucho (Corta-Jaca), de Chiquinha Gonzaga, com Leo Gandelman no sax alto e Maria Teresa Madeira ao piano; Brasiliana número 7, de Radamés Gnattali, na interpretação de Leo Gandelman e músicos convidados; e Quatro Canções da Floresta do Amazonas, de Villa-Lobos, com Leo Gandelman (no sax) e Maria Teresa Madeira (ao piano).

    Ao longo de mais de quatro décadas de carreira, Gandelman ajudou a aproximar a música instrumental do grande público. Ele se tornou uma das principais referências do jazz brasileiro, transitando com naturalidade entre a música popular e a música de concerto.

    O carioca Leo Gandelman iniciou sua carreira solo em 1987, quando consolidou uma linguagem inspirada no jazz e na música brasileira, vendendo mais de 500 mil discos instrumentais, algo bastante raro para a época. Seu álbum Solar, de 1990, ultrapassou a marca de 100 mil cópias e se tornou um dos maiores sucessos da música instrumental brasileira.

    Gandelman já dividiu estúdios e palcos com grandes nomes como Gilberto Gil, Milton Nascimento, Gal Costa e Chico Buarque, além de artistas internacionais. O músico foi eleito por 15 anos consecutivos o melhor instrumentista brasileiro no prêmio Diretas na Música, além de ter recebido prêmios da APCA, o Prêmio Tim, e o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Brasília.

    Programa

    Lançado em 1957, o Música e Músicos do Brasil é o segundo programa mais longevo do rádio brasileiro. A produção se dedica a explorar características marcantes de grandes músicos e compositores do país, oferecendo registros únicos e gravações inéditas para a memória nacional.

    A primeira versão do programa contava com um time de especialistas que atuavam indicando compositores e intérpretes e fazendo a redação: Edino Krieger, Andrade Muricy, Aires de Andrade, Ademar Nóbrega, Helza Camêu e Alceo Bocchino. A atração ia ao encontro da necessidade de fornecer à rádio gravações de música brasileira de concerto – repertório pouco encontrado na ocasião.

    Ao propor a gravação de obras ainda não registradas por grandes intérpretes, a emissora passou a prestar um fundamental serviço à cultura do país, deixando um legado para a memória nacional. Posteriormente, alguns desses registros tornaram-se LPs e CDs.

    Rádio MEC

    Conhecida de norte a sul do país como A Rádio de Música Clássica do Brasil, a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.

    A Rádio MEC oferece aos ouvintes a experiência de acompanhar repertórios segmentados, composições originais e produções qualificadas. Ainda há espaço também para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada a audiência cativa.

    A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz. O conteúdo ainda é veiculado no app Rádios EBC.

    Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação da Rádio MEC. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537.

    Serviço

    Música e Músicos do Brasil – sábado, dia 08/08, às 19h, na Rádio MEC

    Rádio MEC na internet e nas redes sociais

    • Site: https://radiomec.ebc.com.br
    • Instagram: https://www.instagram.com/radiomec
    • Spotify: https://open.spotify.com/user/radiomec
    • YouTube: https://www.youtube.com/radiomec
    • Facebook: https://www.facebook.com/radiomec
    • X: https://x.com/radiomec
    • WhatsApp: (21) 99710-0537

    Como sintonizar a Rádio MEC

    • Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz
    • Belo Horizonte: FM 87,1 MHz
    • Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz
    • Parabólica – Star One C2 – 3748,00 MHz – Serviço 3
    • Celular – App Rádios EBC para Android e iOS

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original