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  • Governo brasileiro lamenta mortes em avalanche no Nepal e na China

    Governo brasileiro lamenta mortes em avalanche no Nepal e na China

    O governo brasileiro lamentou nesta quarta-feira (26) as mortes causadas por deslizamentos de terra e inundações no Nepal e na região Administrativa Autônoma do Tibete, na China.

    A tragédia resultou em ao menos 157 pessoas mortas e centenas de desaparecidas. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou que, até o momento, não há registro de brasileiros entre as vítimas.

    “O governo brasileiro expressa profundo pesar e solidariedade às famílias das vítimas, ao povo e ao governo do Nepal e da China”, disse Itamaraty, em nota.

    O MRE informou ainda que a Embaixada do Brasil em Katmandu, capital do Nepal, e a Embaixada do Brasil em Pequim, capital da China, acompanham com atenção os desdobramentos da calamidade no país.

    “O plantão consular da Embaixada do Brasil em Katmandu (telefone +977 9801032381) poderá prestar assistência consular a cidadãos brasileiros em situação de emergência no Nepal”, diz a nota.

    Já os brasileiros que estiverem na Região Administrativa Autônoma do Tibete, na China, podem entrar em contato com o plantão consular da Embaixada do Brasil em Pequim (telefone +86 138 0121 0722).

    Câmeras de segurança registraram o momento em que pessoas fugiam enquanto uma avalanche de lama e água arrastava prédios e pontes em um vale, no distrito de Rasuwa. O local fica no Himalaia, na fronteira entre o Nepal e o condado de Gyirong, na região chinesa do Tibete. O porto de Gyirong também foi destruído pelo desastre.

    A avalanche que atingiu o Tibete e o Nepal teria relação com o acúmulo de grandes volumes de gelo e rocha, em razão de chuvas que atingiram a região.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Ministros do Brasil e EUA vão retomar negociação comercial

    Ministros do Brasil e EUA vão retomar negociação comercial

    O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE) deverão se reunir na próxima semana com o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) para retomar as negociações comerciais entre os dois países.

    A reunião ainda terá a data acertada pelas equipes dos dois governos. O Mdic confirmou ter recebido contato do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, depois da conversa telefônica desta sexta-feira (21) entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente estadunidense, Donald Trump.

    A retomada das tratativas abre um novo canal de diálogo entre Brasília e Washington em meio à disputa comercial provocada pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

    Ligação de Lula

    Lula telefonou para Trump na manhã desta sexta-feira. A conversa durou uma hora e 20 minutos e, segundo o Palácio do Planalto, ocorreu de forma cordial.

    O presidente brasileiro defendeu a retomada das negociações comerciais e afirmou que as justificativas apresentadas pelo governo norte-americano para a adoção das novas tarifas são infundadas.

    Entre os argumentos utilizados pelos Estados Unidos para fundamentar as medidas estão questões relacionadas a desmatamento, acordos preferenciais, propriedade intelectual, combate à corrupção, Pix, etanol e importações de produtos associados a trabalho forçado.

    Lula afirmou que as tarifas prejudicam tanto o Brasil quanto os Estados Unidos e defendeu o diálogo como caminho para preservar a relação comercial entre os dois países.

    Trump concordou com a necessidade de manter os vínculos comerciais e sinalizou a retomada do contato entre as equipes dos dois governos.

    Novo canal

    A reunião deverá envolver Márcio Elias Rosa, integrantes do MRE e representantes do USTR.  Em nota conjunta, o Mdic e o MRE consideram que a sinalização dos dois presidentes cria uma nova oportunidade para a busca de uma solução negociada para o impasse comercial.

    Cooperação contra crime

    Além das tarifas, Lula e Trump discutiram segurança e cooperação no combate ao crime organizado.

    O presidente brasileiro defendeu uma atuação conjunta dos dois países e afirmou que as organizações criminosas exercem pressão sobre populações vulneráveis, mas não devem ser equiparadas a organizações terroristas.

    Lula também apresentou ações adotadas pelo Brasil para combater essas estruturas, incluindo medidas de asfixia financeira, que resultaram na apreensão de aproximadamente R$ 17 bilhões.

    Entre as iniciativas citadas estão a Lei Antifacção e a criação do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia, em Manaus.

    Trump, segundo o Planalto, manifestou disposição para ampliar a cooperação e afirmou que indicará integrantes de alto escalão para dar continuidade às tratativas.

    Conflitos internacionais

    Os presidentes também trataram das guerras na Ucrânia e no Oriente Médio.

    Sobre o conflito entre Rússia e Ucrânia, os dois defenderam a necessidade de uma solução negociada. Lula também criticou a falta de atuação do Conselho de Segurança das Nações Unidas diante dos conflitos internacionais.

    O presidente brasileiro sugeriu a convocação de uma reunião extraordinária do órgão para discutir alternativas diplomáticas.

    Durante a conversa, Trump também abordou as perspectivas do governo norte-americano para o conflito com o Irã.

    Ao defender a busca por soluções diplomáticas, Lula afirmou: “Os grandes líderes não são aqueles que iniciam guerras, mas aqueles que põem fim aos conflitos”.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Comércio com Sudeste Asiático deve superar EUA e Europa, diz ministro

    Comércio com Sudeste Asiático deve superar EUA e Europa, diz ministro

    Ao receber o representante da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), em Brasília, nesta terça-feira (18), o ministro das relações exteriores, Mauro Vieira, projetou que o comércio do Brasil com o Sudeste Asiático deve superar os negócios com os Estados Unidos (EUA) e com a União Europeia (UE) “num futuro próximo”.  

    O chanceler lembrou que o comércio brasileiro com a Asean, bloco que reúne 11 países asiáticos, aumentou 10 vezes entre 2003 a 2025, passando de US$ 3 bilhões para US$ 38 bilhões.

    “Nesse ritmo, o intercâmbio comercial deverá ultrapassar aquele com parceiros tradicionais do Brasil, como os EUA ou a União Europeia, no futuro próximo. O Brasil já exporta mais para a Singapura do que para a Alemanha. Exporta mais para a Indonésia, Vietnã, Malásia e Tailândia do que para a França”, disse.

    A fala ocorreu após reunião com secretário geral da Asean, o cambojano Kao Kim Hourn, em uma agenda para aprofundar as relações com o sudeste asiático. Entre os Estados membros da associação estão Indonésia, Malásia, Filipinas, Singapura, Tailândia, Vietnã, Timor Leste e Camboja.

    O encontro do ministro Mauro Vieira com a Asean ocorre em meio ao recente tarifaço dos EUA contra parte das exportações brasileiras, em um contexto em que o Brasil tenta diversificar exportações para minimizar os impactos econômicos do tarifaço de Donald Trump. 

    Vieira manifestou ainda o interesse do Brasil se tornar um “parceiro de diálogo” da Asean, condição hoje restrita aos EUA, União Europeia, Japão, Índia, China, Canadá, Rússia, Austrália e Coréia do Sul.

    “Nossas regiões partilham o interesse em promover o desenvolvimento sustentável, ampliar os fluxos de comércio e investimentos e em fortalecer o Sul Global”, disse Vieira.

    Convite do Brasil

    O representante da Asean Kao Kim Hourn visita o Brasil a convite do governo brasileiro com agendas que vão de hoje até a próxima sexta-feira (21) e previsão de encontros com ministros de Estado, empresários e acadêmicos.

    Na reunião do Itamaraty, o secretário-geral Kao Kim Hourn destacou que espera estreitar as relações com o Brasil. 

    “A Asean atribui grande importância à parceria com o Brasil. Desenvolvemos uma das relações mais dinâmicas e sustentáveis ​​na América Latina”, disse o secretário-geral.

    Para Kao Kim, o Brasil e a Asean podem desenvolver parcerias na área econômica, via comércio e investimentos, assim como nas áreas de inovação, desenvolvimento sustentável, segurança alimentar, agricultura, energia renovável e ação climática.

    “Ressalto ainda que a Asean e o Brasil compartilham um forte compromisso com o multilateralismo baseado em regras, o diálogo e a cooperação internacional. Esse é um ponto fundamental para que países desenvolvidos e emergentes enfrentem juntos seus desafios comuns”, completou o cambojano.

    Nos últimos 10 anos, os países da Asean duplicaram seus Produto Interno Brutos (PIBs), passando de US$ 2,5 bilhões para US$ 4,5 bilhões, considerando todos os Estados-membros. Juntos, eles somam mais de 700 milhões de habitantes. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Lula lamenta terremoto na Colômbia: “Brasil permanece à disposição”

    Lula lamenta terremoto na Colômbia: “Brasil permanece à disposição”

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou o terremoto de magnitude 7,4 registrado nesta segunda-feira (10) na Colômbia. Nas redes sociais, ele disse ter recebido com preocupação a notícia do tremor, que teve epicentro no departamento de Chocó. 

    “Em nome do povo brasileiro, manifesto minha solidariedade ao povo colombiano, especialmente às famílias das vítimas e a todos os afetados pelos tremores. O Brasil permanece à disposição da Colômbia para prestar o apoio necessário”, escreveu. 

    Também em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que o Brasil acompanha, com atenção, os esforços de busca e de assistência às populações afetadas pelo terremoto e manifesta disposição de colaborar, na medida de suas capacidades, com as autoridades colombianas nas ações de resposta à emergência.

    Ainda segundo o Itamaraty, não foram identificados brasileiros entre as vítimas do tremor. O plantão consular da Embaixada do Brasil em Bogotá pode ser contatado por meio do telefone +57 3108096169 e o plantão consular em Brasília, pelo telefone +55 (61) 98260-0610.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original