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  • Hortência é indicada a prêmio de maior atleta da história dos Mundiais

    Hortência é indicada a prêmio de maior atleta da história dos Mundiais

    Campeã mundial de basquete com a seleção feminina no título inédito conquistado em 1994, a ex-jogadora Hortência é a única brasileira entre as nove indicadas ao prêmio de maior atleta da história das Copas do Mundo, concedido pela Federação Internacional da modalidade (Fiba). A entidade abriu votação popular nesta terça-feira (18) no site do próximo Mundial, que começa em 4 de setembro, na Alemanha.

    Hortência foi uma das protagonistas na conquista da Copa doi Mundo de 1994, na Austrália, com vitória da Amarelinha na final contra a China (96 a 87), junto com Magic Paula e Janeth, conhecido como trio de ouro. Um dos jogos mais emocionantes foi a semifinal contra os Estados Unidos, até então hegemônico nas quadras. As brasileiras levaram a melhor sobre as norte-americanas por 110 a 107, tendo a ala-armadora Hortência como cestinha, com 32 pontos, seguida por Magic Paula (29) e Janeth (22).  

    Dois anos depois, o trio de ouro voltou a brilhar na Olimpíada de Atlanta (Estados Unidos), quando a seleção foi vice-campeã, subindo pela primeira vez no pódio olímpico com a prata.

    Durante a carreira, Hortência disputou outras quatro edições de Copa do Mundo e também foi cestinha nas edições de 1979, 1983 e 1990. Nesta última, disputada na Malásia, a brasileira estabeleceu o recorde de maior média de pontos (31,5) que detém até hoje.    

    A primeira e única votação promovida pela Fiba ao prêmio de maior jogadora de todos os tempos ocorreu em 2018, na véspera da Copa do Mundo na Espanha. Na ocasião, Hortência levou o prêmio com 85% dos votos.

    Candidatas ao prêmio da Fiba

    Hortência Marcari (BRA)
    Lauren Jackson (AUS)
    Uljana Semjonova (LET)
    Sue Bird (EUA)
    Penny Taylor (AUS)
    Diana Taurasi (EUA)
    Lisa Leslie (EUA)
    Maya Moore (EUA)
    Breanna Stewart (EUA)

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Brasil estreia mal no qualificatório para o Pré-Olímpico de basquete

    Brasil estreia mal no qualificatório para o Pré-Olímpico de basquete

    A seleção feminina de basquete não teve a estreia desejada no torneio qualificatório para o Pré-Olímpico da modalidade. Nesta segunda-feira (17), as brasileiras perderam do Sudão do Sul por 63 a 61 pela primeira rodada do Grupo A da competição, que ocorre em Guadalajara (México). 

    O Brasil volta a quadra nesta terça-feira (18), às 23h30 (horário de Brasília), para encarar a Nova Zelândia. A participação na primeira fase termina na quinta (20), às 15h, em clássico contra a Argentina. As partidas têm transmissão ao vivo no canal da Federação Internacional de Basquete (Fiba) no YouTube.

    O desempenho ruim no primeiro quarto do jogo de estreia foi determinante para o resultado, com as sul-sudanesas abrindo 12 pontos de vantagem. O Brasil reagiu e na última das quatro parciais conseguiu até passar a frente no placar, com as seleções passando a se alternar na dianteira.

    O equilíbrio prevaleceu e as equipes chegaram ao fim do tempo normal empatadas em 56 pontos. Na prorrogação, uma falta em cima de Moira Joiner a 21 segundos do fim decidiu o confronto. A própria armadora converteu os lances livres que colocaram o Sudão do Sul na frente. As brasileiras tentaram igualar novamente o jogo, sem êxito.

    Do lado verde e amarelo, o destaque foi Aaliyah Guyton. A armadora de 20 anos anotou 20 pontos, apanhou três rebotes e deu duas assistências. Ela é filha de Adrianinha, ex-atleta e medalhista de bronze pelo Brasil na Olimpíada de Sydney (Austrália) em 2020.

    Formato da competição

    Os dois primeiros colocados avançam às semifinais, onde terão pela frente os classificados do Grupo B, que reúne Canadá, México, Filipinas e Senegal. O campeão se garante no Pré-Olímpico, que será em fevereiro de 2028 e definirá dez dos 12 participantes da modalidade nos Jogos de Los Angeles (Estados Unidos).

     

    As demais seleções terão de buscar vaga nos torneios continentais. No caso brasileiro, se o título não vier no México, a seleção terá de ficar entre as quatro primeiras da Copa América, que será realizada entre 3 e 11 de julho do ano que vem em El Salvador.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original