Tag: CPTM

  • Termina a greve nas linhas de trens em São Paulo

    Termina a greve nas linhas de trens em São Paulo

    Os trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) suspenderam a greve da categoria, que ocorria desde as primeiras horas de terça-feira (4), e afetou as linhas 11, 12, 13 e Expresso Aeroporto.

    A decisão foi tomada em assembleia, quando foi aceita a proposta, mediada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT), do governo estadual que contemplou a principal reivindicação da categoria, a garantia de trabalho para os mais de 4.600 trabalhadores diretos que atuavam nas quatro linhas, concedidas ao setor privado em julho. 


    São Paulo (SP)-05/08/2026 . Trânsito na cidade,no segundo dia da greve dos trens.
Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
    São Paulo (SP)-05/08/2026 . Trânsito na cidade,no segundo dia da greve dos trens.
Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
    Trânsito na cidade no segundo dia da greve dos trabalhadores da CPTM – Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

    O governo de São Paulo formalizou nesta quarta-feira (5) o projeto de lei específico para esses trabalhadores, garantindo a realocação para os 1.300 funcionários que ainda não haviam sido direcionados a novos postos de trabalho.

    “Apesar da suspensão do movimento paredista, a categoria permanecerá em estado de greve, acompanhando atentamente o cumprimento dos compromissos assumidos e a evolução das negociações”, informou o sindicato, em nota.

    Com o fim da greve, os trabalhadores retomam as atividades ainda esta quarta-feira. 

    Pela manhã, a mobilização havia interrompido a circulação dos trens na linha 13 por algumas horas e afetou as demais linhas 11, 12 e Expresso.  

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Usuários de trens mudam rotina por causa de greve da CPTM

    Usuários de trens mudam rotina por causa de greve da CPTM

    Com a greve dos trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) de São Paulo e a paralisação parcial das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade nesta quarta-feira (5), os usuários do transporte público precisaram reorganizar suas rotinas para chegar a tempo no trabalho e em outros compromissos. 

    É o caso de Giovanna Miranda, gerente de um condomínio na Berrini, zona oeste da capital paulista. A profissional contou à Agência Brasil que o trajeto de carro de sua casa para o trabalho leva, geralmente, 25 minutos. Nessa terça-feira (4), data em que foi iniciada a greve, ela levou 45 minutos para chegar ao trabalho. A volta para casa também foi complicada, o que a fez perder um curso online.

    “Eu perdi uma reunião na parte da manhã e precisei adiar alguns compromissos. Com isso, os funcionários acabaram acumulando trabalho e as pessoas tiveram que sair mais tarde”, disse.

    Quem também precisou alterar a rotina foi a cuidadora Alessandra Zuncare. Ela saiu de casa uma hora antes do normal para chegar a Santana, bairro da zona norte da cidade, além de ter enfrentado lotação na linha 3-Vermelha.

    “Acordei mais cedo para ler o noticiário e ver quais linhas estavam operando”, contou.

    Home office

    Algumas empresas dispensaram os funcionários do trabalho presencial em razão da greve. Na seguradora onde Janaína dos Reis trabalha, é adotado o modelo em que os funcionários são dispensados de ir trabalhar presencialmente e podem trabalhar em casa quando há greve no transporte público, diante da dificuldade dos funcionários em chegar ao escritório.  

    “Em greves passadas, eu posso te dizer que tanto o deslocamento de ida, quanto o de volta é muito ruim. As filas para conseguir entrar no metrô são muito longas. Houve uma certa vez que o metrô estava tão cheio, que quando a porta do vagão fechou, eu fiquei na beirada da plataforma. Qualquer movimento de uma pessoa atrás de mim e eu poderia ter caído”, contou.

    Congestionamento

    A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) aponta que a paralisação das linhas de trem provocou mais de 750 quilômetros de engarrafamento nesta quarta-feira (5) em toda a cidade. O congestionamento foi mais expressivo na zona sul, com 243 km de tráfego intenso. Na terça-feira, o congestionamento de veículos atingiu mais de 2 mil quilômetros.

    Greve

    Sindicato, governo do estado e CPTM têm audiência de conciliação nesta quarta-feira para decidir sobre a continuidade da greve. Os trabalhadores decidiram manter o movimento em assembleia ontem (4). 

    A categoria quer garantias formais da manutenção dos empregados que atuam diretamente nas das linhas 11, 12 e 13 – concedidas à empresa Trivia Trens em julho deste ano.

    *Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Governo de SP diz que não haverá demissões de funcionários da CPTM

    Governo de SP diz que não haverá demissões de funcionários da CPTM

    Em audiência de conciliação na tarde desta quarta-feira (5) entre sindicato, Companhia Paulista de Transporte Metropolitano (CPTM) e o governo de São Paulo, o estado apresentou a proposta de não demitir nenhuma trabalhador da empresa.

    “Estamos esclarecendo e reforçando as informações de que, ao contrário do que alega o sindicato, não há na CPTM nenhuma demissão em curso decorrente do processo de concessão”, destaca comunicado do governo estadual.

    O texto diz ainda que dos, 4.648 funcionários empregados em junho de 2026, 2.171 estão trabalhando atualmente na Linha 10-Turquesa. De acordo com a nota, os demais funcionários serão realocados para outros órgãos como o Metrô, a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp), entre outros.

    A manutenção dos empregos é uma das reivindicações da categoria e um dos motivos para a greve que paralisa parcialmente há dois dias as linhas 11, 12 e 13 da CPTM.

    Essas linhas foram concedidas à Trivia Trens em julho. Logo nos primeiros dias de funcionamento sob o comando da empresa privada, ocorreram diversos problemas técnicos, como o incêndio de uma composição com passageiros. A gravidade da situação fez com que o governo do estado colocasse os funcionários da CPTM de volta na operação das três linhas privatizadas. A intervenção da estatal tem duração de 90 dias.

    Os trabalhadores da CPTM fazem assembleia na tarde de hoje para decidir se aceitam a proposta do governo e encerram a greve.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Paralisação de trens causa congestionamento nas ruas de SP

    Paralisação de trens causa congestionamento nas ruas de SP

    A paralisação das linhas 11, 12 e 13 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) provoca reflexos nas ruas da cidade de São Paulo, que registram 750 quilômetros de engarrafamento neste momento. 

    O aumento no fluxo de veículos nas estradas é maior na zona sul, com 243 km de congestionamento, seguida da zona leste, com 212 km, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego.

    A zona oeste tem 143 km de tráfego intenso, e a zona norte, 111 km. No centro, a situação é mais tranquila, com 41 km de lentidão. 

    Diante das consequências da paralisação dos trens no trânsito, a prefeitura de São Paulo manteve a suspensão do rodízio de veículos, medida já tomada nessa terça (4), primeiro dia da greve dos trabalhadores da CPTM.

    Além disso, os ônibus do Plano de Apoio entre Empresas de Transporte frente à Situação de Emergência (Paese) foram colocados em operação nas regiões das linhas paralisadas parcialmente (11-Coral, 12-Safira e 13-Jade).

    Conciliação

    Sindicato, governo do estado e CPTM têm audiência de conciliação agendada para as 12h desta quarta para decidir sobre a continuidade da greve, que foi mantida pelos trabalhadores na noite desta terça (4).

    A categoria quer garantias formais da manutenção dos empregados que atuam diretamente nas das linhas 11, 12 e 13 – concedidas à empresa Trivia Trens em julho deste ano.
     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • SP: ferroviários mantém greve por falta de garantia de empregos

    SP: ferroviários mantém greve por falta de garantia de empregos

    Está mantida a greve dos trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que atendem as linhas 11, 12 e 13, na capital e região metropolitana.

    A decisão foi tomada em assembleia, que se encerrou por volta das 19h30, na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT), no Brás.

    No primeiro dia de mobilizações, a oferta de trens foi diminuída nas linhas 11 e 12. A linha 13 não teve atendimento durante a manhã e tarde, operando parcialmente no início da noite. Representantes dos trabalhadores falam em falta de diálogo por parte do governo do estado.

    Com a manutenção da mobilização, os trabalhadores pressionam por garantias formais dos empregos daqueles que atuavam diretamente nas linhas, que foram concedidas à empresa Trivia em julho deste ano. A próxima assembleia está prevista para as 17h de quarta-feira (5).

    Segundo o governo do estado, cerca de 1.300 dos 4.648 funcionários ainda não foram realocados após a privatização e há compromissos concretos de manutenção dos vínculos de todos, o que os sindicalistas questionam, alegando a falta de instrumentos para dar segurança à categoria.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Com greve de ferroviários, usuários de trens enfrentam trânsito em SP

    Com greve de ferroviários, usuários de trens enfrentam trânsito em SP

    Passageiros dos trens metropolitanos enfrentaram lentidão e muito trânsito nesta terça-feira (4) por causa dos ferroviários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

    Os trabalhadores paralisaram as atividades nas linhas 11, 12 e 13 de trens. Eles reivindicam revisão do processo de privatização das linhas.

    A vendedora Dalila dos Santos, que trabalha em uma loja no Terminal Barra Funda, na zona oeste, chegou ao serviço com mais de uma hora de atraso. 

    “Eu chego aqui umas 8h. Mas hoje eu tive que vir de carro e cheguei 9h10 por conta do trânsito, porque todo mundo veio de carro. Tem o pessoal que trabalha aqui e mora perto de onde eu moro e aproveitei para vir junto”, contou. 

    A greve, que atinge três das sete linhas de trens da Grande São Paulo, causou mais de mil quilômetros de congestionamentos, segundo dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), divulgados às 18h50 desta terça-feira (4). No período da manhã, os engarrafamentos chegaram a superar dois mil quilômetros na capital paulista. 

    Cerca de um milhão de pessoas são afetadas pela greve, conforme dados do governo estadual. 

    Dalila acredita que terá de enfrentar uma longa espera para voltar para casa.

    “Provavelmente vou passar duas horas dentro de um ônibus, porque não tem previsão para a volta do trem. Mais um sufoco em plena terça-feira”.

    A três linhas – a 11-Coral, a 12-Safira e a 13-Jade – operam de forma parcial. As linhas 7-Rubi, 10-Turquesa, assim como a 8-Diamante e a 9-Esmeralda, estavam com a operação normalizada às 19h20.

    O governo de São Paulo implementou um plano de contingência, com reforço no Metrô e 128 ônibus foram colocados à disposição para servirem de alternativa aos usuários dos trens. A prefeitura de São Paulo cancelou o rodízio de carros no dia de hoje.

    A concessão das linhas foi efetivada em julho, mas problemas, como sucessivos atrasos e um incêndio em um trem, levaram o governo estadual a retomar, por 90 dias, a operação, que estava com a empresa Trivia.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Trabalhadores da CPTM realizam assembleia sobre continuidade da greve

    Trabalhadores da CPTM realizam assembleia sobre continuidade da greve

    Os trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) realizam nova assembleia, a partir das 17h desta terça-feira (04), para decidir se continuarão em greve.

    O movimento paredista atinge as linhas 11, 12 e 13, além do serviço Expresso Aeroporto, desde a meia-noite desta terça.

    A mobilização pede garantia de emprego para 4 mil trabalhadores e a reversão da concessão das mesmas linhas, que foram privatizadas.

    As linhas 11 e 12 operaram parcialmente desde a manhã, enquanto a Linha 13 e o Expresso não operaram.

    A concessão foi efetivada em julho, mas problemas como sucessivos atrasos e um incêndio em um trem levaram o governo estadual a retomar, por 90 dias, a operação das linhas, que estava com a empresa Trivia.

    As linhas atendem à Zona Leste, região mais extensa e populosa da cidade, à cidade de Guarulhos e a outras cidades da região do ABC Paulista.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Greve de trens em SP causa congestionamento de mais de 2 mil km 

    Greve de trens em SP causa congestionamento de mais de 2 mil km 

    A paralisação parcial nas linhas de trens 11, 12 e 13 da Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos (CPTM), nesta manhã de terça-feira (4), provoca caos nas ruas de São Paulo. Às 10h23 de hoje, segundo os indicadores da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o congestionamento de veículos nas ruas e avenidas era de 2.125 quilômetros.

    A região mais afetada é a zona sul, com 648 quilômetros de trânsito. A zona leste vem a seguir, com 537 km. A zona oeste também tem um alto índice de engarrafamento de veículos com 507 km. A zona norte aparece com 278 km e o centro tem 155 km.

    Com a paralisação parcial das três linhas da CPTM, a prefeitura de São Paulo cancelou o rodízio de carros no dia de hoje. A medida foi tomada ainda na noite desta segunda (4), quando os trabalhadores da estatal anunciaram a greve.

    Para tentar mitigar a situação, foi colocado em funcionamento o Plano de Apoio entre Empresas de Transporte frente a Situação de Emergência (Paese), com a disponibilização de ônibus para atender a população atingida. Ainda assim, os veículos estão enfrentando superlotação.

    Situação atual

    A linha 11-Coral funciona parcialmente entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Guaianases. As demais estações desta linha, que estão paralisadas, recebem auxílio do PAESE.

    A linha 12-Safira tem trens circulando entre as estações Brás e Engenheiro Goulart. Demais trechos têm a presença do PAESE.

    A linha 13-Jade está totalmente parada e também tem a presença de ônibus do Paese circulando nas estações.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original