Tag: Chuva

  • Fim de semana de eleição terá chuvas fortes no estado de São Paulo

    Fim de semana de eleição terá chuvas fortes no estado de São Paulo

    A Defesa Civil de São Paulo prevê que o próximo domingo (4), quando ocorrerão as eleições, deverá ter fortes chuvas no estado.

    Segundo o órgão, neste sábado (3), haverá aumento da nebulosidade e ocorrência de pancadas de chuva, principalmente durante o período da tarde e no interior do estado.

    Já no domingo, a chuva vai se intensificar e pancadas de chuvas devem ocorrer já nas primeiras horas da manhã. Em algumas regiões do estado, a chuva poderá ser forte, acompanhada de raios e rajadas de vento.

    Na segunda-feira (5), o tempo deverá continuar instável, com chuvas de forma mais persistente, podendo ganhar intensidade em alguns momentos. Os maiores acumulados de precipitação devem ocorrer em cidades próximas à divisa com o estado do Paraná.

    A Defesa Civil orienta a população a evitar áreas sujeitas a alagamentos e não permanecer perto de árvores, locais abertos ou estruturas metálicas durante a ocorrência de raios.

    Região Sudeste

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o dia das eleições terá tempo instável em grande parte da Região Sudeste.

    Nas áreas do Triângulo Mineiro, noroeste de Minas Gerais, além das regiões noroeste, oeste, centro e sul de São Paulo devem ter chuvas com trovoadas.

    Nas demais áreas da região, o dia deverá ser de muitas nuvens, com pancadas de chuva.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Chuvas avançam sobre as regiões Nordeste e Norte

    Chuvas avançam sobre as regiões Nordeste e Norte

    A frente fria que passa pelo Oceano Atlântico e provoca chuvas no Centro-Oeste e Sudeste do país, avançam nesta sexta-feira (2) para o interior do Nordeste e sobre o Norte do país, informa o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    Na Região Nordeste, chove sobre o interior da região, especialmente no chamado Matopiba – que abrange os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e da Bahia – onde há um aviso amarelo de perigo potencial para tempestade.

    Pode chover também no Ceará, centro e leste do Piauí, Rio Grande do Norte, leste da Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.

    Já no centro e sul do Ceará, leste do Piauí, centro e norte da Bahia, oeste de Alagoas, centro e oeste de Pernambuco e da Paraíba e sudoeste do Rio Grande do Norte, um aviso de perigo potencial também alerta para baixa umidade do ar.

    A temperatura mínima nas capitais é de 22 graus Celsius (°C) em Maceió, e a máxima de 38°C em Teresina.

    No Norte do país, um aviso amarelo de perigo potencial alerta para tempestade no Acre, Rondônia, Amazonas, Tocantins, sul do Pará e noroeste, oeste e sul de Roraima. O sol predomina e as temperaturas ficam altas no norte e leste de Roraima, onde também há possibilidade de chuva isolada.

    Os termômetros marcam entre as capitais mínima de 22°C em Rio Branco e máxima de 37°C em Palmas.

    No Centro-Oeste, quase toda a região está sob aviso amarelo de perigo potencial para tempestades, exceto o extremo sul de Mato Grosso do Sul. Chove com trovoada no Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e no noroeste, norte e leste de Mato Grosso do Sul.

    Nas capitais, a mínima será de 19°C em Brasília e a máxima será de 31 °C em Goiânia.

    Na Região Sudeste, um aviso laranja de perigo alerta para tempestades no leste de Minas Gerais e no oeste do Espírito Santo e do Rio de Janeiro. Chove com trovoadas no Triângulo Mineiro e no sudeste de Minas Gerais; no noroeste, norte e leste de São Paulo; no Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo.

    No nordeste de Minas Gerais um aviso amarelo de perigo potencial alerta para baixa umidade do ar, na única região do Sudeste que não deve chover. Entre as capitais, a temperatura mínima esperada é de 13°C em São Paulo e a máxima é de 30°C em Belo Horizonte.

    Na Região Sul, o dia começa com possibilidade de nevoeiro na região metropolitana de Curitiba, no leste do Paraná e no nordeste de Santa Catarina. Há possibilidade de geada no sul do Rio Grande do Sul e na região central e norte do estado, além do sul de Santa Catarina.

    Há possibilidade de chuva isolada no norte, nordeste e litoral do Paraná. A temperatura mínima será de 9°C em Porto Alegre e a máxima não passará de 23°C também em Porto Alegre.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Inmet faz alerta para onda de calor em oito estados do país

    Inmet faz alerta para onda de calor em oito estados do país

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para uma onda de calor que atinge os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. As temperaturas devem ficar 5°C acima da média nessas localidades até o fim da tarde desta segunda-feira (28).

    No Centro-Oeste do país, chove de forma isolada no noroeste de Mato Grosso e na faixa oeste também pode haver chuva isolada.

    Os termômetros devem chegar a 40°C, em Cuiabá, e a mínima prevista nas capitais é de 20°C em Brasília.

    Na Região Sudeste, ocorrem chuvas isoladas no litoral de São Paulo, no sudeste de Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Ainda pode chover de forma isolada no sul do Espírito Santo.

    Nas capitas, a temperatura máxima esperada é de 35°C, em Belo Horizonte, e a mínima é de e 28°C, no Rio de Janeiro.

    No Norte do Brasil, chove com trovoadas em diversas partes do estado Amazonas. No Acre, em Rondônia e em Roraima são esperadas pancadas de chuva isoladas. Também pode chover no sudoeste, oeste, noroeste, centro e nordeste do Pará.

    Entre as capitais, a temperatura varia entre 22°C em Rio Branco e 39°C em Palmas.

    Na região Nordeste, a chuva é esperada nos litorais da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

    A temperatura máxima nas capitais da região será de 39°C em Teresina e a mínima será de 22°C em Maceió.

    Frente fria no Sul

    No Sul do país, a semana começa com a chegada de uma frente fria que traz chuva com trovoada no Rio Grande do Sul, no sul, centro e leste de Santa Catarina. No oeste e norte catarinense e no sudoeste, sul e leste do Paraná ocorre chuva isolada, que pode atingir também o oeste, centro e Campos Gerais do Paraná.

    O calor persiste apenas no norte e noroeste do Paraná. Entre as capitais, a máxima será de 22°C em Porto Alegre e a mínima será de 16°C em Curitiba.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Chuva chega ao interior do Nordeste depois de seca prolongada

    Chuva chega ao interior do Nordeste depois de seca prolongada

    As chuvas avançam pelo interior do Nordeste nesta sexta-feira (25) e chegam à a região agrícola do Matopiba, entre o Maranhão, Tocantins, Piauí e a Bahia, informa o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    O céu fica com muitas nuvens em toda a região, que terá pancadas de chuva e trovoadas isoladas entre o Maranhão e o Piauí. Há aviso amarelo de perigo potencial de tempestade no centro-sul baiano e, no oeste da Bahia, as chuvas ocorrem de forma isolada.

    Pode chover também de forma isolada no oeste e norte do Maranhão, norte e sul do Piauí, no centro, sul e leste da Bahia, no litoral oeste do Ceará e na faixa litorânea entre Sergipe e o Rio Grande do Norte.

    Os termômetros nas capitais permanecem elevados, com a mínima de 20°C em Maceió e a máxima de 37°C em Teresina.

    No Norte do país também há alerta amarelo de perigo potencial para chuvas intensas no centro, oeste e noroeste do Amazonas e no sudoeste de Roraima. No restante dos dois estados, sul do Pará e no Tocantins a previsão é de chuva com trovoadas.

    Nas capitais, a temperatura mínima esperada para é de 22°C em Rio Branco e a máxima de 37°C em Porto Velho.

    No Sul, o sol predomina na maior parte da região. A exceção é para o sul do Rio Grande do Sul, onde há aviso amarelo de perigo potencial para tempestade com queda de granizo. No restante do estado, há possibilidade de chuva isolada.

    A temperatura sobe bastante e não há mais previsão de geada. Entre as capitais, a mínima será de 10°C em Curitiba e a máxima de 26°C em Porto Alegre.

    No Sudeste do país, o céu fica com muitas nuvens em grande parte da região, e ocorrem chuvas isoladas no noroeste, oeste, centro e sudeste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e Espírito Santo. 

    A temperatura entra em rápida elevação e atinge, nas capitais, 29°C no Rio de Janeiro, enquanto a mínima fica em 15°C em São Paulo.

    No Centro-Oeste, as áreas de instabilidade devem se concentrar entre o norte e leste de Mato Grosso, norte de Goiás e o Distrito Federal, onde ocorrem pancadas de chuva com trovoadas isoladas. 

    As temperaturas continuam aumentando e, entre as capitais, a mínima é de 18°C em Campo Grande e a máxima de 40°C em Cuiabá.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Cidade do Rio vive o setembro mais chuvoso em quase 30 anos

    Cidade do Rio vive o setembro mais chuvoso em quase 30 anos

    A cidade do Rio de Janeiro vivencia o mês de setembro mais chuvoso em 29 anos. O Centro de Operações e Resiliência da Prefeitura do Rio (COR-Rio) informou que a marca foi atingida nesta quarta-feira (23) ─ sete dias antes do fim do mês.

    Com base em dados do Sistema Alerta Rio, serviço de meteorologia da prefeitura, a cidade somou o volume de 171,9 milímetros (mm) de chuva até o início da tarde desta quarta-feira.

    Para se ter uma ideia do que essa quantidade significa, é preciso comparar que 1 mm de chuva equivale a 1 litro de água para cada metro quadrado de uma localidade.

    A prefeitura ressalta ainda que setembro de 2026 registra 19 dias seguidos de chuva. De acordo com o Alerta Rio, a chuva de setembro está relacionada à atuação de frentes frias e ao transporte de umidade do oceano em direção ao continente.

    Previsão de mais chuva

    O recorde de mês mais chuvoso deve se acentuar. Para os próximos dois dias (24 e 25), a previsão é de céu encoberto a parcialmente nublado, com chuva fraca a moderada isolada ao longo do período.

    A marca recorde anterior pertencia a setembro de 2025, com 157,7 mm. Já o período mais seco foi registrado no ano anterior, 2024, com apenas 6,9 mm. A série histórica começa em 1997.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Sudeste pode ter grande volume de chuva nesta quarta-feira

    Sudeste pode ter grande volume de chuva nesta quarta-feira

    Um alerta laranja de perigo, emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), avisa sobre grande acumulado de chuva que pode levar volumes de até 100 mm/dia a grande parte da Região Sudeste nesta quarta-feira (23). As áreas mais afetadas incluem todo o estado do Rio de Janeiro, grande parte de São Paulo, o centro-sul de Minas Gerais e do Espírito Santo.

    A temperatura começa a diminuir na região com a chegada do ar frio. Os termômetros devem marcar mínima de 13°C em São Paulo e máxima de 28°C, em Belo Horizonte.

    Na Região Nordeste do país, o tempo quente e seco mantém a baixa umidade relativa do ar no interior dos estados. O Inmet também mantém alerta amarelo de perigo potencial que inclui o Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, a Paraíba, Pernambuco e a Bahia.

    Há possibilidade de chuva isolada no litoral do Maranhão, do Ceará e do Rio Grande do Norte, além do extremo sul da Bahia. Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 21°C em Recife e a máxima deve chegar a 38°C em Teresina.

    Parte da Região Norte também está sob alerta amarelo de baixa umidade relativa do ar, com destaque para o sul do Pará e grande parte do estado do Tocantins.

    Durante o dia, estão previstas tempestades no centro e sul de Rondônia. Em Roraima, no Amazonas, no Acre e em Rondônia, tem previsão de pancadas de chuva com trovoadas isoladas.

    O calor também predomina nas capitais da região, com temperatura máxima de 39°C em Palmas e mínima de 22°C em Rio Branco.

    No Centro-Oeste do país, chuvas acompanhadas de trovoadas atingem Mato Grosso, o nordeste de Mato Grosso do Sul, Goiás e o Distrito Federal. Nas demais áreas de Mato Grosso do Sul, principalmente no sul do estado, o tempo permanece firme, com a presença de ar frio

    A temperatura fica amena em Mato Grosso do Sul, inclusive na capital Campo Grande, onde os termômetros devem marcar mínima de 17°C. A máxima prevista entre as capitais é de 32°C em Goiânia.

    Uma massa de ar frio sobre a Região Sul do Brasil deixa o céu com poucas nuvens na maior parte dos estados. A exceção é para as regiões norte e leste do Paraná e nordeste de Santa Catarina, onde o céu fica com muitas nuvens e há possibilidade de chuva isolada.

    Pode gear no Rio Grande do Sul e nas serras de Santa Catarina na madrugada e no começo da manhã. Entre as capitais, a menor temperatura prevista é de 6°C em Porto Alegre e a máxima de 17 °C em Florianópolis.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Setembro registra recorde de chuva na capital paulista

    Setembro registra recorde de chuva na capital paulista

    Os registros oficiais de chuvas na capital paulista já consideram este mês de setembro como o mais chuvoso desde o início dos registros, em 1943, segundo informações do governo do estado.

    O levantamento, que toma como referência a base de monitoramento do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) no Mirante de Santana, zona norte da capital, registrou 253,8 milímetros (mm) de precipitação até as 9h desta segunda-feira (14).

    A média de chuvas para setembro na região é de 83,3 mm. O recorde anterior era de 243,1 mm, em 1983. Os outros anos considerados excepcionalmente chuvosos foram 1957, com 197,2 mm; 1993, com 206,7 mm; e 2015, com 201,7 mm. 

    Outras regiões do estado também registraram volumes excepcionais de precipitações. Na região de Campinas, entre o dia 1º e 13 de setembro, choveu 257,2 mm. O volume equivale a 3,1 vezes a média mensal de setembro, de 83,7 mm, e também estabelece recorde, na série iniciada em 1961.

    Na região de Registro, que enfrentou alagamentos severos neste final de semana, foram contabilizados 185,3 mm em setembro até o dia 13. O volume coloca setembro de 2026 como o terceiro mês mais chuvoso da série histórica na região, iniciada em 1961.

    Em São José dos Campos, o acumulado chegou a 161 mm, equivalente a 2,1 vezes a média mensal, que é de 76 mm. O volume é o terceiro maior registrado para setembro desde o início da série histórica, em 1977.

    Previsão

    A previsão para os próximos dias é de enfraquecimento e afastamento gradual do sistema, na terça-feira, mas devem ocorrer chuvas ao longo do dia, com pancadas isolada.

    As temperaturas caem em todo o estado devido à maior nebulosidade e à entrada de ar mais frio. Na quarta-feira (14) a chuva deve se restringir ao litoral e será fraca. 

    Mesmo com menores precipitações permanece o risco para alagamentos e deslizamentos, pois o solo está encharcado. Em regiões do Sul do estado, como Eldorado e a Barra do Turvo, alguns bairros seguem alagados.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Capital paulista já acumula quase 200 mm de chuvas em setembro

    Capital paulista já acumula quase 200 mm de chuvas em setembro

    A cidade de São Paulo registra alto volume de chuvas neste mês de setembro. Em apenas 12 dias, a chuva acumulada na estação meteorológica do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) no Mirante de Santana chegou a 198,2 milímetros (mm) até as 9h de hoje.

    O total é o segundo maior acumulado mensal registrado na cidade em 2026, atrás apenas dos 256,4 mm de janeiro.

    Na série histórica de medição do Mirante de Santana, iniciada em 1943, o volume já coloca setembro de 2026 na quarta posição entre os meses de setembro mais chuvosos já registrados, atrás de 1983 (243,1 mm), 1993 (206,7 mm) e 2015 (201,7 mm).

    Segundo a Defesa Civil estadual, como ainda há previsão de novas chuvas até o fim do mês, essa posição no ranking pode mudar.

    Além disso, o Mirante de Santana registrou 75,4 mm de chuva entre 9h de sexta-feira (11) e 9h deste sábado (12). Segundo o Inmet, esse foi o maior volume acumulado em 24 horas de todo o Brasil no período.

    “Números como esses mostram por que o monitoramento não pode parar. A informação e a percepção de risco são o que permite à população se proteger neste período”, afirmou, em nota, o coronel Araújo Monteiro, coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil de São Paulo. 

    Segundo o órgão, a população pode receber gratuitamente alertas diretamente no celular por meio do serviço de SMS da Defesa Civil. Para se cadastrar, é preciso enviar o CEP da localidade para o número 40199.

    Orientações da Defesa Civil do Estado de São Paulo:

    • evitar áreas alagadas ou com correnteza; 

    • não atravessar vias inundadas; 

    • ficar atento a sinais de risco em encostas e em áreas próximas a córregos; 

    • procurar local seguro em caso de temporais; 

    • acompanhar os boletins e alertas oficiais da Defesa Civil. 

    Em caso de emergência, a população pode acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 ou a Defesa Civil pelo telefone 199.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • São Paulo está em estado de atenção devido às chuvas persistentes

    São Paulo está em estado de atenção devido às chuvas persistentes

    São Paulo está em estado de atenção por causa das chuvas persistentes e duradouras que atingem o território paulista. Segundo a Defesa Civil estadual, essa condição favorece deslizamentos de terra e sobrecarregam rios e córregos. O órgão descartou, neste momento, o risco de tempestade severa e tornado.

    Nas últimas 48 horas, foram registradas 26 ocorrências no estado, incluindo destelhamento, desabamento, deslizamento de terra e vendavais. Os ventos chegaram a 92km/h no interior do estado. Foram 100 milímetros de chuva em apenas um dia, segundo o órgão paulista.

    Em caso de enchentes e enxurradas, a Defesa Civil orienta que a população nunca atravesse áreas alagadas, seja a pé ou de carro, e evite ficar próximo a rios, córregos e áreas sujeitas a alagamentos.

    Nas áreas de risco de deslizamento, o órgão diz para observar sinais como rachaduras, inclinação de árvores ou postes e movimentação do solo. Se perceber algum risco, a orientação é sair imediatamente do local e procurar uma área segura.

    Em caso de emergência, a população pode acionar, por telefone, a Defesa Civil pelo número 199 e o Corpo de Bombeiros, no 193.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Seca na Amazônia atingiu 38% das áreas habitadas no último El Niño

    Seca na Amazônia atingiu 38% das áreas habitadas no último El Niño

    Mais de um terço (38%) das ocupações humanas existentes na Amazônia tiveram alta exposição aos efeitos do El Niño de 2024, segundo um estudo divulgado nesta sexta-feira (4) pelo Mapbiomas. Entre as 5.673 localidades habitadas na região, 2.172 sofreram de forma intensa com o fenômeno.

    O El Niño se caracteriza pelo aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical e provoca alteração na circulação atmosférica, tornando os volumes de chuvas irregulares. Na Amazônia, ele causa seca e aumento na temperatura.

    Diante da previsão meteorológica de que o fenônemo será especialmente forte neste ano ─ um “Super El Niño” ─, os pesquisadores cruzaram dados sobre a chuva e a superfície de água sobre a terra para mostrar como a Amazônia foi afetada na última ocorrência do evento climático.

    No período entre setembro e novembro de 2024, a superfície de água na Amazônia ficou 1,9 milhão de hectares abaixo da média histórica dos anos de 1985 a 2025. O volume de chuva também foi inferior, ficando 27% abaixo da média.

    A temperatura máxima média durante esses três meses também teve uma alta significativa, 2,6ºC acima do que é historicamente observado no mesmo período.

    “Menos chuva e temperaturas mais elevadas aumentam a demanda evaporativa na atmosfera, favorecendo a perda de água do solo e o estresse hídrico da vegetação”, aponta o pesquisador do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Bruno Ferreira, da equipe da Amazônia do MapBiomas.

    Populações

    O estudo também observou os efeitos do fenômeno sobre diferentes tipos de ocupação humana, como núcleos urbanos, rurais, territórios indígenas, quilombolas, assentamentos e outras categorias.

    De acordo com os pesquisadores, as populações desses lugares foram fortemente atingidas pelos efeitos do El Niño, já que 93% dos locais analisados, 5.273 localidades, ficam a uma distância de até 5 quilômetros das áreas que sofreram redução da superfície de água, aponta o estudo.

    “A seca também se manifesta na redução dos níveis dos rios, com consequências para o transporte, o acesso à água, a pesca e outras atividades que dependem dos sistemas fluviais”, destaca Bruno Ferreira.

    Os dados de cobertura e uso da terra complementam os fatores de exposição do bioma, já que ao longo dos 41 anos da série histórica do estudo sobre o tema, foram perdidos 3,9 milhões de hectares de vegetação nativa, o que equivale a uma redução de 14% da cobertura verde existente anteriormente.

    No estudo, além dos dados da Coleção 11 do Mapbiomas sobre Cobertura e Uso da Terra, os pesquisadores trabalharam com a Coleção 5 sobre Água, e a coleção beta sobre Atmosfera. Também foram usados dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre as áreas habitadas e informações do Painel El Niño, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original