Tag: Brasília

  • Pesquisa mostra desafio de cineastas indígenas para financiar filmes

    Filmes indígenas estão nas salas de cinema, mostras, festivais e nas plataformas de streaming. Ganham prêmios e reconhecimento. Mas para acessar esses espaços é preciso superar barreiras. Uma delas é a do financiamento.

    Pesquisa da Rede Katahirine com 60 cineastas de 40 povos indígenas mostra que cineastas indígenas têm dificuldade de concorrer a editais de fomento.

    Enquanto 81,7% delas já apresentaram filmes em mostras ou festivais, o que demonstra o reconhecimento de suas obras, 71,7% delas relatam que já desistiram de concorrer a um edital. Os principais motivos são a burocracia (70%), o não atendimento aos requisitos de participação (43%) e a linguagem técnica dos concursos (41%).

    Mari Corrêa, idealizadora da rede Katahirine explica que os editais costumam exigir documentos que as cineastas têm dificuldade para fornecer, especialmente as que moram nos territórios.

    “Alguns editais exigem que o proponente tenha uma empresa, uma produtora, por exemplo. Não pode concorrer como pessoa física. Isso praticamente elimina a possibilidade de concorrerem ao financiamento”.

    É o caso de Larissa Tukano. Ela é cineasta e artista visual, mas diz que não procura editais porque acha a linguagem difícil. “Pedem também uma experiência que não podemos comprovar. E a gente sente que esses concursos não nos contemplam”, diz.

    Um outro olhar

    Larissa defende o modo de fazer cinema indígena. Ela diz que ao filmar a própria comunidade, esses cineastas têm um olhar diferente, um respeito pelo tempo das pessoas que estão sendo filmadas. “Podemos conversas na nossa própria lingua e isso torna a conversa mais íntima. Também sabemos o que pode e o que não pode ser filmado”, explica.

    Mari Corrêa também destaca que o cinema indígena segue a própria lógica de produção.

    “Os roteiros não são feitos da forma ocidental de entender um roteiro. A presença do coletivo é muito forte e as decisões são tomadas de modo menos hierarquizado, dentro da comunidade.”

    Serviço

    O livro Ler o vento, filmar o mundo: pesquisa-mapeamento do cinema das mulheres indígenas no Brasil , idealizado pela Rede Katahirine – Rede Audiovisual das Mulheres Indígenas – será lançado nesta quinta-feira, 17 de setembro, as 14h no Cine Brasília, em Brasília.

    A entrada é gratuita. No mesmo dia será lançado também o livro Diretrizes para um audiovisual ético com povos indígenas. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Evento de arte e tecnologia “alfineta” com bordado e reflete sobre IA

    Evento de arte e tecnologia “alfineta” com bordado e reflete sobre IA

    A primeira vez da potiguar Kaliane Martins, de 40 anos, em um museu foi para trabalhar em Brasília (DF). Ela se mudou para a capital, com a mãe, ainda criança, e adulta virou faxineira. Conseguiu emprego no Sesi Lab, na área central da capital, há quatro anos, deixou a vassoura e virou agente de portaria. Está encantada pelas artes que surgem de todos os lados. Inclusive, a mais recente tocou mais fundo o seu coração e a memória do bordado. 

    Trata-se da instalação “Bordaduras”, um vinil adesivo de 530 metros quadrados, com imagem de agulhas e uma série de bordados em ponto de cruz inacabados instalada sobre os vidros do museu do Sesi Lab. O trabalho está oficialmente aberto à visitação do público a partir desta terça (15).  


    Brasília (DF), 15/09/2026 - A agente de portaria e costureira, Kaliane Freire, duarnte entrevista para Agência Brasi.
Intervenção monumental no SESI Lab : 530 m² da fachada de vidro do museu com a obra  Bordaduras, obra da artista Regina Silveira, um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
    Brasília (DF), 15/09/2026 - A agente de portaria e costureira, Kaliane Freire, duarnte entrevista para Agência Brasi.
Intervenção monumental no SESI Lab : 530 m² da fachada de vidro do museu com a obra  Bordaduras, obra da artista Regina Silveira, um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
    A agente de portaria e costureira, Kaliane Freire, duarnte entrevista para Agência Brasil. Joédson Alves/Agência Brasil

    A obra da artista plástica Regina Silveira, de 87 anos de idade, professora emérita da Universidade de São Paulo (USP), fez bem à memória da funcionária do espaço. 

    “Aprendi a bordar com a minha mãe e com minha avó. Vi as agulhas [da obra] e me fez recordar”, diz Kaliane Martins. Ela recordou que teceu não apenas as próprias roupas e as dos três filhos adolescentes, mas também a própria vida.

    “Nunca foi fácil costurar cada dia de batalha”, filosofou a agente de portaria em entrevista à Agência Brasil. Ela ficou entusiasmada ainda mais com a chegada da artista.

    Feminista

    Nas palavras da artista Regina Silveira, que tem extensa carreira internacional, o objetivo da obra de arte é justamente provocar reflexões. Ela contextualiza que os bordados estão historicamente ligados à alfabetização das mulheres, durante o Pré-Renascimento, quando elas se ocupavam em bordar letras em enxovais. 

    “No meu percurso, os bordados em pontos de cruz completos ou malfeitos se conectam ao repertório de padrões gráficos que venho utilizando desde o novo milênio com o suporte de meios digitais para dialogar com arquiteturas diversas.”
     


    Brasília (DF), 15/09/2026 - Artista plástica Regina Silveira estreia obra no Sesi Lab
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
    Brasília (DF), 15/09/2026 - Artista plástica Regina Silveira estreia obra no Sesi Lab
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
    Artista plástica Regina Silveira estreia obra no Sesi Lab. – Joédson Alves/Agência Brasil

    Ela percebeu, em viagens para diferentes países, revistas que ensinavam a fazer figuras bordadas. Em alguns espaços da instalação, os pontos incompletos têm relação com a ideia de um processo em execução. 

    Regina Silveira entende que essa é uma obra feminista por natureza. “Tem uma fatia do meu trabalho, nos anos 1980 e 1990, que trata da distorção dos objetos do cotidiano.” 

    Além disso, a artista diz que os seus trabalhos têm viés provocador e político.

    “Essa agulha, por exemplo, tem os significados dela. Eu sempre respeito muito a liberdade de interpretação. A pessoa vai entender o que quiser. Eu tenho quatro agulhas espalhadas. As agulhas são mais ilusionistas.”

    Além da obra nos vidros, do lado de dentro um painel de LED exibe “Dígito”, obra que Regina Silveira criou nos anos 1980. A artista, inclusive, faz palestra inaugural do 25º Encontro Internacional de Arte e Tecnologia, evento que debate a interseção entre as duas áreas. 
     

    Ancestralidade tecnológica 

    Até domingo (20), o próprio Sesi Lab e o Museu Nacional de Brasília recebem eventos, obras e experimentos de 41 artistas de diferentes regiões do País.

    Entre os destaques, estão são as palestras de:

    • Casé Angatu Xukuru Tupinambá, liderança indígena que falará sobre ancestralidade nas relações entre natureza, arte e tecnologia (nesta terça, às 14h);
    • Hauke Dorsh, que aborda o tema das tecnologias sociais na disseminação da música africana (quarta, às 14h);
    • Ive Rubini, que trará o conceito de tecnodiversidade e a importância de múltiplas perspectivas.

    Um dos temas que instiga os artistas e pesquisadores é a interferência da inteligência artificial nas obras. Para Regina Silveira, o olhar não precisa ser apocalíptico. Ela se refere ao fato que as tecnologias atuam com repertórios e memórias já existentes. “Nesse sentido, ela pode ajudar, mas não pode ajudar a criar ou a pensar.”

    Ela acrescenta que a IA pode facilitar a expansão. “Mas que não implique em invenção. Invenção é própria do cérebro humano. Uma conexão inesperada entre dados que já estavam incorporados. Não é inspiração que cai do céu.”

    Atualmente, ela exemplifica que trabalha em um projeto de uma sombra de um objeto artístico. “Eu nunca tive uma posição negativa em relação às tecnologias”. Para ela, é necessário conscientizar os mais jovens que eles têm que, antes de tudo, manejar a linguagem. “Os meios estão subordinados às linguagens”, acrescenta.

    Nada substitui o cérebro

    Uma das coordenadoras do evento, a artista e professora Suzete Venturelli também concorda que deve haver atenção com o uso das tecnologias generativas na arte e que nada substitui a criatividade humana, em que pesem os benefícios de experimentações. 
     


    Brasília (DF), 15/09/2026 - A coordenadora do 25 Art, Suzete Venturelli, fala sobre a exposição da artista plástica Regina Silveira estreia obra no Sesi Lab
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
    Brasília (DF), 15/09/2026 - A coordenadora do 25 Art, Suzete Venturelli, fala sobre a exposição da artista plástica Regina Silveira estreia obra no Sesi Lab
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
    A coordenadora do 25 Art, Suzete Venturelli, fala sobre a exposição da artista plástica Regina Silveira, que estreia obra no Sesi. Joédson Alves/Agência Brasil

    “Muitos alunos nossos estão resistindo no uso. Experimentaram quando surgiram tecnologias e a gente percebeu que o banco de dados que eles usam tem um viés racista e eurocêntrico.”

    Para a professora, é necessário que a obra de arte alfinete a sociedade, inclusive as próprias tecnologias. É necessário que não se perca a capacidade de criar. Para lidar com a IA, será necessário, no entender dela, que se eduque para a sua boa utilização, que privilegie criatividade e bordar invenções. 


    Brasília (DF), 15/09/2026 - O malabarista e costureiro, Gabriel Martins durante entrevista para Agência Brasil.
Intervenção monumental no SESI Lab : 530 m² da fachada de vidro do museu com a obra  Bordaduras, obra da artista Regina Silveira, um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
    Brasília (DF), 15/09/2026 - O malabarista e costureiro, Gabriel Martins durante entrevista para Agência Brasil.
Intervenção monumental no SESI Lab : 530 m² da fachada de vidro do museu com a obra  Bordaduras, obra da artista Regina Silveira, um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
    Malabarista e costureiro Gabriel Martins no Sesi Lab – Joédson Alves/Agência Brasil

    Crochê e malabares

    Na porta do museu, o professor de circo tocantinense Gabriel Coelho, de 21 anos, ensaiava com malabares de pinos coloridos. Ao observar a obra de arte no Sesi Lab, recordou que aprendeu com a mãe a costurar e a fazer crochê.

    “Eu arrumo todas as minhas roupas e calçados. Sou palhaço também. Lembrei, quando vi essa imagem, que desestresso com agulha e linha, e fico mais longe do celular.”

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Público madruga para assistir ao desfile na Esplanada dos Ministérios

    Público madruga para assistir ao desfile na Esplanada dos Ministérios

    Quando o relógio despertou nesta madrugada, às 3h da manhã, a aposentada tocantinense Maria de Fátima Barbosa, de 71 anos, levantou imediatamente, tamanha era a ansiedade pelo desfile de 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Ela está hospedada na casa de uma amiga no Recanto das Emas, a 30 quilômetros do centro da capital. No entanto, a viagem dela veio de muito mais longe.

    Moradora de Tocantinópolis, Maria de Fátima pegou uma van até Araguaína (TO) a mais de duas horas de distância de casa, madrugou na rodoviária para cedinho encarar mais mil quilômetros até a capital do país. Foram mais de 15 horas de viagem. Chegou no sábado (6) e descansou um pouco para assistir ao nascer do sol de dentro do ônibus.

     “Enquanto eu viver, eu venho para esse desfile”, afirmou, ansiosa também por ouvir as mensagens no desfile sobre o passado de escravização e opressão no Brasil

    Maria de Fátima morou em Brasília nos anos 1980 quando foi doméstica. Voltou para o Tocantins para recomeçar. Foi quebradeira de coco. Depois, continuou em empregos precários, inclusive catou latinhas para cumprir o sonho de comprar um sax para tocar. Conseguiu estudar e se formou no ano passado em licenciatura de educação no campo. “Vir para o desfile me faz lembrar o quanto eu sou brasileira. É muito lindo isso aqui”. 

    Brasilienses que moram na periferia da capital também madrugaram para chegar cedo à Esplanada. Entre eles, o casal, Jorge Fernandes, de 55 anos, que é pintor de casa, e Adabel Daiane, de 42, dona de casa. Eles foram acordados por Maria Alice, de 8, que antes das 4h pediu para vir logo ao desfile. Pegaram um ônibus de Sobradinho 2.

     “Como era a primeira vez, nem dormi direito”. A mãe entende que é algo que ficará para a história. “Assim, a gente constrói memórias para ela. E de patriotismo”. O pai, que já foi soldado do Exército, diz que nunca deixou de vir”. 

    Outro ex-militar, Maurício Batista, de 33, colocou a bandeira do Brasil sobre a camisa, como faz a cada ano. “Eu fico emocionado mesmo”.

    Também estava sensibilizada a família do paratleta dos 100 metros rasos, da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). Ele iria desfilar. 

    Preocupado com o horário, acordou antes das 4h da manhã. Ao chegar à rodoviária, viu a luz do amanhecer e correu. Não era novidade para quem redescobriu a vida em velocidade. “Faço 100 metros em menos de 12 segundos. Vou correr porque está chegando a hora”, disse à reportagem da Agência Brasil. 

    A mãe, Maura, e toda a família que o acompanhava, sorriu com a pressa do rapaz. “Ele ama estar aqui e o esporte. Ele fica ansioso e a gente na torcida por tudo dar certo na vida dele”. O desfile ainda não tinha começado, mas eles já chamavam o momento de “inesquecível”.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira dicas para acompanhar o Desfile de 7 de Setembro em Brasília

    Confira dicas para acompanhar o Desfile de 7 de Setembro em Brasília

    O tradicional desfile de 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, nesta segunda-feira (7), terá um reforço na segurança com atuação de tropas especializadas em toda a região central de Brasília.

    No domingo (6), a partir das 16h o trânsito de veículos será interrompido de entre a Rodoviária do Plano Piloto e a Via L4. O acesso à Praça dos Três Poderes será restrito, e prédios públicos estarão protegidos por gradis.

    Equipes de emergência e combate a incêndios também atuarão no local.

    Neste ano são esperadas 30 mil pessoas para assistir o desfile. O início está previsto para 9h, com encerramento por volta das 11h.

    As arquibancadas serão abertas às 6h. O público terá cinco pontos de acesso à área do desfile, todos com linhas de revistas pessoais, que serão feitas por policiais militares.

    O acesso à Esplanada ocorre pela via S1 (lateral da Catedral) e escadarias dos ministérios – as duas primeiras no lado Sul (blocos A e C) e as duas primeiras do Norte (blocos J e M). Pessoas com deficiência terão acesso pelo túnel do Bloco J, que possui rampa de ligação com o espaço reservado entre o ministério e a Via N1.

    Quando a capacidade das arquibancadas for atingida, o público será orientado a permanecer nas áreas externas destinadas aos espectadores, com tendas e pontos de hidratação nos lados Norte e Sul da Esplanada.

    Dicas de segurança

    Diante da possibilidade de sol forte e temperaturas elevadas, a recomendação e de reforço na hidratação, além do uso de roupas leves, protetor solar, bonés ou chapéus.  

    Vale lembra que não é permitido acessar a Esplanada com garrafas de vidro, latas, copos, coolers e isopores. A sugestão dos organizadores é o uso de garrafas de plástico individuais para hidratação.

    Também são proibidos o porte de fogos de artifício, sprays e aerossóis, armas de fogo, inclusive de brinquedo, objetos pontiagudos, apontadores a laser, máscaras de qualquer tipo, exceto de proteção facial, hastes de bandeiras e outros materiais que coloquem em risco a segurança do público presente.

    Bolsas e mochilas deverão ter até 100 centímetros na soma das dimensões (altura, largura e profundidade).

    Motociclistas devem ficar atentos: capacetes não poderão entrar na área do desfile. A orientação é providenciar previamente uma forma segura de mantê-los junto ao veículo.

    Também é importante ressaltar que somente drones autorizados poderão acessar o espaço aéreo do local do desfile. Animais em geral também não são permitidos, exceto cães-guia.

    Uma estrutura, batizada de Cidade Policial será montada ao lado do Museu da República. O local servirá como ponto de apoio aos agentes de segurança, com os comandos móveis das corporações. Imagens de drones e de câmeras vão contribuir com o policiamento.

    Na Cidade Policial será possível fazer o registro de ocorrências e bloqueio de celulares eventualmente perdidos, roubados ou furtados, por meio do programa Fora da Rede. 

    Ao lado da Cidade Policial será instalada uma área específica para acolhimento de pessoas perdidas. Em caso de criança, adolescente, pessoa idosa ou qualquer outra pessoa perdida, a orientação é procurar imediatamente uma equipe uniformizada ou dirigir-se ao ponto de acolhimento.

    Transporte

    O sistema de transporte público da capital será reforçado e funcionará da seguinte forma: Metrô DF está funcionando em escala de feriado, das 5h30 às 19h.

    Os ônibus seguirão o esquema do programa Vai de Graça, que funciona aos domingos e feriados, com gratuidade para o uso do transporte público em todo o Distrito Federal.

    Para garantir o atendimento, 134 ônibus extras reforçarão a frota, em direção à área central da capital. As viagens extras serão acionadas conforme o aumento da demanda, a partir das 6h, no sentido Plano Piloto, e a partir das 13h, para o retorno da população.

    Para quem optar por transporte por aplicativos, o desembarque é na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto. Já para os táxis, o ponto é o estacionamento do Sesi Lab, ao lado da rodoviária.

    “Quem optar pelo veículo particular poderá utilizar, conforme a disponibilidade de vagas, os estacionamentos dos anexos dos ministérios nos lados sul e norte e o estacionamento do SESI Lab. As vagas não serão reservadas e poderão ser ocupadas rapidamente. A recomendação, também neste caso, é chegar cedo”, informou o Governo do Distrito Federal (GDF).

    Funciona no feriado:

    Neste do Dia da Independência, o Zoológico de Brasília e as unidades de conservação do Instituto Brasília Ambiental — cada uma com seu respectivo horário — funcionam normalmente.

    O Zoológico estará aberto das 8h30 às 17h, com entrada gratuita (permitida até as 16h), enquanto os parques abrem às 5h30 e, em algumas unidades, vão até as 22h.

    O Museu de Arte de Brasília (MAB) e os complexos culturais de Samambaia e de Planaltina estarão abertos, com atividades como exposições, espetáculos, aulas de dança e de teatro entre as 8h e as 22h, a depender do espaço.

    Os restaurantes comunitários também funcionarão normalmente para café, almoço e jantar, com exceção da unidade Ceilândia, DJ Jamaika, que não abre aos feriados e pontos facultativos.

    Ou seja, estarão abetos os restaurantes comunitários de Arniqueira, Brazlândia, Ceilândia Norte, Estrutural, Gama, Itapoã, Santa Maria, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, São Sebastião, Sol Nascente/Pôr do Sol, Samambaia, Samambaia Expansão, Sobradinho, Varjão, Paranoá e Planaltina.

    Não funciona no feriado:

    O Jardim Botânico de Brasília estará fechado para manutenção, como já ocorre às segundas-feiras. Além disso, a Biblioteca Nacional de Brasília e o Museu Nacional da República, assim como as agências bancárias, estarão fechados.  

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Brasil abre Copa do Mundo Feminina no Maracanã, palco também da final

    Brasil abre Copa do Mundo Feminina no Maracanã, palco também da final

    A seleção feminina do Brasil abrirá a Copa do Mundo do ano que vem no dia 24 de junho, no Maracanã. O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (20) em evento na sede da Federação Internacional de Futebol (Fifa), em Zurique (Suíça). O estádio do Rio de Janeiro também será sede da grande final, marcada para 25 de julho.

    Por ser o país-sede, o Brasil já está garantido no Grupo A do Mundial. Após a estreia, as brasileiras voltam a campo no dia 29 de junho, desta vez na Neo Química Arena, em São Paulo. A campanha na primeira fase termina em 4 de julho, no Mané Garrincha, em Brasília. Os demais jogos da chave serão na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador (dois) e na Arena Pernambuco, em Recife.

    Caso avance na liderança do grupo, a jornada rumo à final no Maracanã prevê jogos na Arena Castelão, em Fortaleza (oitavas de final), Mineirão, em Belo Horizonte (quartas) e novamente em São Paulo (semifinal). Se passar em segundo lugar, a caminhada do Brasil terá, na ordem: Mineirão (oitavas), Arena Castelão (quartas) e Maracanã (semi).

    A Copa Feminina terá 64 jogos em oito cidades. A que terá mais partidas é São Paulo: dez, seguida por Rio e Fortaleza (nove), Belo Horizonte (oito), Brasília, Salvador, Porto Alegre – que tem como estádio o Beira-Rio – e Recife (sete). O sorteio dos grupos será em dezembro deste ano, novamente na sede da Fifa.

    A última vez que a seleção feminina do Brasil atuou no Maracanã foi pelas semifinais da Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, contra a Suécia. Após um empate sem gols no tempo normal, as escandinavas ganharam nos pênaltis por 4 a 3. O time europeu era dirigido pela sueca Pia Sundhage, que, três anos depois, assumiu a Amarelinha.

    A estreia das brasileiras no Maracanã ocorreu em 20 de julho de 2007, na fase de grupos dos Jogos Pan-Americanos do Rio, com goleada por 7 a 0 sobre o Canadá. Seis dias depois, o estádio presenciou a conquista da medalha de ouro pela seleção de Marta, Cristiane e Formiga em outra grande vitória: 6 a 0 sobre os Estados Unidos.

    Nos bastidores, o Maracanã disputava com a Neo Química Arena o posto de sede da abertura. A casa do Corinthians, clube mais vitorioso da modalidade no país, recebeu sete jogos da seleção feminina desde a inauguração, em 2016. O último no último dia 6 de julho, quando o Brasil venceu o Estados Unidos por 2 a 1 em amistoso. O retrospecto no estádio é de seis triunfos (consecutivos) e uma derrota.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Flávio Dino autoriza novo inquérito da PF para investigar Lulinha

    Flávio Dino autoriza novo inquérito da PF para investigar Lulinha

    O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (4) a abertura de investigação contra o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Ele é filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Dino aceitou o pedido da Polícia Federal (PF) para apurar a suposta atuação de um grupo de pessoas que teria negócios ilícitos com órgãos d o governo federal. Os detalhes da investigação estão em segredo de Justiça e não foram divulgados.

    O ministro também decidiu pela abertura de um inquérito para apurar o vazamento de informações sigilosas sobre as investigações. A medida atendeu ao pedido foi feito pela defesa de Lulinha. 

    Com a decisão de Dino, já foram abertos três inquéritos contra Lulinha na PF.

    O primeiro trata de apuração por suposto tráfico de influência que teria ocorrido no Ministério da Saúde.

    O caso envolve uma empresa que opera no ramo de cannabis medicinal que teria interesse em fechar contratos com a pasta. A empresa interessada era ligada ao empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. A investigação não tem relação com os descontos ilegais de benefícios.

    O segundo inquérito apura supostas ilegalidades na Dataprev, estatal que centraliza os dados de aposentadorias.

    Defesa

    Em nota, os advogados Guilherme Suguimori e Marco Aurélio de Carvalho afirmaram que receberam a notícia da abertura do novo inquérito com “absoluta serenidade”. Os defensores acrescentaram que terão a oportunidade de esclarecer qualquer dúvida sobre a atividades pessoais e profissionais de Lulinha.

    “Ele comprovará, ao final, que não tem relação direta ou indireta com qualquer tipo de irregularidade, assim como fez no inquérito das fraudes do INSS, em relação ao qual esperamos um já tardio arquivamento”, afirmou a defesa.

    Os advogados afirmaram ainda que solicitaram “providências enérgicas” contra “vazamentos reiterados, seletivos e criminosos”.

    “Temos denunciado a instrumentalização de setores da Polícia Federal a serviço de interesses políticos e eleitorais, em prejuízo da imparcialidade e legalidade que deveriam reger procedimentos criminais”, completaram.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original