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  • Lotofácil da Independência: 72 apostas faturam R$ 4,4 milhões cada

    Lotofácil da Independência: 72 apostas faturam R$ 4,4 milhões cada

    O concurso especial da Lotofácil da Independência 3.780 sorteou nesta terça-feira (15) um prêmio total de R$ 323.177.688, que será dividido entre 72 apostas vencedoras. Cada aposta receberá R$ 4.488.579.

    Os 15 números sorteados foram 01-02-03-04-05-06-07-12-15-16-17-19-21-22-23.

    Segundo a Caixa, 61 apostas sorteadas foram feitas em canais físicos nas seguintes unidades federativas: Alagoas (2), Amazonas (1), Bahia (4), Ceará (6), Distrito Federal (3), Goiás (2), Maranhão (1), Minas Gerais (8), Mato Grosso do Sul (2), Mato Grosso (2), Paraíba (2), Piauí (1), Paraná (3), Rio de Janeiro (4), Rio Grande do Norte (2), Rio Grande do Sul (3) e São Paulo (15).

    As outras 11 apostas foram feitas em canais eletrônicos.

    Ainda segundo a Caixa, para os 8.978 jogos que acertaram 14 números, segunda faixa de premiação, o valor do prêmio é de R$ 2.762 para cada.

    Considerando todas as cinco faixas de premiação, a Lotofácil da Independência premiou, neste ano, mais de 23 milhões de apostas.

    Em nota, a Caixa destacou que prêmios com valor superior a R$ 2.259,20 são pagos exclusivamente em agências do banco.

    “O bilhete é ao portador, sendo recomendável que o apostador escreva no verso do recibo da aposta premiada seu nome completo e CPF. Dessa forma, ninguém mais poderá retirar o prêmio”.

    “Em caso de bolão, cada participante pode fazer o mesmo no verso de seu recibo individual de cota”, completou.

    Ganhadores também devem ficar atentos aos prazos, já que prêmios de loterias prescrevem após 90 dias da data do sorteio, quando o valor é repassado ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), conforme Lei 13.756/18.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • IBC-BR recua 0,2% em julho; resultado representa alta de 1% em um ano

    IBC-BR recua 0,2% em julho; resultado representa alta de 1% em um ano

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), indicador usado para acompanhar a evolução da economia brasileira, recuou 0,2% em julho de 2026 na comparação com junho, informou o Banco Central do Brasil. Na comparação com julho de 2025, o indicador apresentou crescimento de 1,1%.

    A queda observada em julho (ante junho de 2026) foi o segundo resultado negativo consecutivo, após o recuo de 0,6% registrado no mês anterior. O resultado foi calculado tendo por base a série dessazonalizada – de forma a eliminar efeitos típicos de determinadas épocas do ano.

    De acordo com o BC, o desempenho foi influenciado principalmente pela agropecuária, que caiu 1,2% no mês. A indústria recuou 0,4%, enquanto o setor de serviços ficou estável, sem variação.

    Os impostos sobre produtos tiveram retração de 0,2%. Excluindo a agropecuária, o IBC-Br registrou queda de 0,1%.

    Segundo o dados divulgados, os resultados de julho (na comparação com junho) foram os seguintes:

    IBC-Br -0,2%
    Agropecuária -1,2%
    Indústria -0,4%
    Serviços  0,0%
    Impostos -0,2%
    IBC-Br ex-agropecuária -0,1%

    Comparação anual

    Já na comparação anual, com julho de 2025, o indicador apresentou avanço de 1,1%. Nesse tipo de comparação, o resultado mostra que a atividade econômica ficou acima do nível registrado no mesmo mês do ano passado.

    Entre os setores, a agropecuária teve crescimento de 3,7% em um ano. Os serviços avançaram 1,3%, a indústria cresceu 0,5% e os impostos aumentaram 0,7%. Sem a agropecuária, o IBC-Br registrou alta de 1%.

    IBC-Br 1,1%
    Agropecuária 3,7%
    Indústria 0,5%
    Serviços  1,3%
    Impostos 0,7%
    IBC-Br ex-agropecuária 1%

    No acumulado dos sete primeiros meses do ano, o indicador registra crescimento de 1,5%. Em 12 meses, a expansão também é de 1,5%.

    O índice

    Considerado uma espécie de termômetro da economia, o IBC-Br reúne informações dos setores de indústria, comércio, serviços e agropecuária.

    Embora tenha metodologia diferente da utilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para calcular o Produto Interno Bruto (PIB), o indicador é acompanhado por analistas e investidores como um sinal da trajetória da atividade econômica brasileira.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Anvisa proíbe caneta emagrecedora vinda do Paraguai

    Anvisa proíbe caneta emagrecedora vinda do Paraguai

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a importação, o armazenamento, a distribuição, a comercialização, a propaganda e o uso do medicamento T36, da classe de agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.

    A resolução da Anvisa foi publicada nesta quarta-feira (16) no Diário Oficial da União. Em nota, a agência informou que o medicamento não possui registro sanitário e não teve segurança e eficácia avaliadas no Brasil.

    Site de vendas

    No último dia 8, a Anvisa proibiu a comercialização de canetas emagrecedoras por meio do site www.gopharma.shop. Segundo a agência, o site anunciava medicamentos sem registro no Brasil à base de tirzepatida ou que alegavam ter como princípio ativo a retatrutida, substância ainda sem registro em nenhum país do mundo. 

    Alguns dos produtos anunciados, como T.G. 15 miligramas (mg), Tirzec 15 mg e Lipoless MD 15 mg, já possuíam proibição expressa de ingresso no Brasil.  Além de proibir a comercialização, a distribuição, a importação, a propaganda e o uso dos produtos anunciados pelo site, a Anvisa determinou ainda que eles sejam apreendidos. 

    “É importante esclarecer que sites em geral não podem vender medicamentos para qualquer indicação, em nenhuma hipótese. Isso não é novidade: a comercialização de medicamentos no Brasil é privativa de farmácias e drogarias regularizadas, por meio de suas lojas físicas ou sites e canais digitais oficiais”, reforçou a agência no comunicado. 

    “Além da comercialização de medicamentos ser proibida fora dos ambientes e canais oficiais de farmácias e drogarias, o risco é grande: qualquer produto adquirido fora desses ambientes não tem qualquer garantia de procedência, composição ou conservação, o que compromete a qualidade, a segurança e a própria eficácia dos medicamentos”, concluiu.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Justiça aceita denúncia contra 5 acusados de matar ciclista no Rio

    Justiça aceita denúncia contra 5 acusados de matar ciclista no Rio

    Os cinco acusados de matar o ciclista Claudio Rafael Landeiro Moreira em Copacabana, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro, se tornaram réus. A Justiça do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público (MPRJ) contra Davi Santos Machado, Jorge Luiz Ricardo Dias, Felipe Eduardo dos Santos Silva, Ailton José da Silva e Wellington Luiz Santos de Souza.

    Com isso, eles passam a responder pelo crime de homicídio qualificado, fundamentado “em agressões físicas brutais registradas por câmeras de segurança, laudos periciais e depoimentos colhidos na investigação”, segundo nota divulgada pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ).

    O ciclista foi espancado até a morte, em 12 de agosto, depois de ter sido acusado, injustamente, de furtar uma bicicleta. O equipamento era de sua própria irmã.

    Além de instaurar a ação penal, o juízo decretou a prisão preventiva dos cinco réus. Quatro deles já estavam presos. Como Wellington Luiz Santos de Souza fugiu para o Paraguai, em agosto, também foi determinada a inclusão de seu nome na Difusão Vermelha da Interpol para permitir sua localização, prisão no exterior e posterior extradição.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Violência muda rotina e escolhas de 98% das mulheres brasileiras

    Violência muda rotina e escolhas de 98% das mulheres brasileiras

    Oito em cada dez mulheres no país (78%) afirmam já ter sofrido pelo menos um tipo de violência. Quase todas as brasileiras (98%) recorrem a estratégias para reduzir riscos de sofrer violência no dia a dia. A sensação de insegurança que atinge as mulheres faz com que elas mudem comportamentos e limita suas escolhas em relação a lazer, mobilidade, trabalho e estudo.

    Os resultados estão na pesquisa de opinião Segurança das Mulheres: Percepção da Sociedade Brasileira sobre Violência”, realizada pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva, com apoio da Uber. O levantamento será apresentado nesta quarta-feira (16), no painel (In)segurança das Mulheres e Mobilidade, durante o 20º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

    Para a pesquisa, foram ouvidas 1,5 mil pessoas de 16 anos ou mais, de todas as regiões do país, entre os dias 22 e 30 de abril de 2026, por meio de entrevistas digitais de autopreenchimento. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais.

    O medo da violência faz parte da vida cotidiana da maioria dos brasileiros, mas afeta as mulheres de maneira ainda mais intensa, de acordo com os dados. Entre as entrevistadas, 94% afirmam se sentirem inseguras diante da violência no dia a dia, contra 84% dos homens. Nos deslocamentos pela cidade, 94% das mulheres e 90% dos homens dizem sentir medo da violência.

    “A pesquisa mostra que o medo da violência atravessa a forma como as mulheres vivem e circulam pelas cidades. E esse medo não surge do nada, ele é alimentado por experiências concretas de violência, vividas pelas próprias mulheres ou compartilhadas por outras ao seu redor”, afirma a diretora de Pesquisa do Instituto Locomotiva, Maíra Saruê.

    Para a população em geral, as mulheres são percebidas como mais vulneráveis do que os homens em diversas formas de violência, principalmente doméstica, sexual, psicológica e física. A violência doméstica, por exemplo, é motivo de temor para seis em cada dez brasileiras.

    Além disso, os espaços de lazer e o transporte público estão entre os locais em que as mulheres se sentem menos protegidas: 41% não se sentem nada segura em bares, festas e baladas e 42% não se sentem nada segura em pontos de ônibus e estações. Dentro dos transportes públicos, 33% dizem não se sentir nada segura.

    “Na prática, mulheres e homens não vivem a cidade da mesma maneira já que, para as mulheres, o acesso aos espaços e às oportunidades é constantemente condicionado pela preocupação com a própria segurança”, mencionou Maíra.
     


    Brasília (DF), 15/09/2026 - Violência muda rotina e escolhas de 98% das mulheres brasileiras. Foto: Institutos Patrícia Galvão e Locomotiva/Divulgação
    Brasília (DF), 15/09/2026 - Violência muda rotina e escolhas de 98% das mulheres brasileiras. Foto: Institutos Patrícia Galvão e Locomotiva/Divulgação
    Fonte: Institutos Patrícia Galvão e Locomotiva

    Restrições por medo

    O cenário de violência e insegurança leva quase a totalidade das mulheres (98%) a adotar no dia a dia ao menos uma das medidas pesquisadas para reduzir o risco de sofrer violência. Evitar determinados locais é a estratégia mais comum, citada por 90% das entrevistadas.

    Outras medidas mostram o grau de vigilância incorporado à rotina: 88% evitam compartilhar informações pessoais ou sua localização nas redes sociais, 84% evitam usar o celular na rua, 83% avisam alguém sobre seus deslocamentos e horários, e 83% evitam sair à noite.

    As mulheres também evitam o uso de aplicativos bancários no celular quando estão na rua (80%), compartilham sua localização com pessoas de confiança (77%), mudam trajetos habituais (69%), chamam carro ou moto por aplicativo para não precisar andar pelas ruas (66%) e pedem para alguém acompanhá-las quando saem de casa (66%).

    Para evitar situações de violência, 62% das mulheres já mudaram hábitos de lazer, e 58% deixaram de frequentar lugares de que gostavam. Mais da metade (56%) já preferiu utilizar algum meio de transporte em vez de ir a pé, mesmo quando o destino era próximo. Além disso, 27% praticam ou já praticaram técnicas de defesa pessoal, e 26% carregam itens de proteção pessoal, como spray de pimenta ou alarme pessoal.

    As decisões relacionadas à vida profissional e acadêmica também são afetadas. A pesquisa mostra que 45% das mulheres afirmam já ter deixado de aproveitar oportunidades de trabalho ou estudo por causa do medo da violência. Além disso, 44% já pensaram em mudar de bairro ou cidade para se sentirem mais seguras.

    “Os dados desta pesquisa confirmam algo que já vínhamos observando em nosso trabalho cotidiano: a insegurança deixou de ser uma percepção pontual e se transformou numa rotina de cálculos e renúncias silenciosas, em que quase todas as mulheres brasileiras precisam evitar lugares, mudar trajetos, abrir mão do lazer ou reconsiderar até uma oportunidade de trabalho por medo da violência”, ressaltou a diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão, Vera Vieira.

    Poder Público e eleições

    A pesquisa concluiu que, para as entrevistadas, a prevenção e o enfrentamento da violência no dia a dia são responsabilidades que devem envolver diferentes instituições públicas. As polícias Militar e Civil são apontadas por 73% das entrevistadas como responsáveis por essa atuação, seguidas pelo governo federal (69%), governo estadual (69%) e governo municipal (66%).

    No entanto, a maioria das mulheres avalia de forma negativa a atuação das instituições no combate à violência. Entre os piores resultados estão os representantes do Legislativo, com 74% de avaliação negativa, o governo estadual (72%), o Poder Judiciário (71%) e o governo federal (71%).

    Além disso, para 78% das entrevistadas, as propostas de combate à violência contra mulheres nas ruas e no transporte público influenciarão na decisão de voto nas próximas eleições.

    Para Vera Vieira, os resultados da pesquisa mostram que a segurança das mulheres não é uma pauta setorial, mas uma condição para o exercício pleno da cidadania. “Por isso, reforçamos a urgência de políticas públicas que ampliem os canais de denúncia, melhorem a infraestrutura das cidades e enfrentem as desigualdades que sustentam esse cenário”, acrescentou.

    Na avaliação de 95% das entrevistadas, é importante ampliar os canais de denúncia e apoio às vítimas de violência. A transformação dos espaços urbanos também aparece com destaque, com 93% das mulheres indicando a importância de melhorar a infraestrutura das cidades, incluindo transporte público, iluminação e espaços públicos.

    A pesquisa aponta que 93% consideram importante criar e ampliar políticas específicas de proteção às mulheres, com benefícios indiretos para os homens e para a população em geral, e realizar esforços de prevenção, como medidas de educação e mudança cultural.

    Reduzir as desigualdades sociais e econômicas como parte das estratégias de prevenção e enfrentamento da violência foi outra medida apontada por 92% das mulheres.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Anvisa alerta risco de deficiência de B6 com uso de carbidopa/levodopa

    Anvisa alerta risco de deficiência de B6 com uso de carbidopa/levodopa

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu alerta sobre risco de deficiência de vitamina B6 em pacientes que utilizam medicamentos contendo carbidopa/levodopa, indicados para o tratamento da doença de Parkinson. A deficiência, segundo a agência, pode estar associada à ocorrência de convulsões.

    Em nota, a Anvisa informou que a decisão foi tomada depois que a Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, identificou casos de convulsões associados à deficiência de vitamina B6 em pacientes em uso desse tipo de medicamento.

    “A avaliação dessas evidências levou à adoção de ações preventivas para ampliar a segurança dos pacientes e fortalecer o monitoramento desse possível risco”, reforçou a Anvisa. “Até o momento, não foram identificados casos semelhantes notificados no Brasil.”

    Como medida de segurança, a agência determinou ainda a atualização da bula do medicamento Carbidol, composto por carbidopa/levodopa, incluindo informações sobre o risco de deficiência de B6, e recomendou a avaliação dos níveis da vitamina antes do início do tratamento e de forma periódica durante o uso do remédio.

    “A ação adotada pela Anvisa tem caráter preventivo e visa ampliar as informações disponíveis aos profissionais de saúde e aos pacientes, contribuindo para o uso seguro desses medicamentos e para a identificação precoce de possíveis sinais de deficiência de vitamina B6 durante o tratamento”, concluiu a Anvisa.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Brasileiro Feminino: Corinthians abre vantagem para cima do Bahia

    Brasileiro Feminino: Corinthians abre vantagem para cima do Bahia

    A noite da última terça-feira (15) foi histórica para o futebol de mulheres baiano, com o recorde de público para a modalidade no Arena Fonte Nova, em Salvador. No entanto, para a maioria dos 5.811 presentes (5.758 pagantes) faltou algo.

    É que no primeiro duelo do confronto entre Bahia e Corinthians pelas semifinais da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro Feminino, as paulistas levaram a melhor e venceram por 1 a 0. A TV Brasil transmitiu a partida ao vivo.

    As Brabas, que buscam a 10ª final consecutiva, têm a vantagem do empate no reencontro da próxima segunda-feira (21), às 21h30 (horário de Brasília), na Neo Química Arena, em São Paulo, outra vez com transmissão da emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Pela primeira vez entre as quatro melhores equipes do país, as Mulheres de Aço precisam vencer por dois ou mais gols de diferença.

    Quem avançar, terá como adversário o vencedor de São Paulo e Flamengo, que fazem o jogo de volta neste sábado (19), às 16h30, no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP).

    No último fim de semana, as tricolores ganharam por 3 a 1 no Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro, e se classificam mesmo se perderem no interior por um gol de saldo.

    Timão se impõe no 1º tempo

    Mesmo em Salvador, o Corinthians iniciou a partida se impondo no campo ofensivo e acabou premiado logo cedo. Aos 13 minutos, Belén Aquino roubou de Raquel quase na meia-lua e acionou Jhonson na área. A camisa 9 dominou e chutou entre as pernas da goleira Yanne, abrindo o placar.

    O Bahia tentou responder três minutos depois, com Cássia. A capitã das Mulheres de Aço foi lançada na área pela esquerda pela também atacante Taty Sena e teve espaço para finalizar cruzado, mas optou pelo chute rasteiro, buscando o contrapé da goleira Nicole, que conseguiu a defesa.

    A primeira chance das anfitriãs foi também a única mais clara do primeiro tempo. As tricolores trocavam passes, mas com dificuldade para chegar na frente. As Brabas, por sua vez, eram perigosas nos contra-ataques. Como aos 37 minutos, em chute da atacante Vic Albuquerque, da entrada da área, no ângulo esquerdo, que Yanne salvou.

    Mulheres de Aço param na trave

    Na segunda etapa, o Bahia ficou na bronca com a arbitragem aos nove minutos, quando a lateral Juliete derrubou Roque na área, após desarmar a atacante com um carrinho. As Mulheres de Aço pediram pênalti entendendo que a defensora, apesar de mandar a bola para escanteio, atingiu a jogadora. Nada foi marcado.

    Aos 15, foi a vez do Corinthians se frustrar com a árbitra Andreza Helena de Siqueira, depois de uma solada da lateral Dan no tornozelo da zagueira Thaís Ferreira. As alvinegras cobraram expulsão. Assim como na jogada anterior, nem a juíza, nem a arbitragem de vídeo (VAR) se manifestaram.

    O Bahia pressionou durante toda a etapa final. Aos 29 minutos, a atacante Dany Silva cobrou falta pela direita, quase na linha de fundo, direto para o gol. A bola buscava o ângulo esquerdo e foi salva no limite por Juliete, de cabeça.

    Aos 37, foi a vez de Ju Oliveira assustar a meta corintiana. Na sobra de uma cobrança de escanteio, a meia arriscou de fora da área e acertou o alto da trave esquerda.

    Nos acréscimos, até Yanne foi para a área auxiliar o jogo aéreo do Bahia, nos lances de bola parada. O Corinthians, porém, segurou a pressão e levou a vantagem mínima para decidir o confronto em casa.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (16)

    Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (16)

    A agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (16) inclui entrevistas em podcasts, rádio e televisão, além de caravana, panfletagem e atos de campanha. Também estão previstas comícios, caminhadas e encontros com apoiadores em diferentes cidades.

    Edmilson Costa (PCB)
    Participa de caravana em Franca (SP) com as candidaturas do PCB.

    Hertz Dias (PSTU)
    Panfletagem na sede da Companhia de Saneamento do Maranhão (Caema), em São Luís (MA).

    Flávio Bolsonaro (PL)
    Às 9h30, participa de motocarreata em Juazeiro do Norte (CE), com parada na Praça Padre Cícero às 10h25. Às 18h, participa de comício em Recife (PE).

    Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
    Participa do ato “Brasil Pronto pra Mais no DF”,, na Praça do Trabalhador de Ceilândia (DF). 

    Renan Santos (Missão)
    O candidato participa de carreata pelo Paraná. Às 8h30, passa por Londrina, às 12h30 por Maringá e às 18h30 por Cascavel.

    Romeu Zema (Novo)
    Entrevista ao Jornal da Record 

    Ronaldo Caiado  (PSD)
    Às 13h30, faz atendimento à imprensa no Restaurante Cantaloup, em São Paulo. Às 19h, concede entrevista, ao vivo, para o Flow Podcast, também em São Paulo.

    Samara Martins (UP)
    Participa de comício no calçadão de Canoas (RS) e de panfletagem no Hospital de Clínicas  em Porto Alegre (RS). À tarde, faz comício no centro de Porto Alegre e caminhada pelo Centro Histórico e Cidade Baixa. 

    Wilson Grassi (Democrata) 
    Concede entrevista ao podcast Lima TV, em São Bernardo do Campo (SP). 

    Augusto Cury (Avante)
    Participa do Flow Podcast em São Paulo (SP), ao vivo, às 15h.

    Os candidatos Clariana Barão (DC) e Rui Costa Pimenta (PCO) não têm agenda pública de campanha.     

    Leonardo Avalanche (PRTB) não divulgou compromissos até o momento desta publicação. 

    A ordem de apresentação da cobertura da agenda dos candidatos a presidente segue rodízio diário em ordem alfabética.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Vasco mantém possibilidade de final brasileira na Copa Sul-Americana

    Vasco mantém possibilidade de final brasileira na Copa Sul-Americana

    A definição dos dois primeiros semifinalistas da Copa Sul-Americana manteve viva a possibilidade de uma final 100% brasileira. Graças ao Vasco, que derrotou o Santa Fe por 2 a 0 na noite de terça-feira (15) em São Januário, no Rio de Janeiro. Uma semana antes, na capital colombiana Bogotá, os times não saíram do zero no El Campín.

    O Suipes empataram por 1 a 1 na capital paulista, o que beneficiou os argentinos, que venceram por 1 a 0 na terça-feira passada (9), na Bombonera, em Buenos Aires.

    Nesta quarta-feira (16), será conhecido o outro representante brasileiro nas semifinais, no duelo entre Atlético-MG e Santos, que se enfrentam às 19h (horário de Brasília), na Arena MRV, em Belo Horizonte. A vantagem é do Peixe, que ganhou por 2 a 0 na Vila Belmiro, no litoral paulista, há uma semana.

    O Galo precisa vencer por três ou mais gols de diferença. Caso iguale o placar agregado, leva a decisão para os pênaltis. O Alvinegro Praiano avança mesmo se perder por um gol de saldo.

    Quem passar, terá como adversário o ganhador do confronto entre Montevideo City Torque e Cienciano, que fazem o segundo jogo nesta quinta-feira (17), às 21h30, no Centenário. A equipe uruguaia precisa reverter a vantagem do time peruano, que venceu por 2 a 0 no Estádio Garcilaso de la Vega, em Cusco.

    Neste cenário, é possível uma decisão brasileira entre Vasco e Santos ou Atlético-MG, caso os representantes brasileiros também avancem nas semifinais. Apenas uma vez a final da Sul-Americana envolveu dois clubes do Brasil. Em 2021, Athletico-PR e Red Bull Bragantino se enfrentaram em Montevidéu, com vitória rubro-negro por 1 a 0.

    A Sul-Americana em 2026 será decidida no Estádio Metropolitano Roberto Meléndez, na cidade colombiana de Barranquilla, em 21 de novembro.


    Soccer Football - Copa Sudamericana - Quarter Final - Second Leg - Sao Paulo v Boca Juniors - Cicero Pompeu de Toledo Stadium, Sao Paulo, Brazil - September 15, 2026 Players clash after the match REUTERS/Alex Silva
    Soccer Football - Copa Sudamericana - Quarter Final - Second Leg - Sao Paulo v Boca Juniors - Cicero Pompeu de Toledo Stadium, Sao Paulo, Brazil - September 15, 2026 Players clash after the match REUTERS/Alex Silva
    São Paulo e Boca Juniors empataram em 1 X 1 – Reuters/Alex Silva/direitos reservados

    Cruzmaltino vivo, Tricolor dá adeus

    O triunfo vascaíno começou a ser construído no primeiro tempo. Aos 36 minutos, o zagueiro Alan Saldivia apareceu na ponta direita e cruzou na medida para Bruno Duarte mandar para as redes. Já aos 19 da etapa final, o também atacante David, de cabeça, completou para o gol a bola alçada na área pelo lateral Puma Rodríguez.

    Há 15 anos o Vasco não se colocava entre os quatro melhores de uma competição continental. Curiosamente, assim como em 2011, o Gigante da Colina também está nas semifinais da Copa do Brasil. Na ocasião, o Cruzmaltino foi eliminado na Sul-Americana pela Universidad de Chile, mas ficou com o título nacional, batendo o Coritiba.

    No Morumbis, o Boca abriu o placar aos 14 minutos do segundo tempo com o lateral Leandro Lozano, sozinho na frente do goleiro Rafael. Aos 43, o atacante Artur cobrou falta na área e o zagueiro Domingos Duarte, de cabeça, deixou tudo igual. O São Paulo pressionou, mas não conseguiu a virada e deu adeus à Sul-Americana.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rioprevidência vende em leilão terreno na Ilha dos Caiçaras

    Rioprevidência vende em leilão terreno na Ilha dos Caiçaras

    O Rioprevidência (Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro) – responsável exclusivamente pelo pagamento de servidores estaduais inativos (aposentados) e pensionistas – vendeu um terço do terreno na Ilha dos Caiçaras, na Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul do Rio.

    No local funciona o tradicional Clube dos Caiçaras. O próprio clube arrematou o terreno, no leilão dessa terça-feira (15), pelo lance inicial, de R$ 23,3 milhões. A área do terreno tem 11,3 mil metros quadrados.

    A venda ocorreu na sede do Rioprevidência, no centro do Rio, e integra o plano de desinvestimento da carteira imobiliária da autarquia, com o objetivo de reforçar o caixa do fundo previdenciário dos servidores estaduais, após perdas resultantes de investimentos no Banco Master.

    No site oficial do Clube dos Caiçaras, a diretoria reforçou que o restante da ilha já pertencia à instituição e que a compra da fatia do estado manteve a regularidade das atividades no local.

    A área é ocupada regularmente pelo clube há anos, por meio de instrumentos públicos de autorização de uso, mediante o pagamento mensal da respectiva remuneração ao RioPrevidência. Portanto, o processo anunciado não altera a regularidade da atual ocupação pelo Clube dos Caiçaras.

    “É importante registrar, ainda, que a fração objeto do leilão possui características específicas e está sujeita a limitações e condicionantes urbanísticas, ambientais e de uso, compatíveis com a natureza da ilha e com as atividades sociais, esportivas e recreativas aqui desenvolvidas.”

    Investimento

    O governo do Rio investiu cerca de R$ 3,7 bilhões de recursos do Rioprevidência no Banco Master. A informação foi revelada pela Polícia Federal durante investigações sobre os aportes suspeitos realizados no Banco Master, o que colocou em risco o pagamento dos servidores inativos e pensionistas do governo do estado do Rio.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original