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  • Renegociação de dívidas de adimplentes é prorrogada até 26 de outubro

    Renegociação de dívidas de adimplentes é prorrogada até 26 de outubro

    Programa voltado a trabalhadores informais com dívidas em dia ou com atraso inferior a 90 dias, o Desenrola Adimplentes foi estendido por mais 30 dias. As renegociações poderão ser feitas até 26 de outubro, data em que também termina a vigência da medida provisória que criou a iniciativa.

    O prazo inicial era de 90 dias e terminaria na semana passada. A extensão foi estabelecida pela medida provisória que instituiu o Desenrola 3.0, nova etapa do programa de renegociação de dívidas.

    Como funciona

    O Desenrola Adimplentes permite renegociar até R$ 15 mil em dívidas sem garantia contratadas por trabalhadores informais em operações de crédito pessoal. As condições preveem juros de até 1,99% ao mês. Segundo os dados apresentados pelo governo, a taxa média dessas operações atualmente gira em torno de 7% ao mês.

    Para participar, o cliente precisa ter quitado pelo menos quatro parcelas do financiamento. Além disso, os pagamentos devem estar em dia ou apresentar atraso inferior a 90 dias.

    Início das renegociações

    De acordo com o governo, a prorrogação ocorreu porque a implementação do programa sofreu atrasos operacionais. A medida provisória que criou o Desenrola Adimplentes foi publicada em 29 de junho, mas as renegociações só começaram efetivamente em 10 de agosto.

    O início das operações ocorreu após mudanças nas regras de participação das instituições financeiras, pedidas pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal, que atuam como agentes operadores do programa.

    Na justificativa apresentada para a medida provisória, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o programa busca atender trabalhadores informais que enfrentam dificuldades para comprovar renda e, por isso, têm maior acesso a modalidades de crédito com juros elevados.

    Segundo Durigan, a iniciativa permite que pessoas sem vínculo formal de emprego e sem acesso a linhas de crédito mais baratas possam reorganizar suas dívidas em condições mais favoráveis.

    Resistência dos bancos

    Desde a criação, no fim de junho, o Desenrola Adimplentes encontrou resistência no setor privado. Bancos demonstraram pouco interesse em participar de uma iniciativa voltada a renegociar dívidas que ainda não estavam vencidas e que atendem a um público específico.

    Para ampliar a participação, o governo incluiu a possibilidade de portabilidade de crédito. A medida permite que bancos públicos ofereçam aos clientes condições de repactuação consideradas adequadas.

    Mesmo com essa previsão, a adesão ao programa ocorreu abaixo do previsto, com as renegociações só começando, de fato, em 10 de agosto.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Dívida Pública Federal fica estável em agosto e chega a R$ 9,29 tri

    Dívida Pública Federal fica estável em agosto e chega a R$ 9,29 tri

    A Dívida Pública Federal (DPF) ficou estável em agosto e encerrou o mês em R$ 9,293 trilhões, com alta de apenas 0,04%. O número foi divulgado nesta segunda-feira (28) pelo Tesouro Nacional. Em julho, o indicador estava em R$ 9,289 trilhões.

    O avanço ocorreu mesmo com o Tesouro resgatando R$ 84,43 bilhões em títulos a mais do que emitiu. Isso porque a incorporação de R$ 88,39 bilhões em juros mais que compensou o efeito dos resgates e manteve o estoque da dívida em alta.

    Por meio da incorporação de juros, o Tesouro reconhece, mês a mês, os juros que incidem sobre a dívida pública. A previsão do Tesouro é de que a DPF termine 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.

    Dívida interna

    A maior parte da dívida está concentrada no mercado doméstico.

    A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) recuou 0,05% em agosto e terminou o mês em R$ 8,944 trilhões.

    Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) avançou 2,41%, para R$ 348,26 bilhões, dos quais:

    • R$ 299,70 bilhões correspondem à dívida mobiliária;
    • R$ 48,56 bilhões são relativos à dívida contratual (como financiamentos estrangeiros).

    Selic ganha espaço

    Um dos destaques do relatório foi o aumento da participação dos títulos vinculados à taxa Selic.

    A parcela desses papéis passou de 51,11% em julho para 52,74% em agosto, o maior nível da série histórica, segundo o Tesouro.

    A composição da dívida ficou da seguinte forma:

    • 52,74% em títulos de taxa flutuante (Selic);
    • 23,22% em títulos indexados à inflação;
    • 20,31% em títulos prefixados;
    • 3,74% em títulos cambiais.

    O Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2026 prevê participação entre 49% e 53% para os títulos atrelados à Taxa Selic. A estimativa foi revista para cima no mês passado.

    Prazo aumenta

    O prazo médio da dívida também apresentou melhora em agosto. O indicador passou de 4,05 anos para 4,10 anos.

    Ao mesmo tempo, a parcela da dívida com vencimento em até 12 meses caiu de 18,91% para 16,39%.

    O custo médio acumulado em 12 meses passou de 12,45% ao ano, em julho, para 12,59% ao ano, em agosto.

    Reserva recua

    A reserva de liquidez do Tesouro Nacional, conhecida como colchão da dívida, caiu 11,89% em termos nominais durante agosto.

    O volume passou de R$ 1,37 trilhão em julho para R$ 1,208 trilhão no mês seguinte.

    Apesar da redução, o Tesouro informou que o nível atual é suficiente para cobrir aproximadamente 7,18 meses dos vencimentos da dívida.

    A reserva reúne recursos destinados exclusivamente ao pagamento da dívida e valores em caixa provenientes da emissão de títulos.

    Estrangeiros avançam

    A participação de investidores estrangeiros no estoque da dívida interna também aumentou. A fatia passou de 9,82% em julho para 9,91% em agosto.

    Em valores nominais, o estoque de títulos em poder de investidores não residentes no país subiu de R$ 879,07 bilhões para R$ 886,3 bilhões.

    As instituições financeiras continuam como os principais detentores dos títulos, com 31,22% do estoque.

    Na sequência aparecem:

    • Fundos de investimento: 22,52%;
    • Previdência: 22,63%;
    • Seguradoras: 3,34%.

    Por que a dívida cresce?

    A dívida pública pode aumentar mesmo quando o governo resgata mais títulos do que emite.

    Foi o que ocorreu em agosto: o Tesouro realizou um resgate líquido de R$ 84,43 bilhões, mas os juros incorporados ao estoque chegaram a R$ 88,39 bilhões.

    Na prática, os juros acrescentados ao saldo devedor superaram o efeito da redução provocada pelos resgates.

    O Tesouro informou ainda que o cenário internacional continua marcado por volatilidade, enquanto a composição da dívida vem refletindo o ambiente de juros elevados e incertezas.

    Previsão

    O Tesouro mantém para 2026 a previsão de que a Dívida Pública Federal termine o ano entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.

    Segundo o órgão, a expectativa é reduzir gradualmente a participação dos títulos de taxa flutuante caso o país volte a registrar superávits primários de forma estrutural.

    Por meio da dívida pública, o governo pega recursos emprestados dos investidores para honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver o dinheiro com alguma correção, que pode ser prefixada (definida com antecedência) ou seguir a Taxa Selic, a inflação e o câmbio.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Governo cobra na Justiça gastos do SUS com tratamento de apostadores

    Governo cobra na Justiça gastos do SUS com tratamento de apostadores

    A Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou nesta segunda-feira (28) que entrou na Justiça para cobrar os gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) com o tratamento dos danos causados pelos jogos on-line.

    A ação civil pública foi protocolada na Justiça Federal em Pernambuco contra 17 plataformas de apostas esportivas e pede a reparação mínima de R$ 1 bilhão em danos morais coletivos.

    A AGU também requereu à Justiça a restituição em dobro dos valores apostados por pessoas com ludopatia, sintoma que é caracterizado pelo vício compulsivo em jogos.

    O órgão citou que os gastos do SUS são maiores que os valores arrecadados pelo governo com os impostos pagos pelas bets, que repassariam cerca de R$ 50 milhões aos cofres públicos.

    “As empresas demandadas privatizam proveitos expressivos decorrentes da captação financeira de milhões de apostadores, enquanto transferem para o SUS e para toda a sociedade o custo orçamentário decorrente do adoecimento coletivo”, argumentou a AGU. 

    A advocacia do governo também acrescentou que o modelo de negócio das plataformas é estruturado para maximizar o tempo de engajamento e o volume de apostas, mecanismos que favorecem o vício.

    “Esses elementos, tecnicamente equivalentes aos utilizados em jogos de azar com potencial reconhecido de geração de dependência, produzem um efeito colateral sistemático: o adoecimento psíquico de parcela significativa dos usuários, sob a forma de ansiedade, quadros depressivos, transtorno do jogo e, em casos extremos, ideação suicida associada ao endividamento”, completou.

    Bets

    Mais cedo, entidades que representam as plataformas pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) a derrubada da medida provisória que proibiu a exploração e publicidade dos jogos on-line. 

    Em seguida, a AGU pediu prazo de 72 horas para se manifestar no processo, que será analisado pelo ministro Luiz Fux. 

    Matéria ampliada

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Fiscalização é reforçada para conter alta dos combustíveis

    Fiscalização é reforçada para conter alta dos combustíveis

    Em meio ao prolongamento da guerra no Oriente Médio, o governo anunciou nesta segunda-feira (28) novas medidas para tentar conter a alta dos preços dos combustíveis provocada pela elevação da cotação internacional do petróleo, cujo barril permanece acima de US$ 100.

    Entre as ações estão a manutenção da subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel, anunciada no último sábado, novas fiscalizações em postos e distribuidoras e o aumento das multas para empresas que praticarem condutas consideradas abusivas.

    Subvenção ao diesel

    O Ministério da Fazenda publicou, na sexta-feira (25) à noite, a Portaria nº 2.946/2026, que mantém a subvenção de R$ 2,12 por litro de óleo diesel.

    Com o fim da vigência da Medida Provisória (MP) 1.363, o benefício passa a ser integralmente amparado pela MP 1.391, editada no último dia 11.

    A medida faz parte da estratégia adotada pelo governo para reduzir os efeitos da volatilidade dos preços internacionais do petróleo e dos combustíveis.

    Operação Carga Pesada

    Outra frente de atuação é a Operação Carga Pesada, que reúne órgãos federais e Procons de todo o país para fiscalizar possíveis aumentos considerados injustificados nas margens de lucro.

    De 21 a 25 de setembro, foram realizadas 241 ações de fiscalização:

    • 87 ações da Agência Nacional do Petróleo (ANP);
    • 86 ações dos Procons;
    • 12 ações da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça;
    • 30 ações conjuntas da ANP com Procons;
    • 26 ações conjuntas da ANP com a Senacon.

    A operação foi iniciada após uma reunião emergencial da Senacon com mais de 140 representantes de Procons.

    Segundo o governo, a mobilização levou em consideração a alta recente dos combustíveis, dados de fiscalizações anteriores e cerca de 330 denúncias recebidas pela ANP.

    Setenta processos

    Além das novas fiscalizações, a Senacon abriu 70 processos administrativos sancionadores contra postos e distribuidoras.

    Os procedimentos foram instaurados a partir de autos de infração encaminhados anteriormente pela ANP.

    A apuração busca verificar possíveis práticas abusivas relacionadas aos preços dos combustíveis.

    Multas de R$ 700 milhões

    A ANP também determinou multas que, somadas, ultrapassam R$ 700 milhões contra distribuidoras de combustíveis por elevação abusiva de preços.

    As penalidades resultam de fiscalizações realizadas anteriormente e de decisões de primeira instância administrativa em processos decorrentes de autos de infração.

    As empresas ainda podem recorrer das decisões.

    Segundo a ANP, os casos envolvem condutas praticadas durante a vigência das MPs 1.340 e  1.349, que deram à agência atribuição para fiscalizar aumentos considerados abusivos nos preços.

    Em alguns dos casos analisados, a margem bruta das distribuidoras teria aumentado em mais de 1.350%, segundo as decisões administrativas citadas pelo governo.

    Punições maiores

    O governo também endureceu as penalidades para determinadas práticas abusivas no setor de combustíveis.

    A MP 1.393, publicada na sexta-feira (25), alterou o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e estabeleceu multas específicas para infrações cometidas por agentes da cadeia de combustíveis.

    Entre as condutas previstas está a elevação de preços sem justa causa. Nesses casos, a multa administrativa poderá variar de R$ 20 mil a R$ 500 milhões.

    A nova regra determina que, para essas infrações, não será aplicado o limite geral de multa previsto no Código de Defesa do Consumidor.

    Diesel garantido

    Apesar da pressão sobre os preços internacionais, o governo afirma que o abastecimento de diesel no país está garantido.

    Para outubro, a demanda estimada é de 3,95 milhões de metros cúbicos, enquanto a oferta confirmada chega a 3,978 milhões de metros cúbicos.

    O país também dispõe de estoques de aproximadamente 1,97 milhão de metros cúbicos, volume estimado pelo governo como suficiente para cerca de 15 dias de consumo.

    Monitoramento semanal

    Desde março, uma mesa coordenada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) acompanha semanalmente o mercado de combustíveis.

    Participam do grupo órgãos públicos e representantes do setor privado.

    O monitoramento considera, entre outros pontos:

    • cenário internacional do petróleo;
    • fluxos de importação;
    • distribuição de combustíveis;
    • projeções de demanda;
    • riscos para o abastecimento nacional.

    O acompanhamento tem horizonte de dois meses e busca antecipar eventuais problemas de oferta.

    Com as novas medidas, o governo combina a manutenção do subsídio ao diesel com fiscalização de preços, processos administrativos e aumento das penalidades para agentes do setor.

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • AGU pede 72 horas para se manifestar sobre ações para liberar bets

    AGU pede 72 horas para se manifestar sobre ações para liberar bets

    A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu nesta segunda-feira (28) ao Supremo Tribunal Federal (STF) prazo de 72 horas para apresentar manifestação nas ações nas quais o setor de bets defende a retomada das apostas on-line. 

    Segundo a AGU, o prazo é necessário para que os órgãos governamentais envolvidos na regulamentação do setor sejam ouvidos.

    Mais cedo, a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) pediram a derrubada da medida provisória que proibiu a exploração e publicidade dos jogos on-line. 

    As petições foram protocoladas nos processos sobre o tema que estão sob a relatoria do ministro Luiz Fux. 

    No mesmo processo, Fux já determinou medidas para impedir que beneficiários de programas sociais façam apostas em sites de bets.

    Proibição 

    De acordo com as regras estabelecidas pela MP, as plataformas têm até o dia 5 de outubro para pagar o saldo remanescente aos apostadores. 

    A partir de 6 de outubro, os sites e aplicativos de bets são totalmente bloqueados.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • CNJ cancela precatórios irregulares avaliados em R$ 2 bilhões

    CNJ cancela precatórios irregulares avaliados em R$ 2 bilhões

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou nesta segunda-feira (28) o cancelamento de R$ 2 bilhões em precatórios emitidos de forma irregular contra o governo federal.

    A medida foi tomada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves, e atendeu ao pedido de suspensão apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU).

    Os valores estavam depositados em conta judicial desde 2023 e foram expedidos antes do trânsito em julgado da fase de execução, modalidade que já foi considerada ilegal pelo CNJ.

    O corregedor decidiu estender os efeitos da decisão que, na semana passada, também cancelou precatórios avaliados em R$ 4,7 bilhões. Os títulos foram comprados pelo Banco Master.

    Entenda

    O caso dos precatórios bilionários do Master veio à tona após uma reportagem do Portal Metrópoles revelar a existência de um contrato de R$ 427 milhões entre o banco e i escritório da advogada Camilla Ramos, esposa do desembargador Newton Ramos, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). 

    O valor seria pago em caso de sucesso nas causas referentes ao setor sucroalcooleiro.

    Após a divulgação do caso, o escritório Queiroga, Vieira, Queiroz e Ramos declarou que possui contrato formal com o Master para atuar nos processos que envolvem precatórios, mas não recebeu qualquer pagamento “a título de pró-labore ou de êxito”.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Rio: Operação no Complexo da Maré deixa três mortos, diz secretaria

    Rio: Operação no Complexo da Maré deixa três mortos, diz secretaria

    Três pessoas morreram na operação policial realizada nesta segunda-feira (28) nas comunidades do Timbau e Baixa do Sapateiro, no Conjunto de Favelas da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro. O balanço foi divulgado no início da tarde pela Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro. De acordo com o órgão, os três mortos eram considerados suspeitos. 

    Os policiais apreenderam 12 fuzis, oito pistolas, além de granadas, munições e carregadores. Além disso, os agentes recuperaram seis veículos e apreenderam 83 quilos de drogas.

    Feridos

    De acordo com a secretaria, entre os 12 criminosos presos, 11 ficaram feridos e foram socorridos no Hospital Federal de Bonsucesso. Um policial militar também foi ferido no braço durante a ação.

    Dois adolescentes também feridos foram transferidos para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Um deles já foi liberado e o outro permanece internado. 

    A operação, que começou nas primeiras horas da manhã, reúne cerca de 200 policiais militares de unidades especializadas, entre elas o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), o Batalhão Tático de Motociclistas (BTM), o Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) e o Batalhão de Ações com Cães (BAC). Além disso, conta com o emprego de Grupamento Aeromóvel (GAM) da Polícia Militar, e de sete veículos blindados.

    Segundo o órgão, criminosos ligados à facção que atua no Conjunto de Favelas da Maré fizeram uma série de ações na Linha Vermelha e na Rodovia Washington Luiz, vias de grande circulação e mais distantes do local da operação. Os atos seriam uma “retaliação” à apreensão das armas e prisões na operação e teriam o objetivo de desviar a atenção da polícia.

    “Em uma rápida mobilização, policiais militares atuaram nos locais e liberaram as vias, empregando equipes do 15º BPM (Duque de Caxias) e do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE). O policiamento permanece reforçado na região”, informou em nota.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Mendes quer identificação de ministros citados no caso Master

    Mendes quer identificação de ministros citados no caso Master

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta segunda-feira (28) a identificação de todos os ministros da Corte e outros juízes que aparecem nas investigações que envolvem o Banco Master e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. 

    A solicitação foi feita por meio de uma questão de ordem apresentada na petição na qual a Corte julga a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.

    Para Mendes, o julgamento de Moraes deve ficar suspenso definitivamente até que seja informado ao Supremo quais magistrados também foram citados nas conversas extraídas do celular de Vorcaro.

    “Apuração parcial é apuração viciada, porque o recorte do objeto já constitui, ele próprio, um juízo prévio sobre o que merece e o que não merece ser esclarecido”, disse o ministro.

    Gilmar Mendes também afirmou que a identificação é necessária para saber quem pode votar nos processos sobre o Master.

    “Enquanto não se souber quais integrantes desta Corte foram mencionados e em que condição, não se saberá quem pode votar e quem se acha impedido nos feitos correlatos”, completou.

    No dia 15 deste mês, o ministro Flávio Dino pediu vista do julgamento que vai decidir se o caso do ministro Alexandre de Moraes poderá ser julgado pelo STF.

    O prazo para devolução do processo para julgamento é de 90 dias.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • CNBB nega envolvimento em polêmica sobre santa católica

    CNBB nega envolvimento em polêmica sobre santa católica

    A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma nota na qual nega ter produzido, autorizado ou participado da elaboração ou divulgação de informações falsas relacionadas ao atual processo eleitoral.

    A declaração veio a público após o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, ter acusado “gente de dentro da CNBB” de ter ajudado na divulgação de que, se eleito, retiraria de Nossa Senhora da Aparecida o título de padroeira do Brasil.

    “A maior fake news da campanha foi essa sobre Nossa Senhora Aparecida. Nunca existiu movimento para tirar dela o título de padroeira do Brasil”, disse o candidato. “O PT já estava havia alguns dias tentando levantar essa fake news. Conseguiu com a ajuda de gente dentro da CNBB”, acrescentou.

    A nota da CNBB informou que a entidade “repudia a produção e a utilização de informações falsas, independentemente de sua origem ou de quem possam beneficiar ou prejudicar”, e que não integra qualquer estrutura político-partidária, de partido ou candidatura.

    Na sequência, informou que suas manifestações sobre as eleições “decorrem de sua missão pastoral e de princípios públicos expressos em seus documentos, orientados pela dignidade humana, pelo bem comum, pela democracia e pela liberdade de consciência”.

    Após tomar ciência da nota da entidade, Flávio Bolsonaro se manifestou novamente, agradecendo a CNBB por “confirmar que essa é uma grande fake news que foi potencializada pelo PT”.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Flávio recorre a Fux para derrubar post sobre Nossa Senhora Aparecida

    Flávio recorre a Fux para derrubar post sobre Nossa Senhora Aparecida

    A campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) pediu ao ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspenda a decisão que liberou publicações sobre a Nossa Senhora Aparecida na internet. 

    O pedido foi enviado a Fux por ele ser relator da ação sobre o Marco Civil da Internet. A campanha de Flávio quer que o ministro suspenda a decisão do ministro Flávio Dino e envie o caso ao plenário do STF, com base no julgamento no qual a Corte deu à Justiça Eleitoral poderes para pedir a remoção de conteúdos durante a campanha eleitoral. 

    Isso porque Dino derrubou no domingo uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e mandou que provedores restaurem posts relativos a Nossa Senhora Aparecida. 

    Postagem

    Dino atendeu a pedido do humorista Antonio Tabet, que teve derrubado um post sobre Nossa Senhora Aparecida e sua possível destituição do posto de padroeira do Brasil. Abaixo de uma imagem da santa, a publicação dizia que “a família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida”.

    A decisão para derrubar a publicação havia sido proferida pelo ministro do TSE André Mendonça, a pedido da campanha de Flávio, sob a justificativa de que a publicação teria disseminado notícia falsa a respeito do candidato. 

    Mendonça havia determinado a remoção também de qualquer conteúdo correlato que associasse Flávio a uma suposta mudança da padroeira do Brasil. 

    Logo após o pedido da defesa de Flávio para que Fux entrasse na disputa de liminares (decisão provisória), contudo, o próprio ministro Flávio Dino enviou sua decisão para referendo do plenário do STF. 

    Na decisão em que restabeleceu a publicação sobre Nossa Senhora Aparecida, Dino escreveu não ser possível enxergar qualquer ilícito no post, a não ser que se pudesse identificar inequivocamente o candidato Flávio Bolsonaro como integrante da “família miliciana”. 

    “Concluo que é impossível enxergar na postagem do peticionário (Tabet) o grau de certeza de ilicitude para – sem a adequada instrução processual – extrair duríssimas consequências contra a liberdade de expressão”, afirmou Dino. 

    Desde a semana passada, tem se espalhado na internet o boato de que o senador Flávio Bolsonaro, caso seja eleito presidente, promoveria a ideia de remover Nossa Senhora Aparecida da posição de padroeira do Brasil. 

    O candidato negou a intenção e acusou a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) de espalhar o boato com intenções eleitorais. 

    Nesta segunda (28), a CNBB divulgou uma nota negando qualquer participação na disseminação do boato sobre Nossa Senhora Aparecida e afirmando que a acusação sem provas “atinge injustamente a instituição”. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original