Blog

  • TV Brasil estreia segunda temporada do seriado Aprender a Sonhar

    TV Brasil estreia segunda temporada do seriado Aprender a Sonhar

    A segunda temporada da série documental Aprender a Sonhar estreia na programação da TV Brasil nesta quinta (1º), às 23h30. Com cinco episódios de 26 minutos, a produção independente revela histórias de estudantes quilombolas, indígenas e moradores de periferias urbanas que almejam ingressar na universidade. A obra foi desenvolvida pela Caranguejeira Filmes por meio do Prodav TVs Públicas.

    Dirigida, roteirizada e produzida por Vítor Rocha, a obra baiana destaca a trajetória de jovens em busca de oportunidades para transformação social e superação de desafios. A atração aborda questões relacionadas à juventude negra no país como as cotas raciais. A narrativa acompanha a jornada de Franciele Silva, Dona Olinda, Jadson Oliveira, Jobert Kaimbé, Grazi Kaimbé e Dandara Tauanne.

    No episódio de estreia da sequência, a estudante quilombola Franciele Silva enfrenta dificuldades diárias para frequentar a escola e realizar os planos de estudar direito. Ela tem o objetivo de fortalecer a luta pelo território do Quilombo Rio dos Macacos, localizado em Aratu, no município de Simões Filho, na Bahia.

    Ainda no primeiro programa do seriado Aprender a Sonhar, o estudante secundarista Jadson Oliveira, residente no Subúrbio Ferroviário de Salvador, divide-se entre a atuação em peças teatrais e o desejo de seguir carreira como promotor de justiça. O rapaz negro reflete sobre a dificuldade dessa escolha durante a produção.

    Valorização do conteúdo independente

    A TV Brasil exibe a série documental Aprender a Sonhar na faixa noturna de quinta-feira. O novo conteúdo é apenas uma das diversas produções audiovisuais selecionadas pela linha de fomento do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA/Ancine), através do Prodav TVs Públicas.

    Apoiadora da produção independente, a TV Brasil é um dos canais que mais exibe conteúdo nacional dessa natureza. Com tradição em valorizar novos realizadores, a emissora busca abrir espaço para novos conteúdos e promove o fomento ao mercado audiovisual do país.

    No início do ano, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que faz a gestão da TV Brasil, anunciou os 39 projetos selecionados na chamada pública Seleção TV Brasil, o maior investimento já realizado pelo Estado brasileiro para a produção de conteúdo audiovisual destinado à televisão pública. Ao todo, serão contratadas produções que somam quase R$ 110 milhões em recursos do (FSA/Ancine).

    Sobre o Prodav

    O Prodav é uma parceria entre a Agência Nacional do Cinema (Ancine) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para incentivar a produção regional e independente. A proposta é ofertar esse conteúdo para os canais públicos.

    A EBC distribui o material ao disponibilizar as obras para todas as emissoras de televisão interessadas que fazem parte do campo público e aderirem ao projeto. A exibição das obras também pode ser acompanhada na programação da TV Brasil por meio das centenas de canais que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP).

    Ao vivo e on demand  

    Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.  

    Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.  

    Serviço

    Aprender a Sonhar – quinta-feira, dia 1º/10, às 23h30, na TV Brasil;
    Aprender a Sonhar – reprise – quinta, dia 1º/10, para sexta-feira, dia 2/10, às 3h, na TV Brasil;

    TV Brasil na internet e nas redes sociais

    Site – https://tvbrasil.ebc.com.br
    Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil
    YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil
    X – https://x.com/TVBrasil
    Facebook – https://www.facebook.com/tvbrasil
    TikTok – https://www.tiktok.com/@tvbrasil
    TV Brasil Play – http://tvbrasilplay.com.br

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Carne brasileira passa a pagar tarifa de 67% para entrar na China

    Carne brasileira passa a pagar tarifa de 67% para entrar na China

    A carne bovina brasileira pagará uma tarifa total de 67% para entrar no mercado chinês a partir desta quinta-feira (1º). Uma cobrança adicional de 55% se somará à tarifa regular de 12%, uma vez que o Brasil esgotou a cota anual de exportações estipulada pelo país asiático.

    A medida preocupa frigoríficos e pecuaristas, que já avaliam antecipar abates e embarques para aproveitar a cota de 2027.

    O Brasil atingiu o limite de 1,106 milhão de toneladas previsto para 2026. Para o próximo ano, a cota sobe para 1,128 milhão de toneladas, mas representantes do setor estimam que o novo limite possa ser alcançado em março ou abril de 2027.

    Impacto imediato

    O país asiático é o principal destino da carne bovina brasileira e ganhou espaço significativo nas exportações do setor na última década.

    De 2016 a 2025, o Brasil enviou 8,2 milhões de toneladas de carne bovina à China, movimentando US$ 42,3 bilhões. O volume saltou de 164,9 mil toneladas, em 2016, para 1,6 milhão de toneladas, em 2025.

    A concentração das vendas no mercado chinês aumenta a preocupação do setor com os efeitos da sobretaxa sobre o fluxo de caixa dos frigoríficos.

    Estratégia para 2027

    Diante da perspectiva de esgotamento rápido da próxima cota, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) discute a possibilidade de que as empresas antecipem a produção e os embarques:

    • abates podem ser realizados ainda em outubro;
    • embarques estão previstos para novembro;
    • a viagem marítima entre os dois países leva de 40 a 45 dias;
    • a expectativa é que a carne chegue à China em janeiro de 2027.

    A estratégia permitiria utilizar a cota do próximo ano logo no início de sua vigência. O ritmo das compras chinesas, porém, também será determinante para os negócios.

    Pressão sobre frigoríficos

    Segundo a Abiec, os efeitos da restrição começaram antes do esgotamento oficial da cota. Nos últimos meses, frigoríficos reduziram as vendas para a China e precisaram buscar compradores em outros mercados.

    A entidade também voltou a discutir com o governo uma divisão da cota de 2027 entre os frigoríficos. A proposta busca distribuir os embarques ao longo do ano e evitar que poucas empresas concentrem o volume disponível.

    Na terça-feira (29), a China autorizou mais duas unidades brasileiras a exportar carne bovina: uma de Minas Gerais e outra de Pernambuco.

    Protecionismo chinês

    A China adotou o sistema de cotas como medida de proteção ao mercado interno diante do aumento das importações. A sobretaxa não é exclusiva ao Brasil e afeta outros fornecedores.

    O mercado chinês enfrenta ainda um cenário de preços mais baixos da carne bovina e aumento da oferta doméstica. As importações chinesas do produto cresceram de menos de 1,5 milhão de toneladas, em 2018, para cerca de 2,8 milhões de toneladas nos anos recentes.

    O Brasil passou a responder por mais de 40% do volume importado pela China.

    A mudança ocorre em um momento de maior atenção do setor brasileiro às condições de acesso ao mercado chinês. A Abiec estima que as exportações totais de carne bovina do Brasil em 2026 recuem cerca de 10% em relação a 2025, num cenário que também inclui restrições adotadas pela União Europeia.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Fachin nega pedido para afastar Dino de ações sobre Flávio Bolsonaro

    Fachin nega pedido para afastar Dino de ações sobre Flávio Bolsonaro

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, rejeitou pedido para afastar o ministro Flávio Dino do julgamento de processos contra o senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL).

    Em decisão assinada nesta quinta-feira (1°), Fachin negou seguimento a uma arguição de suspeição protocolada pelo candidato. 

    Para Flávio, Dino deveria ser declarado suspeito para atuar como relator da investigação que trata da suposta utilização de emendas parlamentares para bancar o filme Dark Horse, a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, e de ações eleitorais, por ter ligação pessoal com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

    O despacho está em segredo de Justiça e os detalhes da decisão não foram divulgados.

    Processos

    Dino é relator da ação que apura se o deputado federal Mário Frias (PL-SP) enviou emendas de R$ 2 milhões ao Instituto Conhecer Brasil, uma entidade ligada à produtora audiovisual Go Up Enterteinment, responsável pelas gravações do filme Dark Horse.

    O parlamentar é apontado como produtor-executivo do filme.

    Nesta semana, Dino também suspendeu a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que barrou postagens que ligaram Flávio Bolsonaro a um projeto de lei para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. 

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Aplicativo recebe denúncias de irregularidades eleitorais no Rio

    Aplicativo recebe denúncias de irregularidades eleitorais no Rio

    Moradores do estado do Rio de Janeiro poderão fazer denúncias de irregularidades eleitorais no estado por meio do aplicativo SISP Cidadão. Entre os casos que podem ser relatados estão compra de votos, boca de urna e propaganda irregular.  

    Os cidadãos podem anexar fotos, vídeos, imagens da galeria do celular ou links na ferramenta que encaminhará os dados para técnicos do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) para apuração das denúncias.

    O usuário também pode fazer a denúncia por meio de relato por voz, utilizando o microfone do aparelho, e revisar o texto antes do envio. Também é possível informar o local da irregularidade, por meio da ferramenta de localização do celular.

    É possível fazer uma denúncia anônima. Mas, caso o usuário se identifique, a ferramenta gera um número de protocolo pelo qual é possível acompanhar a denúncia e receber notificações quando houver movimentação do processo. 

    A plataforma também conta com um mapa de denúncias, permitindo aos usuários confirmarem relatos de outras pessoas.

    Desenvolvido pela Secretaria de Estado de Segurança Pública do Rio de Janeiro, o SISP Cidadão está disponível gratuitamente para download nas plataformas da Apple e Android.

    Aplicativo Pardal

    Em todo o país, cidadãos que quiserem denunciar irregularidades relacionadas à propaganda eleitoral podem usar o aplicativo Pardal.

    Podem ser comunicados casos de propaganda irregular na internet, uso irregular de alto-falantes e amplificadores de som, distribuição irregular de material gráfico, entre outras situações previstas na legislação eleitoral.

    Nesta quinta-feira (1º), o aplicativo já contava com mais de 57 mil denúncias sobre as eleições de 2026. A maior parte delas era contra irregularidades cometidas em vias públicas.

    O aplicativo também pode ser baixado nas lojas Play Store e Apple Store gratuitamente.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • AGU aciona PF para apurar suposto repasse de Trump a ações contra STF

    AGU aciona PF para apurar suposto repasse de Trump a ações contra STF

    A Advocacia-Geral da União (AGU) informou há pouco que acionou a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar o suposto financiamento do governo de Donald Trump para interferir nas eleições brasileiras e deslegitimar o Supremo Tribunal Federal (STF).

    A medida foi anunciada após o jornal inglês The Guardian noticiar que o governo dos Estados Unidos destinou US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,1 milhões) para projetos que promovam uma campanha contra o Supremo.

    A AGU considerou a informação grave diante do processo eleitoral brasileiro, que está em curso.

    O órgão também declarou que o episódio ocorre após recentes atos de pressão externa dos Estados Unidos contra as instituições brasileiras.

    “Caso comprovado, o recebimento de capital estrangeiro para a promoção de ataques ordenados e sistemáticos à soberania nacional e ao funcionamento das instituições do Sistema de Justiça brasileiro, mediante a instrumentalização de fundos internacionais desviados de sua finalidade original de proteção aos direitos humanos, poderá revelar uma estrutura de ingerência externa em assuntos internos do Estado brasileiro”, disse a AGU.

    A AGU também ressaltou que a legislação brasileira consagra a liberdade de expressão e o legitimo direito à crítica, mas também proíbe interferências estrangeiras no país.

    “A mesma ordem constitucional brasileira se alicerça nos fundamentos da soberania, da independência e da não intervenção. Tais premissas que se desdobram, por exemplo, na vedação de financiamento ou subordinação de agremiação política por entidade ou governos estrangeiros”, completou.

    Entenda

    O jornal britânico The Guardian publicou reportagem, nessa quarta-feira (30), com a informação de que o governo dos Estados Unidos destinou US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,1 milhões) para promover campanha contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

    De acordo com o veículo de comunicação, a ação era intitulada Combate ao Lawfare e à Censura no Brasil e “financiaria grupos da sociedade civil que se opõem ao que o projeto chama de excesso de atuação judicial e censura por parte da Suprema Corte do Brasil” 

    Os recursos teriam sido alocados pelo Congresso para o Fundo de Direitos Humanos e Democracia (HRDF). Não há informação se o dinheiro foi transferido ou apenas empenhado para os projetos no exterior definidos pela Casa Branca.

    A publicação inglesa lembrou ainda que o governo de Donald Trump impôs sanções ao ministro do STF Alexandre de Moraes no ano passado, “após pressão de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente”.

    Durante o julgamento por tentativa de golpe de Estado no Brasil, que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão, o STF virou alvo do governo Trump. 

    Washington também tem criticado as restrições impostas pelo Supremo a plataforma digitais dos EUA com objetivo de inibir crimes praticados no ambiente digital. O governo Trump tem pressionado países a não adotarem qualquer regra em relação as bigtechs. 

    A Agência Brasil procurou a assessoria de imprensa do STF para comentar a reportagem da revista estrangeira, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.

    O The Guardian afirma que teve acesso a fontes e documentos do Departamento de Estado dos EUA, controlado pelo secretário Marco Rúbio, que detalham o destino de US$ 176,9 milhões (cerca de R$ 918 milhões) para 43 projetos com objetivo de promover a agenda do governo Trump em diversos países. 

    “Houve pressão direta de membros do governo Trump por essas verbas, refletindo interesses que incluem os alertas de James David Vance (JD Vance) [vice-presidente dos EUA] sobre o colapso dos valores ocidentais tradicionais na Europa e a campanha de Stephen Miller [assessor da Casa Branca] contra a imigração e em apoio a minorias brancas em países como a África do Sul”, escreveram os jornalistas Andrew Roth e Joseph Gedeon. 

    Para o Reino Unido, estava previsto um financiamento de US$ 5 milhões (cerca de R$ 25,9 milhões) para apoiar um grupo que faz campanha contra leis de segurança online e de combate ao discurso de ódio, incluindo a Lei de Segurança Online da Grã-Bretanha (Ofcom), aprovada em 2023.

    “Destinada a proteger crianças de conteúdos nocivos e fiscalizada pela Ofcom, a lei inclui regras de verificação de idade — em vigor desde o ano passado — que têm sido alvo de críticas constantes da administração Trump, a qual as classifica como censura”, diz a revista.

    O maior beneficiário das doações do governo Trump seria a Fundação Memorial de Vítimas do Comunismo, que teria como um dos líderes o ex-assessor de política interna da Casa Branca na gestão Trump, Andrew Bremberg. Essa fundação receberia US$ 40 milhões (cerca de R$ 207,6 milhões).

    Em resposta ao próprio The Guardian, o Departamento de Estado dos EUA disse que os projetos na Europa buscariam apoiar “nossos aliados na defesa desses direitos e princípios, bem como de sua autoconfiança civilizacional e soberania, contra aqueles que buscam miná-los”.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Nova modalidade de renegociação de dívidas de MEI começa nesta quinta

    Nova modalidade de renegociação de dívidas de MEI começa nesta quinta

    O governo federal ampliou as opções para microempreendedores individuais (MEIs) renegociarem dívidas e prorrogou até 29 de janeiro de 2027 o prazo de adesão ao Desenrola MEI.

    A partir desta quinta-feira (1º), começa também uma nova modalidade para débitos de até cinco salários mínimos, atualmente equivalentes a R$ 8.105. Outra negociação será aberta para dívidas de MEIs com autarquias e fundações públicas federais.

    As medidas foram anunciadas em conjunto pela Advocacia-Geral da União (AGU), pelo Ministério do Empreendedorismo (MEMP) e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). As condições variam conforme o valor, a origem e o tipo da dívida.

    Veja as opções

    Para facilitar a escolha da modalidade, as principais alternativas são:

    • Desenrola MEI Pequeno Valor: para dívidas de até R$ 8.105, com entrada de 5%, desconto de 50% sobre o saldo e pagamento em até 55 meses.
    • Desenrola MEI: para dívidas de até R$ 20 mil inscritas na Dívida Ativa da União, com possibilidade de redução de até 100% de juros, multas e encargos legais.
    • Negociação da PGF: para débitos de até R$ 8.105 com autarquias e fundações públicas federais, com desconto de 50% e parcelamento em até 60 meses.
    • Transação geral da PGFN: para pessoas físicas e empresas com dívidas de até R$ 45 milhões, com condições prioritárias para MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte.

    Pequeno valor

    A nova modalidade do Desenrola MEI Pequeno Valor começa em 1º de outubro. Podem participar microempreendedores com débitos de até cinco salários mínimos, ou R$ 8.105.

    As condições previstas são:

    • Entrada: 5% do valor da dívida, sem desconto;
    • Desconto: 50% sobre o saldo restante;
    • Parcelamento: até 55 meses.

    Segundo o governo, a dívida média dos MEIs é de aproximadamente R$ 3 mil. Com o limite de R$ 8.105, a modalidade pode alcançar grande parte dos mais de 3 milhões de microempreendedores que estão endividados.

    O material divulgado pelo governo informa prazo de adesão até 31 de janeiro de 2027 para essa modalidade específica.

    Desenrola MEI

    Já o Desenrola MEI, destinado a dívidas de até R$ 20 mil inscritas na Dívida Ativa da União, teve o prazo de adesão prorrogado de 30 de setembro de 2026 para 29 de janeiro de 2027.

    A modalidade permite:

    • redução de até 100% dos juros, multas e encargos legais;
    • manutenção integral do valor principal da dívida;
    • desconto limitado a 70% do valor total devido.

    Dívidas federais

    Uma nova modalidade da Procuradoria-Geral Federal (PGF) será destinada a MEIs com dívidas de até R$ 8.105 com autarquias e fundações públicas federais.

    Entre os órgãos abrangidos estão ANTT, DNIT, Incra, Anatel, ANP, FNDE e ICMBio. A negociação inclui débitos tributários e não tributários inscritos em dívida ativa até 28 de setembro de 2025.

    A adesão poderá ser feita de 16 de outubro de 2026 a 31 de março de 2027. Nessa modalidade, está previsto desconto de 50% sobre o valor consolidado da dívida, incluindo principal, juros, multas e encargos, com pagamento em até 60 meses.

    Transação da PGFN

    Os MEIs também poderão utilizar a transação geral da PGFN, que teve o prazo prorrogado até 29 de janeiro de 2027.

    A modalidade é aberta a pessoas físicas e jurídicas com dívidas de até R$ 45 milhões. Para os MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte, há condições prioritárias.

    Podem ser negociados débitos inscritos em dívida ativa até 3 de março de 2026 ou, no caso da categoria de pequeno valor, até 1º de junho de 2025. Para os MEIs, o desconto pode chegar a 100% sobre juros, multas e encargos legais, sem reduzir o valor principal. A redução, porém, está limitada a 70% do total da dívida.

    Para o público geral e empresas maiores, o desconto máximo é de 65% do valor total devido.

    Como negociar

    A regularização dos débitos pode ser feita pelo portal Regularize, da PGFN. O procedimento envolve:

    1. Acessar: entrar no Regularize com o número do CNPJ.
    2. Consultar: selecionar a opção para consultar as dívidas inscritas.
    3. Simular: acessar a área de negociação para verificar descontos e parcelas disponíveis.
    4. Confirmar: aceitar a proposta, emitir o boleto da primeira parcela e efetuar o pagamento para validar o acordo.

    Números do programa

    O Brasil tem 17,56 milhões de MEIs ativos, dos quais mais de 3 milhões estão em situação de dívida.

    Até 24 de setembro, o Desenrola MEI havia registrado:

    • 411 mil: número de acordos realizados;
    • R$ 1,26 bilhão: valor das dívidas antes dos descontos;
    • R$ 757,25 milhões: valor a ser pago após os descontos;
    • R$ 106,63 milhões: valor já recuperado pela União.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • INSS pagará benefício a mulheres afastadas por violência doméstica

    Mulheres vítimas de violência doméstica que conseguirem, na Justiça, medida protetiva de afastamento do trabalho vão receber benefício pago via Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    O parecer que garante o afastamento remunerado, elaborado pela Advocacia-Geral da União (AGU), foi assinado nesta quinta-feira (1º) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Em nota, a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência informou que o documento incorpora às regras da administração pública federal decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que estabeleceu que, quando a Justiça determinar o afastamento da mulher do local de trabalho como medida protetiva, com base na Lei Maria da Penha, a trabalhadora deve continuar recebendo renda durante o período, que pode chegar a seis meses.

    “O entendimento do STF abrange as seguradas do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e também prevê proteção de natureza assistencial para as mulheres sem vínculo previdenciário”, informou a pasta.

    Entenda

    A Lei Maria da Penha permite, como medida protetiva, que o juiz afaste a mulher do trabalho por até seis meses, mantendo o vínculo de emprego. A lei, porém, não especificava quem pagaria o salário nesse período.

    “A incerteza sobre o recebimento da remuneração fazia com que muitas mulheres tivessem que optar entre a segurança e o próprio sustento”, destacou a Secom.

    O STF julgou a questão em junho deste ano e estabeleceu que o empregador é responsável pelos 15 primeiros dias de afastamento e o INSS, pelo restante. Nos casos sem relação de emprego, como contribuintes individuais, facultativas e seguradas especiais, o INSS paga o benefício integralmente.

    Conforme a legislação, a mulher afastada não precisa cumprir período de carência para receber o benefício. Também não há desconto de contribuição previdenciária sobre o valor recebido, e o período é computado como tempo de contribuição para a aposentadoria.

    Para mulheres que não são seguradas da Previdência, o STF estabeleceu que o pagamento tem natureza assistencial. Nesse caso, o pagamento será pago pelo estado, pelo Distrito Federal ou pelo município indicado pelo juiz.

    Orientação administrativa

    A Secom destacou que, embora tenha estabelecido linhas gerais para o afastamento remunerado, a decisão do STF legalmente obrigava apenas juízes e tribunais.

    “Isso poderia levar ao cenário em que, na falta de uma orientação administrativa estabelecida pelo Poder Executivo, cada mulher poderia ter que entrar com nova ação judicial para receber os valores. É esta lacuna que o parecer vinculante vem preencher.”

    O documento da AGU assinado hoje assimila a decisão do STF à administração pública federal, tornando obrigatória a concessão do afastamento remunerado quando este for determinado judicialmente como medida protetiva às vítimas de violência doméstica. 

    “Na prática, basta que o juiz emita a decisão da medida protetiva para que o INSS realize o pagamento, sem nova perícia ou análise do direito, verificando apenas se a mulher é segurada”, reforçou a Secom.

    Atendimento prioritário e sigiloso

    Após a publicação do parecer, o Ministério da Previdência Social e o INSS terão até 15 dias para regulamentar o pagamento, com garantia de atendimento prioritário e sigiloso a vítimas de violência, inclusive via Meu INSS.

    Ainda de acordo com a Secom, o INSS cobrará do agressor, por meio de ação regressiva, os valores pagos à vítima. A cobrança será feita por meio de ação judicial apresentada pela Procuradoria-Geral Federal (PGF), órgão da AGU responsável por representar as autarquias e fundações federais.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Capital paulista sedia festival que une cinema e gastronomia

    Capital paulista sedia festival que une cinema e gastronomia

    A cidade de São Paulo sedia, a partir desta quinta-feira (1º), o São Paulo Food Film Fest. Na quinta edição, o evento propõe uma experiência que combina cinema e culinária, com sessões especiais, debates, aulas-show e atividades gastronômicas. O festival vai até o dia 14 de outubro, com entrada gratuita.

    A programação reúne 42 títulos, entre documentários e ficções de diversos países, além de quatro produções internacionais que ainda não foram exibidas no Brasil. Após as sessões, o público poderá participar de degustações de pratos e bebidas inspirados nos filmes apresentados.

    Entre os destaques da edição está a celebração dos 50 anos de Dona Flor e seus Dois Maridos, clássico de Bruno Barreto que tem a culinária baiana como elemento marcante.

    O festival também promove a première nacional de Jota Urondo, um Cozinheiro Impertinente, documentário sobre um chef argentino que trata a cozinha como patrimônio cultural.

    A seleção inclui ainda as estreias de A História de Aisha, que aborda a importância da moagem de grãos na culinária palestina; Alimentando o Amanhã, sobre os efeitos do sistema alimentar global nos ecossistemas, no clima, na saúde e nas desigualdades; e Seeds, que retrata a agricultura norte-americana sob a perspectiva de famílias negras e de uma história marcada pelo racismo estrutural.

    As atividades ocorrem no Reserva Cultural, no Centro Cultural São Paulo (CCSP), na Biblioteca Roberto Santos e em dois centros educacionais unificados (CEUs) do Circuito Spcine. Parte da programação também estará disponível na Spcine Play, com acesso gratuito para todo o Brasil.

    Sessões celebrativas

    O festival também revisita obras que fazem aniversário em 2026 e trazem a gastronomia em suas narrativas. Os destaques incluem A Viagem de Chihiro, que completa 25 anos e apresenta referências à culinária japonesa; e Alice no País das Maravilhas, que celebra 75 anos, com sua famosa festa do chá.

    Completam a programação Matilda, que completa 30 anos e mantém viva a cena do bolo de chocolate; As Férias da Minha Vida, pelos 20 anos, sobre uma mulher que descobre na culinária uma paixão compartilhada com um chef durante uma viagem pela Europa e o clássico Tubarão, de Steven Spielberg.

    Com apoio da Embaixada da França no Brasil, o festival exibirá dois filmes destacados em Cannes. Amor e Queijo, premiado na mostra Un Certain Regard, acompanha um jovem que decide fabricar o queijo artesanal perfeito para salvar sua família.

    Já À Sombra das Figueiras, selecionado para a Quinzena dos Realizadores, mostra os flertes, segredos e anseios de jovens trabalhadores sazonais durante a colheita de figos em um pomar na Tunísia.

    Oficinas e atividades

    O espaço da Reserva Cultural sediará, sempre a partir das 19h, quatro debates em datas distintas. Os encontros vão integrar cinema, gastronomia, artes, ciência e movimentos sociais para refletir sobre as diversas abordagens da alimentação.

    Paralelamente, oficinas de culinária voltadas para o público infantil serão ministradas por Guilherme Cardadeiro, na Biblioteca Roberto Santos. As oficinas serão realizadas após a exibição da animação Papaya, que relata a trajetória de uma semente de mamão com o sonho de voar e ser livre.

    Nos CEUs Meninos e São Miguel, integrantes do Circuito Spcine, serão realizadas oficinas de audiovisual para estudantes logo após as sessões de Wall-E, da Pixar. Durante as atividades, os próprios alunos produzirão vídeos inspirados nas reflexões futuristas do longa sobre alimentação, trabalho e o mundo.

    De 9 a 11 de outubro, a Feirinha do Festival movimenta o Centro Cultural São Paulo ao reunir artesãos, pequenos produtores e cozinheiras de variadas origens.

    O evento celebra a troca de saberes, memórias e sabores no território.

    Serviço

    A quinta edição do São Paulo Food Film Fest será realizada de hoje (1º) a 14 de outubro, nos espaços Reserva Cultural, Centro Cultural São Paulo (CCSP), Biblioteca Roberto Santos e CEUs do Circuito Spcine e Spcine Play.

    A entrada é gratuita. Os ingressos serão distribuídos uma hora antes de cada sessão exclusivamente nas salas de cinema. Encontre a programação completa do evento no site oficial do São Paulo Food Film Fest.

    *Estagiário sob supervisão de Odair Braz Junior

     

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • BB fará pagamentos via Pix a mesários nas eleições

    BB fará pagamentos via Pix a mesários nas eleições

    Os mesários e demais colaboradores da Justiça Eleitoral que atuarão nas Eleições Gerais de 2026 receberão o auxílio-alimentação por meio de Pix processado pelo Banco do Brasil. A instituição firmou acordos de cooperação técnica com os tribunais regionais eleitorais (TREs) de todo o país para operacionalizar os pagamentos do primeiro turno e, se houver, do segundo turno.

    O Banco do Brasil será responsável pelo processamento dos créditos a partir das informações encaminhadas pelos tribunais eleitorais. A operação utilizará sistemas eletrônicos do banco para dar agilidade aos pagamentos e permitir o acompanhamento das transações.

    A expectativa é que aproximadamente 2,3 milhões de mesários e colaboradores da Justiça Eleitoral recebam o auxílio-alimentação em todo o país.

    A utilização do Pix permitirá que os valores sejam transferidos diretamente aos beneficiários, com a infraestrutura digital do banco e mecanismos voltados à segurança e à rastreabilidade das operações.

    Operação nacional

    Os acordos abrangem os TREs de todo o país e permitem a execução dos pagamentos em escala nacional. O Banco do Brasil utilizará soluções já empregadas no atendimento a órgãos públicos.

    A instituição bancária tem experiência em operações eleitorais. Nas eleições de 2024, o banco foi responsável pelo processamento de mais de 2,1 milhões de pagamentos destinados a colaboradores da Justiça Eleitoral.

    A cooperação para este ano busca facilitar a execução dos pagamentos aos trabalhadores convocados para auxiliar na organização das eleições.

    Acordos

    Os acordos de cooperação técnica não envolvem prestação de serviço remunerada para o banco. O objetivo é exclusivamente viabilizar a operacionalização dos pagamentos dos auxílios-alimentação aos colaboradores da Justiça Eleitoral.

    Segundo o Banco do Brasil, a iniciativa reforça a parceria mantida pela instituição com órgãos da administração pública e amplia o uso de soluções digitais em operações de grande escala.

    A instituição destaca ainda sua presença em todo o território nacional e a experiência no atendimento ao setor público como fatores que contribuem para a execução da operação durante as Eleições 2026.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original

  • Pará recebe primeira atividade de Escola Imersiva em Sociobioeconomia

    Pesquisadores e estudantes de universidades brasileiras e francesas participaram de uma imersão de 12 dias no Pará para conhecer experiências de sociobioeconomia e aprofundar o debate sobre modelos de desenvolvimento sustentável na Amazônia.

    Esta foi a primeira atividade da Escola Imersiva Internacional em Sociobioeconomia Amazônica, criada a partir da cooperação científica entre o Brasil e a França. A instituição foi viabilizada por meio do programa de investimentos em bioeconomia na Amazônia, Amabio. Fruto de um acordo bilateral firmado durante a visita do presidente da França, Emmanuel Macron, ao Brasil, em 2024.

    “A França e o Brasil têm uma parceria estratégica na qual a biodiversidade, a luta contra as mudanças do clima e o desenvolvimento sustentável são prioridades primárias”, afirma Brice Fodda, ministro conselheiro da Embaixada da França no Brasil.

    A iniciativa é um programa educativo por temporada voltado aos estudantes mestrandos ou doutorandos, da Université Paris-Est Créteil (UPEC), Université de Guyane (UG), Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).

    Segundo a especialista técnica internacional em cooperação universitária e científica na Amazônia, Nadège Mezie, da agência de cooperação Expertise France, a ideia é permitir aos estudantes compreender a sociobioeconomia como um modelo de desenvolvimento sustentável na Amazônia e conhecer as iniciativas alinhadas a esse modelo.

    “Também dar aos alunos uma contextualização maior, mostrar essa presença dos povos indígenas, das populações tradicionais, a complexidade do mosaico de unidades de conservação”, explica Nadège.

    Imersão

    Ao longo da atividade, o grupo de 16 estudantes participou de uma programação hibrida com palestras, painéis e rodas de conversa em sala de aula e visitas às cadeias produtivas do açaí, cacau e borracha, em Belém, e de visitas às comunidades extrativistas dos rios Arapiuns, Maguari e Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós, e ao programa de turismo comunitário do povo Munduruku, na Aldeia de Ipaupixuna.

    Segundo o professor associado da Université Paris-Est Créteil (UPEC), Felipe Koch, a recepção nas comunidades foi um destaque da experiência, considerando que a sociobioeconomia que faz sentido para a Amazônia é parte dos povos e comunidades que mantêm a floresta em pé.

    “A escola os tratou como parceiros de formação, detentores de saberes que a universidade precisa aprender a reconhecer”, afirma.

    A experiência impressionou a estudante de doutorado da Guiana Francesa, Vitória Tailamé, que tem como objeto de estudo a sustentabilidade na construção civil, mas desconhecia o conceito de sociobioeconomia.

    “A palavra sociobioeconomia traduz melhor os três pilares de um futuro desejável. Uma economia que respeita as pessoas e a natureza e seu tempo”, diz.

    Resultados

    A vivência entre os integrantes da academia e os povos tradicionais da Amazônia resultará em diferentes produtos que convergem para o aperfeiçoamento das inovações e iniciativas de sociobioeconomia.

    Felipe Koch explica que os estudantes da universidade de Paris receberão créditos acadêmicos conforme a pertinência das soluções construídas coletivamente com as comunidades.

    “Os grupos mistos, que reúnem estudantes das quatro universidades — entre eles sete mestrandos e dois doutorandos da UPEC —, trabalham agora à distância nos projetos de resposta aos problemas formulados em campo e vão apresentá-los aos parceiros em janeiro de 2027”, explica.

    Para os estudantes da Guiana Francesa a experiência resultará na produção de artigos e de um diário de bordo. “O principal é o que aprenderam no Brasil e levarão à Guiana Francesa, onde a sociobioeconomia é menos desenvolvida”, afirma Nadège.

    Os estudantes brasileiros da UFPA e da UFOPA necessariamente já atuam em projetos de extensão ou têm o tema como objeto de suas teses de mestrado ou doutorado.  

    A primeira atividade da escola foi avaliada em um balanço realizado ao final da programação, no qual estudantes e especialistas puderam apresentar as suas impressões.

    Vitória Tailamé destacou o quanto foi transformador sentir na pele o impacto do respeito à floresta em aulas a céu aberto, fora dos muros.

    “Acho que vão faltar palavras para expressar o quanto isso nos tocou e nos sensibilizou. Tenho certeza que nos próximos dias e meses ainda vamos estar digerindo o que vivemos e vamos querer compartilhar o que aprendemos”, diz.

    Os bons resultados relatados pelo grupo resultaram em uma decisão de desdobramento das atividades da escola para os próximos anos, afirma Nadège.

    “Como foi um sucesso e os alunos ficaram literalmente encantados tanto da experiência dessa vivência, mas também dessa aprendizagem, estamos já pensando em uma segunda edição ano que vem e esperamos realizar na Guiana Francesa”.

    A continuidade das atividades ocorrerá de forma alternada nos dois países, com foco especial na Amazônia.

    “A diplomacia franco-brasileira é tão forte que podemos fazer uma edição em um país, outra edição em outro, mantendo uma diplomacia bem equilibrada entre ambos os países. E sim, queremos manter essa dinâmica muito positiva nos próximos anos”, conclui o ministro Brice Fodda.

    Fonte: Agência Brasil ? Leia a notícia original